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17 DE MAIO DE 2024

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Pergunto, Srs. Deputados: o que vamos dizer a estes pais, mães e profissionais, a quem, por não serem amigos de altas figuras do Estado, nada mais resta senão esperar?

Aplausos do CH. Srs. Deputados, infelizmente não vemos aqui nenhuma iniciativa do PSD, que, sendo o partido do Governo,

deveria ser o primeiro defensor do coração dos nossos filhos, que é também o coração do nosso futuro. Protestos do Deputado do PSD Hugo Carneiro. Srs. Deputados, está nas nossas mãos garantir que cada batida de um pequeno coração recebe o cuidado

que merece. Que este Parlamento, hoje, escolha a compaixão, a dignidade e a ação. Aplausos do CH. O Sr. Presidente: — Para uma intervenção, dou a palavra ao Sr. Deputado João Almeida, do Grupo

Parlamentar do CDS-PP. O Sr. João Pinho de Almeida (CDS-PP): — Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Deputados: Naturalmente, e dividindo

esta intervenção em três curtos pontos, quero, num primeiro ponto, cumprimentar os peticionários e cumprimentar não só todos aqueles que prestam serviço neste hospital — e, concretamente, nesta ala —, mas também todos os doentes e familiares que usufruíram dos bons serviços que aí são prestados.

Obviamente, e como já foi dito, estamos a falar de uma área de especial sensibilidade, de doenças especialmente complexas, e que afeta uma população também especialmente carenciada, que são as crianças.

Hoje em dia, aquilo que existe é um serviço que, apesar de ser de excelência, não tem condições físicas nem para quem trabalha nesta ala, nem para os pais ou para os doentes. Tal já foi dito; é claro e é evidente.

O segundo ponto da minha intervenção tem a ver com o histórico. Sendo assim, naturalmente, o Estado já se preocupou com esta matéria e houve um Governo que assumiu o compromisso de resolver esta questão. Anunciou que a ia resolver, anunciou as obras e teve, até, a colaboração da autarquia, não só para o financiamento, como para o apoio na execução da obra.

O Sr. Paulo Núncio (CDS-PP): — Muito bem! O Sr. João Pinho de Almeida (CDS-PP): — E o que é que aconteceu? Nem para os doentes, nem para as

famílias, nem para os profissionais, nem para a autarquia o Estado esteve à altura; não cumpriu nem com a sua obrigação nem sequer com a sua palavra.

O Sr. Paulo Núncio (CDS-PP): — Muito bem! O Sr. João Pinho de Almeida (CDS-PP): — E, por muitas desculpas que aqui sejam apresentadas, foi o

anterior Governo que, em 2021, disse que a inauguração ia ser feita em 2023. Portanto, todos os argumentos que aqui foram dados sobre a conjuntura não colhem.

O Sr. Paulo Núncio (CDS-PP): — Muito bem! O Sr. João Pinho de Almeida (CDS-PP): — É preciso dizer uma coisa: são sucessivos, neste Parlamento,

os debates em que o Partido Socialista, que deixou de governar há pouco mais de dois meses, vem falar como se nunca tivesse governado o País.

Vozes do PSD: — É verdade! Protestos do PS.

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