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5763 | I Série - Número 125 | 19 de Maio de 2006

 

cereja, o pêssego e a maçã, mas a cereja é, sem dúvida, a mais importante cultura da Cova da Beira, ocupando uma área de cerca de 1800 ha e apresentando uma produção anual que ronda as 8000 t. É de igual forma a cereja responsável por uma grande mão-de-obra sazonal (na altura da colheita), o que contribui de modo muito positivo para a economia regional.
A aposta em produtos de reconhecida qualidade como a cereja, o queijo, os vinhos, tendo a Cova da Beira estatuto de região demarcada, poderá ser ganha se se continuarem a verificar incentivos na formação e qualificação dos produtos, ao mesmo tempo que se incrementa o desenvolvimento dos meios e sistemas necessários à melhoria da comercialização dos produtos de qualidade, bem como o apoio à caracterização e controlo dos produtos e dos seus modos de produção e respectiva certificação.
Por fim, não poderia esquecer a cidade da Covilhã, motor urbano da região da Cova da Beira, renovada e harmonizada graças a um projecto que outro covilhanense teve a ousadia de lançar - o Polis.
O tempo não permite que me alargue em considerações sobre os problemas desta região, mas creio, contudo, que valerá a pena referir a inauguração da Faculdade de Medicina, no passado dia 30 de Abril, o que demonstra bem a vivência de quem ousa apostar na qualificação dos nossos cidadãos.
Espero que, com esta simples declaração política, tenha mostrado que no interior do País existe vida, que no interior do País existe empreendedorismo, que no interior do País existe vontade e que não pode ser esquecido.

Aplausos do PS.

O Sr. Presidente (António Filipe): - Para uma intervenção, tem a palavra o Sr. Deputado Nuno Teixeira de Melo.

O Sr. Nuno Teixeira de Melo (CDS-PP): - Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Deputados: Em plena Semana Mariana, quando o País se mobilizava, numa manifestação de fé, para uma das maiores enchentes de que há memória em Fátima, o PS, querendo distrair o País dos problemas que verdadeiramente nos assolam - e são muitos, infelizmente! -, quis "tirar mais um coelho da cartola": a nova lei do protocolo do Estado. Convencido de que um projecto de lei só é mediaticamente apelativo se for polémico, lançou-se, então, contra a Igreja,…

Protestos do PS.

… retirando-a do respeito protocolar, excluindo-a de um papel que sempre lhe coube, e até com alguma deselegância, porque nem sequer houve uma palavra ou uma reunião prévia, como era suposto, em relação a quem representa a Igreja ou as Igrejas em Portugal.

O Sr. Pedro Mota Soares (CDS-PP): - Muito bem!

O Orador: - Nisto há uma grande diferença entre o CDS, como partido conservador, a esquerda socialista e a velha pulsão jacobina de muitas esquerdas!

O Sr. Diogo Feio (CDS-PP): - Bem lembrado!

O Orador: - Um partido conservador respeita as instituições fundamentais da nossa sociedade, entre elas a Igreja e as Forças Amadas, pelo seu papel e pela sua importância, no passado como no presente, até pelo seu contributo para a nossa identidade e soberania.

Aplausos do CDS-PP.

Argumenta o PS com a Lei da Liberdade Religiosa e com a Constituição. Só que nem a Lei nem a Constituição proíbem o respeito, mesmo protocolar, por estas instituições. De resto, o texto constitucional que, nesta parte, temos é o mesmo que já existia em 1999. No entanto, em 1999, o PS, representado pelo Deputado Manuel Alegre, pensava de forma diferente…

O Sr. Pedro Mota Soares (CDS-PP): - Bem lembrado!

O Orador: - … e, no projecto de lei n.º 630/VII, estabelecia que o patriarca de Lisboa, bem como os cardeais, o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa e o núncio apostólico tinham tratamento protocolar equivalente ao dos ministros e precedência face a estes.
Ora, se a Constituição não mudou, quem mudou foi o Partido Socialista,…

O Sr. Pedro Mota Soares (CDS-PP): - Mais uma vez!

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