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I SÉRIE — NÚMERO 29

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O Sr. Presidente: — Faça favor, Sr. Deputado.

O Sr. João Paulo Correia (PS): — Sr. Presidente, é para informar que o Grupo Parlamentar do PS irá

apresentar uma declaração de voto sobre esta última votação.

O Sr. Presidente: — Fica registado, Sr. Deputado.

Vamos passar ao Voto n.º 173/XIV/1.ª (apresentado pelo PCP) — De pesar pelas vítimas do nazi-fascismo

nos 75 anos da libertação pelo exército soviético do campo de concentração de Auschwitz, que vai ser lido pela

Sr.ª Secretária Ana Mesquita.

A Sr.ª Secretária (Ana Mesquita): — Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Deputados, o voto é do seguinte teor:

«No passado dia 27 de janeiro, assinalaram-se os 75 anos da libertação, pelo exército soviético, do campo

de concentração de Auschwitz, onde foram assassinados — nas câmaras de gás, pela fome e a doença, nos

fuzilamentos e sob a tortura — mais de 1 milhão e 100 mil seres humanos.

Em resultado da política nazi de extermínio, foram assassinados, incluindo nos campos de concentração,

milhões de seres humanos, na sua maioria prisioneiros de guerra e civis soviéticos, judeus, eslavos, entre muitos

outros.

Os campos de concentração nazis foram também campos de trabalho escravo ao serviço dos grandes

monopólios alemães que desempenharam um papel decisivo na ascensão de Hitler e do nazismo ao poder na

Alemanha. Campos onde a exploração do trabalho era levada ao extremo — até à morte — e onde aqueles que

eram considerados inaptos para o trabalho eram cruelmente eliminados.

Ao assinalar esta data, é justo recordar o contributo da URSS e do povo soviético — que sofreu mais de 20

milhões de mortos — para a vitória sobre o nazi-fascismo na II Guerra Mundial.

75 anos depois, só pode ser motivo de preocupação e de indignação o surgimento em países na Europa de

forças que reabilitam o fascismo e glorificam os colaboradores com o nazismo, ao mesmo tempo que destroem

monumentos ao exército soviético e perseguem os comunistas e outros democratas.

Para que nunca mais se repitam os horrores de Auschwitz, do nazi-fascismo e da guerra, é premente a

consciencialização e mobilização dos democratas em defesa da paz e da verdade, rejeitando o branqueamento

do fascismo, a banalização da ideologia fascista, a mentira e a falsificação histórica.

Assim, a Assembleia da República, reunida em Plenário:

Recorda e homenageia as vítimas do nazi-fascismo, assim como todos quantos resistiram, lutaram e

derrotaram a barbárie nazi-fascista à custa de inenarráveis sacrifícios;

Repudia o branqueamento do fascismo, a banalização da ideologia fascista e a promoção de forças de cariz

fascista.»

O Sr. Presidente: — Srs. Deputados, vamos votar.

Submetido à votação, foi aprovado, com votos a favor do PS, do BE, do PCP, do PAN, do PEV e da Deputada

não inscrita Joacine Katar Moreira e abstenções do PSD, do CDS-PP e do IL.

O Sr. João Cotrim de Figueiredo (IL): — Sr. Presidente, peço a palavra.

O Sr. Presidente: — Faça favor, Sr. Deputado.

O Sr. João Cotrim de Figueiredo (IL): — Sr. Presidente, é para informar que irei apresentar uma declaração

de voto relativamente à última votação.

O Sr. Presidente: — Fica registado, Sr. Deputado.

Tem a palavra o Sr. Deputado António Maló de Abreu.

O Sr. António Maló de Abreu (PSD): — Sr. Presidente, é para informar que apresentaremos uma declaração

de voto sobre a votação do último voto.

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