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47 | I Série - Número: 063 | 27 de Março de 2008

O Sr. Presidente: — Para uma intervenção, tem a palavra a Sr.ª Deputada Alcídia Lopes.

A Sr.ª Alcídia Lopes (PS): — Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Deputados: Ouvimos atentamente toda a argumentação aqui apresentada, que não trouxe nada de novo. As palavras de ordem são «adiar», «suspender» e, principalmente, «nada fazer».

A Sr.ª Helena Terra (PS): — Muito bem!

A Sr.ª Alcídia Lopes (PS): — O novo regime de avaliação nasceu da vontade de os professores serem valorizados. O modelo do «satisfaz» para todos não satisfazia ninguém,…

O Sr. Bernardino Soares (PCP): — Este também não satisfaz ninguém!

A Sr.ª Alcídia Lopes (PS): — … muito menos aqueles que trabalhavam e se empenhavam.
Que contributos trazem a esta avaliação? A esta pergunta não deram nem resposta nem contributos.

O Sr. João Oliveira (PCP): — É porque não ouviu!

A Sr.ª Alcídia Lopes (PS): — Andam ocupados em campanhas de desinformação, preocupados com o jogo político e não com a educação ou com os professores.

Vozes do PS: — Muito bem!

A Sr.ª Alcídia Lopes (PS): — Insinuam repetidamente que os professores vão alterar as notas dos seus alunos quando este item tem apenas o peso de 6% na nota global. Esta acusação da oposição fere os professores na sua ética profissional.

Aplausos do PS.

Mas esquecem-se de falar no efectivo descongelamento das carreiras, na progressão que se abrirá para os professores, para já não falar da maior estabilidade profissional garantida por este Governo.
As escolas estão a trabalhar bem, Srs. Deputados. Não faz sentido adiar este processo. E adiar porquê? Por um vazio cheio de nada? A abertura, a flexibilidade e a disponibilidade do Ministério está bem patente nas reuniões efectuadas e a efectuar e está plasmada nos documentos que explicam como implementar este processo.
E em todos os momentos é dito vezes sem conta: que a maior parte dos professores será avaliado no ano lectivo de 2008/2009; que as fichas de registo de avaliação serão elaboradas por cada escola, tendo em conta as suas características, a sua envolvente social e os seus objectivos enquanto escola; que os itens que não puderem ser avaliados podem ser reformulados ou substituídos e um professor avaliador com excessiva carga de aulas para observar pode delegar esta competência.
Estes são apenas alguns exemplos que provam a vontade de construir um modelo sério, praticável, justo e dignificante.

A Sr.ª Helena Terra (PS): — Muito bem!

A Sr.ª Alcídia Lopes (PS): — Não há processos fechados. Várias melhorias sugeridas — não por vós — já foram introduzidas e continuarão a ser.

O Sr. João Oliveira (PCP): — Já? Quando? Está a falar de um papel que não está assinado?

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