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24 DE SETEMBRO DE 2022

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Excelências: Esta é a grande lição dos 200 anos de constitucionalismo em Portugal. Mais do que celebrar por celebrar o que se viveu há dois séculos, o que efetivamente cumpre é não repetir os erros, as omissões, os atrasos e os retrocessos do passado, e reter neles aquilo que foi portador de esperança e de futuro.

Queremos mais e melhor liberdade e democracia? Então, que todos nós — a começar em todos nós, eleitos do povo, sem exceção — tentemos fazer de cada dia um dia de avanço, um dia de inspiração pessoal e nacional, para que o povo nosso eleitor nunca caia na tentação de preferir a ditadura à democracia, o autoritarismo à liberdade, os messianismos ou os sebastianismos à livre e soberana vontade popular.

Aplausos do PS, do PSD, do BE e do PAN. Queremos comemorar 200 anos da Constituição de 1822 e do constitucionalismo em Portugal? Então, que

nós todos juntemos a esta sessão solene, dia após dia, gestos, decisões, momentos não solenes mas tão ou mais importantes do que os momentos solenes, genuínos, corajosos, arrojados, de liberdade e de democracia — toda ela, a política, a económica, a social, a cultural, a ambiental —, sempre a pensar em todos, mas todos os portugueses, ou seja, a pensar em Portugal.

Aplausos do PS, do PSD e do L, de pé, da IL, do PCP, do BE e do PAN. O Sr. Presidente da Assembleia da República: — Está encerrada a Sessão Solene Evocativa da

Aprovação da Constituição de 1822, que se realiza no âmbito das Comemorações do Bicentenário do nosso Constitucionalismo.

Eram 11 horas e 30 minutos. A Banda da Guarda Nacional Republicana executou, de novo, o hino nacional, que foi cantado, de pé, pelos

presentes. Presenças e faltas dos Deputados à reunião plenária.

A DIVISÃO DE REDAÇÃO.