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pulares» Todos sabem que o Ministério de 18 de Abril foi derribado por influencias estrangeiros e os motivos que houve para isso. Agora S. Éx.a diz que isto são boatos, e que estes boato» correm de Madrid a Badajoz ,_^ de Badajo? coneai para cá, e que ha uma baldeação. Sj Ex.a falia com tal conhecimento de causa que parece me&tre no fabrico desta espécie de mercadorias, e que foi já. chefe de Alfândega por onde ellas se passaram. S* Ex.a disse que conhecia be,m todas as pessoas que se empregavam neste trafico—, e decerto que conhece; pot q U e S. JEx.a passa pr>r ser o mestre de&tas mercancias, e certamente como as conhece ha de saber, que eu jtumca aprendi na sua Escola, nem tiafl-

Agora o que digo no meio de tudo; isto é, que S. Ex.a depois de ter feito urna ai l u são pessoal que um illustre Deputado tomo» por dirigida propna-jueflte a si, depois de ter querido resvallai de si & responsabilidade, que tinha dessa alliisão, e querendo-a metier na esphera das generalidades depois que não tocasse a ninguém, se arrependeu deste propósito para ir descarregar os seus golpes em um Deputado, que não sei; porque circumstancias ellejulgou, que seria capaz de lha soffrer sem menos niLOUvenien-tes para S. Ex.a Sr. Presidente, se as antigas ligações lios Membros, que compõem o actual Aluíste-no e de Parlamento com o Sr. Dppui-vio.

O Sr. Presidente —(Interrompendo o Orador). Perdoe-me o Sr. Deputado , mas isso é fora da sua explicação.

O Orador, — Basta, então vou-me embora.

O Sr. Presidente. — O ÍN. Xavier da bilva lem-

brou hontem , que tmua passado já para a outra Casa um Projecto, que tinha uru aditamento beu, que este additamento tinha &ido considerado pela Commi são que sobre el!e dera u n Parec r, e concluiu pedindo a sua prompta discussão, flontem esteve em discussão a generalidade desta Projecto, e por consequência, pedia a ordem dos trabaluos da Camará que focS8 continuado: o Projecto N.* 267 também tinha sHo approvadi na generalidade. Em fim esta a Mesa chtia de Requerimentos p^ra sedarem differentes cousa» para a discussão, a Mesa deseja conciliar a boa ordem dos trabalhos com as matérias da1? discussões, de sorte que me VPJO perplexo.

O Sr. Ministro da Fazenda —V. E*.a dá-me licença para ume* observação ?.. . Esta Lei de meios tem de ir para o Senado, lá logo «jue daqui vá tern de ser considerada meditada e discutida; leiubra\a por tanto a V. Ex.\ que em quanto IA tem de ser discutido este Projecto, podia aqui ser discutido o Projecto do Sr. Xavier da Silva , que eu acho con-veni^nte que se discuta; mas que pode ser discutido depois desia Lei passar,

O Sr. Presidenfe —Nío entanto o que não se pódedar hoje para a Ordem do Dia, poder-fee-ha dar na Segunda feira. Fstava dado para a Ordem do D»a de hoje a continuação da discussão deste Projecto, foi approvado na generalidade; por consequência, dou para Segunda feira a discussão do ipe-voo na especi ilidade. Está \c\ untada «i Sessão.—-Eram quatro horas e vinte minuto* da (arde.

O REDACTOR INTERINO, FRA&CISCO 1SSSA.

N." 6.

to 8 to

1841.

Presidência do Sr. Jervis d'Atouguia.

i

'hamada —7 Presentes 72 Srs. Deputados. Abertura — Ameia hora depois do meio dia. Acta — Approvada.

CORRESPONDÊNCIA.

Um Orneio do Ministério da Justiça, pedindo os papeis sobie a Camaia de Machico.

O Sr. Roma: — Mandou para a Mesa a seguinte

DECLARAÇÃO DE VOTO. — Declaro que se estivesse presente na Sessão de 6, quando se votou sobre oPiojeclo de Lei das despezas, apresentado pela Commissão Especial, votaria contra o mesmo Projecto.

O Sr. Farta Pinto : — Mandou para a Mesa a seguinte

DECLARAÇÃO DE VOTO. —Declaro que se estivesse piesente na ultima Sessão, rejeitana o Projecto de Lei de icceitd e despeza.

O Sr. Celestino Soares:—O Sr. Bernardo Peres da Silva entiou nesta Casa , e pouco depois se retirou, pedmdo»me participasse a V. Ex.a que se le-tirava por ler recebido noticia desagradabiliSMma da rnoite de um seu filho; e então que não podia assislu a Sessão, e pedia alguns dias de licença para a lamentar.

O Sr. Sá Nogueira: — Queria lembrar a V. Ex.*

que tenho ha muitos dias a palavra paia interpellar a S. E\.a o Si. Ministro da Marinha.

O Sr. Presidente: — O Sr. D pulado, ha muito tempo que peáiu para fazer uma mteipellaçào ao Sr. Ministro da Marinha; por consequência ^tern agora a palavia.

O Sr. Sá Nogueira:—. Si. Presidente, ha nnu-to que pedi a V. Ex.a a palavra para mteipelLr o Sr. Ministro da Marinha a lespeito daChairua denominada'— G&neiai Marinho —; porem ainda'tenho mais alguma cousa sobre que também o quero interpellar. tím primeiro logar, Sr. Presidente, desejava saber se os apresamentos feitos na Cosia de Moçambique pelo Goveinador daquella Província foram julgados boa presa: em segundo logar — se aChairua General Marinho foi assim mesmo julga» dá boa preza ; e se foi assim julgada por se crrpie-gar no trafico da Escravatura, eu por não trazei 05 papeis legaes : em terceiro logar — se ha reclamações a lespeito desta Embarcação : em quarto logar se o Governo se julga autorisado por si para dec -dn a respeito deslas reclamações sem intervenção do Poder Judicial. Reduzo a nnmm m^rpellaçào un>-catnente a estes 4 quesitos, a que desejava que S. E\.a respondesse.