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figo sapponha ninguém que eu perle- do fazer i Bicuor silusão dpsfav»raTul ail caracter r- prohi, dado lio Sr. Ministro da Fazenda. Kii w quis f.i-ger bem rtconhtcida a iniprud.>nrin com que S; Ex," trouxe á ducusíão estes objectos.
O Sr. Ministro, quando n< ppOí qde o digno Par o Sr. Conde ila l*nipa lhe dirigira íusíiusíi-,ções fi suspeita* oiTpn»ita< da sua honr.: — rofi*-rjndo-sa a um artigo «In jornal intitulado a li-, wltíçâo de Setembro disse, e quanto .1 miui com toda a razão, que n«7o f»2j'a caso algum de simi-Ihanles accusaçíies feitas cm artigos de joniaes, porque eram escriplns sempre rum paixão p r<_ apm.tdns.='apm.tdns.' bom='bom' no='no' de='de' fur='fur' pprlendc='pprlendc' tinha='tinha' pirita='pirita' uma='uma' iuars='iuars' do='do' forma='forma' mesmo='mesmo' dm-ilo='dm-ilo' se='se' ilr-su='ilr-su' desse='desse' muitos='muitos' procedo='procedo' tag0:ii='af:ii' _.não='_.não' s.='s.' et.1='et.1' beta='beta' conhecida='conhecida' adversário='adversário' jornal='jornal' _='_' como='como' seu='seu' _.1='_.1' viu='viu' oleelip='oleelip' qurtão='qurtão' roínn='roínn' es-a='es-a' tabaco='tabaco' ix='ix' p='p' r.ihnruna='r.ihnruna' obra='obra' partido.='partido.' quentão='quentão' bido='bido' negar='negar' contorcida='contorcida' xmlns:tag0='urn:x-prefix:af'>
Jlcsse jornal, Sr. Pietidenle, que, sa!\., „ rc-peito devdo a alguin:is pessoas rrspeitavpij, ijut-Delle cscre«ero, e a qupm eu me 11.I0 icíim nesta ticcasião, so tem ru-cupado niriftantnmutc cm desacreditar, em insultar, prn ciiumiiirir os caracteres mais »!la«-tr?s f inuiraijus dom-s^i piiz! IJcsíc jornal, que á forra do caluinm.ir irin rbaniinln sobre si o dp?i.rc!(i ,-|P t(11|, „ l)% |lllIIiei,s ,ie |,eln> , (Adiados rtpttidus 1. Ain.j.i h.i puu-ni dias \im..i. levantar uesta Camará uni digno par, e declarar que não tinha r-hnm,ido n .v.i.-nriio da me«-ma Camará soliie uifif/fff, que a mesmo jornal Linha dirigido contra pila. porque de aci-órdo com t>s sens -migos, julcira deter .'ulrs vot.ir an m.iis completo dnprezn esse memo jornal! Foi ero conformidade cmn pste mo-mo pcnCHiucntu. qup O_Sr. Ministro 'io Ileino dccl.irim ijul- o (¦•¦wrno U3O linha mnndado aceu^r aqurlle mesmo jornal! Quereis lêr e fluouirar c.ilummas comra o digno l»ar Coij.Ip de !í oifirn, conlia o íir. Ministro do Ucíik fcnntra odifinuParoSr Afinai? Lede a Ri volvi no rfe Sdimhrn d" 1HÍ0 c 1/jfl. Uiíerci» achar caliminias fali oves fnntra essa personagem que foi 1'ieaidrnie dc.-l.i Camará, lede todos 01 números dessejornal publicados ?m quanto essa personagem apoiou os Xlimslnios pt.'si(inlos pelo Sr. Uuque da Tiicciia e de que tu fazia parle!
Esse jornal, coeso li-i!< s '*beai. calunrn» por habito todos aqtielies, que n;-o rmão suljcitoi á sua inll.enciii, ou que llw» não dão pariu n» in-lliieiicijk dos n-íí-irios públicos, p p»r e,ies motivos com 0 lupsrua fucilid^dc min que « Mas o dinheiro onde ae sumia? Quem ha-da «dar coril,! daqueles cinco raillmfs de ciuzados. « quo o Ministério cobrou e uão sp sabe- onde os « tem? h o é »erí?onho«o, mas o que c m.iis ver-«fçonhoso ainda 6 aquclla bistiriâ do rclract» .. « Pfigattfis com os dmhein.s puólicus os retriiclos « de alguma fdrnilia parliculai ? « A esta nberr-ç.5'1 d « Di.«.l.rih'uia sp alp equi o Duque d: Saldanha ' «por certas maneiras cnalhi-iraihi que Lzi-tm « esquecer alo certo poulo a n.lht/Uidude do seu o carider. Hnj'« nnn fase dole dd uaturrza e o educarão lhe re
« Desde que o Presidanfi* do Conai-lh • coufeça «que infringiu e iiifnn«« ,-ií, Leis; qiJP defrau-« dou o defrauda d fazenda, a sua aulhoridade «expira, a sua fmp.i moral ..cahi. « Não é respeitavp], nem podo sc-r rtypritidn. « Ua-do soflrer os perdnlariuj porque o ó ; ba-de «transigir com os prevaricado!es porque pivca-«riea: rerebe o que lhe ti,1o é de\idu : a|ir"[iria « a si o que é de outrem ; como o pão da \iuia, « e deixa morrer de fume o orphão; e este h>-«pocrita vem fdliai- e/n religião c chorar pelo a papa! a Ainda ninguém fui mimospcidn c>m litiiios lio affrontosas, mas cm compensarão quereis -líjora ver como a Revufocão de S Eis aqui o que acerca d- Duque de Saldanha em 1851 fscr«vc aquclle jurii.il : « Ouvis Sr. Duque de Saldanha — esdes milha-« res di* bocas que vos .sauddui; ou.is ps-.eb nv\-« tos de rnthi.biasmo que \os cercam por tuda a « parte? Ouvia pssas acclamdçõps do povo que « tos \icluiid ? Ouvis o esirondo dos fcgu>tcb que « sobem ao ar? [hilaiidadf gemi}. Pois tudo isso « lem urnd significação, que iipve:3 cornpretxn-«der; uma aspirarão que deveis rcspeii.ir; um «sentimento que d-.vtis dirigir ora sentido pu-« blico. «_0 povo estava alli< Aijiiplla mulli-ião que víeis « hao tinha o pensamento senão em \o3, não cha-« mova senão por vós, não tensia mesm- s-nio a vób. « -1 rtateza eehjnuu-a à vomi ihlu. Vós éreis alli « o rei, pnrque a opinião vo: (iora o ^ptiuisen-« sarao piofnnda c stgnae* de rrjnoruçni- an-d 1. ¦ A Iça»les a vossa «-spcd-i ccmra o svstc/n,. d..s ¦ concu^òes, o derrubaste Ic c-wn a espada. Vú-«sois Sr. Duque uns {jrande gcuf-ral. O anjo d.i ¦ victoria tiimh-fos pela mã-i, « {juia-vos no m^o « no» ci.iabrfles d tí«em á vista dc«tr riifíercntc modo de kicre-er a rea|ieiio dn uieaaio liometi:, &i>giiiii(o «lie "¦• »u não partilha na inliuviu i« doa negócios publiLMis, |)ú|i< (jj,r jmportanci.i ao que escreve «ítf jitrnnt'.'! Alas, i*str ngindo-me anila a ques-»o do caleche, o Br. Mimslro d? iV-enda d.via lortibrer-se qi]fí esta queo.ão linhii licido srpul-w«« ua outra Camará na otcsiSo em ijucS. Jí\." "citou o dúcurso a. que se referiu o br. tou-Jo f *a Taipa ! fí|ttjp|fe *feft^,^toé- em outm. tempos m^^|ftstinti^%om--a:istia araisartà política e ^íiM^Hífe talVérdl paíxao e eSDÍ rito de paffífoí çàe então òdominava, julgou ao* úev'm levap pamarj dos -Sr*. Deputadòe aqnJllí celebre qiíí|Ho; a aterão foi apresentada em lermos muf-serios e graves i^aêlle iliastre Deputado serm-se le fòcfô o sfeugrande talento e dos immenaos recursos da inj| Ipllfgencia para desenvolver a accusàçto r fli tal estado de eousas a Gamara dos SrC lutados decidiu que o Sr. Deputado ¥oâá$ i|9»||f4(lo a apreieDtar* a aceusaçao em fórúla ftj^|teuzir as provas-a. S recusottHè ao forxytf|f Gamara, com o fundamento de qde n|np^|r|í-^a* possnia, e de que sómenie/reffTtl^ll^^iídm- os jnrnaes • esta rtiesma #èilaA|tr|t|t|fg;J[iDiStro da Fa^ zpnda, qur-eftfVtftaf'f^^^â^s meus acusadores. Bma'sl|6^*:aXi^fs%60bante recusa, um outro fr^Dfpl^â^^flli.Iolè1 tem assent» nesta Cama*|>;t-ç'í|rf^^táli:Ãítt)eida, apresentou umal pttpf«É«^f|rif|É^><_ de='de' portanlo='portanlo' _.as='_.as' bem='bem' do='do' srs.='srs.' depoi='depoi' _.sadores='_.sadores' fihwètijs='fihwètijs' tag3:oplite='dew1afieliif:oplite' fàpínu='fàpínu' eootínuwa='eootínuwa' conse-lbo='conse-lbo' ordom='ordom' viesíè='viesíè' unanimemente='unanimemente' rnn='rnn' ministro='ministro' tag2:_='ministro:_' dppuuòàifitdffsiintõ='dppuuòàifitdffsiintõ' pwsàds='pwsàds' que='que' questão='questão' mtàs='mtàs' fo='fo' dos='dos' deitf='deitf' ieiltêéj='ieiltêéj' se='se' camará='camará' caleche='caleche' qaí='qaí' conhecida='conhecida' sr='sr' _='_' á='á' a='a' sftej='sftej' faiados='faiados' tag4:nmvwpéava='apoiawi.in:nmvwpéava' ès.tff3al='ès.tff3al' d='d' e='e' ttftios='ttftios' fazárdà='fazárdà' plenàúmfiffinfúkmnãi='plenàúmfiffinfúkmnãi' o='o' saise='saise' p='p' merecer='merecer' tfpiovaâa='tfpiovaâa' da='da' aomo='aomo' coroa='coroa' aceu='aceu' xmlns:tag4='urn:x-prefix:apoiawi.in' xmlns:tag2='urn:x-prefix:ministro' xmlns:tag3='urn:x-prefix:dew1afieliif'> Sr. Presidente, é já rômpf ^& m me separe de objectos, cuja disenssfò me tem sf4o summa-mçnte desagradaml, mas a Camart sabe que eu foi provocado, e qne não podia, bem devia deí-lar de responder (fozes — JÈrerdaâe, é verdade: muito bem). Passo a occupâ>me de objectos flue dizem principalmente íf# Esta minha proposição eta clíra, era positiva, e demandava da parte dof Srs. Miniftreff utna resposta igualmente clara e positiva : os Srs. Ministros eram obrífader a demonstrar, que se tal í bloqueio se vprÊflcajge» exísliam forças marítimas para oppór-tbe, e fazer letaniar o btoquefo. Como se não potía, ^orém, dar esta resposía, porque não se potUria provar uma similbtnte asserção, foi neceíjâriô iliudif a questão» e levar a discussão a outro pôàto» O Sr, Ministro daFa-zen>ia, com o talento e habilidade que possue, substituiu á respo|tii fra»ca e leal què devia dar á opposiçâo, umài tècujaçlo dirigida contra o Ministério de 18 deJutíbo, ottaoles contra oPre-Sídente desse Miniltef 10. Leu S Ex.* utnt parte do relatório de 19 ou 20 de St lembro de 184Ô, feito por uma cotnmis-são encarregada de inspeccionar o estado dojnavios de guerra surtos no Tejo: segando o pare*-cer d'essa comraissâo, algpns desses navios es» tavtT» è^c|ífrnatífit& enf oílô estado, »de«Ui~êir-. eaia«ta%#t tífott q ff. Ministro da fazeadi ar-ffonreUUr p*rç¦/ÍÍ&kmM$j >—=$$ esíe &m o estado da notm -fffafctjffy.-ãMufa ò 0M4erfà de 18 dê Junho} :iatifaffi4 4àêjwÓtèfâf qmUerUâmos d'etss Minídel^^èí^Wmo diffnò Pm atmiarmm do lamentm0%êtMã:4úÊ''nb«à( mwtimê ? • O §rriiíff%; da- 0m«|íÍ» tíiò corihôeen f # ; eancàt4ei^4b^tiuftt^»í, »|o quií attfttd* "i = data è'%«it fetãtorfo, e ^©1 í*ro í»lo teedn.heé©a, ; que sê fiDâ|pt#; ioôlifrdeliçfeala^ío plv-esíâfít i em fU-e^l ?«||fffni :êftef'flftioi, Èmé-sémv^ í íó pto&tòfàlfoiiàfc:'* l|tní»Éeri4> p>|iídMd pití 3 Sr Wppf:Í£MMmk&i ^tf f tfàl"áiçM'ett o Éi-1 nisleff|íè«síS de imhú V(§tkàdõsJ, ¦ ' ; N^ffefl^;Í^ què tsié relttorio e>tf t|||-' Rnadli^fjíí-tèl^iipfo tèrin#«p depois/q^õ Mini^ti?Íltf';i8f dô"íun%ir tómia -coata df ^» rencil^Sdf^Tifegíre-lfsl^ílteft^j/ou podia ejcif-ir^S. Ex.Vil^èsi^Mtnfitetff^ ém três mezes, rê#i-díassèípl ntaJes-fr de%ri§á da marinha pofto-tpueztf Éfliitslídâde, Biépre que S Ex.' me dirige àí|ya^iáv «etusafló, ella vai ferir algum ilos s^:ef|«fM,l;--tXiitf-fezcedu-be ao Sr. Duque dfiêsWfOèa falias ausente) ser a tíclima sa-iTíficA^IdJslr, Ministro d« Fazenda. — (Hila-ridadè),^ ' *: Eu \èã tmís fltsto que O Sr. Ministro da Fa-/enda» mesmo quando se fraeta dè actos que res-l'eítam ao Sr Duque de Saldanha, e qualquer que seja a po-içãí) políjtca ém que me acha, frente a frente do actual Presidente* do Conselho, nunca heí-dê íbterter os factos, nem liei»de fazer-lhe accusaçSes imtnerecidas : ea vou portanto t«Biar neste momento a defeza do Sr. Duque de Saltfa-c-ha cônbfa as accusaçSeí que lhe dir%iu o seu 3 collega, o Sr. Ministro da Fazenfla. [Aiso. Vozes — bem, bem). Se em 1S48 e 1849 a marínlii se não achava [ rm estado muito-flortíceate; è, èoiBttido, cert», ! que se achava em estado muito superior àquele [ era qtié está boje, porquê nessa epwt seacbavam 1 pm serviço fora do Tejo, e em fliffefejítes cdoi- r-:íslões, as Segnintes embarcs^Sbiá ' Em 31 de Janeiro de 1849 i l 1 „ ., í Corveta 1. ? > , .Irasil. -...,. (Bnguei2. ,:; ... . . Cabo-verde.,. — Escuna 1. f Culer. Algarve ,,.*.< Càhrquas 3, ;r * |_ Vtf»ô es %. s í*_ -v - ' Ultramar. ' -~f*/^ » Afriôa oriental — índia e eftaçlo%i|^n^ôla ; Curvett£$)'*- -^fe^ f Eseunai*J|>3l; * - ~-fs^j * Neste]5#nj|0 me p^ecé, qore se tpVoo^toii, e saiu pafa o4 Brasil k ílo Vasco ia Gama. íí s« ^e. pôj*taQto, que o estado da nossa marinha, nesta época, tmú era taj, que mo existisse força para fazer levantar obloqaaío deuma fragata, se por ventura oste se verificasse, P?Ço agora licença ao Sr. MÍJJisiro da Fazenda para d*izer taoibem algania cousa sobre o estado da mm ioarinha no annô de ͧÔO. j Bm^r de Julho de 18B0 etístiam em com^ mimo fora de Lisboa as seguintes embarcações 1 Brasil,.... , i ^áo Vasco da Gama. "" \ Brigue Douro. Macau....------C« rvetas 2 Jf. B. Eitas foram mandadas sair da estacão do Brasil. * Fragatas 1. Grosando nci Algarve até Cabo-verde algumas escunas e cahiques. Corvetas 2. .No Ultramar (África) Bn>es */ ' Escunas 4. v. Charrua 1. Vieste mesmo anno se armaram : a corveta Porto e • fragata O. Fernando; e 8e achavam armadas :?r.,« oecuPandose também algumas vezes de crusar na costa, para cirna de 867 p-aças Ja «eje, portanlo, que o Ministério de 18 de Junho nao legou somente miséria na parte da ma-pr!nbfíía0.Mlnistfio actual; que bem pelo conlra. ria lhe legou alguma cousa de útil, real e Dusí-tivo^ r Bem sei que os Srs. Ministros faiem consistir a sua gloria na creação do corpo de marinheiros Militares, em substituição ao batalhão naval, e "ootras entidades maritimas; mas, segundo informações que tenho de pessoais competentes, nunca desse corpo se hão-de tirar as vantagens que os Srs. Ministros esperam; até porque esses marinheiros militares nunca p.rderão substituir vantajosamente os antigos bons marinheiros: os Srs. Ministros illudiram-se com o estab-lecimento de ordenados muito inferiores para esta qualidade de servidores d» Estado, porque sendo esses ordenados inferiores aos vencimentos, que na praça sê offerecem aos bons marinheiros, nenhanj delles vem «enlar praça na marinha de guerra. E verdade que os Sra. Ministros podem diszer, que se está armando a náo Vasco da Gama; mas parece m& poder afflancar, que o Governo não t Sb fora verdade, que temo» 38 navios de guerra em estado de faser serviço, nlo seria necessário^ attentas a» arpadas do Thesauro neste anno, I cuidar de noras construcções; mas a prova de | que taes navios nli» existem, está no próprio dis-curs» da Coroa, porque os Srs. Ministros aní lembram ás Camar*ra necessidade absoluta, des-I sâà novas cotistrucções. 1 Fão sei realmente descobrir o motivo, porque I o Sr. Ministro da Faseada, rm Jogar de respon d«r ás arguições, que eu dirigi ao Governo pelo estado actual da marinha, havia traier á díscus- \ slôf que alguns marinheiros de servtfo 4 certos I escaleres, não tinham calças para vestir, e que (13 enJpregadoí da cordoaria se oceupavam nessa época « deffiar cordas velhas, ganhando aliai j 360 réi* diários ! j Quando isto fosse verdade, jostíflcavt-se o Sr. Mibrstro do fameotavel estado em qne se acha a ! marinha, t*o flm de três a«n«s de existência do actual âltoíaterío? í Apomios,) M^tas recoaven-ções podiam ter cabimento flt'mn artigo de jornal» e t*Ivez adoiittissem mesmo desculpa, partindo da opposjçlo, mas s5o fateiramente inadmissíveis e deslocadas, partindo do banco dos Ministros, e tornam-se dignas de grave censura, se ellas nio aÉetitârein sobre dftdos verdadeiros, e se tivereoa ttnícnmente por Qm lançar certa des-eaBisWeraçaoiios Ministerioí anteriores (apoiados) Q St. Ministro da Faienda nao se lembrou por cirto de que oi seus aotecesíores não hão-de estar infceifitaènte desprovidos de documentos, para convencer â S. Ex.* da inexactidlo com que nas Gamaras vtrn faliar sobre estes objectus; e a propósito cumpre-Bie desde já responder a essa ter- I nyèl accosaçio, que B, Ex.* dirigiu ao Ministério de 18 de Janho» pêlo atraso de 40 meies á marinhagem í Uma tal aceusaçlo, feita por um Mífliltro da Coroa, e em sitnilhantes termos, mostra desde logo a boa fé com que se dirigem si-milhaotes provocações. Se o Ministério de Í8 de Junho "ómeote teve de exisUneia 22 mezes, como p<_5d compete='compete' que='que' de='de' estado='estado' ess='ess' junho='junho' servidores='servidores' _18='_18' do='do' pelo='pelo' sa='sa' marinhagem='marinhagem' elíe='elíe' se='se' nos='nos' soldo='soldo' muitos='muitos' ministério='ministério' responsável='responsável' portanto='portanto' _40='_40' _22='_22' só='só' atraso='atraso' a='a' á='á' ser='ser' os='os' e='e' apoiados.='apoiados.' desses='desses' responsabilidade='responsabilidade' ibe='ibe' i6='i6' o='o' p='p' v='v' _6='_6' já='já' pgnú='pgnú' exiâieaeia='exiâieaeia' todos='todos' apoiados='apoiados' da='da' sua='sua' mezes='mezes'> âlétn disto não é verdade que toda a marinhagem tivesse o atraso de 40 mezes: esse atraso era só relativo a trata certa marinhagem, que tí-nha servido na Airíca, e «sse atraso,erí muito antigo. Como queria o Sr. Ministro dâ Fazenda, que o Ministério de 18 de Junho, herdando grancUs diffitíultlades financeiras, que o Ministério anterior ha?ia t*mbem já herdado em parte, pagasse nao so o corrente, mas o atra#aõ*o?i Pergunt0 t0 br. Ministro da Fazenda: nlo obttante os grandes mel0s extraordinários de que tem disposto, pagou esses 40 „„„ de atraso á mTÍúh^mf Não pagou; S. Ex* capítalisou, e capítalisou nao «bitante ai suas repetida 8sPQÍksõeS (mti-tot apoiados). r *•!'»• , Espoliando podia o Sr. Miniatro pagir, e não paguu; mas o syslema do Mioiaterio de t8 de Junho nao"era espoliar, era mar.har lent,meoie mas com passo leguro, promovendo a orginÍM-çao da fazenda com o aperfeiçoamento dos mô-thodos d« lançamento e cobrança; com as econo-mia$, sem prejuízo do ierviço publico» e com ontrss medidas que Jariam em resuludo, dentro de dois aonos o mais tardar, o perfeito equilíbrio entre a receit* e a deipeza, e o pagamento em dia aos servidores do Estado. Volto a responder ás reconvenções dos Srs. Ministros, Dizem SS. EE. qae durante o ftfmist?rio de 18 de Junho os marinheiros estavam sem calças! Tenho presente o mappa das exi$lenciat deisa época, o qual prova que era deposito existiam alguns centos de calças! Pôde ser que se déise o caso de que alguns remeiros d» escaler destinado a um serviço e$pecial se achassem mal vestido!, pode «er que a respeita desws representasse o Sr! Majur-general, ma$ que prova isto para a generalidade? Neste mappa qae tenbo na mão vejo que existiam em rese*m, á s4da do Ministério de 18 de Junho, calças 374 perguntarei ao Sr. Ministro da Marinha, quantas tem agora? Talvez nenhuma. Kão íei realmente como os Srs. Ministros intendam qae ha conveniência em descer a taes reconvenções.' (apoiados.) O mesmo digo a respeito de todos os outros objectui, menos nas lonas, e nas enxárcias, porque a respeito dessas a exútmeia durante o actua! Ministério 6 superior (leu). Note, porém, a Camará que a differença que existe para maig provém de que «Inraute o Ministério de 18 de Junho, havendo muitos mais armamentos, e maior movimento nos navios da armad 1, se gastavam também em maior escala os petrechos para o seu apromptamento, o que se prova com a existência então de um grande numero devélis. talvex 140, que vem a faser um saldo a favor em lonas, além disto tddos sabem que as velas, que actualmente se estão arranjando, se concertam com o velame velha! O Ministério de 18 de Junho não legou só ímí-seria ao Ministério actual, legou-lhe navios, qut não mereciam o titulo d« chavcot, com que um jornal, que hoje sustenta o Governo, mira.iieoa a nossa armada, quando em 1840 nos preparava* tnos para resistir a uma invtslo 0 guerra estrangeira ; o Mtnistcrin de 18 de Junho legou alguma cousa de mi e positivo, 0 nunca se esqueceu de olhar para eite objecto com todo o cuidado. Eu estava nesta inlellígencia, tnaróní-, estando á frente do Ministério da Marinha o Sr. Visconde deCas-tellões. Sinto que o máo estado de sauie de S. Ex ' lhe não permitia vir á Camará, porque elle melhor do que eu explicaria, e responderia ás graves aceusações que do banco dos Srs. Mini*-tros saíram contra a repartição a seu cargo. O 1 meu nobre collega não se esqueceu, porém, de me escrever uma carta, em que me habilitou a dar algemas explicações, e para que eu não falte á narração exacta dos factos a que S. Ex.* allude na aua carta, peço licença para a ler Eis-aqui o I que o Sr. Visconde de Castallões me escreve : «III."* e Ex rao Sr, Amigo e collega do C — Sobre armameato de navios, pozemo-» etn viagem, além dos que existiam, quando entrámos, o brigue Mondego, que recebeu um dispendioso con-[ certo, resgatámos a corveta Porto do empenho em que estava na cidade do Porto pefa sua eons-truceão, fazendo-a entrar no Tejo, e concluir a sua construcção interior, substituindo» lhe os mastros, e artilhando-a de aovo com peças de grosso calibre, que se mandaram comprar em Inglaterra, tanto para ella, como para a fragata D. Fernando, cujo armamento se completou; e sobr« pag^mea-I tof, como o Ministério só pagou oito mexes no primeiro anno, e dei meies no segundo anno, houve necessariamente um atrazo de seis meeçs, tendo-se feito os pagamentos desses mezes com a I maior regularidade.