O texto apresentado é obtido de forma automática, não levando em conta elementos gráficos e podendo conter erros. Se encontrar algum erro, por favor informe os serviços através da página de contactos.
Não foi possivel carregar a página pretendida. Reportar Erro

28 DE FEVEREIRO DE 2025

5

O Sr. Pedro Pinto (CH): — Muito bem!

O Sr. Bruno Nunes (CH): — É o PS de Alexandra Leitão, que, em Lisboa, já todos percebemos, tem o mote

«se queres mais imigração, vota Leitão»?

Risos de Deputados do CH e da Deputada do PS Alexandra Leitão.

É o PS de Miguel Coelho, com os atestados de residência?

E deixo-lhe a segunda pergunta: estão dispostos a revisitar a questão dos atestados de residência e da forma

como estão a ser entregues pelas juntas de freguesia, sem qualquer critério?

Depois, deixo-lhe ainda outra pergunta: então aqueles que chegam e que vêm para a apanha do morango,

a seguir, têm direito a ficar definitivamente, ou não?

Depois, gostava de lhe deixar uma pergunta muito concreta, que tem a ver com o facto de acharem ou não

que, com esta chamada geral que vocês estão a fazer, podemos correr o risco de, a determinada altura, os

portugueses serem uma minoria…

Vozes do PS: — Ah!

O Sr. Bruno Nunes (CH): — … e se concordam ou não com as quotas de imigração.

Nas primeiras questões, lá atrás, ouvi um «ah!». Pronto, então vamos fazer assim.

Existiu, em 2005, alguém que alertou para o facto de estas normas e a abertura de portas poderem colocar

o País com uma minoria de portugueses, o que, dizia ele, seria um cenário muito perigoso. Aliás, ia mais longe

e dizia que filhos de imigrantes só se deveriam tornar portugueses se se comportassem bem. Isto foi Mário

Soares, em 2005. Peço para distribuir.

O Sr. Pedro Pinto (CH): — Ora bem!

O Sr. Bruno Nunes (CH): — Afinal, em 2005, Mário Soares não era fixe. Mário Soares tinha algumas ideias

fixes: os portugueses primeiro e a imigração que se lixe.

Aplausos do CH.

O Sr. Presidente: — Sr. Deputado Pedro Delgado Alves, para responder, dispõe de 1 minuto e 52 segundos.

O Sr. Pedro Delgado Alves (PS): — Sr. Presidente, o Chega acho que ainda não percebeu que, noutros

partidos, é possível que as pessoas tenham opiniões diferentes e que não pensem todos pela cabeça do chefe.

O Sr. Pedro Pinto (CH): — Aqui é líder!

O Sr. Pedro Delgado Alves (PS): — E, portanto, aquilo que nos dá orgulho é que podemos ter 78 pessoas

a pensar de forma diferente, que convergem e constroem soluções equilibradas.

Aplausos do PS.

Protestos do CH e do Deputado do CDS-PP João Pinho de Almeida.

Seguramente, não concordaremos os 78 com todas as vírgulas e com todas as alíneas, mas temos a

capacidade de construir propostas que representam a esmagadora maioria da opinião de todos.

Quanto às 400 000 pendências, é uma matéria que é fundamental esclarecer, acho que é do interesse de

todos, do Governo, da Câmara e do País.

Protestos do Deputado do CH Pedro Pinto.

Páginas Relacionadas
Página 0036:
I SÉRIE — NÚMERO 94 36 Relembramos ainda que a primeira alteração ao
Pág.Página 36