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ftpparece- enlrç ÍM$S, « não n'autros Paízes* Levanto* me simplesmente para dar um i? st i w unho- da q^e a pessoa àot q»*e se tr^cta tem justiça; porqtte ine foi presente a procfg*o da su.a prôtenção, exa

Ora agora outro illustre Deputado que me com bate u , disse aqui que entendendo o Jíxeeutjvo que a Lei não comprehende a espécie em questão, a esta Camará pertence interpretar a Leu N1'i st o estamos conformes; pois alguém duvida que nóf podíamos explicar a Lei? Alas por "ventura é deste modo qus se faz urna Lei im«rpretaliva? £' dizendo que a es* te ou áquílie «ndwdua deve-lhe ser contada a anlir gu idade JB desde este, ou aquejle tempo? Não, $b certo; ha

Ora ainda ha mais. J3u examinei esse* papais ,e vi um despacho do Mkiislro djU G.ue-rro mandando contar o tempo que e»te pretendente serviu, durante a usurpação ; e então porque não .h» de essa contagem de tfffipo servir ipara $e lhe contar a sua an» tiguwlade? P=ois n»r> fira uma «onseqnencia iieees/-gari a o despachar este indivíduo, ,co.ntando*&e-Jhe a antiguidade? Mas x>

64. Pr

f-tri i&pprQV3.dLo o Projecto de Lei: O §r. J* M. Glande : w^Sr. Presidente, eu tinha pedido a 'V. E-x.* & -palavra ,em ;unna das Sessões j>assad«s para mterpella.r ia §. "Ex.a.o Sr. Ministro da Fazenda sobre a -juen-da do Convento da Cartuxa ck Oídatíe d-'E*ofra. Como esla Camará »havi,a decid-iílo que =se íecot»mendasse ao Govenno a sus-penção da veníla da .cerca e edifício daqiuelle Con-*ven'to , a fmi .a das -Sessões passadas, á iiual eu -na,© ^>ude essisilir, a escola «exper-imeiTl^l d'agrlc«il

CapJtaL Quando eu propuz que se sobje-estivesse Hfi venda çla çefeç daquelle Cpnvento, não foi com. o f]»\ de que alji se ins,tiUiÍ9fie um,a escola superior d'ygnculiura ou um instituto agrícola, mas sim uma escola elementar ^'.agMcultiu-a, Q^de esta ^rte se ef>-tma>ses pais «oau o exempla do que com preceitos, pude o Umcifiin fosse pratico, e as theorias só apparecesi-frn para rectificar e e&clareçer os pro-ceEsos; oíide se couifrontasseaJ os, resultados effecíU vo« das principaes praticas e r/wihodoi agronomi? cos, « ,as vantagfi,çs çpmparalivas do& diversos instrumentos e maquinas agrarias, e ojide finalmente se ensinassem ,os primeiros rudimentos das artes agrícolas e ps pnncipaes preceitos para a creação e dc^uiesticidadg dqsauimaes, que o lavrndor associa aos seus trabalhos, daquellos que a^imentap| coro seus despojos a industria agraria e artística, e dos que augmentan) e vanam as nossas subsistenr cias. Eis aqui p que eu desejav^ , escolas onde se estudem as praticas agrçnomicas, e com ellas o^ primeiros rudtnienlos da agricultura, da economia r«rci/, da phywea, e da chymica agrícola. N^o julguem x>s que têero impugnado o estabelepimenf.o deslas escolas, oppondo a escapez dos nossos meios, que dahi propirão grandes despegas; porque pelo ponlrario., ejjas devem ser tão limitadas, quanto prodtMJtivae^ É, &^ Presidente, bem extraordinário que se pp6sa,9) guan^er fia CapitaJ espoja; àedança, de mimic.a-, .e d« r€c/rowí«ci0, e qup não possa, eo^tear-áe nas PjovincUs uma só escola ^agricultura i («4pa.iadqs.) É na verdade exíraor.dinario e mesmo escandolpso o acatamento que se faz á» artes frívolas, e o abandono ejn que se deixa a primeira, e a mais nacional ,de todas as artes ; aqwej-la que aperfeiçoada pôde triplicar a riqueza e a população do Paiz; pôde moralisar as massas, pro-porejonando-14ies trabalho e subsistencias; póde,4,e«-^riar as crises políticas que revolvem periodicamente â sociedade, .e .que reveljacn uma organisa.câo mal e viciosa, e pôde final mente atenuar essa fluctuaflte de b o ine n s.ociosos e turbulentos, que e chem as praças, ob&truepi as avenidas do poder põem em risco a ordem sócia], chamando-,os campos, onde h,a uma io.supprjv.el falta de braços.

Assev.erou-se aq.«i que a agricuU.ur^ carecia <áe depois='depois' começando='começando' aos='aos' patriarchal='patriarchal' afnor='afnor' pelo='pelo' productorea='productorea' moral='moral' ensinar='ensinar' _.laço='_.laço' presidente='presidente' aa='aa' como='como' zombaria='zombaria' família='família' forte='forte' produsir='produsir' pôde='pôde' essã.='essã.' fecunda.='fecunda.' jb='jb' correligionários='correligionários' semente='semente' nada='nada' anles='anles' qíe='qíe' dos='dos' tanto='tanto' transformar='transformar' querer='querer' educar='educar' _4e='_4e' por='por' se='se' plantar='plantar' rural.='rural.' campos='campos' productos='productos' arvore='arvore' mas='mas' agricultores='agricultores' tão='tão' ser='ser' a='a' rte='rte' humanidade.='humanidade.' e='e' _.dos='_.dos' lhe='lhe' intellectual='intellectual' n='n' o='o' prémios='prémios' p='p' instrucção='instrucção' firçu='firçu' amigos.='amigos.' da='da' _-da='_-da' de='de' nossos='nossos' prejciosa='prejciosa' edlrlhes='edlrlhes' ruraj='ruraj' baplisnio='baplisnio' rudez='rudez' irmãos='irmãos' do='do' mais='mais' próductos='próductos' mister='mister' rudo2='rudo2' fructo.='fructo.' l.hes='l.hes' ca.mponezes='ca.mponezes' numa='numa' terra.='terra.' civilisará='civilisará' colher='colher' sr.='sr.' população='população' esta='esta' prjmvtia='prjmvtia' semeá-la='semeá-la' que='que' no='no' co.mo='co.mo' povps='povps' instrqcçâo='instrqcçâo' impertinente.='impertinente.' uma='uma' ainda='ainda' jntrucção='jntrucção' nos='nos' para='para' paiz='paiz' principio='principio' combatida='combatida' obte-los='obte-los' não='não' deve='deve' só='só' nossa='nossa' necessário='necessário' os='os' premeiem='premeiem' astois.='astois.' maneira='maneira' assim='assim' é='é' nosso='nosso' grande='grande' proposição='proposição'>