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70 | I Série - Número: 030 | 6 de Fevereiro de 2010

O Sr. Francisco de Assis (PS): — E os senhores sabem muito bem — e o vosso eleitorado sabe isso muito bem — que as coisas não estão dissociadas umas das outras: é porque esse despesismo e esse esbanjamento estão directamente associados»

Vozes do PS: — Ao populismo!

O Sr. Francisco de Assis (PS): — » á forma autocrática como a Madeira ç governada; e os senhores, a partir de agora, tornam-se claramente coniventes com essa forma. Também cederam à chantagem proveniente do Governo Regional da Madeira!

Aplausos do PS.

Protestos do BE, do PCP e de Os Verdes.

Por õltimo,»

O Sr. Presidente: — Queira concluir, Sr. Deputado.

O Sr. Francisco de Assis (PS): — Termino, Sr. Presidente e Srs. Deputados, seguindo também as palavras do Sr. Deputado Guilherme Silva: de facto, somos todos portugueses e é porque somos todos portugueses que entendemos que é inaceitável que as regiões mais pobres financiem as regiões mais ricas.

Vozes do PS: — Muito bem!

Protestos do PSD.

O Sr. Francisco de Assis (PS): — Entendemos que é inaceitável que haja portugueses de primeira e portugueses de segunda!

Aplausos do PS.

Considero inaceitável que uns portugueses tenham um tratamento, porque há partidos políticos que cedem à chantagem de líderes regionais, e que outros não o tenham por razões contrárias.
É por essa razão — porque somos todos portugueses — que nós vamos votar claramente contra esta lei iníqua, irresponsável e profundamente injusta que os senhores se preparam para aprovar!

Aplausos do PS.

Protestos do PSD, do CDS-PP, do BE e do PCP.

O Sr. António Filipe (PCP): — Sr. Presidente, peço a palavra para a defesa da honra da bancada.

O Sr. Presidente: — Tem a palavra o Sr. Deputado.

O Sr. António Filipe (PCP): — Sr. Presidente, resistimos, quase até ao fim, a recorrer à figura regimental da defesa da honra, mas há limites»

Vozes do PS: — Ahhh!»

O Sr. António Filipe (PCP): — Ainda ontem, dizia o Sr. Ministro das Finanças que há limites» De facto, quando nos acusam de sermos coniventes com uma governação autocrática»

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