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I SÉRIE — NÚMERO 32

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A Sr.ª Marina Gonçalves (PS): — Vocês gostavam que fosse isso!

O Sr. Pedro Pinto (CH): — Pois é, Sr. Deputado!

A pergunta que lhe fazia era esta mesmo: neste Plano Ferroviário Nacional, o que é que têm para o sul do

País? O que é que têm para o interior do País? Sabe, Sr. Deputado, não têm nada, porque os senhores só veem

litoral, porque é lá que são eleitos.

Protestos do Deputado do L Rui Tavares.

O Sr. Filipe Melo (CH): — Zero!

O Sr. Pedro Pinto (CH): — Essa é que é a grande diferença entre nós: nós, sim, vemos Portugal inteiro, ao

contrário do vosso slogan.

Aplausos do CH.

O Sr. Presidente (Marcos Perestrello): — Para responder, tem a palavra o Sr. Deputado Ricardo Costa.

Dispõe de 2 minutos, Sr. Deputado.

O Sr. Ricardo Costa (PS): — Sr. Presidente, tentarei ser sintético.

Sr. Deputado, em oito anos, investimos na ferrovia 2,3 mil milhões de euros, isto dá, em média, 287 milhões

de euros.

O Sr. Pedro Pinto (CH): — Onde?!

O Sr. Ricardo Costa (PS): — Até 2015, os governos investiam 100 milhões de euros por ano. Este é um

valor, é concreto, é objetivo.

O Sr. Pedro Pinto (CH): — Interior, zero! Algarve, zero! Alentejo, zero!

O Sr. Ricardo Costa (PS): — Recuperámos 100 carruagens por 15 milhões de euros, cujo valor do seu ativo

valia 200 milhões de euros.

Aplausos do PS.

O Sr. Pedro Pinto (CH): — É o País do litoral!

Protestos do Deputado do L Rui Tavares.

O Sr. Filipe Melo (CH): — Isto é uma conversa de adultos!

O Sr. Presidente (Marcos Perestrello): — Para uma intervenção, tem a palavra o Sr. Deputado Ricardo

Araújo, do PSD.

O Sr. Ricardo Araújo (PSD): — Sr. Presidente, Sr.as e Srs. Deputados: Todos sabemos que o sistema de

mobilidade é fundamental para que as pessoas possam aceder às oportunidades.

Todos sabemos que a ligação inter e intraurbana é fundamental para a competitividade dos nossos territórios.

É por isso que o quadrilátero urbano, constituído por Guimarães, Braga, Famalicão e Barcelos, deve merecer

todo o nosso respeito, quer pela densidade populacional, quer pela importância estratégica que tem ao nível das

exportações, da nossa economia, do nosso tecido industrial, das nossas universidades e centros de

investigação.

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