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30 DE NOVEMBRO DE 2017

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O Sr. Presidente: — Srs. Deputados, vamos votar.

Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.

Segue-se o voto n.º 435/XIII (3.ª) — De pesar pelo falecimento de Paulo António de Freitas Valadão,

apresentado pelo PCP, que vai ser lido pela Sr.ª Secretária Idália Serrão.

A Sr.ª Secretária (Idália Salvador Serrão): — Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Deputados, o voto é do seguinte

teor:

«Faleceu nas Flores, no dia 22 de novembro, vítima de morte súbita, Paulo António de Freitas Valadão, de

68 anos, professor do ensino básico, médico veterinário na ilha das Flores desde 1978, Deputado regional do

PCP na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, de 1988 a 2004, e atual vereador da CDU na

Câmara Municipal de Santa Cruz das Flores.

Paulo Valadão contribuiu grandemente para a valorização política e institucional das ilhas mais pequenas ou

mais isoladas dos Açores. Com a sua ação, levou para o debate e para a agenda política os muitos problemas

que resultam do isolamento, da falta de infraestruturas ou da carência dos serviços nessas ilhas. Muitos desses

problemas passaram a ter tratamento diverso e melhor depois de Paulo Valadão agir como uma espécie de

provedor das ilhas isoladas, em ligação direta com os cidadãos para ajudar a resolver inúmeros problemas que

afetavam a vida quotidiana das pessoas.

A Assembleia da República, reunida em 27 de novembro de 2017, expressa o seu pesar pelo falecimento de

Paulo Valadão e envia aos seus familiares e ao PCP sentidas condolências.».

O Sr. Presidente: — Srs. Deputados, vamos proceder à votação do voto.

Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.

Peço, novamente, à Sr.ª Secretária Idália Serrão o favor de proceder à leitura do voto n.º 436/XIII (3.ª) — De

pesar pelo falecimento de Pedro Rolo Duarte, apresentado pelo Presidente da AR e subscrito por Deputados do

PS, do PSD, do PCP e do CDS-PP.

A Sr.ª Secretária (Idália Salvador Serrão): — Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Deputados, o voto é do seguinte

teor:

«Foi com profunda tristeza que a Assembleia da República tomou conhecimento do falecimento de Pedro

Rolo Duarte.

Apesar do seu precoce desaparecimento, o nome Pedro Rolo Duarte era já, há muito, uma referência no

jornalismo português.

Nascido em Lisboa, em 16 de maio de 1964, filho de António Rolo Duarte e Maria João Duarte, o jornalismo

corria-lhe nas veias.

Logo aos 17 anos iniciou a sua colaboração com a imprensa escrita, que passou pelo jornal Sete, O

Independente, revista K, Diário de Notícias, Visão, revista Egoísta e jornal i.

Também passou pela televisão e pela rádio, outra das suas grandes paixões e onde assinou programas de

reconhecido sucesso, especialmente na Rádio Comercial e na Antena 1.

Tinha uma visão moderna e cosmopolita do jornalismo; revelou uma capacidade de inovação editorial e de

escrita que fez escola na comunicação social portuguesa.

No jornal Sete, na revista K ou no semanário O Independente, ao lado do amigo Miguel Esteves Cardoso,

ajudou a definir a nova identidade do jornalismo cultural e político dos anos 80 e 90.

Reunida em sessão plenária, a Assembleia da República manifesta à família e amigos de Pedro Rolo Duarte

o seu mais sentido pesar.».

O Sr. Presidente: — Srs. Deputados, vamos votar o voto que acabou de ser lido.

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