O texto apresentado é obtido de forma automática, não levando em conta elementos gráficos e podendo conter erros. Se encontrar algum erro, por favor informe os serviços através da página de contactos.
Não foi possivel carregar a página pretendida. Reportar Erro

4^0i

eu Presidente do Conselho*, trem era-Ministro! Va a quem toca, se bem-que não me Consta que então se derramasse muito sangue.

Seguiu-se a Belemsada, Nãd era euPresidente do Conselho, nem era Ministro. Vá a quem tooa algum sangue, que nessa occàsíão correu.

$eguiu*se a denominada revolução dos Mare-chaes. Não era eu Presidente do Conselho, pena era Ministro; Vá também a quem toca algum sangue que então correu.

Seguem-se,pequenas revoltas, em que eu começo a chamar para o meu lado o Sr. Conde do Bomfim, Aguiar, e o próprio Sr. Ministro do Reino.

Refiro-me em primeiro logar á insubordinação de um subalterno, que commandava um destaca mento, não sei em que terra doÂlemtéjo, o qual eflecti vãmente se insubordinou contra o Governo. Não correu sangue. Não era eu Presidente do Conselho, mas estou prompto, pelos meus princípios, a tomar a responsabilidade que me toca.

Segue-se a revolta feita pelo Coronel Miguel Augusto. Correu unicamente o sangue deste Coronel, assassinado pelos seus próprios soldados, quando se convenceram de que haviam por elle sido illudidos. Não era eq. Presidente do Conselho : tomarei, como Ministro, a pasta da responsabilidade que me toca.

Segue-se a revolta de Torres Novas. Não creio que por essa occasião se derramasse sangue. Não era eu Presidente do Conselho, pertence ao Sr. Duque da Terceira explicar esta revolta.

Segue-se a da Maria da Fonte, Ainda que não correu muito sangue, creio que algumas desgraças tiveram logar. Pertence ainda ao Sr. Duque da Terceira, como Presidente do Conselho, explicar esta.revolução.

¦Segue se a de 9 de Outubro : (vozes — 6 de Outubro)— Peço perdão, a 6 de Outubro foi o golpe de Estado para a demissão do Ministério: eu refiro-me á revolução de 9 de,Outubro, feita contra as ordens do chefe do Estado, e contra o uso das suas prerogativas constitucionaes! Não era eu Presidente do Conselho, nem Ministro. Pertence ao Sr. Duque de Saldanha a responsabilidade, segundo as doutrinas do seu collega. Eu achava-me fora do paiz, quando aquelles dois.notareis acontecimentos políticos tiveram logar, e não posso responder por elles em caso algum. Achava-me então emigrado (ou pelo menos ausente) em Hespanha, como posso provar por documentos escriptos, eassignados pelo próprio Sr. Duque de Saldanha. Tenho na mão duas cartas,, que S. Ex,* me dirigio naquella occasião, de que não posso deixar de dar conhecimento á Gamara, não só para provar que então eu me achava residindo em Hespanha, mas para mostrar o juizo favorável, e alto conceito, que o Sr. Duque de Saldanha formava da minha humilde pessoa. Nem se diga que ha inconveniente em fazer nesta casa leitura áe correspondências particulares, quando cilas não tractara de negócios puramente particulares, mas de negócios politicos — lerei portanto estas cartas somente na parte política, o que me não pôde ser estranhado, quando tracto de defender-me contra as calumnias de um homem, que n'outro tempo me considerava pelo modo mais lisongeiro a todos os respeitoi, e que me tractou por seu verdadeiro amigo.' (SensaçãoJ.

Eis-aqui como se explica o Sr. Duque de Saldanha na carta, que me escreveu em 9 de Outubro, fasendo-me um relatório de tudo o que sa passou no 6 do mesmo mez!,..

« Muito estimaria ter já a V. Ex.* por compa-« nheiro no Ministério, mas V. Ex * conhece que « neste momento seria um passo pouco político, e « de certo avaliará o meu procedimento, olhando «através do bem geral do serviço da Rainha,» e « mesmo do partido cartista. Se não fossem mo-« tivos de delicadeza eu teria nesta occasião pe-« dido a Sua Mageslade quizesse permittir-me de « annunciar a V. Ex.* uma missão diplomática, « mas não o quiz fazer sem saber a vontade de « V. Ex.*, para que não pense que o fim é, por « este meio, conservar a V. Ex,a longe da pa-«tría.,.. Diga-me V. Ex.* se quer ser o repre-« sentante de Sua Magestade nessa Corte, aonde « eu sei que a sua nomaação fará grande pra-« zer »

Em carta de 3 de Novembro me escrevia o Sr. Duque de Saldanha, em resposta á minha carta, era que eu por differente motivo pedia ser dis-dispensado de acceitar aquella honrosa missão.

«Meu caro Conde.—-No turbilhão em que es-« tou envolvido, é-me impossível responder com a a extensão que desejava á carta deV.Ex.*; « mas no pouco que direi, serei explicito e sin-« cero, como sempre. V. Ex,* tendo a convicção « de haver bem merecido da pátria pelos relevan-« tes servsços que lhe prestou, não pôde conceber, « nem mesmo imaginar os effeitos produzidos pela «intriga, pela inveja, e pela desmoralisação dos «seus adversários— Pela minha honra lhe asse-« guro, que ninguém, ou membro do Ministério « ou dos cartistas influentes tem directa, ou in-« directamente contribuído, para que nasça des-« conflança entre nós, todos fazem juslíça a V. « Ex.*, e todos lamentam a cegueira popular, que « neste momento existe a respeito deV. Ex.*....» Aqui tem a Gamara a maneira porque en era avaliado pelo Duque de Saldanha, e aqni tem o Sr. Ministro da Fazenda, como o actual Presidente do Conseího explica os motivos dessa ani-maãeversão popular, que tanto enlbuiiasmou a S. Ex.* para me fallar em duas emigrações ! É á intriga, é á inveja, é á ãesmoralisaçãò dos meus adversários que, na opinião do Sr, Duque de Saldanha, é devida essa animadeversão!... [Sensa-eao.) '

Todos sabem que pelas instancias repelidas do

ma • Ue de Saldanha ea voltei de Cadiz para Madnd, a fim de exercer o cargo de Representante de^ Sua Magestade nesta Corte. Se eu pois estava fora do paiz, quando teve logar o golpe ^'Estado de 6 de Outubro, quando teve logaY^ revolução de 9 do dito mez, e quando tiveram

logflr aa scenas que se seguiram, e que Verdadeiramente se podem chamar sanguinolenta'— se eu continuei a residir fora do paiz até á confusão da revolução, como posso eu ser responsável por ella, e pelas suas consequências (apoiados ger^s')? Quererão também pedir-me a .responsabilidade pela deportação do nobrte Duque de Palmella;? Não seria ella o resultado das exigências, do Duque de Saldanha, nas suas correspondências datadas, so bem me lembro, dp Cartaxo? Quererá pedir-me a responsabilidade do degredo (ou ty-rannia, como já lhe chamou o outro lado da Camará) do Sr, Conde do BomOm, e mais trinta e três officiaes dos comprehendidos no numero dos que ficaram prisioneiros em Torres-Vedras? Quererão, repito, tornar-me responsável pelo sangue, que correu nesta batalha ? O Sr. Ministro da Fazenda foi muito imprudente em fallar em scenas sanguinolentas, porque as que existem no nosso paiz, segnndo os princípios de S. Ex.*, só podem altribuír-se ao Sr. Duque de Saldanha | E na-quellas de menor importância vè S. Ex.' também sempre involvido algum dos seus collegas ou Pares da minoria: e nobre Ministro cuidando que voltava a ponta do punhal contra mim, Foi craval-o no coração do Presidente do Conselho c dos seus collegas, e amigos (sensação) l JÈ o que acontece aquelles que se deixam arrastar pela paixão, que os domina, de ordinário fazem o tiro sem saber aonde elle se dirige! As bailas que me dirigiu o Sr. Ministro da Fazenda resvelaram principalmente contra o peito do Sr. Duque de Saldanha I..,* Sr. Presidente, quando referi as differentes revoluções, que teem suecedido neste paiz, observei, que o Sr. Ministro da Fazenda tomou nota d'um grande esquecimento meu, notei 4até que alguém lhe lembrou o objecto da sua nota ; S. Ex.a pensa que vae aebar matéria importante para agredir-me pela circumstancia de haver guardado silencio a respeito do grande movimento, qne se verificou em Q7 de Janeiro, e que deu em resultado a restauração da Carta Constitucional! De propósito não referi essa, se querem, reyolução, porque a seu respeito não desejo se sigam os princípios do Sr. Ministro da Fazenda — supposto eu não fosse Presidente do Conselho, quero tomar exclusivamente a responsabilidade dessa revolução, muito embora partilhem da gloria aquelles que me ajudaram nesse acontecimento tão nacional {apoia-; dos). /

Não julgo agora necessário repetir as ex,plica-5ões, que tenho dado por differentes vezes sobrer este importante acontecimento, basta somente que diga, que o não premeditei, que me achei n'elle involvido, e que lhe dei depois d'isso a direcção, que me pareceu mais acertada para chegar a um resultado feliz. Acho na verdade extraordinário que esse grande acontecimento seja depois de doze annos censurado por aquelles, que a não ser esse mesmo acontecimento, não estariam hoje formando parle desta (limara (apoiados) !

Essa revolução não teve, como outras, em vista interesses particulares. Não teve por fim reiven-dícar logares de que se havia sidodimittído ! Não teve em vista outra cousa mais, que o pensamento d« restituir á nação o Código, qae lhe havia sido roubado, aquelle Código, que nos havia servido de bandeira, para termos Rainha, pátria e liberdade ! (Repetidos apoiados.) Os homens que a em-prehenderam nem foram obrigados a dar-se em espectáculo por todo o paiz sem que alguém se lhes unisse procurando um abrigo em Lobios fizeram eonstar da cidade eterna o seu nobre pensa* mento; em treze dias tiveram a satisfação de vêr correspondido o seu grito por toda a'nação, pelo exercito, e até pelo próprio Governo, que seorga-nisou para a resistência!... {Apoiados.) Os homens que se pozeram á frente desse movimento, e diante de mim está um, não intenderam, que deviam aproveitar esta occasião para fazer fortuna, usurpar logares, e fazer grandes e avultadas despezas á nação. Lá estão as contas no Thesouro, por ellas se verificará que a restauração da Carta custou de despeza extraordinária onze contos de réis ! Esses homens, que marchavam á frente de tal movimento, estavam em Coimbra, quando na capital foi secundado o seu grito, acclamando-se a Carta constitucional, tractaram elles depois desse facto de organisar batalhões, de despachar sobrinhos, parentes, e amigos? Tractaram elles de fazer elien-tella? lmpozeram Leis ao Chefe do Estado? Reclamam a confirmação de milhares de graças, e algumas conferidas injustamente, ecpntraLei? Pediram para entrar em Lisboa a dimissãò de empregados beneméritos? Não, senhores ; essepa- i pel ejtava reservado para a regeneração; esses » homens immediatamente deram ordens ás tropas que lhes obedeciam, ás províncias, que reconheciam a Junta provisória, que obedecessem ao Governo de Lisboa ! A Carta estava restaurada, «o fim estava conseguido, marcharam pois, dímittidos já, nessa época dos seus logares pelo Governo de Lisboa, para cumprir a missão, que haviam recebido da cidade eterna, sós, sem navios de guerra, sem batalhões, sem artflherias, apresentaram-se em L/sboa, e com licença previamente obtida, foram d epositar nas mãos do Chefe do Estado a Carta constitucional, presente da cidade e Camará municipal do Porto! Comparai o procedimento des-ses homens eom os regeneradores! ... EHes fica-; ram depois de vencedor§s com aplauso nacional reduzidos á sua classe jde simples cidadãos, mais tarde focam, é verdade, chimados á governança do paiz, a natureza das cousas exigiu que osho» mens, que craaram essa situação, não pod^sifm; ser excluídos de lhe dar a direcção — não.fo:f§nid as bayonetas, não foi a espada que distou $0$^} mação do Ministério, foi a livre escolha dol§h|fa; doestado, seguindo a •pinião publica!..,, JtssftSíi homens quando em Coimbra receberam a noJíffa * da acclamação da Carta não tiveram duwlãllÉlm^ entregar, aos seus inimigos adefezada CarttyWaagl,, quereis saber porque? E que eljes tinham |íô||S teza de que o movimento ¦fora nacional,^ §uj§j§p§j , guemjeria então capaz de .poder ^gb|í"drg^]|-^ á nação o venerando Código ãis nttii ipltfc

, |es! (Èepetiâos qpoiadas,) Comparai, bepilo ainda, jílte,procedimento com o que teve a chamada re-|jejaeiaçãp,,e as vossas censuras ficarão reduzidas

• fo^ujegitimo valor (apoiados).

i ?3P ^r.:Mínístro do Remo,, que não tem organi-

, #a|íjt'-para fa*er reconyecrçoes, que nunca apro-

| iétta o que dizem, Ou fazem os seus contrários

í ipajri4hp lançar desfavor algum, aproveitou, com

i Inaisinabilidade do que m seujcollegas, um dito

aM|uJp.ar

fim@j00is

tfiflCÉO publico. Tudo quaotoS, Ex.a, e os seus

ifiofligí! disseram por. tal motivo ]R.ejde inteira-

W0Çt®-¦* sua força, conâideran4o-se xjue alteraram

Ifttftifimente tudo quanto eu disse^

- í|f||ifjlo eu disse que desculpara o Duque de

SaJ|J|Í!^por haver proferido nesta,casa algumas

ícàlui^Jai contra mim (que nSo sustentou, antea

; deÉa%ôjpL não ter tido a intenção de íeferir-sc a

• nilmj jjpprque nessa occasião, isto é, em principio «fjjbríl de 1851. S. Ex.a estava a morrer de

í fonte |nSo obstante ter de soldo,-na èqualidadc de líireèha!, íeis mil cruzadas) nada mais fiz do nfoe_4ae referrir as próprias palavras do Sr. Du-qutyde Saldanha; para que poist"kpto sentimen-tali|pQ? Eis-aqui as próprias palavras de S. Ex.a eipéai dos seus últimos discursos, que proferiu

• âí|tes da Tsua revolta (teu) A Gamara acaba de J Ouvir as palavras do Sr.,Duque de,Saldanha : S. j Êx.? confessa que estava morrendo de fome, l pprjjue eu, tendo-lhe apenas conservado o solde j âe Marechal (seis mil cruzados), o tinha demil-

Jido dé Mox#omo-mór, de membro do Supremo Conselho de tjujtíça Militar e de primeiro aju-dantejd'El-pÍL Sendo por isso obrigado a acceitar ^dos sepç amfgof uma suèjcrjypção mensal de tresentos e |essen|a Jnil jréfs, recebida pontualmente ao prinfeípn> id£ cada roezl J>.,Ex.° boje, em vtrtude da sujuimioíía, já não marre de fome, porque o seji prfúaeirj) cuidado foj restituir-se a todos os cargjjks ^e que tinha sido demittido, a Camará afaliar|, portanto, se

Mas o Duque de Saldanha está pobre, continuam ainda a asseverar os Srs. Ministros í Se está pobre a culpa não é nossa—»a que propo. sito estas exclamações? Pobr%e o Duque de Saldanha ! Se está pobre, é, por assim-o querer. S. Ex.» tem recebido desde 1834 cada anno, pelo menos 4w, contos.de réis, que em vinte annos fazem a somma de duzentos contos de réis! Juntando a esta somma cem contos de dotação nacional, temos 300 contos! Tem desde a regeneração recebido pela menos quatprze cpntps de réis de ordenados e gratificações em cada anno ! Quem depois disto diz que o Duque de Saldanha está pobre, dá direito a que se lhe.responda, que lavrou contra o Presidente do Conselho a sentença de pródigo! Quem não sabe governar e administrar o que é seu, não pôde governar e administrar p alheio (riso).

Ainda unaa vez repito, que êíoío vêr-me obrigado a entrar nestes detalhes, Ta culpa é toda do Sr. Ministro da Fazenda, que saindo,do circulp dos acontecimentos de <_85í brmeáíl='brmeáíl' justificarem='justificarem' governo='governo' pedi='pedi' annos='annos' xortwa='xortwa' manrjaràíflsl='manrjaràíflsl' fiz='fiz' rio='rio' praticassem='praticassem' jirarfumentação='jirarfumentação' tornaf='tornaf' como='como' ae='ae' revolver='revolver' admirável='admirável' prçcesioy='prçcesioy' expellír='expellír' corrfpzçfâi='corrfpzçfâi' acto='acto' as='as' inaudito='inaudito' tag1:_='declararáfpéisso:_' saçao.='saçao.' cavalheirismo='cavalheirismo' ji='ji' apre-='apre-' vida='vida' dos='dos' que.era='que.era' descobrir='descobrir' se='se' mintspéfofani='mintspéfofani' sido='sido' naose='naose' lealdade='lealdade' mmisteriaes='mmisteriaes' devia='devia' daqueiljpií='daqueiljpií' ser='ser' a='a' seu='seu' e='e' dps='dps' apresentasse='apresentasse' m='m' o='o' p='p' agredidos='agredidos' ieal='ieal' agressores='agressores' mifts='mifts' qual='qual' todos='todos' da='da' agora='agora' de='de' vai-se='vai-se' existiam='existiam' lógico='lógico' parte='parte' srs.='srs.' mais='mais' ma='ma' invertem='invertem' um='um' dje='dje' são='são' _05='_05' mioislcoaf='mioislcoaf' crimes='crimes' em='em' mfp.xftíílx='mfp.xftíílx' delapidação='delapidação' eu='eu' essas='essas' deste='deste' demonstrar='demonstrar' tinham='tinham' iniifltíta='iniifltíta' procedimento='procedimento' nario='nario' que='que' pposição='pposição' _12='_12' foi='foi' provas='provas' sentam='sentam' junho='junho' tinha='tinha' responde='responde' imputações='imputações' _18='_18' gamara='gamara' nos='nos' então='então' cas='cas' para='para' durante='durante' sim='sim' doze='doze' mes='mes' não='não' contra='contra' vaááisè-1='vaááisè-1' unicamenleijííejlftlsiiatien-='unicamenleijííejlftlsiiatien-' os='os' sltlllai='sltlllai' fundando='fundando' é='é' quando='quando' aceusado='aceusado' posições='posições' minha='minha' ministros='ministros' lsdios='lsdios' xmlns:tag1='urn:x-prefix:declararáfpéisso'>

tmmicrancu, o a effectividade do seu programa,» I áamnwu da f-imilia porliiRaeza! niuo.) ToUm acreditariam (a não ser a ctnphase com que foliou por tal molho o Sr. Ministro da FíiícimIh) que uma tal circumslancia provava oxactajacruo o contrario ; isto é. provava que nenhum Lido tfo Camará ajirova a conducla do Ministério (apiia-dos), •• so essa opp /sição apparecer, como cír«'ctN vãmente appjrece, d.) parle dos digoos Pares, que já formaram parte do gabinete, c portanto majs aptos pira c >nhecer o seu pen«amenta governa-tivo p as «u.n temlencMS, cila torna-se altamente sigmficutivu: (Jucixam-se SS. Et " da opposição que

Faliam de tolerância ! faliam de união da ff. milía [lortugueza ! Que resposta deu o Governo, e principalmente o Sr. Ministro do Reino, j ar» gaição que ihe dirigi, pela dimissãò em massa dada a Iodos os Governadores civis, e Administradores de concolho? Sc me respondeis que ei>. tes etíi,'rogados sã>) de cora missão, e derem merecer a inteira cmfiança do Bfinisterib, reparai que fica por terra a tremenda aceusação de intolerância e esiluiivismo, que dirigistes contra o Ministério de 18 de Junho? (Apoiados.) A vossa resposta, única que podeis dar, e qne eu acceito, justifica o meu procedimento passado, e a injustiça

Não receio que o Sr. Ministro do Reino possa. dizer, que laes empregados foram dirailtidos pari corruptas. Posso alliaurar, sem receio de ser contrariado, que a grande maioria desses empregados, eram da maior honra e probidade; e demais, se exislUse algum facto contra qualquer desse* empregados, o Governo, que os perseguiu com as dimísíões, não deixaria para as justificar melb>r, de mandar formar processo contra etles, o que alui não leve logar, e que mnito depôs em ípii favor (apoiados).

Tolerância ! União da família portuguesa! Aonde estão esses 42 officiaes do exercito, que, pelo único motivo de terem política contraria á do Ministério, foram separados dos seus logares contra Lei expressa, com o frívolo fundamento de serem cunvenientemente empregados? A Lei manda que nenhum oíficial do exercito possa ser passado á disponibilidade, sem que na ordem do Ah se declare o motivo: esta Lei, que é altamente económica c política, foi publicada durante o Ministério de 18 de Junho (este Ministério que, para desempinhar melhor os princípios de intolerância, que professava, se ligou as mãos para não poder obrar arbitrariamente contra os seus próprios inimigos políticos). A regeneração, porém, muito tolerante em palavras, não cumpre a Lei, e porque se não attreve a publicar na ordem do di,i, que pasia á disponibilidade oificiaes do exercito por pnlitica, recorre ao ridícula expediente— dr serem empregados convenientemente!— Lá eslão á espera desse emprego conveniente alguns ofticiacs ha annos, e outros ba mezes! (Sensação.! Digam-me os Srs. Ministros — chama-se a isto tolerância ? líu chamo-lhe escândalo, e violação de í,ei! , Repelidos apoiados.)

Seria prova de união o ter obrigado utajoven militar, esperança da sua família, e ura ornamento do exercilo a pedir a sua dimiasão para não sujeihr-se a uma arbitrariedade ministerial? Como pule ser classificado o acto ministerial que transferiu para os Acures um joven, arrancado aos estudos o aos braços de sua carinhosa mãi, então doente no leito, unicamente porque havia commcIlido o grande attenUdo de pertencer [como muitos amigos d.» Governo' a uma cornmíssão eleitoral de pjhtica adversa á regeneração? As suas Mipplicas para nlo ser transferido para fora do reino, com detrimento dos seus estados, e para não ser separado de sua mãi no leito da enfermidade, f jram dcaltenJiias! E esse jovea de tantas esperanças para o exercito e para o parlamento foi obrigado a pedir n dimissãò para oao ler viclima da vinga rir* ministerial I {Vozes— Ê verdadf», c veniade.)* E quem sabe se isto tu- -do foi uma vinqançu exercida no filho, porque a pai em corta ncci-iãi .«e negou a dar um certo voto ?!' , gt andr sms-içuo '

Tolerância '. Aonde aslão esses três desgraçados Capitães pertencentes ao batalhão de caçadores BvM, os quaes, tr*nd'»-s.* arrependido do oanii-njho do crimp, e tultando ás bandeiras da leal- ' dade o da legalidade, estão coudemnados por de-âaraçi'» feita na outra Cdtmra pplo Sr. Presidente do Conselho, <_ nas='nas' nunca='nunca' a='a' de='de' d='d' fileiras='fileiras' tado-mnior='tado-mnior' serem='serem' pelo='pelo' mais='mais' fis='fis' _.eu='_.eu' nesta='nesta' ndmillidos='ndmillidos' chefe='chefe'> exercito, em quinto \iver o Duque de . Saldanha ! (smsuvut)) E quereis saber a raano? JÉ pâçqur esses ires Ci|)itãi.i filiaram á palavra de honra, que 'dizem' fora dada ao seu CommeO' ;dar|i,e|na occasião em que se revoltou —de qvatí* ^«ffÉfm a sua surte! — Custa a crer! (êentafâo i^r^^dv!)