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23 DE MAIO DE 2024

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Portugal aparece no Índice de Felicidade em 55.º lugar. Depois de Governos socialistas, depois de Governos

de geringonça, somos o 55.º país no Índice de Felicidade.

O Sr. Pedro Pinto (CH): — Essa é que é essa!

O Sr. João Pinho de Almeida (CDS-PP): — Mas podemos olhar também para o Índice de Desenvolvimento Humano, das Nações Unidas. A mesma Dinamarca está em 5.º lugar, a Suécia está em 6.º lugar, Portugal está

em 38.º. Ou seja, depois de mais de 20 anos de governações socialistas com o contributo do Bloco de Esquerda,

estes são os dados que temos para apresentar.

Mas há pior. Na perceção de corrupção, a Dinamarca está em 1.º, a Suécia está em 6.º, os Países Baixos

estão em 8.º. Portugal está em 61.º lugar no índice de perceção da corrupção. Ou seja, nós somos menos

felizes, menos desenvolvidos e temos uma perceção superior da corrupção. É isso que o socialismo nos deixou.

Aplausos de Deputados do PSD.

Mas vamos ver em indicadores práticos e, agora sim, quantitativos em que é que isto se reflete.

Refiro-me ao esforço fiscal. Os Países Baixos são o 2.º país com menor esforço fiscal da União Europeia. A

Suécia é o 7.º país com menor esforço fiscal na União Europeia. A Dinamarca é o 9.º país com menor esforço

fiscal da União Europeia. Portugal é o 22.º país, em 27 países na União Europeia, no indicador de esforço fiscal.

No PIB per capita não é surpresa: Dinamarca, 3.º; Países Baixos, 4.º; Suécia, 7.º; Portugal, 20.º, em 27

países.

De facto, depois de tanto socialismo, é possível ter vida melhor e é natural que os portugueses queiram vida

boa. Agora, é natural que queiram viver melhor e queiram vida boa com políticas diferentes daquelas que os

levaram a estes lugares em todos os indicadores de desenvolvimento, de felicidade, de perceção da corrupção,

de esforço fiscal que têm em Portugal. Portanto, do que precisamos para mudar de vida é mesmo mudar de

políticas.

O Sr. Paulo Núncio (CDS-PP): — Muito bem!

O Sr. João Pinho de Almeida (CDS-PP): — Sobre os autores das iniciativas de hoje, a Sr.ª Deputada Mariana Mortágua, que aqui apresentou estas iniciativas, teve durante o Governo da geringonça uma ótima

oportunidade de dar melhor vida aos portugueses.

O Sr. Paulo Núncio (CDS-PP): — Muito bem!

O Sr. João Pinho de Almeida (CDS-PP): — E hoje vem aqui falar de direitos. O problema é que, quando a Sr.ª Deputada Mariana Mortágua e o Bloco de Esquerda puderam influenciar a governação de Portugal, e

concretamente a Sr.ª Deputada Mariana Mortágua pôde dar um nome a um direito, escolheu dar um nome a um

imposto. Isto diz tudo sobre quais são as opções do Bloco de Esquerda quando tem a oportunidade de influenciar

políticas públicas.

Aplausos do CDS-PP.

Não é com mais impostos, não é com mais restrições, não é com maior regulamentação do que deve ser

concertado entre as várias partes que contribuem para o desenvolvimento económico, não é com imposições

estatais; é com mais liberdade, é com menos impostos, é com maior concertação, é com mais diálogo, é com

um clima positivo que os portugueses podem viver melhor. Porque, de facto, podem, os portugueses podem

viver melhor. É possível viver melhor em Portugal. O que é preciso, para isso, é conseguirmos livrar-nos do

socialismo, que nos condicionou essa qualidade de vida durante os últimos 20 anos.

Aplausos do CDS-PP e de Deputados do PSD.

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