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I :dfsSÉRIE -= NÚMERO 90
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.. fsdO Sr. Presidente: - Sr. Deputado Sousa Tavares, .. .
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O Sdfr. Sousa Tavares (PSD): -Prescindo, Sr. Fre_sidente. .
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O Ssr. Presidente:- Nesse cadfsso já não necessitdfo ded colocar um problema que querdfia pdsfôr à Câmara. É fdsque estafffvam inscridsftos parafs intervir dois Srs. Deputados do PSDfsd e, nos termosf fdo Regimdsfento, na discdfsussão de -um voto só pode dfsdinterdvidrd dudmd dddeputadfsdo de cada pardsftido. Como V. Ex.ª dsfdprescinde, dou a palavra, para um aintervenção, ao Sr. Deptuado Jorge Lemos. ,f

Vozes do CDS. -Outra vez!

O Sr. Jorge Lemos (,fPCP) : -df Sr. Presidente, Srs. Deputados: Farei curtas considerações dadods que a Assembleia tem hoje mais matérias para abordar.
De qualquer modods, importará ddsfdizer que no final
do jogo, quandsfdo tudo paredsfcia cfdalmo e sereno e um
pequeno codsfnflito surgiddso entre odsf massagista do Aca
démico ded Viseu e algudsfns adeptos do Ndazarenos já
tinha sdfsitio solucionado pelos própridos,, se dá uma
brutafl carga da poldsfícia contra os especdstadores, con
trasd cidadãos da Nazaré. .. '
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Este tipo sdde actuações reforça, no entender do PCP, a necessidade de, rapidamendte', a Assembleia da Repúblicsdfda avançar com o inquérito parlamentar, oportusdfnamente solicitado pelos partdfsidossfd que integram a FSR, para completo apuramento das respondfssabilidades pela actuaçãfso das polícias. ,
É estranho, Sr. Presfsidente e Srsdfs. Deputados,df que tal tipo de actuações tenha recrudescidod nos últimòs tempdsfos! Em facedf disto é legítimo pôr-se a seguinte quesdfsfdasdfstão: por que é qdfue estas coisfdas acontecem? Terão ou não as -políciasfds indicações dfspara actuardf, da maneira dfscomo o estão a fazer? É sobre istdsfo que esta Câmara tedfsdfm que, de uma vez por todas, ,se pronunciar. É sobre dfsisto que é preciso ficarmos dfesdfclarecidos.sd
Vou abordar apenas madfis um ponto. Veio a lume a quedfsstão dó filme - da RTP sobre os incidentes dá Luz. O Ministério da Administração Interna diz que tem -um fume sobre os acontecimentos no Estádio da Luz e o presidente do conselho de gerência da RTP diz que não há filme nenhum. Afinal em que ficamos? É sobre tudo-isto que temos que nos esclarecer para que, de uma vez por todas, as polícias não possam continuar a actuar com impunidade contra cidadãos, violando os direitos, liberdades e garantias constitucionalmente consagrados.

Aplausos do PCP e do MDP/CDE.
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O Sr.fg Sousa Tavares (PSD): -, 9r. Presidente, peço a palavra para fazer um profgtesto. .

-fgO Sr. Presidente: -Faça favor, Sr. Deputado.
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fOfg Sr. Sfdousa Tavares . (PSD) : - Sr. Presidente, Srs. - -Deputados: Aquando dos acontefcimentos no Estádio da Luz, eu próprio tomei a palavra, neste hemiciclo, .para me associar aos protestos sobre a actuação da policia que, tendo excedido infdfdclusiva-
df
mente' aquilo fdque é --- normal para manter a ordem, fez uma repressão indiscriminafgda- sobre a 'multidão.
Aliás, várfgios outros aspectos da actuação da Polícia de Segurança Pública me têm causado fdapreensões nos ;últimos ' tempos, tais como a intervenção -inteiramente injustfdiâiéada na igreja da Encarnação e , várias cenas de espancamento, sobrfdetudo nas esquadras da- Alégria , e do Bairro Alto. Recordo in-clusive aos spfdancamentos, aqui há anos, de marginais na'Polícia Militar.
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Vofgdzes do PSD: -Muito bem! - - `
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Ò Oradoar:f - Contudo, já, -não posso, de, forma
nenhuma,df estar de acordo que, em ielação aos acon
'tecimefntos ocorridos na Nazaré, .se queira continuar
com afds mesmas intervenções' críticas e a' mesma
persfeguição -poder-se-á chamar, assim- à Polícia
'ded Segurança Pública. -
Òfg que se passou na Nazaré foi extremamente grave ... '
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'. ' A Sr.ª Teresa AmbrósW a;PS): -Muito bem!
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O Ofdrador: - ::. devido' ào éomportamento do público e de provocadores pdfossivelmente organizados. A pqlícia não cumpriu mais do que a sua obrigação.
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A fSr.ª Teresa Ambrósio (ÍPS):=- Olhe que não!
fg
O Orador.º = São estas as informaçõefds fidedignas que, todos os jornais anunciam. -Aliás, bastafgrá vermos a fotografdfia publicada pelo insuspeitíssimo Didrio de Lisboa que, fmofstra a estado fídfsico em que ficou o massàgista do Acadêmico' de - Viseu -qufgde fdesteve à beira da morte e que seria assassinado se não fosse a pronta intervendçãfdo da polícifa -, para se compreender que o que se passou foi extremfdamente sériofd fdefd fdque estas cenas de desordem colectiva (e o Partido Comufgnista- devia, nesta matéria, associar-se a nós) não se podem continuar a dar. Temos de impedir que nos campos de futebol continue; a desedueação do povo e fdse cultivem instintos de selvajaria como aqueles que se vêm verificando.
fd
-Afgplausos do PSD, do:CDS e do PPM.
fd
O Sr. Presidente:g =- Para contraprotestar, ` tem a palavra o , Sr. Deputado Jorge Lemos, se assim o

entender. .O Sr. Jorge Lemos (PQP):,-15r. Deputado Sousa .Tavares, . estranho que V. Ex.ª confgsidere actuação normal da polícia e defesa dos cidadãos o dispdfdfadfrfdgar fogo real contra esses mesmos cidadãos. .
Estranho que o Sr. Deputado Sousa Tavares considere que, a polícia resolveu o prfdoblema do massagista do Académico de Viseu, pois ele já estava resolvido ...
df
Ofg Sr. Valdemar Alves: (PSD;c -Não estava!
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. O Oragdor: - ... muito antes de a força da polícda ter-intervindo como o fez contraf os cidadãos da Nazaré. 15to é que é preciso ser dito.
O profblema ficou resolvido entre o massagista do Académico de Viseu e -as gfpfgessoas que se encontravam

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