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tigo, porque- íulu só as Aulhondades que faziam os lani.imculos tinham uma q»t.ta pruporeiuual á iuiptirUnei.1 dehleíi , mas tinham lambeiu dimU» a €«11 quoU , ainda que depois gê rcconbecc&se que rr.s injusta , e o contribuinte U*SP di^pensa-du de a pijíar. Além deslc-s meios defaztr subir o H lam.íuietitui lia v iam outros, como os Visitado* n?a da tknma que percorriam os Concelhos , e df um SIM i», que importando a dirima pndwl d? um Ciuieelhu.^^uiuU) o peoullioui lançam* n-tu, t* m unze cuiilus a f réis, elevou a SIM HO-puLiniMii a dí-zf-eU1 ionlu«i de reis, eni nutro i.iiiiiMliio 3i'iiJi' a euulribuiçiii) era de dore c«in-lui dt> r*11í p-i^oii a ser de tinir- runUn: era au-gmentâiidii n receita que os dmimiCírios d.s dt-ejiita prucur4\dui uksstrjr o í»eu zclu pt-lu seitiçu publico,

lainben) se dic.«.f, cmuo sabe o Goramis^aiio o que v..lt> a minha terra? Que dados trm ptira SA-IHT i» \-ilwi da ttrra? À re'p«)«-ia e f.icil; não .se tfrífia d.' s^ber o ^alur da Urra , nus '•isa a renda delia, a qual i> eauhwiíia «fo^mio anda arnu-dada , nu ê i brulo, que p a import TIHÍI total de qualquer producr^i, com o rendimento liquido, que t' u lu.ro pr-tulufidu p«?|o capital fixo cmpregadu oíi terra, P peln i.ipilal movei etttpre^ctdo na cultura da íiii-oiia í«!rrei; P a nmlribuicáo nau i« nem em reS.it.Úu ao rnjiíiirttHHo bruUi, tieci rp» rtl.tçãu au n udim^iito liquido, mas him fiareUi.áo a rtnda, q«e t* a pnrle ilo renduiitífàlo liquido , chrrt>pwu-d*nl<_ p='p' ima.='ima.' empregado='empregado' capital='capital' na='na' fixo='fixo' lu='lu'>

Também SP dine qu<_ agisiiles='agisiiles' de='de' fur='fur' loutrano='loutrano' po-piíar='po-piíar' dis-trklj='dis-trklj' do='do' pelo='pelo' _3ub4iluir='_3ub4iluir' eoiapuslas='eoiapuslas' du='du' juuía='juuía' dote='dote' urrava='urrava' nem='nem' etirp='etirp' ebas='ebas' ai='ai' seudo='seudo' tsct-titos='tsct-titos' nomeados='nomeados' reclamações='reclamações' as='as' unir='unir' esta='esta' nomeaçío='nomeaçío' fíirqup='fíirqup' iííririwi='iííririwi' intui1='intui1' que='que' ujaa='ujaa' di.znus='di.znus' parece-bie='parece-bie' untas='untas' jo-ternu='jo-ternu' câmaras='câmaras' fflrcriam='fflrcriam' fízar-ous='fízar-ous' se='se' t-m='t-m' gruruia='gruruia' pares='pares' gnauua='gnauua' qiirrt-ui='qiirrt-ui' atreiliuir='atreiliuir' _='_' e='e' i='i' jurus='jurus' j='j' m='m' n='n' n2s='n2s' o='o' p='p' estes='estes' pá='pá' s='s' t='t'>

(J Sr. r^fía^ f|j Ftnlí? Areada.—São Com-

lllib^ufS d») (iii>t-l||(i,

O Uiad'ir: — Não sou desia ofiinião. Também è« arguiiKnífiu com d inopportnujcktde de estabe-l*cfr ascuutiibiiii.iie^ directas de repartição, por s» arhir-ru mi£ia OiCa*iâo sobrecarregados o^po-vus ci-w iin^tcmlús contos mais de contribuições, parti as estradas a lrezrato) de falhas , de fisir a imjnirtanria das coulri-•i.s, m is se a referencia e a quantia uilirna-1 úi.sdj, direi que â conlribuiçdo para as «4a* eiti haç,jda n» antigo sjstfma e ju estava !H3 rai cobrança; qoantu as f^lbas direi que ««víaenÍMS qiie tm*ram a^contribuições extin-ptl'1* lanriiueiitus po^lprutres, ao que §pr-do bis.? j*at*í o rii^ppd ptl» qti«l SP f*1? a re-if nj 'i.í%r^ilribiiirf»ps íhrcrta*, sumuiotld coni «» i|ue ni jinTus pi^^jiíi de mais para uhutiiiditi LiU^rarin, v equiT.iletilo á ir-iporUnaia das fa-

•Js s Lftíí'í,tíMí f»i c'lcv]idu pf]* im| írliii-cn dis

c-iu q .»» ; • r^IrtiUram os lucn,s d^s ,,rr«Mijdí,iij-U -i e a-; »l 'sppz,,^ (J,i cniirança, 9 quantia aasim t)! l»-] s ê n ferir nu -tltn) se^utidu a itupiirliuna pjj,,i i •>|ns tdiilribuintrs etint-irm»' o arrolamento d? s fn|u§ 4»» Vííjlín aisiiifostadas. (.taeulii i di7»r-<_.i se='se' cora='cora' ijiit='ijiit' ai.ilhia='ai.ilhia' ao='ao'>i f tíi4lribuit\ifj de qu,i-Ir-mMilus rri-i j^ra a* furadas, itjjj sim fum a diliereoi a pir.i líi^í? rnire os qaatn r cntní rér« e os cíMilu p sr^f-nta róis qu? se (stabHercraut, íiul.irti que f?Sa mna cnrilnl UIMU e paira snmenln [i*las pu^uT? quo tí>ín retstjjDent*l próprio, nr-run)sl.ju« n que ^e na-- dará no irnpoito abolido qui! dcrn t*ir p,is«J p*lfw fhcft«s de tannlia por si e p -Ias !ílu"it ainda que in j laos-oin rcndinirnU) próprio. \,lo \fjo mo-i»'i }Mr,i se tji^er qiití o imfMislo para as estradas fsldWi detretiidu por dei dnnos, e ap;ora fira per-nMi^iiíp porque quando as o«lraií.is eílivprrra ít'Í4&, K pâj(iis ai dospezas da sua cotutrucçãti n-*1» \*tai-nos de certo contribuições desnecessa-c a niip.,rlaucia d-is coutribuinles será re-

que, SP a rcflerão de que o Rei?u-f de Dezembro etlava roais vestido á «1 J qne a porlugneza, se refere a sua m'4<íaem aos='aos' outras='outras' matens='matens' tri.micu='tri.micu' hs='hs' íegisí.irãfribcea='íegisí.irãfribcea' torni-se='torni-se' liquido='liquido' graus='graus' diâpãshãu='diâpãshãu' differenris.='differenris.' nova='nova' _10701='_10701' como='como' íiar='íiar' nas='nas' piraceu='piraceu' tixâf='tixâf' riqneia='riqneia' prjial='prjial' diffcrenps='diffcrenps' alem='alem' sua='sua' ba='ba' questão='questão' quanin='quanin' deixo='deixo' se='se' por='por' têrínos='têrínos' dijijhio='dijijhio' quebinanoisa='quebinanoisa' scmpn='scmpn' rci='rci' altendt-u='altendt-u' lias='lias' respeito='respeito' mas='mas' daqueila='daqueila' _='_' a='a' su='su' c='ta' lopograpbicâ='lopograpbicâ' phylo-1='phylo-1' e='e' otaveis='otaveis' nn-faria='nn-faria' j='j' o='o' ewn-bnirão='ewn-bnirão' p='p' directas='directas' itrem='itrem' t='t' ti='ti' u='u' alguns='alguns' da='da' rt-ndimcnlo='rt-ndimcnlo' de='de' dt='dt' posto='posto' ui='ui' das='das' contribuições='contribuições' também='também' commum='commum' pra='pra' ires='ires' em='em' população='população' _1='_1' na='na' tam-bíh='tam-bíh' haja='haja' que='que' ruíra='ruíra' uma='uma' nol='nol' proflitm='proflitm' r-nda='r-nda' legislarão='legislarão' indispensável='indispensável' para='para' não='não' irgííiarju='irgííiarju' tag0:_='_:_' á='á' necessidade='necessidade' classificação='classificação' é='é' frcsuee.1='frcsuee.1' somente='somente' terris='terris' quando='quando' uni='uni' estabelecer='estabelecer' tracla='tracla' posição='posição' adoptado='adoptado' deitas='deitas' base='base' xmlns:tag0='urn:x-prefix:_'>

Concluirei dizendo, qae, nlo ie tendo aprr sentado razõvs que passam destruir as do parecer da Commissão, rulo^piir clle.

O Sr. BIUBCTO FERBAZ — Sr. Presidente, não fatigarei por "muito tempo a altearão da Camará , e sobre o objecto da presente discussão direi apenas duas pâlaTra, unicamente pára motivar o H Totó , porque confeito á Camará que é sempre com rauiU repugaatwia, 6* grande receio que me alrf\u a fal.tr nestas maiorias- conheço prrfeila-ratnlc que para discutir e tractar a iLaior parle

das queMões que dizem rcsppito á Economia-po- ' itka , e á oigaoisação da I-atenda Publica, são estadas profundos c conhecimentos es-» e eu francamente declaro á Camará que no possuo ealfi conhet un^nlos. Entretanto, Sr. Presidente , i-m loJaa a t scirncias, i» nesta lara-» ba questões íSo siinpks c claras que, sem grande ^pparalo da scicuna, e só Ajudado do ra-e do simples bom senso, *u pode formar ,ilf,'um juiz^i sidire ellai; e foi com p^lfi auxilio eu , quando §e apresentou rit-sta Casa o pro-jcf to da cuutrihuiv.au de reparlirSo , me pareceu r esse motivo que me abstive de votar nesse projeelo, de snrle que lodo o louvor ou vitupério que mereea não me toca , netn quero parle alguma delir. Entretanto o projecto apresentado pelo

PeU mittba parte declaro que lhe devemos obedecer e re«pcità-lo , e que , Innge de contribuir nossa parte para suscitar novus embaraços á iti.i esecu^Ao, ileve

Mas , diz-se , o Eegulamento contém disposi-çòes monstruosas, absurdas, inesiquiveis, e nia-o entende: creio que este foi o fundamento com que o Sr. Conde de Lavradio apresentou a sua proposta , aiuda que da primeira vez que S. Ex.a fallou na presente discussão pareceu que já e tava mais modificada a sua indisposição contra o Regulamento, porque lhe vi fazer alguns elogios. Sr. Presidente , eu tenho tentado levar ao Om a leitura deste Regulamento, mas ainda ú não consegui, e, por is^o não sei bem quaes são as su.is disposições ; algumas delias declaro que, as nno entendo , mas isso nada prova , porque já declarei a minha ignorância sobre es-l,is nidlenaí- é certo que lambem a minha li^ta foi recambiada pelo Regedor, o que certamente c mais uma prova da minha iíoarancia, e de que não í-ou competente para entrar neste negocio; pur/*m neralmenle tenho >isto faaer-lhe os mes-elogios que lhe fé? o Sr. (lundc de Lavradio da primeira \ez qae fjlluu • masqun as tegue d,ihi? Fará que ha\PBim nua Ijneir iobre o Regtilatnpn-Io ni.ui culpai do qiifl elle lera? Por ventura foi elle quem ereou m ub&Uculnh e dilíu-uldadea que •ie puroiitram para a eseeução da Lt>i ,' Não, Sr. PríMidenle, esses i>nibaraços eram da natoresw» d,is roubas, e devidos as nossas particulares nr-cuuiblancias, já exiftuira aníts que o Regulamento cKitlissr. Por consequência dle o que fez foi mais palpável e t>\idenle a didicttldade da ãu da Lei; enlrKanlu até a?t»ra ainda não vi

Já se vê por tanto qual é o meu volo: eu âp-provo^o parecer da CummiwSo (apoiados}.

O Sr. M DK Vu \uio — Levanto-me com dif-flculdado para faltar em nm assumpto dos móis espinhosos que tem vindo a eila Camará, e, senso fosse o direito qao iPnno para exig)r a be_ nnrolencia dos Dignos Pares, se esta Gamara nlo fosse composta de muitos d

r as miobai convicções, convicções formadas S por um estudo dm factos durante o espaço de

d e,i annos, .,

Sr, Presidente, levanto-mc animado com a idéa de qufr o notório que eu abandonei a carreira daí IfHtras na miulu mocidade, não pHiS uuo considerar coim primeira habilitação para Mfvir bem o meu Paiz, mas porque circunistaneias extraordinárias me obrigaram a seguir o nobre exemplo do meu antigo General, o binjim da Terceira, por quem não só lenho amizade e consideração, mas (ísejs-me licito dite-lo) iinihn orna verdadeira devoçio; c appéllo para o testemunho de S. Kx,1 isiím como para o do tnea sincero amigo e camarada eonsiâiil» o Sr, D. Carlos: elles que o %mi, se durante quinze annos eu conheci outra tousa, senão o meu eavallo e a minha espada.

Sr, Presidente, devo eu por uraa soberba mal entendida calar-me , só porque nlo conheço ai regras da arte para fazer una bom discurso? Devo eu calar-me porque não tenho uraa eabeça de homem de Estado? Não, Sr. Presidente, porque, se me faltam estas qualidades , tenho um coração de soldado que não sabe nem quer calar as verdades, e por isio, entro na matéria.

Iracta-se de uma contribuição de repartição.

aa, Sr. Presidente, aoimar-se-ia o Governo a collocar a palavra injuílifa entre as palavras contribuirão e repartiçã»* Eu estou certo de que nío. Ora pois, se todos nós queremos que se ligue a idéa de justiça á de repartição, está claro que devemos examinar, se isso é possível. Eu, Sr. Presidente, digo que não; e porque? Porque senão pude repartir cousa alguma com justiça sem conheci mento das circumsiancias dos indivíduos, por quem **sa cousa se deve repartir. E leremos nós esse conhecimento^ Não, Sr. Presidente^ e começarei por pôr o exemplo na minha pessoa. Eu , Sr. Presidente, não sei quanto tenho, e se alf um dos Dignos Pares, que possuem propriedades em ponto grande , se anima a dizer que tem um perfeito conhecimento do que é SEU, eu peco-lhe que o faça , mas previno-o de que lhe hei de dirigir duas ou três perguntas, das mais simples, para lhe provar que está enganado.

Creio que tenho provado a impossibilidade da jasla repartição. Agora passarei a mostrar que eu ó que sou o advogado desta Lei. Sr. Presi-le, direi a reipcilo desta Lei o que disse nm homem, cuja memória eu muito respeito, de quem fui amigo , não só durante a sua fortuna , mas também na adversidade, e creio que me não de-\o envergonhar de citar n nome do Sr. José An-tomo Guerreiro (apoíadta). O Sr. José Anloniu Guerreiro , aconselhando-o alguém aque empregasse um homem em circunstancias pouco favoráveis, exclamou : —não me obriguem a gastar ris@ homem , que me ba de ser muito preciso. Assim digo eu :—nío nos emnproineltanj etln Lei, que talvez nos seja muito preeiva* Mas, pcrguntar-me-híoquando? Quando o Paiz se approximar do estado normal, e não b«jfl que impera a igaufanciã, e a confusão de ideia w a maior, e para prova disto apontarei um facto, que Iodos os dias preseurcâmos, e vem a ser as exclamações da minoria dizendo — os impostos sio exorbitantes a causam a morte desta Nação —e a maioria tran-quílla responde—-o Paiz ebtá próspero, pôde pagar o dobro, — E quem tem rd^ão nnfta eoutra-dicção; sabrm-no nns ou outroi? Eu creio que nào; ao menos aiuda niu procuraram pro?a-lo. E porque tem fugido a essas provas? Porque filas só podem ser os dados estatísticos, e esses não os ba ('apoind'ufL

Ajsini como lí-rti sido licito a uns eoulrns âvan-carem proposições sem provas suííicieules, seja-me lambem permitlido a miia o dizer que ambos os lados da Camará tem razão, porque, os contribuintes pagam exorbitantemente, e o Estado, em relação ás suas necessidades, recebe muito pouco. Mas será isto pelas razões allegadat por um c outro lado? Eu creio que não; e passo a mostra-lo.

Sr. Presidente, eu peço perdão á minoria por me affaslar das suas doutrinas neste ponto, e peco-lhe que, por bem da causa publica, não con-oosrã p«ira a confusão do idéas daquelles aquém falia rerla illustracão. Acredile a minoria que muitas são as causas que concorrera para l morte desta nação, e para sermos justos é perciso declarar que, além da má administração publica, a nossa particular muito concorre para a desgraça da maior parte das industrias, sobre tudo da agri-cullura, e, para provar o nosso atraso, bastaria apresentar aqui uma das nossas escripturas feitas aos rendeiros do Alemtejo, Sr. Presidente, advogando hoje a causa dos rendeiros não sou suspeito, porque sou proprietário, e não se julgue que eu por calculo quero lisongear esta classe. Não, Sr. Presidente, ale porque desgraçadamente a maioria dos rendeiros pouco sabe do que se passa, e muitos não sabem ler nem indagam os seus próprios negócios. Tenho mostrado que neste ponto me affasto da minoria, pois julgo cootenienle que o Paiz se persuada de que" tem a fazer grandes esforços, e eu, ainda que perca amigos e ganhe inimigos, hei de dizer o que julgo ser verdade.

Ora, Sr. Presidente, julgará a maioria que eu a considero era melhor posição? Não; a maioria tem as maiores responsabihdades; eu passo a mostra-las, e não se estranhe esta ^rainha posição, pois julgo-me com direito a conservar atoa posição independente, porque, não lendo eu preten-ção aos Jogares pela minha falta de capacidade, e querendo ser útil á minha pátria, tenciono empregar-me só naquillo para qae me julgo habilitado, que é dar o exemplo do amor da ordem e do trabalho. Continuando direi, Sr. Presidente, que a maioria se engana quando julga que a Nação pôde fazer maiores esforços; e eu peco |j-e*nça para apresentar um pequeno trabalho meu, senttaâo que elle seja um caso particular, quê pôde ser desmentido, porque eston certo de que, se este trabalho racahibse sobre os dados estatísticos de todo o Paiz, as minhas convicções vi-

riam a *et as do* Dignos Pares ; c eu peço licença para ter ama explosão de patriotismo, prço para ser reputado um «iropleâ Partugun, q»« ião trm «m rtsla catra&gias parlamentares, mas só e iiTOpkfB»

Passo a ler o resumo da contabilidade de ama lavoura de cereae», em í|tt« Appftraee om &/WÍ para o lavrador. Apresentarei igualmente as mi-jhas indagações sobre as causas principací destes transtornos.

Lavoura de eereats em uma hwàaâê a f olhada em irei folhai de cinco «crfof eaé»

urna.

DESFEZ A.

Alqucive de doas ferros...........

Cinco moios de trigo para semente... Um moio de cerada para semente.,.. Dous móis de legume para semente ..

Ceifa de trigo e cevada..........

Apanho dos legumes........,..,..

Pessoal.

Boieiro e ajuda...................

Quatro ganhões..................

Renovação dos bois — Dous bois novos

Renda..........................

Impostos.................f.....

Operários (ferreiro e carpinteiro).....

A família do lavrador compõe-se delle, sua mulher e nm Olho, e gastam em sustento e vestuário.............

87/000

144JOOO 224700

65/000

Somraa____R.s 93i£700

HEC81TA.

Quarenta moios de trigo , ., ...... . , 875 JOOÔ

Doze moios de legumes ......... , . . SiÔJTXX)

Dez moios de cevada. ..,,.* ....... D6$O.OÔ

Doos Lois velhos ... .............. 3GJ000

Somma a Receita ...... . ......... „ 9âi£000

Sou ma a Despeza ........ ....... . 931JÍ7QÔ

Alcance. ... R." 7^700

N. B. Conhece-se facilmente que a colheita foi maíi de mediana, pois o trigo deu oito sementes, o cevada dez, e os legumes seis : por tanto quan-1o se quizer fazer um juízo sobre a agricultara dos eereaes póde-se, sem receio de «rro, calcular em muito menus.

Parece-me que faeil é conhecer que ha uma faila considerável no modo de cultivar os cereais ; ea ntlribua-i ao pequeno capital que se emprega e.ntre nós, o que poderei provar com algumas ex-períeuciftã que tenho feito, as quaes me deram o seguinte resultado, calculado por alqueire de terra:

.' Emprego. . 2^000 ---- Besullado, ...

2/ Dito ..... 3*pt>0 ____ Dito ........ 2 JHSO

Dito ..... 3^700. ... Dito ........ 8$140

Ora sendo entre nós novecentos alqueires de terra a extensão, pouco maís ou menos, de 2.787:000 metros quadrados, e applicando-se um capital de 1-4&9J700 réis, está claro que elle é incomparavelmente menor do que aquclle que se applica nas outras nações, como me parece (aalvo o erro) que acontece:* — Inglaterra i4:200J[000 — FfStt-ca 8-700,^000, etc.

Vejo-me na impossibilidade de fazer parte da maioria, porque desejo que os capitães girem no Paiz para darem vida a esta Nação, e. a maioria parece quere-los no Thesonro com grande prejuízo até do mesmo Th^souro. A maioria parece querer o Exercito só para policia, eu quero-o pára se fazerem as estradas, A maioria pareee querer eleições com monopólio dos candidatos, eu quero-as perfeitamente livres, ainda qae fcaja mi» luões de candidatos.

Sr. Presidente, declaro que eu desejo mudança na Administração, m|is que me é indifferenle que cila seja feita por estes, ou outros Ministros; e declaro mais que eu não sou inimigo da» pessoas dos Sr." Ministros actuaes, pólo contrario sou amigo de quasi todos, e posso até dizer que, sempre que concorri com o Sr. Ministro dos !?*•• gocios do Reino, mesmo em outro tempof achei que S. Ex.a desejava a ordem» Repito, M "S; Bx**-quer ser o chefe para nos conduzir ao fim, por mira e por todos desejado, seja-o, e eu Serei «8» dos valentes soldados do seu exercito; mas, se S. Ex.a se não julga com essa disposiçfô* eu tenho ura coração portuguez, e 4ôdw não pôde elle ser esse braço forte, naft torWSt quanto antes outro que nos guie p*l» caminho. Eu concluo já porque dett a opa dos estão cançados (apoiadorj,

O Sr. PRESIDENTE disse que a Me*»/»* da aulhonsação da Camará , havia nojne«4fl comporem a Commissão Espccitf, rninar o projecto do Sr. Vfoeefiá* í» pezos c medidas, aos Dignos f a aquella que existia na legislatura traclar do mesmo assumpta, ía^w bros os Srs. Visconde