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53 | I Série - Número: 025 | 27 de Novembro de 2010

A Sr.ª Heloísa Apolónia (Os Verdes): — Sr. Presidente, também eu acho justo que se tenha aberto este período — não aplaudi a intervenção do Sr. Deputado Afonso Candal, nem a aplaudiria, pelo conteúdo que teve — para poder aplaudir, pessoalmente e em nome da bancada de Os Verdes, o Sr. Deputado Afonso Candal.
Quero dizer que foi um prazer imenso trabalhar com o Sr. Deputado Afonso Candal e que lhe reconheço uma profunda seriedade no trabalho e uma profunda convicção naquilo que sempre defendeu na Assembleia da República. Às vezes, reconhecemos mais essa convicção quando as discussões são transportadas daqui lá para fora, e não foi pouco comum ver o Sr. Deputado Afonso Candal transportar essas discussões lá para fora com a mesma convicção.
Também sou da «leva» de 1995 e, portanto, sempre me habituei a ver esta «peça» parlamentar aqui.

Risos.

É verdade! Esta «peça» parlamentar que agora sai mas que, seguramente, não deixará de ter a sua actuação e a sua intervenção política. Espero que ainda nos venhamos a encontrar por aí, aqui dentro ou lá fora, tanto faz.
Foi um prazer imenso trabalhar consigo, Sr. Deputado.

Aplausos gerais.

O Sr. Francisco de Assis (PS): — Peço a palavra, Sr. Presidente.

O Sr. Presidente: — Tem a palavra, Sr. Deputado.

O Sr. Francisco de Assis (PS): — Sr. Presidente, também quero, em nome da bancada do Partido Socialista, agradecer ao Sr. Deputado Pedro Mota Soares e ao CDS esta iniciativa.
É naturalmente com tristeza, tristeza política e pessoal, que assistimos hoje à partida, por decisão própria, do Deputado Afonso Candal, um Deputado que prestigiou o Parlamento e enriqueceu muito a prestação parlamentar do seu partido, o Partido Socialista, pela sua inteligência, que aqui quero salientar, uma inteligência penetrante, uma inteligência aguda, que aqui se manifestou muitas vezes nos debates mas que se manifestou, sobretudo, sob uma forma que nos vai deixar muitas saudades, a do seu excepcional sentido de humor, que esteve sempre presente em todos os debates em que participou.
E associo a essa inteligência uma extraordinária capacidade de trabalho, a sua seriedade, que aqui já foi reconhecida por todos os grupos parlamentares, uma grande convicção e um espírito independente, que o levou sempre a afirmar as suas convicções e as suas posições.
Dizia há pouco o Sr. Deputado Pedro Mota Soares que, naturalmente, neste Parlamento, várias vezes teve divergências com ele. Mesmo num partido tão plural como é o Partido Socialista, às vezes, também tivemos as nossas divergências, mas quero salientar aqui a lealdade, a frontalidade e a profunda honestidade que sempre caracterizou a intervenção pública, fosse no interior do seu partido e do seu grupo parlamentar, fosse aqui no Parlamento.
Por isso, estou certo que este Parlamento fica um pouco mais pobre e não tenho a mais pequena dúvida que o nosso grupo parlamentar também fica claramente empobrecido com a saída do Deputado Afonso Candal. Mas, pela sua vivacidade, pela sua juventude, pelo seu empenhamento na promoção do interesse público, estou certo, tal como dizia há pouco o Sr. Presidente da Assembleia da República, que um dia, que espero que não seja muito distante, este Parlamento vai assistir ao regresso do Deputado Afonso Candal.

Aplausos gerais.

O Sr. Presidente: — Como pode verificar, Sr. Deputado Afonso Candal, a Assembleia da República «tem mais encanto na hora da despedida».

Risos.

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