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®ãé

-EXTRACTO DA SiSSlG DE 17 DE JULHC*Í ^ Presidência áo £m.m Sr. Cardeal Patriar&k^r*

Secretários — Os Srs. Conde de Mello, .,c*f|jn

*' " Brito do Rio. 1/^-Ç^

(Assistia o Sr. Ministro âa Marinha, e J^i^;

ãewois entrou o Sr. Ministro do Reino.) ..R;"

Pvus três horas da tarde, tendo-se yerifif^dé|| a presença de 39 dignos Pares, de^aronifl^ Em M0 Sr. Presidente abaria a sessão. ^r*

Leu-se a aeta da de 11, e a da reunião, de 1^: eontra aã qua» não houve «elsmafã©. -.-.^i,^ ,.O Sr. Secretaiio Conde, âe ftkllo çjeu coata|^;: sef aioíe Ci

Una offlcio »do Ministério dos Negocio*- E^^pfj StajtjÍGas. e de Justiça, reroeitenfio, já »attcciOB|J||J: «tn dos authograph>8 do Derrtti> dfl Cortes |l||í; raes,. pfelo qual são: conc«ííi4as, aa-.Govema, ^p^ ao dia 2 de Janeiro de 18o8. as antKoiisa^^J Ijndas; sjjbrp a, dhfsão territorial.-—JWa.aipjl* ehivo. ' - «.-*3r%s

O Sr. Marquez ãè Yallaãa pedindo,f e obtéa^' a palavra, de que ejomeçou a fater aso cora eop^1 fideraçõçs geraes, sobre a ínfja&tsçia áa ioiftíiE^-, Udjdp^qttaada s«jl| caca uoi~(jj^fut$^ qijy|jd|ii%" ffienos, é inepto,, âi|sQ, que a éki% ireftpMf*, IS^&fsí,-vérno actusl psU sempre* ew peei adoj côf iltRí^ porque a sua política 4 alawer al|er^f glíijqa^ que àe chama de pasielaria, mu á qual o uofire orador chamaria de desorganisajão, e diaaGja|3o; Que realmente não se podia esperar outra e«=p-sa, estsndo o Miwsterlo compôllo de homens, que não sé teêra sido apensados, e c^nsuradas-no.» jjw1! , naes de política op^osta, mal até porioítós ès oq- \ "tfos1, ^ue lintianf tnals otf thêttâè iÉtt#sâ#^o*f as iiéas de SS. Èx.My é niifco ê qiii fcsí«rfa*a%1natidè éifferença, oa tfèsv$Ftfta{$sitf parra os ffêWáeS*Birraís- \ tros, pois ninguém naais do que a pr^pjfria Rbte a condueta de SS.-Ex/8, apresentando ag- i cunaçõss de rou-bos, dê coanif enc|as. 6W toda | \ casta de atrocidade, etc, etc*. "*["j

E.era notável, que o Sr. Diíqde cfe Saldanha (tàmbeití aecnsado ua mesma '-RdrfiwSÔ/, ato se \ tenha lembrada dos conselhos, qUé^dáva aos eoí-; legas do Sr, Conde de Thomar-l ÁsúfyâcmQ tató- ; bem era molafíU qwe tte» S-* Èic«*t aem os oa-tros qae prat&eUerajoQ aMttãar em fârw** dentro do Parlamento, ao Sr. Çoade de Tbonjar, ainda até hoje não se tenham lembrado ép um compro-meUlraento tãò serio, ê'de tánía honra; pois o resultado ê,* qtte, tilo cunfpfiAdo a lua lAlarrà, ficam tidos por e&lamniaiiQreíy e" mirèattos para "Sempre com esôe fêrtelé! • ,.

No meio de todo que tiiatnos paisais," ^ que ?

também achava mttito ainguiar era, rqoeíe im»-í

punha a todoa o saejiQcift da ÇÉsiguaçãôi m#tt|íjdo

.sempre medo com a tinli í|o:8rf Coada dfl.Tha- f

marS Prova da pouca força com %m os próprios {

Ministros se consideram 1 - % I

Passando a traetár do objecto ês^eeíat* sobre

"qtts tU&rk - em riita faltar; ^W .4^ rtítftíáà#iàt&

aos strecessfts, qae 'ha ptiutoil "dfes - ti^rfrsmfiwjlf;

no Porto, psr éaati da éw^stii~^m cerèke#&§*

tiouou mataiflente a fallarsêbw o deâ#i^ètósr

ãotfeoridsdet, • c#naífeneia delliA, aígtaats v#-i.

zes, com diversos ç|im#i; dtnda-ie ja'aj|ans 6t~'

sos prata de protecção ôgctndatoia para com %eí$- í

des criminosos, como acontecera com o Mítj#r|

Christiaao, e

Qire aa cooieqaencias da impunidade íâni>jétí-í

pre mais íbnge do que prevêem os que nícrqae-t'

rem que se easíigoe, e que era essa a marota do

Governo* pofqoe tado acha tolerável, uma, vez *

que possa faxerv e ioconmendar coia segiirainei'

as #leiçô>i dos í#etl|í#s um m um* \, « i' |

. Gonssquenlemente, recipitu|aodo a espécie"dei

jttterptUaclQ que fuía ao Governo^ concíaíu di-í

zendo logo, que esperada oc^vir a« respostas dou

Sr. Ministro do Reino! aguardando ainda fraca!

depbit o failar notlmènte; He* assim o juítóièi1

convfefeiènte. ,..*-*. tf. * ' vr"'?!

O Sr. Ministro ão Utino, |)ede- á Cismara, lill

lha permitia Tweiv álgflm* i^bsecraçõss ,Bá*suftt

qaaKitde de lembro,, qae |em a ho&m 0e s^f,1

,èfmm Casa, m podíi^e não ad^Htir-lbai wo

,||in?*tre (« q«fi nSò. crè que Izeise) *õ(»rft*Hfe?

. wo«O á« procedi? l»|irlisèDiaf a, reipeflS^lat

gemadas, ou deaccâsi^lls, como se chamou, por-"|â|0iQ orador qae o í|>|cedeu dirigiu-lhe censu-p#K accusações, ou o iqàer que fosse, de ímpro-v-çâjO, e inesperadamente; interrompendo não só a otdèra dostrabalhos, mas até surprehen4endo-o a>elle Sr. Ministro, O qíe nenhum homem gecLe-m§Q faz, poçque depois rde o accusar, tão violen-tfkejate, oiirigou-o a que desde já lhe respon-l^p. Obsarvou que o digno Par não o tinha pre-y^itf^ de que era sua intenção interpella-lo, ou "cerí|ji-Ti|iio,; foi accufalo cara á cara, ,sem q-ue ttrès|Bí!ll#t) a menor prevenção! Isto não vê elle Sr- líWiStro praticar-se ern parte nenhuma ; isto, ê contrario a todas as regras parlamentares, e no papel que tem na mão (O Sr. Ministro mostra um Jotffài tâflèi) éslí o exemplo do que se pratica em Jnfiatsrra em casos análogos. Alli lambem se fazem Interpellaçõe», ali» também se dirigem cen-aurítb alii tatobeín sé accusa, e são accusações mutíaj •yêzes severas^ e mais ou menos graves, segunda a matéria sobr« que versara, ou a iadole de qaem as faa, mas não crê, que se façam co-ms o d»§no Pitr f&z a Baa — de improtiso, eexi-|indo que rapidamente se lhe respondeâje, ten-do-© ,accusa4ql sob« mil objectos (O Sr. Conde da Taipa —Eu peço a palavra, mas não é para fqui o S'K Jilafiro"*'}k me responda). O orador pondera c|ue sala no Cftjnpo da defeza, naquelle càpipo q«6 ê pernaittido a todo o accusaSo. (O Êr. Conde da Taipa — Eu peço perdão ao Sr. Ministro)* OtSr,.: Minlstso nela q-ue quem não quer ouvir a defefa daqueltó a qaem accusa; procedimento qàe a_ Camára no seu bom senso julgará, iífta nao pp^.ser ; nâ> o diz por si só, di-lo pelo b§m da prdep f diQs trabalhos desta Gamara.

O orador observa, quje, entrando na sala depois que o digna Par já tinha, começado a sua inter-nellaçãQ, não pqdi§ flcançar (nem mesmo dessja) o digno Par |Qbire»t©»|Raim dos pontos em qaeS. lx.a |oc^;ma%qfei Ião obstante, procurará sa-tísα Aoa^çiaBfgaeiije declara que o ha-de fa-^rie«k|ftnj#rj njn^íra, sera aquella ira, de que iaiigno Par selettfbrou que elle'havia empregado guando iraspndeu a uma interpellação feita por ia. Í%^i !?Ã6ren da fyga de um preso das câdêas do*cas|eíla| | d§ quç eHe Sr. Min.isi.ro não tem a m©nar leiitança,. ainda que lhe falta a memu-fla d^i cateeãi^ i-ama se lhe chama, tem a do coração; i& confiado nelía, assevera que nunea sen--4wÍ4Kh) mtÉ paixão, nem indignação, responden-4p;a qialquer pergunta do digno Par, « estácon-;v»titíáo| de que é mais fácil ter havido perdimeuto Uimeíâoria de S. Ex.*, do que na delie Sr. Mi-rlistrf, porque uto provén da. sua organisação, i qge é naturalmente ÍQ(ffensíva, e não pudia por ' :J*sa etipregar para com o digno Par expressões | effensiv-afe, ;,;„ t- .. I

"; 'Paâ^andp. a.respendfr, disse que ia principiar j (par oqdf oáign^fâf iãocom«çou), porumpôtito | eia q«| &% Éx»* ttc^ja mnito seriamente; e veta j a ser, â g»uerí^,q1u|e fVJEx.* disse que eile Sr. Ministro §he tipha mavi|o : que o digno Par nso ,,^â.e'?,dfeA:i;rir\i#á;|*|_*5sseriS*í)» porque negativa- j ^d##Í-líÉô; SB"pwa'|"Ãia prreiso provar sffirraa-llfl^lfite, que tinhi^elle orador empregado ex-i|»eâsJHj3 çii-^tieadQ fíçtoâ, e posto ern pratiGâ al-"ganí\mebs quft fosfôiai em desabonõ do digno Par; e niio pf|deiá fiíe-lo, porqne o Sr. Ministro declara, èô|ao hoinetí| de bem, debaixo de ma palavra de honra, e sim* receio de o contrariarem, que o di^io Pií êii^mal informado, porque já-maif te prírnune|%!|o|tra S. Ek.\ etriuitoprin-ci^l^entie ^Í¥^T.5f3í'ie alludíu, o-nda de certo sil^j^dárii ^^"à^Soanifestar sentimentos em |]i|#B^o/de nJÍft:6m,^qaanto mais do digno Par: nSft ê yeíCa|e Ç#6|nftguinte o que lhe disseram; -Í#l;Bx.â "^^'^aXj^Dfmado, e sempre que o di-. gnõ Pt** ll^fe^rlcèrilr ás provas ha de acha-lo pfómftòíil^^ ,,^

\MiÍ*.P"g|io""o-ilgno Par tantas vezes aqui tem atfoVi>4'uY^%"*bi»-'|e.deixar de faltar oquequizer, potq^e fien&um meio tem delie Sr. Ministro, ujin|ío das «uai próprias palavras, pede licença pâtl |i|er-tbè gue a declaração que fez nao é por-In.s^llniia Mfdò deJS, Ex,*| m|S, porquef,-gmm aa||m selxpíica, mostra nío ter rtceiô, de^f/cónf t|i|tádo, " " * ' * "* ^;3'"

, ^aftderou que o digno Par |ouvára |çu]tp a co-ragèra que tinha em fazer tão forte opTbõjgí^pp aq Ministério; más eífe orador intende qae"S4FExl4 tem mais' fãilo de âe teutapoT outrts qualida- \ d©â qle p#sae( do que por eftâ ôtafiàia^sm em açcusar o Goyérnp;; e ísíq potqu% onde não ha WtiSV» »5o- P^^*l|#er 4^r^e«| .^.JB. fx/ faz op- ' posição lifremente, dis lstá|» ^|an|o 4çer, ecomo quer, sçm que míigutm ^b eiSbaV^t»'; "íogdTque 1 provas dã o fifúo Par 4o seu Vaíor ?'Com fsió \ão auer dizer que o rito tenha, para aqui por^nl niõ e preciso*, porque nem íío digno Par, 'nêm a ; ninguém tem vindo o menor mal peio qu& n^Ka Camará teem* dito, e íe & Ãtfguem "tem vlfidomal,J «« todos teem tido a mais ampla liberdade, ntú «abe o Sr. Ministro Qomoé que possua haver acio' algam meritório em ac^usar o Minisjterio. '

O digno Par diri0indo varias nccussações aó Sr*.! Ministro da Fazeada díwe, que parasite nío pai j j r«cease que a preaenç| do Ministro do felino 6? Wtrmídavt, b que nfb lia polsirel (porque nfeísit a1 *da^menÇa> n®m * ÈXtis Pak?ttas ^intimídarfi ínlngffem) fftumerava também as a^cuiaçSes que •lhe teem sido feitas, e.qus 9ão«im,meDjaa, mé; 4«d*rou logo o próprio digno .Par,, que estava 4oôjMe,ai acreditai, $[\tt gr> ^Umo, intendeu que nao devia responder a aj^UMçõçs de* |cj|ita annos, mas que era, do ma dever çhaman gol Tnbunaes àquelles qae o.aceanVim ;ds mal- ''¦ >erst^oes 'e conéussffes^iie; I S/lís/ què disse i|&e êlte os titth* chamadeí Aos-1ribunaês * teve : f4§tUeflmeQto *o-»e6WJ'seent»r'qoe esíés Tú-5 #i»weg -(^Io querendo &Wntter»te de favbr ne-; ^«m da,Mt e-sim ssr jurado eomo qualquer *&*ffiá%toc) lhe ítlnham dMo, profimentafl-j^.justiça a m innopençia; e i,to é fflajS do

Pg^uf nu§ o $fy&?*í enu^ára, eatre1

et.'3 (times, que 3? comateitem zlo Reino; p^t B isto iimoa" um oaso particular de quo pôde »derá sr.iiifizer .» !». V.x s; «lie, Sr. Mj. insiro, nr» se '«'i,jIit:<_->vi a lanlu, purqua ha jus-.tidciiuões q-ie aiiuiícam aquello que M dá, quando s->aira lho s.^ii dirvciaoicniu pedidas; q esto digno l»ir e na ía monos do qn<_ e='e' f='f' j='j' í='í' n='n' qus='qus' gnvemaânr='gnvemaânr' desta='desta' o='o' justiça='justiça' q='q' ierra='ierra' ex='ex' _4='_4' íem='íem' civil='civil' s.='s.' _='_' riu='riu'> - titaclo ú eHc um grande testimu- ¦ nb:i, que póí¦- apreicnti! ducismentos de qae 0 ¦ (joverro não apjii os Ciiciiuosoi, e que pelo con, B trsrio es pí';aOiHi'! por lo.lms os meia qua %s Je,s S p:~fcBj á !>u? di:jioàição; c o.jsi1 nusmo caso a que B

0 di^nu i',u s<í no='no' iilo='iilo' si='si' em='em' é='é' niv='niv' ten='ten' rfife-iu='rfife-iu'> ¦ At} como tem sid • comlu/nio — ? pro>a roais et-' ¦ bsl da in::sleucU ú<_ assevera='assevera' que='que' tag0:ucrp.o='_:ucrp.o' pla='pla' lum='lum' e='e' iciiotyí.='iciiotyí.' i='i' ngiim='ngiim' o='o' ds='ds' q='q' pumçàq='pumçàq' _4='_4' lar='lar' _='_' xmlns:tag0='urn:x-prefix:_'>i • '> ttovstiui íem bido ar^md1» na Camará dos ¦ Srs. Djp-iUidi1» pela frequência do* rriraeâ, ao-» B

1 ícat-íuid l,iTr.be;>í, o br. Minisin, qu« nsasa Ou- B [i>.iu, c ;ru ôjíenlimpiito de ío>!4 fila, Um duos- ¦ tr.ies não teem falta* B d i £0 sei tiover, seu.}o incessantes em promfl- B \e; c • ihd^s-o,

: jiinislro, i;n" uiesm) coítsulíran-jo a differeoça B

da ijo^ulavãn Aq v>c-^o pus com a de oalr«is Es- fl

tíJu? íoqu' nfio

porque o-\'<_ p='p' com-='com-' h.i='h.i' louyor='louyor' crimes='crimes' ha='ha' não='não' m='m'>

psra-ido ava ocroi Estados nná? a siviliiaijão B

ciiá mais K^-ÍGítUid ^.» q.ie entre nói. a 1 »io dn ' fl

> n;ninalt

I ciiimi o Sr. Biíuiistr i, qco ariiu'r, e mesmo actu- .* B

5.

n.-én está pôs que ae f^ç* com jusii

•lu-jc o s'a6o qie eo mostrasse a desleixo do Go- ,'ç B

\tí!>. tiii ti is «mlhuTiddiles, apoiadas peto Oovor- ; fl

! iiii f.'.o-s iil-s» pv:r elle, t-ntãu hnverii motTvo para ^ B

1 » -ts' ¦" .;<< *, M

t.:- r ; j mii;-las horas, mai tãu cora jujííija ; e >r fl

i- >i /i«. Ia que mi) se possa aprrscntar & defeza, 'j fl

'.,'',.> vi ip iii.il ss pó'le aecusar. 'i fl

/. - ííí «t-mí*» sa ft Ouvernu pel.» mulisíã-» doâ '. W

o'. .>-; T o 'io«eino resp^ailfl: nin sí.u lantut í B

...... i,-.', e

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I i ! < ¦», i, ¦ c/cn íuliiDCiab, fa..!1»^ c«i!"y i*s in- ^ ¦ | • iy ;¦.-, i u ivm-ii) as rcspoít.iS a ell;s; isti» %,, fl j ,n . il"c. t.iei.to-, e próis», q»ie jiaiGqucr-í o qnó .^ fl

í3"f3i

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Coturno a«tu«l »ão pode ser responsável porque «taras do» seu» amigos 3ul«am 1UC .clle é mi;ihor do ooe bhb oatro Ministério, do que, por exem-

3o o u-tor e então logicamente dizem, que anles este, do que ootro. B se elles levantassem a voz em contradição ao digno P-r, c disserem do S. £x." o que 8. Ex-* dií delles, não eslariaci pelo menos aathorisados a fmr as-im * E Comtudo nã

o fasem. O Sr. Ministro pondera que t> prenso n.io sup-

pór que 8* "a °PPOS'SS> c s a que tem servido de alvo, e todo o Ministério, mas particularmente elJeSr. Ministro, que com tanta especialidade é assim mi-moseado pelo digno Par, sem que jamais o lenha provocado? Será isto porque o digno Par se persuadiu de que se tinha declarado seu inimigo? O digno Par não tem facto nenhum que <_ de='de' df='df' homem='homem' repeti-lo='repeti-lo' esu='esu' do='do' tivesse='tivesse' dauio='dauio' occaúão='occaúão' mesmo='mesmo' des='des' um='um' disse-lhe='disse-lhe' affronta-lo='affronta-lo' par='par' pertenciam='pertenciam' índiscripção='índiscripção' gratuitamente='gratuitamente' numa='numa' vingava='vingava' sr.='sr.' marque='marque' defeito='defeito' será='será' ministro='ministro' fa-milia='fa-milia' cavalheirismo='cavalheirismo' valladanão='valladanão' todavia='todavia' sua='sua' que='que' prove='prove' seus='seus' fós='fós' ultroula='ultroula' comraeuesse='comraeuesse' nso='nso' ainda='ainda' elle='elle' por='por' se='se' osr.='osr.' vindo='vindo' crime='crime' não='não' cuida='cuida' mas='mas' _='_' á='á' ser='ser' seu='seu' os='os' e='e' grandíssimo='grandíssimo' aqui='aqui' quando='quando' o='o' lavradio='lavradio' digno='digno' baixeza='baixeza' inimigo='inimigo' seria='seria' da='da' porque='porque'>-conlo, depois de unn decidirão tao m^enua u cordeal, nio pôde crer, queodiguo Par Iheqiinra mal (O Sr. H&arqutz dr Vallada — F<_. de='de' pu='pu' do='do' fogo.='fogo.' cabe='cabe' calor='calor' scj.i='scj.i' um.='um.' particular.='particular.' como='como' sabe='sabe' individual='individual' em='em' merece='merece' revelia='revelia' nisto='nisto' sr.='sr.' defeito='defeito' marques='marques' gomo='gomo' seja='seja' vnliada='vnliada' que='que' observação='observação' fdinilia='fdinilia' elle='elle' se='se' nella.='nella.' _1-gar='_1-gar' organisação='organisação' não='não' mas='mas' _='_' decla-arão='decla-arão' primeiro='primeiro' injiffreute='injiffreute' c='c' fôr='fôr' ou='ou' é='é' aqui='aqui' desculpa='desculpa' dito='dito' convenho='convenho' o='o' p='p' t='t' orador='orador' ha='ha' censura='censura' porque='porque' nenhum='nenhum'>

Entrando na questão do Porlo; essa que&lão que, ao que lhe parece, foi o objecto que o díguo Par escolheu para a sua interpellação, aonde- tào variadas aceusações, e qm tinham Ião remoto parentesco com tal assumpto, saíram da boceadeS. Ex.â; se lhe fosse permitlido. se o digno Par nau se offendesse diria que quizera realmente ver empregar o seu talento, os seus estudos, menqs em satisfazer paixões, do que cm mostrar os fruclns da sua razão esclarecida. Se o digno Par é meri-toso pela sua eloquência na exposição de paiiões fortes, está o Sr. Ministro persuadido que mais mérito se lhe encontraria na discussão, e tracto de objectos sérios, e graves, com que S. Ex.a pôde esclarecer a sua nação: r espera ainda qu* o digno Par, bem ser para seguir u seu conselho, mas d_éS.Ex.* mesmo, converta os spus talentos neste emprego uii] ao seu píi*. S i£*.a pertence a uma classe tão distincta na sociedade, que tem urna historia tão brilhante,, que se admira como o di goo Par vem fazer allaeões, que estão muito iibaUo daquillo que devia ser objecto dos seus cuidados !... Falia de associações secretas, de diios em tal época, e principalmente de umas aceiihaçõe» vagas de corrupção, e de agiotagem, que S. l£x.a não pôde attribuir ao Ministério actual. Para que a Ilude S. Ei.1 a actos de corrupção do Miuisle-rio, quando chamado n provas não as apiesenta, nem pude apresenta-las? ... O digno Par deu uma definição errada de Governo de corrupção, talvez de propósito. Sf Ex-a, nem ninguém pode victo-riosamenle aceusar a honestidade política do Mi- j njsterio actual; e isto di-lo elle Sr. Ministro, | muito seria, e muito gravemente, porque esta certo ; que tem errado, e que errarão ainda mais, se continuarem naqnellcs bancos, podem ser chamados ignorantes em muil s pontos, inhonestos em j nenhum : e não sabe que o Governo da corrupção seja outro que o Governo da deshonesiidade. O Sr. Ministro perguntou quem são os contrabandistas, sabe que ha contrabandistas na sociedade, porque na socieiade hi criminosos, desgraçadamente : mas que ligação é esta de ciuirabaadislas com o Governo? ... (O Sr. Ufaiqucz U« Vallada — E d pregam-se 09 contrabandi-las : não vou mais avante porque nSo posso , O dign-i Par pode ir ajé onda quiser Respondendo ao aparte, disse que podia acontecer que 5. Ex.* demonstre que o Governo empicgou um contrabandista, mas não poderá provar que, conhecendo o contrabandista o empregasse.

Observou que ha aqui cavalheiros, que lêem oceupado estas cadeiras, que digam elles se esi.i na mio de um Mini Iro, de uma aulrturidade, de uno alto funeciunario responder, e responder até onde se fóie arguir, pelo caracter, e qualidades de'todos aquelles que teem empresado?. . E «'¦ isto matéria de aucusação para um Governo?...

E como isto trazia o nobre Ministro au caso «Io Porto, observou que o Governo foi recusado por não ler prevenido um movimento tumultuoso, que houve pela súbita carestia dos cereaes; súbita carestia que appareceu também em alguus pontos do dislricto do Porto, e symptomas de inquietação apparecoram lambem em outros di&lrictos do Minho, como iiraga, c Viunna — isto antes que spparecessem no Porto, e a este respeito respondeu que o Giiwrno tem andado cuidadoso no nc j gocio das subsislencias; desde Fevereiro deste 1 anno. muita gente, alçumas aultioridades, cava-j Cheiros respeitanis de diu-is.is \> calidadcs avisa-! ram o Governo rie que mirasse i».ír si em quanto < ás subsistem, ias do paiz, punjue havia vima grande | exportação dos cereass, de iodo-' • s cw-a^s, pelos I portos de Ponuital, çin quanl" <_ p='p' k='k' pite='pite' _='_'>

tinham os Governos providenciado p«ra que não saíssem rfciP) daquelles territ(iiio«.4fH)ã> ©**-tnui.ivam serem exportados— o Egfplf impediu a sles da importação da Knropa — que'o Governo andou cuidadoso sobre este negocio; pediu,

0 lepetiu o pedido de informaçõps :• ellas v,ierrUr ; os consumidores, e principalmente os tios grandes focos de im-poiljção, couio nebt.i capiUi, e outras terras do reino, temiam que viessem a faltar estas subsislencias; mas ronsli u. e constou oficialmente, qup o Egypto li»ha Ie\3nl,-r11ma causa, e o Governo, cun««queule com o que lhe pareceu melhor, e mais útil para o forni ntn da agricultura do paiz, niio impediu a saída dos cerears; ella effectuou-se, e vflerluou-se ern muito inrtui escala, do que nos outros anims se tem effcciuado, e quando o Governo exultava p Ia puú.m.i de uma fqtura co-lheiU abuuàautisjima, de rtpenle appareceram os ecrears do Minhu, 111 ¦ idade do^Porto, su-, bi mi o rm vinte e qmtro Imras sete vinténs em alqueire'... A

O gr. Ministro está muito longe de deixar de censurar, o censurou por escnpto, em ordens ás authondades do Poilo, o comportamento daquelles que faltaram á obehencia ás ordens do Governo; está muim longe, nem sp quer de os desculpar; mas ó preciso altendcr-Sie a que ha^de se-ftun a ordem das suas Uéas na gerência dos negócios, e não n d.is outros, porque a responsabi-li<_1a>ie c 'tia. Ãpprovou. as auihoridades o com-r ports cereaes de um «u di is armazéns, e de um navio, n^o bt arrebatasse um só grão. O povo, cumo já diste, neste mesmo acto criminoso, mostrou uma índole louvável: ninguém arrebatou cousa algum'), levou para a praça para se venderem os cereaes de que lançou mão.

O Sr. Míniilrj (uz sentir que 03 tumultos cessaram, sem st preciso emprrgar violência; não houve sangue derramado, nem uma lagrima se chorou, e as pessoas, cujos arm-uens foram arrombados, hão de ser indemnisadas: portanto, não chegou aquclle caso.

Este desenlace c muito salisfactorio para o Sr. Ministre, que mais esliina que digam que a au-thoridaie chegou a uma multidão de gente, que esta*a em agil-ição, ? lhe fdlluu com o cbapéo na mão. do que digam que < s dispersou á bayuneta

1 apoiados !. Caia kobre a sua pessoa esse ridículo ; apoiados J, c não s>b'e as aulhoridades, porque essas fizeram o que *• 11 «* lhes ordanou, e o que lhes tem ordenad» - mpre apoiados).

Kefermdo-ve a ii-r o digno Par citado uma au-thoridade militar muito respeitável do Porto, o illustfc General Ferreira, observou que S. Ex.a foi lufoniMdo mal a rcs(eit'> deste illustre General, como de oulidi cou«a«- esse General não appareceu, não julgou necessário apparecer, tão pequeno era o perigo; o que queria, pois, o di íçno Par que suicedtssi*. quando um homem, que, ti a urudeuoia cun^ummada, se deixou ficar em casa .' Kotão não vale a penn fiicr esse apparato para tão p-juci» 'apoiados). Appareceram as outras authori Iade3. e a ordem restabeleceu-se; o pequeno damnii, que houve, ha*de ser indemnisado, e proceder se, segundo as Lei», como se faz em toda a parle {npnia-inx,. Que bem se podia dizer que a fomu era liclici?, mas que isso não passava de um erro de expressão, porque quem tem fome, lem-ni deveras. À causa da f ijmc, ou o que deu origem á ascensão do preço dos géneros, poderá ser uma luduslria de alguém, que pertenda ganhar nessa alta desgraçada ; mas as populações laboriosas, que uã-.' poilt-m pagar por um preço mais eicvddii, pssa.4 não s- qu^i taram da fome, fni^idrtmt;nle, porque unham realmente fome. A es-e mal que appareceu ii^ldiilaneo. appareceu o romedio Ião rduidu tomo » m-il, porque o governo do Piilo ditsc — «Dou nes c t.iBi remédios, e iidicilto os cereats eslraD^iMro^.»—Quando esta iiuticia checasse ao foco da necc^idade, cessaria o motivn Jn* elarjiom d«"S ««fojni^doí, jíeste caso

ojfemeiio é violento,* eoiao è a necessidade, mas não se pode negar qua foi applicado rje)^ p|% m>is generoso e mai? respeitador dos dveitps;4fe propriedade, de que elle Sr. Ministro oui4u;fallar,; como se elles tivessem sido violados.. Violaram-se, porque sempre se Tiolam bo meio d«s tumu||os, mas a aulhoridade procedeu, como devia, jporque comprou pão para vender ao povo mais barato, e pelo preço por que o podia comprar, sem essas manobras, a que não sabe se poderia chamar epm-merciaes, porque não quer offender ninguspi/O Sr, Conde daTaipa — Não, e chama bem}.

Observou, que o Governo não se contentou com isso ; e querendo acudir áquellas povoações do reino sem necessidade de fazer violências, mandou daqui mesmo9 uma carregação, de milho, e soube hontetn, por uma parte telegraphica, que foi recebido com grande satisfação, e como um acto muito acertado da parte do Goyetao {apoia-

Continuando na exposição do que se, tinha feito, disse que não foram só essas as providencias que se tomaram, que algumas outras foram tomadas muito legalmente pelo Governador civil de Braga, pela Câmara municipal, e Con^elha de difiricto, e todas essas providencias, loaoadasden-trtr dasesphera da legalidade, restabeleceram a paz, que linha sido alterada peio temor que havia de uma próxima carestia.

Hoj,e~ não .se contentando o Governo com estas, providencias para remediar aquelle mal, para assegurar o cereal, que faz a subsistência principal das classes laboriosas daquella p pulação, pois que ainda.faliam três mexes talrez, para que h|ja o frueto da colheita do anno actual; o Governo levou uma proposta de lei á Camará dos Srs. Deputados, equeba-de ser apresentada nesta casa (O Sr.,Conde da Taipa — Por amor .4iss£ é que eu quero a palavra). Pois não basta quaaáo chegar aqui aquelle objecto? (O Sr. Çoy>ãe da Taipa— Eu 1 go fallo).

O Sr. Ministro, á vista desta confissão e relação sincera e verdadeira do que aconteceu, o que, consta por documentos que pôde ministrar ao digno Par quando qoizer, pois os teem diante de si; á vista, da narrarão dos factos, que são como djjse, julga ter plenamentejustificado opovernoj e as suas aulhorilades nas localidades, contra.as quaes ninguém se queixa.

S.Ex.a o Sr. Ministro observpu ainda, que essas authoridades pão desconhecem a causa desta subida repentina, posto que não podessem considerar que os celeiros estavam completamente ex-hau&tos; mas no meio de informações e dizeres oppostos, é muito diffi^il saber por quem estava a razão, porque os diversos interesses seguem diversos caminhos, e tem exigências inconciliáveis: os consumidores querem o pão barato, osprolu-ctores querem o pão caro; os consumidarjes;jdjk. zem que não ha nada, os produetores dizem q«| ha muito, sendo por isso muito difficil, neste estado de cousas, poder saber de que lado está a verdade, açcresceptio ainda.outros motivos que « desneeessarío dizer. Tanto nBquella localidade, como n'outras dor^ino, mais para lesto pitnjyrte,,' custa a saber quaes são as exi^teocias^, porque não se peie calcular qual é a necessidade da terra, em relação á producção. Neste estádç, como s,e pôde estranhar, ao Governo que ignore aquillo que ignora muita gente, porque aquillo que é hoje, áma,nhã é já muiloadiverso ?

Sobre tudo iusisiu o S*. Ministro, ©m qiie, s repentina subida poderá vir demais deumaçaup,, e veio de cerlo de mais de uma, mas com sinceridade ou «em efla — fez derramar no PQ'9, ,

O Sr. presidinle — Agora tem a paiavrf o^fr. Conde da Taipa. , ; , tí

© St. parquez de Vallada—Eu Unhai pedill pr^neirp â pal.vra mas se o digno -Par ^qfiej-jaj-; lar,antes de mim eu ceda... , / » ,

O Sr, Conde da Taipa—-Eu pDdi a palpaiso^ bre a ordein... . ; j|

O Sr. Prepidentç — Eotão tem o digffl:;J|ac a palavra em primeiro logar. 5 r\ ,., >

O Sr. Conde da Taipa—rParece-lhè que 'so^jb um negocio de tanta importancir como, este, é necessário muita cautela; o que não se deve tomar no sentido de repressão, mas sim de pje-venção. *•-*;•

O nobxe orador tem ouvido hoje e hinUsm.* tantos absurdos, e absurdas que podem dar dp siíaj^, guma dessas medidas de pbilantropia extemporânea, e solicitude paternal clandestina que possa levar o paii a grandei prejuízos; què Mo podft deixar de sentir sérias apprehen&ões, e ffiaoifesta-las. Lembra-se de que um dia em que era Dejm tado, e o Sr.. Rjdrigo da Fonseca Magalhães la

í brãtn do qui então se passou, ,e ret&U- que ajgo|-ji, se faça algum destemperp ign*\. Quereria |fot tajitoiquel s&tftroGedesse^cçura .cirçumsgecção a|f s-

te-|résp^||^.

•uinaí?plrqpjo&ta..;.d^4f)-íÂ40, fiedo ^^j^enft Jaf authorisaç|ies!'': -,. -,/ .^r' 4^;;v--; _ Pi4igflo,P^r«obserfa :qge a^ipjagfiai.ejbl^oji, tão civilisada, qae todos os Srs. |Mtii||sJtrQS p/In*,, eipalmente carecem de pôr ocnlãsrpjraj|a v,er^|m/íf ,n*o só um par, agaas quatro, &e)$r &1& usai do»%| lescopíos de. fferschel |>ara bem atjestudare«i.

^gW diâ; gritava-seioamlo, contra a agiotagem, mas o que era ella? Apenas tjinjtii ap qua|eR^ patriotas quje faziam empréstimos ao Govetno cotft paneis ao par, e dinhairo, papeis gnpM*faPitèk£* |eij e^a sete; eç« ajsto que se reduzia a agiota* gejn; mas hoj* é tal a cívilís^ção a^ue^U ejbe-gau que a gente não sâbfi onde ellajésft, fl^Db corço opéra^ Qaep íabe se este çnso do P,orifb|| Unxbem ujnajaftiotagem?, Quem saba se elíà,|ojW á alta para'ganhar, fechando osportoi, ou á bai-, xa para g

|íotoueo nobre orador, que p^Sr. Ministro tinha dito# «pias çom pouca exa»tid|o, Jgae, uãp h^ frigg* seaão d|W a três meief:,.—? n%p é assim, porque daqui a um mez já ojiii jap |libéa-|ejg, s

O §r. Ministro.4q Ileinor— JBji.^lJj» tnp Porto. ;,0 orador—Poi^ não é metfjor tê-lo do Riba -Aejo,, do que do fsstrangfwp? (Apoiados); «, acerescentou que o que h dizer só o sabia quem tinha as mãos na m«3sa, mas que convinha que oj&oyewo tivesse disso conhecimento poriq!ue,JiB<_ alqueire='alqueire' jias='jias' perda='perda' _-jiítotgrigiuttrf.='_-jiítotgrigiuttrf.' amanhalo='amanhalo' mos='mos' dar='dar' réis='réis' mfdidtas='mfdidtas' qõtièra='qõtièra' necessariamente='necessariamente' s.='s.' dia.='dia.' _300='_300' nliaim='nliaim' leemfastoi='leemfastoi' qu='qu' wbfftr='wbfftr' felkajeate1t='felkajeate1t' _4='_4' evidente='evidente' isso='isso' jonaj='jonaj' onão='onão' que='que' _240='_240' apurqs='apurqs' t.tt.='t.tt.' gajrofkfaf='gajrofkfaf' _4c='_4c' representantes='representantes' por='por' então='então' tor-na-treonvmete='tor-na-treonvmete' elaspubjesse.4ue4efi='elaspubjesse.4ue4efi' não='não' qjue='qjue' deve='deve' _='_' a='a' necessário='necessário' e='e' çí='çí' milho='milho' toéar='toéar' qijet='qijet' é='é' grande='grande' o='o' p='p' q='q' pôfi='pôfi' ieem='ieem' queues='queues' tag5:_='a0tãralõf:_' vndndo-f='vndndo-f' xmlns:tag5='urn:x-prefix:a0tãralõf'>

.q^f,jpftliD pão ,tenh^ P'1!10 ^t-l^^^il^í^f teota^V* '&/ptip*rç,olkeita ; Vporffn ^par?. $

¦ a vU'ço>exacto: exa^qp, -,, 3 ,.-¦ >. f-, i*; ,g: . _ -

Hguye um. uimolt^ noJPorto,, jnj&;,|^q consta ; ao jíadjír tqQJ %hpuyes|e ejn Braga, $ipk$ja$jtè~ ^ã$jê&&, -conriciaa-nl^iaesU, uUima»-|effa^pnWêst8, uraia,certa agitação,/porém em virtj^âe d^ medi*, da.s qaa a aiuthoridade torapu, jis cousas seguiram oíseufiamtnko rafoayej^e os, povos mão, fjè-, raaj ajvias de fa#a, como sucedeu ,np Pojfo, Diva-ae tamberâtuma circurastancia,^e,^, jque at pessoas que governavam em Guimarães^ jb Braga, são peoprietarios, e nesta qualidade^> teem interesse em promover a ordem ; eoí ijuàntò 3|ue ao Porto os prQpriet|rrõs êftã-cf em grandíssima mif noria, e a agiotagem em umtf maioria espantosa,.

O notore orador intende, qae mais vale gastar 20- ou 30 contos de réis w çpmptra de fe,r|aei para^dar de comer aos que necjssitatn. le^rçaoí» gflijsosj, ,e«a par disto tomar outras providenciaji para* q#e af cíaf8e^ o,pp^rarias não soffra.m, e para qpeítfPBbtm nlo soffra a classe agrícola á qual se. djevj^ndaf: garantias, do que tamar prflvid8|-c|a|í JLfàerajriaSj porque não assejatam em estudos epSfMSj. # n'um fterfei^p çpi\hecimentp dof U-ctõsf Q nosso paiz; Graças ? Dfeeps, es|i em vef-p|a||de jpoacolMita muito ajbijndan.te, pejop-f^ tii^xhrfmjadfra, e no,Àlen|tejoâ aonde bt ; mp£ltp;írfgo, f.^aátpimiAho .-. CQ Sf. pini§tro d# leitor* cf jpi Ofadpr00gam em particular, e em «o* è|%a,.»^pr ^|gf|iíivltem^p.-—P

t *~QjQfqjíor continaatfdoij-^, que vai concluir, fodándo aosSrs: Mluistr^s. %ue njo levem esta

.-rei* ^ - ~ «^ - - * 11 ' A i"t% nilK

^^l|y^p|apfessad^p^nte} porque eua e ae ^^'ai^ vjqãpoí^aiicla, qp#, pjira sç, resolver/, precisa. t||| p>uj,tp meditada, çidiscutidj çoaj papi: e, n^| é ^a;mpdida que pasje á prefsa jiaiCimajra Jot Srsj.' fiteputados,, e que também á»p|çssa passo s<_0lJqffpikos motim='motim' argumentos='argumentos' nndipa='nndipa' pflpsaníaldulj-='pflpsaníaldulj-' esu='esu' do='do' razõe='razõe' _5rjn='_5rjn' isto='isto' aptipiidi4es='aptipiidi4es' suas='suas' d4odas='d4odas' peruado='peruado' _05='_05' sorè='sorè' bfm='bfm' sãoar='sãoar' _.='_.' sjnda='sjnda' as='as' re='re' effeito='effeito' risfpito='risfpito' foi='foi' mqtíq='mqtíq' factos='factos' caua='caua' requer='requer' muito='muito' pelas='pelas' ftá='ftá' iioktfé='iioktfé' se='se' tag6:_='qçtf:_' nos='nos' qae='qae' sim='sim' jejue='jejue' não='não' wltos='wltos' _='_' poqet='poqet' a='a' deua='deua' medida='medida' e='e' sendj='sendj' diiiefen='diiiefen' o='o' p='p' pfipjl='pfipjl' forniem='forniem' qgjseja='qgjseja' srs='srs' _4çjonidejrr3mos='_4çjonidejrr3mos' âwaileqaps='âwaileqaps' cqmmiíd='cqmmiíd' pfjesença='pfjesença' xmlns:tag6='urn:x-prefix:qçtf'>

;fQ;i^#^4Í

, JFoi ã§pr^§$fi a,pTQtogafião.. . > -, .

i:O*Srf, Sejpelafio. Confade S^Uo-r-Em conse--qilBOjcli df jFÃSolução tomada hà3 d,ias par esta Êa* mara, pediu se á dos Srs. Deputados os esclare-. cijottfntp «mcque se fandatnentou ;o parêeer da-qflUaíCamara, sobre o augeneoto dos alumnfls do côll^io iipllitar : esses, esclarecimentos vieram, « são remetliios ácommissao de guerra -i»««» *^

¦ minar-. „ „ ^ ò-, ¦ , O Sr. TÚconde df Potente,-?* P«5° » * • »"•_

eer, por qauto, «J«• "» c te 4 ^mu

Página 942

O* Sr; Ihtàhetêlao ^Letí uktt parecei da com-jiiissio de legislação.

Mandou-sè imprimir,

Ú Sr. Marquei de Yailada, insistindo em usar j novamente 4a palavra, apesar das observações^, #%"íhe fasiam da presidência, continuou, respondendo ao Sr. Ministro, e restabelecendo, on{irê-^ éétindo alguns pontos de que se admirava qjie«tt^ ti?esse fugido; tal era, com m«s parliculiariâaí§|^ o emprazamento formal, que6«era aoJ&o>ertíòíp|ii apresentar na 'outya Camará a accusíçã^ Haoí^íi Onde diThomar, sob pena de p a asarem iôÍ0f*oi Ministros pela nota indelével de calumniadores, (O Sr. Ministro dos negócios Estrangeiros-^-OMí-nisterio accusou alguetn, ou pronieJtNu alguma vefc accusar?!) Pois (diz o oíator) os^rs. Ministros riSò sío solidários? Não respondem neste ió caso pelo Presidente do Conselho, que tão formalmente tinha tomado ess« comprOineUimento?! (O Sr. Jfí;: nitlro dos negocio*Estrangeiros;"*-Tfãx>; isio€ cousa minto diffôreàte.) Pois; (diz o orador) se o Sr. Conde deThomaf não éaecusãdo, estando noMi-iiisterio, e fiaCitraVa «leetiTa 01 queprometteram aceusa-lô, então qtodo êquc oha-de ser?! (Sú$-surto), r ~ *-¦-- - *- _-

O Sr. Preiiãmtc pede ordem.

{BM&elafttD saem muitos dos dtgnoi Pares, e em quanto o orador fatia assim um,a pauêa no ttu dis-mfsò, o Sr, Presidente peâe-lhe que remate ai suas observações, porque o estado da Camará assim o i&íge, e este objecto não pôde ficar para amanhã, impedindo novamente # entrar-te na orãeni do dia.) •^ Sr, MaYquea de Yallada, declarando que dava por acabado o seu discurso, attendendo ao estado da Gamara, disse, que íisto notar-se que toda esta sua argumentação peccava na forma cotno «tinha apresentado, n'outra occasião mandaria para a Mesa a moção que julgar dever apresentar. i,*50 ^r-.f Conde de Rio Maior — Peço a V. Im.' que láíaBite "í sessão.

O Sr. Presidente'• — Levantada está ella por si meâmo, porque na sala não se acha já nem metade do numero legal para a Camará poder func-cionar. ~'< •* v--- ._ . • . ,

(YoMeí^—$i verdade. Ê verdade.)

Amanhã continua a mesma ordem do dia, que eêU»va dada para boje, sendo a primeira parte o pffe^pnr u.° 152 sobre o projecto de Jei m,° 135. E*tó fechada a seslão.

* Eram mais de cinco horas e meia.

"' ~ ^ " ~ " 2--' = ,¦ - ^

Mtlaçãê dos dignos Pares presentes nesta sessão, :

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