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í

da tie ine oúVifr defetodfer'os dltátos tjue!tín1iarn oV Açorianos ao pagarneMo^éStriSái^idá. F«Iisffíenle^ue já o Parlamento lhes fez justiça ? porque já' a reeò*-nheceu e a rnàndou pagâ-r; sendo portanto já tim-a divida paga freio Parlamento.' ( ' - ;

F/ preciso fazer justiça atxá noçsoVC^otnptftriótas

do Cnnlmerrte (fU agora fa:iL»»cóiríb AçtfrHanb};^ .r-

que na \eidade se. receberam -do* A-çôi>'$ ^s&rv^os rv-

levaníes', h

có pont-ó onde se -defendia^a "Liberdade do'PxU'2 , ^

"o Tbnin'o"da UaUiha, agora deram «ma d^-mon&Hra*

'câV^eu,» eYrdentte das svfjVpíftV»a?-, que'tiH}baHi píios

sfiia írrYii\08 das Unas, q'imn'd\)'aconteceu'o desastre

da VilVci 'du Piara*. Na verdade,'nó^ eticnntrtii oè

- lltíiTif» Uiisà tjSÍ "somtna -'defevítipatluas per esse desgiu*

"í-rtdw aconlecírtVfntb, quf/próprianrente' falia rido, è-^lá

"paga à divida Acoriaríá'. O» A portei1 hzlítvtnisirti grarí-

"dessèi viços'á JVlbnarthra ; c não osÍJ2e'iarn &Ó'hgora,

têem«nos feito sempre; tcem-S* cblSoc^íío sempf« na

van-guarda da L'1Jerdade (p-^ço p^rda-o-iiesl^ fa-go

"de vaidade; mas W35énta'enr fbictos, Vejnirí-fre os on*

*naéa de'1580 « 1&10); os Açores lèeí» áido ífAípn- ò

'ultimo 'torrão, 'que lèin c*dido,diar.te tias plid'lafig'8

db absolutibiho •( /apoiado.) : >st* e histórico. •

Bem poucos armes dep.»» da descoborln d".%-At;ô-Tés , já elíes prestavam destes -s/rviçofe á \}etrop«le : 'nsas, Sr. rrésidtfotê , repilo, noa nau leino* 'eiu;>r- a oíinha vez phru lhes fazer jusiiça: os ni/.13*n< tiiiiavjíi cio Contente moslraraiii' agora nekía í>cc*siôo de luto par» <_-s pr='pr' ciícuttisiancias='ciícuttisiancias' açores='açores' emenda='emenda' digressão='digressão' alo-j='alo-j' dí='dí' do='do' mesmo='mesmo' to.='to.' nutrora='nutrora' realmeiiie='realmeiiie' gubtau='gubtau' lhes='lhes' estiverem='estiverem' dothesouro='dothesouro' como='como' sen-âo='sen-âo' povos='povos' interesses='interesses' em='em' iv='iv' ao='ao' sapjpr-e='sapjpr-e' eiso='eiso' teço='teço' serviços='serviços' neste='neste' eu='eu' pessoas='pessoas' ás='ás' pôde='pôde' boa='boa' nvuilo='nvuilo' tinham='tinham' isso='isso' ciar='ciar' achoiinu-lo='achoiinu-lo' que='que' caduíra='caduíra' fazer='fazer' lèuipo='lèuipo' tonvenrente='tonvenrente' quanao='quanao' sf-r='sf-r' ud.cam='ud.cam' desta='desta' ara='ara' se='se' por='por' gb='gb' _='} n-á isto à «m Açonárvo.

Ai oio o açsuitafrjento do meu amigo o Sr.Peixo» te: arho taff»b»' a='a' pit-j='pit-j' os='os' esu-s='esu-s' qne='qne' m='m' perdão='perdão' nàb='nàb' sr-.='sr-.' bene-ticio.clob='bene-ticio.clob' tudo='tudo' z='z' conveniente='conveniente' m-tta-='m-tta-' cati='cati' quanto='quanto'> d ca es inures-ps do Thesouro. As^im approvo ti& dous addit«nieni'.»s, salva a redacção,. ou indo á Couni.'iSiào para os attender.

O Sr. Peixoto: — A minha idea, e que Sejam adtiiitudosaquelífStitulos; agora ocorrib, 4e o quanto, i s.-o a Cònimissâo o designará, e por i>&o coni-venho ern que >eja remettido á Conimíasuo. >

O Sr. Coelho: — Eu peds a palavra, quando vi que o Sr'. Cardoso Caslel-Branco impugnava o'ad-cJitwiuento, com o fundamento de que «Me era prejudicial a Fazenda Publica, e que er«i uma espécie de [a\or"qoe se concedia aos Açores; mas corno o Sr. Peixoto, e o Sr. Ministro da Fazenda, já de-ir;ònstraram que não era favor, e sim umdtiver, UOT isso que a dvvsda eatá consolidada, ecotn isío a Fazenda não peide irada , antes ganiia com a amorli-saçâo dessa divida de que se paga joro; eu cedo da palavra, e juntando os meus votos ao* do Sr. Peixoto, peço a V. K x.* consulte a Causara, se quer que ell« seja rerr.etlído á Cbmuai&s.io.

O Sr. Cezar de Fascvncellos : — í£ i pedi a pa'avra quando vi que M* queria coiúbafer oadditameniò, qi e «u entenuiu i-ru minha conscitjncia justo, ?rasoa'vel. O Si. Ministro disse bastante, pura n.ostrar que o fa-Vur, que o» nobres Deputados possair. entender, se laz

aos Açores, e muito pequeno, SP aca?o isto e fa-' n- reputo fãf, porque anw ti-fundada, co:n vem im^uio de que todos o* d;as

lulos Â(]ui c*m i?oriugal, q»ando s*>

-os

esi»

CÍXBB juro- de divida esiran^otra entsa a'n nessa compra; e quand.) alfjmr» entravam, nó» erava qae hau\««6*e quem fre pusebS'e a isto^ tuas •li.íuve; e agara não tesiii á

A^OM', ipatiio a :co;níparaçâo', de «ervlç.js, nâd jul^o f-sti- Urgar p/oprio f>â»fa, b(-d!jCuiir i'js«^ :. pateta •se (fie for^ffin a eijtrar ne^tp campo, eu tnosua^i si difftítnç* dos sacrífirios que se ft/yi-an» -nos. A.;ô-ri-bj. e.p.tfA prosar qíie o» ffitos noa Açores f. rara x?m muito 'maior pgca»a, basta recordar .as épocas em que «e- íi?,e.am un^ e c/iitro*: QTIS foram feitos n'nfna e'p-«ca em qwe nâx) havia esperanças «enào^ ou de morrer de .«ira 4>ula , ou na forca ; « o« ou-Uo« foram feitos qimndo ÍKivria Ioda a-esperança de tio'tu"reíirttado : acerestentando que os Açorianos fa-4.\ntít esteá^iasM iticn)?, ^Mando os seus interesses eram o *eTe«s»se livrís 'de nós. Muito eu podia dizer, mas enlítsdo que «ao « esta a oceasiâo : e concluo, dizendo, que-afjprovo o addilarnento , porque o acho *de justiiçB. • -

í O -Sr. Cardaso Castcl- Branco : — Sr. Presidente^ •B' verdade isio: mat. se eu mostrar ao Sr. Deputado, que'en> Portugal' existem dividas igualmente sonaiisbujva^, con-trah dus na me^raa e'poca, e com -oà. mesmos fio*, «deve S. S.* convir etn que taes dividas devem ser igualmente altendidas. Nós temos nulos de dividas d« irant>portfes, e de cereaes, que £ Para tirados para siMfníaçuo do Exercito Libertador. Ora bera por ventura a diuda dos Açores, porque tem a foi tuna de e»tar já liquidada, e de ter tini juro 'ífe ctnco por cenlo, mais sagrada do que aquclla que" em PorL »gal se Contrjhia com igual razão , e na 'difama e'poca , só porque esta não tem juro f estando i^oal.nente liquid >da ? . . . Bacu , se tís Srs. Depuiados não pedem favor, e sim justiça, não podclu» deixar d<_- p='p' u='u' é.='é.' apfj.rovar='apfj.rovar' seguinte='seguinte' ponho='ponho' qacurofc='qacurofc' l='l' aqu.ílo='aqu.ílo' _='_' o='o' fe='fe'>

O Sr. Presidente : — * A hora deu. .....

O Sr. Coelho:-*- Eu psço a V. Ex.a consulte a .C.im Ta se a mutpruv está discutida.

Resolcen*se qitc o Arl\ 3." , c os fosst-m rein*iti(t