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I SÉRIE — NÚMERO 26

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Assembleia da República, 16 de janeiro de 2020.

As Deputadas e os Deputados do Bloco de Esquerda.

[Recebida na Divisão de Redação em 16 de janeiro de 2020].

———

Relativa ao Voto n.º 142/XIV/1.ª (PSD e PS) [votado na reunião plenária de 10 de janeiro de 2020 — DAR I

Série n.º 22 (2020-01-11)]:

O voto apresentado por PSD e PS carece de uma análise mais profunda às responsabilidades de EUA e Irão

na escalada de violência no médio oriente. As omissões apresentadas são uma escolha deliberada para, em

particular, reduzir as responsabilidades históricas dos EUA na desestabilização de toda aquela região, algo que

o Bloco de Esquerda não acompanha. Foi essa escolha que motivou a abstenção no voto em causa.

Assembleia da República, 16 de janeiro de 2020.

As Deputadas e os Deputados do Bloco de Esquerda.

[Recebida na Divisão de Redação em 16 de janeiro de 2020].

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Relativa ao Voto n.º 143/XIV/1.ª (PSD) [votado na reunião plenária de 10 de janeiro de 2020 — DAR I Série

n.º 22 (2020-01-11)]:

A situação política na Venezuela tem sido discutida inúmeras vezes na Assembleia da República. Conforme

faz no voto apresentado, o PSD tem assumido uma posição pró Juan Guaidó, escolhendo um lado e uma

narrativa política que lhe retira idoneidade e independência na análise dos acontecimentos neste país.

O Bloco de Esquerda tem exigido responsabilidades a Juan Guaidó e a Nicolas Maduro, não ignorando a

parte que um tem desempenhado na tentativa de ingerência estrangeira naquele país, nem omitindo a

responsabilidade de outro perante a degradação das condições democráticas naquele país.

O voto apresentado pelo PSD mereceu o voto contra do Bloco de Esquerda porque enferma da mesma visão

enviesada que o PSD tem mostrado no passado e que nada ajuda para a resolução dos problemas que a

Venezuela enfrenta.

Assembleia da República, 16 de janeiro de 2020.

As Deputadas e os Deputados do Bloco de Esquerda.

[Recebida na Divisão de Redação em 16 de janeiro de 2020].

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Relativa ao Voto n.º 146/XIV/1.ª (CDS-PP) [votado na reunião plenária de 10 de janeiro de 2020 — DAR I

Série n.º 22 (2020-01-11)]:

Apesar do voto favorável do Bloco de Esquerda, motivado pela condenação inequívoca dos atos de violência

que vitimaram dois jovens, um em Bragança e outro em Lisboa, não acompanhamos a ideia que o CDS sustenta

de existir um aumento da violência no país. Esse distanciamento justifica a presente declaração de voto.

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