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o a época, os rodamos, e os earaelrres são bis-tnrifug. Jfi não ba Drama original . RU ri ,'oruvi M-nlidu d»"la palavra, e ou Poel'ts onr«»»lr«nu-&e tanta1» v«?is. que ale andam aos empurrou.

As rorrt'€Ç«uis , que* o aucl todos), fi ruj feul do 3.e, que d*ve »er maisbre-\e, e as ultimai palavras gubstiluulas por outias mais vivas u eiier^L-as.

Álvaro Gonçalves o Magriço, e DJ Ik*t» de Inglaterra.

Fiiulmenle, Senhores, a ComtuiVão Urr a fur-luna de arlsir um Uratm U-tgnu de praiwU1 prr-nn », «' difuu do ser rcproie-nUdo IM fín-atro do Duiia M'*na Segunda no dia d.i sua Inau^uraç 3o. Í! um Drama Ilislurieo cheio de hcllt'Z.1», qiu- n colloeam entre a§ melhores eomp^irut-s dram.pi«t,ladureS porlugue?eS p. Ia t recordações hiToiCiis da^ façanhas d»>s UHWK pt-vsi-di»í» • marcha regular, e pro^resMVdíiienlí1, p pomposa, porém a potnpj naKfddla, o n.1n <_ r='r' olhos.='olhos.' t='t' os='os' ar-tu='ar-tu' i='i' app.ir.ilu='app.ir.ilu' pir.i='pir.i' umfii-nlo='umfii-nlo'> ,%*•) verdadeiros». e energias, u l),is '«i, que, por SU4 idéa, c execuf.Sn, r^alUsa \ivdunnte do íumln do quadro. A bondade á^ «ieulr-neas, d íii-pinção du boroisnu, f c.tv ilh«'i-ri>mo mua í-m Mio r-ae Drama. A ncín linal é íuldírae, P n3w hiverá português: digno dc-U-no-iHi*. quo "e u-j<_ r-ludu='r-ludu' de='de' composição.='composição.' au-rlor='au-rlor' e='e' hisl='hisl' vmdj='vmdj' nfam4='nfam4' f-u='f-u' lepri-suilar='lepri-suilar' loudo.='loudo.' o='o' r='r' _2='_2' profundo='profundo' _-tii='_-tii' das='das' w='w' um='um' furnuha='furnuha'>rÍ4«« da épo-ia. e ak' rontrguiu m-liUcar alguns erros, que •ilé aqui pa-Mram gtralmenle p>r \frdades. íh ppiucui d^scui^i-s ds' luii|oagetn, o de í'«-lyio vão nuUduv ou p.ira Rpri-m subsliluidus, ou utf.iUi-do^, ou reeotiMd.-radfjS,

O final do i." acto devrrd ericurbr-sr d»1 ma-ntsra, qu^ o paniio di^ra apeius se com* cê a ruíu«ir a Au> ¥>iria. No final do ^.' aelo, para S*T uiflhor o «PU s ífiMii), devera fncurlar-sc a fdlh d

tínal du 3." acln deve ser outro, i*lo é, deve r-^tí a mt-smi idéa por oulr.ib pali\ra«, qiua GÚÚ g*jisii us ík ÍK vet&.-^ do-» Lusíadas. He [Mrtfei cuiifuiunle qm- Álvaro fecho o aclo d< -v»rúo íi»li->Uluir-:e J1» p.ila»ra> um pouco fnas, qup o .iiirlor uupri-ftj.

Xo i.* a cio ticví' f^i/er-^e a Sftua 5.* de H,>I-il". qur S' di-prlis,'» ã dpísfitla do p»u.na Uu HJ) d« i.4 íírtiw, u que ierá f^ci! ; f d >«íra omit-Ur-st« a f-jru.aliditilí- d? rrpHn o Arauto st^uii5!.» %i/ us uot.ie^ ug . ÍHnus e CaÇAlbeu»''.

K »H ô ' áttti ètia fuutcinrnlL' ctn-urUr a f,i!!a d" ttw^iln na SIMU a.3 a piginà^ HM vrísu.

A ( u(*uju*>s5t», di P*JH dtí ler a«»soi*Udu dtflmli» raHii'nle o ^u valo *'jbrti t-*i»« Drima, luvo a n r-l« i de tj.Jp « ^t u fíHtlí-r neii-iÍKHf a juàlí^a P .1 ia/i"i» ÍLU líraiu-t.

i íNtitVíiis^tti, Stnh-ir^i, f? z IMI!J a dili^fiuu pnr nct-rlar, f dfclira mui expln iijin.til« , q»i^

vo, f c dB fiâiet-cr qwc se adjudica? d cad^ um dijlc«, o premiu «»rr*."i|íoadf nle «15 p^.n ctu Ires •iclus,, não «.ú por IMO dt'\eriltn c o Ho,-, u -u- a par di» Magriui, mas purque l e t- m aindi dr acr Cnr-rwi-las ijí-s i*«nlo» qwc fisram no^td^s. A CtiDi-iais^ão n,io bi-siU cm pfítpor o M.iiíntM» t'cin Thealru, pi Io ÍPU merili» rrlalivo e .ilisoJulo. Enlrc a-, iriula t lrt& c aoi pu 1 1 ^íi^ s dramjlkas é clle sem duvida o uie-IhfM- ; u muro Drama. K a Palmeira no Deserlo.

Ma-i, aiuda assim, é forçoso repelir, qun alcui das im;it« pinlfíy %tT e cfasurar depois d.i primeira e as ?fic* quinta f dcrim.i represetitarj.,. Appruvar um Dram^ no gahmrte é, cm ufhma analise, qu33Í o ini-síiMi quií escrevor um problema, rc-fi(d>e-lo su perleru-e ãus espectadores.

Seria lambera pafMiel q na a Cummissio p,> . f:Bi vonfiírmuiadu cini u erligo'} " do Pr»-para o cuimurso, rmiUir o seu parecer

ff algnmas pcç^s d,i^ excluída^, «u o;peradas, julgando s? diluas, n"jo do premiu, j,!(jh desarem t-nsaiadas no Ibf^lco de D. Uaria íin^unja , porem aCuminissão ealeaduu eenlcndo, que aquel-le srligo ficou prejudicado peio Ilegulam.autu de 30 de Janeiro ultimo.

ACommiisàt), SvtiUores, detí-jaria ser raaisam-pU ncstfi seu reUUirio, juslific.ar e motivar com roais usleusão o &

Sala das CtmferemMgs QQ Conscrvalún-j Real d« Lisboa, 6 dê Março de I9lft. — Gmfalajo$é Kas

de CúrMlhfi , Presidente. -^ Anlnnw Jnv/aím da S li 4 A'inin-'ui, Hfl.Uor.- - J.iíJ'»» J»-' l!.a,t,>i-eamp, Sporaario ~— Fruiu nfn Fi -u e

10 1:21

30 Terifii-i

PiinTribiin.il du Thwuttí Publico s^ CM, cm i'xi'Mir-.a d.i Portaria expodida p '-Io Mnii-.li riu ria F.iZí-nSa, do 10 do rorreut.' turí, quí* Ibam í»eiii eITr-ili) oírfunii u ioí pubiira-<_1.n iv-vtiiri='iv-vtiiri' diari='diari' _1='_1' s='s' íis='íis' d='d' f='f' ílovcrn..='ílovcrn..' d.='d.' do='do' nus='nus' _4n.='_4n.'> próximo pArfiado »• \." .».í d<_1 p='p' matarão='matarão' _.1='_.1' mr='mr' _4='_4' d.='d.' do='do' iirn='iirn' cunlmclo='cunlmclo' rel-uivos='rel-uivos' _='_' cor-rrnlo='cor-rrnlo'>

Torcnrj Repartição d.) ThP«ourci Publiro, 11 di- Março de 184r».' -José Jferm ds JUfâ /unw,

IVir«-irã repartirão.---Prnieir.1 Secção. i\ittlimin a lltlwiw (J"? di'> i'd»i v* (í Fiizrndii Pu-blifii iJUf1, tl?f>t{f' t d» me" d? fVrfftím ultitmi at,; ítujc , tcynrrtrftm satwfnzrr seu* debitas mi ftntfarHinliidf tlif I)ecn'tns tíc aí» de Jioiembto f i" df lírzfw!»» dê 18,16, e Carta de tet de li d? Sm-rmbrn df 18 H , amphadn u seu bt-tufim peln de '2.1 de iònt d» aww JH-OÍHHO jinswda , PUJO? ii^He/umfti/of se tifham nu an~ dtiwtstt) , e fsl"m ]icmlr,ilcs de informa f tf t.

àits r^juprisní-ttti i, nutUfii, e procedência

dí ilnnia

aiANvi Ferreira da Mdtla (Bacharel) capil.il mutuado pelo cxlinclo Colle-Kio da Santa Rita, da Cidade dtí Coimbra

10 l^í Hih Mana Bibianna d» Carmo foros ím-posliis om um pi aso que possue , os quacs eram pagos á Igreja de S. Bar-tholoiieu da C.harn -ca.

HHáfi José Vax Pinto Guedei Osório da Fonseca capital mutuado pelas Religiosas Carmelitas da Cidn.de do Porto.

10 12S Luu Alves Moiili-iro . dizima de sentença— Execução pela S." Vara.

10:121) António (ioiir^lvci do Valle , decima — Execução pela 4.a V.ir.i.

ÍO-130 Atiloni) dt- Abn-u , e seus irmãoi capital mutuado pebn Ueli-ílusoj do exlin-Uo Ctmvtnto de S. João de Deos, da Villa de JIonle-Múr f> Novo, a s< u fal-K'Cldo pai.

IU.131 António Aiiiiul do Morars capital mu-luadj pi l-s Ui-ligioM.s do exlinclu Col-legio dí- S. J'jse dos Mariaunos , da Cl-d ido dt1 Coimbra

10 132 Joàt1 Duarti-: idem pelos ílcliçiosos dí extiiH Io Cnlliííio do SaiiU Hila , da di-la Clda-ií*.

10-133 Htideiroi de Juão Carlos pou-ira Moiile Negro - juru* do capital Ji di»lrai'lado, niuluado ju-li-i ÍUIimuSuã do rxtn.tlu Cidlf-^io di* Hai.la Hiti, da dili CHa-i*'.

Ill 13 i Mauui l Himo.'i PaFfnU'. i-apita! luuluo-

du pil<_> (U-Ilt^l itIM do CXlltlLtO í!(l|iVí'a-

vuito du (Urrno, dr Figuciru du!> Vi

nhoi. I0'i.}5 Maria Caroliiia 'D.) • dito do C^iiv-rul']

ds* ^. Ji.,ji» d<_- l='l'> n , d=i Villj de Mou-

tf Xiór o ?*r-Vu. Í0.l3ti Him5u Jt»ir dr MirJinda. dtreiloí da Al-

fdiidi'g4 do Pui In. Áutouiií T.ivmra ds ^ía^nlhãi«i, ,'Padre)

Ctipilal mutUtidu pelo esliuclo Convt-jiUi

d» (.arruo do Porto. Manuel ÍTfire di- r,srii : do nlc.uice quo

lhe tcvillar da liquidação de suai cou-

liis , i«iujo ILjesnururo das

ríMiui.is da 1'XliucU Casa da S

10 III Ro-íd Al\e^ {lies R^li^in-ns do exlitifta Cou-venlo do drrnu, da Villa de \iaiin.i.

10, líá Anloino d.i Silva, da 'irauja. dito do Ctdlfgío de S. Jubé dos Manannos de Coimbra.

10:1 Í3 Juaquitia .\l.uií, viuva: dito peloj Uelj,-giosus do exliiitto Couvt.sLo do Uussaco.

10:144 Jot*é Ferreira Marques, idem do Colle giu de H. Joso dos Maridimos,

10.1Í5 Alanofc! da Co^la Carvalho, idem do Con-

10 H6 VMM a e Glhos de Joiquita Rodrigues dos SanlfS idem dito.

10:1i-7 António de Carvalho Chagas: idemdoCon-vgnlo do Carmo de Sanlarcm , a Francisco José de Carvalho Terceira Repartirão d n Thesouro Publico, 10

de Marco de 18í(í. -=Jotf Mana de Iara Jumoi.

ti)

10:

M.irlinbo Darlbulomeu Uodriguns , Escrivão do Iribuiial Cummcriial d P primeira msLancn des-la Cidade de Lisboa, por Sua Majestade Fi-dclissirna a UUMU, que Deos guarde ele.

/"CERTIFICO que c-m Sessão deste Tribunal de via-

V-< te c sele de Fevereiro de mil oitocentos qua-

rnala e seis, se proferiu a seguinte

O Tribunal de primeira instancia do Comracr-CHI, ponderados os lermoê do requcriinealo fulhas dujs, apresentado aoi Ireze de Janeiro deste an-no, onde Maria da Conceição, viuva do cumtner-cianle Sebastião Raj mundo, e junlararnlo os credores Caraillo Mnrlius Carduso, c Alficd Martin, allcgaiuiu o falleumenlu do dttí) Sebastião íhy-mundo no dia dize^etc de Dezembro de mil oi-locruloj qu ironia c cinco, c que elle Iwiíia cessado pagamentos, e nem o que deixou pôde chegar para o cumprimento da concordata que bavia f.Mlo com os credores homologada por Sentença desle TnbiuaL dG d,»ze de Agosto do dito anuo domloilucenlus quarenta c cinco, pedem se dó-elare noTameoie a fal!,ncia dodilo seu marido e dmuW;- declara cura effeilo baver fallecida ementado de quebra o mencionado Sebastião Ray-

mund«J, P a fillonch da sua mas-,a hereditária alicrtadpsil.* ..di.i dons I«P J.iueiro duaniiu rurron-tc, em ubscrvanna disUlspoíifm-s IPÍÍ.ICS d . C-jdi^o O.Bira rtul mi,artigos m.h.'"Io \mli- "iim, ui c»nlo vinln n d-ius, mil ppulo vialp c ir«'S, inii tvttto \lntp c si-n, mil cNil.» vínto e now, c «"l rpiiti) flrnih —muni-a JuizCowraiMauo da que-br,i ao Jíu..i i • J.i.á Eugcoí-j B Suína, e Ciirailtin» FI.I n < ao-í m«',siuoi urines Camillo aijriiw C.I.IUM. c AHrpU Martni! mrarrfg-in.lo-os de, pregado que M?j.i o jiiraiwí«t«, procederem a form.ili*ar o bilanç-i, <_ mui='mui' prui='prui' diligrncias='diligrncias'>iiri.iB, si-sunilu-si» n ranvin-arão do-í cré.I-i-rcs [i.irj vrnlUíir o-, oró-lilos; i-urdena que sejam posto-, os Si-lhr,, ^';;uiit'l.i •« lorm-i. da lei, P se puhliquu r^a .Si-niiMiça p»l» f"rma disposta^ no atligo mil oiMilo c-sessenta P um. Lisboa, emSea-MO de vinte e sdp de Fevereiro de mil oitocentos quarrnti e MMS. r^ Jojquim José Alvares de Faria, Jim PrcMdotilc.^Jicinto Api igio Marque.,. ~~ D )min;?os Ferreira Pinto Baslos. = Feli-ciano Josí d,i Silva. =^.Thnm.is Jorge d 15 Neves. Jo^e Uenlo da Costa Leite. =Th»oionio Pereira Juni-jr -= António J»i« ^>rt'a Orandaos =Joié Enucs ™=Josó António Pcn na St-rz^ddlo. = João iirfplikl.1 Ftruand"S.=^=J')Stí António de Castro. = Miguel Julião Ferreira

Em fé d7 verdade (i/ passar a presente Cerli-d.lo, qu? \,ii por ruim assi^uada. Lisboa, cinco d? Março d,j iitil oilopcntos quarenta c sci».= M'irtn>liu Hvlh-ilwfíi Rndnguci.

CAMARÁ DOS DIGXOS I» VRES.

SE**W DE 7 DK MARCO DE t S46. (Presidiu o Sr. D. de Palmella )

Foi aberta a sessão pela uma hora e meia da tarde . estiveram pri-senles 55 Dignos Pares, e O) Sr.1 Mumlros {á excepção dos da Justiça e Marinha)

O Sr. Secretario C. DE P^NASÍVCÔB leu n acta da acstão procedente , que ficou approvada.

O Sr. .Secretario PIUEYTLL FgLiBt deu conta do uni OtTiciu pelo Mmisleríu do Reino, incluin io uiu exemplar do Hegiil.nntnlo de 1(J de Julho de 18f5, que estabeleceu as regras para a orgam-do (jíDselhn (i'BsU(Jo, e pmci-sso dos ne da sua cnmp Icncia, em couformidade cora .is bases prcscnpUiS pela Carla de Lei do 3 de M dí') do ijilo auna, .'•alifeTazeudo o (íoverno por chi • mudo u obrigação que lh- fòrd importa pelo artigo 18.e da citada Cai Ia de Lei. — Passou a SfrrcUna.

O *>r. l\ DK L*va(Dio. — Eu jwdi a palavra jura riiliffdr um facto *la (]»-m rã.— f .idos os Dirimi Pares estarão lembrados d»1 qu-, na dijiu^sàu que lave l-jgar na ultima s S-.ÍÍO, fti fiiutii-ifi utni proposição, eni verdadt1 dútuaiiid imonto gítiprii-ii . Mbre a ?arrup?ãa ye-ial, niA>> (jiic , nem por is,io di»vM hi-r lomailn no seu t-ealido abholulu, ousa i o foi peio S.-. Ministro ditt .Ni

O $r. M. BUS NEUOCKIS uoHRiM).—Como isto ualuralmpiite vai lurar com aí explicações que eu no oulro dia dej também, queria lembrar um in-udculc que se passou nessa sessão para asivar um pomo mus a memuria d« S. Et.*—O Digno Par estabeleceu uma propoíirio geral, quando filiou sobro esse objecto ao qiwl acaba de allu-dir; e então , não julgando eu conveniente que a sua assenãt) peasse sem respoila , pedi a palavra, e combalia : depois o Sr. Conde de Li»ra-drio cxplicou-si- sobre as reIJa&ões qui- eu liavia apresentado demonstrando que «fTeclívamenle aà tuas expressões não comprebondiam Iodos os Empregados» Públicos, porque reconhecia que bavia muitas honrosas excepções; mas S. lis* estará lambem lembrado de que, inlerrompendo-o eu , e pergunianuVihe se o nuior numero pertencia á c.irruprão, S. E\ a conliuuou insistindo em que o maior era da corrupção , e que a minoria delles é que entrava na excepção. Islo foi o que na realidade «e passou , e depois desta expUcacão ou-virci o quu o Digno Par pretende concluir.

O Sr. C. DE LIVBADIO • — Sc S líx a me tivesse ouvido até ao fim talvez fosse escusado de dizer o que acaba de enunciar; no enlrelanlo se se nolar alguma inexactidão no que eu TQU apresentar d Camará , recorrerei para as notas la-chygraphicas, e mesmo para a memória de Iodos os Dignos Pares que se acharam então presenles. loiios sabem que quando eu usei dessas palavras coiniprão geral , dei logo depois uma explicação sobre a proposição g-nenca quo havia apresen-lado, cxccpliiu dclln tudus os membros desta Camará , o exceptuei numerosos Empregados fura delia. Eis-aqui o facto que se passou, e , se o Sr. Ministro , se despir de paixões e se lembrar do seu antigo c nobre offino de Juiz, ha de sem duvida convir em que ó verdade o que eu digo

O Sr. Ministro das Xrgodns d,) Reino — É verdade, mas cura a observação que eu indiquei.

O Orador —Mas, Sr. Presidente, vamos ao caso. E\erdado o que eu disso porque o Sr. Ministro acabou de o confirmar, e porque esla Camará com o seu silencio lambem o confirma.

V Sr, Ministro dos Negócios do Reino —Peco a palavra. v

O Orador ; — Realmente isto assim não pôde ser : quando S. Ex * cslá presente nesla Camará,

não se pôde manter aquella gravidado que é pró* pna delia, porque- S. Ex." quer mlerrampeí, f responder a toda o qualquer reflexão que um ou outro Membro di oppnsirão aqui f.iz r eu qu»«|, guardar a gravidade que este logae pede, \jujo que ulo é {w»4ivel om consequência tinuas interrupçõei que» o Sr. Ministro nos hztmdo, infringifldu por esse modo do Regimento ft cada «amanlo. N'> lurtw a re^iílrir que eu me expliquei sobro a pressão genérica de que metinha servido, cex quei-mií de maneira que satisfiz a esla Camará, pnrquo nenhum dos seus Membros fez a ineitop reflexão, c nem o nosso digno Vice-Presidenlií, ' que Ião sabiamente dirige os trabalhos, me cha-niviu nessa otcasião á ordem.

Depois de ludo i^lo, vejo n'uma folha publica, DO Diário do Governo, que deve ser o periodieo mais serio de todos, porque, aioda que os seus arligos de fundo não lanham o caracter ofiicíal, com tudo sabe-se geralraeule qual é a influencia que sobre ello tem o Governo, e também porque é o único jornal privilegiado, vislo que sómenle ahi se publicam as peças do Governo officialmífl-le, e por isso corre dle sem custar o porte docèr-r.-io. Diz esse artigo (que eu não lerei lodo) a , seguinte « O Sr. Conde (de Lavradio) ainda pis-; SDU mais adianto, declarando que a corrupção áô* Empregados era geral. » E mais abmo diz: s 4 proposição absoluta do Sr. Conde de Lavradio não fez excepções. » É sobre isto que eu chamo ft-allencão dói meus illuslres collegas,

Sr. Presidente, eu nunca me queixei, nem roa queixarei, de qualquer objecção ou censura, por grave que seja, que os periódicos façam ás minhas opiniões, c, não só o seu direito, mas, direi mesmo que o seu dever as nossas opmrões ficam sujeitas ao exame dos escriptores públicos ~r mas não é da censura que eu me queixo, é da inexactidão, é da falsidade com que estas asserções se apresentam. Todos os Membros desta Camará co-> nheccm a severidade da legislação franceza e in-gleza para com os escriptores públicos que adulteram as opiniões dos Membros das Camarás:. bem longe do meu pensamento está o querer q»@ isto se adopte no nosso Paiz ; declaro mesmo que nunca approvarei similhantc cousa, e que rejei-laria-, se se prop/uesse entre nós, qualquer me* dida a esse rrspeilo, porque até corto ponlo pó» dcna lolher a liberdade de imprensa que eu desejo sempre defender ; mas se eu não peço pena nenhuma, lenho com tudo o direito, como homem, c como Membro desta Gamara, de defender a minha honra dos ataques calumniosos que se me fizerem, como c^d-íuleiuenle se verifica neste raso.

Limilo-me pois a pedir á Camará que consinta se (onsigne na acta o resumo desli minha explica ç l u, cuia a declararão de que a Camará a con-siiif-rou verdadeira; e seja csle o único castigo qn<_- p='p' que='que' par='par' peilini='peilini' mo='mo' cu='cu' cfiluinni.='cfiluinni.' as-mui='as-mui' publico='publico' oscnplor='oscnplor' o='o'>

O Sr. SI. DOS NEGÓCIOS DO UEINO : —Sr. Pre&i-dfi.lp , cubld-me realmente tomar parle neste ift-eidenle, porque elle im;>»rla uma qucslão pessoal com um membro du^ta Camará, a que eu lambem lenho A honra de perltncer, c é íemprt desagradável eulrar cm queslões de hl natureza : entf** laiilu sou forrado a dar algumas explicações, pflflf que S. EÍ." trarland > de responder ao Redactor do Diário do (Inverno não deixou comludo 4aw« volver a minha pessoa nesla queslão , querendo até fazer ver que quando eu eslou presente Resta Camará não pólo haver dibcun^ão em coBaeqoett-cia das minhas interrupções. Sr. Presidentet *fi appello para a boa fé da Camará , e não roa rtS, firo só aos membros da maioria; mas tambeinaoS da nunuria, pan que SS, EK. tomem emcofttem-plação o quu passou em outrg sessão e o coffltó* nem com o que acontece boje —O Diga» t*i¥» Iraclou de rectificar as suas expressões , faz um» pnusa, c pediu o testemunho da Camará, cenlaridj que se alguém Inha a fazer çlaração , que houvesse do, a aprescnlat; lanlo S. Ex.* ursa appelldcão para V* soas gás , nada mais próprio Uo que ui£ Par, ubá enlrado no debalc , e cora quem tinha títfffe loga^r a queslão que deu motivo á (fftúx^ dei» Ex.*, pedir a palavra para. lhe je-spoudçp. Mauuí Digno Par semii-se logo d M lê pretexta pam tí^ zer que as discussões eram sempre i por minha causa , quando e certo qtte f» mais do quo annuir de promplo aoconúie Ex." acabava de dirigir a iodos os membro^ ta Camará Eu a causa daí desordens na& MM.'. . . Sr. Presidente, mas que Gz ep? palavra a V. Ex."; usei de um direito Hogimenlo me assiste. E por ventura em que devia fallar iramedjalamente para der ao^Digno Par? Peço agora o testei V. Iíx.a para que confirme se eu me lei e disse— peço a palavra? E chama-âé interromper as discussões ! Eu despjatit meus adversários me atacassem de uinâ coherenle , c não de modo a lançar e o brc aquellas pessoas cuja política eo»balem* vislo que o Digno Par trouxe aqui uma questão acerca da rectificação das suas expresso», i W» ccssano que eu lambem diga alguma respeito.

Sr. Presidenle , a mira não me paíee« nicnle que se cslabeleca similhaat» nesta Camará , não me parece curial qaè AS 1B» gnos Pares veaham aqui respomtef aos redaetore* dos jornaes, e que tslas s^as respcalas s«jaj»J*!» çadas nas^aclas. Desejo, o'ujQa pakvfa, qji*êrtt Camará não estabeleça polemica» cofla. os redaçlfiM rés de penodicoa (apotaâvs), Se algum Digno Par cnlender que aã suas expreiaões são Joal iatfif*? preladas, que se lhe fazem ímpulaçoes ftãomer** cidas, diri|a-sc a e*ses redactores; mas fazerdM actas desla Gamara um logar para responder a«s artigos que se publicam aos jornies , peço i C** mara quc-considere bem as consequências qftfis pôde trazer um tal preeedeote.

Sr. Presidente, eu folguei muito que o DignO/