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14 DE OUTUBRO DE 2022

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Risos do BE.

… que, em vez de pedir esclarecimentos relativamente ao nosso projeto de lei, escolheu ir para a tribuna e

dizer que não tinha respeito pelo Chega, ao invés de apresentar o seu próprio projeto de lei. E eis que voltou a

geringonça dos aplausos, porque arrancou logo aplausos da bancada do PS.

Aplausos do CH.

Devo dizer ao Sr. Deputado Pedro Filipe Soares — que deve estar a ver pelas câmaras — e ao Grupo

Parlamentar do Bloco de Esquerda que devia, sim, respeitar democraticamente o partido Chega.

Risos.

Sabem porquê, Srs. Deputados? Porque tivemos o dobro dos vossos votos nas autárquicas, o dobro dos

vossos votos nas legislativas…

A Sr.ª Rita Matias (CH): — Muito bem!

O Sr. Pedro dos Santos Frazão (CH): — … e quatro vezes os votos da vossa candidata das presidenciais!

Aplausos do CH.

O respeito democrático é muito bonito e o Sr. Deputado Pedro Filipe Soares já tem idade para o ter. Além

disso, quem devia ter vergonha era o próprio Bloco de Esquerda, que vem aqui falar de saúde mental, enquanto

promove um projeto de lei para legalizar as drogas leves, como a canábis, quando estas são responsáveis por

600 internamentos por surtos psiquiátricos em Portugal.

Aplausos do CH.

Está aqui, Srs. Deputados: «Hospitalizações de consumidores de canábis aumentam quase 30 vezes em 15

anos. Os episódios são graves e ocorrem sobretudo nos homens com idades próximas dos 30 anos. Quase 600

pessoas consumidoras de canábis são hospitalizadas por ano com graves surtos psicóticos.»

Em relação à Sr.ª Deputada Susana Correia, quero-lhe dizer que o estigma são as listas de espera.

Sr. Ministro da Saúde, quero perguntar-lhe porque é que não veio acompanhado pelo seu CEO.

Risos do Ministro da Saúde.

O Sr. Ministro Fernando Medina disse que o CEO ia custar 10 milhões de euros aos portugueses. O senhor,

na sua entrevista à RTP (Rádio e Televisão de Portugal), disse que o encerramento das maternidades já não

era da sua competência, seria o CEO a decidir.

Sr. Ministro, a sua função está esvaziada?

O Sr. Pedro Pinto (CH): — Não está aí a fazer nada!

O Sr. Pedro dos Santos Frazão (CH): — Porque é que não veio acompanhado do CEO? Se é ele que vai

decidir, é ele que deve responder.

Aplausos do CH.

Protestos do PS.

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