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I SÉRIE — NÚMERO 8

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Sr.as

e Srs. Deputados, resolver os problemas que o País tem, claro que é uma prioridade. É evidente que

sim!

Aplausos de Os Verdes, do PS, do BE e do PCP.

Por que é que ficaríamos à espera? Temos, hoje, condições para aprovar! Por que é que ficaríamos à

espera?!

E resolver os problemas do País não é nenhum aproveitamento político, já o disse quanto às prioridades.

Sr. Deputado Filipe Lobo d’Ávila, veja bem: preocupe-se mais com a prioridade do Sr. Presidente da

República relativamente à formação de um governo,…

O Sr. Filipe Lobo d’Ávila (CDS-PP): — Está a falar do Presidente!

A Sr.ª Heloísa Apolónia (Os Verdes): — … porque, quando se formar um governo, o governo devido que o

País precisa, nesse caso, há muitas outras questões que virão à Assembleia da República, designadamente

por proposta do governo.

Aplausos do PS.

Fale lá das prioridades ao Sr. Presidente da República, que demora, demora e demora a tomar decisões…

Aplausos de Os Verdes, do PS, do BE e do PCP.

O Sr. Presidente: — Não havendo mais oradores inscritos, vamos entrar no período regimental de

votações.

Antes de mais, vamos proceder à verificação do quórum. Peço aos serviços que acionem o respetivo

mecanismo e aos Srs. Deputados o favor de se registarem.

Pausa.

Srs. Deputados, o quadro eletrónico regista 221 presenças, às quais se somam quatro, sinalizadas à Mesa,

dos Srs. Deputados Amadeu Soares Albergaria e Pedro Pinto, do PSD, Fernando Rocha Andrade, do PS, e

Francisco Lopes, do PCP, o que perfaz 225 Srs. Deputados presentes, pelo que temos quórum de

deliberação.

Vamos, então, dar início às votações, começando pela votação do voto n.º 1/XIII (1.ª) — De pesar pelo

falecimento de Paulo Cunha e Silva, Vereador da Cultura da Câmara Municipal do Porto (PS), que vai ser lido

pela Sr.ª Secretária.

A Sr.ª Secretária (Idália Salvador Serrão): — Sr. Presidente e Srs. Deputados, o voto é do seguinte teor:

«Morreu Paulo Cunha e Silva.

E agora? É o que nos perguntamos depois do choque porque era o que ele sempre perguntava a quem o

acompanhava, a quem o admirava, a quem o seguia, desafiando a inquietação e a genialidade para novas

respostas, inapelavelmente incompletas rumo a novas indagações.

Paulo Cunha Silva morreu de forma inesperada e brutal como Vereador da Cultura do Porto. Morreu a fazer

renascer a cultura na cidade, a cidade que amava e de que fez mundo, onde tudo pode acontecer em todo o

lado. Queria uma cultura completa para uma cidade completa e como laboratório político-cultural do País. Era

um executor do pensamento: pensava e fazia o que pensava.

O seu percurso dificilmente é confinável.

Licenciado em Medicina, Mestre e Doutor pela Universidade do Porto, onde foi Professor de Anatomia, era

também Professor Associado de Pensamento Contemporâneo na Faculdade de Desporto da Universidade do

Porto.

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