O texto apresentado é obtido de forma automática, não levando em conta elementos gráficos e podendo conter erros. Se encontrar algum erro, por favor informe os serviços através da página de contactos.
Não foi possivel carregar a página pretendida. Reportar Erro

I SÉRIE — NÚMERO 86

24

Vozes do PSD e do CDS-PP: — Muito bem!

A Sr.ª Maria das Mercês Soares (PSD): — Sr. Presidente, Sr.as

e Srs. Deputados: No movimento

cooperativo, a construção do futuro é uma longa caminhada, aberto a novos desafios em que as cooperativas

têm de alargar a sua ambição e acreditamos que podem dar um relevante contributo para a promoção da

economia local, para a criação de emprego, de que tanto precisamos, e para o combate contra as

desigualdades sociais, com base nos seus valores.

O contributo que pretendemos dar com a apresentação deste projeto de lei de código cooperativo é, para

além de um vasto conjunto de aspetos, que já foram apresentados, dar um novo impulso para alavancar o

protagonismo do movimento cooperativo, das cooperativas, em si, para a construção do nosso País.

O Sr. Artur Rêgo (CDS-PP): — Muito bem!

A Sr.ª Maria das Mercês Soares (PSD): — Desejamos contribuir para que o movimento cooperativo ganhe

uma nova dinâmica, encorajado por este novo código cooperativo e que permita promover a economia social,

não numa perspetiva isolada, mas, antes, numa perspetiva dinâmica, inovadora e capaz de vencer os novos

desafios que se colocam.

O Sr. Adão Silva (PSD): — Muito bem!

A Sr.ª Maria das Mercês Soares (PSD): — O movimento cooperativo português está alicerçado nos

princípios cooperativos, consagrados pela Aliança Cooperativa Internacional, e tem força constitucional.

Mas a vida muda, os tempos mudam, as realidades são exigentes…

O Sr. Adão Silva (PSD): — Essa é que é a verdade!

A Sr.ª Maria das Mercês Soares (PSD): — … e, hoje, a Sociedade Cooperativa Europeia já contempla

novas dinâmicas. Não podemos deixar de olhar para esta realidade.

É por isso que queremos um setor cooperativo robusto, firme nos seus princípios e valores, inovador, livre

da subordinação a ideologias, que, com base na iniciativa dos seus cooperantes, alavanquem o setor e o

afirmem na sociedade portuguesa.

O Sr. Adão Silva (PSD): — Muito bem!

A Sr.ª Maria das Mercês Soares (PSD): — Nada melhor do que incentivar os jovens para o movimento

cooperativo e, ao contrário do que aqui foi referido, o Instituto António Sérgio promoveu o movimento e o apoio

às cooperativas jovens e, neste primeiro trimestre de 2015, verificou-se a inversão que vinha a ocorrer: em vez

de se destruírem e fecharem cooperativas, já abriram 20 cooperativas…

O Sr. Adão Silva (PSD): — Bem lembrado!

A Sr.ª Maria das Mercês Soares (PSD): — … e, dessas 20 cooperativas que foram criadas, seis foram

construídas por impulso do programa COOPJOVEM.

Era bom que os Srs. Deputados acompanhassem estas realidades para depois não dizerem que o Governo

não faz. Fez, e bem, e em boa hora o fez!

Vozes do PSD e do CDS-PP: — Muito bem!

A Sr.ª Maria das Mercês Soares (PSD): — Por respeito ao movimento cooperativo, estamos convictos de

que, com o contributo de todos em sede de especialidade, iremos trabalhar para dotar o País de um novo

código cooperativo em que todos se revejam.

Páginas Relacionadas
Página 0022:
I SÉRIE — NÚMERO 86 22 cooperativo moderno, exigente, capaz de se ada
Pág.Página 22
Página 0023:
15 DE MAIO DE 2015 23 Aplausos do PS. O Sr. Presidente (Guilherme Sil
Pág.Página 23
Página 0025:
15 DE MAIO DE 2015 25 Saúdo os cooperadores portugueses, independentemente das suas
Pág.Página 25