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I SÉRIE — NÚMERO 107

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Risos do Deputado do PSD Duarte Filipe Marques.

… que não só foi rejeitada pelas autoridades e pelo Governo venezuelano, como foram as próprias

autoridades que lhe deram combate e que lhe puseram fim.

A ação terrorista destes grupos golpistas envolve o roubo de equipamento militar, o bombardeamento do

Tribunal Supremo de Justiça e do Ministério do Interior, Justiça e Paz, as tentativas de assalto a bases militares,

a vandalização de serviços de saúde e educação, o incêndio de estações de metro e outros equipamentos de

transporte, a destruição de armazéns de medicamentos e de produtos alimentares, a sabotagem de instalações

elétricas e é extraordinário que um governo que procura responder à ação terrorista destes grupos acabe por

ser criticado, pelo CDS, pela resposta que dá ao terrorismo.

Risos do Deputado do PSD Duarte Filipe Marques.

Esta ação criminosa de boicote económico, de açambarcamento e especulação de preços, tal como de

pilhagem a instalações comerciais — muitas das quais pertencendo a emigrantes portugueses radicados na

Venezuela, também eles vítimas dessa desestabilização golpista — tem conduzido a uma situação gravíssima

a que é preciso pôr cobro, restaurando a situação de normalidade no funcionamento das instituições e pondo

fim à ação terrorista desses grupos.

Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Deputados, o voto que o PCP apresenta não é um voto parcial, nem um voto que

dê cobertura à ação terrorista desses grupos golpistas, …

O Sr. Presidente: — Já ultrapassou o seu tempo, Sr. Deputado. Peço-lhe para concluir.

O Sr. João Oliveira (PCP): — Vou terminar, Sr. Presidente.

Este é um voto que propõe, efetivamente, a condenação da sua ação, que expressa o pesar pelas vítimas e

a solidariedade com todos aqueles que têm sido atingidos e que mantém a afirmação, de que não prescindimos,

de que é ao povo venezuelano que cabe decidir do seu destino, livre da pressão e da ingerência do Estado.

Aplausos do PCP.

O Sr. Duarte Filipe Marques (PSD): — Decidiu. Decidiu em eleições! O problema é esse!

O Sr. Telmo Correia (CDS-PP): — Peço a palavra, Sr. Presidente.

O Sr. Presidente: — Para que efeito, Sr. Presidente?

O Sr. Telmo Correia (CDS-PP): — Para fazer a defesa da honra da bancada.

O Sr. Presidente: — O Sr. Deputado Telmo Correia pediu a palavra para defender a honra da bancada.

Peço-lhe que comece por explicar o porquê do pedido e que desenvolva depois.

O Sr. Telmo Correia (CDS-PP): — Sr. Presidente, pedi para fazer a defesa da honra, como não podia deixar

de ser. Neste caso, diria que ser uma defesa da honra da bancada ou individual é indiferente, uma vez que falei

em nome da bancada e aquilo que eu disse corresponde à posição da bancada.

O Sr. Presidente: — Sr. Deputado, mas se se tratar de uma defesa da honra individual terá de ser feita no

fim.

Vozes do CDS-PP: — É da bancada!

O Sr. Presidente: — É da bancada? Como sabe, o Regimento tem dois métodos…

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