O texto apresentado é obtido de forma automática, não levando em conta elementos gráficos e podendo conter erros. Se encontrar algum erro, por favor informe os serviços através da página de contactos.
Não foi possivel carregar a página pretendida. Reportar Erro

15 DE JUNHO DE 2018

3

Palácio de S. Bento, 5 de junho de 2018.

Os Deputados do CDS-PP: Telmo Correia — Nuno Magalhães.

————

VOTO N.º 559/XIII (3.ª)

DE PESAR PELO FALECIMENTO DE FRANK CARLUCCI

No passado dia 3 de junho, morreu Frank Charles Carlucci III, aos 87 anos, em sua casa, no Estado da

Virgínia, nos Estados Unidos da América.

Frank Carlucci, diplomata de carreira, serviu como Secretário de Estado da Defesa dos Estados Unidos da

América entre 1987 e 1989, durante a presidência de Ronald Reagan, tendo exercido o cargo de Conselheiro

Nacional de Defesa e Diretor-Adjunto da CIA.

Anos antes de ser designado para a posição de Secretário de Estado de Reagan, foi nomeado Embaixador

dos Estados Unidos da América em Lisboa, durante a presidência de Gerald Ford, entre 1975 e 1978.

Enquanto chefe da diplomacia americana em Lisboa, e em plena Guerra Fria, Carlucci desempenhou um

importante papel no processo de transição democrática, para o qual lhe valeram as suas inquestionáveis

qualidades diplomáticas e a proximidade pessoal com Mário Soares, tal como os laços de amizade que criou no

País.

Em 2003, foi condecorado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique pelo Presidente da República

Jorge Sampaio e, em 2005, novamente condecorado com a Medalha da Defesa Nacional, atribuída pelo Ministro

da Defesa, Paulo Portas.

Com o seu falecimento, perde-se uma personalidade que se mostrou relevante na consolidação da

democracia portuguesa.

Assim, a Assembleia da República, reunida em sessão plenária, assinala o falecimento de Frank Carlucci,

transmitindo ao Governo dos Estados Unidos da América, à sua família e amigos o seu sentido pesar.

Palácio de São Bento, 5 de junho de 2018.

Os Deputados do PS: Carlos César — Luís Graça — Filipe Neto Brandão — Lara Martinho — António Sales

— Palmira Maciel — Francisco Rocha — Vitalino Canas — João Gouveia — Marisabel Moutela — Jamila

Madeira — João Marques — Santinho Pacheco — Fernando Anastácio — Lúcia Araújo Silva.

————

VOTO N.º 560/XIII (3.ª)

DE PESAR PELAS MORTES EM NAUFRÁGIOS NO MAR MEDITERRÂNEO

O Mar Mediterrâneo voltou, na última semana, a ser o cemitério de dezenas de imigrantes que tentavam

fazer a travessia.

Segundo o Comité Internacional da Cruz Vermelha, foram mais de 110 imigrantes que perderam a vida no

que a instituição designou um «massacre». Os imigrantes partiram das costas da Turquia e da Tunísia, em

barcos de traficantes, que contavam com muitas crianças entre os passageiros.

«Este fim de semana, em apenas algumas horas, mais de 110 pessoas morreram no Mediterrâneo. Não

podemos manter o silêncio enquanto estes massacres no mar continuam», disse o Presidente da Cruz

Vermelha, Francesco Rocca.

Páginas Relacionadas
Página 0002:
II SÉRIE-B — NÚMERO 52 2 VOTO N.º 557/XIII (3.ª) DE PES
Pág.Página 2