Coturno a«tu«l »ão pode ser responsável porque «taras do» seu» amigos 3ul«am 1UC .clle é mi;ihor do ooe bhb oatro Ministério, do que, por exem-
3o o o fasem. O Sr. Ministro pondera que t> prenso n.io sup- pór que 8* "a °PPOS'SS> c Entrando na questão do Porlo; essa que&lão que, ao que lhe parece, foi o objecto que o díguo Par escolheu para a sua interpellação, aonde- tào variadas aceusações, e qm tinham Ião remoto parentesco com tal assumpto, saíram da boceadeS. Ex.â; se lhe fosse permitlido. se o digno Par nau se offendesse diria que quizera realmente ver empregar o seu talento, os seus estudos, menqs em satisfazer paixões, do que cm mostrar os fruclns da sua razão esclarecida. Se o digno Par é meri-toso pela sua eloquência na exposição de paiiões fortes, está o Sr. Ministro persuadido que mais mérito se lhe encontraria na discussão, e tracto de objectos sérios, e graves, com que S. Ex.a pôde esclarecer a sua nação: r espera ainda qu* o digno Par, bem ser para seguir u seu conselho, mas d_éS.Ex.* mesmo, converta os spus talentos neste emprego uii] ao seu píi*. S i£*.a pertence a uma classe tão distincta na sociedade, que tem urna historia tão brilhante,, que se admira como o di goo Par vem fazer allaeões, que estão muito iibaUo daquillo que devia ser objecto dos seus cuidados !... Falia de associações secretas, de diios em tal época, e principalmente de umas aceiihaçõe» vagas de corrupção, e de agiotagem, que S. l£x.a não pôde attribuir ao Ministério actual. Para que a Ilude S. Ei.1 a actos de corrupção do Miuisle-rio, quando chamado n provas não as apiesenta, nem pude apresenta-las? ... O digno Par deu uma definição errada de Governo de corrupção, talvez de propósito. Sf Ex-a, nem ninguém pode victo-riosamenle aceusar a honestidade política do Mi- j njsterio actual; e isto di-lo elle Sr. Ministro, | muito seria, e muito gravemente, porque esta certo ; que tem errado, e que errarão ainda mais, se continuarem naqnellcs bancos, podem ser chamados ignorantes em muil s pontos, inhonestos em j nenhum : e não sabe que o Governo da corrupção seja outro que o Governo da deshonesiidade. O Sr. Ministro perguntou quem são os contrabandistas, sabe que ha contrabandistas na sociedade, porque na socieiade hi criminosos, desgraçadamente : mas que ligação é esta de ciuirabaadislas com o Governo? ... (O Sr. Ufaiqucz U« Vallada — E d pregam-se 09 contrabandi-las : não vou mais avante porque nSo posso , O dign-i Par pode ir ajé onda quiser Respondendo ao aparte, disse que podia acontecer que 5. Ex.* demonstre que o Governo empicgou um contrabandista, mas não poderá provar que, conhecendo o contrabandista o empregasse. Observou que ha aqui cavalheiros, que lêem oceupado estas cadeiras, que digam elles se esi.i na mio de um Mini Iro, de uma aulrturidade, de uno alto funeciunario responder, e responder até onde se fóie arguir, pelo caracter, e qualidades de'todos aquelles que teem empresado?. . E «'¦ isto matéria de aucusação para um Governo?... E como isto trazia o nobre Ministro au caso «Io Porto, observou que o Governo foi recusado por não ler prevenido um movimento tumultuoso, que houve pela súbita carestia dos cereaes; súbita carestia que appareceu também em alguus pontos do dislricto do Porto, e symptomas de inquietação apparecoram lambem em outros di&lrictos do Minho, como iiraga, c Viunna — isto antes que spparecessem no Porto, e a este respeito respondeu que o Giiwrno tem andado cuidadoso no nc j gocio das subsislencias; desde Fevereiro deste 1 anno. muita gente, alçumas aultioridades, cava-j Cheiros respeitanis de diu-is.is \> calidadcs avisa-! ram o Governo rie que mirasse i».ír si em quanto < ás subsistem, ias do paiz, punjue havia vima grande | exportação dos cereass, de iodo-' • s cw-a^s, pelos I portos de Ponuital, çin quanl" <_ p='p' k='k' pite='pite' _='_'> tinham os Governos providenciado p«ra que não saíssem rfciP) daquelles territ(iiio«.4fH)ã> ©**-tnui.ivam serem exportados— o Egfplf impediu a s 0 lepetiu o pedido de informaçõps :• ellas v,ier O gr. Ministro está muito longe de deixar de censurar, o censurou por escnpto, em ordens ás authondades do Poilo, o comportamento daquelles que faltaram á obehencia ás ordens do Governo; está muim longe, nem sp quer de os desculpar; mas ó preciso altendcr-Sie a que ha^de se-ftun a ordem das suas Uéas na gerência dos negócios, e não n d.is outros, porque a responsabi-li<_1a>ie c 'tia. Ãpprovou. as auihoridades o com-r port O Sr. Míniilrj (uz sentir que 03 tumultos cessaram, sem st preciso emprrgar violência; não houve sangue derramado, nem uma lagrima se chorou, e as pessoas, cujos arm-uens foram arrombados, hão de ser indemnisadas: portanto, não chegou aquclle caso. Este desenlace c muito salisfactorio para o Sr. Ministre, que mais esliina que digam que a au-thoridaie chegou a uma multidão de gente, que esta*a em agil-ição, ? lhe fdlluu com o cbapéo na mão. do que digam que < s dispersou á bayuneta 1 apoiados !. Caia kobre a sua pessoa esse ridículo ; apoiados J, c não s>b'e as aulhoridades, porque essas fizeram o que *• 11 «* lhes ordanou, e o que lhes tem ordenad» - mpre apoiados). Kefermdo-ve a ii-r o digno Par citado uma au-thoridade militar muito respeitável do Porto, o illustfc General Ferreira, observou que S. Ex.a foi lufoniMdo mal a rcs(eit'> deste illustre General, como de oulidi cou«a«- esse General não appareceu, não julgou necessário apparecer, tão pequeno era o perigo; o que queria, pois, o di íçno Par que suicedtssi*. quando um homem, que, ti a urudeuoia cun^ummada, se deixou ficar em casa .' Kotão não vale a penn fiicr esse apparato para tão p-juci» 'apoiados). Appareceram as outras authori Iade3. e a ordem restabeleceu-se; o pequeno damnii, que houve, ha*de ser indemnisado, e proceder se, segundo as Lei», como se faz em toda a parle {npnia-inx,. Que bem se podia dizer que a fomu era liclici?, mas que isso não passava de um erro de expressão, porque quem tem fome, lem-ni deveras. À causa da f ijmc, ou o que deu origem á ascensão do preço dos géneros, poderá ser uma luduslria de alguém, que pertenda ganhar nessa alta desgraçada ; mas as populações laboriosas, que uã-.' poilt-m pagar por um preço mais eicvddii, pssa.4 não s- qu^i taram da fome, fni^idrtmt;nle, porque unham realmente fome. A es-e mal que appareceu ii^ldiilaneo. appareceu o romedio Ião rduidu tomo » m-il, porque o governo do Piilo ditsc — «Dou nes c t.iBi remédios, e iidicilto os cereats eslraD^iMro^.»—Quando esta iiuticia checasse ao foco da necc^idade, cessaria o motivn Jn* elarjiom d«"S ««fojni^doí, jíeste caso ojfemeiio é violento,* eoiao è a necessidade, mas não se pode negar qua foi applicado rje)^ p|% m>is generoso e mai? respeitador dos dveitps;4fe propriedade, de que elle Sr. Ministro oui4u;fallar,; como se elles tivessem sido violados.. Violaram-se, porque sempre se Tiolam bo meio d«s tumu||os, mas a aulhoridade procedeu, como devia, jporque comprou pão para vender ao povo mais barato, e pelo preço por que o podia comprar, sem essas manobras, a que não sabe se poderia chamar epm-merciaes, porque não quer offender ninguspi/O Sr, Conde daTaipa — Não, e chama bem}. Observou, que o Governo não se contentou com isso ; e querendo acudir áquellas povoações do reino sem necessidade de fazer violências, mandou daqui mesmo9 uma carregação, de milho, e soube hontetn, por uma parte telegraphica, que foi recebido com grande satisfação, e como um acto muito acertado da parte do Goyetao {apoia- Continuando na exposição do que se, tinha feito, disse que não foram só essas as providencias que se tomaram, que algumas outras foram tomadas muito legalmente pelo Governador civil de Braga, pela Câmara municipal, e Con^elha de difiricto, e todas essas providencias, loaoadasden-trtr dasesphera da legalidade, restabeleceram a paz, que linha sido alterada peio temor que havia de uma próxima carestia. Hoj,e~ não .se contentando o Governo com estas, providencias para remediar aquelle mal, para assegurar o cereal, que faz a subsistência principal das classes laboriosas daquella p pulação, pois que ainda.faliam três mexes talrez, para que h|ja o frueto da colheita do anno actual; o Governo levou uma proposta de lei á Camará dos Srs. Deputados, equeba-de ser apresentada nesta casa (O Sr.,Conde da Taipa — Por amor .4iss£ é que eu quero a palavra). Pois não basta quaaáo chegar aqui aquelle objecto? (O Sr. Çoy>ãe da Taipa— Eu 1 go fallo). O Sr. Ministro, á vista desta confissão e relação sincera e verdadeira do que aconteceu, o que, consta por documentos que pôde ministrar ao digno Par quando qoizer, pois os teem diante de si; á vista, da narrarão dos factos, que são como djjse, julga ter plenamentejustificado opovernoj e as suas aulhorilades nas localidades, contra.as quaes ninguém se queixa. S.Ex.a o Sr. Ministro observpu ainda, que essas authoridades pão desconhecem a causa desta subida repentina, posto que não podessem considerar que os celeiros estavam completamente ex-hau&tos; mas no meio de informações e dizeres oppostos, é muito diffi^il saber por quem estava a razão, porque os diversos interesses seguem diversos caminhos, e tem exigências inconciliáveis: os consumidores querem o pão barato, osprolu-ctores querem o pão caro; os consumidarjes;jdjk. zem que não ha nada, os produetores dizem q«| ha muito, sendo por isso muito difficil, neste estado de cousas, poder saber de que lado está a verdade, açcresceptio ainda.outros motivos que « desneeessarío dizer. Tanto nBquella localidade, como n'outras dor^ino, mais para lesto pitnjyrte,,' custa a saber quaes são as exi^teocias^, porque não se peie calcular qual é a necessidade da terra, em relação á producção. Neste estádç, como s,e pôde estranhar, ao Governo que ignore aquillo que ignora muita gente, porque aquillo que é hoje, áma,nhã é já muiloadiverso ? Sobre tudo iusisiu o S*. Ministro, ©m qiie, s repentina subida poderá vir demais deumaçaup,, e veio de cerlo de mais de uma, mas com sinceridade ou «em efla — fez derramar no PQ'9, , O Sr. presidinle — Agora tem a paiavrf o^fr. Conde da Taipa. , ; , tí © St. parquez de Vallada—Eu Unhai pedill pr^neirp â pal.vra mas se o digno -Par ^qfiej-jaj-; lar,antes de mim eu ceda... , / » , O Sr, Conde da Taipa—-Eu pDdi a palpaiso^ bre a ordein... . ; j| O Sr. Prepidentç — Eotão tem o digffl:;J|ac a palavra em primeiro logar. 5 r\ ,., > O Sr. Conde da Taipa—rParece-lhè que 'so^jb um negocio de tanta importancir como, este, é necessário muita cautela; o que não se deve tomar no sentido de repressão, mas sim de pje-venção. *•-*;• O nobxe orador tem ouvido hoje e hinUsm.* tantos absurdos, e absurdas que podem dar dp siíaj^, guma dessas medidas de pbilantropia extemporânea, e solicitude paternal clandestina que possa levar o paii a grandei prejuízos; què Mo podft deixar de sentir sérias apprehen&ões, e ffiaoifesta-las. Lembra-se de que um dia em que era Dejm tado, e o Sr.. Rjdrigo da Fonseca Magalhães la í brãtn do qui então se passou, ,e ret&U- que ajgo|-ji, se faça algum destemperp ign*\. Quereria |fot tajitoiquel s&tftroGedesse^cçura .cirçumsgecção a|f s- te-|résp^||^. •uinaí?plrqpjo&ta..;.d^4f)-íÂ40, fiedo ^^j^enft Jaf authorisaç|ies!'': -,. -,/ .^r' 4^;;v--; _ Pi4igflo,P^r«obserfa :qge a^ipjagfiai.ejbl^oji, tão civilisada, qae todos os Srs. |Mtii||sJtrQS p/In*,, eipalmente carecem de pôr ocnlãsrpjraj|a v,er^|m/íf ,n*o só um par, agaas quatro, &e)$r &1& usai do»%| lescopíos de. fferschel |>ara bem atjestudare«i. ^gW diâ; gritava-seioamlo, contra a agiotagem, mas o que era ella? Apenas tjinjtii ap qua|eR^ patriotas quje faziam empréstimos ao Govetno cotft paneis ao par, e dinhairo, papeis gnpM*faPitèk£* |eij e^a sete; eç« ajsto que se reduzia a agiota* gejn; mas hoj* é tal a cívilís^ção a^ue^U ejbe-gau que a gente não sâbfi onde ellajésft, fl^Db corço opéra^ Qaep íabe se este çnso do P,orifb|| Unxbem ujnajaftiotagem?, Quem saba se elíà,|ojW á alta para'ganhar, fechando osportoi, ou á bai-, xa para g |íotoueo nobre orador, que p^Sr. Ministro tinha dito# «pias çom pouca exa»tid|o, Jgae, uãp h^ frigg* seaão d|W a três meief:,.—? n%p é assim, porque daqui a um mez já ojiii jap |libéa-|ejg, s O §r. Ministro.4q Ileinor— JBji.^lJj» tnp Porto. ;,0 orador—Poi^ não é metfjor tê-lo do Riba -Aejo,, do que do fsstrangfwp? (Apoiados); «, acerescentou que o que h dizer só o sabia quem tinha as mãos na m«3sa, mas que convinha que oj&oyewo tivesse disso conhecimento poriq!ue,JiB<_ alqueire='alqueire' jias='jias' perda='perda' _-jiítotgrigiuttrf.='_-jiítotgrigiuttrf.' amanhalo='amanhalo' mos='mos' dar='dar' réis='réis' mfdidtas='mfdidtas' qõtièra='qõtièra' necessariamente='necessariamente' s.='s.' dia.='dia.' _300='_300' nliaim='nliaim' leemfastoi='leemfastoi' qu='qu' wbfftr='wbfftr' felkajeate1t='felkajeate1t' _4='_4' evidente='evidente' isso='isso' jonaj='jonaj' onão='onão' que='que' _240='_240' apurqs='apurqs' t.tt.='t.tt.' gajrofkfaf='gajrofkfaf' _4c='_4c' representantes='representantes' por='por' então='então' tor-na-treonvmete='tor-na-treonvmete' elaspubjesse.4ue4efi='elaspubjesse.4ue4efi' não='não' qjue='qjue' deve='deve' _='_' a='a' necessário='necessário' e='e' çí='çí' milho='milho' toéar='toéar' qijet='qijet' é='é' grande='grande' o='o' p='p' q='q' pôfi='pôfi' ieem='ieem' queues='queues' tag5:_='a0tãralõf:_' vndndo-f='vndndo-f' xmlns:tag5='urn:x-prefix:a0tãralõf'> .q^f,jpftliD pão ,tenh^ P'1!10 ^t-l^^^il^í^f teota^V* '&/p ¦ a vU'ço>exacto: exa^qp, -,, 3 ,.-¦ >. f-, i*; ,g: . _ - Hguye um. uimolt^ noJPorto,, jnj&;,|^q consta ; ao jíadjír tqQJ %hpuyes|e ejn Braga, $ipk$ja$jtè~ ^ã$jê&&, -conriciaa-nl^iaesU, uUima»-|effa^pnWêst8, uraia,certa agitação,/porém em virtj^âe d^ medi*, da.s qaa a aiuthoridade torapu, jis cousas seguiram oíseufiamtnko rafoayej^e os, povos mão, fjè-, raaj ajvias de fa#a, como sucedeu ,np Pojfo, Diva-ae tamberâtuma circurastancia,^e,^, jque at pessoas que governavam em Guimarães^ jb Braga, são peoprietarios, e nesta qualidade^> teem interesse em promover a ordem ; eoí ijuàntò 3|ue ao Porto os prQpriet|rrõs êftã-cf em grandíssima mif noria, e a agiotagem em umtf maioria espantosa,. O notore orador intende, qae mais vale gastar 20- ou 30 contos de réis w çpmptra de fe,r|aei para^dar de comer aos que necjssitatn. le^rçaoí» gflijsosj, ,e«a par disto tomar outras providenciaji para* q#e af cíaf8e^ o,pp^rarias não soffra.m, e para qpeítfPBbtm nlo soffra a classe agrícola á qual se. djevj^ndaf: garantias, do que tamar prflvid8|-c|a|í JLfàerajriaSj porque não assejatam em estudos epSfMSj. # n'um fterfei^p çpi\hecimentp dof U-ctõsf Q nosso paiz; Graças ? Dfeeps, es|i em vef-p|a||de jpoacolMita muito ajbijndan.te, pejop-f^ tii^xhrfmjadfra, e no,Àlen|tejoâ aonde bt ; mp£ltp;írfgo, f.^aátpimiAho .-. CQ Sf. pini§tro d# leitor* cf jpi Ofadpr00gam em particular, e em «o* è|%a,.»^pr ^|gf|iíivltem^p.-—P
t *~QjQfqjíor continaatfdoij-^, que vai concluir, fodándo aosSrs: Mluistr^s. %ue njo levem esta .-rei* ^ - ~ «^ - - * 11 ' A i"t% nilK ^^l|y^p|apfessad^p^nte} porque eua e ae ^^'ai^ vjqãpoí^aiicla, qp#, pjira sç, resolver/, precisa. t||| p>uj,tp meditada, çidiscutidj çoaj papi: e, n^| é ^a;mpdida que pasje á prefsa jiaiCimajra Jot Srsj.' fiteputados,, e que também á»p|çssa passo s<_0lJqffpikos motim='motim' argumentos='argumentos' nndipa='nndipa' pflpsaníaldulj-='pflpsaníaldulj-' esu='esu' do='do' razõe='razõe' _5rjn='_5rjn' isto='isto' aptipiidi4es='aptipiidi4es' suas='suas' d4odas='d4odas' peruado='peruado' _05='_05' sorè='sorè' bfm='bfm' sãoar='sãoar' _.='_.' sjnda='sjnda' as='as' re='re' effeito='effeito' risfpito='risfpito' foi='foi' mqtíq='mqtíq' factos='factos' caua='caua' requer='requer' muito='muito' pelas='pelas' ftá='ftá' iioktfé='iioktfé' se='se' tag6:_='qçtf:_' nos='nos' qae='qae' sim='sim' jejue='jejue' não='não' wltos='wltos' _='_' poqet='poqet' a='a' deua='deua' medida='medida' e='e' sendj='sendj' diiiefen='diiiefen' o='o' p='p' pfipjl='pfipjl' forniem='forniem' qgjseja='qgjseja' srs='srs' _4çjonidejrr3mos='_4çjonidejrr3mos' âwaileqaps='âwaileqaps' cqmmiíd='cqmmiíd' pfjesença='pfjesença' xmlns:tag6='urn:x-prefix:qçtf'> ;fQ;i^#^4Í , JFoi ã§pr^§$fi a,pTQtogafião.. . > -, . i:O*Srf, Sejpelafio. Confade S^Uo-r-Em conse--qilBOjcli df jFÃSolução tomada hà3 d,ias par esta Êa* mara, pediu se á dos Srs. Deputados os esclare-. cijottfntp «mcque se fandatnentou ;o parêeer da-qflUaíCamara, sobre o augeneoto dos alumnfls do côll^io iipllitar : esses, esclarecimentos vieram, « são remetliios ácommissao de guerra -i»««» *^ ¦ minar-. „ „ ^ ò-, ¦ , O Sr. TÚconde df Potente,-?* P«5° » * • »"•_ eer, por qauto, «J«• "» c te 4 ^mu