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I SÉRIE — NÚMERO 3

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O Sr. Secretário (Diogo Leão): — Sr. Presidente e Srs. Deputados, o voto é do seguinte teor:

«É com grande tristeza que a Assembleia da República assinala o falecimento da atriz Fernanda Borsatti,

que era a alegria em pessoa.

Como disse por estes dias o realizador Luís Galvão Teles, que com ela trabalhou em A Vida é Bela, ‘Fernanda

Borsatti era a vida, trazia a vida com ela para dentro da imagem’.

Nascida em Évora, em 1 de setembro de 1931, era uma atriz de grande versatilidade. Essa versatilidade fica

clara quando pensamos nas companhias pelas quais passou, como o Teatro Maria Vitória, a Companhia Laura

Alves e o Teatro Maria Matos e, entre 1978 e 2001, pertenceu ao elenco do Teatro Nacional D. Maria II, ou

quando percebemos que, além de teatro, também fez cinema e televisão.

O sucesso da sua passagem pelo grande ecrã, em inúmeras séries e telenovelas, acrescentou ao seu

reconhecimento artístico uma notável popularidade.

Reunida em sessão plenária, a Assembleia da República manifesta o pesar pelo sucedido e transmite à

família e amigos de Fernanda Borsatti o seu mais sentido pesar.»

O Sr. Presidente: — Srs. Deputados, vamos votar.

Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.

Vai agora ser lido, pela Sr.ª Secretária Idália Serrão, o voto n.º 389/XIII (3.ª) — De pesar pelo falecimento de

Armando Trigo de Abreu (Presidente da AR, PS e PSD).

A Sr.ª Secretária (Idália Salvador Serrão): — Sr. Presidente, Srs. Deputados, o voto é do seguinte teor:

«É com grande tristeza que a Assembleia da República assinala o falecimento de Armando Trigo de Abreu.

Nascido em Mirandela, no ano de 1940, licenciou-se aos 25 anos em Engenharia Agronómica, no Instituto

Superior de Agronomia, em Lisboa.

Foi toda a vida um homem de ciência e da ciência.

Desenvolveu investigação científica e funções docentes na Gulbenkian, no atual ISEG e no ISCTE, onde

dirigiu o Centro de Estudos Africanos. África foi, aliás, outra paixão da sua vida.

Em 1987, já ao lado de Mariano Gago, preside às Jornadas Nacionais de Ciência e Tecnologia, que

representaram um momento de viragem na política de ciência em Portugal.

Entre 1989 e 2002, exerceu funções dirigentes no Instituto Nacional de Ambiente, no Programa Praxis XXI e

no Instituto de Cooperação Científica e Tecnológica Internacional.

Mais recentemente, durante o XVII Governo Constitucional, foi o Chefe do Gabinete do Ministro da Ciência

e Tecnologia, Mariano Gago.

Reunida em sessão plenária, a Assembleia da República manifesta o pesar pelo sucedido e transmite à

família e amigos de Armando Trigo de Abreu o seu mais sentido pesar.»

O Sr. Presidente: — Srs. Deputados, vamos votar.

Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.

Srs. Deputados, encontram-se nas galerias familiares de Armando Trigo de Abreu, a quem a Mesa apresenta

sinceras condolências.

Vai agora ser lido, pelo Sr. Secretário Duarte Pacheco, o voto n.º 394/XIII (3.ª) — De pesar pelas vítimas do

terramoto no México (Presidente da AR, PSD, PS e CDS-PP).

O Sr. Secretário (Duarte Pacheco): — Sr. Presidente e Srs. Deputados, o voto é do seguinte teor:

«É com grande consternação que a Assembleia da República assinala os terríveis efeitos do terramoto de

grande magnitude que atingiu o México.

Os dados da proteção civil apontam já para 216 vítimas mortais, entre as quais 26 crianças.

Reunida em sessão plenária, a Assembleia da República manifesta às autoridades mexicanas a sua total

solidariedade e transmite às famílias e amigos das vítimas o seu mais sentido pesar.»

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