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DIAfilO DA CAMARÁ DOS SENHORES DEPUTADOS

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O si1. Bivar:—Participo a v. ex.'1 e á camará que o sr. deputado Soares du Azevedo não eomp.uvceu :i K-SS 10 de hontcm, mo comparece á do hoje e talve/ a i.í.us algumas, por m >tivo jnstiiii-; t'(>.

Alando para a mesa c.;ia decLuacão por e5crj|iío.

JE a ifej/itiiiíc.

Declaração

1'ariieipo a v. ox.a qn^ o sr deputado Soares de Azevc do por motivo jusúíioado n\o compareceu nus Bi3SM>e> de honttíiu e hoju- c talvez tetilia do 1'uluvr a mais algumas.= Ziíi', Binir.

l) sr. Pedl'0 Ií,0"b8íto:—'Na sc—Jlo <_ de='de' a='a' tive='tive' _2='_2' chamar='chamar' ilu-ne='ilu-ne' artensào='artensào' homa='homa' março='março' do='do' dai='dai'> cuiiiiniiauí1-de saúde e fazenda acerca de mri proji-cro di lei •-ii|e.ito á sua apiouaç.io por num aptfsuijtado em -e^.-ào d" 1879, cuja imenttvíi. foi renovada riV-ta tos-: « peio meu iilnMife colliiga o sr. Paim OiimlLi-i, para a uvação duj locares di1 subdelegado de guarda, mor de saúde c do um pliarmaccuti-co na ilha de S. Jorge.

Os meus illu-jMCs amigos, PV. J.Iaviano de Carvalho, por parte da eommissào de fazenda, e o •••••>. Pereira Dias. pela de saúde, tiveram por essa oceasião a bondade de di -cr que níi.0 se tinha tratado d'e;4e negocio, que considi ravy,, de justiça, porque estando submeti ido ao seu exame pn>-pO=tas importante-^ do governo não podi.im por conquanto | occupar só d'este meu projecto de l<_-i que='que' propostas='propostas' osi='osi' seus='seus' governo='governo' lolativoá='lolativoá' elaborar='elaborar' do='do' trabalhos='trabalhos' tives-='tives-' camará.='camará.' iam='iam' parecer='parecer' logo='logo' sem='sem' ultimado='ultimado' mas='mas' _='_' á='á' e='e' o='o' p='p' ás='ás' trazei='trazei' tratai='tratai'>

Está a encerrar-sc a sessão, c por isso eu pedia im-taii temente ás illuMres comrais->õtíS que apicsentasseni o parecer, que deve ser favoravd.

tír. presidente, é uni acto de justiça que a camará pia-tica concedendo este benoiicio, já concedido ás ilhas das Flores, Pico, Graciosa e Santa iíaria.

É niais, sr. presidente, é um acio de equidade atten-dendo se que na referida ilha de S. Jorge nào ha umaphar-maeia havendo o hospital!

Tenho diligenciado contratar um medico para aquclla illia e um pharmaceutico, ofleirccudo lhes partido, não o; tenho conseguido, porque os liabiufidos uns escolas- dei Lisboa e I'orto 11:10 acceitam, porque nào querem tei infe- j riures proventos aos doa seus collcgvis das outras ilhas. j

Espero da justiça que adiste ao meu piojecto que a il lustre comimssao de fazenda tiara á di.-ciib,<âo unif='unif' corno='corno' ser='ser' de='de' a='a' em='em' convertido='convertido' é='é' ainda='ainda' rimo='rimo' o='o' uni='uni' lei='lei' por='por' médicos='médicos' para='para' car='car' ti.='ti.' urgente='urgente' parecer='parecer' sem='sem' recursos='recursos' nào='nào' fira='fira'> povoação que conta 20:0i)0 h.;biian t",!

O sr. Sepul^Ocla: — No desemiionlio de lionrosa incumbência da camrrn luunicipal de Villa Verde, vou mandar ! para a mesa uma rcprrsoui.iyrio qr.a cila dirige a esto cas,a, pedindo algumas piovideiíeias, djy que nío possíveis e ra-soaveis, a favor da classe aj^/xim com lela-^ao ao rocrula-menfo, afsumpto sobro quo prndo já na camará unia pio- : posta de lei do sr. ministro do ifno.

Peço a v. ex.'1 que oppcrtuname.utc se digne, coiusultar a ; camará sobre se penmttc quo esta ieprosontaçào st já publicada' no Dl'"r>.f-rno oi1 r-o Difrio d'i fr;i,i

Já que estou com a palavia, aproveito a Ojiportumdade para mandar para a mesa um projecto de lei, que mo parece que vem completar uinn obra tio sr. mnii-tro da guerra. que e.n breves dias vi -;i talvez á discussão d'esta camará.

O projecto é o seguinte:

(Leu.)

Ficou porá segunda leitura.

O sr. Henr que de liacrcLo:—Pedi a palavra, por parte da comuii.-jiâo do fdzuud i, para declarar ao sr. Pé- j dro Eobcrto que o projecto a ouc s. es.a te referiu, foi l

distribuído ,1 um eavallit-iro que, mais do que nenhum outro membro da eoimru-.vio, tem tido ua actual sessão legis-l-'tiva grande numero de negócios parlamentares a que

U illustre deputado c n camará devem comprcliender que csraiulo distribuídos á comunssão de fazenda tiv.balhos im-portiintissMmos. quer dn iniciativa do governo, quer da iniciativa de a'guns deputados, ella não pôde elaborar pareceres reflectidos e acertados sobre todos os assumptos que lhes estão afibctos, e por isso teve de fazer uma escalíi para se regular pela ordem de urgência dos trabalhos. E es^ía a i"ic.;;o por que o projecto a que o illustre deputado se referiu, nlo tem ainda parecer, formulado, mas estou cci to do que, s;c houver tempo, o cavalheiro a quem o projecto íoi di íubuido, apresentará o parecer ainda n'eota sessão.

O &r. Llviuo de Bnto: — Pedi a palavra na esperança de que o sr. ministro da marinha estivesse presente, mas como não está, peço a v. ex.1' quo me reserve a palavra para quando s. cx. ' compareça.

7À )!-•.(; conta da iiUiitui rulanão do projecto it.° 218.

Ji!niidi>n-!>e i-xjJeJir para a outra camará.

O PI\ AriObRS' — Pergunto a v. ex/ se o sr. ministro da fa-ícnda^jú se deu por habilitado para responder ás in.-terpellaeòes que eu Ibc annunciei acerca do regidamento do real de agua, e das deliberações tomadas pelo governo acerca das avarias do a^suear.

O sr. Presidenta: — Xá mesa ainda não consta participação alguma a esse respeito.

O Orador — Desejava também fazer algumas perguntas ao sr. ministro da gucna, mas corno fe. ex.a não está presente, e me consta que se acha na outra casa do parlamento. motivo qne justifica a sua ausência n'esta camará, desisto da palavra, e em occabiào opportuua farei a s. ex.a aã perguntas que hoje desejava dirigir -lhe.

ORDEM DO DIA

O sr. ScarmcMa • — Como o governo está-reprcscnta-do na pessoa do .-r. presidente do conselho do ministros, eu pedia a v. ex.a quo pozcsse em discussão o projecto n." 215, que já está dado para ordeni do dia, e que ó da iniciativa do sr. ministro da maiiuha.

Leu 6e na mcsci o projecto n." 215, que é o seguinte

Projecto cie lei n" 215

Senhores. — A vossa commissao de marinha vem desem-perdiar-se da honrosa missão que lhe coi, fiastes, apresentando o le-ultado do sf>u exame á proposta de lei n.°21.'*-A.

Ki a dc--du ha muito necessário recompensar por maneira digna a cla^o do officiaes infeiim-cs do corpo, de marinhei-!•(!•-, que sem o futuro de offiYial na metrópole, sem reforma quo lhos amparasse a velhice, estava como que entregue a-) o-tracismo, quando os seub BOI vi cos, tào nccessa-MOU, sío rclfvantrs e espinhosos.

Alem dai exigências que o regulamento do bordo tom paia com tfiea fivifciuraiio'», desembarcam estea por vezes ria-^ ptaifi» dos nossos domínios ultiainaimos, faxendo parte das forças de marinhagem em operações, e até hoje o seu porte, cmliora sern recompensa que o estimule, nada tem deixado ;i d"se|ar.

A melhor pega, e o acréscimo d^ta por diuturnidade no SCIVHO, certamente conv dai á candiJatos hábeis a substituírem aqudles que,, porvci.tr rã, a necessidade do pes-s