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26 DE SETEMBRO DE 2024

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Aplausos do L.

O Sr. Paulo Muacho (L) — Para fazer o debate é preciso ler!

Protestos do CH.

O Sr. Presidente (Diogo Pacheco de Amorim): — O Sr. Deputado Hugo Carneiro está a pedir a palavra que efeito?

O Sr. Hugo Carneiro (PSD): — Sr. Presidente, para uma interpelação à Mesa.

O Sr. Presidente (Diogo Pacheco de Amorim): — Faça favor, Sr. Deputado.

O Sr. Hugo Carneiro (PSD): — Sr. Presidente, depois desta intervenção do Sr. Deputado do partido Livre, acho que a Mesa deve clarificar se isto foi uma interpelação ou uma intervenção.

O Sr. Pedro Pinto (CH): — Ora bem!

O Sr. Hugo Carneiro (PSD): — Se foi uma intervenção, às tantas, devia descontar no tempo, digo eu! Mas fica para reflexão da Mesa.

O Sr. Pedro Pinto (CH): — É uma falta de respeito pelas instituições!

O Sr. Rui Tavares (L): — Ui! O respeito do Sr. Deputado Pedro Pinto nesta Casa!…

O Sr. Pedro Pinto (CH): — Grande exemplo!

O Sr. Presidente (Diogo Pacheco de Amorim): — Agora sim, tem a palavra o Sr. Deputado Rui Afonso, do Chega, para uma intervenção.

Faça favor, Sr. Deputado.

O Sr. Rui Afonso (CH): — Sr. Presidente em exercício, Sr.as e Srs. Deputados: Os projetos de resolução apresentados pelo Livre, pelo PS e pelo PAN possuem o objetivo comum de castigar, ainda mais, aqueles que

são responsáveis pela geração de riqueza e de emprego no nosso País.

Protestos dos Deputados do BE José Moura Soeiro e Marisa Matias.

No caso em concreto do projeto de resolução do PS, esta não é mais do que uma fraca tentativa de agradar

à extrema-esquerda, punindo aqueles que nunca abandonaram a sua pátria, que nunca desviaram as suas

riquezas para paraísos fiscais e que foram investindo o seu dinheiro — o seu próprio dinheiro! — num País que

os continua a castigar com uma das mais altas cargas fiscais da União Europeia.

Vozes do CH: — Muito bem!

O Sr. Rui Afonso (CH): — Usam considerandos falaciosos que nada têm que ver com o objeto do projeto de lei, como o acordo histórico subscrito por quase 140 países, para assegurar que as grandes multinacionais

paguem um imposto mínimo de 15 % sobre os seus lucros.

O Sr. Jorge Pinto (L): — Ora bem, e então?

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