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•¦'ÂÍt..'*-° O Governo mandará proceder pela JobMp credito publico £ cremar, da» ia.»cri[.ç5es 0« ífflflds oeceísarios_ para substituir os q..e fa-sialft P?rte da ^ot*SSo ^° caminho de ferro do òafâi qu« so aplicaram a» penou- d* primeira jerig. da-emprpâtimo ; bam as^im á crs-iiçSo ite& jáSwípÇÕe» ou bonds, qu.> hajsat de servir do w$bpr da qoantia que fôr coatncíada cm 7irlude SjÈ^uthoriiaçSo concedida tio artigo 3.°, na época J íjae se contratar.
f»Sí im gdofe' 'vírt. S." Pt» o pagamento do juro das Ins- ^jnçues ott bonds, qne se crearem em virtude faiinigo 4 *• é consignada á Janta do ecuito J^fico a íoinraa necessária e correspondente aos toros-dos dtlaa lilulos. Ti/mJc0' ^sl8 8O k>t- ,* ^° P°rl°» e í)a6a PelyS rendimentos dai dÍL*4-9IfanlíflpaB" "'3írl. 6." Oi bonds ou inscriprões que sp re«-igáfem em conformidade do migo ooao do cod-tròeê. de empréstimo, serão entregues á Junta do cre{l% poblico, a qual immediata mente as fará trijíf* 6 ^anceJUr. jjj^t" 7.° È também aulboriaa «o c pagamento dáY Ari 8.° O Goverao apresmtará ás Cò:le* em cadj, um anno, juntamente cora o orçamento, ^'conta do eslad» em qne se acharem as operações deste empréstimo, (ia :>,>p 1 iv. cão doj fun-dptdelle provenientes; e bem .nai.n d-i applha-çlõ de tod-ií as outras somrc.ss v-la-ias p»ra o mesmo fim. ' Art. 9-° P»ca retogaia & legislação em contrario- 'Palácio das Cortes, em 17 de Março de 1851. ss/tfftofiWe* rfoWtw Sanifiw, Vre.mtnt?,=Cus-tòdio RebeVo is Ca)valhot Dipuud.) Secretario. zz-Jasé Tavanê de M&ceio, Deputa Jo decreta riu. OSr. Ferrão — Sr. Presidente, et! techo íaoitt repugnância em tomar a pnlevra nesta casa, por-que não me sobpja o leiupi» para o ostmio das questões, que demanda ouiru encargo também do serviço poblico, e elle ó tão grande actualmente, que se me torna icupussivei poli-r ahliofaz< r bem o men ligar a^ai; todavia não podia deixar de faltar sobre este objecto, não só por ajtaf asai-gnado — com declaração — no parees r d>i cjunois-saOi mas porque tenho também nenjbsHa le de dar explicações á Cornara, pelo prouediUicnlo, que tive quando foi votado nitimcmrnte o empréstimo para as'estradas do Minho. Eu desejai e>itio dar as convenientes e\j»lira-ções do meu voto, e com quaatu tua foase reservada a palavra par« este ÍÍííj, «ãn live siaia essa oceasião; e, par isso, aproveitaai Lita para discorrer subte uni 8 uatru eí* pre&linio. Sr. Presidente, eu considero em thfte, vislo qae se tracta da generalidade do projecto, os empréstimos como ruinios, c sempre preju^iciaes á nação. (Ima b'ja ediainialrarão iJcva-se conteiitar com os recursos •cat-s do pais, c. nunca coiopro-meller senão o» raidiiir.ntca corrtnlfs doE-túdo, sem aolicipar, nem dispor úk furtuna futura dos cidadãos, k historie ahi está, Sr. Prc-idc-aíe, pa'-> mostrar os tfiale3 vesultados, asconãeqnsí.ci-bd^ sastrosas, que se seguem de se não proceder desse modo; ass.iu cuiao taubem está a raião para de* monstrar a injustiça e a iemioraiidaue das operações de BÍmilbdnte naturez.-). Ha uma única causa, que pude ju tu1c.;r os empreitimos, que é o caso de u.gente ujcesji* dada, e estts princípios estio hojo diinonítradu'3 não bò pelus b&tnens da&ciencia, não eó pela iheo-ria, que se apreodo nos melhores livros mo-ísi-nos, mas lambem peloa exemnlo.- das nações que aSo modelo do regiute.t ecooomico. Nas constitui-ções mudernas de muito; dos Estados Unidos da America, &e acha consignado como preceito constitucional, ha prohibíçS) de contrair mais dividas publicas, s.Jvos ui, essoa de extrema necessidade ou de força maior. Os emprcblimos são mes&iob jereprovaiiuspcla ¦ciência, quando se destinem a certas ai):as :ie utilidade publtc», c roo caminhos de ferro, estradas,' pontes, canaes, e outras s^milhaoles. Disco esses escriptorei — que o pais não deve faz^rcidis despexaa com esie3 objectus do que aquelhs que eompoitam os recursos reaes do Estado, e quu é melhor entregar o desempenho desiei trabalbas a empregas patlieularos, que são sfmpre mais activas, mais económica,, e mais babeis do que o Governo. Dizem mais,_ Sr. Presidente, qae sa aggra7a esta ci-nsidcraçfí i geral seiupra q Também distm qnc o empre-.timo ó vicioso, quando a amurtisação se cii» Ui por um modo lento, n'u:u praso curto, porqa-i ao O einprrstiai'1 dizi>;B m&is è i^naimainc1 s'.!»re maneira ticiosu sonsiiri. ^uc 6 v.v.'.sí):ít 'o .ic lsUuo de dosei editu. Sr;Pre-ídírne/DO f undo fiver.i liido, qne pIIcs pc aebani jusiioí em sociedade. Uai na» bi rei iproctiihdu «*m jnsl-ça, não ha juctsVa sf.j» seg^rinça, não ha seguia>iç&sei»cou-ti^íj^a, e sem eosifi-nço não ba credito. O credito pode v«rífiu«r-se em quatro prács. Qoando a- bifcrcii-io dejt.» n .c,,sHarin f)i,\.\, da recíproaidaJf, eu tenh» a trocar alguma couta l>er outra de quo «fereça, uno frnho s esaminar senão, se el!a vale t^nto como a q-Je dou; r.iz3 desde o iBom<_.nta a='a' lente='lente' ími='ími' tag3:_.m='u:_.m' der='der' eqsd='eqsd' pr.-msdfl='pr.-msdfl' tenho='tenho' um='um' to='to' não='não' mi='mi' qua='qua' tquiva='tquiva' xmlns:tag3='urn:x-prefix:u'>>hs palavra, eaaa coaai de -*:ue preciso nã» me é cun-cedi Por desventura uos^a oííovcrno lei.i-s<_ foi='foi' cílivtst='cílivtst' o--iêííoíío='o--iêííoíío' se='se' men='men' precisa='precisa' um='um' rtsptiia='rtsptiia' prcsicíciite='prcsicíciite' ar.='ar.' _='_' a='a' nas='nas' ir='ir' aeha.io='aeha.io' n='n' p='p' cii-.rnsitjricirfa='cii-.rnsitjricirfa' icêiss='icêiss' rq-if-='rq-if-' pi='pi' com-i='com-i' dfsie='dfsie' tracudn='tracudn' priors='priors'>) terceiro grá-j do credito, o fiti*uu se até apro&iu»i muito do ultimo grán; e isto lae-ir.i já verificou a respeito da operação, que a r.6i..AVè ha pouco appicvou para as qíííú^ an» eslrbdds do Minho, porque, como ligo dímun«l.arei, «q'ellei niu-luaiites, cujo palfiotiòtuo tliàj i«c Nccsts^riamenleii^via at-ontecer fcssir-i, Sr. 1're-didaate, em preaença «Io sy:i. ma, que c íioverno t:'/n 3egoido iie víolrnria >- iM/m Ihiçno, píi? com tantos erfideres do iímtaiv, e nem ae alas eelculsn.ío, cnr«o nr# contracto «e calcula, o preço dus bonda a 40, teremos u>n jaro ae 10j, i ei^nor lesalianie d Assim, o juro r-~..l deslj opeiação n«m ó «Je fi, cm raa^o úo octiin.il .itl!a, ni«m ti» Ti n.i mão doiuslal que tíT^cti?.!mente ncelcmos; é o jmo, muito maior, curu-sprnienle á quantidade (ín penhor qne for naccbsario t»LMÍodifL.ra'i«)ttí liquilar, ou negociar, paia pdgaarnti des juros e at «o.--lisação rieste empréstimo, q:n> jum a nação s« torna uma verda-i.-ira •cpuli^o, prs/iflta pelos mutuantos ua «ligaria íJo ií. poiilo p»rd «loa-viar de si as Ci-isrquriisi-s d
Além liíssc, í.ír. Presidente, «íste emp.iíti'ii.i t-vicioso, fcin relsçío £¦) {sniior coií (|(io é garbn-isii-, pi rque ntinnuna garantia ** no< a.n-iTpi-, n»í os«?o ue qut.br? atila uoi.'iprfri&iis — co;n quem &e coniraciou já s prlmsiia se.ie. O- bsaqa-Mfi1» .snilciiliire* c içõau «!• a fss asa-i!- jÍsíiCu, ai,-d% qi!J siii j1')!!"^ ""13 íinutiiít ; ís. e.eaia.u. D íí-s:m giit ¦! i1»1"^! <_. i-='i-' cii.='cii.' tlllili='tlllili' _.2í.w='_.2í.w' p='p' ceni='ceni' iív='iív' tdcr.i='tdcr.i' tag5:iií='íarl:iií' debaixo='debaixo' v1='v1' co-1='co-1' _.-='_.-' xmlns:tag5='urn:x-prefix:íarl'> S'j t; i:i» t ¦ '-S" ca m\ol m Icvints funj-a cui>i"O ») i yieo i\'|'. 3ílu. j') iaier.ail- tín ¦«¦! r^:-K«tr, o q ¦¦ .ihO Í3 t- : Tii -i-i-ir * -'3 '.fi.« n-i íiwii.1;, j-t.Tíjtío a": 1 v.!.) ¦ !.. . i i ' ¦» ,>(it' ..-ir, e «í.lâ'1, :n Crfci» ¦ - iiílU"-1. . - t» .ç.',) vê &*j -- bra-ç-j^ aoij unia ilivi-íd Cis.-u.Ji'. * j"iro& ^e úu\í cpu:'">. iealo pcl. serie já ?- >«¦!¦. úr frdn-úos 2/rOO.yUO,, d iia^cr ujíí ca^iuil uoiiitucí Je ii 372:000 francos, o ua juros corretpiudentes Ou cst« es' comuiuciiiU n<_ que='que' de='de' çuo='çuo' usa='usa' giraift='giraift' tinha='tinha' coi.10='coi.10' companhia='companhia' _1j-bíixo='_1j-bíixo' capilcs='capilcs' lospousebilidcde='lospousebilidcde' nos='nos' tag8:_-e='a:_-e' era='era' si='si' repr-eentado='repr-eentado' f.filida='f.filida' nco='nco' não='não' pci.ho='pci.ho' ca='ca' _='_' a='a' os='os' obfi='obfi' ciso='ciso' tciu='tciu' es='es' ícan='ícan' respi='respi' ãt='ãt' estes='estes' v='v' lumuio='lumuio' cuin='cuin' locado='locado' sobra='sobra' entijo='entijo' sua='sua' xmlns:tag8='urn:x-prefix:a'>i>Ip? pelo ii&(,'a Estas duas hypoll cas, a-sira coipo a d; fdl-lencia desta essa, qnc ú mtino pojsivei, >iã"j e« achòin acaut. ladas no Cuatraclo uur m-jiJo ei ga-n1... Taifibem não ha ga.-euiia n"nh im.i en qo^-ito í rflccliva spplicaçã» deste dinboi >¦ paia -n, a irauas. íi icrd'-do que nc.l»1 projerio èe k: h.t is-*j d -ligo muito explicito, A Urminanti1' i-u*j islt ii nheiro não p.msí ser di.unni>, nem des.ijdi ' u qual jaer preicato r««» y»lr«« B^plic^jl»; ísm? í:ws pjltms bío í-IkíI-^s e n.iila sigr.ificam f.5u completa mente inul>:s , •pn
Tambum em lod is os o.!;.i..ic.itoJ ha u'na dis-pcsnvo, er.i que se ro. s-íhu, 4»'' p3.i s.- pi-s-a d. s\iar, paro um4 q-mljinT fipii'icpr5ii, «qiinlis somi.lia qiie rtlão oeslipud.s p.ra in»:d aypln «-Çã«) eipiclr-l: asnd.i biois, Sr. Pirsiiinlc, é i .0 li,»! pneaito co;isluu:ii uai, c>)in'i -p \ò do aif.gu i'2." §. 1.* do Ano a "di-Moiirti, qup di? q-.:«í « .n « &oíiiijas viUdas pira qualquer d*".j»e?a publim « não podem ser app'ic>>das 1 ¦ 1 r«1 oJt'03 !int senão « por uma lei especial q-:c aPihoire >• iínnsreicn drjaB — e se »e catCLossc ainda do i.idis dispo sições Unhemos o í'odi,;o penal, qi>c 110 art go 313, S- * * fHZ C""10 ^l' i)
M.is .ie que ber\e ta-lo i&to"' Poii u S*. MinU-tro Q£ Facunda, a respeito de-U im-srno eui|i'rs timo não friiu já t ti a «-stas d'SJp ^i¦:Ge ? í?. i • os Vinds que te der jt. c.n ppul.' r a'o '.ii-hatu j'í uri 1 applicoáo «í.iri'1,.1? Tinhnd; «'".l ti. V.x.1 não á«í ifflip'»r"luii c im is.', r eitipenluiu-ns r c no le-ae. que .1 lei q m |i ¦¦'..ib< di«tr.(r, pioinl). Umb>ni empeiih-i." p .«loe é resrj de d.niio, 4-ae quem uão p" u- «lisl nír, uã'» íóÍ!, «ni^mh-.-. ííjndo, i'f>is, o íi \tiiio >.nuo il-p^iiltri ¦ àw" buiid',' se (ieve3Si'í*!O3 r-feris o «¦¦mí comi orUiiiei.to ;.or jjt fc òi po*i(;i>. Itjra-».. t iia-.io^ «'.e -:o:i-ci-jir, q»'e elle fe torn.u c:imin-so pel.i fado «j.1- p.-rilciiu, «J.iíi!o e.n i-e.n r essa uesou dj po-it>. Sr. Prcsíúcntc, quaiili) J nid*.-iiric !)Pi«- ¦: peta, 10 t«íin& ai/ai t>a, qre í-iic c \iii:s .'e -t^\& janelia; ? nós -aocnm do qxc o rlral Sr. áki-nislre i'-as obra* pu li--s e u • f«'i"l«i e c-p-a qu 1Í0 se \ô com u cc-ailile. iiifeei»'.1». (n,uia dou). Demais, S Es a 1 iiiito l.'gi"..ai». ii"ila, »o 4--r. memo iPlen-ier. si '« tri» .í .íí^.j •.:..'¦ il-slo artigo; por quíinl.' cui»:i..t- c oiil>i ri-.do |i.r.. r. prebenl.r.- á receii.. fili!:-i dn S5»ii1;. «r^un-lo a lei do iiiçamiMun: (¦'.!.« lepro-i-n^ uoi« um* cousa por múr?, e dep v.ta o s u reprt-^í titivo. q-ic ctasút'1 em 1:111 liivido, o-i L.t-n-io^ de papel, e divoib òis»o lrv.nla s aj^ii J. coi.io-.utr, o dcpiiSilo. Eí esta uma opcrjrão «a ibitourari1, muito siaiplaj, moilo regular 'u elle. e qui* lodob oj Siisi-tros fazem, porque tudo», por cite meiho-.10. hnçmn mão de í»*s dinheiros; mas o .'eiío é. que qi"11"0 chtfii » l^iipu ¦!-J i.^ir*!" i' ^ n'"C*iru co lina'i a ser preciso pa.i nat «s í.:>,>!i-i-arnrs nrgenlej de «ervíço jMiblh'1, o qiií, .)a bj.K-iheue p-cstnlr, ú.ir.í .«a ictulmí-j final, fi ('«•.rmns sem o dinheiro do cnaprjolini ¦, c sem ss ^ot.•dd^s a que n.t d^MivIo. Ê isto, Ht. s>ic lA-nl', o «i"1* "U.i«-*'Ie1 o h.i de acontecer sempre, que <_ que='que' de='de' n5i='n5i' juo='juo' h.='h.' cunio='cunio' mais='mais' rsõerv.s='rsõerv.s' íedus='íedus' se='se' sempre='sempre' eipedienles.='eipedienles.' credito='credito' om='om' meii-s='meii-s' _='_' uão='uão' a='a' nau='nau' tag8:_-='na:_-' qu='qu' taio='taio' e='e' tag9:io='á:io' é='é' eriipiesticio='eriipiesticio' n='n' _-='_-' _55st='_55st' resl='resl' àbun-rfnnls='àbun-rfnnls' xmlns:tag8='urn:x-prefix:na' xmlns:tag9='urn:x-prefix:á'>ir. itiúiítro da Fat-iiia. — As estr.áds mo põsõana de »iu prvievii) ! V. nota\el, pinm, qwe si.id* pi-r ci-"»a nos ve- p.biffl oúer, qu • c nn i.iu i:-*.o«a-» s- f ? um &cr- \iço 80 paia; jnirqu'1 se o dinici-n ín-'lh .sljí ] p/rsáo nod^pus.ic. i-iupÍj k iifc-.í--:íLí. Utv à ilc I jpulicjçáo par» íi •¦!» nraenlrs U. smvíç. publico, I poiiptaio-te p'r ostd í-i.un o «lovemo .' gr »wf.i .1 k-.'i'3Ú COD) !3 jli-Oa, i1 lí.Uilo ' XC 3'IVlla, Ji (!¦,¦ vi s c-jpreiMmcs a qu•; suiid ioiliãpcn-iavcl .e- corici,":-s.a 61 re-..«.ilar .. ut\'. mi n.po&itO. Es^s oa#j we cviio-sfti a r^lun.* esU 1 -i.ybi.Lifi.. . *.'¦•>¦> . tilifiioão esp dl • iiI.ii.iup « i (Í2'.(3..VO Si Op. ..Jú.tíã lia llK'.'rfUi>i. IP- li>" -.¦'¦'li 1 Cd!ãu á Pfi 3f f" "i"1 Ulíl'; fiH'lsfi;rriiii iJe uit[Ci!< 1 ci* siiiTior p t 'Í3i fi-» ur^.iicM*. Ne1) >i| reprovo esu doatr;ia npmai"* \ •¦,. fieJdiii^1, *¦•! fjpi'iv^i -*-ni '011 n;"t*' | í';..t..«ic. .-ifcn*« ¦¦¦ii- •¦¦ Píí'p."esiii.io di' :','n 1 ' ,>! iln" : 1 1 GS % ' 1 .i'J *'» u^iU». '" iipjri.".. í jSí ! jim'j'ctii. i.'iiqi,- \'., »;«J* n. eoriUrtLli. rio '-q !. , j c " c.isj&lp-r.' !•¦ ¦! :-í, r^n»r nã 10 a rt:-« . ¦ í lijsçõu liocdjiii-!, 'i'.' *(1 o f .Ha-aciilu ú-- jir .-. 1 | uJiss*U.mi>t.iíJ a tvn '. ticçaj dd5 estradàj. U- mu Luíiuus são oa vudi>lrinis o unidos depositários fio •'snt.iiro, tanto .j,, iíiiiiji.j.0 -Io empréstimo, co»'o do que í- -íhsIí i-uíd á =s.ili< facão de seus en-ccr;;os rnrnarBij aqui impo*>iivi>ii aa rhamadas opomçuir .ja ihca^uLiii, Em um.i palavra, ap-prw.ií G,,a Cíiiiract», porquj vi, qu- 01 mutuan-t.i t.«!.n r,.u»pritiii preuu um -eriii-o so pair, n Miripnta ao paú; poi, q-ii-, e,n rcaíiladc. como ja tiisje, naj ehiprc.Uiam a» inverno, cmpreita- Dc»o, li.iavid doclít.-t, que nã» obstante as fuijsi-lcrirõ^s, qus i.cab^i d ¦ fizer, eu approvo o projecto tm di.,cí.-?s"áo fjm .iI-juimej dor.larações, quo f.rn, e cofi t-s expiicarõp-t, È*'urji p"is «ali r, ,-:ur:l a r<_.xc de='de' nui='nui' qiiprrm='qiiprrm' lei='lei' por='por' milhoiirarão='milhoiirarão' ics-oslo='ics-oslo' para='para' si='si' nvilnanlcs='nvilnanlcs' ii='ii' a='a' proiec='proiec' nrste='nrste' e='e' qne='qne' osi.-fi='osi.-fi' apjjlieir='apjjlieir' canto='canto' ta='ta' fl5='fl5' o='o' p='p' sioca='sioca' guvor.i0='guvor.i0' gir-ntiii='gir-ntiii' porque='porque'> 0 q;i. pon=.i"lo n? iO.u^ia finnaal d^ lib 17,500, rii Í3V 01)0 f.-am.s »nr an>i'j, .1 p-rtir do 1.° de ju.-ihii rid lK5rif e >;i.-> dLÍii..Im.>ntp so .ipplica ao p-íía;si ,ilo de aníMii !s<ía poípmoi='poípmoi' no='no' de='de' con-tracio='con-tracio' sendo='sendo' unia='unia' iii='iii' iirii='iirii' iu='iu' iillcrív.id='iillcrív.id' silo='silo' dolíi.ão='dolíi.ão' n='n' _-j-nf='_-j-nf' _.='_.' riollshmit='riollshmit' vindifiração='vindifiração' se='se' esta='esta' nalmiir.poivinti='nalmiir.poivinti' _='_'>s iqi:: f-ter9ía> 'J r*ii-e ivp, pus- ora. qu1 .. nâ» podemos faier, sx {11 s^ ur E.!i:liiBi\l'.3 ctií1; por ísso, o quo nós ¦. 1^ 1, •. : .» s, ji »-._¦!», n .-j .vi pri j 'et'», nem o« do-» ci ci1 ', q is o .i.\ii.ip:nhiRt -p enuncid coisa {.!»..(¦•> aí.! p» -(ici-u :—ími só vejo presente o j>rp.."!io c nir?"io, 1 ii«il» •¦i»i< < apoiados.' Oui í» 3ll r. «;ã ap,..TtPP, a» fi"n a ser, que em ¦Obi.i-il^ á íTcSi» ¦¦»*!- c"f'í«i'r-l «•xi.iu-s'», ostipu-lou-60, e t'L'11* i*f»u-3t. ('Cu) '«í \i* , q ii' elí.s f) oB *!¦• iííi-i ' 4 ni deposílo dng bijiili ii« í ;.¦•: cent» '."- "iv:si c^ ler na, prove-iiiciil-j .'•- conTssão r..-ili i.i'il 1 p ir Decretos de IS, e -22 .z '.)».ze:jl!fi> d 1-»->*2. r.-jii.o é 51 jí . |>er.r:.iit: Pis, que ct-ora sp pó le f.'Zir esli ai'rr«M;ão, p>ra titulos d' .1 por conto. no\aconle croados, s.-m c a oniimento dos mutuantes .' íilles po^erir.ji ter em vista o quererem bowlt velhos, f nboni«Oh —queícriam meímu por pste ,mj'u qu ;¦ íi ii-ii òiridi o\tcrna consolidada se nic .1» í.Rf.ií ¦¦«¦ —tunavuii na no estado em 1 q 16 ilh ur.f.n fe i"i.i»s. \li-fi do que, esses \ hinil, p.ctLiMi'•;*¦. <_:_ p='p' que='que' foi='foi' yid='yid' miversão='miversão'> vi ¦ •>!..# t (uiç.1 , 1. ia aeii f.v r esta circim- ãlaKLÍa, de .jim, cl-ji.i w iVih.T.í-iuo não pôde, EffHmli' ib uniu ífr-oj de icptJ, f'rir direitos rt- ulliMPS cSc c i»1 -¦ • s.0", fc-ti a"n .iniíii-ilores des- t.i Imui' ." h ri 1 ',j quo, na pi^senç1 de nrcbiisUiUMBS mais f«t- j voi£Viis, r- raai; pro«peraa, a nação p^ssa c»m- i j'C.i ar |)T rflpuMa rií»n?ir.i, o* possuidores des- ' -'-s t.tui 3 »i!ih.<_3 p='p' orovoilo='orovoilo' na-='na-' ffj='ffj' da='da' silií-s='silií-s' im.i='im.i'> eã". 1» ii-»s d.iiu ju-iuidu..1*, pur neios inlire- clj* p 01 ljleifj. como ó destinando fundos para coni, rts no »"i:rcau 1, aclnaiid.i assim sobra o JIH.VI do i«t iiiii . exílio obticulara8?! os nossos *rt"i«\3 ,i, .o.i/íí^ocj i;'jlgi sj Juiiqueiia, S«n- t>r, Oi {'jn'.lp " "ifiiiln, pcis, p.r. írcilpntp, que me pirece cer ^ísim alto .1 ias as palavras d« contracto, e '1 m ellas as i>lú.i3 e acc riu. que viprimem, e quj i:3o '.mico ittu naila quu milhtirísc a Gamar» pai.4 i.l) n na li n-nf M»i*.ader ou nos termos do I protão Xpu *fij'> 1 wbem quf reiuilo vantagem aiij !!iH do òeisaimoi i!s gatmlir o contracto, priMMSGUivnti* ikis rGPftíím3 'ermos, orn q-ip f»i vs-tchJi-oidu, ma.ain .. qup ilr'.H-M daíiin ívip^sp, espccidlLiente, quinti •• piuneira jeric do ern-prrstiijo. qne ó f>clo (¦¦•paiimido. não podèims -..rsdar-nu. uma letra. 011 «irfiuln. do'qup foi pa-! ciuailo, mosoo poios pr!iiiM:ii is estabolrcidos aqui 1 n'uma das *i«nes ijR-.^daa polo Sr. Ministro da Fjzcida e br. l»ri'tiilMito. ú di-íUnCnda a situarão, em qiii- -na ach-inius, e a quo nc tem ipvaJoasme-(iidaâ violi-nlcs e de 'íPiiTedilo do Sr. Ministro d.i Fazpnda íi sim malfa -ada oara S \i\.\ que ou ha-de matai o acitto ou iia-dcmularunar~oct'tnocrtdtto. lenho i-iuila pena, sim erjinLiilt o «liífí», de que, aa-im comn ». E\." te^< corn»fin para ar-i rostar Cuin a< modida-j tãn \inlent.is o nppresii-1^ quo tomou, não ¦ip.ilic :-341 «>* r.inu talentos, 1 que a 11 luicza lh-: tirmli/alisn-i. para sprçmr «li-«crso rumo; ;>ari «cíís.s n 1.1 ninho da moralidade, da j.iblu.a, e do ei.- hl», r .il e vordadoiro. Sc asiim d li1*1? •¦ pi-iliti.ío, nãu rttaria ainda ¦ Injp rclii/ii') a •¦m: mliTiiiinav»1! snecessão de ! cxpoilitinli'»; «¦ i"'!» «••inr-ii. l«rsi i«m perto de , (ips annos, qu tf» «•• -^'"-ui. no Ministério • dt Fa/tn.l... i.i.i«!o ,-r.iidp» t -inK.id.js, para o i«s- ¦ i.ilj ldiMineiilo iíj '¦¦ í h i.!.. £, publico'. »• -i 1" 'i'«¦¦ "" M' (ilz s"l)rtl ° . ' il^enioliimvnl - d j . 10 iíi . p '!• i1'» |»«lí0 ln-cnça , : í, lli ai i p.'M \cc Ir.. p 1; ..¦..•!» ti i-luMilomeuno í r.'!'.toriM, que ver.i u 1 «u.i Mieirra. uo |urnal dos - íín.,1 uni.La3 do m-s d«l :I »r>, • uit!::s'. 1 ! « I) u:im(i meu íí^'ii.1 .1 iu l-i •¦¦jnpr.mcllisr, . eu- o .íe in j "c -.-!:i ei f ¦!*¦! «i um tempo. J ,.__? ,,1ÍVS, >,, i.,T(, .:>¦ -'•". -'" .»ur»lll''io . ,„:«. r..iri;...l..-.o Cl-, li. ¦-/ i'*'t» >" mV«' , ! .....,W,m-, 1, .,./,...... ¦¦¦.m.-M-arre., <_- p='p' por='por' delia='delia' u='u' ouiib.='ouiib.' tiver='tiver' _.tjão='_.tjão' je='je' jiisid='jiisid' iuiifríiiiií='iuiifríiiiií' lidvtr='lidvtr'>