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I SÉRIE — NÚMERO 21

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Orçamento de 2019 porque os Srs. Deputados do PSD e o Governo Regional, em particular, falharam na

apresentação da proposta de projeto de interesse comum.

O Sr. João Paulo Correia (PS): — Bem lembrado!

O Sr. Carlos Pereira (PS): — Falharam em 2017, falharam em 2018!

Aplausos do PS.

E só agora é que é possível ter essa expressão material!

Finalmente, sobre a questão dos juros, Sr. Deputado Ernesto Ferraz, do Bloco de Esquerda, é mentira que

não haja um esforço do Governo para a redução dos juros. Está previsto no Orçamento esse esforço.

Volto a fazer um lembrete e a falar um bocadinho de história. Todos temos de nos lembrar por que razão é

que a Madeira está a pagar um empréstimo tão caro e com tanto impacto na sociedade madeirense. Está a

fazê-lo porque o Governo do PSD destruiu as finanças regionais.

O Sr. Carlos César (PS): — Muito bem!

O Sr. Carlos Pereira (PS): — Porque o Governo Regional, do PSD, fez uma dívida absolutamente impagável

e a determinada altura teve de contratar com o Governo nacional — veja-se, em abono da verdade, é preciso

repetir, um Governo do PSD. Portanto, quem estabeleceu este negócio de juros e de contrato de dívida foram

dois Governos do PSD: o Governo Regional e o Governo nacional.

Aplausos do PS.

O que está a fazer hoje o Governo do PS é a corrigir aquilo que os senhores nunca foram capazes de corrigir

e que fizeram vítimas os madeirenses.

Aplausos do PS.

O Sr. Presidente (Jorge Lacão): — Tem a palavra, ainda neste ponto, o Sr. Deputado Nuno Magalhães.

O Sr. Nuno Magalhães (CDS-PP): — Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Deputados, tivemos hoje o momento mais

previsível deste Orçamento: é que, pela 24.ª vez, o Sr. Deputado Carlos Pereira prometeu o hospital da Madeira!

Só o Sr. Deputado Carlos Pereira é que ainda acredita no Sr. Deputado Carlos Pereira!

Por isso, Sr. Deputado, queria que ficasse claro o seguinte: 50% de quê?

O Sr. Carlos César (PS): — Leia o Orçamento! Está lá escrito!

O Sr. Nuno Magalhães (CDS-PP): — É 50% do custo total do hospital ou de um valor que o Primeiro-Ministro

impõe, a priori, que é 96 milhões de euros?!

Protestos do PS.

Mais uma vez, passaremos para a quarta pedra lançada do hospital da Madeira sem que tenha havido nem

uma segunda!

Aplausos do CDS-PP.

O Sr. Presidente (Jorge Lacão): — Igualmente em relação a este ponto, tem a palavra o Sr. Secretário de

Estado Adjunto e das Finanças.

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