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I SÉRIE — NÚMERO 110

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O Sr. Ministro da Administração Interna: — Para compararmos, em 2013, foi recusada a entrada a 813

cidadãos e, em 2014, a 959. Há, aliás, uma lista de países considerados de maior risco migratório e de

segurança, com regras mais exigentes nas verificações — são 40 países de sete diferentes regiões do mundo,

numa lista que é pública, publicada pela União Europeia.

O Sr. Presidente: — O Sr. Ministro tem de terminar.

O Sr. Ministro da Administração Interna: — Para terminar, Sr. Presidente, acrescento que, em 2022,

foram controlados 19 milhões, 485 mil e 606 passageiros e tripulantes nas fronteiras aéreas e marítimas,

quando, em 2013, tinham sido controlados 12 milhões, 386 mil e 51 passageiros, ou seja, houve um controlo

de mais 7 milhões de passageiros.

Sr.as e Srs. Deputados, este é o caminho que permitirá a Portugal continuar a ser parte ativa de um espaço

de liberdade, segurança e justiça.

Aplausos do PS.

Repito, somos um país acolhedor, mas com fronteiras reguladas e seguras.

O Sr. Presidente: — Muito obrigado, Sr. Ministro.

O Sr. Ministro da Administração Interna: — Sr. Presidente, Srs. Deputados, deixo só uma sugestão à

bancada do Chega.

A Sr.ª Rita Matias (CH): — Não queremos, obrigada!

O Sr. Ministro da Administração Interna: — Eça de Queiroz…

O Sr. Pedro Pinto (CH): — Era de Baião!

O Sr. Ministro da Administração Interna: — … publicou, em relatório, o contributo da imigração para a

transformação das sociedades. Aconselho a Sr.ª e os Srs. Deputados do Chega a lerem mais Eça de Queiroz

e menos Steve Bannon. Com isso, vão qualificar o discurso e elevar o vosso humanismo.

Aplausos do PS.

O Sr. Bruno Nunes (CH): — Não se passa nada, está tudo bem!

O Sr. Presidente: — Iniciamos a primeira ronda da fase de debate pelo Grupo Parlamentar do PS, tendo a

palavra o Sr. Deputado Pedro Anastácio.

O Sr. Pedro Anastácio (PS): — Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Membros do Governo, Sr.as e Srs. Deputados:

Nos últimos 10 anos, morreram 26 000 no mar Mediterrâneo. Não vêm roubar oportunidades ou colonizar,

arriscam, sim, as suas vidas em busca de uma vida melhor. Morrem mães e crianças, pessoas de todas as

idades, porque a família política europeia do autor deste agendamento boicota qualquer solução estável e

moderadora na União Europeia para o fenómeno migratório.

A Sr.ª Rita Matias (CH): — E a segurança das mulheres e das crianças?

O Sr. Pedro Anastácio (PS): — Este debate poderia ser sobre todos estes, os que faleceram, mas não é.

É sobre o aproveitamento político dos sentimentos dos nossos concidadãos, quando, há apenas uma semana,

o País lamentou a morte de duas mulheres muçulmanas, assassinadas por um refugiado,…

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