O texto apresentado é obtido de forma automática, não levando em conta elementos gráficos e podendo conter erros. Se encontrar algum erro, por favor informe os serviços através da página de contactos.
Não foi possivel carregar a página pretendida. Reportar Erro

30 DE NOVEMBRO DE 2017

39

Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.

Passamos ao voto n.º 442/XIII (3.ª) — De pesar pelo falecimento de João Ricardo, apresentado pelo

Presidente da AR e subscrito por Deputados do PS, do PCP, do PSD e do CDS-PP, que vai ser lido pelo Sr.

Secretário António Carlos Monteiro.

O Sr. Secretário (António Carlos Monteiro): — Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Deputados, o voto é do seguinte

teor:

«Foi com profundo pesar que a Assembleia da República tomou conhecimento do falecimento do ator João

Ricardo.

Nascido em Lisboa, a 27 de maio de 1964, João Ricardo era um ator completo e versátil, com uma carreira

marcante na televisão, no teatro e no cinema.

As manifestações de pesar que se verificaram por estes dias são bem a prova da grande popularidade que

tinha junto do grande público e do reconhecimento da crítica.

Na televisão, onde começou logo em 1989, os seus trabalhos mais recentes foram nas novelas Rainha das

Flores e Laços de Sangue.

No teatro, foi encenador, ator e diretor artístico. Colaborou com o Teatroesfera e com o Teatro Nacional D.

Maria II, tendo dirigido o Teatro de Carnide.

No cinema, fez parte de elencos de vários filmes de Luís Filipe Rosa, Margarida Cardoso ou João Botelho.

Reunida em sessão plenária, a Assembleia da República manifesta à família e amigos de João Ricardo o

seu mais sentido pesar e a sua total solidariedade.».

O Sr. Presidente: — Srs. Deputados, vamos votar o voto.

Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade.

Passamos ao voto n.º 444/XIII (3.ª) — De pesar pelo falecimento de Belmiro de Azevedo, apresentado pelo

Presidente da AR e subscrito por Deputados do PSD, do PS e do CDS-PP, que vai ser lido pelo Sr. Secretário

Duarte Pacheco.

O Sr. Secretário (Duarte Pacheco): — Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Deputados, o voto é do seguinte teor:

«É com profundo pesar que a Assembleia da República tomou conhecimento do falecimento de Belmiro de

Azevedo.

Nascido em Marco de Canavezes, em 1938, era licenciado em Engenharia Química pela Universidade do

Porto, com especializações em gestão de empresas, obtidas em prestigiadas instituições universitárias dos

Estados Unidos da América.

Belmiro de Azevedo soube transformar a Sonae numa referência internacional.

Rapidamente, sob a sua liderança, o sucesso da atividade de retalho permitiu ao Grupo empresarial alargar

os seus setores de atividade e os seus horizontes territoriais.

A Sonae está hoje presente na comunicação social, no setor das telecomunicações e comunicações e no

retalho especializado, desenvolvendo, ao mesmo tempo, através da fundação com o nome de Belmiro de

Azevedo, uma obra social muito assinalável nos domínios da educação, da cultura e da solidariedade.

Trata-se de um Grupo económico bastante internacionalizado, com uma presença qualificada em todos os

continentes.

O Estado reconheceu este percurso singular, atribuindo a Belmiro de Azevedo a Grã-Cruz da Ordem do

Infante D. Henrique, em 2006.

O País continua a olhar para a Sonae como um referencial de criação de riqueza e emprego, na certeza de

que continuará a procurar os melhores padrões de inovação empresarial e responsabilidade social.

Reunidos em sessão plenária, os Deputados à Assembleia da República manifestam à família e amigos de

Belmiro de Azevedo o seu mais sentido pesar e a sua total solidariedade.».

O Sr. Presidente: — Srs. Deputados, vamos votar o voto que acabou de ser lido.

Páginas Relacionadas
Página 0042:
I SÉRIE — NÚMERO 22 42 Srs. Deputados, na sequência dos votos de pesa
Pág.Página 42
Página 0043:
30 DE NOVEMBRO DE 2017 43 A demora neste processo reflete os protestos de organizaç
Pág.Página 43
Página 0052:
I SÉRIE — NÚMERO 22 52 Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos
Pág.Página 52
Página 0053:
30 DE NOVEMBRO DE 2017 53 Por essa razão, não se compreende a votação de Portugal n
Pág.Página 53