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I SÉRIE — NÚMERO 15

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O Sr. Presidente: — Bom dia, Sr.as e Srs. Deputados, Srs. Membros do Governo, Sr.as e Srs. Funcionários, Sr.as e Srs. Jornalistas, Srs. Agentes de autoridade.

Vamos dar início à sessão plenária.

Eram 9 horas e 2 minutos.

Antes de dar início aos nossos trabalhos, peço à Sr.ª Secretária Maria da Luz Rosinha o favor de dar conta

do expediente.

A Sr.ª Secretária (Maria da Luz Rosinha): — Muito obrigada, Sr. Presidente. Muito bom dia a todas e a todos.

Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Deputados, deram entrada na Mesa, e foram admitidas, as seguintes iniciativas

legislativas: Projetos de Resolução n.os 726/XIV/2.ª (CH), 727/XIV/2.ª (CDS-PP), 728/XIV/2.ª (BE), 729/XIV/2.ª

(PS) e 730/XIV/2.ª (PS); e Projeto de Lei n.º 568/XIV/2.ª (PAN).

É tudo, Sr. Presidente.

O Sr. Presidente: — Do primeiro ponto da ordem do dia de hoje consta um debate de urgência, requerido pelo Grupo Parlamentar do PSD, sobre o tema «situação económica e social atualmente vivida em Fátima,

concelho de Ourém».

Para abrir o debate, tem a palavra o Sr. Deputado João Moura, do Grupo Parlamentar do PSD.

O Sr. João Moura (PSD): — Sr. Presidente, Srs. Secretários de Estado, Sr.as e Srs. Deputados: O PSD solicitou este debate de urgência para que este Parlamento possa dar uma resposta a uma situação de

emergência. Permitam-me que me dirija a todas e a todos os colegas Deputados de todas as forças políticas,

da esquerda à direita, católicos, ateus, agnósticos, seja de que religião ou partido forem.

O que vos quero aqui hoje transmitir só será devidamente interpretado e alcançado se todos nos

conseguirmos libertar, nem que seja por breves momentos, de qualquer tipo de preconceito político ou religioso.

O Sr. Adão Silva (PSD): — Muito bem!

O Sr. João Moura (PSD): — Esta Casa permite que sejamos diferentes, mas não nos obriga a sê-lo. Portugal, no seu todo, está a viver momentos muito complicados da sua história, devido a um inimigo que é comum a

todos nós. Não há aqui, nem lá fora, quem não esteja unido pela mesma causa: combater este inimigo invisível.

O Sr. Adão Silva (PSD): — Muito bem!

O Sr. João Moura (PSD): — Mas se todo o País, se toda a economia, se todo o turismo, em Portugal, está a sofrer, porquê trazer aqui este debate de urgência para falar especificamente do turismo de Fátima e em

Fátima? É exatamente a resposta a esta pergunta que vos quero aqui hoje tentar dar nestes breves minutos,

através da descrição real e dramática do que se está a viver na cidade da paz.

Quero convosco partilhar, neste Hemiciclo, e com o País, ao que vou assistindo e vou ouvindo de empresários

locais e de milhares de trabalhadores que, se nada fizermos, têm os seus empregos em risco.

Fátima tem a disponibilidade de cerca de 10 000 camas, em hotéis de três e quatro estrelas. Fátima oferece

um total de perto de 20 000 camas de alojamento em quase 300 estabelecimentos de hotelaria. Todos eles são

micro, pequenas e médias empresas. Não há, em Fátima, hotéis de grandes cadeias internacionais, pois os

hotéis são detidos, na esmagadora maioria, por empresas familiares.

O turismo religioso é assumidamente um dos principais motivos que faz as pessoas viajar por todo o mundo.

O turismo religioso existe e é uma mais-valia para Portugal.

O Sr. Adão Silva (PSD): — Muito bem!

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