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8 DE SETEMBRO DE 2022

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Por exemplo, e segundo os Planos de Atividade do próprio INEM, a 31 de dezembro de 2018, o défice de

trabalhadores era de 22% (-376); em junho de 2020 era de 25% (-468); no final de junho era já de 28% (-524)

e, como já se disse, no final de 2021 subiu para 30% (-566).

Um défice tão grande de profissionais só pode criar degradação e rutura nos serviços. Efetivamente é isso

que tem acontecido. Segundo o Relatório de Atividade dos Meios de Emergência Médica:

Em 2021 registou-se 17% de inoperacionalidade nas ambulâncias de emergência médica (AEM), sendo

que 10% da inoperacionalidade registada ficou a dever-se a falta de tripulação. Nesse ano a operacionalidade

das viatura médica de emergência e reanimação também desceu.

À situação de clara falta de profissionais no INEM somam-se muitos outros problemas, desde logo a falta

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