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• 6AMIRA DOS fllteÔS PARIS,
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Extractos dos discursos do digno Par Visconde d' Al-gês na sessão de 17 do corrente, que por não virem a tempo não se publicaram no logar comps» tente do Diário do Governo n.° 118. O Sr. Visconde d'Âlgéi: foi talvez um impulso natural em vista da gravidade do assumpto cgue o moveu a pedir a palavra, porque também está convencido de que não se perde o tempo qaa se emprega em assumptos desta ordem (apoiados); e pelo contrario erê que mui "profícua pode ser egta discussão por facilitar o raeior áe eoaheeer-ge o es» lado da sociedade, e por tanto o que convém adoptar-se ; e por isso applaode-ss o* digno Par de que não sejas não deva, e mesmo Dão possa ser um motivo de política (apoiadoã), que ciuie divisões, ou parcialídades, o que psrfence á segurança e bem-eiíar do paig. É por isso qm o nobre orador preiencioo com muito sentimento que appareeegâem algumas susceptibilidades, quando iodos os que fatiaram não duvidaram declarar que não pretendiam dirigir censuras á Administração por um objecto destes, que é na realidade mui elevado para se prestar a Isso.
O nobre orador Intende que o augmeaío do numero de crimes não é" um ia romeiro seguro pira se julgar s® em Gabinete compre mal os seus deveres, e nãojrere,, como d@ve, os negócios a seu cargo; porque moitas veses acontecimentos sx-, íraordioarios toma© mais numerosos e graves oa crimes, com quanto se tenham applicado os meios adequados- para dimiuni-lo», e torna-los asnos graves.
Causas bem sabidas, e de bem longa data, que não de hoje, tem levado o paig ao estado de falta de segurança am que te vê; © por isso lamsnta (mas nle censura), usando do seu direito,, que a Camará dissesse na resposta ao discurso da Coroa, que dava graeaa á Providencia pela ordem e segurança do paia, quando eora relação á segurança, apenas podia dar graças á iProvideneia por não ser peíor (apoidot); e em por assim o intender, que «11© digno Par queria fazer uma emenda, quando se diseutiise a resposta ~ ao discurso da Coroa.
Mas essa oceasião passou, porque a matéria se julgou discutida, e agora o que se precisa, é concluir por alguma cousa útil, dar algum remédio effieas para se sair deste estado; ** para isso pede o nobre orador m& Srs. Ministros e a todos, que se não coafaoda o estado de segurança,, quando somente se eommetíem crimes ordinários, som o estado de .segurança, quando .apparecem. attentades d® primeira ordem (apoiado$J; pari se,não eHgaaarem.com o remédio, que não é idêntico para ambos os estados. Aos primeiros, vendo-sf-Ihe a origem pelas estatísticas, e gg causas concorrentes, applica-se-Ihes o remédio próprio, que pode ser mais ou menos effieâg, mas que sempw ha-de produsir oa seus efeitos • mas aos segundos, o meio d© os reprimir, e de obstar á soa repetição, ê não deixar MUbeleeer-ie a, impunidade (ãpoiaãoêj;
Convém, portanto, S* Ex.% em que é neeessã-íia uma medida legislativa, mas não é fácil diser-Se já qual b«Hl« ?fr! «5o íe pode, por inciden-
te^ discutir aqui se para a punição .bjtb-de ioter- ^ vir os jurados, ou não; sem seMo-àVorganisar— le por um modo antes qae por outro; e por sua, parte, quaesquer que sejam as idéa-s que teiifaaj sobre isto, agora limita-se a dizer, que se ha-do haver jury, é indispensável què seja composto de jurados independente^ floe Jjgossam dar o «seu veredicto com indepenâeicia, alíàs a íaitítuiçâo ha-de desfirtuar^se, ep*|ogií= jáe produzir sm$: fruetos naturtes. Não §abt%?ie:l>s réos hao-de-ser julgadoí na gQnaFia* w4ií;píôai«**dt> delicio, :com quanto saibamnito beiijsM|iie-4©v.e ser naqaelia que offerefier^iBa-i»^ gafãntia^ á justie*; *e s« a maii próxima « ttio ofetecex, é claro que se n?o,*tl$ve %referida; .et Assim mostrou o íiotee bojador, quanto a ajl-sumpto era grave e importante, e quinto reclamava as mais sériaa attenções da parte do< Governo, de quem, S. Exj* as ^espera, rassimícôfio. espera que, sendo os Srs, Ministros os primeiros e mais interessfdps*; na tr.ain:qufHi4tde 4o, pai*,, tratem como convém, e sem su3cepUbilidadess de a assegurar (apoiaâos.) i » ,. r < I * OÍJÍr. Viaeonãe âeJlgik: acha-se tssifnad# no parecer -que s® diseute, e por isso. pediu s pal#-iiú"frVp'orqu)è iria de encontro á ipratica porèlk orador seguida soastantemente, se desta ?©s ae limíiasse a dar- ara -soto áilfi4f.tôs>a.; - ;»¦ -. :c?~i O nobre orador .estima ifue esta" quôiião não seja nem possa sér ministerial, nija pesstjál^ % a elo â© querer considerar ministerial por versar ¦ sobre soa píojeet® qae isve a soa iniciativa so Ministério, o qoe é contra a idéa qne ®lle orador, e erê que mais alguns dignos Pares, ligam a®gga palavra, que só péda ser applieadâ aos as-' semptoi qae lem uma ligação absoinía com o sjitema político do Minístirlo, ou com objecto importante, que tenha psr isso d@ empenhar todo o ses valimento eom a maioria qae o susleoêa, paraqse a sua proposta, qualquer qusssja, ob|e-nha e assenso dessa maioria; caso qae se nl# dá neste objecto, pelo que não pode considera-lo ministerial; e não o considera pessoal (fâllaado eom rtlação á pessoa que se dii estar oa lembrança dois Srs, Ministros, mas que não gabo se «ífeelivâmente está, nemeonhees), porque se essa pessoa influísse alguma cousa na questão, inflai-ris d® eerto para bem, pelos elogios que faiem to sea manto, e capacidade como, militar âis-IÍE§to, Iodos os que conhecem @ese cavalheiro; áe sorte que s@ lasse pessoal esta questão, isso levaria o nobr® Pae a apsia-la (mpoiãdos). Ânles d® entrar na iiíeussi*©, dea S, Es '', %m some da commísião, á Camará, tesplieafãoéola-t eonismo á© p«r«cer, qa@ aeliaúta a éi?er qm, ©ftara* jeel© não áeve ser approvsdo, sen Cádusír m -r**-iões*que para isto teve, • » qttô piiese fQ.s^«ra-abrigada, por ss? u® deva? da* rominifsões.efe-ilareeereffl § Camâri^ eom a>.©aposição" im ja§-tivos çae asinduitm a propor,um-iotá q«glqs«f, teja #e appr@Vi§Io, §e|i desr«jêi|íff-* t^ndo per-iasto tsi« ptresef anã exeepfSo éiMgm. . £ Esta «seepção, eoestudo, intende o nofetê orador qu® foi o procedimento regalar e logieo qwe devia seguir, a eommisslo. A separação-da^áítrí-buições admiaistrativas, das militares, atendo © principio firmado pela Constituição como «raâf a* rantia das liberdades índividuaei,- e ia© gatapte-sentando nem no relatório da proposta cfo&avieFBQ, ¦nem no parecer éa commisslo da outra ÉJa»|xa r^izão nenhuma para authorisarj, e mostrai iad&« pensavel a quebra qus no principio fag o projecto para a reunião dessas duas attribuições b'tum/M indivíduo; é claro que â cornsaissão dgsía ea§.a não se julgou habilitada para propor que se pai» sasse iobre o principior conservou-se nelle, e degéa então a lógica lhe impunha o dever de não fundamentar o seu apego ao* princípios,, qae « a regra, quando os que propozetam.g^xsepeâo não fe fandamentaraoi, como era de seu dever fase-Io (apoiados). Conveiu S. Ex,§ em que neita discussão se linha divagado muilo, e que tahes não foi sem ra* são qae o Sr. Ministro do Reino alcunhou de monstro o discurso do Sr, Visconde de Laborim, ta-xando-o de.ter uma cabeça maior do.qtre ocerpo, ainda qus o mesmo aconteceu ao disesrio do Sr,:. Ministro, qa% divagando igualmente .'muito* apresentou também um discurso cuja cabeça era maior qae o corpo (O Sr, Visconde de Laborim —Apoiado) ; mas isso procede do projecto, que sendo ai», guma éousi de abstracto e impalpável, fogeádii-^ cusião dais prineipios, e força os^ qae pertepdejn escamina-lo a divagarem também pelas abftr^ ções ; e foi em eoosefueneia disso certamentejiq»« aquelle digno Par: expoz, por essa occ»íão)ià£ãA'.i apprehensão,' qiie elle orador não paitítta^ j|fta«j que aÍMiu grande campo aoâ niorânentotj eratieií|||l do Sr. Ministro do Eeino. - ' „ -^-ú-.^t,..-^^ ^-JSe o-pcojecto fôr ap.pc0vado^:#õnift'*ejfl;t^tifd Jltoire orador ní© reeek ?§aef^iJtttto d» lfeid*^j se torne um-nueleD -de- defpo#|ÍB#*,iJiea^d|L|^|^ o Ministerio-j »-nãfl^eriCoj»giífttõ^e#Hagn%fi||^tí quisesse dar eabo ãklibewãsãe'(mp0Íàã0Sí)?tJmmí$;t parte i iílíraitada a êOnfiaftça qtie fem %4? »§» = felflfíos. Sente, pórtàito-, que ntú tivessem sido L|e^^n|èííd1das; as&expressões do Sr. Visconde de fa^prom^qm^elacão á classe militar, tão nobre f ISlMlItlnéli/a^oia^/, e que conta um gran-' ie^liMir^á^IlSflsfraçpes tanto nas armas, como àas|e||fâ|^eKfue;4este'o berço da Monarchia gsgiÇiípf úqtik ^ãiitingulio; em feíttfs assombrosos |oJ|4lll%m'traBalàos-|cieRtiricos, e no Gabi-|èfi^#^|IJo V_($hS, Br:*nio por. lisonjaria, mas |^%;|d|tL%gIí|ça|ho ",á verdade, e não podiam por-: fcp|J Ifl^áelàoa^-dâos pelo Sr. YIsconde'dfi La-|ór|^|:J|i|®s ^prestôAS,, .foram. degviriuadas _ por 'p|^^|pli||^sl-«fp4ã;-am eíFeito da divagação- a ^fvWíÇlij^^^JJQá^ôpnf oa oradores. Mas por-|i|;É|i|^^í||a||os «a|feíerei neisi classe, ngo infei^lJl^aã^rj* Jge; ^ejam .aptos para_ íido,. ^4m"|sl#^aj>cQ/bo^r"Í&se!çpeiiho d® profissões ta-" |eiram«níe^sfraQ&as :a:°s *seus estudos, á rigidez. |©^|efflsc|iaj|itóf'K.f meiQio á saa natural propen-ítãò.- -iÉ" -ifsíoi qae%eví|im ser intendidas as es-fi|ès^s^pvf t. V/ieonãe de Laborim^ e*é assim gaeèítcnâbre orador partilha delias; mas é ne-ieff9f||o:|||.|^stoJ- Vrtfqonhecer que se um mili-Isr íivlt,#mpo de que ^ispór, além do que-em» :pt$0."inosaesisdos ques,lÊe são necessários, eerta-JaÇo|© |e |ãp applicãm ao Cadigo administrativo, «,«©f \divejrsoj"-auçt'or.%s: "que teem escripto sobre ^i.fys^mts^iejtalflllini^lração, e ainda sobre a f aris^^d^e|i._^d^ni]^|tcativa: é possível appa-lt|{íttí|g^^iâl||r+^§pl o faça, mas sobre a ne-|l|S|í||||^a« l^pijf^â jásse estado, o qae tsm *:=, '{S;f o^l^p^lpeMa^ Es.% que ninguém ain-Ada^sí+^lpp^^lf^ióifl^lim militar nomeado Go-/vernaftíf^i^X'#:f|P%^;: iei|a combatidg é a idéa *âe;fl||^^|^;^||ernador civil, accumule fsimjiltÍp||^^g:-^|^Í|}buiçÕes de Governador ^milM^^lfr^^limÇ-çí1. Conde de Thomar — fEs^acIjim^pIfeJjl^eli^^iglrnador civil quem *o Go-|f ernõ _qÈTzerf|^^^^|5JB se o caracter ecclesias-:$í£fi |QSfe_.çow#lflfffí#tÍa;as faneções administrativas, fosse um ecclesiastico Governador civil (apoia-fÍos|;;,iÍáf^o^!^jiff|E^iso é justificar a--neceâsi-Made-id^lie^tt^l^ifll^le; funeções de caracter, e 5teí^en^;;Miifjtfa^||^'i|m militar, só porque . é fsplajpitça^à «djàn^lpíivas. Em quanto se não vmè^ar íía^àíitttflFaá Í'^lca desta escefíção, -está |em %e|hor ter|fi#;;,|f%fnj sustenta, os princípios, que garantem as liberdades, e qtíem propugqa tpor que!a juneça^ d#s ^Ctribuiçõss é inconveniente © jeoft^ria essas bons prjncipiq3 (apoiados). % Referindô-sf ao f^J^aistro do Eeino, quando séiiie tfpe as desjíc^QmuJlções provieram do exci-tameat© das pai^e^«aÀ qae foi necessário con-tenijpor^ar; obs®|^ttsgãp se os Governos fossem -o que~ deviaai-f ^|^® .serviço estivesse bem regalado/, e a «|d|ifanç|aâ estabelecida a recompensa proporcional, as accuisalaçÕes'seriam ama Jnjttsiicl":; mas qofn|o ^ssiia não é, as áeeama-laçõgs podem, jp'*lgfiis|casoâ, ser convenientes; qqie í|tj> p verdalíe,. mas que, por oulra parte, e faííanêo-se com iã.3^ã9fsobre o coração,' se as a^Wffialaç/Õeg Ifofíéiit -g)principio, e ' houvessem Governos 4e^tjoaa|0r#;ãins após outros, que se-^a dos emptegai p^Mieos? Estariam em meia dusia dê iadiyidQos, affilhados ou aduladores ãa% Ministros, e as|im eojatPariado o principio eonsti-tttcion|l de qaeftodos teem direito aos. empregos, pablícos^ segtiBidftpSiSéJis merecimentos e virla-dit? ?BÃaài-|a? #»3Éx^ notar, que não se pôde dker.tte abrtraett) iall^prineipio, on antes tal expggírçate l^bom, e tal é máo, mas ter atíeneão ao estado, « mais,j&irfèopsíaDcias do paia a que b© queira applica<_-lí _-qm='_-qm' pelos='pelos' ííieoafitteíxlês='ííieoafitteíxlês' do='do' qib='qib' rseêie='rseêie' gravis--imas='gravis--imas' inaia='inaia' elle='elle' p='p' aícamulação='aícamulação' apioaâoj.='apioaâoj.' delle='delle' príbcípiqda='príbcípiqda' resaltgr='resaltgr' orador='orador' pqdêm='pqdêm' quanto='quanto'> M& questão^sej&tft, ióbaervou, raíerindo-Be. â um deeameBtovoiifííalída Camará áos Srs. Bepa-tados, qas aqaeQa-Caoiara racoiaheces o principie .-áas.àegaçcQBiQlaçõeÉ^ e que sé por eseençao te desviou delfe-opte-saso ; i»as qu© é Becessaría dar a fisfô, p pr^orar * eonveaiencia da susdida,. 0 ®m qsaato -m _»5# *fme? assim, aão tesa sa®-,prido sau ri^õjref^dèfer.^uem propõa s sseepeão, qu®, por mú _isr j^tliicada, se loraa odiosa (apoiados), v. ff % - > .-'"« Isto toraa-ft jaiiii gliv®, qdsato hoje eslá de-monstrada -a,«í*f^nf^ia de deserliainar os ra-tbos Io farviff%_V#fQrfã; bem recentemente, em ¦ 1849, jtejseojàhéçeu ^ue c serviço fiscal erâ muito mal -pr«i&éo porque ra? -«uthoridades admiaisíra-tívas, ,qas ditavamí«,t®sta deli®, tinham duas na-turegas. urfia da* qpatiriujeils ao Ministério do Reino, @ g oairai a§ darFaienda, provindo dabi que quando exerciam- mal uma, ers neeeisario querunj Mioistro se intendesse com o duiro parg advertir oa âcsmiítir o empregado; o qae eessoa •pelo Daeret© de |0 -de Novembro de 1849, eo-nhesendo-s® desde logo grande melhoria no aer-^fOílTJor 88 ter determinado que os empregados dêfssfnda «stjyessem immediatament® sujeitos ao Ministério da Faseada. O nobre orador,suppoi este empregado a qaa se relere o projecto, reunindo funeeões que o coltoeam promiseuameQte debaixo das* ordens do Ministro do Reino, e do Ministro da Guerra, e perguntou, se quando s.ervir mal am, @ servir bem o oatro, «que se ha-de fazer? demitti-lo tquelle? mas itftô.fdesdoara o empregado iaoBr irando que elle aãs póáe desempenhar bem senão um do§ exerciêiss^ *«p|da ba outro perigo, que té contiaua-ío p»ra p àtô desiioQFar, ou por ou* ira jqaaiquer Taa^jfe% serviço ser áaranoso á «nação» - ¦ ¦- %;{^ ?:*>-; ;;¦ ;. O nobre op^dfp apn^aí mais : não lhe pareee possiTel quenailha %l|adeira, oun^oulrâ qutl-fqaer partem*» eòmmandante da estação militar *eumpra Mm os seis djêitres, examinando,, como Idèvt, è, que* pertence a este ramo do serviço, e fao mesmo tempo o ^ae pertence aa Governador ||ifp:í a ««tracção publica, a. beneficência, a po-Íte*r®*-«adêp;?os estabeleciinentos de caridade, fôs bens ns«i©ffi||§i, -ô até o-servico eecleãlasíico, ^6fqa>!O~Govf|%^c^^vj| superintende em tudo, « «^©íiiõ^ã&^wW^Jli^uem deve commaaiçar as irregolarídadoí! q\is enconirft «ra qnaiqae? ra* mo âo servifo. K com isto- os õcgs tiveres ní> Secretaria, ao Conselho de disfricto, na .'unia gerai, em toda a parte, o que Vns rao uclxa um momento de seu, se quer cumprir item a sna obrignçao (apoiados): que se diria, qu*; !á e:tá o Secretario em qaeot degcaúça, o q«ia u imare orad-ir fcha lerrivel, unas nesta hyw.'.he~.e --Ir.íís. paior; porque, se esse homem çiío iíp-^úcs í4o Sccretarío, ó da prxâfeiãí}, em r.oía l.o a ííim»1 aicfaçiir o conhecimento de tult» ¦¦ nu» .) Secretario fez, e provi-áensiar coQveí.lcalesusiíU1, e— ijaanto o militar, por mais' hab:i ^re »oj&, r/o ter» s chave dos conhecimento" £J.*bifl'«li*os, psra enlrar de prompto nesão coT-'ic.;irne:Ho, c Ctber a respo&sa-bilidade qae 'm* :€i'c'.ía da sus coafidaça (apofa dos). Além disso, a tsíía de cada ramo de serviço é necessário que :i.tja s aaihoriiJade coaapeiente, e que esta seja :i.n:ic{íccea copi eile; e dir-se-ha, que o militar «'¦ norju^enso cora o serviço adeti-nistrátifO, e -jue n:sts mister coarem iguaiaienle aos povos? O i">tne:u O Sr. Minislio do Reina — Peço a palavra. O nobre oraàur deplorou que ao invocassem os precedentes-, e qnc precedeQtss! Um, nos taaipoi ominosos de pucíia civil, ue medidas axtraordi-narias, e asâira r^esmo pão ;>?ssa de um Governador civil, <íue auihuriitade='auihuriitade' tinha='tinha' cnainsniíava='cnainsniíava' _.='_.' o='o' superior='superior' sãilitar='sãilitar' ministro='ministro' o-s='o-s' nem='nem' batalhões='batalhões' não='não' neohucsa='neohucsa' mas='mas'>& Guerra que «Pião era se dirigia a elle directamente, não o conhecia (não o conhecia co®o aLiimriiliée;; dirigia -se ao General da província. t\uc era rulra {.essoa, que está aqui presente c q-ie irn»:inilíia sí ordens a esae eòmmandante ti ¦> Liícihoos '' ipxriadui I.íue> Outro dos pfccc^enUs é oa própria ilha da Madeira; mi j csie r. O digno 1'ò.r prucuiou ~èr se achara na proposta do Go^cso Eifruíiiij cou«a qae se prestasse á analysa. Dis-á-" at'ila, que se propõe esta excepção atten(i-ií'lo oi circumstanciutt especiaes em que 'se acha o Wi-i < > ?Jaieira; mas a commissão da Gamara d is ;':*s DãpuUdos, não adoptou esta raaão> porqus CíIí» í-ci circumstaaciai extraordinárias, o qtif « .r.Kí :livciS'í ds especiaes. Especial é o que é prori. ;i: .jsjp-cIj, que ihs é natural, e cGDgenio; *.-ctiauJwirio o cue t* ióra da regra» o ,qiie não é ^psSo, m,, :í>í>3:í I i consa. A «*peciaíi''ft|-í> i~- -''Lia ^A il-ideira é ser am .difltricto de U". - • . rí ¦• ^ -ç"o. t-r:» qas as aob-siatencias e ."• 1ii.-'« ¦:-¦¦ u-c «c^rcuRi ds vida são earas; consiítc ,:.i ser i:uia itf.u (le hospedagem, á qual coacoi'"riTi &:nvui isiue cecteaaras de estrangeiros dici;acíos e ssba^UÚDS, que alíi vao, convidados p'-:5 eraci«".i:..'le .'o tiiisa para procurarem restab^.ce* » f?wíe .ítier-orads, e diante de quem a píi..-¦':••' pv.licridrtdo nf.o fleve appa-recer n'ama ;<_-jbçso que='que' i-='i-' _-.iií.sai='_-.iií.sai' sertanrtk-joi.vipl='sertanrtk-joi.vipl' ê='ê' _-.l--3--i.it='_-.l--3--i.it' deveria='deveria' o='o' claro='claro' c.íicciaiidade='c.íicciaiidade' tag6:_1='c:_1' aopaaeo='aopaaeo' eutão='eutão' ígss='ígss' tag5:npienle='_..:npienle' na-çrop='na-çrop' _='_' xmlns:tag6='urn:x-prefix:c' xmlns:tag5='urn:x-prefix:_..'>1 -»11-!1 ---"P-p^o, pois que deve acabar ^.-.- .rfo-*. ^v,.} *a circusastancias hãs-áe pas3a- rlj. Sste argaúií^!^ ¦>|;^"1.'O ,if:s replica o cobre | ofador, mtsvio síw.:- *.:'¦¦ ,¦¦« qi:® se fiseraet para o desirak, pr iu>' i". >'Í3»c c;-:t en&c deviam ao- j gmentar-is toiin? . a ':T<_..:ia>'.B ê .- Governadores civis; qae tc.csrái i=; ihASi 'om a j3C6ssiaaae do augmento, eísj iior^uo rrfí,n'"Ji:2 que todos j os fanccíonarios deste ?í's ?ji7o J)e aecôrdc tosi. i.a \jcj -'io de pensar está prompto a à?t » :r ¦ i\.- > * ap-io a iaseraãodfl j ama verba ds uu-- ^jjloô ilc osatoi de mil réis mais no orça v -.ií"-, r..n não dá uns o«m ootro a esta medida, c.u. *.vv «jviaíifioaáa por motivo ai- %iíZaT desejado sab^r ç^.i ico •!!«.•. *™™™\£ ta á^ara pf-gun^u eo Sr. rfimuro du Bsaji na reunião que i;.er-ini ge o Goterno lul»J gamas •pprekca>òe3 -bíc a il&a da Madeiri, que »levassí -a a que^ concentrar toda a aolbo- f ridade ua mo d*> r-m ,ó homeja para mais «eu-"mente, e com niciiiT i^it) nesistsr, oa p^oviaen-ciar como contiesse ; «aa? qua o Sf. Ministro r«-pondêra, que a s».""» sát^va triagaillo, qae odb-decia, e qus mdú mai^ hovis do qse a ealflBH- ) áade que «ffliçf ngs'8M«.»aií. .. Mas contra es-s cal-EÍ^Eda não \tftKfr^ j accumulação ia? fiiiirruea militares e «vis tt «ma só mão (àpoia4>>s ¦, nfo o intsníe assim, «J»a0 • | intendeu assit; msarao dcisois da explicação qw» se deu. ' . Sabe muito íi<_- que='que' uma='uma' elies='elies' paa='paa' se='se' caso='caso' cmraorjinsrios='cmraorjinsrios' masé='masé' casos='casos' requerem-se='requerem-se' _='_' necessário='necessário' remédios='remédios' ontre='ontre' rtí='rtí' j='j' íiuja='íiuja' n='n' o='o' p='p' proporção='proporção' nesta='nesta' uêo='uêo' soavel='soavel' estracrdmwmw='estracrdmwmw'>
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feen> governado superiormente aqnelta ilha, tom [ servido muito bem, mas quanio^ê esta exigen-cWi yWM"^ <_1UP lej='lej' que='que' com='com' pa='pa' havido='havido' se='se' ella='ella' serv-çodd='serv-çodd' máo='máo' _1cr='_1cr' mostrar='mostrar'>le desses Governadores civis, o que não é a3«im (apoiados); mas é goinlodo o que á primeira vitta se pôde suppôr.
Também não adiou que lucse ^alor o argumento de que o Governo pui a fazer esta proposta teia melhores rasõcs e motivo-», do que para anelar podem ler os que se lhe oppoe: porque, ob-gcrvou, que cora q«™Hlo >st(> SPJa assim antes de feita qualquer proposta, como com ella deve o Governo dar todos os motivos e razões que teve para o fazer, ao Parlamento; na discussão cada Ura dos membros do me*mo leni para votar a lei as njcjjnss razões e motivos que teve <_ a='a' governo='governo' osmotivos='osmotivos' uma='uma' tag0:_='apoiados:_' do='do' bem='bem' aprese='aprese' se='se' atou='atou' para='para' essenciaes='essenciaes' das='das' fez='fez' todos='todos' não='não' condições='condições' falou='falou' ro='ro' porque='porque' propor='propor' xmlns:tag0='urn:x-prefix:apoiados'>resenla-tivOi e não pôde esperar quo se lhe lc\e a bem o seú procedimento, sendo esse o unic > caso em oae valeria alguma cousa o argumento; se os deu todos como é de crer, o argumento não \ale nada, porque cada um dos digno* Pares sabe tanto da existência delles como o Governo (apoiados).