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566-(18) DIÁRIO DAS SESSÕES N.º 33

Não é possível neste lugar desdobrar as cifras por concelhos. Mas o seu exame dá tendências aproximadas dentro do próprio distrito, em parte devidas à natureza da exploração que ali prevalece.

Rendimentos colectáveis

25. Os rendimentos colectáveis dos prédios rústicos têm subido com lentidão, e um pouco mais aceleradamente os dos prédios urbanos, que somaram 4 321 717 contos em 1964.
No caso dos rendimentos colectáveis dos prédios rústicos, pela primeira vez ultrapassam a casa dos 2 milhões de contos. Fixaram-se em 2 360 755 contos (l 345 260 contos em 1959).
A distribuição é, porém, muito irregular, em especial no caso dos rendimentos colectáveis urbanos, como se verifica a seguir:

[Ver Tabela na Imagem]

Propriedade rústica

26. Os rendimentos colectáveis da propriedade rústica parece terem melhorado muito no último ano. Talvez se possa dizer, com melhor exactidão, foram melhor actualizados.
ÀS cifras para os últimos anos são as que seguem para os distritos com rendimentos colectáveis superiores a 100 000 contos:

[Ver Tabela na Imagem]

Recorde-se que o ano passado havia quatro distritos com importâncias superiores a 100 000 contos. O número subiu para doze em 1964, havendo alguns casos, como os de Santarém e Braga, em que a recuperação atingiu cifra muito alta, e noutros em que se mantiveram ou diminuíram os valores, como em Beja e Évora.

Propriedade urbana

27. Na propriedade urbana há grandes diferenças entre o número de prédios nos diversos distritos e os rendimentos colectáveis.
Os distritos com maior número dei prédios são os do Porto e Lisboa, com muito grande diferença a favor do Porto. O distrito de Viseu avizinha-se do de Lisboa, embora os seus rendimentos colectáveis não possam sequer comparar-se.
O número de prédios em alguns distritos são os que constam do quadro que segue: