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3 DE JUNHO DE 2016

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O Sr. Hélder Amaral (CDS-PP): — Sr. Presidente, é apenas para dizer que a bancada do CDS apresentará

na Mesa uma declaração de voto sobre este voto de pesar.

O Sr. Presidente: — Fica registado, Sr. Deputado.

Tem a palavra o Sr. Deputado Hugo Lopes Soares.

O Sr. Hugo Lopes Soares (PSD): — Sr. Presidente, é para o mesmo efeito.

O Sr. Presidente: — Fica registado, Sr. Deputado.

Tem a palavra a Sr.ª Deputada Carla Cruz.

A Sr.ª Carla Cruz (PCP): — Sr. Presidente, é para informar que o Grupo Parlamentar do Partido Comunista

Português apresentará uma declaração de voto sobre a última votação.

O Sr. Presidente: — Fica registado, Sr.ª Deputada.

Passamos ao voto n.º 89/XIII (1.ª) — De pesar pelo falecimento do fadista Vicente da Câmara (CDS-PP, PSD

e PS).

Peço à Sr.ª Secretária Idália Serrão o favor de proceder à sua leitura.

A Sr.ª Secretária (Idália Salvador Serrão): — Srs. Deputados, o voto n.º 89/XIII (1.ª) é do seguinte teor:

«Vicente Maria do Carmo da Câmara nasceu em 1928, em Lisboa, numa família portuguesa de costumes e

valores e com longa tradição aristocrática. Morreu, inesperadamente, no passado dia 28 de maio, exatamente

na mesma cidade que o viu nascer.

Destinado a uma carreira profissional ligada ao sector empresarial e petrolífero, mostrou desde cedo

inclinação artística. Foi no fado que Vicente da Câmara se fez notar e se distinguiu, conseguindo, com uma

paixão vibrante e um talento fulgurante, dignificar a música tradicional portuguesa e prestar um contributo

inestimável às comunidades portuguesas no estrangeiro ao aproximá-las de Portugal, sinal disso é a sua

atuação nos palcos dos mais diversos países, desde a França à Africa do Sul, ou do Canadá e a Macau.

O seu empenho e dedicação asseguraram-lhe um lugar destacado na galeria das personalidades

incontornáveis e abundantemente reconhecidas da música tradicional e popular portuguesa, deixando uma

marca própria, singular e indelével na sociedade portuguesa.

Vicente da Câmara morreu como viveu, na companhia da família e de tantos e tão diversos amigos, que

tinham por ele estima, admiração e orgulho.

A Assembleia da República apresenta as suas mais sentidas condolências à família enlutada e recorda

Vicente da Câmara como individualidade de referência da música portuguesa, que representará, sempre, um

exemplo e uma inspiração para as gerações de fadistas e artistas portugueses.»

O Sr. Presidente: — Vamos votar o voto n.º 89/XIII (1.ª) (CDS-PP, PSD e PS), que acabou de ser lido.

Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.

Srs. Deputados, vamos guardar 1 minuto de silêncio.

A Câmara guardou, de pé, 1 minuto de silêncio.

O Sr. Presidente: — Vamos passar ao voto n.º 86/XIII (1.ª) — De congratulação pela libertação da Deputada

ucraniana Nadiia Savchenko (PSD, PS e CDS-PP).

Srs. Deputados, foi requerido pelo PCP que cada grupo parlamentar dispusesse de 2 minutos para se

pronunciar sobre este voto.

Sendo assim, tem a palavra, em primeiro lugar, o Sr. Deputado João Oliveira, do PCP.

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