O texto apresentado é obtido de forma automática, não levando em conta elementos gráficos e podendo conter erros. Se encontrar algum erro, por favor informe os serviços através da página de contactos.
Não foi possivel carregar a página pretendida. Reportar Erro

35 | II Série A - Número: 065 | 28 de Janeiro de 2015

LÓPEZ VILAPLANA, Cristina – Children were the age group at the highest risk of poverty or social exclusion in 2011 [Em linha]. Eurostat, Statistics in focus. Population and social conditions. Luxembourg. ISSN 19770316. N.º 4 (2013). [Consult. 28 fev. 2013]. Disponível em: WWW: As famílias com crianças dependentes, pais solteiros e famílias numerosas (dois adultos com 3 ou mais filhos dependentes) são as que registam um maior risco de pobreza e exclusão social com taxas de 49,8%, 30,8% e 28.4%, respetivamente.

POBREZA INFANTIL. Coord. Angelina Lopes; Armandina Heleno. Rediteia. Porto. ISSN 1646-0782., N.º 43 (2009), p. 33-53. Cota: RP-203 Resumo: Este número da Revista Rediteia, dedicado ao tema da pobreza e exclusão social, apresenta um dossiê sobre pobreza infantil. Aborda diversos aspetos relacionados com esta temática, nomeadamente a questão da pobreza infantil em Portugal, a questão da família e integração da criança no meio familiar, a importância da infância e da juventude como etapas do desenvolvimento da inteligência e da estruturação dos afetos que asseguram a cada individuo a sua própria integração na família, na comunidade e na sociedade, daí que assegurar boas condições para o desenvolvimento individual seja o melhor investimento no futuro da comunidade.

RUXTON, Sandy – How the economic and financial crisis is affecting children and young people in Europe [Em linha]. Brussels: Eurochild, 2012. [Consult. 27 fev. 2013]. Disponível em: WWW: Resumo: O presente relatório da Eurochild (rede de organizações e indivíduos que trabalham em toda a Europa para melhorar a qualidade de vida de crianças e jovens) mostra que as condições de vida de crianças e famílias da Europa pioraram, em comparação com a análise anterior efetuada em 2011. Desde o início da crise económica vários governos introduziram cortes nas despesas sociais, que afetaram diretamente as crianças e suas famílias. Estes cortes têm limitado o acesso à prestação de serviços nas áreas da educação, saúde e bemestar, restringindo o acesso a recursos adequados e limitando as oportunidades de participação plena na vida familiar e social.
A crise afetou todos os países europeus, embora em graus diferentes. Nos casos mais graves, os governos da Grécia, Irlanda e Portugal acordaram empréstimos com a troika (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional), que obrigaram a grandes cortes nas despesas sociais. Contudo, a pobreza infantil não é inevitável e as políticas governamentais podem ter um impacto significativo na vida das crianças, como demonstram comparações recentes de países com economias semelhantes, segundo o estudo da UNICEF: “Measuring child poverty: New league tables of child poverty in the world’s rich countries.”

UNIÃO EUROPEIA. Eurostat – Measuring material deprivation in the EU [Em linha]: Indicators for the whole population and child-specific indicators. Luxembourg: Publications Office of the European Union, 2012. (Eurostat Methodologies & Working papers). ISBN 978-92-79-25571-7. [Consult. 28 fev. 2013]. Disponível em: WWW: Resumo: Em junho de 2010, o Conselho Europeu adotou uma meta de inclusão social, como parte da Estratégia Europa 2020: libertar pelo menos 20 milhões de pessoas do risco de pobreza e exclusão social. A fim de monitorizar os progressos relativamente a esta estratégia estabeleceu-se um indicador para o risco de pobreza e exclusão social, o qual se subdivide em três aspetos de forma a refletir a natureza multidimensional da pobreza e da exclusão social: 1) risco de pobreza (por exemplo baixos rendimentos); 2) privação material

Páginas Relacionadas
Página 0026:
26 | II Série A - Número: 065 | 28 de Janeiro de 2015 PROPOSTA DE LEI N.º 139/XII (2.ª) (CR
Pág.Página 26
Página 0027:
27 | II Série A - Número: 065 | 28 de Janeiro de 2015 sobre a pobreza na europa confirmam q
Pág.Página 27
Página 0028:
28 | II Série A - Número: 065 | 28 de Janeiro de 2015 PARTE V – ANEXOS Em conformidade com
Pág.Página 28
Página 0029:
29 | II Série A - Número: 065 | 28 de Janeiro de 2015 De acordo com a respetiva exposição d
Pág.Página 29
Página 0030:
30 | II Série A - Número: 065 | 28 de Janeiro de 2015 repetição da rejeição (dada a previsí
Pág.Página 30
Página 0031:
31 | II Série A - Número: 065 | 28 de Janeiro de 2015 No que concerne á vigência, o artigo
Pág.Página 31
Página 0032:
32 | II Série A - Número: 065 | 28 de Janeiro de 2015 ratificação, a alteração ao n.º 2 do
Pág.Página 32
Página 0033:
33 | II Série A - Número: 065 | 28 de Janeiro de 2015 Mencionamos também o Comunicado de im
Pág.Página 33
Página 0034:
34 | II Série A - Número: 065 | 28 de Janeiro de 2015  Enquadramento doutrinário/bibliográ
Pág.Página 34
Página 0036:
36 | II Série A - Número: 065 | 28 de Janeiro de 2015 grave e 3) agregados familiares com b
Pág.Página 36
Página 0037:
37 | II Série A - Número: 065 | 28 de Janeiro de 2015  Publicar e difundir os seus estudos
Pág.Página 37
Página 0038:
38 | II Série A - Número: 065 | 28 de Janeiro de 2015 O Plenário pode decidir criar grupos
Pág.Página 38
Página 0039:
39 | II Série A - Número: 065 | 28 de Janeiro de 2015 Este Relatório refere, por fim, que “
Pág.Página 39
Página 0040:
40 | II Série A - Número: 065 | 28 de Janeiro de 2015 O Título III da mencionada lei é dedi
Pág.Página 40
Página 0041:
41 | II Série A - Número: 065 | 28 de Janeiro de 2015 existe em cada “Departamento” um obse
Pág.Página 41
Página 0042:
42 | II Série A - Número: 065 | 28 de Janeiro de 2015 Por seu lado, o Comunicado de imprens
Pág.Página 42
Página 0043:
43 | II Série A - Número: 065 | 28 de Janeiro de 2015  O Observatório europeu da demografi
Pág.Página 43