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I SÉRIE — NÚMERO 66

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em véspera de eleições, em 2009, resolveu não aumentar os preços dos transportes públicos e, com isso,

agravou a situação.

Vozes do CDS-PP: — Muito bem!

O Sr. Hélder Amaral (CDS-PP): — Portanto, há, por um lado, um Governo que respeita os contribuintes

portugueses, o serviço de transportes públicos e os utentes…

O Sr. Bernardino Soares (PCP): — Essa história está um pouco mal contada!

O Sr. Hélder Amaral (CDS-PP): — … e há, por outro lado, quem reine na confusão, quem não tenha a

menor ideia e nenhum respeito quanto ao que devem ser os transportes públicos.

Vozes do CDS-PP: — Muito bem!

O Sr. Hélder Amaral (CDS-PP): — E isso acontece também com o Partido Comunista Português.

O Sr. Bernardino Soares (PCP): — Já cá faltava essa!

O Sr. Hélder Amaral (CDS-PP): — Tirando um qualquer funcionário do Partido Comunista Português,

grevista radical, que apareça a representar uma qualquer comissão de utentes, porque nos aparecem moções

a dizer isso,…

O Sr. Bruno Dias (PCP): — Olhe que há pessoas que votaram em vocês que também lá estão!

O Sr. João Oliveira (PCP): — Tenha vergonha!

O Sr. Hélder Amaral (CDS-PP): — … quer as câmaras municipais do PCP, quer mesmo as intervenções

em sede de comissão, um pouco mais serenas, do Partido Comunista Português,…

O Sr. Bruno Dias (PCP): — Há pessoas que acreditaram em vocês que estão nessas lutas!

O Sr. Hélder Amaral (CDS-PP): — … na generalidade, concordam.

Existe uma matéria relativamente à qual o Partido Comunista Português é muito sensível: a modelação dos

transportes, a modelação da bilhética. Hoje mesmo, ficou claro, até para o Partido Comunista Português, que

ela era uma confusão. Havia ofertas de modelação de bilhética que não serviam os interesses do utente,…

Protestos da Deputada do PCP Rita Rato.

… nem sequer serviam os interesses das empresas. Ou seja, não havia uma oferta de modelação de

bilhetes de acordo com as necessidades dos utentes nem, depois, uma distribuição racional desses valores às

empresas.

A Sr.ª Catarina Martins (BE): — E por isso optaram pelos aumentos!

O Sr. Hélder Amaral (CDS-PP): — Havia o quê? As famosas indemnizações compensatórias, todas elas

desequilibradas, todas elas desajustadas, em que não ganhavam as empresas nem os utentes.

O Sr. Bruno Dias (PCP): — Que grande trapalhada que para aí vai!

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