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feito algnma coisa ! (O Sr. Marque* de Fica-Jftp—Nada). Nada ! Pois í-mão converteu-os Deos, ou alguns missionários saíram dn serra d'Ossa para converter os ladrões d» Alemtejo! friso.) fO Sr. Marques de Ficai'A'i —Então obriga-me a eu explicar) fi«pliqnn o digno Par o que qiii-»cr, porque a que eu estou diunrio, é com os fados oa valo, e niío por palavras banan. O Sr.Ministro passou a informar a Gamara, de que em consequência das medidas tomadas pelas au-ihoridades teem caído nas mãos da justiça'grande numero de facinoroso», e foi mencionando quantas, aníc» e como: que alguns destes lêem depois sido postos oa rua, como aconteceu com os de Castelio BraDCO, uns após de outros, e com pequeno inlervíllo... ( Vosrs — Ah !): não diroi que por .culpa do joii, nera de oulrem, mas sucredcii assim, porque não ficaram culpados.
Tornando é questão, disso que sejam quacs fo yen os factos já não ha ladrões de estrada, por-" que ja" não existem taes quadrilhas, com» disse oSf. JUarquez de Ficalho, mas huje os crimes estão oaquellas classes a que S. Ex.* se referiu < E por i*so é mais difíicil arabar com elles, c»m qaanto se deva esperar, que pci meio do esta-beleciroeoto de uma policia própria, se consiga melhorar a segurança publica ; mas que na verdade o qae mais podo concorrer para isso o o prompto a justo castigo (mmlos upuiados), puis estes crimes de vindietas repetem-se necessariamente por causa da impunidade que tem havido (apoiado*). Não quer o Sr. Ministro dizer com isto que seja banida a instituirão dos jurados, nem que se lhe façam alterações qu<_- com='com' de='de' governo='governo' parte='parte' do='do' pelo='pelo' juiz='juiz' tia='tia' segurtuçi='segurtuçi' legislativa='legislativa' nuhrcs='nuhrcs' imerpella-iíus='imerpella-iíus' íe='íe' interpellanle='interpellanle' modo='modo' jurados='jurados' ir='ir' cidadãos='cidadãos' lemhn.n='lemhn.n' as='as' torfns='torfns' isso='isso' ji='ji' aítugriiif='aítugriiif' jur.vlns='jur.vlns' doi='doi' que='que' psra='psra' garantias='garantias' uma='uma' facto='facto' dos='dos' querem='querem' procedem='procedem' ainda='ainda' tanto='tanto' quoixaa='quoixaa' conservação='conservação' elle='elle' occorreu.='occorreu.' disse='disse' se='se' para='para' precisa='precisa' me.ii-da='me.ii-da' não='não' corno='corno' a='a' _.tendam='_.tendam' fnncijoes='fnncijoes' jury='jury' uberdade='uberdade' d='d' os='os' e='e' lhe='lhe' é='é' cidadão='cidadão' aqui='aqui' orn='orn' qualquer='qualquer' haver='haver' o='o' exercer='exercer' p='p' falta='falta' orador='orador' ha='ha' contrario='contrario' receio='receio' da='da' nenhum='nenhum'>
Sem querer ser muito mais extenso, nola que lhe esqueceu de tomar em conta o que o Sr. fi. ride deTbomar disse como uma espécie lieinrrepa-çao, por não ter apresentado o seu rrtatorio ,()Sr. Conde de Thmar—¥o\ uma lembrança. H. Ei." sabe muito bem, que o desejo, u eii>penh'i mesmo do Governo é apresentar o relatório dos acou-tecimeotoi sobre o estado do pais — o mais eom-plelo, e de data mais proxinn que seja possível, pois faz uma cetln desharmonia a f-ilta de alguns documentos que nem sempre vem a tempo, c que se demoram, atú para virem mais perfeitos: que esta c a rassão por que se não tem apresentado o relatório, mas elle virá ; cumprindo-lho comluio declarar, que não é uma obrigação, mas sim uma conveniência de que assim se faça.
• Sr. Ministro não so, lembra de culpar nunca Governo algum pela fdlta de <_.pgurinçi traz='traz' de='de' do='do' publica.='publica.' mais='mais' manter='manter' excepção='excepção' paa='paa' assassínio='assassínio' resultados='resultados' ouqiiclle='ouqiiclle' comsign='comsign' um='um' ordem='ordem' também='também' tem='tem' produzido='produzido' he.noticia='he.noticia' subalternas='subalternas' geral='geral' indicar.='indicar.' em='em' ignoram='ignoram' todas='todas' i.u='i.u' as='as' eue='eue' ministro='ministro' esses='esses' possíveis='possíveis' governos='governos' mue='mue' cie='cie' pura='pura' que='que' ticunirci-mentoa='ticunirci-mentoa' origem='origem' ex.a='ex.a' quo='quo' fazem='fazem' acabou='acabou' inculpar='inculpar' se='se' por='por' paiz='paiz' authoridadcs='authoridadcs' não='não' pois='pois' a='a' os='os' e='e' qualquer='qualquer' intende='intende' quando='quando' desejam='desejam' p='p' urn='urn' s='s' u='u' esforços='esforços' todos='todos' possa='possa' cita='cita' quanto='quanto'>
• Em quanto á* gmidas de segurança de que faltou o digno Par o Sr. Marquei do Fic-ilhu, disse 8. Ex.(, que em Í839. tendo sido chamado aos Conselhos de Sua M.igcalade, e tendo p»r collega no Minhterio dasJuUiça* o Ç,-. Condi» íir Thomar, o primeiro cuidado de amh,?, e em que entraram muito seriamente, foi — acabar eorn .-Un-le, isto é, porque era do partido nppn-to upn-.u-dxu); restas torsiOb f»i necessariu lecorrrr a fur-ça regular. É verdade quo ainda h«ni«in elk Sr. Mfrmtro ouviu aqui grandes censurai ás incipa-cidades militares, mas declara soleibueinenle. que as guardas de gendarmerid, guardas cms, c n guardas eivieas, ijto ó, de qunlquT denominação que sejam, quando não forem sujeitas a um regimen « disciplina militar austera, é mclhor nao as ler (apoiadot). Eis como o Sr. Mi:ir-lro responde 00 cumprimento feito ás ineapaci lades militares.
O Sr. Visconde de Algés.......
O Sr. Conde de Thomar disse, que n.ln íntA de cer,to coíbo meio de opposição qiiá :n!frpclhr.i o Governo a esto lespeito, usas arjo.a o que sosile e, que esta discussão apresmtasse um qua-iro si .is medonho, segundo as-informai.õri que diisdiguoa Pares, competentemente habilitados, liuliain acabado de dar.
Que estimara ou\ir a promsjs.j do Sr. Miuislro 00Reino, mas oxalá que ella não seja nni.-niiienlr para satisfazer de momento a Gamara, c< nu» já tem acontecido por outras M>zes, pois incliiíitfa-mente ha meãos que S. Ex.* primei (era apresentar um pnjecto dentro de Ires dias, ,-alé hoje se espera por elle 1 O Sr. timbiro— Eaíá prompt».
Em quanto aos relatórios de certo que o nã'> podiam tatisfazer esresposind dotír. Minsstru, por que so e^tn serupre a esperar os últimos acontecimentos, as Cdmiirss íioani tart.bem bampre á espera que tí. lix.1 eatizf.içi s nu ap^santação.
O Sr. Visconde úe Àhjis — UniríffiBfite para !em brar ao Sr. jatiuislro 1J0 Rcinu, quo síirsd sonu1-nieate que além da eslatinirn, pelo Miuitlario do »"ino, VÍ858-) lambera urna, outra pelo Mínistetio aos negócios íieclesiasticos e de Justiça, para a Limara, poier faswr a combinado dani duas9 o i^oiar m j«U) Wírmro (qpoiqiw), Mqs# çodjo 0
Sr. Ministro da Justiça- «tf ha pouco tempo tao Afiinislerio a seu cargo, e nlo póíe dar mais informações : seria conveniente, que quando viesse a estatística criminal do Ministério do Reino, o Sr. Siiniítro da Ju-itiça mandasse a do seu Ministério, ainda que «íeaaçQinpanbada de esclareoi-meulos que ainda não poderá dar; e se tanto fór necessário, elle orador fará um requerimento para que venham ambas as estatísticas, porque á preciso combinar uma com outra. Ente incidente tet minou.
OKDEM DO DIA,
Continua a discussão âo parecer n.# 126 daí com-missões de a-imm-straçõo publica e guerra (Vid. Diário do (loveino n,° 117). O Sr. Vitconde dr Potentes—-Sr. Presidente, é fcempro fies.ígradavel entrar na discussão de qualquer objecto, quando a Camará se acha fatigada, por ter pre«tidu a .sua allenfão, a negócios tão imp.,rlantrs corno esle de que se acaba de tractar. £ por rssa razão, Sr. presidente, que eu não posso deixar de entrar neste objecto com algum desconcerto na ligjção das minhas idéaj, em relação aos discursos dói dignos Pares, que hontem defeqde-r«im o parecer dn eymmissão ; desconcerto deidéas, digo eu, porque não é possível em circurnatancias líies, ligar bem um discurso que versa sobre objectos abstractos, porque em abstracção foi tractada houium esta questão; entretanto eu espero a benevolência da Camnra* que se t«m manifestado tantas vozes beuigna para comigo, me continuará a favorecrr lambem nesta occasião, relevando-me o desalinho que se me possa notar na discusaão. Sr. Prefeidrntc, o digno Par que hontem fechou a diseussso, oàr. Proença, quando começou a fal-lar disie, que tinhii pedido a palavra mais para da«- Jogar n eu sntirfaster o desejo que tinha tna-míísladi de fdilsr em seguida a S. Ex,1, do que mesmo para combater~o projecto, a que se refere o parecu d.i illuilre commissão; porque a res-prito desse p.irecor S. Bx.1'tinha tenção tão somente do apresentar em poucas palavras os tnoti-vns em que -e fundamentava o seu voto, como signatário do mesmo parecer. Sr. Presidente, esta referencia sarcaslra ámiaba pessoa demanda uma bre\» oipliraijão, | or isso que me parece pouco próprio, 8 <_ fiincrões='fiincrões' depois='depois' suliicieriles='suliicieriles' hs='hs' ii.='ii.' projecto='projecto' altas='altas' conhecedores='conhecedores' sentido='sentido' mprs='mprs' authoridades='authoridades' madeira='madeira' presidente='presidente' ipresenloii.='ipresenloii.' ventilar='ventilar' como='como' nas='nas' iha='iha' faisr='faisr' miniilranjo-se-lhe='miniilranjo-se-lhe' importância='importância' duna='duna' victima='victima' ao='ao' as='as' explicito='explicito' ihs='ihs' vezes='vezes' isso='isso' ri='ri' mostrar='mostrar' rceslid.i='rceslid.i' lendo='lendo' questão='questão' conversar='conversar' doo='doo' dos='dos' odioso='odioso' seguida='seguida' cjwpj='cjwpj' desta='desta' ipferc='ipferc' combate='combate' se='se' por='por' essa='essa' sido='sido' desempenhar='desempenhar' si='si' indivíduos='indivíduos' coino='coino' parecer='parecer' ias='ias' ijuc='ijuc' antes='antes' ern='ern' tão='tão' a='a' opinião='opinião' e='e' inaptos='inaptos' cm='cm' pesssoal.='pesssoal.' ilha='ilha' m='m' o='o' p='p' digno='digno' desejo='desejo' tenho='tenho' concor-dpi='concor-dpi' fui='fui' cabiila='cabiila' da='da' referencia='referencia' cham.nla='cham.nla' com='com' ailmira='ailmira' tt-el-las='tt-el-las' de='de' do='do' iioiis='iioiis' srs.='srs.' mesmo='mesmo' dar='dar' sempre='sempre' das='das' daquella='daquella' me='me' um='um' pai='pai' dcprimeiraauthflridadeemponlo='dcprimeiraauthflridadeemponlo' entra='entra' liberdade='liberdade' reunirem='reunirem' tuncçnes='tuncçnes' dignidade='dignidade' par='par' uivrssidadefi='uivrssidadefi' repugna='repugna' levadodecon-aiiieranlpg='levadodecon-aiiieranlpg' discussões='discussões' em='em' retir.='retir.' cmieniencia='cmieniencia' entro='entro' pursonalidades='pursonalidades' campo='campo' sr.='sr.' _.='_.' esse='esse' este='este' eu='eu' sri.='sri.' na='na' deputados='deputados' piesidcnlc='piesidcnlc' já='já' ema='ema' pecuniários='pecuniários' que='que' no='no' motivo='motivo' voto='voto' est.i='est.i' entrar='entrar' muito='muito' ume='ume' positterns-ís='positterns-ís' wmpre='wmpre' ci-ino='ci-ino' sã='sã' gamara='gamara' tive='tive' occasião='occasião' para='para' discussão='discussão' camará='camará' defendido='defendido' organisação='organisação' não='não' meu='meu' i.fío='i.fío' desejasse='desejasse' iieu='iieu' á='á' iinport.inlf='iinport.inlf' os='os' siiuiciosd='siiuiciosd' é='é' cí='cí' madeira.='madeira.' qualquer='qualquer' anciedrade='anciedrade' necessária='necessária' pi='pi' quem='quem' tendo='tendo' minha='minha' recursos='recursos' flrido='flrido' princípios='princípios' tò='tò'>
i-oi por esta r.izão, Sr. Presidente, que tendo pediuc a p«11í*trfi o n eu antigo e respeitável ami-?,"¦, o Mr. \ iscomle ue Laborim, e pouco depois o diírno Par n Pt. !'rocnça, eu só pedi a V. Em." c palaua alguns minutoa depois de S Ex.*, sendo rsse iiite;\aiio sullieiantc para poderem pedi-la todos os diguoi Pares que se sentam nesta Cama-id : ep-rqcc nm(?H?in mais seinscreyeu, pedi então a pa!.,»rí», porque tsndo de fallfir dois dignos membros d.:qiu>ilc lado, dafendendo o parecer, e int< iidí-nd*. c-uque devia fundamentar o meu voto, nada mais iiitnra! do qae psdi-la em seguida a dois dignos P.irts, tm opposição aos quaes eu vo-ia'.3. Ora S. &\.' vaien da palavra, e eu intendi que se S. Jix.* redi;i para fallar depois do Sr. M;ni3f ru io K |ej^oa^j|^^|^m^^drd:ai^às ,%ncçSéi -é | cjrttte^^^^fwtr <ílpejnijcòntrariaía p='p' ser='ser' esfer-='esfer-' èstàs='èstàs' imllltíii='imllltíii' _0j0à='_0j0à' hlo-de='hlo-de'> í dí|-3#|H^s|Pmal-ròs^toilftfifíf \nflffalo' eptos" ptra ^f^f^^lite|jtfn1r*ium£ytíl- ipdf-fflâbttisOjí- de ^ue- te* fsp^^ift^iM^.Jnc^tenííl^s^a^sértiio j Ugo I a|rf||ii^^r||% &êà Èm dapjõllliçio das mâxi-l í!?%*^|Í*^-^Pl>r ^#P -c|)n&a os princípios, Jg.Uj l sJ*|Pf|^^n1É»;^sõbr;ea.o «bstra-ctO^dQJiprincirjiQS 5 Pj^f^l ^ffttfl^âfiíéodo^insuita^offço, tio entanto lji^f^:^«uà%ol--p>in5clf io^ dimana â Jegísla^ão'do I |f«t,v è assim devemos considerar &rt regf a* eomo ilãaiieipfes que aofde^em regular nasociedade, í©ua^aellej queisaPTipi; de fuodameiito alei es-[%ipii, ou Ãque.IlejjaBt se deduzem como corolla-tte daíleè escripta è dósíltâbitosj ujos m costumes | do boa imofaP 1* âflç^dadie.v Oia m percorrendo ; íf* qujô. ^M«-Í*fle^|plà"4c|!içca': lis attribiiçõ«s [píltee^-no^xíimíjBlDi .%# cdrjfmlnlio ^de «mavdi-¦ fisip^ rèí 0 i|oJtremaJ fazéf. Oaqtli « Lei íprtrhjbe ê qiie se* ,f e|jittitt|igi o!1 õJ5feptdQi\ e é por isso què Se traj-:I||:;igJ3f| d» átjlà^ íst* Ui de -'excêpffbs fundada' ^.«jl^ç-íiíidíadè-jitff * Srjpi^Ptejiiinl», d* qne os, militares podem, i MBOiar$ifttêr pipveíto ij& ibeto p^feliwo, âeseropej-; n\m «I J&M^p^,adtninj«^ratii%s4 gq.ui |etnotf:na| ^-wafí-Minillfflniê-nto palpitante ao digno P«p,| ¦;o #T^Mn#q|ií# 4* -Fr©«ti|j*t%.*^qife ífof-p'or afoitof tçppõ ÔftT#pador civil de Lisboa^ com aecefta-^ -^^t^fWr""* fosffrdfo^ sèttípwi.dâ;ijelhoi» confeito. í C#«ot/eloi:fVBti-»rèá-l «-Sr.W&ceflle dtilemoi;:. 1 eW GoínÃrâ WMn. W«co«áiís de ¥alton|o,e-¦dt^onieíálI-Barett,! Wgo1- se |â;'tem i4d*r etnve-» frii»li-»^fi>^niíliiar8i*p'af« õi #t)ver:noi-CHÍ#, -e felo/âf^Plotòçélc-ha-va^^bôOTeaa^ote a medida^ sô por não serena estas aptos para 0 desempeútfo dais fuaèçlês âdm|t)|#|rff3rfvâ#yl pe^a iraesõit ~-clou-* trina -de StIteJ sé pròfa que «òiilhffiitfepro^i^ àettcia, põT este lado> nã» está fora d*a toWfecção dãJ1 matinas: #ek,?rJSm «quanlí) *aôs precedentes, v»jo #s bons |ér#jfos qne4na ilha êàaMaâ&iVa fes o ir.íMojasnlBí) de Âlbúqa«|quej qiie reuniu alli as duas Éaneçõés* ooag grandae utilidade fupoíu-do$). Portaflto, Sr. éreiJdéaAe,, se» este precedente é bom, segue-se que oSr.Proença, txetaindo das: collecções das máximas justas a utéis a aceumu-laça», px>r-ser infdu^iiMente:í& -oèratfarlo #11ber-dade, não attend^a aqui entre" essas maxrmas «tei| esteta este precedente, oqotJnlo éexcluido. dos princípios abstiactoi^seadô ô«rto p»r issaquê o fàctd está em contradíegãò com a: op'iniSo?»do digno Par, l fe í 0?Srí» (songe de Thomar-^-JP&ço á palavra. O oràãop — St. P£e*ídjjfrlê-, >S 4-ltft.* decfarou que o Gaverno, cha»maiáj3»ao;jçâi»po án$ expJícãN coes, na commissão dissera., -queloem â" falta da oõlfm, nem a da segurança pafilha #1 MMftra, dava motiv» á apresentação desta medida; e aceres-ceritou» o digno Par, que 0» 0m de tudo acharia, q«e só |e çwiídecava este rèmediò, c«niQ uba *ê- J médio Jbop p%fa o mal das vinhas*, Sr. Presidente, eli i nteod o qo« "saodo a q uell e- mai *da • m*Soif g ré- -viflaâe paraaqaellí íliha, e nío 4ènâo âóf diffiçii, mas até meam^ díffltiílínro cn Sr. Presidente, na minha opinião a ilha da Madeira é uma especialidade, e por isao não posso; 0O|rcordar côm o digno Par qu*ndo diste — Sraj primçila aathorídadi na Madeira não» pôde de-: sempenhar d.ígnament0 as iuas fuoeçlss/ p^r trloj estar1 mi ôfrcumstancias de* sr#àeier e tr»tg¥ as j Altas Personagemiqcii alli aportam por a maneipâ própria e devíd* ae decoW fonuguez, por t&r'> pequeno 0 seu ordwadpis #iiilo* âagmeate-se o or4eDado, qtiô é ftsa a coosepéliciâ Iftgíca ; porque sendo pequ«no» os ordéttlto etn Ioda a parte, se oiwmedio «stíf^ise aait^camollâção, a logitía pediria, qWe tosse ;gér*l esla raedída daaccnmul-; Jação. Más isto na© ípódetw; logo a medida qiiei se propõem, no projecto de lei em discussão, nã$ • é adn3ÍSBÍve|. Mm permitia JS. lx.a, que eu liie observe, quà ©ite ai%nm«nt«j tião me pareee «urto lógico erà rélaçlo*4 especlalíd»ti« da ilha cia Herdeira (apoiaiffsj. líum facíQ^ Sr. Pr&íid6Di»,tque ísa prinfêífa* aatheridAes administrativas eaa tedo o paiz, uloUeeta o gafiBcierite para # sustentarem &ora aqítella dignidade, que è própria ;dos cajrgoj qae%*ifúem ; -s-ttias ?etd(fdeg|Ta|aBÍeBte, ceffttf ítwibeiBv que não é possivtí ^ptsr irá faaér o a«$pe^o 4q|-io âlQ^ #ift| fm§refles*ço® ie%ão is n«cefiiílad^ao««vi9^,#çoni relieSo ^^ í» localidades aontft n*ttm *» *M* íadoSaT^^f 6BP6cl»lw*«*. temkm m poiía I *hm * -logo é ev áeote, ,1 , pri^rHatbo-» dftdedew estar alh ew *ircummmm de «t l der tratar çotíi dignidade essas AlfPewonÍJE, ^para»credito ««onra-do p*u cMvém mini^rarl ine m&iosl e rpvasti-Js c|e importsnóia e prestigio, que a tornam respaitavel pedante essas oxes-; mas PeiionageM {apoiados J 1 Ora, isto demanda um aogmeoto ãe ordenado, e eu prefiro, qjie esse cffd«nt Além de» que, Sr. PreiMení#, as-duas atitho-: ridai|s> mHflac, e cidl ún ilha da ptdewa, então qaaiLsempte em certa rivalidad*; # o focto mes-mn sde aporter«m essas AUas-P«raôiwgeas, áquella Mha, dá togar a querer oada uma dessas antho^-rMades serem iludo a primeira. O Sr. Conde de Thomwr — Ha! essa é a razão. O orador*-Eu não digo, que esta seja a pMn-cipal razão, mas é um arguoi«nto importante em favíor âo ptoj^eto. A authorídade civil, pelo Código, tem; o primeiro logar : — a auth »ridaá« militar é fôguniiaria:—mas o faseio é, que o eom-mattdfntcda divisão, ó sempre n»a pejsM ina-potlante. (vozes—Já lá nfo ha íiso\) —-íFe&e*—-Já lá não ha «só, O orador — É verdade, aetualqaente ba só alli ciiit comunandante de força armadj; e enlãa é íssauiBH; razão da mais na minha opinião para Pois periga a liberdade, porque asitincções se accnmulam name*ma pessoa, na ilha da Madeira, sonde as providencias podem em breve chegar: e »ão perigii eol iodas as buíras nossas pofsisssões, cujas distancias sao «utl^.maior es, stndo por isso, qde s#ídep&w de omito ítaipo as providencias \i podem chegar? ICIò combin*, *êt. Presidente, mas talwz que isso seja déndí á aâanja curta íntelligeneia. J , *, - Se os princípios são a collee^Io ãm máxima» justas e utfiii: então é necessário convir em que nó# «stamos gorefnandoin|uittmtnte oâ povos de Loanda e de Gôã (apoiai»sj, í O Sr. Ministra io Rtâno— Eu não estou pelo stntidô d|>s apoiàdiOB qnt estou ouvindo (riso), » *- Oioraáor^-|r% Presidente, eu bem sei o que sSq os princípios : tenho sido victitna dos pritíci--fios, sftwftiatiCDporttlesf' ehei deâ*mpíesè-lo; Sf-toígoi por-ifto, têr tanta dedteaejo em âakik dos ptíneiptof nesta Gamara, porqus tenho as|w a oertefâ, de que não hl-de perigar t liberdade do njtu jmizs e quem tem si-ití victima da libar*-íáW#T-s|> a prométíe defender ãerarpr#, mo pode djfxar de folfãr qtíaâdõ t»bsd*fa ô seào liberai ## tãè distinetos e abaliáadosdtfensores. Srt Presidente, eu não trà«io a presente questão pelo ,lad,o pessoai: mm «bia quem era a pessoa escolhida para ir para a ilha da Madeira, apenas *honlem sabe com exactidão quem era, por ura digno Par qn^ ae senta n'um doai bancos superiores ;-e ãm a minh# palavra* de honra, da qoe nunca foliei com o Sr.|||nistro do R-eíno 4 til reipáito, -\ssim, | on, tu não queria fallar sobre o Sr. Miniílr.) do Heino, pela mesma razão que o Sr. proenra, que dcfindia o parecer em discussão, >ião queria também f liar sobre o Sr. Visconde de L»l>nrisn. \qni tem V. Em." e a Camará a razão por que pedi a p.ibvra depois do digno Par oSr. PriMiça. í'eço desculpa desta divagação, mas eu dois rc3poii(i?r ao digno Par, e dar esta expli-car.lo, porque ?s expressões sarcásticas deS. Ex." lançaram 3»l>re mim nm grande odioso, a que era mister dar o •'onvcimnte Correctivo.Sr. Prps:iJe-ílf, -> digno Par o Sr. Proença de-foisden o parecer, encarando a medida do projecto \imio da onlr.j Camará pelo lado dos princi-piei-., da c-meni-nuia, e o da necessidade: e S. K\ ã o Iir. Viscondf de Laborim tractou a ques-tnn sm rel^ijão ao3 princípios, ao espirito, e áop-píirtisniíp io Oi^o o Sr. ÁJmeida Proença: este project» <_ prin-cijiioj='prin-cijiioj' rs='rs' os='os' principiofl='principiofl' porque='porque' ciiít='ciiít' _='_'> unia colecção de máximas justas e i