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I SÉRIE — NÚMERO 129

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dos mais frágeis e dos que estão mais abandonados na sociedade em muitos momentos, para servir as suas próprias agendas.

Por esses todos, repito, por esses todos, nunca deixaremos de estar do lado daqueles que querem ser livres e daqueles que se querem autodeterminar. Não é uma questão de deixar quem quer que seja em paz: é uma questão de garantir a paz a todas as pessoas que, como nossas concidadãs, a merecem.

Aplausos do PS. O Sr. Presidente: — O Sr. Deputado tem um pedido de esclarecimento. Para formulá-lo, tem a palavra a

Sr.ª Deputada Rita Matias, do Chega. A Sr.ª Rita Matias (CH): — Sr. Presidente, Sr. Deputado Pedro Delgado Alves, não deixa de ser curioso

que o Partido Socialista, com quase 30 minutos de debate, ainda não tenha citado um único dado concreto, um único número objetivo.

O Sr. Pedro Pinto (CH): — É verdade! O Sr. Eurico Brilhante Dias (PS): — Olhem lá para cima! A Sr.ª Rita Matias (CH): — Portanto, uma vez que diz que tem acesso a tantos dados, uma vez que diz

que as organizações só o contactam a si, ao seu grupo e aos seus amigos, então, por favor, em nome da credibilidade do seu grupo, em nome da credibilidade desta discussão, traga os dados à colação, partilhe-os com toda a Câmara, distribua esses documentos que diz ter para podermos crer que aquilo que está a fazer não é um mero agitar de uma bandeira para utilizar estas pessoas em função da sua agenda progressista.

O Sr. Pedro Pinto (CH): — Muito bem! A Sr.ª Rita Matias (CH): — Acho que isto seria fundamental para o debate e para percebermos

verdadeiramente quem é que está a instrumentalizar pessoas. Uma coisa lhe garanto: só o partido Chega citou dados. Porque a nós não nos preocupa instrumentalizar

pessoas, preocupa-nos o superior interesse dos portugueses. Aplausos do CH. O Sr. Presidente: — Para responder, tem a palavra o Sr. Deputado Pedro Delgado Alves. O Sr. Pedro Delgado Alves (PS): — O dado que queria citar é: um! Uma pessoa é suficiente para garantir

a alteração legislativa e, em qualquer momento, assegurar direitos a quem tem uma dificuldade no registo civil, na alteração do cartão de cidadão, na impossibilidade de ver reconhecida a sua identidade. Um é suficiente a esta bancada e àqueles que estão do lado dos direitos fundamentais!

Aplausos do PS. A Sr.ª Rita Matias (CH): — Quem?! O Sr. Pedro Delgado Alves (PS): — Uma pessoa hoje podem ser 10 pessoas amanhã, e a lei, caso não

saibam, caso o tenham esquecido, é geral e abstrata. O Sr. Pedro dos Santos Frazão (CH): — Não sabes!

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