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Quinta-feira, 16 de Dezembro de 1993
II Série-A — Número 11
DIARIO
da Assembleia da República
VI LEGISLATURA
3.ª SESSÃO LEGISLATIVA (1993-1994)
SUPLEMENTO
SUMÁRIO
Decretas (n« 137/VI e 138AT):
N.° 137/VI — Grandes Opções do Plano'para 1994..... 150-(2)
N." 138/VI—Orçamento do Estado para 1994............. 150-045)
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DECRETO N.° 137/VI
GRANDES OPÇÕES DO PLANO PARA 1994
A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 93.°, n.° 1, 164.°, alínea h), e 169.°, n.° 3, da Constituição, o seguinte:
Artigo 1.° Objecto
São aprovadas as Grandes Opções do Plano para 1994.
Artigo 2.° Enquadramento
1 — As Grandes Opções do Plano para 1994 inserem-se na estratégia de médio prazo para o desenvolvimento económico e social definida na Lei n.° 69/93, de 24 de Setembro, que aprova as Opções Estratégicas para o Desenvolvimento do País no Período 1994-1999.
2 — As Grandes Opções do Plano para 1994 tomam em consideração as tendências e os factos económicos, políticos e sociais que, prevê-se, mais marcarão o ano de 1994:
a) Retoma da actividade económica internacional, e em particular da economia europeia, a qual, no entanto, se traduzirá ainda num crescimento lento das economias industrializadas;
b) Necessidade de, nestas economias, prosseguir com os ajustamentos estruturais no sector produtivo e nas administrações públicas, os quais se darão num momento em que persistem factores estruturais negativos, nomeadamente a nível demográfico e do endividamento de administrações e dos agentes económicos;
c) Persistência de factores de instabilidade, ligados sobretudo a questões políticas ou às tensões comerciais, com consequências nos mercados monetários e cambiais;
d) Reforço da integração da economia europeia, traduzido na aplicação do Tratado da União Europeia, e designadamente no início da segunda fase da união económica e monetária (UEM), na criação do espaço económico europeu e na fase final das negociações de adesão dos países da EFTA à CE.
3 — As Grandes Opções do Plano para 1994 atendem à necessidade de:
o) Alcançar um crescimento económico superior à média comunitária, assegurando que a transição da economia portuguesa para a UEM se faz associando o desenvolvimento económico com o reforço da solidez e da estabilidade monetárias e financeiras;
6) Garantir que o ritmo e o perfil do crescimento económico permitam criar empregos qualificados e melhor remunerados, e assim promover o bem-estar e combater a marginalização e a exclusão, contribuindo para o reforço da coesão social;
c) Reforçar a competividade da economia, e em especial a das empresas, sobretudo pelo estímulo à poupança e ao investimento, pela valorização dos recursos humanos, por um nível de infra-estruturas adequado à produtividade empresarial e preservando o ambiente;
d) Melhorar progressivamente a qualidade de vida dos Portugueses, nomeadamente em termos de ambiente, habitação, saúde e protecção social;
é) Reduzir o peso do Estado na economia e melhorar a qualidade e a eficiência dos serviços que presta.
Artigo 3.° Definição
As Grandes Opções do Plano para 1994 são, em conformidade, as mesmas que foram definidas na estratégia de médio prazo:
a) Preparar Portugal para o novo contexto europeu;
b) Preparar Portugal para a competição numa economia global;
c) Preparar Portugal para uma vida de mais qualidade.
Artigo 4.° Preparar Portugal para o novo contexto europeu
1 — A opção por preparar Portugal para o novo contexto europeu visa afirmar a identidade nacional na diversidade europeia, garantir a segurança externa do País, participar de forma empenhada no processo de construção europeia e promover um crescimento económico sustentado no quadro da UEM.
2 — Assim, em 1994, serão privilegiadas actuações que permitam:
á) Prosseguir o esforço de conservação e valorização do património físico e documental do País, e de afirmação internacional da língua portuguesa; promover a criação e a renovação de infra-estruturas culturais no espaço nacional; continuar a política de estímulo à criação artística e cultural;
b) Prosseguir a modernização da instituição militar, através da sua reestruturação, redimensionamento e reequipamento e do reforço da base tecnológica nacional na área da defesa; afirmar o papel de Portugal no seio da NATO e da UEO; reforçar a cooperação militar com os países africanos lusófonos;
c) Participar na concretização do Tratado da União Europeia; valorizar o papel de Portugal no relacionamento da Europa com outras regiões, participando nomeadamente nos esforços de pacificação na África Austral, prosseguindo o estreitamento de relações com os países africanos de língua oficial portuguesa e o Brasil e as comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, desenvolvendo o relacionamento com os EUA, marcando presença mais activa no Norte de África e incrementando as relações económicas e culturais com a Ásia/Pacífico;
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d) Prosseguir uma política de rigor orçamental, com aumento do investimento público; adoptar uma política económica conducente a uma gestão da taxa de câmbio que, no contexto do mecanismo cambial do sistema monetário europeu, potencie uma descida das taxas de juro; lançar intervenções específicas dirigidas ao atenuar de dificuldades sectoriais, devendo o diálogo e a concertação social contribuir para a moderação salarial e a minimização do risco de desemprego.
Artigo 5.°
Preparar Portugal para a competição numa economia global
1 — A opção por preparar Portugal para a competição numa economia global visa garantir um crescimento sustentado baseado na qualificação dos recursos humanos, na melhoria das infra-estruturas e redes que asseguram os transportes, as comunicações e o abastecimento energético, na melhoria da competitividade do tecido empresarial nos vários sectores económicos, reduzindo as assimetrias regionais de desenvolvimento.
2 — Assim, em 1994, serão privilegiadas actuações que permitam:
a) Melhorar as qualificações de base da população activa através da melhor cobertura, da maior qualidade de ensino e do maior peso das vertentes tecnológicas e profissionalizantes no ensino básico e secundário; aumentar o número e qualidade dos quadros médios e superiores, nomeadamente com competências tecnológicas e de gestão; promover actividades de investigação, valorizando o investimento feito em anos recentes em infra-estruturas e novos recursos humanos para I&D; utilizar acções de formação profissional em complemento da acção do sistema escolar e em apoio à gestão do mercado de emprego, com especial atenção aos sectores e regiões afectadas por reestruturações sectoriais; prosseguir as acções destinadas a estimular a criatividade dos jovens e a promover a sua plena integração na vida activa, e as acções de formação e apoio à prática desportiva e de estímulo ao desporto de alta competição;
b) Expandir e renovar as infra-estruturas de transportes que permitam o melhor acesso externo e a inserção de Portugal nas redes transeuropeias e que assegurem melhor mobilidade no interior do País; prosseguir a redução do fosso quantitativo e qualitativo que separa as telecomunicações nacionais das europeias e promover o desenvolvimento sustentado de serviços avançados de telecomunicações; concretizar, na área energética, a introdução do gás natural, a reestruturação do sector eléctrico e a melhoria das condições de distribuição de electricidade, o apoio à mais racional utilização da energia e o fomento da utilização das energias renováveis;
c) Melhorar a competitividade do tecido empresarial nos vários sectores económicos, favorecendo a modernização de empresas e explora-
ções; contribuir para o bom funcionamento de infra-estruturas e sistemas de apoio de âmbito sectorial e para a qualificação e reforço da capacidade tecnológica sectorial; favorecer a evolução para produções e mercados com maiores perspectivas de procura, melhorando os circuitos de comercialização interna e externa dos diversos sectores; prosseguir o esforço de atracção de novos investimentos estruturantes, em paralelo com acções de apoio à reestruturação e redimensionamento sectorial; melhorar as condições de financiamento do investimento, através, nomeadamente, de programas de engenharia financeira;
d) Reduzir as assimetrias regionais de desenvolvimento, promovendo o potencial de desenvolvimento regional, estimulando a cooperação e desenvolvimento transfronteiriços e apoiando os investimentos de finalidade estrutural promovidos pelas autarquias locais e pelos Governos Regionais dos Açores e da Madeira;
e) Prosseguir as acções de ordenamento do território, incluindo a conclusão dos planos directores municipais e a elaboração de planos regionais de ordenamento do território, a criação de condições que dêem plena eficácia aos planos já aprovados; lançar um programa de consolidação da rede urbana nacional.
Artigo 6.°
Preparar Portugal para ama vida de mais qualidade
1 — A opção por preparar Portugal para uma vida de mais qualidade visa garantir que o aprofundamento da integração da economia e sociedade portuguesa na Europa comunitária se faça com a melhoria das condições de vida e ambientais e com o reforço da coesão social interna, combatendo a marginalização e a exclusão e, simultaneamente, melhorando as condições de segurança interna e a prestação de serviços públicos, aproximando cidadãos utentes e Administração.
2 — Assim, em 1994, serão privilegiadas actuações que permitam:
a) Melhorar a qualidade ambiental nas grandes concentrações urbanas; aumentar os níveis de atendimento e serviço dos sistemas de saneamento básico; aumentar as disponibilidades hídricas; melhorar o impacte ambiental da actividade produtiva; promover a conservação e valorização do património ambiental;
b) Realojar as pessoas que habitam em barracas e reabilitar zonas degradadas; ampliar a oferta de habitação e melhorar as condições desta; reordenar ou reabilitar grandes áreas urbanas;
c) Construir, ampliar e remodelar instalações de saúde; formar técnicos neste domínio; melhorar os cuidados de saúde e a gestão dos serviços; adoptar programas de saúde que combatam a marginalização ou exclusão de grupos específicos;
d) Melhorar os esquemas de segurança social e a integração sócio-económica de grupos mais desfavorecidos;
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é) Melhorar a eficácia do sistema de justiça, reforçando meios e actualizando a legislação e o enquadramento normativo; promover a reforma dos registos e do notariado; modernizar os modelos de organização territorial e funcional; prosseguir a prevenção e repressão da criminalidade e a renovação do sistema prisional;
f) Participar em acções de âmbito internacional e de cooperação externa na área da segurança; reorganizar, reequipar e modernizar as forças de segurança; melhorar a segurança rodoviária; reforçar os meios de combate e prevenção dos fogos florestais;
g) Modernizar e promover a qualidade dos serviços públicos; prosseguir a formação, o aperfeiçoamento e a especialização profissional dos funcionários públicos; promover a difusão da informação sobre Administração Pública;
h) Melhorar a qualidade da produção estatística; desenvolver a formação em estatística e a gestão da informação; realizar o cadastro predial;
rever o referencial geodésico; executar a cartografia digital.
Artigo 7.° Relatório
É publicado, em anexo à presente lei, o relatório sobre as Grandes Opções do Plano para 1994.
Artigo 8.°
Execução do Plano
O Governo promoverá a execução do Plano para 1994, de harmonia com a presente lei e demais legislação aplicável, tendo em consideração os regulamentos comunitários que estabelecem a reforma dos fundos estruturais.
Aprovado em 30 de Novembro de 1993.
O Presidente da Assemleia da República, António Moreira Barbosa de Melo.
RELATÓRIO ANEXO
INTRODUÇÃO
O Governo definiu e apresentou no documento "Preparar Portugal para o Século XXI", a estratégia de desenvolvimento económico e social do País para o período 1994-99, que foi aprovada pela Assembleia da República no mês de Julho. Esta estratégia constitui também o enquadramento do Plano de Desenvolvimento Regional, e a sua elaboração envolveu um longo e exaustivo processo de consultas e audições, aos partidos políticos representados na Assembleia da República, às Autarquias Locais, aos parceiros sociais e a numerosas individualidades e associações, tendo este processo terminado com a consulta ao Conselho Económico e Social.
Mas se é importante ter um rumo que corresponda a uma vontade e a um projecto para o País, é necessário escolher, ano a ano, as prioridades, linhas de acção e acções estruturantes que melhor concretizarão essa estratégia.
Para 1994 essa escolha tem que ter em conta dois aspectos:
• em primeiro lugar, 1994 é um ano muito especial no contexto europeu, pois deverá constituir o início de um novo ciclo de crescimento económico. Há, portanto, que criar as condições para que Portugal possa aproveitar da melhor forma este novo ciclo, assegurando para o País a sua durabilidade e a sua tradução na criação de empregos e na melhoria do nível de vida dos Portugueses;
• em segundo lugar, 1994 é o primeiro ano do novo PDR, que canalizará para o País avultados recursos, provenientes da CE que atingirão em média 4% do PIB no período 94-99. A aplicação destes recursos vai ser fundamental para o Portugai próspero e moderno que. queremos para o Século XXI.
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As GOP94 cumprem, aqui uma tripla missão:
• constituem um claro sinal para os agentes económicos acerca do enquadramento económico, institucional e legislativo, para 1994, o que lhes permitirá tomar as decisões mais apropriadas para si próprios e para o País;
• serão um factor de mobilização dos agentes económicos e sociais em torno da concretização de um projecto nacional de médio prazo em cuja definição estiveram envolvidos;
• traduzem um claro empenhamento do Governo, na promoção do progresso económico e do desenvolvimento social, traduzido num ambicioso programa de investimentos públicos e de incentivo ao investimento privado e à modernização do tecido produtivo.
O ano de 1994 deverá, assim, ser um ano de melhoria das expectativas dos agentes económicos e sociais, de criação de novos empregos e de novo alento do processo de convergência real que temos mantido em relação aos nossos parceiros da Comunidade Europeia.
1. PERSPECTIVAS INTERNACIONAIS PARA 1994
1. No documento "Opções Estratégicas" procedeu-se à identificação de algumas das principais tendências de médio prazo da evolução internacional, no que respeita à situação geoestratégica, à demografia, ao ambiente, à actividade económica, ao processo de globalização e concorrência internacional e à política económica nos países industrializados, tendo-se igualmente referido as prováveis linhas de força de evolução da Comunidade Europeia.
Nas "Grandes Opções do Plano" para 1994, a análise da situação internacional será circunscrita á evolução recente e às perspectivas económicas de curto prazo, à identificação de questões de natureza geopolítica que irão provavelmente dominar o próximo ano, referindo-se igualmente questões que mais especificamente dizem respeito à Europa e à Comunidade Europeia.
Uma breve análise das perspectivas económicas e políticas a nível mundial e europeu e da Comunidade Europeia
SITUAÇÃO MUNDIAL
Evolução recente da economia mundial
2. Nos últimos três anos assistiu-se a um claro abrandamento da actividade económica nos países da OCDE. A dessincronização na evolução conjuntural das principais economias e o crescimento verificado no exterior da OCDE, nomeadamente na Ásia-Pacífico e, em menor escala, nalguns países da América Latina permitiu, no entanto, evitar uma recessão generalizada.
Os últimos três anos: um abrandamento da actividade económica, sem recessão generalizada
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O prosseguimento do processo de desinflação nos países industrializados, apoiado num conjunto de evoluções sectoriais positivas
Dificuldade em relançar a actividade económica devido ao ajustamento das situações patrimoniais nas empresas e nas famílias
O abrandamento da actividade económica e a lentidão na retoma deverão ser entendidos à luz de um conjunto de processos e tendências que caracterizaram a evolução recente da economia mundial. Salientam-se os seguintes:
• o prosseguimento do processo de desinflação no conjunto dos países industrializados, estando a atingir-se, de forma continuada, os níveis de inflação mais baixos das últimas três décadas. Este processo, iniciado com a alteração da política monetária dos EUA, em 1979, tem decorrido num contexto caracterizado por um conjunto de factores, de entre os quais se destacam, o comportamento dos preços da energia e das matérias primas, a baixa continuada dos preços do processamento da informação; a alta moderada de salários na generalidade dos países industrializados (com a excepção notável da Alemanha, no período a seguir à reunificacção), o aumento significativo da expressão, no comércio mundial, de um conjunto de produtores muito competitivos, nomeadamente da Ásia, especializados na exportação de bens de consumo; a existência de excessos de capacidade generalizados no sector industrial nos países desenvolvidos, após o período de investimento da segunda metade da década de 80, levando a uma agudização da concorrência, com efeito sobre o comportamento dos preços industriais. Esta contribuição dos sectores primário e secundário para o processo desinflacionista nos países industrializados tem contrastado, por sua vez, com o comportamento dos serviços, em que se verificaram crescimentos dos preços mais fortes (ex. serviços de saúde).
• o processo, ainda em curso, de ajustamento de contas de património associado à desinflação de activos (imobiliário, acções etc) desencadeada no final dos anos 80, nomeadamente nos EUA, Grã-Bretanha e Japão, após o endurecimento das respectivas politicas monetárias. A queda no valor dos activos imobiliários e, de forma mais circunscrita no tempo, no valor das acções, afectou a posição patrimonial das famílias e das empresas que tinham contraído níveis excessivos de endividamento na segunda metade daquela década, processo que foi facilitado pela
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desregulamentação, inovação e globalização nos mercados financeiros. Por sua vez o sector bancário viu degradar-se a qualidade dos créditos e a rentabilidade das suas operações. O processo de ajustamento que se tem vindo a realizar levou, nos primeiros anos da década de 90, a uma travagem nos consumos das famílias, a uma procura sistemática de redução nos custos e nos programas de investimento das empresas, a uma grande prudência por parte dos sistemas bancários na concessão de novos créditos, a que se acrescentou, no caso do Japão, uma inversão momentânea dos fluxos de capitais a longo prazo, contribuindo para a recessão nas economias americana e inglesa, importantes destinos dos capitais japoneses durante a década de 80. A reabsorção dos níveis excessivos de endividamento do sector privado tem vindo a realizar-se numa conjuntura de baixa inflação, que não permite reduzir os encargos da dívida por via da alta dos preços;
o processo de reabsorção dos excessos de capacidade na indústria manufactureira nos países da OCDE, acompanhada por restruturações e fusões de empresas, pela recentragem das actividades em torno dos sectores e produtos onde as grandes empresas podem deter melhores posições competitivas e pelo reforço da internacionalização das operações e/ou de alianças estratégicas. Nalguns países a redução substancial das despesas militares contribuiu para alargar esse processo às indústrias de Defesa, que haviam tido forte desenvolvimento na década final da guerra fria. Em paralelo, com este processo de ajustamento estrutural que atingiu a indústria manufactureira dos países mais desenvolvidos, tem-se vindo a assistir a uma redução assinalável do emprego (ou a uma redução da rentabilidade das empresas, quando circunstâncias específicas de alguns países dificultam essa redução de efectivos). Este processo também atingiu já alguns sectores de serviços sujeitos à concorrência internacional, que haviam crescido muito rapidamente nos anos 80. Face ao ajustamento generalizado de capacidades produtivas, alguns países da OCDE têm revelado maiores dificuldades em diluir o impacto destas reduções
Uma reabsorção dos excessos de capacidade na industria, associada a uma restruturação empresarial e a um reforço da presença global de operadores industriais...
...acompanhada por reduções de emprego industrial nos países desenvolvidos, extensiva igualmente a alguns sectores de serviços
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de emprego através, quer do crescimento do terciário, quer da criação de novas empresas industriais baseadas na inovação e na exploração de segmentos mais dinâmicos dos mercados;
A permanência de pronunciados desequilibrios. orçamentais limitando o lançamento de estímulos fiscais e exigindo políticas de rigor
Divergências de politicas monetárias, levando a evoluções diferenciadas nas taxas de juro a curto prazo
o agravamento, dos défices públicos, em várias das principais economias da OCDE, incluindo não só uma parte imputável à recessão ou abrandamento da actividade económica, como outra imputável ao aumento dos défices estruturais. Significa isso que esses países iniciaram os anos 90 com desequilíbrios orçamentais superiores aos do início da década de 80 e num contexto em que aumentou o peso do serviço da dívida pública, vão tender a aumentar as pressões sobre os sistemas de segurança social (quer por via do envelhecimento das populações, quer pelo crescimento forte dos preços nos serviços de saúde, quer ainda pelo aumento do desemprego que atrás se referiu) e são grandes as necessidades de investimentos infraestruturais (não só pelo peso desproporcionado que a redução do investimento público teve nas várias tentativas de saneamento orçamental nas duas últimas décadas, mas também porque se acumularam problemas na área ambiental que exigem avultados investimentos). Como os défices actuais são insustentáveis (bastando recordar a grave situação financeira dos esquemas públicos de segurança social em vários países, nomeadamente da Europa), a sua redução vai ter que se realizar parcialmente em plena fase recessiva ou no início da retoma da actividade económica;
uma divergência persistente nas políticas monetárias e nas taxas de juro nominais a curto prazo entre, por um lado, os EUA e o Japão, que desde 1991 reduziram essas taxas para níveis historicamente baixos (diminuindo também o impacto do processo de desinflação de activos que os atingira) e, por outro, a Alemanha, que adoptou uma política monetária restritiva após a reunificação, para travar a acumulação de tensões inflacionistas associadas ao modo particular como aquela reunificação foi realizada a nível monetário, e ao modo como se tem processado o financiamento dos seus custos. A disciplina do mecanismo de taxas de câmbio do
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SME forçou os outros membros do Sistema a acompanharem a elevação das taxas de juro alemãs, mesmo quando apresentavam níveis de inflação inferiores às que momentaneamente se registavam na Alemanha. A manutenção de taxas de juro elevadas contribuiu, por sua vez, para dificultar a redução dos défices orçamentais. No que respeita às taxas de juro nominais a longo prazo, se bem que com algumas diferenças entre os principais países industrializados, a tendência tem sido para uma gradual redução do seu nível, associada à redução da inflação e das expectativas inflacionistas, bem como ao próprio abrandamento da actividade económica. Mantêm-se, no entanto, taxas de juro reais historicamente elevadas, tendo na década de 80 e em anos recentes atingido, por vezes, valores superiores aos das taxas de crescimento.
Tendência à redução das taxas de juro nominais a longo prazo, mas taxas reais historicamente elevadas...
Os mercados bolsistas, por sua vez, têm vindo a manifestar fortes tendências à alta das cotações, processo que está associado à queda das taxas de juro (ou às expectativas da sua redução a curto prazo, no caso da Europa) e a expectativas de retoma' económica sustentada e acompanhada de melhores resultados das empresas. Refira-se que a esta animação dos mercados bolsistas não é estranho um desvio muito significativo das poupanças dos particulares nos EUA em direcção a fundos mobiliários e outros fundos de investimento, que por sua vez diversificam geograficamente as suas carteiras, por forma a incluir títulos cotados em bolsas de vários países industrializados e em desenvolvimento. O comportamento das Bolsas parece no entanto, basear-se em expectativas de evolução económica de incerta realização;
a divergência referida entre as politicas monetárias dos EUA e do Japão e da Alemanha e a dificuldade que alguns países do SME tiveram em, num período recessivo, suportar o nível de taxas de juro alemãs constituíram factores poderosos de instabilidade cambial em 1992 e 1993. Recorde-se que essas divergências e dificuldades se verificaram no contexto da liberalização de circulação de capitais, do aumento do peso dos investidores institucionais, dos fundos mobiliários
...e animação nos mercados de obrigações e acções
Instabilidade cambial associada às divergências de políticas monetárias
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e das tesourarias das empresas multinacionais na detenção de activos em várias moedas, e da generalização das práticas de protecção dessas carteiras de activos face às flutuações das moedas. E após um período em que vários Estados europeus tinham colocado uma parte cada vez mais significativa da sua dívida pública junto de investidores não residentes, ficando assim as suas moedas mais vulneráveis às estratégias de protecção desses investidores. A decisão tomada no início de Agosto de ampliar substancialmente as bandas de flutuação da quase totalidade das moedas do SME e a contínua valorização do yen são duas expressões desta instabilidade cambial.
Intensidade do abrandamento da actividade económica minorada pelo crescimento do comércio internacional
EVOLUÇÃO DA ECONOMIA MUNDIAL
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
o crescimento do comércio internacional, tem constituído um factor crucial no sentido de sustentar a actividade económica nos países da OCDE. E para tal contribuíram, em particular, as regiões dinâmicas da Ásia, e alguns países da América Latina. O crescimento mais rápido do comércio intra-regional em qualquer destas duas regiões tornou-as menos vulneráveis ao abrandamento da actividade económica na Europa e nos EUA, tendo qualquer delas mantido uma forte procura de bens e serviços, nomeadamente às economias japonesa e americana. Nos anos recentes o crescimento dos países do Sul contribuiu, não só para evitar uma recessão generalizada, como para reduzir as tensões comerciais entre países do Norte. No início da década de 90 o próprio abrandamento da actividade económica, acompanhado por mudanças de competitividade dos principais países, permitiu igualmente reduzir os desequilíbrios externos entre os EUA o Japão e a Europa, que haviam crescido perigosamente na década de 80. No entanto, o ano de 1993 assistiu de novo ao crescimento do excedente japonês e do défice americano, sem que se tenham desencadeado os mecanismos de reciclagem externa daquele excedente.
Perspectivas e riscos
3. As previsões de várias organizações internacionais apontam para uma aceleração do crescimento
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económico nos países industrializados, baseando-se na conjugação de quatro evoluções:
• um ligeiro fortalecimento da retoma económica nos EUA, Grã-Bretanha e Canadá, economias que foram fortemente afectadas pelo endividamento excessivo do sector empresarial e pela fragilidade do sector financeiro, mas que viram melhoradas as suas posições a estes dois níveis;
• a inversão da tendência de abrandamento da actividade económica no Japão, pais também duramente afectado pelos processos referidos para os países anglo saxónicos, mas que dispõe de uma apreciável margem de manobra fiscal para estimular a economia, de um aparelho produtivo modernizado e com grande capacidade de inovação e de uma forte presença nos mercados dinâmicos da Ásia/Pacífico (embora enfrente uma perda de competitividade associada à valorização da sua moeda);
• o fim da recessão nas principais economias da Europa Continental, acompanhando uma "détente" monetária na Alemanha e em outros países do SME, e beneficiando da menor expressão dos processos de desinflação de activos nestas economias, nomeadamente ao nível do seu impacto no consumo privado;
• a permanência de elevadas taxas de crescimento na região da Asia/Pacífico, dirigindo forte procura aos países industrializados.
Estas expectativas relativamente optimistas, podem no entanto, não se concretizar no seu conjunto, especialmente no que se refere à Europa Continental e ao Japão.
4. Por sua vez, a confiança dos investidores e dos consumidores pode ser negativamente afectada por três tipos de riscos:
• agravamento das tensões comerciais entre os países industrializados, nomeadamente no caso de não finalização das negociações GATT até ao final do ano;
• instabilidade monetária, quer no interior do SME, quer envolvendo o dólar e o iene, acelerada, designadamente, pela deslocação maciça de
Expectativa de retoma da actividade económica, embora com maiores incertezas no Japão e na Europa Continental
Riscos que podem afectar a confiança dos investidores e consumidores:
• agravamento de tensões comerciais
• instabilidade monetária
• eventuais quebras em mercados bolsistas
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Perspectivas de melhoria da actividade económica.
Permanência de incertezas
capitais de curto prazo para activos em moeda alemã e/ou japonesa;
• eventuais quebras nalguns mercados bolsistas, caso não se concretizem as expectativas de baixa sustentada das taxas de juro e de recuperação das economias e dos resultados das empresas.
5. Assim, e em síntese, pode afirmar-se que as expectativas para 1994 apontam no sentido de uma melhoria da actividade económica, mantendo-se uma clivagem entre os países em que a retoma é já uma realidade e aqueles em que as tendências recessivas continuam com forte expressão, existindo um conjunto de riscos que, a verificarem-se simultaneamente, poderão perturbar seriamente essas expectativas.
Um ano marcado por progressos, interrogações e riscos
Os progressos no Médio Oriente e África Austral
As interrogações quanto ao comportamento e estratégias externas da Rússia
Evolução política internacional - alguns aspectos
6. O ano de 1994 pode vir a ser marcado por um conjunto de progressos, interrogações e riscos, ao nível do enquadramento geopolítico da economia mundial.
De entre os progressos sobressaem, por um lado o avanço no processo de paz do Médio Oriente, que poderá vir a pôr fim a uma das mais persistentes e explosivas situações de confronto a nível mundial, e por outro as perspectivas de uma transição na África do Sul, do "apartheid" para um regime democrático, e de uma pacificação noutros países da África Austral. Em qualquer dos casos existem resistências que podem vir a atrasar a sua concretização. Mas, a realizarem-se, estes processos significarão um importante passo para a estabilização política de duas importantes regiões-reserva de energia e de minérios, exteriores ao território da ex-URSS. Não deixarão igualmente de representar destinos alternativos para os fundos públicos e os investimentos privados eventualmente disponíveis para apoiar a transição àos Estados que pertenceram à ex- URSS para a economia de mercado e para uma plena integração na economia mundial.
De entre as interrogações destacam-se a evolução da situação política da Rússia e das suas relações com outras ex-Repúblicas soviéticas, e principalmente entre a Rússia e a Ucrânia e a Rússia e as repúblicas do Cáucaso (região cada vez mais importante para o
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escoamento da enorme produção energética potencial de várias das ex-Repúblicas muçulmanas soviéticas).
Por outro lado dever-se-á também atender ao posicionamento internacional da China, especialmente no Sul e Sudoeste do Pacífico e no Golfo e Ásia Central.
£ necessário também atender às consequências dos posicionamentos da Rússia e da China nas suas relações com os EUA. Refira-se igualmente que,, em termos de integração na economia mundial, a posição da Rússia é muito mais frágil do que a da China, não sendo ainda claro quais as consequências que essa diferença possa vir a ter nas respectivas evoluções políticas internas e externas.
Posicionamento internacional da China
A EUROPA NO MUNDO - Aspectos Gerais
Problemas das economias europeias
7. As dificuldades recentes das economias europeias devem ser analisadas tendo em conta um conjunto de situações que contribuem para o seu prolongamento e podem dificultar a retoma sustentada da actividade, o acréscimo de competitividade e um maior dinamismo na criação de empregos. Entre elas refiram-se as seguintes.
• os países europeus têm vindo a manifestar um claro atraso, quer na capacidade de inovar e produzir em termos competitivos Um conjunto de bens que se encontram entre os que tiveram procura mundial mais dinâmica (por exemplo, os bens do sector electrónico), quer na introdução das técnicas de produção flexível de massa que vieram revolucionar sectores tão importantes da economia europeia, como o sector automóvel, quer ainda na fusão de tecnologias que prometem revolucionar a comunicação e o entretenimento. Por outro lado, têm os seus sectores de alta tecnologia muito dependentes de mercados públicos nacionais, quando a dimensão da maior parte das economias europeias é insuficiente para suportar por si os custos de desenvolvimento das novas gerações de produtos desses sectores. Estas limitações estruturais dificultam aos países europeus competir nas regiões do mundo, como a Ásia/Pacífico, que têm sido as menos afectadas
As economias europeias debatem-se com problemas especificos:
perda de posições competitivas em sectores de procura dinâmica e maior intensidade tecnológica
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• insuficiente estimulo ao risco à inovação e ao espírito empresarial
• Processo de crescimento pouco gerador de novos empregos e com tendência a elevadas intensidades capitalfsücas, num contexto de elevados custos de mão-de-obra e excessiva rigidez no mercado de trabalho
• Interrciação entre politicas monetárias e orçamentais, contribuindo para a permanência de altas taxas de juro real.
pelo abrandamento da actividade económica e contribuem para aumentar a presença de concorrentes americanos e asiáticos no próprio mercado europeu;
• a perda de competitividade europeia tem vindo a encontrar várias explicações, de entre as quais a insuficiente capacidade de inovação e de internacionalização de grandes empresas europeias; o insuficiente dinamismo na criação e crescimento de PMES em sectores e actividades tecnologicamente intensivas; a permanência de intervenções dos Estados que levam à protecção de empresas e sectores ineficientes; uma insuficiência na formação de engenheiros e tecnólogos, em certas áreas e especializações; uma fraca intensidade nas relações entre universidades e o tecido empresarial. E provavelmente na base de todos estes factos um quadro cultural, social e institucional que não estimula o risco, a inovação e o espirito empresarial;
• o processo de crescimento assinalável dos anos 80 não foi, por sua vez, acompanhado por uma criação suficiente de novos empregos, nem pela reestruturação generalizada de sectores menos rentáveis. A necessidade de garantir a competividade das empresas, num espaço económico com elevados custos de mão-de-obra, acelerou a tendência para maior intensidade capitalística dos processos de produção, favorecida pelo próprio ritmo da evolução tecnológica. Por outro lado a excessiva rigidez nos mercados de trabalho criou, por sua vez, desincentivos à criação de novos empregos na indústria e nos serviços;
• a conjugação de políticas monetárias restritivas e de políticas orçamentais expansionistas nalguns dos principais países da CE, nomeadamente na Alemanha após a reunificação - contribuiu, por sua vez, para gerar taxas de juro reais elevadas e levar a uma apreciação das moedas europeias relativamente ao dólar (nomeadamente em 1992). Os efeitos desta evolução, quer na competitividade quer no investimento das empresas, contribuíram, por sua vez, para o abrandamento da actividade económica;
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a persistência de elevadas taxas de desemprego durante úm período relativamente longo, em paralelo com o maior peso do envelhecimento das populações e o custo crescente dos serviços de saúde, coloca os sistemas públicos de segurança e protecção social da Europa, que se encontram entre os mais desenvolvidos do mundo, face a graves problemas financeiros. Por outro lado, o potencial de emigração dos países de Leste e do Sul para a Europa Ocidental pode tornar ainda mais difícil lidar com níveis elevados de desemprego.
a gravidade que revestem em vários países europeus os défices orçamentais, o peso da dívida pública e a situação financeira dos sistemas públicos de segurança social, combina-se com os efeitos destes sistemas na redução da competividade dos sectores empresariais e na maior rigidez do mercado de trabalho, para exigir uma redução drástica daqueles défices e uma revisão profunda destes sistemas, que terão que ocorrer mesmo que a conjuntura seja recessiva ou a retoma seja incipiente. Este facto não deixará de marcar a evolução económica europeia nos próximos anos.
Sistemas de protecção social fortemente pressionadas pelo desemprego, pelo envelhecimento das populações e pelos custos dos serviços de saúde...
...em sociedades confrontadas com potenciais correntes migratórias originadas no Leste e no Sul
Problemas associados aos défices orçamentais e à situação financeira dos sistemas de segurança social
8. A estas questões devem acrescentar-se riscos de perturbação em duas áreas em que há fortes interrelações com o resto do mundo.
• a evolução interrelacionada das questões que se prendem com a agricultura e com a definição da política comercial externa que deverá acompanhar a implementação do Mercado Único. Em ambos os casos as discussões no interior da Comunidade podem ter importantes reflexos nas negociações doGATT,
Duas questões chave para 1994
• agricultura e política comercial externa
• evolução na área monetária
a evolução na área monetária, em consequência das tensões entre, por um lado, os países que procuram manter de pé um quadro de cooperação que viabilize a criação da União Económica e Monetária e, por outro, os mercados, enquanto continuarem a pôr em dúvida a sustentabilidade de altas taxas de juro reais em países com níveis elevados e crescentes de desemprego. A evolução das taxas de juro alemãs e o próprio processo de
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saneamento da situação orçamental da Alemanha, condicionará naturalmente a evolução destas tensões.
Aspectos políticos externos
Questões em aberto nas regiões periféricas da Europa Ocidental:
a forma e ritmo de intensificação de relações dos países da Europa Central com a CE e a NATO
a resposta a factores de instabilidade politica na Europa Central e Oriental - questões de fronteiras e de minorias
9. Os países da Europa Ocidental defrontam-se com questões de natureza geopolítica nas suas periferias1 que poderão eventualmente traduzir-se em divergências entre eles, mas podem também constituir uma oportunidade para implementarem políticas externas coordenadas e com maior eficácia. Entré essas questões salientem-se as seguintes:
• a necessidade de encontrar um consenso quanto à forma e ritmo de associação de alguns dos países da Europa Central (Polónia, República Checa, Hungria) às instituições que organizaram a Europa Ocidental, em termos económicos e de segurança, durante a guerra fria - a CE e a NATO. A rápida integração desses Estados surge a alguns sectores europeus como a melhor forma de contribuir para a transição para regimes democráticos e economias de mercado, sem que esses países o tenham que fazer no contexto de uma zona de influência de algum país europeu especifico. Em contrapartida, para outros sectores europeus, essa integração surge como um adicional de concorrência, para o qual pretendem contrapartidas, ou como um factor que poderá dificultar a constituição de uma União Europeia suficientemente coesa para poder ter ambições mundiais;
• a necessidade de conceber uma solução estável e duradoura para os problemas de fronteiras e minorias na Europa Central e Oriental associados, quer à partição de antigas estruturas federais (ex-URSS e Jugoslávia), quer a problemas herdados das 1* e 2* guerras mundiais, para os quais tem sido difícil encontrar uma resposta. Por sua vez, a evolução do conflito na ex-Jugoslávia deixa pairar interrogações sobre o futuro posicionamento europeu em conflitos de raiz étnico-nacional que já eclodiram ou podem vir a eclodir em áreas periféricas da Europa;
• a definição de uma i>olíüca para o Maghreb
• a necessidade de definir uma politica cara o Maghreb, região em que se pode assistir a um
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reforço dos sectores fundamentalistas, em paralelo com a evolução favorável prevista para o Médio Oriente, que contribua para a estabilidade política e social da região.
A COMUNIDADE EUROPEIA EM 1994
10. A próxima entrada em vigor do Tratado da União Europeia, referência das novas etapas da vida europeia, estabelecerá novas regras e definirá novos instrumentos para o seu funcionamento da vida comunitária.
Deverão concluir-se, igualmente a breve trecho as negociações de adesão com os países candidatos da EFTA pelo que em 1994 deverão ser assinados os respectivos Tratados de Adesão, iniciando-se os correspondentes processos de ratificação. Um outro factor que poderá vir a ser equacionado, ao longo de 1994, é a questão do avanço para a União Económica e Monetária. A avaliação que os Estados membros venham a fazer do ritmo dessa evolução e da situação económica da Europa comunitária em geral, poderá vir a determinar as condições da evolução da União.
No ano de 1994, irá concretizar-se a iniciativa de crescimento aprovado no Conselho Europeu de Edimburgo, à qual se junta agora a preparação de uma Estratégia a Médio Prazo para o crescimento, a competitividade e o emprego, decidida no Conselho Europeu de Copenhaga. A referida estratégia constará de um Livro Branco apresentado pela Comissão, com contributos dos Estados Membros.
Com o início da segunda fase da União Económica e Monetária, em 1 de Janeiro de 1994, inciar-se-á uma nova etapa no esforço de coesão económica e social. Prosseguirá também em 1994 a implementação do Mercado Único e a concretização de novas iniciativas nalgumas áreas sectoriais.
Por sua vez, os problemas de relacionamento com os Países da Europa Central e Oriental e com os Novos Estados independentes que resultaram da ex-URSS continuarão a ocupar um lugar central na actuação externa na Comunidade Europeia.
Perspectivas centrais para 1994, na CE:
• entrada em vigor do tratado da União Europeia;
• negociações de adesão de países candidatos da EFTA
• consolidação do Mercado Único e continuação do processo UEM,
• relações com o Leste
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Procede-se, em seguida a um breve resumo das evoluções esperadas para cada uma destas áreas em 1994.
Mercado Único
11. Estão, neste momento, praticamente criadas as condições para que as mercadorias, os serviços e os capitais não encontrem, nas fronteiras dos Estados membros, obstáculos à sua livre circulação. Não obstante, a realização do Mercado Único não pode esgotar-se numa construção jurídica que, ainda que sua peça fundamentai, não possui o poder de, por si só, assegurar uma superior dinâmica empresarial, o necessário reforço da competitividade, a promoção do desenvolvimento equilibrado dos Estados e regiões da Comunidade, em suma, a melhoria de bem-estar dos povos europeus.
A politica do Mercado Único, sendo parte integrante da política global da Comunidade, deve ser considerada como o motor das outras políticas comunitárias, propiciando o pleno aproveitamento dos novos instrumentos conferidos à Comunidade pelo Tratado da União Europeia.
Assim merecerão, para o ano de 1994, especial atenção:
• a estreita ligação da livre circulação das pessoas ao conceito de cidadania europeia e à cooperação nos domínios da Justiça e dos assuntos internos, bem como à implementação da Carta Social;
• a interacção existente entre a livre circulação das mercadorias, serviços e capitais e o crescimento económico, o desenvolvimento da coesão económica e social, a execução da política comunitária de concorrência e a implementação da União Económica e Monetária;
• a ligação da dimensão interna do Mercado Único ao reforço da personalidade e capacidade externa da Comunidade;
• as questões da fiscalidade, quer directa, quer indirecta, no sentido de melhorar o ambiente fiscal
O Mercado Único, motor de novas politicas e iniciativas comunitárias
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das empresas, eliminando os obstáculos à cooperação e às actividades transfronteiriças;
o a reforma dos sistemas de normalização industrial, os programas de apoio às PME e a promoção da qualidade dos produtos junto da indústria europeia,
o uma abordagem integrada das redes transeuropeias, visando a promoção do financiamento e os instrumentos que garantam a interoperabilidade a custos economicamente razoáveis.
União Económica e Monetária
12. A nova situação criada pela última revisão do SME em Julho passado, permitindo o alargamento de bandas de flutuação para 15% de todas as moedas do SME , foi um passo inesperado no processo para a União Económica e Monetária.
Probabilidade do processo da UEM não ser dificultado pela crise do SME e pela solução de maior flexibilidade encontrada para a superar
As implicações da solução adoptada poderão, no entanto, vir a reflectir-se positivamente ao nível das taxas de juro - cuja descida constitui um objectivo prosseguido pela Comunidade face às consequências esperadas no investimento e no relançamento generalizado da economia. Em termos de realização da UEM, começa a ser claro que o alargamento das bandas de flutuação e a consequente flexibilidade da política monetária não contribui para lhe perturbar a dinâmica.
13. O calendário estabelecido para o processo da UEM irá manter-se, iniciando-se assim, em 1 de Janeiro de 1994, a segunda fase cujos elementos essenciais são os seguintes:
1994, o inicio da 2* rase da UEM: maior coordenação de políticas económicas e monetárias entre os Estados membros e criação do Instituto Monetário Europeu
proibição do financiamento monetário do défice público. Embora constitua uma obrigação da segunda fase, pode considerar-se que o recurso ao financiamento monetário dos défices públicos foi abandonado de uma forma geral. Com efeito, esta forma de financiamento do défice é contraditória com o crescimento não inflacionista, objectivo central da UEM, e seria dificilmente aceite pelos parceiros comunitários no quadro da supervisão multilateral;
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• redução dos défices orçamentais, preparando a terceira fase onde a prática de défices orçamentais excessivos será proibida. A proibição dos défices
orçamentais excessivos deverá ser encarada à luz do disposto no Protocolo sobre convergência anexo ao Tratado, que toma em consideração não apenas o valor objectivo do rácio défice orçamentai/PIB, mas também a tendência registada por este;
• inicio do processo conducente à independência dos Bancos Centrais e criação do Instituto Monetário Europeu (IME), embrião do futuro BCE. O IME terá a seu cargo tarefas de coordenação e acompanhamento do MTC do SME e ainda a definição dos instrumentos e procedimentos necessários à condução de uma política monetária única e à criação de uma moeda única, objectivos da terceira fase. Os trabalhos preparatórios para a implementação do IME já se iniciaram, nomeadamente a preparação pela Comissão da legislação secundária necessária à sua entrada em vigor. É, pois, natural que ao longo de 1994 se venha a proceder à transposição da referida legislação.
Iniciativas Comunitárias de Crescimento e Emprego
O lançamento das Iniciativas Comunitárias de Crescimento e Emprego, articulando iniciativas e esforços nacionais e comunitários
14. As designadas Iniciativas Comunitárias de Crescimento e Emprego, decididas em Edimburgo e reforçadas em Copenhaga, têm por objectivo obviar a uma situação de fraco crescimento económico, deterioração da competitividade e agravamento do desemprego na Europa.
Essas iniciativas prevêem a implementação de uma série de medidas visando o relançamento da actividade económica e do emprego. As medidas de curto prazo a implementar ao longo de 1993 e 1994 têm como objectivo apoiar a actividade económica de curto prazo, potenciando o crescimento de longo prazo, e estão enquadradas num contexto macroeconómico que tem como pano de fundo a realização da UEM.
A nível nacional, estas acções deverão ser desenvolvidas em três vertentes: a política orçamental, com uma gestão adequada dos défices dentro dos
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limites do Tratado em matéria de critérios de convergência; a composição das despesas públicas, valorizando a componente investimento em detrimento da componente despesas correntes; as taxas de juro, cuja descida constitui um factor indispensável à recuperação económica, à defesa da competitividade e à criação de emprego. Paralelamente, dever-se-á incentivar a moderação salarial, permitindo desta forma atingir importantes ganhos de competitividade.
Coesão Económica e Social
15 No ano de 1993, foi delineado o enquadramento jurídico-económico que determinará as acções a levar a cabo em termos de politica regional no período 1994-99.
O enquadramento jurídico-económico das acções de política regional definida em 1993...
Este enquadramento assenta em três pilares principais:
• a entrada em vigor, em Agosto de 1993, dos novos Regulamentos dos Fundos Estruturais e do Instrumento Financeiro de Orientação da Pesca (IFOP);
• a apresentação dos Planos de Desenvolvimento Regional, com a consequente discussão e adopção dos Quadros Comunitários de Apoio para o período 1994-99.
• a ratificação por todos os Estados-membros do Tratado de Maastricht, que consagra o reforço da Coesão Económica e Social no contexto do aprofundamento da integração europeia e que permitirá a substituição do Instrumento Financeiro de Coesão, de carácter transitório, pelo Fundo de Coesão.
16. O ano de 1994 será, portanto, um ano de viragem, marcado pelo início da execução do QCA para o período 1994-99. Conforme as orientações decididas em Lisboa, e confirmadas em Edimburgo, o próximo período será caracterizado por uma maior Simplificação ao nível dos procedimentos, pelo menor número de programas operacionais, bem como pelo reforço do acompanhamento e da avaliação das
... o inicio dos Quadros Comunitários de Apoio para o período 1994-99 ...
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acções, o que garantirá a continuidade do esforço de desenvolvimento, permitindo uma maior eficácia da política estrutural.
Neste sentido, Portugal continuará a beneficiar em 1994 de transferências financeiras significativas provenientes dos Fundos Estruturais e do Instrumento Financeiro de Coesão/Fundo de Coesão.
17. A Comissão das Comunidades Europeias apresentou, ainda em Julho de 1993, o "Livro Verde das Iniciativas Comunitárias" que, para além de fazer um balanço retrospectivo, traça as grandes linhas de orientação que deverão prevalecer até 1999. De acordo com o calendário previsto, as áreas de intervenção das Iniciativas Comunitárias deverão ficar estabelecidas até final de 1993, possibilitando desde esse momento a apresentação por parte dos Estados membros dos respectivos Programas nacionais de intervenção, que irão completar as acções desenvolvidas no âmbito do QCA.
As perspectivas financeiras decididas em Edimburgo asseguram a concentração do esforço financeiro comunitário de carácter estrutural, até final do século, nos Estados-membros menos prósperos, de modo a possibilitar a manutenção do ritmo de crescimento indispensável à recuperação do atraso existente, sem pôr em causa os equilíbrios financeiros internos exigidos pela UEM.
Políticas Sectoriais Indústria
18. A perspectiva da entrada em vigor do Tratado da União Europeia (TUE) em 1994, consolida formalmente a abordagem seguida pela Comunidade em relação à indústria. O art° 130 do TUE consagra o papel fundamental dos Estados Membros e da Comunidade na prossecução de acções atinentes ao que podemos, genericamente, designar como criação de um ambiente favorável ao desenvolvimento da competitividade da indústria comunitária. Dois dos sectores em que haverá ou poderá haver actuações a nível económico em 1994, com especial re\e»âhm para Portugal, são a indústria siderúrgica e a indústria
... e o lançamento de novas iniciativas comunitárias mobilizando os Fundos Estruturais
A implementação da politica comunitária no sector siderúrgico...
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têxtil e de vestuário. No que respeita à primeira deverá iniciar-se em 1994 a aplicação das medidas de reestruturação da indústria siderúrgica comunitária, tendo como objectivo a redução sustentada da capacidade produtiva das empresas do sector, largamente excedentária, procurando catalisar uma retoma dos preços do aço e aumentar a competitividade. O sucesso da reestruturação siderúrgica dependerá em grande parte da retoma da actividade económica dos sectores situados a montante da indústria do aço, nomeadamente a indústria automóvel e a construção. O estabelecimento de um clima internacional de concorrência justa, através da celebração de um acordo internacional sobre o Comércio de Aço, mantem-se igualmente como objectivo para 1994.
No âmbito deste sector Portugal já apresentou o novo plano de reestruturação da Siderurgia Nacional.
19. No que respeita à indústria têxtil e de vestuário, e face à caducidade do Acordo Multifibras no final do presente ano, o futuro quadro legal que regulamentará o comércio mundial de têxteis deverá incluir não só uma vertente económica - como tem ocorrido até ao presente - mas também uma vertente disciplinadora do referido comércio.
A política comercial do futuro não pode ser dissociada das realidades industriais, sob pena de deixar a sobrevivência do tecido produtivo à mercê de práticas comerciais desregradas, não inseridas num quadro institucional rigoroso e eficaz.
Face à actual conjuntura internacional e comunitária e à progressão das distorções do comércio, torna-se imperativo o estabelecimento de um quadro multilateral que promova não só uma abertura efectiva dos mercados como, também, condições justas de concorrência - através de regras e disciplinas reforçadas em matéria de dumping, subsídios, salvaguardas, por forma a assegurar às empresas comunitárias, e particularmente às portuguesas, uma participação no mercado em condições de concorrência leal e transparente.
Assim, através de um acordo a sair das negociações do GATT-Uruguay Round ou, na sua ausência, de um
...e a necessidade de uma abordagem para o sector têxtil e vestuário, face à caducidade do Acordo Multifibras
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novo enquadramento multilateral - em substituição do Acordo Multifibras - o sector têxtil poderá ser objecto de um conjunto de princípios e regras disciplinadoras do respectivo comércio mundial. Esta tem sido, desde sempre, a posição assumida pelo governo português, consubstanciada no "Memorando" entregue aos demais Estados membros no Conselho "Assuntos Gerais" de Julho de 1993.
A importância das redes transeuropeias de energia e da aprovação da Carta Europeia da Energia
Energia
20. Na área energética dois temas merecem especial atenção em 1994 - as redes transeuropeias e a Carta Europeia da Energia.
No domínio energético, a fim de reforçar a coesão económica e social dos Estados Membros, aproximando as zonas periféricas do centro comunitário, será eventualmente, adoptado em 1994 o "dossier" das Redes Transeuropeias, neste se integrando o projecto nacional para a implantação do gás natural e das redes eléctricas.
Neste sentido, espera-se que até ao fim de 1993 a Comissão das Comunidades Europeias apresente o Plano Director de Infra-estruturas do gás natural e da electricidade.
Por sua vez, a Carta Europeia da Energia permanece um dos grandes objectivos da Comunidade, no âmbito da sua política energética do desenvolvimento. Caso seja aprovada até ao final de 1993, em tratado a ser assinado em Lisboa, será realidade a implementação na Europa de um amplo mercado de energia, baseado no principio da não-discriminaçao e estrutura de preços em função do mercado.
Para além da Comunidade e dos seus Estados Membros, são signatários os países da Europa Central e Oriental, os países da ex-URSS, os EUA o Japão, o Canadá e a Austrália.
Investigação e Desenvolvimento
k Investigação e Desenvolvimento área relevante para a competividade da CE e para apoio ás politicas comuns e instrumento da cooperação internacional da CE
21. Na área da investigação, e no decurso no ano de 1993, a Comunidade, tendo como base os documentos de trabalho da comissão sobre o Quarto Programa Quadro, procurou pôr em prática uma verdadeira
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política de investigação através de mecanismos de maior eficácia, flexibilidade e transparência, ou ainda pela introdução de novos métodos de gestão descentralizada, com o objectivo de reforçar a competitividade e apoiar as políticas comuns da CE.
Por sua vez, a cooperação internacional tem vindo a ser uma das áreas em destaque nas discussões em curso sobre o Quarto Programa Quadro, a ser aprovado no decurso da presidência Belga. Pretende-se nomeadamente privilegiar a cooperação com os países da Europa Central e Oriental e da ex-URSS, tendo-se neste sentido aprovado os estatutos da "Associação para a Promoção da Ciência nos Estados Independentes da ex-URSS", a qual iniciará os seus trabalhos em 1994.
Relações com Países da EFTA e Alargamento da CE
Alargamento da CE a países da EFTA
22. Uma das matérias que durante o ano de 1994 registará uma evolução segnificativa será a problemática da adesão.
O processo de negociações, iniciado em 1 de Fevereiro de 1993, embora tenha já registado progressos assinaláveis relativamente a numerosas matérias, está a levantar algumas dificuldades em certas áreas económicas fundamentais aos países candidatos, sendo previsível que se venha a prolongar em 1994.
O impacto no acervo comunitário da entrada dos referidos países não se verificará, no decurso do processo negocial, mas sim após a adesão. Todavia, na vertente instituticional alguns Estados-membros pretenderiam introduzir algumas reformas, já no decurso do processo de alargamento. A posição portuguesa tem sido, pelo contrario, a de defender que este processo de alargamento deverá respeitar as disposições institucionais existentes contidas no
Tratado da União e declarações anexas, de acordo com as orientações emanadas dos Conselhos Europeus de Lisboa e de Edimburgo, e reiteradas em Copenhaga.
1994: um ano marcado pela fase final das negociações de adesão à CE de pai ses da EFTA
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É impossível indicar uma data precisa para a conclusão das negociações, permanecendo, contudo, o objectivo fixado pelo Conselho Europeu de Copenhaga, no sentido de que as negociações sejam encerradas a tempo e de modo a permitir que os quatro países da EFTA entrem oficialmente na Comunidade em 1 de Janeiro de 1995.
Alguns aspectos das negociações de alargamento poderão, no entanto, projectar-se desde já em 1994. É o caso das negociações no capítulo das relações externas, em que o desejo manifestado por alguns países nórdicos de manutenção dos acordos de comércio livre existentes com os Estados Bálticos, terá de certa forma contribuído para que o Conselho Europeu de Copenhaga endereçasse um convite à Comissão para que esta apresente propostas com o objectivo de transformar os acordos comerciais existentes com aqueles estados em acordos de comércio livre.
Espaço Económico Europeu
A ratificação do Acordo sobre a criação do Espaço Económico Europeu em 1994 e a concretização de um vasto espaço económico, de concorrência e cooperação
23. Um outro aspecto do relacionamento entre a CE e os países da EFTA, com expressão no próximo ano, será o Acordo EEE, cuja entrada em vigor está condicionada pela conclusão dos processos de ratificação em todos os países signatários, que se prevê esteja efectuada em 1994.
A implementação do Acordo terá inúmeras repercussões na CE em geral, e em Portugal em particular, nomeadamente o reforço da concorrência em áreas como o direito de estabelecimento e liberdade de prestação de serviços, onde os países da EFTA dispõem de grande especialização.
Durante o ano de 1994 prevê-se ainda a realização de negociações com vista a um eventual aprofundamento das relações entre a CE e a Suíça, na sequenciai de rejeição por este país do Acordo EEE, desconhecendo-se ainda a extensão e as modalidades que este relacionamento poderá revestir, sendo que deverá ser improvável que qualquer acordo cyue se alcance com a CE venha a ser implementado ainda em 1994.
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Relações entre a Comunidade Europeia e os Países âa Europa Central e Oriental
24. No ano de 1994, os aspectos mais marcantes nesta área serão qs decorrentes da entrada em vigor dos Acordos Europeus de Associação com a Roménia e a Bulgária, elevando-se assim para seis o número de países da Europa Central e Oriental (PECO) com os quais a Comunidade Europeia estabeleceu relações com carácter preferencial, e sobretudo da implementação das decisões adoptadas no Conselho Europeu de Copenhaga, onde, entre outras, foram contempladas novas e importantes concessões comerciais a atribuir ao conjunto dos países associados.
A implementação das decisões do Conselho Europeu reveste-se de uma importância fundamental para os PECO, uma. vez que foram ao encontro dos seus anseios de consolidação e transformação das suas sociedades e da perspectiva de uma integração plena na Europa comunitária.
Neste contexto, merece particular destaque a confirmação efectuada em Copenhaga de que a adesão destes países à União é um objectivo mutuamente compartilhado. A Comunidade proporcionou, assim, uma resposta cabal às preocupações e aos desafios que se colocam na Europa Central e Oriental em particular em matéria de estabilidade, progresso e segurança.
O desenvolvimento de novas estruturas e formas de relacionamento, através da criação de um quadro multilateral para um diálogo reforçado e para abordagem de questões de interesse comum, decididas igualmente em Copenhaga, deverá contribuir positivamente pata o reforço da cooperação política e institucional entre a Comunidade e aqueles países.
Na área económica, um dos aspectos mais relevantes do pacote de medidas dirigidas aos PECO centra-se nas amplas melhorias de acesso ao mercado da Comunidade nele previstas. Portugal, ciente deste esforço que consolidará a credibilidade da Comunidade junto desses países, numa fase tão crucial do processo de transformação das suas economias, assumiu uma posição de clara solidariedade, manifestando a sua disponibiliadade para proceder a uma aceleração muito significativa da abertura do mercado comunitário.
A importânica dos acordos de associação com os países da Europa Central e Oriental e a responsabilidade da CE na consolidação política e económica desses países
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O papel central da Comunidade Europeia nas relações económicas externas da Rússia e de outros "Novos Países Independentes", reforçado com os acordos de parceria e cooperação...
Perspectiva das Relações ia Comunidade com os "Novos Países Independentes"
25. Os 12 Estados que emergiram da desagregação final da ex-URSS constituem um conjunto heterogéneo, em que a Rússia assume um papel de natural destaque. Estes Novos Estados, Independentes (NEI) globalmente considerados, revestem-se de uma importância incontestável, nomeadamente pela sua posição estratégica em relação a diversos pontos vitais da Eurásia (Pacífico, Ásia Centrai, Médio Oriente, Balcãs), para além de terem o maior arsenal militar do Globo, herdado da ex-URSS, e porque contêm uma parte determinante das reservas de quase todos os principais recursos minerais.
A Comunidade detém neste momento indubitavelmente a primazia nas relações económicas externas da Rússia e dos NEI em gerai. No entanto, sem pôr em causa esse envolvimento deve ter-se em atenção as limitações reais à capacidade da Comunidade para realizar transferências de rendimento da grandeza exigida, (mesmo no quadro de um esforço internacional alargado), e para proceder a aberturas francas de mercado, para além das já efectuadas (recorde-se que foi já feita em 1993 a inclusão dos NEI no SPG - que, aliás, afecta acima de tudo os outros beneficiaros).
Os acordos de parceria e cooperação com os NEI, cujas negociações decorrem actualmente com a Rússia, a Bielorússia, a Ucrânia e o Casaquistão, irão constituir um elemento importante para consolidar as relações entre as partes e reforçar aquela primazia.
É de salientar que o mandato inicialmente aprovado pelo Conselho em Outubro de 1992 para a negociação dos acordos de parceria e cooperação ficou muito aquém dos acordos europeus que foram celebrados com os PECO, confinando-se ao quadro da cláusula da "nação mais favorecida".
26. Posteriormente, em consequência das dificuldades verificadas durante as negociações com a Rússia, foi aprovada uma revisão das directrizes de negociação no Conselho de Assuntos Gerais de Abril último, que prevê uma maior flexibilização face ao mandato anterior e uma ciáusula evolutiva contemplando a possibilidade de um futuro acordo preferencial, que instituirá uma zona de comércio livre e deverá abranger também o estabelecimento de empresas e a prestação de serviços transfronteiriços.
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Esta perspectiva de evolução para um acordo preferencial, está actualmente formalizada apenas para a Rússia, embora haja uma declaração do Conselho que admite a sua extensão, no todo ou em parte, a outras Repúblicas, o que se afigura como virtualmente inevitável dado o interesse já manifestado por algumas destas em beneficiarem de uma situação tão favorável quanto a da Rússia.
... e com a perspectiva de um acordo preferencial com a Rússia e outros NEI, instituindo uma zona de comércio livre
As negociações iniciadas no decorrer de 1993 poderão vir a prolongar-se durante algum tempo devido às dificuldades e vicissitudes verificadas ao nível interno nestes países, devendo ser concluídos no decorrer de 1994, prevendo-se que os seus efeitos só se venham a tornar evidentes para Portugal em anos posteriores.
2. A ECONOMIA POETUGUESA EM 1994
A evolução recente
27. A economia portuguesa tem-se desenvolvido no sentido da integração no espaço comunitário e da internacionalização das empresas nacionais, reforçando-se a associação entre a evolução da actividade económica em Portugal e os ciclos económicos dos principais parceiros comerciais.
Os sinais da deterioração da economia comunitária intensificaram-se a partir do Verão de 1992, reflectindo-se em sucessivas revisões das projecções macroeconómicas elaboradas pelas instituições internacionais, traduzindo uma situação de recessão mais prolongada do que o inicialmente previsto.
PREVISÕES EFECTUADAS PELAS ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
EVOLUÇÃO MA.CROECONOMI CA _1993_
Variação em Volume
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Persistência da recessão económica
internacional para além do previsto e
revisões sucessivas das projecções macroeconómicas
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Crescimento marginalmente positivo ou nulo do produto e agravamento do desemprego
Factores que afectaram negativamente a economia portuguesa em 1993:
• deterioração da situação económica externa
• crise de confiança a nível europeu
No que se refere à economia portuguesa, a insuficiência de informação estatística sobre o comércio externo em 1993 leva a que as estimativas sobre a evolução da actividade económica se revistam de alguma incerteza e devam ser consideradas com especial prudência.
No entanto, em consonância com o clima económico comunitário, que continuou a deteriorar-se ao longo de 1993, é de admitir que o crescimento do nível de actividade da economia portuguesa irá registar nova desaceleração que se traduzirá no crescimento marginalmente positivo, ou mesmo nulo, do produto interno e num ligeiro aumento da taxa de desemprego que, apesar de tudo, se manterá das mais baixas da Europa Comunitária, onde o peso dos desempregados na população activa atingiu 11%.
Em 1993, para além da influência negativa da deterioração da situação económica internacional, verificou-se a confluência de um outro conjunto de factores que afectaram negativamente a evolução da economia portuguesa:
• a crise de confiança à escala europeia, em resultado da persistente situação de recessão, a qual está a afectar o mercado de trabalho mais intensamente do que em crises anteriores;
instabilidade no SME
a instabilidade no seio do Sistema Monetário Europeu, que afectou a confiança no sistema e abalou o clima de estabilidade cambial;
• início do pleno funcionamento do Mercado Único
o início do pleno funcionamento do Mercado Único que, como era esperado, se traduziu na acrescida concorrência de produtores externos no mercado nacional, nomeadamente com a penetração das grandes cadeias de comercialização europeias, quer ao nível dos produtos alimentares, quer dos outros produtos de consumo, em especial do vestuário;
• alterações estruturais na Europa Comunitária
processos indispensáveis de restruturação sectorial, para aumento da produtividade
alterações estruturais na Europa Comunitária ligadas á perda de competitividade do tecido económico europeu decorrentes da nova ordem económica mundial;
o avanço dos processos de reestruturação sectorial, à semelhança do que ocorre por toda a
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Europa, com o objectivo primeiro de aumentar a competividade dos produtos e ■ serviços portugueses, com o surgimento de inevitáveis situações de desemprego, ao nível do mercado de trabalho.
28. O crescimento da procura, quer interna quer especialmente externa, registou uma significativa desaceleração, devendo esta variável vir a registar um acréscimo inferior ao do ano transacto. Do lado da oferta, assistir-se-á a nova queda da produção industrial, à estagnação provável do produto agrícola e a um crescimento lento da construção e, em especial, dos serviços. Estes foram os sectores mais dinâmicos do actual ciclo económico.
A evolução da procura interna ficará a dever-se quer ao comportamento do consumo privado quer à estagnação do nível da formação bruta de capital fixo.
A desaceleração do ritmo de crescimento do consumo privado, da ordem de 2,5 pontos percentuais em relação ao ano transacto dever-se-à evolução menos favorável do rendimento disponível e a uma eventual retração do consumidor perante o actual contexto de incerteza.
Indicadora» da Confiança
Conauiridofm
Significativa desaceleração da procura interna e externa
Queda do produto industrial e desaceleração do crescimento do produto dos serviços
Significativa desaceleração do crescimento do consumo privado
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
As expectativas dos empresários face à desaceleração Queda do investimento empresarial
da. procura ter-se-ão deteriorado significativamente ao
longo do ano, reflectindo-se nas decisões de
investimento que, em muitos casos, poderão ter sido
adiadas. No sentido do adiamento do investimento
poderão ter também actuado as expectativas quanto às
reduções adicionais das taxas de juro, para além das
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que se foram processando durante o ano. O investimento empresarial, público e privado, apresentará, assim, uma variação negativa. Em contrapartida o investimento público da Crescimento real do investimento Administração Central registará um crescimento real
da Administração Central positivo, que se situará próximo de 4%.
Indicadores de confiança
Indústria
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Investimento em construção com acréscimo positivo
O crescimento do investimento em construção desacelerará face ao ano transacto, mas ainda assim apresentará uma variação positiva que se estima da ordem de 3%, essencialmente devido à vertente Obras Públicas, enquanto que o investimento em equipamento e material de transporte, ligado essencialmente ao investimento empresarial, apresentará uma variação negativa com algum significado.
Prosseguimento do processo desinflacionista, com o cumprimento do objectivo estabelecido no inicio do ano e a redução do diferencial face à média comunitária
29. A desaceleração da procura foi acompanhada pelo prosseguimento do processo desinflacionista, sendo muito provável que a taxa de inflação se venha a situar no intervalo 6,5-7% em termos de média anual, e pouco ultrapassando 5,5% em termos homólogos, no final do ano. A inflação subjacente, embora em níveis ainda elevados, encontra-se em redução sustentada, situando-se perto dos 9%, e os preços do sector transacionável crescem abaixo de 4%, em termos homólogos. O diferencial de inflação face à média comunitária será então de apenas 2,5 pontos percentuais face a 4,5 em 1992
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Indicadores de confiança
Construção
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30. Devido aos desfasamentos que caracterizam as evoluções dos níveis da actividade económica e do emprego, a desaceleração do crescimento da economia verificada a partir de 1991 só começou a reflectir-se no nível do emprego no quarto trimestre de 1992, tendo-se acentuado os seus efeitos no mercado de trabalho ao longo de 1993, com a redução do volume de emprego da ordem de 1,5% no final do primeiro semestre e uma projecção da taxa de desemprego, para cerca de 6% no final do ano.
Evolução desfavorável do mercado de trabalho
A evolução desfavorável do mercado de trabalho ter-se-á reflectido no comportamento dos salários, que evoluíram a um ritmo mais lento do que em 1992. Mesmo assim, estima-se que se tenha verificado um crescimento dos salários reais para o conjunto da economia.
Crescimento dos salários reais para o conjunto da economia
31. A degradação da procura externa, em especial no primeiro semestre, e a actual recessão nalguns dos principais parceiros comerciais, conjugadas com agravamentos dos custos, nos últimos anos com efeito negativo na competitividade da produção nacional, reforçaram a tendência de desaceleração da actividade produtiva.
Manutenção do nível das exportações s
O crescimento insuficiente das exportações, a desaceleração da procura interna e a esperada desacumulação dos stocks de produtos importados em 1992, implicam uma desaceleração significativa das importações. Desta forma, estima-se que a contribuição externa para a expansão do produto venha a ser bem menos negativa do que no ano anterior.
Forte desaceleração das importações
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Contas externas sob controle
A informação disponível sobre a evolução das diversas componentes das contas externas, no que se refere à balança de transacções correntes, ainda que escassa, poderá indiciar que, à semelhança do passado recente, as mesmas não constituirão factor de preocupação, embora o peso do seu défice no produto possa vir a revelar algum agravamento. A forte desaceleração das importações e as transferências comunitárias compensarão, pelo menos parcialmente e a estagnação das exportações de mercadorias provocada, como se referiu, pela situação de recessão dos principais parceiros comerciais.
Repercussões desfavoráveis da evolução da actividade económica sobre as contas públicas
Política monetária centrada na manutenção da estabilidade do escudo convertível
Descida lenta mas sustentada das taxas de juro
32. A desaceleração da actividade económica implicou uma evolução desfavorável das receitas fiscais, agravada, no caso da tributação indirecta, pela alteração do sistema de colecta do IVA devido à entrada em vigor das normas relativas ao Mercado Único. No caso das despesas públicas, onde as despesas do Estado se mantiveram dentro dos limites orçamentados verificou-se um agravamento, decorrente essencialmente do aumento do desemprego e dos reflexos inerentes nas despesas da segurança social com o subsídio de desemprego. Em consequência, o défice das contas do Sector Público Administrativo agravar-se-á face ao inicialmente previsto, podendo atingir 8% do PIB.
33. A política monetária seguiu o padrão adequado a assegurar a evolução cambial do escudo dentro das bandas de flutuação do SME. Este procedimento e a restauração da convertibilidade cambial permitiram apoiar o processo desinflacionista. No entanto, esta postura da política monetária permitiu criar uma tendência lenta mas sustentada, de redução das taxas de juro. Todavia, o escudo viria a ser abalado pela instabilidade cambial ocorrida com maior incidência em meados do ano (Maio e Julho) que, no emaiAc», permitiria manter a margem de manobra necessária para prosseguir a tendência de descida das taxas de juro, mantendo-se a salvaguarda da estabilidade nominal do escudo e a credibilidade da política monetário-cambial
Perspectivas para 1994
34. A actual situação internacional, permite admitir que, em 1994, se reúna todo um conjunto de factores
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que poderão contribuir favoravelmente para que a economia portuguesa encete um novo ciclo de crescimento:
Conjugação de factores favoráveis à retoma em 1994
a retoma progressiva da economia internacional, em especial dos principais parceiros comerciais, que potenciará a recuperação das exportações nacionais;
a redução da instabilidade cambial a nível internacional, em especial no âmbito do Sistema Monetário Europeu, e uma maior coordenação das políticas económicas;
a continuação do processo desinflacionista, que permitirá uma evolução das condições monetárias favorável à redução das taxas de juro nas economias europeias, potenciando o seu relançamento económico;
o arranque da implementação do PDR 1994/99 e a concretização dos programas especiais para a recuperação económica que, em conjunto, constituirão um instrumento decisivo para a modernização e o desenvolvimento da economia;
• retoma da economia internacional e retoma das exportações nacionais
• redução da instabilidade cambial
prosseguimento do processo desinflacionista
• arranque da implementação do PDR
o restabelecimento do clima de confiança dos agentes económicos, indispensável à tomada de decisões de investimento e de consumo, entretanto adiadas.
• restabelecimento do clima de confiança dos agentes económicos
35. Este conjunto de factores será acompanhado pelo prosseguimento de um padrão de política económica regido por quatro orientações estratégicas principais: a disciplina das finanças públicas, a estabilidade cambial e o combate à inflação, a promoção de reformas estruturais potenciadoras de aumentos de produtividade e competitividade e o apoio permanente ao diálogo e à concertação social;
Paralelamente, a politica económica visará a retoma do crescimento e do processo de convergência real e a criação de emprego, em concertação com as políticas prosseguidas pelos restantes países da Comunidade, associando-se o objectivo de consolidação e solidez da economia à resolução do problema do desemprego.
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No entanto, a retoma do crescimento em 1994 irá depender da concretização do conjunto de factores explicitados, grande parte dos quais assume um carácter exógeno. Nomeadamente, há que ponderar que a nível europeu a confiança dos investidores e consumidores pode eventualmente vir a ser abalada por um agravamento das tensões comerciais a nível internacional e pela instabilidade monetária, comprometendo o cenário de retoma, actualmente perspectivado pelos países europeus e pelas organizações internacionais.
Crescimento do produto entre 1 e 2%
36. Deste modo, é possível considerar que a economia portuguesa venha a registar em 1994 um crescimento do PIB entre 1% e 2%, superior ao crescimento que se prevê para o conjunto da Comunidade. Esta evolução resultará, principalmente, da retoma do investimento e da reanimação do sector exportador e terá como pressuposto importante a moderação salarial
Crescimento moderado do consumo privado
O consumo privado deverá acelerar ligeiramente, como resultado da melhoria das expectativas dos agentes económicos, podendo o seu crescimento vir a situar-se entre 1.75% e 2.5%.
Taxa de juro e investimento público dinamizarão o investimento
O investimento terá como principais factores de dinamização a descida das taxas de juro e o investimento público, prevendo-se que o seu crescimento se possa situar entre 3.5% e 5.5%.
Investimento público da Administração Central cresce 15% em termos reais
O investimento da Administração Central registará um crescimento real da ordem dos 15%, potenciado pelo início de um novo ciclo de transferências de fundos estruturais comunitários, ao abrigo da execução do PDR 1994/99.
1/3 do investimento da Administração Central destinado ao apoio do investimento privado
Cerca • de 1/3 do valor do investimento da Administração Central destinar-se-á a apoios ao investimento privado o que, a par da descida progressiva das taxas de juro e da melhoria das perspectivas de mercado, constituirá um estímulo significativo para a retoma do investimento empresarial.
Aumento das exportações e importações
A melhoria da situação económica internacional e o necessário aumento de competitividade da produção nacional, aliados ao maior dinamismo das
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componentes da procura interna, contribuirão para o crescimento em volume das exportações e das importações, de que poderá resultar algum agravamento da contribuição da balança de bens e serviços para a variação do produto.
A. retoma da actividade económica contribuirá para a redução das tensões ao nível do mercado de trabalho e para combater o desemprego, não obstante os processos sectoriais de reestruturação em curso.
O crescimento moderado da procura interna e dos salários, acompanhado de ganhos de produtividade e duma maior estabilidade cambial, potenciarão a manutenção do processo de desinflação, sendo de esperar que a variação dos preços se venha a situar em 1994 entre 4% e 5.5%.
Redução das tensões no mercado de trabalho
Prosseguimento do processo da desaceleração da inflação que se situará entre 4 e 5.5%
A recuperação económica permitirá reduzir os constrangimentos sobre as finanças públicas, continuando-se assim o processo de consolidação orçamental, libertando-se meios financeiros para o sector privado.
37, Neste contexto, o crescimento económico sustentado, acima da média comunitária, e a criação de emprego, a par do crescimento da produtividade e da melhoria da competitividade, só serão possíveis através da moderação dos custos e do restabelecimento das condições de rentabilidade das empresas, como resultado da descida das taxas de juro e da moderação salarial. Este contexto de concertação social, apresenta-se como factor decisivo para o relançamento da economia portuguesa e para a criação de postos de trabalho. Ao mesmo tempo, criará condições para que, a médio prazo, a evolução dos salários reais estabilize em conformidade com o crescimento da produtividade.
Diminuição progressiva dos constrangimentos ao nível das finanças públicas
EVOLUÇÃO MACROECONÓMICA _1994_
Variação em Volume
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Concertação e diálogo social, factores condicionantes da retoma e do ritmo de crescimento
3. AS LINHAS DE ACTUAÇÃO PARA 1994
38. As "Opções Estratégicas" aprovadas pela Assembleia da República definem as linhas mestras da estratégia de desenvolvimento com que se procurará
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responder aos desafios que se colocam ao País, à Economia e à Sociedade, por forma a preparar Portugal para o século XXI, implicando:
• preparar Portugal para o novo contexto europeu;
• preparar Portugal para a competição numa economia global;
• preparar Portugal para uma vida de mais qualidade, por forma a afirmar Portugal até ao limiar do novo Século, como uma das regiões euroatlânticas mais dinâmicas e competitivas, reduzindo simultaneamente as assimetrias internas de desenvolvimento.
Das opções referidas decorreu um conjunto de linhas estratégicas de acção, que serão progressivamente implementadas ao longo do período 1994/99.
Ao apresentar as opções do Estado para 1994, ao nível do investimento e de outras medidas e instrumentos de acção, ir-se-á seguir a estrutura das opções e linhas estratégicas de acção, adoptadas no documento "Opções Estratégicas" apresentando as acções concretas, agrupadas por sectores, de acordo com o Plano de Desenvolvimento Regional.
Deste modo tornar-se-á mais clara a relação entre as acções a empreender em 1994 e a estratégia de médio prazo, aprovadas nas "Opções Estratégicas" para 1994/99.
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1" OPÇÃO - PREPARAR PORTUGAL PARA O NOVO CONTEXTO EUROPEU
A preparação de Portugal para o novo contexto europeu terá tradução em 1994 numa actuação aos níveis da cultura, da defesa e segurança externa, da representação externa do país e da economia, com o objectivo de:
afirmar a identidade nacional na diversidade europeia, valorizando o património histórico-cultural do País;
garantir a segurança externa, contribuindo para a defesa europeia;
valorizar Portugal como nó de relacionamento da Europa com o mundo, ocupando assim uma posição mais central no contexto europeu;
promover um crescimento sustentado, no quadro da União Económica e Monetária.
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Afirmar a identidade nacional na diversidade europeia, valorizando o património histórico-culiural do País
CULTURA
A actividade cultural assume uma dupla função social. Por um lado, faz parte do conjunto de factores capazes de garantir o estabelecimento de padrões elevados de qualidade de vida e é prova do dinamismo e criatividade das sociedades, condição do seu desenvolvimento. Por outro, a valorização de Portugal num mundo que vive ura período de globalização da economia e proporciona maiores contactos culturais à escala mundial, passa por uma maior presença portuguesa na criação cultural e artística europeia e por uma maior projecção e valorização da língua portuguesa e do património histórico cultural do Pais.
Em 1994, as principais linhas de actuação da responsabilidade da Secretaria de Estado da Cultura serão as seguintes:
• prosseguimento do esforço de inventariação e catalogação do património cultural, tarefa essencial à sua salvaguarda, e tanto mais urgente quanto as fronteiras comunitárias tendem a diluir-se;
• continuação do esforço de recuperação do património edificado com prioridade para os Museus (de Arte Antiga e de Arte Contemporânea no Chiado) que acolherão realizações no âmbito da Capital Europeia da Cultura e iniciando-se a recuperação do Palácio da Ajuda e do Palácio Nacional de Mafra, entre outros;
• reforço do investimento na área dos Arquivos, repositório da nossa memória colectiva, dos quais se realça o Arquivo Distrital do Porto e os Arquivos Distritais de Aveiro, Braga, Faro e Leiria;
• realização de um grande esforço de investimento na construção do edifício principal do Arquivo Nacional das Imagens em Movimento, projecto que colocará a salvaguarda do património filmico português em lugar de destaque no concerto europeu e particularmente oportuno no ano que antecede a comemoração do centenário do cinema;
• manutenção dos grandes programas de apoio à leitura pública, agora vocacionados para o equipamento informático e audiovisual das várias bibliotecas;
• apetrechamento de uma grande rede de espaços culturais que permitam a generalização de uma prática cultural diversificada e dotada da complexidade técnica necessária;
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A segurança externa de Portugal, no actual quadro de relações internacionais, continua a basear-se no reforço da coesão nacional e na integração em alianças de defesa, como formas de garantir, respectivamente, o fortalecimento da vontade colectiva de defesa e a manutenção da soberania e da integridade territorial.
A incerteza e a multiplicidade de riscos que caracterizam o mundo de hoje justificara e exigem, por outro íado, quer o acompanhamento atento da evolução da situação, designadamente no quadro regional, quer a participação empenhada em organizações vntemacionais no âmbito da segurança.
Os interesses históricos, afectivos, culturais e econórrüoos, aconsdham, por sua vez, a crescente aproximação cora os países africanos lusófonos.
• intensificação do papel do Centro Cultural de Belém, como factor de referência da modernidade cultural, nomeadamente, através da plena utilização dos seus auditórios e da organização do seu núcleo museológico permanente;
• continuação da politica de estimulo à criação artística e cultural na generalidade das áreas, reforçando as características de transparência e imparcialidade e colaborando com as outras entidades que operam neste campo, de modo a optimizar os recursos que permitam a afirmação do dinamismo cultural.
Na área da responsabilidade de outros Ministérios serão desenvolvidas acções destinadas à
• afirmação da Língua Portuguesa, pela sua promoção nos PALOP, através do apoio às escolas portuguesas e à difusão do livro, pelo apoio à edição de obras de reconhecida qualidade literária e cultural, em colaboração com o Instituto Camões e pela reorganização dos ensinos básico e secundário português no estrangeiro e apoio ao ensino do Português como disciplina curricular nos sistemas educativos de outros países. Proceder-se-á também à montagem de uma rede de centros e institutos culturais portugueses em países e regiões com fortes comunidades portuguesas e ao apetrechamento bibliográfico dos leitorados;
• promoção da criatividade cultural e artística dos jovens, designadamente, através da sua participação na Bienal Lisboa 94 e dá dinamização de um circuito cultural nas escolas.
Garantir a segurança externa, contribuindo pára a defesa europeia
DEFESA
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As principais acções no ano de 1994 dirigem-se às seguintes áreas:
• Continuação da actualização do quadro conceptual que enquadra a defesa e a segurança externa de Portugal. Assim, na sequência da reformulação do Conceito Estratégico da Aliança Atlântica e da aprovação do Conceito Estratégico de Defesa Nacional, serão objecto de actualização em 1994 o Conceito Estratégico Militar e as Missões das Forças Armadas;
• prosseguimento da modernização da instituição militar e a sua preparação para as missões atribuídas, na sua tripla vertente:
• a reestruturação, mediante a definição das bases de desenvolvimento da harmonização ou integração das actividades relacionadas com o ensino,'instrução e treino, e bem assim do aparelho de saúde militar,
• o redimensionamento, com a implementação do novo dispositivo e a concretização das medidas de concentração e racionalização de órgãos logísticos, e ainda a estabilização dos efectivos militares ao serviço da defesa nacional (serviço efectivo normal, voluntariado, contrato e quadros permanentes);
• o reequipamento, através do arranque dos principais programas constantes da segunda Lei de programação militar, de que se destaca o conjunto relacionado com o levantamento da brigada aerotransportada.
• fomento de uma maior participação da inteligência e da indústria nacionais, através da promoção de projectos de investigação e desenvolvimento relacionados com as necessidades sectoriais da defesa e de uma politica activa de negociação de contrapartidas industriais,
• reforço da cooperação militar com os países africanos lusófonos.
Valorizar Portugal como nó de relacionamento da Europa com o Mundo, ocupando assim uma posição mais central no contexto europeu
RELAÇÕES EXTERNAS
O futuro da integração europeia joga-se hoje tanto no plano interno da Comunidaòe, como no plano das suas relações internacionais. Por isso, o reforço das relações externas da CE assume um papei preponderante na afirmação da presença europeia no mundo.
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Esse reforço passa, não só pela diversificação de relações comerciais, como também pelo aprofundamento de laços políticos entre a Comunidade e os seus parceiros.
A Comunidade deverá, nomeadamente, aprofundar as suas relações com outros continentes (África, América Latina), através de acordos preferenciais, medidas de cooperação e intensificação do diálogo politico.
A Política Externa e de Segurança Comum (PESC), criada em Maastricht, vem ao encontro deste desiderato e assume-se como um instrumento privilegiado de afirmação externa da Comunidade. De facto, ela vem criar um processo evolutivo que permitirá aos Doze agir em conjunto na cena politica internacional e à Comunidade falar a uma só voz nas instâncias internacionais.
Para Portugal, detentor de laços privilegiados com certas zonas do mundo e com uma tradição histórica que se enquadra no modelo de politica externa consagrado no Tratado da União Europeia, o sucesso da implementação da PESC é a garantia de uma intervenção acrescida do país na cena politica internacional.
As principais Unhas de actuação externa de Portugal no ano de 1994 serão as seguintes, no que respeita à Comunidade Europeia:
• participar de forma empenhada na aplicação do Tratado da União Europeia que reúne um conjunto de novas políticas e de medidas capazes de aumentar o sentimento de participação dos cidadãos na vida da Comunidade. As alterações introduzidas no mecanismo decisório da União, nos três pilares previstos no Tratado, deverão por outro lado permitir uma maior celeridade na tomada das decisões, bem como criar as condições para uma participação mais activa da União na cena internacional;
• defender de forma intransigente os interesses nacionais no processo do Mercado Único e das actuais políticas comunitárias, interesses em muitos casos coincidentes com os dos outros Estados membros, mas noutros com especificidades muito próprias que não podem deixar de ser acauteladas;
defender o actual alargamento aos países membros da EFTA considerando que esse processo deverá permitir, entre outros resultados, uma melhor defesa dos interesses dos países da nossa dimensão. Portugal defende que este processo de alargamento respeite as disposições institucionais existentes, contidas no Tratado da União e suas declarações anexas;
• participar no processo de estreitamento das relações da CE com os países da Europa Central e Oriental, valorizando o posicionamento de
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Portugal como parceiro de parte inteira daquela área da Europa, salvaguardando simultaneamente as necessidades de integração politica, económica e de segurança desses países, e os interesses específicos nacionais, num quadro de cooperação coerente e progressiva, no sentido horizontal (do Atlântico ao Mar Negro) e vertical (do Mediterrâneo ao Báltico).
A preservação do carácter atlântico de Portugal e, simultaneamente, o aprofundamento da abertura continental, constituem a única forma de obviar a uma eventual acentuação do carácter periférico do País. A valorização do papel de Portugal no relacionamento da Europa com o mundo, inscreve-se na mesma preocupação e será promovida em 1994, através das seguintes linhas de acção:
• participação empenhada e activa nos processos de paz, de reconciliação e democratização em curso na Africa Austral, nomeadamente em Angola, em Moçambique e na Africa do Sul. Do bom êxito dos esforços que estão a ser desenvolvidos dependerá, indubitalvelmente, o futuro
desenvolvimento das relações de Portugal com aqueles países africanos,
a nível quer político quer económico e cultural;
• manter e reforçar, numa óptica de parceria e de interesse mútuo, os laços de cooperação com os países africanos de expressão oficial portuguesa, nos planos económico, politico e cultural;
• reforço e intensificação das relações com o Brasil, nos planos político, cultural, económico e comercial, no espírito dos acordos que consagram o carácter especial do relacionamento luso-brasileiro;
• estimular as relações entre os poios europeu, africano e latino-americano da comunidade de expressão portuguesa, contribuindo para que esta vá assumindo, gradualmente, uma maior força económica, cultural e política na cena internacional;
• desenvolver as relações com as comunidades portuguesas e luso-descendentes, bem como com os países onde elas estão implantadas por forma a que o espaço de língua portuguesa tenha, em todos os continentes, uma crescente força económica, cultural e politica;
• desenvolver e aprofundar o relacionamento político, económico, comercial, científico e tecnológico com os EUA, privilegiando o novo quadro institucional que deverá ser estabelecido em breve;
• reafirmar a vontade e empenho em participar no processo de pacificação, democratização, desenvolvimento e modernização da margem sul do Mediterrâneo, particularmente com a região vizinha do Magrebe, através de fórmulas de cooperação e no quadro de uma filosofia de relacionamento expressa na Declaração do Conselho Europeu de Lisboa;
• estabelecer e incrementar as relações de natureza económica e cultural com a Ásia/Pacífico, com base na presença histórica de Portugal naquela.
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região, valorizando nomeadamente a posição em Macau e a relação privilegiada com a comunidade chinesa. Nesta perspectiva, apoiar a transformação de Macau, enquanto centro de serviços, numa plataforma aliciante para os investidores nacionais e estrangeiros interessados em desenvolver a sua presença na região de maior crescimento económico do mundo. Contribuir activamente para o estreitamento das relações entre a Europa e Ásia;
• continuar empenhadamente, de harmonia com a Constituição e com o programa do Governo, a promover a defesa do direito do povo de Timor Leste à livre escolha do seu destino politico, dos seus direitos humanos e liberdades fundamentais, bem como da sua identidade própria, cultural, social e religiosa.
Promover um crescimento sustentado, no quadro da União Económica e Monetária
POLÍTICA ECONÓMICA
Entre as diferentes condicionantes que envolvem as grandes opções do plano para 1994 sobressaem as que resultam da intensificação da integração europeia, nomeadamente a realização da UEM e a satisfação dos critérios de convergência.
A promoção da convergência, tanto real como nominal, constitui um dos mais importantes objectivos da politica económica, com tradução num maior ritmo de crescimento económico e na estabilidade monetária e financeira, essenciais para o processo de desenvolvimento. Mas, paralelamente, uma actuação que permita progredir simultaneamente em ambas as convergências viabilizará o necessário ajustamento estrutural no caminho da UEM.
Assim, a politica económica para 1994 deverá dar uma resposta adequada e equilibrada a dois desafios: ao desafio constituído pela convergência nominal, que aponta para a continuação do rigor orçamental e redução da taxa de inflação e, ao desafio constituído pela convergência real, que aponta para o acréscimo das despesas de investimento, visando o reajustamento estrutural e o crescimento económico.
A harmonização destas duas vertentes deverá constituir, no plano macroeconómico, a linha directriz do orçamento para 1994, que se irá traduzir num esforço acrescido de contenção das despesas correntes e num significativo aumento das despesas de investimento. Estas, naturalmente, numa perspectiva global em que se insere a dinamização e a execução do novo QCA.
Deste modo, os três pilares da política económica global serão:
• o Orçamento do Estado
• a Concertação Social
• as Políticas Estruturais e Financeiras
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Assim, em 1994, as principais linhas de política económica são: Orçamento do Estado
U • o reforço do rigor orçamental, traduzido na contenção das despesas
■{.- públicas e no respeito dos tectos nominais fixados para as mesmas,
desempenha um papel central na redução dos desequilíbrios das contas do Estado. O Orçamento do Estado para 1994 insere-se num quadro plurianual de consolidação orçamental e terá em conta o actual contexto macroeconómico, bem como as perspectivas quanto à evolução das economias nacional e internacional;
• as despesas em investimento público, com um crescimento muito forte em 1994, que potenciarão o relançamento do investimento privado e reforçarão as condições de modernização e internacionalização das empresas;
® um conjunto de medidas prioritariamente dirigidas aos sectores mais relevantes do ponto de vista da sustentação da actividade e da defesa do emprego, em articulação com a iniciativa comunitária de recuperação da economia, e que contribuirão para a consecução dos objectivos de convergência. Os programas de desenvolvimento que decorrem das referidas medidas centram-se no apoio ao investimento no sector da habitação, no reforço das condições de competitividade das empresas portuguesas e em acções específicas de apoio à agricultura.
Concertação Social
• a promoção da concertação social, propiciando um ambiente de paz social e de entendimento entre os parceiros sociais, aumentando a coerência das escolhas e decisões dos sectores privado e público. Em consonância com a evolução da actividade económica, o volume de emprego tem diminuído em Portugal e na Comunidade, assistindo-se ao aumento do risco de desemprego. Na actual conjuntura, o aprofundamento e o sucesso do diálogo social contribuirão para minimizar aquele risco e aumentarão a confiança do sector privado;
• a moderação salarial, que ganha relevo neste contexto de diálogo social, permite a preservação do emprego, o reforço da competitividade das empresas nacionais e a redução da inflação. A convergência salarial, para assumir carácter sustentado, deverá obviamente ter em consideração a evolução do diferencial de produtividade entre Portugal e a média comunitária.
Políticas Estruturais e Financeiras
® a continuação das políticas estruturais e financeiras que visam a flexibilização dos mercados de bens, de trabalho e financeiro, permitindo
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aumentar a capacidade de ajustamento das empresas, a competitividade da produção nacional e o emprego. Destas políticas destacam-se:
• a liberalização do sistema financeiro e a sua integração no mercado mundial que, em conjugação com o reforço da supervisão prudencial, potencia ganhos de eficiência e de bem-estar;
• o prosseguimento do processo de privatizações que continuará a contribuir para a redução do peso do sector empresarial do Estado na economia, reforçando a competitividade do sector empresarial privado;
• a reestruturação em curso na Administração Pública, com efeitos já visíveis em 1993 em vários Ministérios, que permitirá compatibilizar os objectivos essenciais do aumento da eficiência e melhor prestação de serviços aos cidadãos com o da contenção das despesas públicas, fundamental para a consolidação orçamental;
• a gestão da taxa de câmbio do escudo, que no contexto do mecanismo cambial do Sistema Monetário Europeu, terá em vista a estabilidade cambial e potenciará uma descida sustentada da taxa de juro, constituindo assim um factor adicional do estímulo ao investimento e da redução da inflação.
Os efeitos positivos da mudança gradual do regime económico e do processo de consolidação orçamental a médio prazo permitiram uma melhoria na notação ("rating") da República, o que facilitou um regresso em condições particularmente favoráveis aos mercados financeiros internacionais, tendo-se efectuado vários empréstimos externos, ao longo de 1993. A aplicação destes recursos na satisfação das necessidades brutas de financiamento do Estado no corrente ano tem permitido a libertação de recursos para financiamento do investimento privado, nomeadamente das PME.
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"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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2° OPÇÃO - PREPARAR PORTUGAL PARA A COMPETIÇÃO NUMA ECONOMIA GLOBAL
As orientações principais da vertente económica da estratégia de desenvolvimento do Pais até ao final do século, incluindo a sua componente sectorial e sua matriz espacial, desdobram-se em quatro vectores:
qualificar os recursos humanos para uma nova presença de Portugal nos mercados internacionais, dinamizando o mercado de trabalho e potenciando as capacidades dos jovens;
criar redes e infra-estruturas para a internacionalização e modernização da economia, garantindo o seu funcionamento eficiente;
melhorar a competitividade do tecido empresarial, tornando Portugal uma localização atraente para actividades de futuro;
reduzir as assimetrias regionais de desenvolvimento, mobilizando as potencialidades do litoral, do interior e das ilhas atlânticas.
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Qualificar os recursos humanos para uma nova presença de Portugal nos mercados internacionais, dinamizando o mercado de trabalho e potenciando as capacidades dos jovens
EDUCAÇÃO
A Educação constitui o mais importante factor das mudanças que o Governo pretende desencadear na economia e na sociedade; por forma à preparar Portugal para enfrentar, com sucesso, os desafios de um contexto internacional complexo e em acelerada mutação
Os objectivos prioritários do desenvolvimento do sistema educativo são os seguintes:
• aprofundar a igualdade de oportunidades, melhorando os niveis de escolarização em todos os graus de ensino e combatendo o fenómeno residual do abandono precoce da escola; ..; . \
• fomentar a qualidade e eficiência do sistema educativo, aperfeiçoando a articulação entre os vários subsistemas, melhorando as condições pedagógicas em que se desenvolve o processo de ensino, promovendo a formação contínua dos professores e assegurando a existência de equipamento actualizado para a iniciação científica e tecnológica;
• promover os recursos humanos como factor de desenvolvimento, dando especial ênfase à aquisição de qualificações tecnológicas e nas áreas das ciências exactas e empresariais, com vista a uma melhor articulação com as necessidades de ura aparelho produtivo era transformação.
As grandes linhas de politica educativa visam assim criar e/ou potenciar a aquisição de tipos de formação inicial e de formação complementar (incluindo a denominada formação avançada, que compreende um conjunto de acções a nível do ensino superior pós-graduado) que produzam um impacte positivo sobre o desenvolvimento económico e social, respondendo às futuras necessidades do tecido empresarial e criando uma ambiência propícia à inovação e à assunção responsável dos riscos inerentes.
Essas linhas de política desdobram-se em intervenções dirigidas a:
• Educação Básica e Ensino Secundário
• Escolas Profissionais
• Ensino Superior
• Educação Física e Desporto Escolar
Assim, em 1994, as principais áreas de actuação e acções serão as seguintes:
Educação Básica e Ensino Secundário
• Definição da rede do pré-escolar e alargamento da oferta através de contratos-programa com as autarquias e as IPSS;
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• reordenamento da rede escolar e da oferta de serviços educativos às populações, dando continuidade à construção de mais de 100 escolas que se encontram em curso, e o lançamento de cerca de 70 novos empreendimentos para o ensino básico, destinados à ampliação de escolas pré-existentes e à substituição de edifícios degradados, bem como à racionalização da rede, permitindo solucionar a problemática das escolas do 1° ciclo, isoladas;
• lançamento de mais de 17 novos projectos de construção de escolas secundárias, a par do prosseguimento de mais de 30 • outros empreendimentos da mesma natureza, incluindo ampliações que se encontram em curso;
• criação de Centros de Recursos de Escolas para rentabilização dos meios tecnológicos postos à disposição dos estabelecimentos de ensino, em termos de produção e reprodução de suportes de informação escrita e não escrita, incluindo os núcleos de mediateca e de produção;
• estímulo das actividades de orientação vocacional e de apoio pedagógico a alunos com necessidades educativas especiais, bem como apoio à inovação pedagógica e às experiências-piloto que na área educativa têm sido lançadas;
• melhoria da aferição e controlo da qualidade da aprendizagem dos alunos, da avaliação permanente do desempenho das escolas e dos professores e da responsabilização das organizações escolares face às comunidades educativas, nomeadamente com a implementação do novo modelo de direcção e gestão das escolas;
• formação contínua de professores e de pessoal não docente, no quadro da reforma do sistema de ensino nos níveis básico e secundário;
• reforço do actual sistema de incentivos à qualidade dos projectos educativos, estimulando as escolas para o combate ao insucesso escolar e a construção de um sistema educativo de excelência.
Ensino Tecnológico e Escolas Profissionais
• Prosseguimento do apetrechamento tecnológico e laboratorial das escolas do ensino secundário com vista a promover o alargamento dos cursos tecnológicos e proporcionar aos estudantes deste nível de ensino uma formação técnica mais adequada à sua inserção na vida activa;
• alargamento da rede de escolas profissionais, em colaboração com o sector empresarial e as autarquias, gerando novas saídas profissionais para os jovens e contribuindo para melhorar os níveis de produtividade do País;
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• consolidação e desenvolvimento da actual rede de escolas profissionais, através da criação e apetrechamento de novas escolas e o reequipamento das existentes, em concertação com as autarquias locais e as entidades regionais e locais, por forma a responder às necessidades imediatas do mercado de trabalho;
• lançamento de acções de formação geral, quer para o pessoal docente quer discente, no sentido de assegurar a continuidade das acções de formação e especialização nos ensinos técnico-profissional e artístico.
Ensino Superior
• Alargamento do ensino superior politécnico, através da criação de novas Escolas Superiores de Tecnologia e Gestão dos Institutos Politécnicos de Bragança, Castelo Branco, Leiria, Portalegre, Tomar, Viseu e Aveiro, bem como do Instituto Superior de Contabilidade e Administração, do Instituto Superior de Engenharia do Instituto Politécnico do Porto e das Escolas Superiores de Gestão nos Politécnicos de Setúbal e Minho, que constituem projectos estruturantes ligados ao desenvolvimento das regiões em que se inserem;
• continuação dos empreendimentos do ensino universitário nomeadamente incluídos nos projectos da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, o polo de Braga da unidade de Engenharia da Universidade do Minho, a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e o Intituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa, reforçando os laços entre o ensino superior e a actividade produtiva;
• criação de novas infra-estruturas de apoio científico-pedagógico designadamente, bibliotecas, salas de estudo, laboratórios e centros de informática e aquisição de equipamento didáctico;
• desenvolvimento de programas de estágio em empresas e fomento da investigação científica dirigida ao pessoal docente;
• apoio à formação em cursos de bacharelato e licenciatura em áreas estratégicas, através da realização de contratos-programa com instituições que se situem em sectores considerados prioritários;
• apoio à formação avançada no ensino superior, através da disponibilização de um número significativo de bolsas e à formação ta. formadores com vista à especialização nos ensinos técnico-profissional e artístico;
• intensificação da Acção Social Escolar através da construção de novas residências universitárias e cantinas, a par da tomada de medidas que visem o aumento dos valores das bolsas.
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Educação Física e Desporto Escolar
• Promoção do alargamento da prática do desporto escolar a todas as escolas e graus de ensino, proporcionando aos jovens uma educação desportiva de base, através da disponibilização das instalações e equipamentos de natureza polidesportiva, que reforçarão o papel do desporto no combate ao absentismo e na promoção do sucesso educativo;
• expansão e reordenamento do parque desportivo escolar, em articulação com as Autarquias Locais, mediante a construção ou ampliação de balneários e de pavilhões desportivos, bem como de outras infraestruturas para o desporto escolar;
• formação e estágios de integração de técnicos de desporto escolar;
• continuação das obras do Estádio Universitário de Lisboa.
CIÊNCIA E TECNOLOGIA
O desenvolvimento do sistema científico e tecnológico insere-se nos objectivos da política nacional de modernização do sector produtivo da economia, da melhoria da qualidade de vida e do bem-estar social; através da aplicação das capacidades nacionais ao nível mais elevado ha resolução dos problemas gerados pela evolução do sistema socio-económico.
Os objectivos prioritários para o desenvolvimento do sistema científico e tecnológico nacional são os seguintes:
• formação avançada de jovens através das actividades de investigação levadas a cabo, em geral, nas instituições de ensino superior;
• •• ligação do sector de I&D aos sectores produtivo e dos serviços, bem como o
estímulo à inovação;
• afirmação do sistema de C&T português no contexto europeu e internacional;
• redução das assimetrias regionais na área de Ç&T.
As principais áreas de actuação do sector para atingir estes objectivos são:
• Desenvolvimento da base do sistema de ciência e tecnologia
• Mobilização da capacidade cientifica e tecnológica para a inovação
• Promoção da formação avançada de recursos humanos.
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As principais acções a realizar em 1994 nestas áreas de actuação, são as seguintes: Desenvolvimento da base do sistema da ciência e tecnologia
• Implementação de um mecanismo de apoio a unidades de investigação de base universitária, através de um concurso para financiamento plurianual dessas unidades;
• continuação do financiamento de projectos de I&D aprovados no âmbito do Programa Base de Investigação Científica e Tecnológica da JNICT, e nomeadamente de projectos estruturantes de maior dimensão e carácter pluridisciplinar e/ou interinstitucional cujo concurso foi aberto em 1993;
• prosseguimento dos programas de financiamento de projectos em sectores específicos, no âmbito de protocolos e acordos com outros Ministérios e Secretarias de Estado (ex. Defesa, Ambiente, Saúde, Cultura, Educação e Juventude);
• lançamento, no âmbito do novo programa estrutural PRAXIS XXI, de concursos de projectos de I&D para o desenvolvimento da base do sistema de C&T abrangendo domínios das Ciências Básicas, alguns Domínios Tecnológicos prioritários e áreas das Ciências Sociais e Humanas. Esta vertente daquele programa será destinada às instituições de investigação;
• fomento da internacionalização do sistema de C&T, nomeadamente através da celebração de contratos programa com unidades de investigação que desempenhem um papel de relevo na cooperação cientifica e tecnológica internacional do Pais e através do apoio a uma mais ampla participação de instituições de investigação portuguesas no Programa Quadro de I&D da CE;
• continuação da cooperação com organizações cientificas internacionais, tais como o CERN, ESO, EMBO, ESA etc, e fomento das acções de cooperação com os PALOP, Brasil, Macau, R.P. China e Federação Russa;
• lançamento de acções de sensibilização pública para C&T e conclusão da primeira edição do "Guia de IDT em Portugal".
Mobilização da capacidade científica e tecnológica para a inovação
• Lançamento do Programa Nacional do Espaço, de âmbito interministerial, destinado a criar ou reforçar as bases científicas, tecnológicas e industriais nos domínios aeroespaciais;
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• lançamento, no âmbito do novo programa estrutural PRAXIS XXI, de concursos de projectos de I&D em novos programas orientados para a mobilização do potencial científico e tecnológico para a inovação e o desenvolvimento regional. Em todos estes programas poderá haver participação de empresas, em associação com Instituições de I&D;
• apoio, no âmbito do programa STRIDE, aos projectos de investigação em consórcio com empresas e centros de I&D, actualmente em curso;
• concretização do contrato-programa, celebrado entre a Agência de Inovação e o Estado, abrangendo quer a valorização comercial dos resultados da investigação, quer o apoio à inovação tecnológica nas empresas e à transferência de tecnologia;
• continuação da instalação dos Parques de Ciência e Tecnologia de Lisboa e do Porto.
Promoção da formação avançada de recursos humanos
• Apoio a acções de formação avançada de recursos humanos, quer em associação aos programas de I&D, quer de uma forma autónoma e individual, incluindo, para além das bolsas de mestrado e doutoramento no Pais e no estrangeiro, bolsas de pós-doutoramento e bolsas de investigação científica para jovens, sem obrigatoriedade de concessão de grau académico;
• concessão de bolsas para a formação de técnicos de apoio a infra-estruturas de I&D;
• contratação de cientistas estrangeiros para reforço das actividades nacionais de formação avançada e investigação.
EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL
O processo de desenvolvimento económico do País, até ao final do século, envolvendo uma assinável transformação estrutural da economia; com mudanças nas qualificações, nos empregos e nos perfis profissionais, sendo de esperar que problemas de ajustamento estrutural revistam especial impacto nalguns sectores e áreas geográficas.
Os objectivos prioritários para o sector do emprego e formação profissional são os seguintes:
• melhorar, de uma forma generalizada, o nível de qualificação dos jovens, completando a acção do sistema educativo e promovendo a sua mais fácil integração na vida activa;
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• melhorar a qualificação dos activos em formações transversais actuando em áreas estratégicas, nomeadamente em gestão de projectos, gestão de recursos humanos, "marketing", "design", informática, ambiente, higiene e segurança no trabalho;
• contribuir para a criação de alternativas de emprego e formação profissional para os desempregados e assegurar intervenções integradas em regiões sujeitas a reconversões sectoriais;
• organizar melhor o mercado da formação profissional, procurando actuar tanto do lado da procura como da oferta da formação profissional inicial e contínua, abrangendo cada vez mais os diferentes actores intervenientes e assegurando um apoio especifico ao maior envolvimento das PME nas acções de formação;
• assegurar melhores condições de saúde, higiene e segurança no trabalho. As principais áreas de actuação são, assim:
• Qualificação inicial e inserção no mercado de emprego
• Melhoria do nível e qualidade do emprego
• Formação e gestão de recursos humanos
• Melhoria da saúde, higiene e segurança no trabalho
Em 1994, as acções prioritárias no domínio do emprego e formação profissional são as seguintes: Qualificação inicial e inserção no mercado de emprego
• Expansão da formação inicial qualificante de, pelo menos, um ano, de molde a abranger gradualmente o conjunto dos jovens à procura do primeiro emprego;
• reforço da componente formação em contexto de trabalho, nas diferentes modalidades de formação profissional inicial;
Melhoria do nível e qualidade do emprego
• Criação de postos de trabalho, em especial nas regiões onde se desenrolem evoluções sectoriais negativas, em conjugação com outras medidas de prevenção, ocupação e formação;
• desenvolvimento da formação contínua, em particular para as pequenas empresas, a par de outras medidas que viabilizem o seu acesso aos apoios ao emprego e à formação;
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• prevenção e combate ao desemprego através de um conjunto de medidas específicas, nos domínios da formação profissional, da formação/emprego, do fomento da ocupação e colocação e da criação de emprego/empresas, com particular enfoque nos problemas regionais e locais.
Formação e gestão de recursos humanos
• Formação de formadores e de outros agentes voltados para a acção no terreno e disponibilização crescente de estruturas humanas, físicas, técnicas e pedagógicas;
• organização do mercado da formação, incluindo a racionalização dos financiamentos, o desenvolvimento dos métodos e práticas de diagnóstico e previsão das necessidades de formação, a certificação das formações e qualificações e a informação profissional como instrumento de melhoria da relação entre a procura e oferta de emprego e formação;
• melhoria das actividades de acompanhamento e avaliação da execução,
• promoção da melhoria das condições e da qualidade de atendimento no Serviço de Emprego, através de uma relação mais adequada com os utentes, designadamente através da criação de um sistema de informação profissional. A qualidade da relação com o utente deve, ainda, incluir a eficácia das soluções propostas e dos resultados concretos;
• apoio à gestão de recursos humanos nas pequenas empresas, e nas regiões, com incidência particular, de sectores ou empresas em dificuldades, mediante a criação de uma rede institucional de consultores de empresas nos domínios da formação e da gestão de pessoal;
• levantamento de oportunidades de investimento (bolsas de ideias), abrangendo um número crescente de zonas geográficas;
• fomento da cooperação com centros de investigação para a realização de estudos sobre emprego/formação, reabilitação, fomento da iniciativa, animação/motivação, para o desenvolvimento local do emprego/formação e de novas fileiras de emprego baseadas nos resultados da I&D.
Saúde, higiene e segurança no trabalho
• Difusão, de forma descentralizada, de conhecimentos científicos e técnicos no âmbito da segurança e saúde no trabalho, bem como da educação e formação especializada nestas áreas, apoiando e
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incentivando a investigação com vista à identificação de técnicas inovadoras e apoiando a divulgação das mesmas;
• reforço do apoio a entidades capacitadas para a avaliação, numa perspectiva pluridisciplinar dos riscos profissionais, através de medidas que concorram para o desenvolvimento da sua capacidade técnica e laboratorial instalada;
• reforço da capacidade técnica da Administração no que se refere a melhor apetrechamento de equipamentos e a melhor qualificação dos recursos humanos, pela melhoria das instalações, do material de transporte e de avaliação das condições de segurança e saúde no trabalho, bem como pela actualização da formação de dirigentes e de inspectores de trabalho;
• estímulo às entidades públicas e privadas para a organização das actividades de segurança, higiene e saúde no trabalho nas empresas;
• implementação de bases de dados sobre contratação colectiva e organizações do trabalho;
• informatização da actividade dos serviços da Administração que se ocupam das áreas da segurança, higiene e saúde no trabalho e outras condições de trabalho.
JUVENTUDE
Os Jovens assumem-se na preparação do futuro do País como agentes privilegiados de mudança e de progresso, deles se esperando uma participação activa e um contributo responsável e qualitativamente inovador. Esta exigência e os desafios que, neste contexto, se colocam às novas gerações implicam a prossecução de uma política global de juventude cujos objectivos são:
• fomentar a igualdade de oportunidades;
• estimular e apoiar a livre iniciativa;
• promover a formação integral dos jovens e a sua plena integração na vida activa e em sociedade.
Em 1994, estes objectivos têm tradução em acções integradas nas áreas:
• Informação para os jovens
• Mobilidade e intercâmbio juvenil
• Acesso à função empresarial
• Divulgação da Ciência e Tecnologia
• Apoio ao associativismo juvenil
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Informação para os Jovens
• Implementação de uma base de dados sobre temas da Juventude e de urna rede nacional de consulta em postos multimédia.
Mobilidade e Intercambio Juvenil
• Continuação da execução do plano integrado e da rede de Pousadas de Juventude, com a conclusão das pousadas em curso, a recuperação de unidades em funcionamento há alguns anos e o arranque da construção e equipamento de novas unidades (Évora, Viana do Castelo, Castelo do Bode e Porto);
• continuação do programa de construção de Centros de Juventude, visando a conclusão dos centros em curso e o arranque dos centros de Beja, Évora e Lisboa;
• implementação de programas de intercâmbio, que favoreçam a mobilidade socio-cultural dos Jovens e constituam factor de formação individual.
Acesso à Função Empresarial
• Conclusão do Ninho de Empresas de Faro e arranque do de Coimbra;
• disponibilização de um quadro global de incentivos ao investimento empresarial nos diversos sectores de actividade, estimulando a competitividade, a qualidade, o acesso a novos mercados e a criação de emprego.
Divulgação da Ciência e Tecnologia
• Criação de um museu "vivo" da Ciência;
• realização de exposições itinerantes que permitam o contacto directo dos Jovens com o "mundo científico e tecnológico" em estreita ligação com programas de formação.
Apoio ao associativismo juvenil
• Apoio a infra-estruturas das associações juvenis, fomentando o associativismo como factor e desenvolvimento das capacidades individuais e interacção com a sociedade.
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DESPORTO
IA prática desportiva contribui de forma decisiva para a formação e educação global dos cidadãos, cabendo ao Estado um importante papel na sua dinamização, nomeadamente, peia criação de condições que permitam o seu desenvolvimento equilibrado e pela compatibilização de interesses diferenciados protagonizados pelos diversos agentes
envolvidos.
Nesta perspectiva, os objectivos prioritários para o sector do desporto são os seguintes:
o desenvolver e alargar o desporto escolar, proporcionando a todos os jovens uma
formação e prática desportiva e desenvolver acções conducentes à integração do
desporto escolar na politica desportiva nacional; o alargar a prática desportiva a todos os cidadãos; insulando infra-estruturas e
serviços necessários e formando os recursos humanos de apoio à actividade
desportiva;
o estimular e apoiar o desporto de alta competição e apostar na qualificação de recursos humanos para apoio ao sector..
Ás principais áreas de actuação são as seguintes:
o Formação e apoio à prática desportiva • Desporto de alta competição
Para 1994, as acções previstas nestas áreas são as seguintes:
Formação e apoio à prática desportiva
© Prosseguir a regulamentação da Lei de Bases do Sistema Desportivo, nomeadamente quanto à definição e enquadramento do desporto profissional e não profissional e aos mecanismos de apoio do Estado ao sistema desportivo nacional;
© promover o alargamento da prática do desporto escolar a todas as escolas e graus de ensino, assegurando aos jovens a disponibilização das necessárias instalações e equipamentos de natureza desportiva e, em colaboração com os clubes, associações e federações desportivas desenvolver actividades competitivas, alargando a todos os jovens a participação nessas actividades;
® Prosseguir o programa de desenvolvimento e reordenamento de infra-estruturas desportivas de base, possibilitando a prática desportiva a um número cada vez maior de cidadãos;
o apetrechamento dos Centros de Medicina Desportiva de Lisboa e Porto com equipamentos adequados para uma prática desportiva acessível a
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todos os praticantes, bem como a actividades de investigação neste domínio;
• apostar na qualificação dos recursos humanos que participam no fenómeno desportivo, com particular destaque para a formação dos técnicos e dirigentes envolvidos;
• apoio ás acções de cooperação desportiva com os Países de Língua Oficial Portuguesa designadamente as decorrentes de acordos bilaterais ou multilaterais celebrados com aqueles países, com especial destaque para a realização dos II Jogos Desportivos dos Países de Língua Portuguesa.
Desporto de alta competição
• Criar mecanismos e promover o apoio técnico aos clubes e federações desportivas com vista à participação dos atletas de alta competição nos Jogos Olímpicos de 1996 e 2000;
• apoio técnico e material ao movimento associativo e clubes, envolvidos no desporto de alta competição com vista a elevar, para padrões internacionais, a qualidade competitiva do desporto português;
• recuperação e desenvolvimento de novos projectos nos complexos do Jamor e de Lamego, criando infra-estrututras de apoio à alta competição e a um desporto de excelência;
• criação de centros de alta competição e de parques desportivos regionais e locais por modalidades desportivas, melhorando as condições que permitam a progressão do número e dos resultados dos atletas nele envolvidos, principalmente nos escalões etários mais baixos.
Criar infra-estruturas e redes para a internacionalização deu economia, garantindo o seu funcionamento eficiente
TRANSPORTES
O desenvolvimento dos sistemas de transportes e comunicações com o objectivo de promover uma maior acessibilidade interregional e a abertura ao exterior em condições de rapidez, comodidade e segurança, constitui uma opção fundamental da política sectorial:
A modernização das redes de transportes, de acordo com os padrões de qualidade e níveis de serviço compatíveis cora os objectivos de integração nas redes europeias, será
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prosseguida de modo a dotar o país das infraestruturas básicas ao seu desenvolvimento no âmbito da Europa Comunitária.
t'íNp domínio dos transportes, a redução do impacte ambiental constitui cada vez mais uma , prioridade que irá ser equacionada por várias formas. Por um lado, pelo reforço do
transporte ferroviário urbano e suburbano e do transporte fluvial de modo a incentivar a í não utilização do automóvel particular. Por outro lado, apoiar-se-á a modernização do
transporte público rodoviário, promovendo a utilização de veículos pesados, quer de
passageiros, quer de mercadorias, que respeitem normas mais exigentes de emissão de
ruído e de gases poluentes.
No prosseguimento do esforço desenvolvido nos últimos anos, os investimentos em infraestruturas privilegiarão a melhoria das ligações entre o litoral e o interior, os acessos às grandes cidades, bem como a melhoria da inserção nas redes europeias com vista a dotar o pais das infra-estruturas essenciais ao seu desenvolvimento integrado, mediante a eliminação das assimetrias existentes a nível regional.
I Neste contexto, as principais áreas de acção são as seguintes:
Acesso externo e inserção de Portugal nas redes transeuropeias Mobilidade interna e coordenação intermodal Descongestionamento das Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto Modernização de infra-estruturas, instalações e equipamentos portuários
Assim, em 1994, as principais acções a empreender nestas áreas são. TRANSPORTES RODO-FERROVIÁRIOS, FLUVIAIS E AÉREOS
Acesso externo e inserção de Portugal nas redes transeuropeias Infra-estruturas rodoviárias
• Prosseguimento das obras de construção dos DPI, EP2, D?3, EP4, EP5 DP6 e DP7, nomeadamente com a conclusão dos lanços Palmela/Marateca, Vila Real/Golfeiras e Torres Novas/Atalaia e o lançamento dos lanços Marateca/Alcácer, Braga/Ponte de Lima, Guarda/Teixoso, Santa Eulália/Trouxemil, Raiva/Tondela, Variante de Castro D'Aire, Reconcos/Régua, Bragança/Quintanilha e Vila Boim/Caia.
Infra-estruturas ferroviárias
• Continuação da melhoria da qualidade do transporte a grandes distâncias para passageiros, em concorrência com o modo de transporte rodoviário e eventualmente com o aéreo, na Ymhík. do Norte e linha da Beira Alta.
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Infra-estruturas aeroportuárias-
• Prosseguimento da construção das novas aerogares de Porto Santo e Ponfa^ Delgada e lançamento do aeroporto intercontinental dè Santa Catarina.
Transporte aéreo
• Reestruturação da TAP SA visando criar a empresa condições de viabilidade susceptíveis de manter a sua posição tradicional num quadro de concorrência mais alargado, onde se exigem níveis de competitividade semelhantes aos seus concorrentes.
Mobilidade interna e coordenação intermodal Infra-estruturas rodoviárias
• Continuação das obras de construção das IC1, IC2, IC7, IC8, e IC13 sendo de realçar a conclusão do lanço Famalicão/Rio Ave e início dos lanços Ponte de Neiva/Póvoa do Varzim, Rio Ave/Guimarães, Pombal/Auto-Estrada e Nó de Coina/IC3 .
Infra-estruturas ferroviárias
• Continuação da modernização dos caminhos de ferro, centrada nos dois eixos em que este modo de transporte tem vantagens comparativas, ou seja, o transporte urbano e suburbano de passageiros e o transporte de mercadorias em comboios completos, nomeadamente de granéis.
Descongestinamento das Áreas Metropolitanas Infra-estruturas rodoviárias
• Área Metropolitana de Lisboa - prosseguimento das obras de construção nas IC16, IC17, IC18 e IC22 nomeadamente com a conclusão dos lanços Ranholas/Loures, Alto do Duque/Buraca e Estádio Nacional/Queluz e dos troços da Radial da Pontinha e da CRJL: Nó de Algés - Alto do Duque e Buraca - Sacavém;
• Área Metropolitana do Porto - continuação das obras na EPI, IC l e IC24 (CREP) e início dos troços Sendim/Águas Santas no IP4 e lanço Vila do Conde/Perafita no IC 1.
Infra-estruturas ferroviárias
• Área Metropolitana de Lisboa - continuação das obras da Estação do Rossio com a conclusão da sua reformulação
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funcional e a construção do interface com o Metropolitano e inicio da construção do Túnel do Rossio; quadruplicação da Via com a conclusão do troço entre a Estação dé Benfica e S.Domingos e o inicio dos troços Cruz da Pedra/S. Domingos de Benfica e Reboleira/Amadora; inicio das obras de construção da Nova Estação de Queluz-Massamá; aceleração da execução do Plano de Expansão da Rede do Metropolitano de Lisboa que se traduz na desconexão da Rotunda e ainda nas extensões ao Cais do Sodré, ao Rato e à Pontinha, ao qual continuará a ser dada a maior prioridade;
• Área Metropolitana do Porto - Destacam-se as obras para conclusão da construção da Estação General Torres e da Ia fase da Estação de Contumil e inicio dos trabalhos de duplicação de Via nos troços de Ermezinde/Valongo e Ermezinde/S. Romão, bem como de renovação de via no ramal de Leixões.
Transporte fluvial
• Reforço da oferta de serviços de transporte com a aquisição de novos barcos e melhoria dos interfaces do Barreiro e do Montijo.
TRANSPORTES MARÍTIMOS E PORTOS Transportes Marítimos
• Continuação do apoio ao investimento na modernização e desenvolvimento da marinha de comércio, através da concessão de subsídios a fundo perdido à aquisição de navios de comércio por armadores nacionais;
• promoção da competitividade a nível dos registos (convencionai e internacional de navios da Madeira (MAR), para que o Pais possa vir a dispor de uma frota de razoável dimensão, eficiente e competitiva e tripulada, tanto quanto possível, por marítimos portugueses;
• estímulo ao ensino e formação profissional marítima, no quadro da implementação da reestruturação orgânica dos estabelecimentos de ensino náutico.
Modernização de infra-estruturas portuárias
• Equipamento dos portos e renovação do seu enquadramento legal e institucional, melhorando a sua capacidade para o transporte multimodal e promovendo as adaptações necessárias às respectivas condições
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operacionais em resposta às exigências do desenvolvimento tecnológico; neste âmbito, prosseguirão as obras de modernização e de aumento da capacidade de vários portos nacionais do Continente (Viana do Castelo, Setúbal, Aveiro, Figueira da Foz, Sines);
• racionalização dos recursos humanos e reorganização administrativa da gestão pública portuária,
• fomento da facilitação do tráfego marítimo e simplificação da intervenção administrativa, designadamente através da instituição de centros de despacho rápido de navios nos portos;
• aplicação do novo quadro legal do sector portuário de modo a corresponder às novas exigências de um mercado aberto visando a redução dos custos portuários;
• promoção da gestão de espaços dominiais no sentido de um reordenamento das áreas portuárias como factor incentivador da participação privada na actividade portuária;
• apoio ao investimento em infra-estruturas de suporte às actividades náuticas de recreio e à modernização do quadro legal aplicável.
TELECOMUNICAÇÕES
As telecomunicações nacionais, especialmente na sua componente de serviços fundamentais de telecomunicações, apresentam ainda um atraso considerável relativamente à média comunitária.
Os objectivos prioritários da estratégia de desenvolvimento do sector são os seguintes:
• colocar as telecomunicações básicas em níveis europeus, reduzindo o seu atraso quer quantitativo, ao nível da densidade da rede, quer da qualidade do serviço;
• assegurar a complementaridade nas comunicações, quer ao nível europeu, participando activamente em projectos pan-europeus, quer nacional, assegurando uma boa interligação entre os diversos serviços prestados pelos vários operadores;
• promover o desenvolvimento sustentado dos serviços avançados dé telecomunicações, por forma a possibilitar a afirmação de um mercado forte, apoiando-se na modernização das redes locais e regionais.
As principais áreas de acção são as seguintes:
• Serviços de correios
• Serviços de telecomunicações
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Assim, em 1994, as principais acções a empreender nestas áreas são: Serviços de correios
• Dar continuidade ao processo de modernização já iniciado;
• aumentar a produtividade na sua actividade, por forma a obter equilíbrios sustentados, com níveis de qualidade de serviço aceitáveis para a generalidade dos cidadãos;
• aumentar o nível de procura postal, como forma de rentabilizar a capacidade instalada.
Serviços de telecomunicações
• Aproximar Portugal da Europa no que respeita aos principais indicadores, tanto em termos quantitativos (nomeadamente pela manutenção de elevadas taxas de crescimento do número de telefones), como em termos qualitativos com destaque para a qualidade global do serviço. O investimento no sector público de comunicações será durante o ano de 1994, na ordem dos ISO milhões de contos a que corresponde um aumento de 5% e o aumento do número de postos principais irá para 3,6 milhões de contos, a que corresponde um aumento de 7,3%, reduzindo-se o tempo médio de espera na instalação de 2,3 para 2 meses. Neste contexto, no final do século, Portugal disporá de telecomunicações dentro de parâmetros europeus tanto em qualidade como quantidade;
• manter a capacidade técnica para incorporar os mais recentes desenvolvimentos, tanto em termos de tecnologias como de abordagens de mercado;
• preparar a área reservada das telecomunicações, tanto a nível financeiro como organizacional, para o impacte da liberalização do serviço telefónico, já estabelecida pelo Conselho de Ministros da Comunidade Europeia e a ocorrer por volta da passagem do século, nomeadamente em termos de equilíbrio tarifário e da produtividade na exploração;
• promover o desenvolvimento do mercado dos serviços avançados de telecomunicações, por forma a intensificar a concorrência, e a diversidade da oferta, possibilitando a afirmação de um mercado eficaz, com capacidade de resposta às solicitações cada vez mais exigentes dos consumidores;
• promover a correcta articulação entre os diversos operadores de telecomunicações tanto na área reservada como na área liberalizada, por forma a no seu todo, contribuírem para a existência de um eficiente sistema de telecomunicações;
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• participar nas iniciativas comunitárias pan-europeias, por forma a assegurar canais de ligação com as comunidades, acompanhando o desenvolvimento nesta área. Particular destaque para a Rede Digital com Integração de Serviços e para as Redes Transeuropeias de Telecomunicações.
ENERGIA
O sector energético constitui uma infra-estrutura básica para apoio à modernização e competitividade da estrutura produtiva e é simultaneamente uma área com fortes impactos ambientais e em que é possível realizar melhorias no funcionamento de todo o sistema energético por forma a realizar assinaláveis poupanças no consumo de energia.
A estratégia de desenvolvimento do sector tem os seguintes objectivos prioritários:
• incentivar a conservação e a utilização racional de energia em todos os sectores de actividade e diminuir a intensidade energética do País;
• garantir o funcionamento do sistema de abastecimento energético ao País sem rupturas e ao custo mínimo;
• diversificar as fontes de aprovisionamento de energia primária e introduzir a utilização de novos combustíveis, visando nomeadamente a redução da dependência em relação ao petróleo;
• promover o aproveitamento dos recursos energéticos nacionais através da utilização de energias novas e renováveis e prosseguir o esforço de prospecção e pesquisa de recursos energéticos, nomeadamente petróleo e gás natural;
• rninimizar os impactes ambientais decorrentes da produção e consumo de energia. Neste contexto as áreas de actuação principais são:
• - Introdução do gás natural
• Utilização racional da energia e fomento da utilização das energias ■ renováveis
• Reestruturação do sector eléctrico
• Melhoria das condições de distribuição de electricidade
• Liberalização do sector petrolífero
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Em 1994, as principais acções a implementar são aá seguintes: Introdução do gás natural
• Construção do gasoduto de transporte de gás natural entre Setúbal e Braga;
• lançamento da ligação a Espanha;
• continuação da construção das redes de distribuição (Norte, Centro, Sul e Lisboa);
• privatização da GDP.
Utilização racional de energia e fomento da utilização das energias renováveis
• Desenvolvimento de acções que promovam e apoiem a utilização racional da energia, dirigidas aos diversos sectores produtivos e ao consumidor final;
• promoção do aproveitamento das energias novas e renováveis, nomeadamente através da demonstração de novas tecnologias;
Reestruturação do sector eléctrico
• reestruturação do sector eléctrico, com implementação de legislação que permita a entrada de novas empresas privadas neste sector;
• reestruturação da EDP, com a autonomização de áreas de actividade em novas empresas.
Melhoria das condições de distribuição de energia
• Expansão e renovação das redes de distribuição de energia, ampliando acessibilidades e melhorando a qualidade do serviço prestado aos consumidores;
• apoio ao sector energético no processo de adaptação e reconversão tecnológica no âmbito da preservação do ambiente, face às exigências legais e do mercado.
Liberalização do sector petrolífero
• Modernização da legislação enquadradora da actividade económica ligada à produção, transporte, distribuição e armazenagem de derivados de petróleo e total liberalização dos respectivos preços.
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Melhorar a competitividade do tecido empresarial, tornando Portugal uma localização atraente para actividades de futuro
AGRICULTURA E FLORESTAS
A estratégia de desenvolvimento do sector agrícola e florestal prossegue três objectivos prioritários:
reforço da competitividade do sector agrícola, nos seus segmentos internos e externos, expressa ao longo das "fileiras" do complexo agro-industrial e traduzida no desenvolvimento de culturas e actividades rentáveis, em explorações viáveis, e na eficiência das componentes de comercialização e transformação;
• reforço da capacidade das explorações integrarem diferentes actividades e rendimentos, agrícolas e não agrícolas, por forma a que, no conjunto, as remunerações associadas a essas actividades confiram ou venham a conferir viabilidade às explorações;
• reforço da capacidade de conservação do ambiente e preservação do espaço rural.
Estes objectivos de médio/longo prazo implicam uma resposta adequada às dificuldades que o sector actualmente atravessa, cuja solução passa por uma maior capacidade organizativa e negocial do sector face ao mercado e pelo ajustamento adequado da estrutura de custos à situação de um mercado aberto.
As principais áreas de actuação são as seguintes:
Transformação e comercialização de produtos agrícolas e silvícolas Apoio às explorações agrícolas Infra-estruturas agrícolas
Investigação, experimentação; formação e organização Florestas
Em virtude de alterações marcantes para o sector, designadamente a Reforma da PAC e a reestruturação do Ministério da Agricultura, no ano de 1994 intervir-se-à no campo legislativo, através das novas Lei de Base do Desenvolvimento Agrário e Lei do Desenvolvimento Florestal.
No que respeita às áreas de actuação atrás referidas, as principais acções a desenvolver, em 1994, são.
Transformação e comercialização de produtos agrícolas e silvícolas
• Apoio à consolidação de poios dinâmicos da indústria agro-alimentar, através de acções dirigidas à modernização, concentração empresarial e consolidação financeira de unidades agro-industriais, designadamente a
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disponibilização, quer de um sistema de incentivos aos vários subsectores, na sequência do que vinha sendo feito, quer de um fundo de capital de risco para suprir dificuldades ligadas à estrutura de capitais em áreas sensiveis e de grande risco;
• implementação de medidas dirigidas à melhoria dos circuitos de comercialização, nomeadamente ajudas à capacidade organizativa que, permitindo a concentração da oferta de produtos agrícolas, proporcione um melhor posicionamento face aos mercados finais, nomeadamente face às grandes superficies e centrais de compras;
• apoio ao lançamento de acções de "marketing" e de promoção de produtos agrícolas, designadamente os regionais.
Apoio às explorações agrícolas
• Apoio financeiro aos agricultores afectados pelos maus anos agrícolas derivados dos períodos de seca através do Programa de Reestruturação de Dividas dos Agricultores e Apoio ao Relançamento da Actividade Agrícola;
• reforço e alargamento de programas de incentivo aos projectos de modernização das explorações agrícolas, com modelação espacial, envolvendo melhoria das tecnologias de produção, mudanças no tipo de culturas ou de ocupação das terras agrícolas, reorientação dos sistemas produtivos, redimensionamento fundiário, nos casos em que esse factor seja decisivo, e apoio financeiro a empresas em reestruturação;
• lançamento de acções de apoio à reorganização do tecido empresarial, nomeadamente através do emparcelamento rural integrado e acções específicas dirigidas à cessação da actividade agrícola, garantindo aos agricultores idosos um abandono da actividade com um nível de rendimento adequado, por um lado, e o redimensionamento das explorações e a instalação de jovens agricultores, por outro;
• concessão de apoios directos ao rendimento, em especial para os agricultores que exerçam a actividade em zonas desfavorecidas e de montanha e os que adoptem práticas e actividades compatíveis com a preservação do ambiente e espaço rural.
Infra-estruturas agrícolas
• Prosseguimento de um vasto programa de reforço das estruturas que constituem externalidades para as explorações agrícolas, com prioridade
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para os regadios, em zonas de boa aptidão agrícola e para as operações de drenagem e conservação do solo;
• apoios à abertura e beneficiação de caminhos agrícolas e à electrificação rural visando diminuir o isolamento das populações rurais e promover a racionalização da produção e comercialização.
Investigação, Experimentação e Demonstração, Formação e Organização
• Dinamização da Investigação, Experimentação e Demonstração (IED) agrária alargando e consolidando uma rede de instituições e entidades públicas e privadas que estejam ao serviço da difusão de tecnologias e processos inovadores junto dos agricultores;
• início de programas específicos de formação a levar a cabo pelo Ministério da Agricultura em diversas vertentes: formação agrícola de base e qualificação profissional de agricultores, formação de quadros técnicos das associações e empresas dos sub-sectores agrícola, pecuário, florestal cagro-industrial e formação para formadores;
• apoio ao robustecimento das organizações agrícolas (cooperativas e associações) e ao desenvolvimento de formas de colaboração interprofissional;
• reforço das condições que propiciem o melhoramento animal, a melhoria do estado sanitário da pecuária e a protecção vegetal, quer por via de um novo quadro de JJED, quer por via da consolidação da capacidade organizativa das associações ligadas á protecção vegetal e animal.
Florestas
• Florestação, no quadro da reforma da PAC, de terras actualmente com funções agrícolas, por forma a gerar rendimentos alternativos ou complementares das explorações agrícolas quer com base na própria actividade florestal quer através da concessão de prémios por perda de rendimento por abandono de práticas agrícolas;
• acções de melhoramento dos povoamentos florestais existentes, de recuperação de áreas ardidas nos últimos dez anos e de florestação de novas áreas de aptidão silvícola. Complementarmente serão construídas as correspondentes redes de infra-estruturas e desenvolvidas acções de fomento de uso múltiplo da floresta;
• apoio à transformação e modernização dos circuitos comerciais dos produtos da floresta mediante a concessão de subsídios em capital;
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• lançamento de acções dirigidas à protecção das florestas contra incêndios, nomeadamente através do reforço da prevenção, detecção e vigilância, bem como do estabelecimento de sistemas de informação, com particular relevância para a construção de infra-estruturas de prevenção de incêndios (caminhos florestais, linhas de corta -fogo e heliportos) e o reforço dos meios aéreos de combate;
• apoio a projectos-piloto de levantamento do estado sanitário dos ecossistemas florestais, através da montagem de sistemas de vigilância intensiva e continua.
PESCAS
A estratégia do desenvolvimento do sector prossegue quatro objectivos prioritários:
• racionalização do esforço da pesca e maximização do valor acrescentado do sector, adequando a capacidade da frota aos recursos e mercados, em particular nos segmentos que exploram recursos em águas internacionais e de países terceiros, compatibilizando-os com as oportunidades presentes e futuras;
• reforço da competitividade da pesca, implicando uma aposta na qualidade; rentabilidade e acesso adequado à distribuição por parte das empresas, bem como na promoção e aceitabilidade crescente dos produtos pelo consumidor;
• fortalecimento do tecido empresarial do sector, prosseguindo o reforço do papel das organizações de produtores, considerando-se a sua imprescindível função na regulação do mercado dos produtos da pesca e devendo ser estimulada a participação dessas organizações na gestão de recursos e na regulação da actividade;
• qualificação da capacidade técmcc^ienrifica e optimização da sua aplicação.
As principais áreas de actuação são as seguintes:
« Iiifra-estruturas e instalações portuárias de pesca
» Estruturas do sector da pesca
♦ Tnmsformaçao e comercialização dos produtos da pesca
• Prospecção e investigação
« Valorização profissional e apoio social do sector
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As principais acções a desenvolver, em 1994, são:
Infra-estruturas e instalações portuárias de pesca
• Melhoria da operacionalidade, segurança e qualidade de pequenos núcleos de pesca através da realização de obras marítimas e terrestres e da instalação de equipamentos que facilitem as condições de acesso marítimo e abrigo das embarcações, as operações de carga e descarga e as condições higio-sanitárias;
• melhoria das instalações das lotas nos portos de pesca costeira de Aveiro e Baleeira, por forma a ajustar a qualidade das instalações de venda à oferecida pelas instalações portuárias;
• lançamento do projecto e início de obras do porto de pesca da Quarteira.
Estruturas do sector da pesca
• Concessão de incentivos para a adaptação da frota de pesca aos recursos disponíveis, em águas nacionais e internacionais, e às novas condições dos mercados de produtos da pesca;
• incentivo à melhoria da qualidade dos produtos da pesca através da concessão de apoio às unidades que adiram a novos métodos de carga, descarga e acondicionamento do pescado a bordo;
• lançamento de um programa de desenvolvimento de aquacultura, visando o estudo conjugado das possibilidades nacionais de produção, com vantagens comparativas, e da comercialização dos produtos nos mercados internacionais;
• intensificação do esforço de eficácia da fiscalização e controlo da pesca.
Transformação e comercialização dos produtos da pesca
• Fortalecimento das organizações de produtores através da concessão de apoio técnico e financeiro, com vista a que estas acentuem a sua função de regulação do mercado através do controlo de produção e de melhoria das ligações às redes de comerciaçização;
• continuação da concessão de apoio à reconversão e modernização da indústria transformadora;
• apoio à promoção dos produtos transformados nacionais e dos produtos da pesca de natureza tradicional, através do incentivo à utilização de marcas e da melhoria da sua imagem junto do mercado consumidor;
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• criação de incentivos à qualidade e à internacionalização, em interligação com o ICEP.
Prospecção e investigação
• Incentivo da actividade de investigação e desenvolvimento, tendo em vista um melhor suporte técnico-científico as actividades da pesca, à gestão e conservação de recursos e ao conhecimento das condições da sua exploração;
• apoio à formação de sociedades, com outros países/empresas de outros Estados da CE.
Valorização profissional
• Adopção de medidas para reforço e melhoria das estruturas e dos meios de apoio ao ensino e à formação profissional dos profissionais da pesca, reforçando e racionalizando os meios e estruturas que permitam a sua descentralização.
INDÚSTRIA
A estratégia de desenvolvimento do sector centra-se no crescimento sustentado da competitividade das empresas industriais, reforçando a capacidade de resposta às rápidas mutações tecnológicas e de mercados e promovendo a modernização, a diversificação e a internacionalização da estrutura industrial, consolidando e reforçando os resultados induzidos pelo PEDIP na estrutura industriai portuguesa.
Esta estratégia tem quatro objectivos prioritários:
• criar um ambiente estimulante à eficiência empresarial, com especial ênfase nas acções que estimulem a valorização dos recursos humanos, o acesso à informação l atempada, a eficiente utilização dos recursos energéticos, a inovação e a utilização ] nas empresas da ciência e tecnologia desenvolvidas nas instituições do sistema B científico e tecnológico nacional; j
• apoiar, de forma selectiva, a estratégia endógena das empresas, incerttvvando 1 apenas aquelas que demonstrem possuir estratégias empresariais que garantam um I desenvolvimento sustentado, e privilegiando a promoção de "clusters" e a criação I da dimensão adequada à crescente competitividade internacional nomeadamente através de actos de cooperação, e de concentração;
• niinimizar as dificuldades inerentes a um processo de internacionalizac&o .. empresarial em ambiente com elevada turbulência concorrencial e em acelerada transformação tecnológica e de mercado;
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• antecipar a convergência com a Europa em termos das condições de ífoajuteesto.
As principais áreas de acção para concretizar estes objectivos são:
• Dmairazação do ambiente de eficiência empresarial. « Consolidação e reforço das estratégias empresariais
• Estratégias de produtividade, qualidade e internacionalização
• Programa de engenharia financeira, sendo em termos sectoriais, implementada uma iniciativa específica dirigida para a melhoria de capacidade produtiva das empresas dos sectores têxteis e vestuário.
Neste âmbito, em 1994 dar-se-á continuidade ao Programa de Iniciativa Comunitária RETEX, lançar-se-á um programa sectorial de apoios às empresas industriais e de serviços ligados à indústria - PEDIP II, na continuação e reforço das acções iniciadas pelo PEDJJP e SER; concretizar-se-ão os programas de desenvolvimento em áreas estratégicas para melhorar o perfil de especialização da indústria portuguesa, na sequência do PITEE e PRODEBE; continuar-se-á com o Programa de Engenharia Financeira adequado à concretização das acções de modernização e reorganização empresarial proposta nos diferentes programas.
Estes Programas, contêm um conjunto concertado de instrumentos a utilizar pelas empresas no decurso da sua vigência pelo que, em 1994, as acções/medidas a concretizar são todas aquelas consideradas na estruturação dos Programas, admitindo-se, em anos posteriores, a sua adequação em face da procura pelos agentes económicos e especificidades conjunturais do ambiente económico envolvente. Referem-se seguidamente as principais acções.
Dinamização do ambiente de eficiência empresarial
• Apoio ao pleno funcionamento da rede de difusão e apoio tecnológico centrada nas infra-estruturas criadas pelo PEDIP, pondo-as ao serviço da inovação e da introdução de novas tecnologias nas empresas;
• apoio ao desenvolvimento e consolidação da rede de laboratórios de ensaio e metrologia e de outras entidades do Sistema Português de Qualidade; reforço da participação portuguesa em trabalhos de normalização de âmbito europeu ;
• apoio ao desenvolvimento de uma rede de entidades vocacionadas para serviços de consultoria e prestação de outros serviços às empresas industriais;
• apoio às estruturas associativas empresariais e ao seu envolvimento em acções de apoio às empresas;
• apoio pontual e altamente selectivo à criação de novas infra-estruturas de apoio às empresas;
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Consolidação e reforço das estratégias empresariais
• Apoio a projectos integrados de modernização, inovação, reorganização e internacionalização de empresas, incluindo os custos associados à aquisição de tecnologias, à formação de pessoal, à melhoria de qualidade na produção, ao reforço da capacidade comercial, à melhoria das condições ambientais e à racionalização energética;
• apoio a investimentos em I&D promovidos pelas empresas, estimulando especialmente aqueles que permitam a colaboração com as infra-estruturas tecnológicas e as Universidades;
• apoio a projectos estruturantes, de grande dimensão e forte impacto, propostos por empresas nacionais ou estrangeiras, com um regime contratual idêntico ao aplicado a projectos de investimento estrangeiro. Conclusão da montagem das instalações fabris da FordWW, com o apoio supletivo do Estado Português decorrente do regime contratual estabelecido;
• apoio a projectos de melhoria da competitividade das PME's através da actuação em factores não directamente produtivos;
• prosseguimento dos processos de privatização das empresas industriais de capitais públicos , nomeadamente com a abertura ao sector privado do capital da Quimigal, de algumas empresas que constituem os grupos Portucel e Siderurugia Nacional, EDM, Setenave e CNP.
• Implementar o conjunto de medidas que visam concretizar o plano de reestruturação e reconversão da Lisnave
Dinamização de estratégias de produtividade, qualidade e internacionalização das empresas
• Dinamização de projectos estratégicos de desenvolvimento industrial, indutores de inovação noutros sectores industrais e geradores de dinâmicas de desenvolvimento com efeitos estruturantes no tecido industrial. Implementação de programas especificamente centrados em actividades industriais com carácter estratégico, nomeadamente nas áreas das tecnologias de informação e electrónica, bens de equipamento e eco-indústrias;
• dinamização de acções que promovam a cooperação inter-empresas e o redimensionamento e a internacionalização da indústria portuguesa;
• promoção de acções demonstradoras da viabilidade de utilização de técnicas de gestão avançadas e tecnologias associadas que contribuam
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para o aumento da produtividade das empresas em ambientes específicos;
• estímulo de acções de consolidação da posição da empresa e do produto no mercado, designadamente as que tenham impacto nas estratégias de qualidade e design industrial;
• desenvolvimento de acções de formação profissional, em áreas prioritárias para o desenvolvimento industrial e onde se verifiquem carências do sistema educativo.
Programa de Engenharia Financeira
• Através do IAPMEI será desenvolvido um programa visando facilitar o acesso aos capitais por parte das empresas industriais e privilegiando a diversificação das suas fontes de financiamento, o apoio ao espírito de inovação dos inventores individuais e o fomento das suas iniciativas empresariais, designadamente através do capital semente. Em 1994 as acções mais relevantes são.
• constituição de novos Fundos de Reestruturação e Internacionalização Empresarial (FRIE's) visando reforçar a capacidade de intervenção das sociedades de capital de risco que se candidatarem à sua gestão;
• estabelecimento de uma linha de apoio financeiro destinada a apoiar a tomada firme de obrigações participantes emitidas por empresas do sector produtivo, principalmente PME's;
• contratação de linhas de crédito a médio prazo para apoio às empresas, com taxas de juro bonificadas e para apoio à constituição da primeira Sociedade de Garantia Mútua, visando facilitar às PMEs o acesso aos mercados financeiros e ao crédito em condições mais próximas das praticadas no mercado comunitário;
• concessão de estímulos às PMEs posicionadas nos segmentos de maior vigor do tecido industrial, para facilitar a sua aproximação ao Segundo Mercado da Bolsa de Valores;
• lançamento de um concurso visando motivar o aparecimento de projectos empresariais válidos e o apoio à sua concretização;
• criação de mecanismos de apoio aos inventores permitindo que os inventos de potencial interesse atinjam a fase de industrialização;
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• dinamização- da participação da indústria nacional nos investimentos!'públicos.
Modernização e diversificação dos tecidos empresariais das regiões afectadas pela reestruturação da indústria têxtil :e do vestuário
• Programa de Iniciativa Comunitária RETEX:
• apoio a projectos de modernização e internacionalização de empresas industriais através da disponibilização de capital de risco, pela criação dos FRIEs (Fundos de Reestruturação e Internacionalização Empresarial) e do acesso a financiamento bancário, em condições mais favoráveis;
• apoio à realização de diagnósticos e estudos estratégicos e de acções visando a melhoria da produtividade industrial.
MINAS
A valorização dos recursos mineiros do País, assinaláveis no contexto europeu, bem como a consolidação do sector empresarial, envolve a actuação do Estado nas seguintes áreas de acção:
• Conhecimento do potencial mineiro e em hidrocarbonetos
• Competitividade.do sector empresarial
• Cooperação internacional na área mineira
• Enquadramento legislativo
• Protecção social dos trabalhadores
Neste âmbito, em 1994, serão desenvolvidas as seguintes acções específicas.
Conhecimento do potencial mineiro e em hidrocarbonetos:
• Continuação da execução da cartografia geológica e hidrogeológjtA d<& País, do reconhecimento geológico da área abissal e dos estudos de geologia costeira;
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• continuação dos trabalhos de prospecção e pesquisa de minerais metálicos e não metálicos, nomeadamente do reconhecimento da região de Borba/Estremoz/Vila Viçosa e da execução da cartografia do fundo radiométrico de Portugal;
• desenvolvimento de estudos de valorização das arcoses da bacia da Lousã-Arganil, como matéria- prima para as indústrias de cerâmica e do vidro;
• avaliação do impacte ambiental da actividade mineira, seu controlo e estudo de medidas correctoras.
Cooperação internacional na área mineira
• Intensificação das relações bilaterais com a Espanha no quadro do Comité das Pirites Ibéricas;
• intensificação das relações de cooperação com os PALOP, com destaque para a República de Moçambique, no domínio da formação técnica, produção conjunta de cartas geológicas e apoio na revisão da legislação sobre o aproveitamento dos recursos geológicos.
Enquadramento legal
• Aplicação do novo regime de acesso aos direitos mineiros, às concessões existentes;
• transposição de directivas comunitárias com efeitos no sector, em particular nos domínios da higiene, segurança e ambiente.
Protecção social dos trabalhadores
• No âmbito das acções do Ministério do Emprego e Segurança Social será prestado apoio aos trabalhadores afectados pela crise estrutural que o sector atravessa, mediante a promoção de acções de formação profissional e a concessão, quer de subsídios às empresas para contratação dos trabalhadores, quer de ajudas financeiras à criação do próprio emprego
Aplicam-se igualmente a este subsector os programas de apoio às empresas industriais e de serviços já explicitados para a INDÚSTRIA.
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COMERCIO EXTERNO E INTERNACIONALIZAÇÃO
O processo contínuo de aprofundamento da integração europeia, em que sobressai naturalmente o reforço do mercado interno, a próxima implementação do Espaço Económico Europeu e a progressiva abertura do mercado comunitário a favor da Europa Central e Oriental e do Mediterrâneo, exige um esforço diversificado da melhoria da inserção internacional da economia portuguesa.
Os objectivos prioritários desse esforço são os seguintes:
• reforço da competitividade das exportações;
• continuação do esforço de captação de investimento directo estrangeiro para investimentos de particular relevância no âmbito das politicas industriais e de inserção da economia portuguesa nas redes de produção e de distribuição internacionais;
• diversificação dos mercados de destino dos bens e serviços portugueses* tendo em vista a criação de novas correntes sustentadas de comércio e de relacionamento económico e aposta numa estratégia de diferenciação da oferta nacional sustentada pela existência de marcas, pela capacidade de criação, incorporação de design, tecnologia, Investigação & Desenvolvimento e pela adopção de políticas activas de marketing;
• abertura de uma nova perspectiva estratégica às empresas portuguesas no sentido de incluir como variável no seu planeamento estratégico os aspectos relativos à localização internacional, quer das suas unidades industriais, quer dos seus canais de distribuição;
• promoção de Portugal como produtor de qualidade, competitivo e inovador, como localização privilegiada para o mvestiraento e como destino turístico de qualidade, tendo em vista um salto qualitativo na afirmação internacional do Pais e das Regiões Comungarias de Objectivo 1.
Para atingir estes objectivos as principais áreas de actuação são:
• Internacionalização das empresas
• Promoção da imagem global do País corno exportador e como localização de novas actividades
• Apoio específico ao acesso aos mercados externos das empresas de regiões afectadas por restruturações sectoriais.
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As principais acções a empreender, em 1994, são as seguintes:
Internacionalização de empresas
• Prosseguimento do apoio a projectos que permitam às empresas a adopção de estratégias activas de internacionalização através do PAJEP-Programa de Apoio à Internacionalização de Empresas Portuguesas,
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prevendo-se o alargamento do leque de bancos aderentes às linhas de crédito protocoladas, o reforço dos fundos de capital de risco e a dinamização da sua aplicação;
• consolidação e diversificação das linhas de crédito com garantia do Estado já lançadas em 1993 no âmbito do PEASE - Programa Especial de Apoio ao Sector Exportador, por forma a criar condições financeiras às empresas nacionais para penetração dos seus produtos em mercados não tradicionais, tais como o Norte de Africa, América Latina e Europa de Leste;
• lançamento de acções de promoção e prospecção dirigidas para mercados não tradicionais da exportação portuguesa.
Promoção da imagem global do Pais
• Continuação e lançamento de campanhas internacionais de promoção da imagem de Portugal integrando a vertente de Comércio Externo com o Turismo e Investimento estrangeiro. Além das campanhas já desencadeadas em 1993 (dirigidas a Espanha, EU.A Canadá e Japão), promover-se-á a imagem do pais em mercados de menor dimensão, nomeadamente nos países Escandinavos e no Benelux;
• implementação de medidas de promoção sectorial para reforçar a afirmação internacional da imagem de sectores específicos da oferta portuguesa de bens de consumo (vinhos e produtos alimentares, calçado, têxteis e confecções, cortiça, mobiliário, cerâmica doméstica e decorativa, rochas ornamentais);
• desenvolvimento de acções de promoção nos mercados externos na área dos bens de equipamento, designadamente componentes para o sector automóvel, moldes para a indústria de plástico, material eléctrico e electrónico e máquinas e equipamento para a indústria transformadora;
• dinamização de acções de promoção e captação selectiva do investimento estrangeiro, integrando a vertente industrial e contemplando, nomeadamente, os sectores não tradicionais e os países com fortes indústrias tradicionais não membros da CE e acções de canalização de investimentos oriundos das comunidades empresariais portuguesas radicadas no estrangeiro;
• dinamização do regime contratual de incentivos para projectos de investimento superiores a 5 milhões de contos, tendo em vista o reforço da captação de capitais externos e a canalização para Portugal de projectos de natureza estruturante, indutores de efeitos dinâmicos na estrutura produtiva nacional.
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• Implementação de apoios no âmbito do programa de iniciativa comunitária RETEX o qual, nò âmbito das acções de internacionalização, integra:
• programas de marketing e design, em projectos de internacionalização, visando o apoio ao conhecimento e diversificação de mercados, ao design e qualidade, à criação e lançamento de marcas próprias e à cooperação entre empresas nesses projectos;
• projectos de internacionalização comercial e de estratégia de marketing, através da melhoria de canais de distribuição, constituição de sociedades comerciais no estrangeiro e lançamento de marcas próprias;
• conhecimento dos mercados e promoção da imagem, apoiando missões empresariais de prospecção, participações colectivas em feiras ,"show-rooms" ou "Trade MarksM temporários, missões de jornalistas e potenciais compradores e industriais estrangeiros às regiões Retex.
COMÉRCIO INTERNO
A melhoria da qualidade de vida e a integração na CE vieram acelerar o processo de transformação do papel do comércio na sociedade, Sendo um sector predorrúnantemente caracterizado por PME'S familiares, utilizando na maior parte dos casos métodos de gestão tradicionais está a ser confrontado com o choque de novas formas de comércio, consubstanciadas em novas configurações empresariais, que implicam uma válida adaptação das PME'S existentes, envolvendo o apretechamento em novas tecnologias e a adopção de novos processos e métodos de gestão. Existem, por sua vez, carências em algumas grandes infra-estruturas associadas ao abastecimento das populações.
A estratégia de mcriernização do sector tem, assim, como objectivos prioritários:
• promover o redimensionamento, reconversão, especialização e inovação técnica e administrativa das empresas comerciais;
• contribuir para uma repartição equilibrada do equipamento comerciai e das grandes infra-estnrturas de abastecimento, influenciando a orientação espacial do investimento;
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• dinamizar a criação de poios de deserrvolvimento de iniciativas empresariais, estreitando as complementaridades intersectoriais;
• incrementar o grau de qualificação profissional no comercio, contribuindo para um papel moderador deste sector no mercado do trabalho.
As principais áreas de actuação neste sector são as seguintes:
• Modernização do comércio
• Desenvolvimento da rede dos mercados abastecedores
As principais acções a concretizar em 1994 são as seguintes: Modernização do comércio
• Lançamento do programa "Modernização do tecido económico: Comércio e Serviços", orientado para o apoio a projectos de modernização/inovação, tendo como objectivo a promoção da qualidade e diversificação do serviço comercial, que passam pelo "upgrading" técnico e tecnológico, formação profissional, redimensionamento, reconversão, especialização, inovação e cooperação intra e intersectorial das empresas de modo a revitalizar o sector, adaptando-o aos normativos comunitários e à dinâmica do mercado interno;
• acompanhamento permanente das alterações do tecido empresarial susceptíveis de ocorrer nos diferentes sectores, no âmbito da aplicação da nova Lei da Concorrência;
• continuação da aplicação da Lei das Grandes Superficies, visando o respeito pela garantia de um campo de actuação a todas as formas de distribuição;
• prosseguimento da desregulamentação, em particular no que respeita a regimes de preços, de todos os sectores em que existam condições para assegurar a livre concorrência;
• reforço da actividade de prevenção e fiscalização de medidas antieconômicas, contra a saúde pública e contra os direitos dos cidadãos.
Desenvolvimento da rede dos mercados abastecedores
• lançamento dos concursos e adjudicação dos projectos de execução de cinco mercados que constituem a primeira fase - Lisboa, Faro, Évora, Braga e Coimbra - que fazem parte do programa de remodelação da rede de mercados abastecedores.
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TURISMO
A estratégia de desenvolvimento do sector que permita reforçar a sua competitividade, garantindo um crescimento sustentado a médio e longo prazo, prossegue quatro objectivos prioritários:
I melhoria da qualidade da oferta através da modernização dos estabelecimentos e
H dos equipamentos hoteleiros existentes, do investimento em novos
I empreendimentos de nível superior (em especial associados à recuperação do
património histórico e arquitectónico) e da instalação de estruturas de animação i turística;
I • melhoria da qualificação dos recursos humanos, pela dinamização da formação a I; todos os níveis, e em especial ao nível médio, contando-se com a cooperação
estreita das associações empresariais e sindicatos na definição das necessidades de I formação;
I • diversificação de produtos, reduzindo a dependência de um produto "sol/praia" tt com elevada sazonalidade, estimulando a diversificação da oferta pelo
I investimento em novos produtos, nomeadamente no turismo cultural, no turismo
I desportivo (em especial o golfe, os desportos náuticos e a caça), no turismo em
i espaço rural, no turismo de congressos e incentivos;
• diversificação de mercados, apostando na dinamização dos fluxos turísticos de I mercados com potencial de CTescimento, mas que têm tido uma procura
tt relativamente limitada dos nossos produtos turísticos; na orientação para
I segmentos de maior qualificação económica e cultural, acompanhando melhorias
i ao nível da oferta; e na dinamização do turismo interno, que deve ser encarado
I como prioritário e essencial para o desenvolvimento futuro do sector,
I A valorização do património históricb-cultural é considerada uma importante vertente I deste esforço de qualificação e diversificação.
Para atingir aqueles objectivos as principais áreas de actuação são:
• Modernização e diversificação da oferta turística de alojamento e animação
I • Alojamento turístico em edificios histórico-culturais e valorização do
património com potencial turístico
• Formação dos profissionais do turismo
• Acção promocional
; • Melhoria do enquadramento da oferta
• Melhoria do controlo da oferta
Em 1994 as principais acções a concretizar nestas áreas são:
Modernização e diversificação da oferta turística de alojamento e animação
• Concessão de subsídios no quadro do Sistema de Incentivos Financeiros ao Investimento no Turismo (SDFIT), com o objectivo de apoiar prioritariamente a modernização e o reequipamento, a redução dos
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custos de exploração e aumento da produtividade, a instalação de estruturas de animação e a recuperação de património com fins de alojamento turístico;
• intervenções do Fundo de turismo, sob a forma de financiamentos reembolsáveis ou de co-financiamentos bancários, destinados prioritariamente á instalação de novos empreendimentos, ao aumento da produtividade e à criação de infra-estruturas de animação desportiva;
• valorização do potencial turístico de regiões do interior, através de acções integradas com outros Ministérios e Autarquias.
Alojamento turístico em edifícios históricos e culturais e valorização do património cultural com potencial turístico
• Recuperação de monumentos e edifícios com especial interesse histórico para fins turísticos, prevendo-se que a ENATUR dê início a quatro novos projectos: Castelo de Alcácer do Sal, Convento dos Lóios em Arraiolos, Convento das Chagas em Vila Viçosa e Convento de St* Maria do Bouro;
• recuperação de pousadas em edifícios de grande valor histórico e arquitectónico, carecendo de remodelação e ampliação;
• organização de um programa de recuperação de aldeias turísticas, designadamente Linhares, Marialva e Idanha-a-Velha;
• recuperação, melhoria de infraestruturas e serviços de apoio e arranjo de áreas envolventes em imóveis particularmente relevantes do nosso património cultural.
Formação dos profissionais do turismo
• Reforço da formação profissional aos vários níveis com destaque para a a formação de activos e a formação inicial de nível médio;
• adaptação do Convento de S. Francisco em Faro para escola hoteleira. Acção promocional
• Prosseguimento da implementação de uma nova imagem e do programa de sistematização e uniformização da mensagem promocional;
• aumento da cooperação com o sector empresarial através da participação em novos programas promocionais conjuntos;
• realização de uma campanha promocional global (pan-europeia) dirigida ao consumidor final;
• desenvolvimento de acções promocionais com vista à dinamização do turismo interno.
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Melhoria do enquadramento da oferta
• Dinamização de programas com vista à qualificação das áreas turísticas, tais como frentes de mar, recuperações urbanas e estradas secundárias (em colaboração com as Câmaras Municipais);
** • dinamização de programas, em conjunto com o Ministério do Ambiente,
com vista à qualificação das praias.
Melhoria do controlo da oferta
• Conclusão do inventário de recursos turísticos.
• finalização da actualização legislativa referente à actividade turística;
• lançamento de acções especiais de fiscalização da oferta paralela.
Reduzir as assimetrias regionais de desenvolvimento, mobilizando as potencialidades do litoral, do interior e das Ilhas Atlânticas
DESENVOLVIMENTO REGIONAL
A recuperação do diferencial de desenvolvimento que separa Portugal da média dos países da??CE passa necessariamente pela continuação da redução das diferenças de nível de desenvolvimento internas. Deste modo, as acções directamente dirigidas ao desenvolvimento regional abrangem três áreas:
• promoção do potencial de desenvolvimento regional, nos domínios da revitalização
do mundo rural, do apoio ao investimento privado nas zonas menos desenvolvidas e I do lançamento de acções estruturantes de reequilíbrio das condições de desenvolvimento de certas zonas mais problemáticas;
• reforço das intervenções especiais orientadas para a cooperação e desenvolvimento transfronteiriços (INTERREG) e para a criação de condições que permitam atenuar J os efeitos do isolamento e insularidade das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira (RÉGIS);
• apoio aos investimentos de finalidade estrutural promovidos pelas autarquias locais no Continente e pelos Governos Regionais nos Açores e na Madeira;
Paralelamente, prosseguirá a Linha de Crédito bonificada pelo FEDER para apoio ao investimento autárquico, em projectos municipais idênticos aos comparticipados por apoios ccTOumtários. j
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Em 1994, as principais acções directamente dirigidas ao desenvolvimento regional são as seguintes Promoção do potencial de desenvolvimento regional Desenvolvimento rural e local
• Apoio ao investimento, artesanato e criação de emprego, através de Iniciativas Locais de Emprego, incentivos à formação e criação de postos de trabalho no artesanato, acções-piloto de revitalização do comércio retalhista tradicional e das pequenas oficinas tradicionais e promoção da interacção das artes e oficios tradicionais e da agricultura;
• recuperação de pequenos centros urbanos de apoio rural, através da renovação daquelas cuja dimensão populacional não ultrapasse dois mil habitantes, recuperação de aldeias turísticas e activação de lugares ou aldeias em vias de desertificação;
• apoio à dinamização local, através do apoio a associações e agentes de desenvolvimento, estabelecimento de postos de informação e apoio em consultadoria.
Incentivos Regionais
• Apoio à criação e modernização de pequenas e médias empresas nas regiões com atrasos estruturais, cobrindo todos os sectores de actividade, sendo privilegiados os projectos empresariais que valorizem os recursos endógenos.
Acções Específicas de Reequilíbrio
• Acções Estruturantes de Reequilíbrio Regional, abrangendo a preparação de planos ou projectos de infraestruturas de especial relevância regional e apoios à criação de novas estruturas organizativas regionais vocacionadas para a mobilização dos actores locais de desenvolvimento e para a promoção dos potenciais endógenos das regiões;
• empreendimento de Fins Múltiplos do Alqueva, envolvendo a construção de uma barragem, central hidroeléctrica, sistema de adutores e redes primárias e secundárias de rega.
Cooperação e desenvolvimento transfronteiriços ESTERREG
• Prosseguimento das grandes prioridades da sua intervenção, capitalizando o êxito alcançado com a primeira fase actualmente
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em curso, orientando os seus recursos para as vertentes prioritárias de melhoria das acessibilidades fronteiriças, gestão comum dos recursos hídricos internacionais e apoio à cooperação transfronteiriça nos domínios institucional (cooperação entre municípios e instituições regionais) e económico.
RÉGIS
• Prosseguimento das principais acções actualmente em curso, nos domínios das acessibilidades externas (em que releva a ampliação do Aeroporto de Santa Catarina), ambiente e apoio à actividade económica, com vista ao reforço progressivo da sua inserção no mercado europeu.
Apoio aos investimentos de finalidade estrutural promovidos pelas Autarquias Locais no Continente e pelos Governos Regionais nos Açores e na Madeira.
Continente
• Lançamento de acções de incidência local, contemplando investimentos de iniciativa municipal cujo âmbito geográfico não ultrapasse um município, correspondendo no essencial a opções autónomas das Autarquias Locais;
• lançamento de acções de impacte supra-municipal ou regional, promovidas regra geral pelas autarquias locais, desejavelmente em associação inter-municipal ou com outros parceiros, que operacionalizem a articulação entre prioridades nacionais/sectoriais e prioridades municipais, numa óptica de selectividade de acordo com regras de acesso, a estabelecer previamente, para empreendimentos nas áreas das acessibilidades, das escolas básicas integradas, dos loteamentos industriais, das estações de tratamento de águas residuais, dos sistemas de abastecimento de água, da reabilitação urbana, etc;
• lançamento de acções de dinamização das actividades económicas, orientadas para o apoio a iniciativas de mobilização e valorização dos recursos endógenos das regiões.
Região Autónoma dos Açores
• Dinamização da actividade económica, acessibilidades, energia, defesa e valorização dos recursos humanos, do ambiente e do património regional, trabalho, emprego e formação profissional, desenvolvimento agrícola e desenvolvimento das pescas.
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Região Autónoma da Madeira
• Construção de infra-estruturas avançadas de apoio ao desenvolvimento económico, desenvolvimento da indústria e do artesanato, valorização e aproveitamento do potencial turístico, desenvolvimento agrícola e rural, modernização da pesca e desenvolvimento de actividades marinhas, formação profissional e valorização dos recursos humanos, protecção do meio ambiente, e mobilização do potencial de iniciativa endógena.
ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E SISTEMA URBANO
A politica de ordenamento do terrítórío assumirá um papel relevante na concretização do objectivo de preparar Portugal para o século XXI e será norteada por um conjunto de objectivos de carácter englobante:
• reestruturar e modernizar o sistema urbano, reforçando o equipamento dos centros mais dmâraicos, estimulando a sua base económica e favorecendo as suas comunicações, tendo por objectivo o fomento de uma rede de centros de média dimensão;
modernizar e reforçar a competividade internacional das Áreas Metropolitanas, pelo desenvolvimento de serviços de nível superior, pela modernização das suas estruturas, pelo aprofundamento das relações internacionais e peia projecção das suas iniciativas culturais e científicas;
• promover a integração espacial na Comunidade, promovendo a internacionalização da base produtiva dos centros urbanos, o desenvolvimento das regiões transfronteiriças e a absorção dos défices de equipamentos e infra-estruturas relativamente à média comunitária;
• valorizar os recursos naturais e revitalizar o mundo rural, mediante o reforço de uma ; rede de centros urbanos de apoio rural; a implementação de acções de renovação de
aldeias, a protecção e gestão racional dos recursos e património naturais e o estímulo à diversificação de actividades.
As dinâmicas territoriais e as acções em curso ou programadas, designadamente a implementação do próximo Plano de Desenvolvimento Regional e as alterações a nível das acessibilidades, irão provocar profundas transformações na organização do espaço. Neste contexto, o Ordenamento do Território será, prioritariamente, o plano material de convergência de múltiplas políticas e de compatibilização das intervenções dos diversos actores e o quadro de referência espacial para a programação das grandes intervenções sectoriais.
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Em 1994, as principais acções a implementar integram-se em três áreas de actuação:
• o prosseguimento do esforço de planeamento territorial, quer no que respeita à conclusão dos Planos Directores Municipais e à elaboração de Planos Regionais de Ordenamento do Território, quer, sobretudo, quanto à criação de condições que dêem plena eficácia aos planos aprovados e o fomento de mecanismos de cooperação Administração Central/Administração Local, tendo em vista o desenvolvimento de acções estruturantes de ordenamento do território;
• o lançamento do Programa de Consolidação da Rede Urbana Nacional, visando a promoção de uma rede de centros de média dimensão, através da mobilização de meios materiais e reforço das capacidades organizativas para a revitalização económica dos centros urbanos, para a melhoria dos equipamentos sociais e económicos de carácter estratégico, para a requalificação e melhoria do ambiente urbano e para uma inserção nacional e internacional mais vantajosa das áreas urbanas; • acções de reforço das relações de vizinhança e cooperação entre as cidades por forma a que a criação de complementaridades e o aproveitamento do potencial de interacção entre centros urbanos supram as limitações da sua reduzida dimensão demográfica e económica; • o apoio às câmaras municipais em operações de reabilitação ou renovação de áreas urbanas degradadas, designadamente nos domínios das infra-estruturas, dos equipamentos de utilização colectiva, dos espaços de utilização colectiva, da imagem urbana e do património construído.
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3ª OPÇÃO - PREPARAR PORTUGAL PARA UMA VIDA DE MAIS QUALIDADE
melhorar o ambiente, apoiando um desenvolvimento sustentável;
renovar as cidades, promovendo a qualidade de vida urbana;
melhorar as condições de saúde e de protecção social, combatendo a exclusão;
adequar a Administração Pública às tarefas de um Estado moderno, redimensionando-a e promovendo a qualidade.
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Melhorar o ambiente, apoiando um desenvolvimento sustentável
AMBIENTE
A política do ambiente constitui o veículo impulsionador de acções que garantam que a satisfação das gerações presentes não comprometa a das gerações vindouras Ora tal só é possível num espírito de responsabilidade partilhada entre os diferentes agentes económicos e sociais e pela integração das preocupações ambientais nas restantes políticas sectoriais. Por isso, tr-se-á promover, implementar e desenvolver um conjunto de acções com um triplo objectivo:
• prevenir, impedindo a degradação ambiental
• preservar, potenciando a boa qualidade ambiental
• recuperar, reparando as situações degradadas
Será dada especial atenção à gestão dos recursos hídricos; à preservação das áreas protegidas e à qualidade do ambiente nas grandes concentrações urbanas, como forma de traçar uma estratégia que responda ao desafio do "desenvolvimento sustentável". As principais áreas de actuação são as seguintes:
• Melhoria da qualidade ambiental nas grandes concentrações urbanas
• Aumento dos níveis de atendimento e serviço dos sistemas de saneamento básico
• Aumento das disponibilidades hídricas
• Conservação e valorização do património natural
• Melhoria do impacte ambiental da actividade produtiva
• Informação e formação ambienta!
Estas áreas de actuação deverão considerar, quer o inicio da aplicação de um novo quadro de instrumentos legislativos no domínio dos recursos hídricos, quer o funcionamento de um novo regime enquadrador da exploração de sistemas de saneamento básico que conduzirá à abertura destes mercados, de uma forma regulada e "atraente" para os operadores económicos.
Assim, e dentro do quadro atrás indicado, as principais acções, em 1994, são as seguintes.
Melhoria da qualidade ambiental nas grandes concentrações urbanas
• Construção e ampliação, de sistemas multimunicipais de abastecimento de água em alta, a concretizar pelas Empresas Concessionárias e com apoio do Fundo de Coesão, designadamente no Grande Porto, na Grande Lisboa e Médio Tejo e Algarve;
• construção e ampliação, de sistemas integrados de saneamento, a empreender pelas Câmaras Municipais ou Empresas Concessionárias e
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com o apoio do Fundo de Coesão, designadamente o Ave, Grande Porto, Alviela, Costa do Estoril e Trancão;
• construção de sistemas multimunicipais de tratamento de resíduos sólidos, a empreender pelas Empresas concessionárias e com o apoio do Fundo de Coesão.designadamente a LEPOR, o Baixo Mondego e a Grande Lisboa;
• acções complementares de requalificação de áreas envolventes com um elevado património natural e de acções mobilizadoras da qualidade do ambiente urbano.
Aumento dos níveis de atendimento e serviço dos sistemas de saneamento básico
• Apoio, mediante contratualização com as Câmaras Municipais, a projectos de saneamento básico que visem maximizar os investimentos nos sistemas multimunicipais referidos e acções apoiadas pelas Intervenções Regionais.
Aumento das disponibilidades hídricas
• Construção de aproveitamentos hidráulicos de apoio a sistemas multimunicipais de abastecimento de água, designadamente de Odeleite-Beliche e Odelouca-Funcho;
• continuação da construção de infra-estruturas hidráulicas de fins múltiplos, designadamente Baixo Mondego e Cova da Beira e inicio de execução de outras, tais como o Enxoé, com o objectivo de aumentar as disponibilidades hídricas para o. abastecimento público e actividade produtiva permitindo contrariar as carências espaciais e as variações sazonais e anuais dos recursos hídricos.
Conservação e valorização do património natural
• Apoio, por um lado, a estudos de inventariação de ecossistemas e habitats e a estudos orientadores da intervenção destes domínios e, por outro, a infra-estruturas e equipamentos vocacionados para a protecção e valorização destas áreas sensíveis e, ainda, a acções de reflorestação na Rede Nacional de Áreas Protegidas.
Melhoria do impacte ambiental de actividade produtiva
• Criação de um Sistema de Apoios à Requalificação Ambiental da Actividade Produtiva, mediante a concessão de subsídios às unidades industriais para instalação de equipamentos de despoluição terminal (tecnologias de fim de linha) de efluentes líquidos e gasosos e de resíduos sólidos a funcionar em articulação com o PEDEP II, destinando-se prioritariamente a áreas onde existam soluções integradas de saneamento e a sectores com acordos voluntários de controlo de poluição;
• início da execução do sistema nacional centralizado de tratamento de resíduos sólidos industriais.
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Informação e formação ambiental
• Apoio à criação e ao reforço de infra-estruturas de informação, designadamente ia rede nacional de informação atmosférica e a rede de monitorização e controle do domínio público hídrico;
' > • promoção de acções de formação e educação ambiental, em particular
as vocacionadas para os recursos humanos da Administração do Ambiente. ~
Renovar as cidades, promovendo a qualidade de vida urbana
HABITAÇÃO E RENOVAÇÃO URBANA
As cidades constituem os principais centros de actividade económica, de inovação e de cultura: As condições de vida urbana são; por sua vez, determinantes para o bem-estar e a qualidade de vida de uma parte substancial da população. E, cada vez mais, a posição internacional dos países não se pode separar hoje do lugar ocupado pelas suas principais cidades, na hierarquia urbana da Europa
Se cabe as Autarquias Locais a responsabilidade principal pelo melhoramento das cidades; várias intervenções da Administração Centrai, já referidas noutros sectores, contribuem decisivamente para a melhoria da qualidade de vida e/ou para a projecção internacional das cidades: Tal é o caso das mfra-estruturas de abastecimento de água e saneamento básico, de transportes e comunicações, bem como das infra-estruturas educacionais e culturais.
Para além destas intervenções sectoriais da Adrnmistração Central, é necessário responder; em estreita ligação com as Autarquias Locais; a um aspecto central da qualidade de vida nas cidades - o da habitação e da renovação urbana. A mtervençao neste campo tem como objectivos prioritários:
• a renovação das áreas ocupadas por barracas;
• o reordenamento e recuperação de zonas urbanas degradadas,
• a melhoria das condições habitacionais, em termos quantitativos e qualitativos.
Por sua vez, realizações da dimensão da Exposição Internacional de Lisboa de 1998 implicam grandes operações de reordenamento urbano e de infra-estruturação do espaço, que irão ter grande impacto na Área Metropolitana de Lisboa, pelo que se justifica um destaque específico.
As principais tinhas de actuação neste domínio são:
• Reabilitação de zonas degradadas e de zonas ocupadas por barracas
• Ampliação da oferta de habitação e melhoria das suas condições ■* Reordenamento e reabilitação da Zona Oriental de Lisboa
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Em 1994 as principais acções a empreender são:
Renovação das zonas, ocupadas por barracas
• Reforço da descentralização da promoção habitacional, privilegiando a elaboração de Acordos entre a Administração Central e as Autarquias Locais, quer para a erradicação total das barracas, nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto, quer para realojamento gradual das famílias de fracos recursos que habitam em condições deficientes, através do financiamento a fundo perdido e de linhas de crédito especialmente criadas para o .efeito.
Reabilitação de zonas degradadas
• Aquisição e inrra-estruturação de terrenos necessários à concretização dos Planos Integrados de Renovação Urbanística de Almada, Setúbal, Zambujal, cuja elaboração foi já promovida pelo IGAPHE, e também na Área Metropolitana do Porto;
• Incentivo à recuperação do parque habitacional com vista à obtenção de melhores condições de habitabilidade dos moradores, preservando o património arquitectónico das cidades em favor da revitalização urbana.
Ampliação da oferta de habitação e melhoria das suas condições
• Revitalização do mercado de arrendamento, através de um continuado e dinâmico sistema de incentivos;
• promoção da oferta de solos a preços reduzidos, integrada no Programa da Habitações Económicas, para a construção a custos controlados, proporcionando às empresas do sector uma oportunidade de participar em condições extremamente favoráveis num projecto inovador, colocando posteriormente no mercado habitações a preços compatíveis com os rendimentos da generalidade da população;
• afectação de um crescente volume de recursos para a construção de equipamento social, que complemente as áreas habitacionais e que permita uma integração cada vez maior do cidadão no local em que habita;
• reforço do apoio aos promotores públicos ou privados, de habitação a custos controlados, através da criação de condições institucionais e técnico-financeiras que permitam uma eficaz afectação de recursos à construção pelas Autarquias, Cooperativas, Empresas e Instituições Privadas de Solidariedade Social.
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Reordenamento e reabilitação da Zona Oriental de Lisboa.
Em apoio à realização da Exposição Internacional de Lisboa de 1998 irá iniciar-se em 1994:
• a deslocação de algumas actividades de interesse público, que não são compatíveis com as novas finalidades da zona de intervenção;
• a infra-estruturação da zona envolvente do recinto da Exposição;
• a realização de grandes investimentos em acessibilidades à zona, por parte dos operadores de transportes colectivos, da JAE e dos municípios.
Melhorar as condições de saúde e de protecção social, combatendo a exclusão
SAÚDE
A implementação de um sistema de saúde moderno e eficiente, adequado às necessidades da população, cora qualidade e assente nas relações humanas que contem, e baseado no humanismo e qualidade, constitui um poderoso alicerce para novos e mais ambiciosos graus de apoio ao cidadão, assegurando o seu direito à protecção da saúde e privilegiando o seu beneficio.
Os objectivos prioritários para a área da saúde são, assim:
• garantir a igualdade de acesso aos cuidados de saúde, independentemente da sua condição económica e local de residência, melhorando a distribuição de infra-estruturas pelo território nacional e organizando-as de molde a conseguir o equilíbrio, aos vários níveis (nacional ou supra-regional, regional e local), entre a oferta e a procura de cuidados;
• melhorar o nível de saúde da população, intervindo de forma específica em certas situações associadas a elevadas taxas de mortaüdade, morbilidade e combatendo a
exclusão social;
• melhorar a qualidade, dos cuidados de saúde, modernizando, humanizando os serviços, dotando-os de meios técnicos modernos e adequados ao seu tipo de intervenção.
Estes objectivos têm tradução em quatro áreas de intervenção:
• Construção, ampliação e remodelação de instalações de saúde
• Formação de pessoal de saúde
• Programas dirigidos a grupos específicos, combatendo a exclusão social
• Promoção da qualidade e optimização da gestão dos serviços
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Neste sentido, em 1994, será desenvolvida uma actuação com destaque para: Construção, ampliação e osmnridação de instalações de Saúde
• Construção/apetrechamento dos novos Hospitais Distritais de Leiria, Matosinhos, Amadora/Sintra e Viseu, e lançamento dos Hospitais Distritais de Santa Maria da Feira, Tomar, Vale de Sousa, Barlavento Algarvio, Cova da Beira, Torres Novas e Lamego.
• ampliação/apetrechamento de cerca de 40 Hospitais Distritais, do Centro Hospitalar das Caldas da Rainha e do Sanatório de Torres Vedras, concluindo-se mais de 30 unidades;
• ampliação/apetrechamento de mais de 20 Hospitais e Maternidades Centrais, do Centro Materno-Infantil do Norte e Instituto de Oftalmologia Gama Pinto, concluindo-se cerca de 10 unidades;
• construção/apetrechamento de cerca de 60 Centros de Saúde e Extensões, concluindo-se mais de 30 unidades;
• remodelação e apetrechamento de cerca de 30 outras Instituições de Saúde, nomeadamente nas áreas de histocompatibilidades, toxicodependência, saúde materno-infantil, visão, audiofonologia, saúde mental, oncologia, sangue e investigação, ficando concluidas mais de IS unidades;
• construção das Centrais de Incineração de Resíduos Sólidos Hospitalares de Lisboa e Porto.
Formação de pessoal de saúde
• Construção/apetrechamento da Escola Técnica do Serviço de Saúde de Lisboa e das Escolas de Enfermagem Artur Ravara, de Viana do Castelo e de Faro;
Programas dirigidos a grupos específicos, combatendo a exclusão social
• Intensificação de programas de saúde, nas áreas matemo-infantU, apoio à 3a idade, oncologia, tóxico-dependência e combate à SIDA, tabagismo e alcoolismo.
Promoção da qualidade e optimização da gestão dos serviços
• Constituição de "Unidades de Saúde" através da reorganização e agrupamento dos Centros de Saúde, em ligação com os hospitais;
• aplicação do novo sistema de financiamento do Serviço Nacional de Saúde e implementação do Seguro Alternativo de Saúde;
• aperfeiçoamento da gestão económico-financeira dos serviços;
• revisão da legislação sobre actividades farmacêuticas;
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• instalação do Laboratório Oficial de Certificação de Qualidade;
• implementação de acções visando a optimização do Serviço Nacional de Saúde;
• apoio a trabalhos de investigação em curso, incentivando novas iniciativas;
• desenvolvimento do sistema de farmaco-vigilância;
• regulamentação de diversas profissões na área da saúde;
• revisão dos quadros de pessoal das instituições e serviços de saúde;
• execução do projecto de identificação da população através do "Cartão de Saúde".
PROTECÇÃO SOCIAL E COMBATE À EXCLUSÃO
O sistema de segurança social constitui um instrumento fundamental para garantir níveis I
de rendimentos adequados às exigências básicas dos cidadãos e susceptíveis de impedir J
situações de marginalização e de carência: A dimensão do seu efeito redistributivo; pela |
garantia e diversidade das situações das pessoas que dela beneficiara, determina efeitos |
positivos na actividade empresarial, no aparelho produtivo e no tecido social. |
Neste sentido, considera-se indispensável que o sistema actue tendo em atenção um conjunto de objectivos de que importa salientar:
a dinamização da estratégia social face à política de desenvolvimento económico, por forma a contribuir para uma sociedade sensível às necessidades sociais e que active as solidariedades;
a necessidade de contribuir para a prevenção e eliminação das situações de exclusão e marginalização económica e social das pessoas e dos grupos em situação de risco, nomeadamente os mais desfavorecidos;
a necessidade de assegurar um compromisso adequado entre o papel redistributivo da segurança social na promoção da justiça social e o seu peso relativo no conjunto das despesas públicas. |
O papel do Estado neste domínio não deve, porém, limitar-se a garantir um nível |
adequado das prestações sociais concedidas pelo sistema público. Compete-lhe também 1
favorecer o desenvolvimento das iniciativas em matéria de esquemas privados de j
prestações complementares. Neste sentido, o Estado deve garantir condições adequadas j
de liberdade de escolha e de igualdade de condições de oferta de produtos e de serviços |
prestados muna perspectiva de maior contratualização social. |
Em 1994, estes objectivos traduzem-se em duas áreas de actuação : |
• Melhoria dos esquemas de segurança social j
* Integração socioeconómica de grupos mais desfavorecidos |
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Melhoria dos esquemas de segurança social
• Revisão da legislação dos regimes de segurança social, tendo em vista aperfeiçoar o enquadramento das situações socio-profissionais das diferentes actividades, à luz das necessidades sociais, nomeadamente pela reformulação do âmbito pessoal do regime geral, pelo desenvolvimento do regime do seguro social voluntário e pela reformulação do regime não contributivo;
• reformulação, melhoria e racionalização dos esquemas de benefícios, tendo em vista o reforço da eficácia económica e social das prestações e a melhoria nas condições do controlo da respectiva atribuição;
• estudo de soluções alternativas ao financiamento do sistema de segurança social, bem como revisão global e aperfeiçoamento da legislação referente à relação jurídica contributiva, à luz da evolução do sistema fiscal, incluindo a harmonização das taxas contributivas em consequência da publicação do Decreto-Lei que estabelece a desagregação da taxa social única do regime geral de segurança social;
• acompanhamento da aplicação técnica e gestionária e avaliação das repercussões, designadamente financeiras, dos recentes Decretos-Lei sobre desagregação da taxa social única, enquadramento dos membros dos órgãos estatutários das pessoas colectivas no regime geral de segurança social dos trabalhadores por conta de outrem, regime de segurança social dos trabalhadores independentes e regime de protecção na velhice e na invalidez dos beneficiários do regime geral de segurança social;
• aperfeiçoamento do enquadramento legal e estímulo à criação de esquemas privados complementares de segurança social e ao desenvolvimento das instituições particulares de solidariedade social;
• consolidação e aperfeiçoamento do processo de regionalização do sistema de segurança social, aliado ao desenvolvimento e racionalização dos seus métodos de gestão.
Integração socio-económica de grupos mais desfavorecidos
• pela promoção de medidas globais e integradas a favor das pessoas idosas e das pessoas com deficiência, privilegiando a sua permanência no meio em que vivem, criando condições para a sua participação efectiva na vida comunitária, fomentando e recorrendo primordialmente ao apoio proporcionado pela família, pela vizinhança e animando a solidariedade entre gerações;
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• por medidas orientadas para a prevenção e integração social das pessoas, famílias e grupos com necessidades especiais, e/ou socialmente excluidas, nomeadamente crianças em risco, jovens com dificuldades de inserção na vida escolar e profissional, toxicodependentes e minorias étnicas;
• pela implementação de projectos de desenvolvimento na comunidade, que enquadrem as perspectivas multidisciplinares dos diferentes parceiros sociais, económicos e culturais e o envolvimento da população, visando a supressão dos vectores geradores de exclusão social ou de redução da participação dos cidadãos na sociedade e estimulando a intervenção da sociedade civil.
Adequar a Administração Pública às tarefas de um Estado moderno, redimensionando-a e promovendo a qualidade
JUSTIÇA
A garantia do acesso à Justiça constitui um direito básico, em que qualquer Estado moderno tem que se empenhar com particular afinco. A acção do Estado nesta área constitui também elemento promotor do desenvolvimento da criatividade e do espírito de iniciativa da sociedade civil, condicionando fortemente a estrutura económica.
A politica de Justiça tem, assim, como objectivo:
• a aproximação da Justiça aos cidadãos, fàcifitando-thes acesso ao conhecimento dos seus direitos e garantias, à forma de os tornar efectivos e à resolução dos problemas de forma eficiente e com elevado nível de qualidade;
• a dinamização da celeridade nos proceoimentos, através das leis de organização judiciária, de estruturas logísticas adequadas e do uso intensivo das novas tecnologias da informação, por forma a que o sistema dê resposta pronta e correcta às solicitações de que é objecto.
Estes objectivos serão prosseguidos em 1994 através de uma actuação que contemplará, nomeadamente, as seguintes áreas de intervenção;
» Actualização da legislação e do enquadramento normativo
• ModermzaçãOidos modelos de organização territorial e funcionai
• Reforma dos registos e notariado
• Prevenção e repressão da criminalidade e renovação do sistema prisional
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Actualização da legislação e do enquadramento normativo
• Promoção da actualização legislativa, de forma a conferir aos textos legais maior eficácia e proximidade de uma realidade cultural dinâmica;
• promoção de um enquadramento normativo adequado a novos fenómenos jurídicos, nomeadamente, no que se refere à protecção do ambiente, à protecção dos consumidores e ao domínio das ciências da vida.
Modernização dos modelos de organização territorial e funcional
• Promoção de uma cada vez maior aproximação da justiça aos cidadãos, facilitando o acesso destes ao conhecimento dos seus direitos e garantias, à forma de tornar os mesmos efectivos e à resolução dos problemas de forma eficiente e com elevado nível de qualidade,
• dinamização dos procedimentos, através das leis de organização judiciária, de estruturas logísticas adequadas e do uso intensivo das novas tecnologias da informação, de forma a que o sistema possa fornecer uma resposta rápida e correcta às sohcitaçãoes de que é objecto;
• prosseguimento da implantação dos círculos judiciais, criação de estruturas de atendimento continuado para a adopção de medidas de carácter urgente e instalação de tribunais de pequena instância;
• promoção da utilização intensiva das novas tecnologias da informação no sistema judiciário;
• desenvolvimento e apoio à instalação de novos Centros de Arbitragem de Conflitos, na linha do objectivo de desjudicialização do sistema;
• instalação, em todo o país, de Gabinetes de Consulta Jurídica Gratuita;
• continuação da informatização do sistema judiciário e dinamização da utilização dos sistemas de gravação audio já instalados;
• prosseguimento da instalação das Comissões de Protecção a Menores;
• recuperação e alargamento continuados do parque judiciário, prosseguindo a construção dos Tribunais Judiciais de S. João da Madeira, Ponta do Sol, Braga, Cantanhede, Fundão, Matosinhos, Moita, Portimão, Seixal, Vila Nova de Gaia, Loulé, Marinha Grande e Vila Real de Santo António, do Tribunal do Círculo de Faro, do Edifício polivalente de Coimbra, a adaptação do Edifício Funchal 2000 e a elaboração do projecto da Cidade Judiciária de Lisboa.
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Reforma dos registos e notariado
• Reformulação global dos serviços dos registos de notariado, autonomizando e descentralizando serviços, suprimindo formalidades, racionalizando as estruturas e recursos, e acelerando a informatização do Registo Civil, dos Registos Predial, Comercial, de Automóveis e de Navios, assim como dos Serviços de Notariado.
Prevenção e repressão da criminalidade e renovação do sistema prisional
• Prosseguimento das acções de prevenção e repressão da criminalidade, em especial no que se refere à criminalidade violenta e organizada, ao tráfico de estupefacientes, à corrupção e às fraudes anti-económicas, e ainda, no âmbito do reforço da cooperação internacional, ao combate a formas de criminalidade transnacional;
• prosseguimento da obtenção de estruturas logísticas adequadas para a Policia Judiciária, através da instalação da Directoria do Porto;
• renovação do sistema prisional, recuperando o parque prisional através da construção de pavilhões prisionais-tipo, para regime aberto, e desenvolvimento da política de ressocialização dos reclusos.
SEGURANÇA INTERNA
A politica de segurança interna tem como fim último, a protecção dos cidadãos, dos seus bens e das instituições, como forma de assegurar as condições essenciais à normalidade e estabilidade da vida da comunidade nacional, ao reforço da coesão e solidariedade e ao desenvolvimento económico e progresso social. A acção nesta área terá também que ter em conta as obrigações acrescidas do País no contexto da segurança interna da Comunidade Europeia.
Os objectivos prioritários para a segurança interna são, assim:
• contribuir para a melhoria das condições de vida e, em particular, para o exercício dos direitos fundamentais dos indivíduos;
• contribuir para a melhoria do clima económico, valorizando as oportunidades e a rentabilidade dos mvestirnentos, tanto do ponto de vista interno como externo;
• dar. resposta às responsabilidades do Pais na luta contra a criminalidade, a nível europeu e mundial;
• contribuir para a execução de uma politica de imigração ao nível comunitário.
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Estes objectivos têm tradução em seis áreas de intervenção:
• Sistema político e processo eleitoral
f. ♦ Participação em acções conjugadas de âmbito internacional e de
cooperação externa
• Reorganização, reequipamento e modernização das forças de segurança
• Segurança pública e protecção civil
• Segurança rodoviária
• Reforço dos meios de combate e prevenção dos fogos florestais
As principais acções a realizar, em 1994, são.
Sistema político e processo eleitoral
• Informatização do processo eleitoral em colaboração com os Municípios.
Participação em acções conjugadas de âmbito internacional e de cooperação externa
• Estabelecimento de medidas internas e comunitárias no âmbito do acordo de Schengen e do Sistema Europeu de Informação (SIRENE);
• reforço da cooperação policial no âmbito comunitário e a criação da estrutura EUROPOL;
• reforço das actividades e meios de controlo da fronteira externa comunitária atribuído à responsabilidade portuguesa;
• aplicação das novas disposições legais no âmbito da coordenação das políticas de imigração e do direito de asilo e aperfeiçoamento da lei da nacionalidade;
• cooperação com os países africanos de expressão oficial portuguesa no domínio dos actos eleitorais.
Reorganização, reequipamento e modernização das forças de segurança
• Consolidação das políticas de reestruturação das Forças de Segurança, com destaque para a nova Brigada Fiscal da Guarda Nacional Republicana e para a concretização da redistribuição do dispositivo;
• definição do regime jurídico das policias administrativas municipais;
• construção de novas instalações e aquisição de equipamentos para as Forças de Segurança, nomeadamente, no que se refere às novas divisões
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da Polícia de Segurança Pública e aos sistemas de comunicação daquela instituição e da Guarda Nacional Republicana, assim como melhoria das instalações já existentes;
• acções no domínio da potenciação de meios e das actividades das forças e serviços de segurança, incluindo o prosseguimento da instalação das suas redes de telecomunicações.
Segurança pública, protecção civil e segurança rodoviária
• Prosseguimento de programas especiais de segurança dirigidos a objectivos específicos, como o programa para os estabelecimentos de ensino básico e secundário e as respectivas áreas circundantes;
• aperfeiçoamento das actividades preventivas, nos planos educacional e de sensibilização da opinião pública, nos âmbitos da protecção civil, dos fogos florestais e da segurança rodoviária;
• acções de implementação da nova legislação sobre a protecção civil, os Bombeiros e as actividades de Segurança Privada;
• regulamentação, divulgação e adopção das medidas necessárias à entrada em vigor do novo Código da Estrada;
• medidas complementares de combate à sinistralidade rodoviária, nomeadamente, a realização do "Ano Português da Segurança Rodoviária", o apoio a iniciativas aprovadas nas Comissões Distritais de Segurança Rodoviária e a consolidação do sistema das inspecções periódicas obrigatórias dos veículos automóveis.
Reforço dos meios de combate e prevenção dos fogos florestais
• Aquisição de helicópteros e de equipamento de apoio;
• arranque de novas politicas de prevenção dos fogos florestais.
MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA
As tarefas de modernização da Administração Pública são imprescindíveis para o desenvolvimento e progresso do Pais, tanto pelo seu significado em termos da fruição plena dos direitos dos cidadãos, como pelo seu papel na melhoria da competitividade da economia (através sobretudo do apoio eficaz à concepção de politicas públicas e da desburocratização), acentuada pelo novo contexto europeu e pelos desafios internacionais.
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Assim, são objectivos prioritários para a modernização administrativa:
: * promover a qualidade no seio da Administração Pública, que é uma das exigências fundamentais das sociedades mais avançadas. A Administração Publica tem de incrementar acções que conduzam à realização deste objectivo, quer como prestadora de serviços públicos, quer como consumidora qualificada de serviços prestados pela iniciativa privada;
• envolver mais a sociedade no processo de mudança da Administração, através de novas- formas de diálogo, informação e participação, criando um espaço mais alargado para a intervenção dos agentes económicos. A introdução de formas de desiitóervenção e de utilização dos mecanismos de mercado é igualmente uma via a
explorar com prudência e gradualidade;
o digsúficar o serviço público, reconhecendo-se que o resultado global da economia depene da forma harmoniosa como sectores público, social e privado trabalham joMos para a realização dos objectivos do desenvolvimento.
Estes objectivos serão prosseguidos, em 1994, por acções em três áreas de intervenção.
o Modernização e qualidade 9 Formação da função pública
o Valorização da difusão da informação sobre a Administração Pública
Modernização e qualidade da administração pública
o Publicação e difusão de "Cartas de Qualidade Sectoriais" definindo um compromisso, nas diferentes áreas de Administração Pública, entre a Administração e os cidadãos;
© prosseguimento de medidas de flexibilidade gestionária, de racionalização e de desintervenção da Administração, centrando-as nas suas missões essenciais e dando sequência às recomendações da Comissão da Qualidade e Racionalização da Administração Pública;
o implementação de acções para criação de formas de "defesa dos direitos dos consumidores dos serviços públicos";
® prosseguimento dos trabalhos de desburocratização dinamizados pela Comissão de Empresas-Administração;
° continuação da divulgação do Código do Procedimento Administrativo e acompanhamento da sua aplicação;
o aperfeiçoamento dos meios de comunicação e da utilização das novas tecnologias de informação, a realizar prioritariamente nos Registos e Notariado, Serviços Consulares e Centros de Juventude.
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Formação da função pública
• Formação, aperfeiçoamento e especialização profissional dos funcionários da i^ministração Pública, continuando o esforço que tem vindo a ser prosseguido nesta área através da execução do novo programa PROFÀP (Programa Integrado de Formação para a Modernização da^Administração Pública);
3
• melhoria das instalações nos serviços centrais de formação: conclusão dos novos espaços do INA (Instituto Nacional de Administração) e beneficiação dos espaços de formação do CEFA (Centros de Estudos de Formação Autárquica).
Valorização da difusão da informação sobre a Administração Pública
• Desenvolvimento e aperfeiçoamento do projecto ENFOCID (Sistema Interdepartamental de Informação Administrativa aos Utentes dos Serviços Públicos) e sua difusão territorial;
• atribuição de maior atenção ao valor "informação" na Administração Pública, reconhecendo-se que a informação é essencial para o desenvolvimento e o progresso das sociedades. Neste âmbito, dar-se-á sequência aos princípios consagrados na legislação sobre "Administração Aberta".
INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TÉCNICA
A informação estatística, cüsponibilizada em tempo útil, é um suporte importante da tomada de decisões pelos agentes económicos c ura instrumento essencial para a condução e avaliação da politica económica e social pela Administração.
Por outro lado, as necessidades de deserrvolvimento do Pais e a dinâmica da modernização da Administração e da sociedade civil em geral requerem, também, a disponibilidade de informação cartográfica abundante, actualizada e facilmente acessível, bem como o recurso a meios de análise dessa informação, capazes de apoiar tomadas de decisão tão correctas, eficazes e oportunas quanto possível.
Os objectivos neste domínio são, assim:
• melhorar a produção das estatísticas, reforçando a coordenação técnica, revendo nomenclaturas e metodologias, reduzindo prazos de divulgação;
• reduzir os custos da produção estatística, nomeadamente aproveitando actos administrativos;
• criar um corpo de técnicos de estatística de grande qualidade,
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• reformular o sistema cadastral e o referencial geodésico nacional;
• dotar o Pais de uma caitografia-base em formato digital.
•' * "20
Em 1994, estes objectivos traduzem-se em acções j^n três áreas:
• Melhoria da qualidade da producaVestatística
• Desenvolvimento da formação em Estatística e Gestão da Informação
• Realização do cadastro predial;1 revisão do referencial geodésico e implementação da cartografia digital
As principais acções e medidas a levar a cabo, em 1994, estão contempladas nas seguintes áreas. Melhoria da qualidade da produção estatística
-<
• Desenvolvimento dos instrumentos técnicos de coordenação estatística (conceitos, ficheiros e nomenclaturas), reclassificação das unidades estatísticas do Ficheiro Central de Empresas e Estabelecimentos; adopção da nova CAE - revisão 2;
• normalização dos calendários de disponibilização das Contas Nacionais, tanto para dar resposta ao previsto na denominada Directiva PNBpm, como para assegurar a satisfação das necessidades das diferentes entidades nacionais e consolidação e aprofundamento da metodologia desenvolvida para a regionalização de algumas variáveis e agregados ao nível da ÑUTE II;
• desenvolvimento das Estatísticas das Empresas que deverá ter em conta o novo enquadramento legal comunitário, e a exploração de dados fiscais para obtenção de informação estatística com custos mínimos;
• intensificação da utilização da informação proveniente dos inquéritos às empresas e prosseguimento do desenvolvimento de painéis representativos que antecipam resultados com carácter provisório e/ou indicadores conjunturais;
• realização de inquéritos estruturais às explorações agrícolas, reestruturação das estatísticas agro-industriais e desenvolvimento das estatísticas florestais;
• reestruturação dos inquéritos anuais à Indústria e à Construção;
• reformulação da informação sobre Licenciamento e Construção de edifícios;
• concepção de um novo sistema integrado de indicadores de conjuntura (com realce para o novo índice de Produção Industrial) e início do desenvolvimento do índice de Preços na Produção;
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• consolidação e avaliação da aplicação da metodologia definida para a informação estatística das trocas de bens entre os Estados Membros da CE (Sistema INTRASTAT), tanto do ponto de vista da qualidade da informação como dos suportes de recolha e de divulgação de dados;
• recolha de informação de carácter conjuntural, para elaboração dos índices do Volume de Vendas no que se refere ao Comércio Interno;
• concepção de um novo índice de Preços Turísticos;
• reformulação do sistema de medição das migrações externas;
• realização do Inquérito aos Orçamentos Familiares e elaboração de um Painel sobre o Rendimento das Famílias;
• construção de um modelo de produção integrada de séries estatísticas sobre o Ambiente e lançamento de novos inquéritos e aproveitamento de fontes de informação já existentes.
Reformular o sistema cadastral e o referencial geodésico nacional;
• Execução do cadastro geométrico da propriedade urbana para as Áreas Metropolitanas do Porto e Lisboa;
• reconhecimento da Nova Rede Geodésica e observação gravimétrica;
• criação de Nós Locais do Sistema Nacional de Informação Geográfica (SNIG) e desenvolvimento da rede informática entre os Núcleos Central, Regionais e Locais do SNIG e os serviços produtores de informação geo-referenciável;
• produção e actualização de cartografia em escalas grandes relativas às Áreas Metropolitanas do Porto e Lisboa;
• aquisição de meios para a exploração e para a actualização permanente da cartografia, nomeadamente "estações totais" para alguns dos municípios das áreas metropolitanas.
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4. POLÍTICA DE INVESTIMENTO
PIDDAC 94
39. O Programa de Investimento da Admimtf ração Central envolverá em 1994 um montante de 648 milhões de contos (m.c), dos quais 345 m. c. provêm do Orçamento de Estado e 303 m. c. dos fundos estruturais da CE. Este montante representa um crescimento, em termos reais, da ordem de 15%, o que traduz claramente a prioridade colocada pelo Governo na criação de infra-estruturas, no reforço dos factores de competitividade da economia e na qualificação dos recursos humanos - os principais objectivos dos programas.
PIDDAC 94.
• 648 m.c. financiados pelo OE e fundos estruturais
• 64 m.c. de autofinanciamento dos Fundos e Serviços Autónomos
Crescimento real de 15%
A este valor acrescem ainda cerca de 64 m. c, no essencial provenientes de Fundos e Serviços Autónomos. Assim, o valor global previsto para o investimento e despesas de desenvolvimento da Administração Central, em 1994, é da ordem de 712 m.c.
40. O forte crescimento do PIDDAC, traduzindo uma aceleração significativa em relação aos últimos anos, permitirá simultaneamente maximizar a absorção dos fundos comunitários do novo Plano de Desenvolvimento Regional (PDR) e aumentar significativamente o investimento em sectores em que o co-financiamento comunitário é nulo ou pouco significativo, lançando em 1994 as bases para o início de um novo ciclo de desenvolvimento para a economia portuguesa.
O fone crescimento do investimento público em 1994 e o inicio do novo ciclo de desenvolvimento da economia portuguesa
O seu peso na economia aumentará consideravelmente, contribuindo em cerca de 3/4 de I ponto percentual para a taxa de crescimento do PIB e 1 assegurará uma percentagem entre 20 e 25% do i investimento total.
PIDDAC 94.
• contribuição de cerca de 3/4 pontos percentuais para o crescimento do produto
• 20 a 25% do investimento total
Porém, é de salientar que, em virtude do aumento das taxas de comparticipação nos investimentos co-financiados pela CE, o aumento do valor global do PTJDDAC traduzir-se-á num crescimento moderado da componente orçamental.
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Nova forma de inscrição orçamental: separação entre contrapartidas nacionais e transferências comunitárias
Maior transparência na inscrição
Apoios à modernização do tecido económico, cerca de 30% do total do PIDDAC
Dever-se-á ter em conta, no entanto, que os montantes efectivos de fundos estruturais, em 1994 dependerão do resultado final das negociações do PDR com a Comunidade, actualmente em curso, não só quanto ao seu montante global, mas também quanto à sua afectação plurianual, influenciada, em particular nos primeiros anos, pela modalidade de aplicação dos mecanismos de adiantamento previstos ha Cimeira de Copenhaga ("Bridge Facüity").
41. Coincidindo com este novo ciclo de investimentos, o Governo decidiu alterar em 1994 a forma de inscrição no Orçamento do Estado dos investimentos co-financiados, optando por separar de forma evidente as contrapartidas nacionais das transferências comunitárias.
Trata-se de generalizar uma prática iniciada em anos anteriores apenas no caso de alguns projectos, nomeadamente os cofinanciados através do Fundo de Coesão.
Assim, os organismos simples ou com autonomia administrativa passarão a ter os recursos comunitários inscritos em Cap° 50, mas com compensação em receita, enquanto que os organismos com autonomia administrativa e financeira inscreverão as receitas comunitárias em Mapa XI-"Outras Fontes".
Esta forma de inscrição orçamental do investimento e despesas de desenvolvimento do Estado traz vantagens sob o ponto de vista de transparência ficando simultaneamente mais evidente a adicionalidade dos financiamentos comunitários aos nacionais, na linha das exigências dos novos regulamentos dos fundos estruturais.
42. As prioridades do investimento (considerando o financiamento OE e fundos comunitários) reflectem claramente os objectivos fundamentais de estímulo à economia e promoção do emprego.
Com efeito, os apoios à modernização
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indústria, comércio e turismo, representam cerca de 30% do total do PBDDAC
PIDDAC TRADICIONAL E APOIOS
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Por outro lado, a construção de infra-estruturas de Infra-estruturas de acessibilidade:
acessibilidade (essencialmente transportes e portos) 30% do total do PIDDAC
continuam a manter um peso significativo da ordem de 30%, designamente no que se refere às infra-estruturas rodoviárias e ferroviárias.
PIDDAC POR SECTORES
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
As despesas mais directamente relacionadas com a Qualificação dos recursos humanos:
qualificação dos recursos humanos (educação, 12% do total do PIDDAC
formação profissional e ciência e tecnologia) apresentam um peso de cerca de 12% do total, valor bem representativo da prioridade dada a este eixo
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estratégico de desenvolvimento, tanto mais que a generalidade dos programas e acções de formação profissional não se encontram incluídos ern PEDDAC.
Qualidade de vida e sectores sociais: Nos sectores mais ligados à satisfação das
cescimentos acentuados necessidades sociais e à melhoria da qualidade de vida
apresentam particular relevo os investimentos na saúde (6,5%), na habitação e urbanismo (4%) e no ambiente (2,5%), com crescimentos muito acentuados.
Segurança, ordem pública e justiça: Também os sectores da segurança e ordem públicas
acréscimos significativos (mais do que duplicando a sua dotação em relação a
1993) e da justiça (com um acréscimo da ordem de 30%) evidenciam claramente o esforço de investimento em sectores com nulo ou reduzido co-financiamento comunitário.
PIDDAC POfí MINISTÉRIOS
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
43. Em termos institucionais, o MOPTC é naturalmente o ministério com mais peso, sendo responsável por cerca de 32% do total do investimento, seguindo-se-lhe os ministérios mais directamente ligados aos sectores produtivos (Agricultura e Indústria e Energia, respectivamente com 16% e 11% do total) e à qualificação dos recursos humanos, apresentando o Ministério da Educação também um peso de cerca de 9,5%.
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PIDDAC 1994
Capitulo SO do OK | Fundos corotutltartos • | TOTAL | Eatnrtura % | |
PCM | 106 | 4.2 | 148 | 2.3 |
SEC | 8 1 | 2.7 | 10.8 | 1.7 |
IÍ | 18 | 1.3 | 3.1 | 0.5 |
Outra | 0.7 | 0.2 | 09 | 0.1 |
MDK | 15 | 15 | 0.2 | |
MF | 0.3 | 0.3 | 01 | |
MAI | 4.2 | 1.8 | 60 | 0.9 |
MJ | 8 1 | 0.2 | 8.3 | 1.3 |
MNB | 1.4 | 0.2 | 1.6 | 0.2 |
MPAT | 237 | 306 | 543 | 8.4 |
Apoios á actividade produtiva | 8.2 | ••17.» | 26.0 | 4.1 |
Investigação e deMnvotvúnento | 7.6 | 9.4 | 17.0 | 2.6 |
Outros | 7.9 | 3.4 | 11.3 | 1.7 |
MA | 35.0 | 70.9 | 105.9 | 163 |
MIE | 21.0 | 50.0 | 71.0 | 110 |
MBSS | 4.J | 4.5 | 0.7 | |
MB | 430 | 18.0 | 61 0 | 9.4 |
MS | 27.0 | 15.0 | 420 | 6.5 |
MOPTC | 1315 | 78.2 | 209.7 | 32.3 |
Rodovia | 80 8 | 41.0 | 121.8 | 18.8 |
Farovia | 255 | 33.4 | 589 | 91 |
Habitação | 15.2 | 3.8 | 19.0 | 19 |
Outros | 10 0 | 100 | 1.5 | |
MCT | 53 | •••7.9 | 132 | 10 |
MARN | 160 | 168 | 318 | 51 |
MM | 12.5 | 90 | 21 5 | 33 |
TOTAL Outras fontes | 3455 | 3028 | 6483 64.0 | 100.0 |
TOTAL + Oums fonta | 7113 |
Fonte. DCP
NOTA:
* estimativa de setembro de 1993
** Inclui cerca de 17,5 m.c. no MPAT para incentivos á actividade produtiva, que não terão expressão em Mapa XI do OE dado serem canalizados directamente para as entidades beneficiárias.
•••Inclui 5 m.c. no MCT para incentivos ao comércio, que não ter&o expressão em Mapa XI do OE dado serem canalizados directamente para as entidades beneficiárias.
44. SÍNTESE
PRESIDÊNCIA DE CONSELHO DE MINISTROS
O montante de 14,7 m.c. afecta à PCM (10,6 m.c. de financiamento nacional e de 4,2 m.c, de financiamento comunitário) distribui-se no essencial, entre a Secretaria de Estado da Cultura (10,8 m.c.) e o Instituto da Juventude (3,1 m.c).
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Na verba restante incluem-se 350 mil contos, dos quais 150 mil contos de rinanciamento comunitário, a afectar à Secretaria de Estado da Modernização Administrativa visando assegurar a comparticipação nacional no âmbito da formação e aperfeiçoamento profissional de funcionários da Administração Central, a continuação do estabelecimento de protocolos de modernização administrativa e a conclusão dos projectos de melhoria de instalações do Instituto Nacional d® Administração e do Centro de Estudos e Formação Autárquica.
Refira-se ainda a dotação de 120 £iàl contos para instalações dc Serviço Nacional de Protecção Civil e o montante de 240 mil contos para a continuação do programa de informatização do Goverr.c.
SECRETARIA DE ESTADO EDA CULTOSA
A verba de 10,8 m.c, incluindo uma comparticipação comunitária de 2,7 mx^ permitirá intervenções de recuperação nos Palácios de Queluz e da Pena em Sintra (a !a fase tem vindo a ser apoiada pelo PRODIATEC), Palácio da Ajuda, Mosteiro da Batalha, Mosteiro de St* Clara-a-Velha, Cadeia da Relação do Porto^ Fortaleza de Sagres, bem como nos Museus, designadamente, Soares dos Reis (í° e 2' fases apoiadas pelo PRODIATEC e PRORAMP), D Diogo de Sousa, Machado de Castro; de Arte Antiga, de Arte Contemporânea e ainda no Teatro de S.João, no Porto. A informatização- da: rede nacional de museus continuará a desenvolver-se com co-financtamento através do programa de iniciativa comunitária TELEMATIQUE.
Dos projectos não co-financiados a cargo do ÍPPAR evidenciam-se os respeitantes à valorização do património cultural (renovação da rede n&cionaS de museus, obras de recuperação de monumentos classificados, valorização dos grandes monumentos e palácios nacionais,*,proíecaçã©*^^ aos projectos da
responsabilidade do tPM serão de referir os relativos à recuperação de museus (circuitos de visitas e áreas de exposição, melhoria das condições de segurança e dos serviços de apoio ao visitante)
Prevêem-se igualmente acções a cargo dos Arquivos Nacioaeüs ên Tomns di© Tossido, sobretudo, para instalação e continuação de obras em diversos Arquivos Distritais (Porto, Aveiro, Braga, Faro e Leiria); do BBNL visando a prossecução do apoio às Autarquias Locais na construção de bibliotecas no âmbito da "Rede d© Leitura Pública" incluindo o programa BibHopolis vocacionado para o apoio amunicípios de grande /dimensão urbana e ainda para acções no domínio da promoção da literatura portuguesa; da D.G. Espectáculos e das Artes na adaptação e instalação de centros e espaços de animação cultural e apoios nas áreas da música e teatro z do TBC no apoio à exibição comercial de filmes. Através da Cinemateca Nacional prosseguirá a 2° fase da construção do Arquivo Nacional das Imagens em Movimento econtirmarSo a ser deserrvoSvidas acções para a salvaguarda e conservação do património filmico português.
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A Fundação das Descobertas conta com uma verba que possibilitirá o equipamento do Centro de Exposições (Núcleo Museológico e Galerias de Exposições), do Centro de Espectáculos (Auditórios) e ainda ainformatização das diversas áreas.
INSTITUTO DA JUVENTUDE
Os recursos fiiianceiros de 3,1 m.c, dos quais 1,8 de financiamento nacional, afectos ao Instituto da Juventude, perraitüio viabilizar a construção, recuperação e conservação de Centros e Pousadas de Juventude e apoiar as infra-estruturas associativas juvenis e o acesso de jovens à função empresarial.
Prosseguir-se-á o Programa de Pousadas de Juventude (algumas das quais com co-financiamento comunitário), com a conclusão das de Esposende, Lisboa, Almada e Ovar, o lançamento das do Porto, Viana do Castelo e Bragança e a recuperação de outras unidades, bem como.ajelabozacao.4e projecto»papa novas. ■■
No âmbito do Programa de Centros de Juventude a dotação prevista contempla a conclusão dos de Castelo Branco, Guarda, Leiria e Portalegre e o lançamento de Centros em Lisboa, Porto, Beja e Évora.
Serão ainda desenvolvidas acções dirigidas ao apoio a associações juvenis, a jovens empresários quer através de incentivos a projectos que visem a criação, expansão e modernização de empresas quer com a promoção de ninhos de empresas (conclusão do de Faro e lançamento de novos)e à sensibilização dos jovens a áreas da ciência e tecnologia.
MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL
I -_____-
l| A dotação para este Ministério, atinge 1,5 m.c e destina-se fundamentalmente ao I prosseguimento de acções em curso, designadamente no que se refere à remodelação e automatização da rede de sinalização marítima, aos sistemas de socorro e segurança maritúna e à construção de capitanias e postos marítimos, ao desenvolvimento do sistema de informação geo-cartográfica e da capacidade de busca na ZEE e de salvamento de [ náufragos na costa portuguesa:
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Prevê-se ainda o lançamento de novos projectos para reequipamento de laboratórios, acções de investigação e aquisição de salva-vidas para o Instituto de Socorros a Náufragos:
MINISTÉRIO DAS FINANÇAS
Com. a dotação 300 mil contos, pretend^s^^se^rar; a,continuação dos programas de informatização das Direcções-Gerais da Contabilidade Pública e do Tesouro, no âmbito do processo de modernização da Administração Pública assim como permitir a continuação de acções a nível da recuperação e conservação de imóveis através da DG. do Património do Estado.
MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA
Os recursos afectos a este Ministério (4,2 m.c. compietadcs com 1,3 m.c de financiamento comunitário) darão resposta à prossecução das obras em curso em quartéis da GNR e esquadras da PSP, viabilizarão um conjunto significativo de acções no âmbito da reestruturação das Forças de Segurança não só no que se refere a instalações para novas divisões concentradas nas área metropolitanas de Lisboa e Porto mas também no domínio das telecomunicações. Contempla ainda projectos com o objectivo de melhorar as instalações e equipamento das delegações regionais da Direcção-Geral de Viação.
700 mil contos assegurarão a contrapartida interna da aquisição de helicópteros e outras infra-estruturas de apoio aéreos rra âmbito da protecção das florestas contra incêndios a que acrescerá o financiamento comunitário acima referido.
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA
A dotação de 8,1 m. c, representando um forte aumento em relação à dotação de 1993, permitirá dar continuidade à construção de Tribunais (2,9 me), designadamente os de S João da Madeira, Setúbal, Braga, Coimbra, Fundão, Matosinhos, , Moita, Portimão, Seixal, Vila Nova de Gaia. No que se refere a estabelecimentos prisionais (2,5 m.c.) proceder-se-à não só à conclusão do novo Estabelecimento Prisional do Funchal e. à continuação da construção do novo Corpo Prisional de Santa Cruz do Bispo, mas também a grandes obras de reparação nos estabelecimentos prisionais de Lisboa, Sintra e Linhó.
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Merece também referência as verbas afectas à Polícia Judiciária, nomeadamente para a construção do novo edifício para a Directoria do Porto, continuação das obras de ampliação da Directoria de Coimbra, e implantação de uma inspecção em Leiria e contmuação da coratraçào aV Criminais.
Serão ainda adquiridos novos edifícios e recuperados outros para instalação de serviços de registo e notariado.
Note-se que à dotação de 8,1 m.c. deverá acrescer um financiamento adicional através do orçamento do Gabinete de Gestão Financeira sem o qual não se poderão concretizar grande parte das acções referidas.
MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS
Do investimento a realizar no valor de 1,6 na. c (200 mil de co-financiamento comunitário), merece particular destaque o reequipamento do Departamento da Cifra e da Rede Diplomática (alargamento das redes rádio e de criptofaxes, criação de uma rede embrionária de criptofones e substituição de parte do equipamento de criptografia telegráfica) visando garantir comunicações rápidas e eficazes permitindo baixar substancialmente os custos de exploração, nomeadamente os custos com as comunicações dos serviços externos.
Será igualmente de destacar a mstalação, remcKldaçâo e recuperação de bistalações para Serviços Diplomáticos e Consulares,bem como a melhoria dos seus equipamentos no que se refere á modernização do sistema de circulação e tratamento da irdTormação, sobretudo a informatização dos consulados de Portugal.
Também se procerá à aquisição de equipamento informático para os serviços do Ministério e à concretização de obras de recuperação e adaptação do Palácio das Necessidades permitindo a eliminação de encargos com imóveis arrendados.
MINISTÉRIO ©O PLANEAMENTO E ©A ADMINISTRAÇÃO DO TERRITÓRIO
Os 54*3 mB.e., dos quais 30,6 de^rig^m^çomunitária, permitem a continuação dos ?;-prograrrt RETEX e
I. ■ ainda o lançamento de dois ■ novos programas: Sistema: de Isscemtàvos Regsamaiss
ao Desenvolvimento Rarasi© Local.
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O Sistema de Incentivos Regionais (SÍR) tem por objectivo o desenvolvimento endógeno das regiões menos desenvolvidas enquanto o programa de Apoios ao 1 Desenvolvimento Rural e Local contempla essencialmente medidas incentivadoras do j investimento, artesanato, criação de emprego, recuperação de aldeias e dinamização local.
Na área da Ciência e Tecnologia, cabe destacar as acções de apoio ao desenvolvimento da base do sistema de C&T designadamente a conclusão dos projectos aprovados no âmbito do programa Ciência assim como o lançamento de grandes programas interdisciplinares e plurianuais de investigação e criação de novos laboratórios de I&D; no domínio da modernização da capacidade científica e tecnológica para a inovação continuar-se-ão acções incluídas nos Programas Ciência eSTREDE, nomedamente o apoio à Agência de Inovação e à prossecução da instalação de infra-estruturas de base e uso comum nos "campus" de I&D dos Parques de Ciência e Tecnologia de Lisboa e Porto.
Ainda no conjunto de investimentos co-financiados será de realçar o lançamento do Empreendimento de Fins MúltipEos de Alqueva.
Neste Ministério cabe ainda referir as dotações paira equipamentos de utilização colectiva (sodaÍ8,recreativos e culturais) e para o apoio à execução dos pianos municipais de ordenarnerito do teiritorio e consoUdação a par de
acções da responsabilidade do I.G. Cadastral (actualização do cadastro e cartografia digitalizada), do CNIG (Sistema Nacional de Informação Geográfica e Gestão informatizada dos PMOT), e do IGAT e DGAA (informatização de serviços).
Os recursos afectos ao INE visam, a prossecução de actividades decorrentes dós compromissos comunitários, no domínio da mformação estatística, originados pelo Mercado Interno e a nova PAC.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA
Situa-se em cerca de 106 sb,c. o montante afecto a este Ministério dos quais 35 m.c. asseguram o esforço financeiro orçamental interno, no essencial destinado à comparticipação nacional em programas cofinanciados pelo FEOGA e cerca.de 71.milhões resultam de financiamento comunitário
Continuar-se-ão a desenvolver projectos no domínio dás' iMra-esforutuiras ffasicas,. designadamente regadios tradicionais, novos regadios colectivos, reabilitação àe perímetros de rega, grandes regadios (aproveitamentos daMaratecai Baixo Mohdègoj Cova da Beira, Barisuvento e Sotavento Algarvio, Macedo de Cavaleiros e Minutos), drenagem e conservação de solos, construção e beneficiação de caminhes rurais, electrificação de explorações agrícolas «acções de en^
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Na: área: dos: «¡patos-às.■finpiffiiraçto-íigDÍcmllao^a dotação permitirá o desenvolvimento de acções de apoio e incentivo nos dominios da modernização tecnológica e reorientação da produção, redimensionamento fundiário, desendividamento (refinanciamento dos créditos em dívida), indemnizações para compensação de desvantagens naturais de produção dos agricultores que .exercem■-.»"sua actividade^em zonas desfavorecidas e fundo de risco (mecanismo de cobertura de riscos que não se encontram cobertos pelo regime normal de seguros de colheita).
No âmbito da vai2é:ir^(caé-;.¿le;.; ¡patótrnómñ©:. fltoreaíiÉ propiciará:: a. continuação de acções visando a realização:•:ds;::ümvesfiimentos.:.¡na:. florestação de : solos de aptidão florestal a rearborização de.áreaS:ardidas e&:protecção das florestas contra incendios e poíuição. ■:■■■■
O•deser:VCiVJ2.e3ito.\dè• projectos-* ce isw2s2igaçãè básica, aplicada:.© de demonstração;: formação és .quadros: íécaicose: de agricukoires, o reforço da capacidade técnica e de gestão das:.: ÊSS©C!ações; -"é• c/ ¿pea© àV criação e farxionamento . de ■ ©rganizações de produtorss são^outras; ¿ss acções çontejaptefflas, rf
Dotação significativa será afecta a acções tía área da SragísfonasaçÊ© e comercialização dè¡prédátósrsg^ no âmbito do
Reg.(CEE) 866/90 tendo por objectivos principais a modernização de estruturas e tecnologias: de concentrações e
a obtenção de economias de escala), a melhoria da eficiencia nos circuitos de distribuição, o incentivo aos produtos tradicionais regionais e o reforço da capacidade financeira das empresas (contribuição para a constituição de um fundo de capital de risco ligado a : empresasragro-Jhdústriais:;em: areas--.de' inovação de produtos- e tecnologias). •••
Ainda nas acções cozn co-ísJtanciarr-sniO comunitário ganham significado as âüiicBatâvas coiriMhitárâ^IN^ ■
A dotacaO'previstapara-'as^afico^-'nDáffl-a^^naaiiiiCBSíSas;- penrutiráj sobretudo, a conclusão de instalações para os serviços regip2£iS:(0^i-E?s?e Boiiro.e Minho, DRA Ribatejo e Oeste, BRA Algarve) e de projectos em curso de investigação agrária assim como o prosseguimento do projecto Banco:de-Terras/emparcelamento e das acções no âmbito do PDRITM.
INISTÉMO IDA MPÚSTIMA E ENERGIA
C:montaníe¿e;7U m.z., cpp üma co^pcn^^:^adocal ae 2!:m.c., permitirá assegurar o cumprimento dos: compromissos■■■referentes: aos: incentivos no âmbito do- PEDIP H e do SIBR e dar resposís s novas acções com e sem co-ñnsmciamento comunitário nos
:Üpr^6i^^
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consolidação de mfra-estruturas de apoio à indústria e tecnológicas, fortaiecimento das entidade» do Sistema Português de Qualidade, reforço da capacidade técnica de entidades vocacionadas para prestar serviços de consultadoria e outros serviços de apoio à indústria e criação de condições que facilitem a realização de acções de inovação e reorganização empresaria] através de sistemas de engenharia financeira para apoio às empresas); da Consolidação e Reforço das Estratégias Empresaria» (visando acções para o desenvolvimento dos planos das empresas industriais a médio e longo prazos) e das Estratégias de Produtividade, Qualidade e Internacionalização integrando íntervenções,sobretudo da Administração, cora carácter voluntarista em áreas definidas como prioritárias no âmbito da politica industrial
No conjunto dos projectos com co-financiamento comunitário encontrara-se ainda previstas verbas que permitirão dar continuidade aos projectos referentes aos laboratórios de metrologia de Lisboa e Porto bem como para a contrapartida interna para os incentivos à Utilização .Racional de„JF,nergia. e.ibmentojia. Utilização das Energias Renováveis.
As acções não co-financiadas desenvolvem-se nos campos da investigação cientifica e tecnológica; do equipamento e instalação dos serviços e da melhoria de sistemas de informação.
MINISTÉRIO DO EMPREGO E DA SEGURANÇA SOCIAL
A dotação de 4,5 m.c. destina-se a ser apbcada,na sua quase totalidade, (cerca de 88%), a intervenções na área da segurança social mediante programas de equipamentos e serviços sociais que obedecendo a uma definição de prioridades idêntica à de 1993, com um reforço nas áreas da 3* idade (mais de 50% do investimento) e da toxicodependência; nos restantes programas (Equipamentos e Serviços para a Ia e 2' Infâncias, Centros de ATL para Crianças e Jovens, Equipamentos e Serviços para Menores Privados de Meio Familiar Normal, Educação e Integração Social de Menores Deficientes e Invalidez e Reabilitação) prosseguir-se-à o esforço de redução de lacunas ou insuficiências assim como o ajustamento da rede ás assimetrias regionais detectadas e à evolução de outras redes de equipamentos colectivos com respostas de natureza complementar ou alternativa.
Prevê-se assim, a conclusão, durante o ano de 1994, de cerca de 4 mil novos lugares, prefètendalmente dirigidos a idosos e deficientes e 1 200 serão alvo de melhoria na qualidade da resposta oferecida.
Na área do Trabalho, serão desenvolvidas acções, de actuação e de informatização relacionadas com a melhoria das condições do traoalho, nos domínios da higiene e segurança.
A esta dotação acrescem montantes significativos financiados através de recursos próprios, designadamente no caso do EEFP e através do Orçamento da Segurança Social.
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
O esforço financeiro nacional de 43 m.c conjuntamente com cerca de 18 m.c. de | financiamento comunitário viabllizáralum mvêsfimentò total da ordem de 61 m.c. |
Nos Ensinos Básico e Secundário, continuará o desenvolvimento de infraestruturas, | nomeadamente instalações, apetrechamento, conservação e remodelação de escolas e de fl áreas laboratoriais. São também de significativa importância as acções no âmbito do | ensino profisskmai de modo a consolidar e desenvolver a actual rede de escolas profissionais, através da criação e apetrechamento de novas escolas e reequipamento das existentes.
Os recursos para o Ensino Superior (Universitário e Politécnico), visam sobretudo a construção; beneficiação e equipamento de mfia-estruturas.
IAo nível do Ensino Superior Politécnico, destaca-se o início ou conclusão de diversas Escolas Superiores de Tecnologia e Gestão, nomeadamente dos Institutos Politécnicos de I Bragança, Castelo Branco, Leiria, Portalegre, Tomar e Viseu, bem como dos investimentos no Instituto Superior de Contabilidade e Administração e no Instituto | Superior de Engenharia do Instituto Politécnico do Porto. j
No âmbito do Ensino Superior Universitário refira-se as acções incluídas nos projectos da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, da Unidade de Engenharia - 2* fase do Pólo de Braga da Universidade do Minho, da Faculdade de
fl Ciências e Tecnologia da UNL, do ISEG e as novas instalações do Alto da Ajuda da
I UTL, bem como da Faculdade de Letras da Universidade, do Porto.
Relativamente ao Ensino Superior destaca-se ainda o investimento afecto à construção e fl recuperação de residências, cantinas e outros equipamentos e apoios de carácter social.
fl De referir os investimentos nas áreas da Educação Especial, e das infra-estruturas fl desportivas, designadamente, as destinadas a alunos do 2° e 3* cicios e a construção do } complexo de piscinas para alta competição, no Jamor.
MINISTÉRIO DA SAÚDE
O valor de 42 m;c (27 m.c. de financiamento nacional e 15 m.c. de financiamento Q comunitário) permitirá investimentos em que tem forte peso a construção/apetrechamento de novos Hospitais Distritais - Leiria, Matosinhos, Dr Fernando da Fonseca - Amadora/Sintra, Viseu, Cova da Beira, Vale de Sousa, Tomar, Santa Maria da Feira, Torres Novas, Barlavento Algarvio, Lamego e ampliação do de Setúbal. 1
Será possível proceder a intervenções de ampliação/apetrechamento em 40 Hospitais | Distritais e no Centro Hospitalar das Caldas da Rainha, prevendo-se a conclusão de 13 | bem como do Sanatório de Torres de Vedras; igualmente se prevêem investimentos em 21 f
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Hospitais e Maternidades Centrais e no Centro Materno Infantil do Norte e Instituto de Oftalmologia Gama Pinto.
Assume ainda significado neste sector a continuação das acções de construção, ampliação e beneficiação envolvendo 58 Centros de Saúde e Extensões.
A formação na área da saúde beneficiará da construção/apetrechamento das Escolas de Enfermagem (Viana do Castelo, Faro e Artur Ravara em Lisboa) e da Escola Técnica do Serviço de Saúde de Lisboa.
Refira-se também a atribuição de verbas ao Instituto Português de Sangue, Serviços de Saúde Mental, Centros de Histocompaubilidade e aos Institutos de Oncologia.
Iniciar-se-á a construção das centrais de incineração de resíduos sólidos hospitalares de Lisboa e Porto, a co-financiar no âmbito do programa ENV1REG.
MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES
O valor de 209,7. m.c. (131.5 mc. de financiamento nacional e cerca de 78 mc. de financiamento comunitário) permitirá investimentos em que tem forte peso as verbas a afectar à JAE que atingirão cerca de 122 m.c. (80.8 m.c. de esforço orçamental) assegurando as principais intervenções na modernização da rede fundamentai: JJPlfPonte do Freixo e acessos; acessos à Ponte de Valença), JJP2 (Soalheira-Castelo Branco; beneficiação EN256 - Vidigueira; Túnel da Gardunha), JP3 (Figueira da Foz-Santa Eulália; Raiva-Gestosa; Fail-IP5), IP4 (Bragança-Quintanilha; Vila Real-Vila Verde; Vila Verde-Franco), IP6 (Alcanena-Atalaia; Atalaia-Abrantes; Abrantes-Mouriscas), JP7 (Vila Boim-Caia); na modernização da rede complementar - IC1 (Variante das Caldas da Rainha), IC2 ( Var.ENIO; Viadouros-Landiosa; Quebradas-Asseiceira), IC5 (Variante de Fafe), IC7 (Raiva-Catraia dos Poços), IC8 (Sertã-Proença-a-Nova; Pombal-Auto Estrada), IC10 (Santarém-Auto Estrada), IC13 (Ponte de Sôr- Alter do Chão), IC16 (Ranholas-Lourel; Radial da Pontinha), IC17-CRIL (Alto do Duque-Buraca; Pontinha-Olival de Basto), IC22 (Radial de Odivelas) e IC24 (Via Rápida de Matosinhos).
Para a Ferrovia, prevê-se um montante da ordem dos 59 m.c.(cerca de 33,5 m.c. de fundos comunitários) que permitirão investimentos da CP nas linhas do Norte e Beira Alta, Itinerário dos Granéis Sólidos e Terminal da Bobadela.
Permitirá também o desenvolvimento dos projectos da Linha de Sintra, Ramal de, Alcântara e Linha do Oeste assim como do eixo ferroviário Norte-Sul da responsabilidade do GNFL.
Relativamente ao GNFP, os principais projectos a desenvolver são a Estação de C ontumil; Troço Campanhã^ Contumil e Ramal de Leixões.
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Para o sector da Habitação prevéase o montante de 19 m.c. (15,2 m.c. de esforço orçamental) para a renovação das zonas ocupadas por barracas no âmbito de acordos gerais de adesão com os Municipios das Areas Metropolitanas de Lisboa e Porto e a reabilitação de zonas degradadas nessas mesmas Áreas; possibilitará também acções de realojamento bem como a construção de habhações económicas a par da continuação do Programa RECRIA.
A restante dotação será dirigida em grande parte para a DGEMN a dispender na recuperação de edifícios públicos e na construção de quartéis e esquadras para as forças de segurança e ainda no Centro Cultural de Belém.
MINISTÉRIO DO COMÉRCIO E TURISMO
A verba de 13,2 m.c, em que se incluem 5,3 mede financiamento nacional, permitirá apoiar os programas "de Desenvòlvjmè^ Comércio e Serviços
(diversificação geográfica dos mercados de exportação, apoios a empresas para a sua internacionalização, promoção da imagem global de Portugal contemplando apoios quer a fundo perdido quer através de linhas de crédito protocoladas) e de Modernização do Comércio (através da aplicação de um sistema de incentivos), envolvendo montantes da ordem de 3,5 e 7 mc, respectivamente.
Nas acções não co-fuianciadas dever-se-à realçar, a intervenção do ICEP visando a Promoção Externa de Portugal (1,5 m.c.) e a canalização de verbas para a inventariação dos recursos turísticos, informatização de serviços e melhoria da informação
MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
Com uma capacidade de investimento de 32,8 m.c. dos quais 16 m.c. de financiamento nacional e o restante proveniente de fundos comunitários, neste Ministério assumem peso significativo os investimentos em aproveitamentos hidráulicos, designadamente os de Odeleite-Beüche, Odelouca-Funcho, Macedo de Cavaleiros, Baixo Mondego, Cova da Beira e lançamento do de Enxoé; em obras de saneamento básico (construção e ampliação de sistemas integrados de saneamento, nomeadamente os da Costa do Estoril, Bacia do Ave, Bacia do Trancão, Bacia de Alviela, Ria de Aveiro e Grande Porto); na construção e ampliação de sistemas multimunicipais de abastecimento de água em alta, nomeadamente no Grande Porto, na Grande Lisboa e Médio Tejo e Algarve.
Através de contratos-programa com a Administração Local serão também apoiados projectos de saneamento básico, em particular os que visem maximizar os investimentos multimunicipais.
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No domínio da conservação e vaiorízacão do património natural predominam acções ao âmbito das áreas protegidas de que se destacam a reflorestação e instalação de uma
rede-d©-vigjiância de fogos.
Na Pçratecçâo do Ambiente salienta-se a dotação a afectar ao Laboratório de Acreditação e Sistema Nacional e apoios a projectos regionais.
No âmbito da melb^ria>Jia,irj^cff. ambienf aMa .actúddade .produtiva salienta-se a concessão, em articulação com o PEDIP D, de subsídios às unidades industriais para a instalação de equipamentos de despoluição terminal de efluentes líquidos e gasosos e de resíduos sólidos.
Quanto a acções não ço-Shanciadas refira-se ainda a modernização das redes de meteorologia^ a instalação de Serviços e intervenções na área da defesa do consumidor
MINISTÉRIO DO MAE
Os recursos financeiros afectos a este ministério - 21*5 m>e dos quais 12,5 m.c. representam o esforço orçamental - contemplarão o sector portuário e de transportes marítimos e c sscior das pescas.
Quanto à modernização de infra-estruturas, instalações e equipamentos portuários
assumem particular relevo as grande reparações e obras complementares a infra-estruturas existentes sendo de salientar o projecto de prolongamento do cais do Terminal Norte do Porto de Aveiro, a conclusão das obras de regularização do Baixo Mondego integradas no programa de Melhoramento do Porto da Figueira da Foz, a concretização do plano de desenvolvimento do Porto de Sesimbra; a execução de dragagens de manutenção em Portos de Comércio, o aproveitamento e valorização da Ria de Alvor, a infra-estruturação básica de núcleos e docas de recreio e ainda a conclusão do projecto do terminal Roll-on Róil-offdaForcWW, em Setúbal da responsabilidade da APSS. j
Ainda cBs área portuária asas era acções vocacionadas para o apoio às pescas dever-se-ão referirasque ocorrerão no âmbito do Programa Melhoramento dos Portos Secundários ■- Pescas ©evolvendo intervenções relativas a grandes reparações.
Os apoios nacionais (sem ^-financiamento comunitário) à modernização da frota de Mítotaís de Comercie contarão com uma dotação de 0,7 m.c.
No sector das pesess será dada continuidade à execução dos regulamentos comunitários em vigor dando cumprimento a compromissos assumidos em anos anteriores e apoiando novos projectos, designadamente no âmbito do ajustamento e redimensionamento da frota
de pesca (adaptação^ c^
desenvolvimento da aquacultura; melhoria dá capacidade competitiva dá indústria f
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transformadora e eficacia dos circuitos de comercialização (reforço da competitividade da industria de conservas de peixe, divulgação e promoção dos produtos da pesca); reforço das infra-estruturas e equipamentos portuarios de apoio à pesca e da valorização social e profissional dos recursos humanos envolvidos no sector das pescas e actividades complementares.
Serão ainda concedidos apoios (não co-financiados) para a racíOMÜzaGio da exploração pesqueira (sobretudo para o segmento da frota artesanal), moderaszsçso ds Indústós de Conservas, desenvolvimento empresarial (apoio à constituição de um âutdo de capital de risco coma participação das organizações de produtores e das empresas de pesca e à criação de uma linha de crédito de apoio ao seu fiando de maneio) e a acções para a qualidade e regulação do mercado com o objectivo de reduzir os efeitos da sazonalidade da produção das principais espécies.
No ámbito da prospecção e investigação dos recursos raariísb©s serão desenvolvidas acções essencialmente pelo DPIMAR.
FUNDOS ESTRUTURAIS Evolução do QCA 1989-93
45. 1993 constitui o último ano de.execução .do QCA 1989-93 e consequentemente de conclusão das intervenções operacionais que o integram.
O balanço da execução do QCA revela-se altamente positivo prevendo-se que, no período em causa, sejam assumidos os compromissos financeiros na sua totalidade, as transferências correspondam a 85% do total previsto e a despesa pública efectiva co-financ/ada pelos fundos estruturais atinja 96%. Em 1994, quer as transferências, quer a despesa pública atingirão um grau de execução de 100%, conforme estabelecido nos regulamentos comunitários.
É de realçar que o QCA 1989-93 constitui a primeira experiência de execução programada das intervenções estruturais da Comunidade, facto que confere ainda maior significado aos resultados obtidos.
Balanço de execução do QCA I altamente positivo
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EVOLUÇÃO DOS FUNDOS ESTRUTURAIS
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
1992, valor máximo dos compromissos assumidos, com repercussões no volume de transferências comunitárias de 1993
No que se refere à execução das acções ao longo do período verifica-se que os compromissos atingiram o seu valor máximo no ano de 1992, o que corresponde, em termos relativos, a um maior volume de decisões de financiamento aprovadas, nesse ano, e que deram origem a um crescimento do montante das transferências comunitárias em 1993. Estes dois últimos anos correspondem deste modo ao período de maior absorção dos fundos comunitários.
QUADRO COMUNITÁRIO DE APOIO EXECUÇÃO
1989-1993 | 1993 | |||||
COMPRO- | TRANSFE- | DESPESA | COMPRO- | TRANSFE- | DESPESA | |
MISSOS | RÊNCIAS | PÚBLICA | MISSOS | RENCIAS | PUBLICA | |
FEDER | 872 | 745 | I4T2 | 243 | 230 | 549 |
FSE | 439 | 3*2 | 553 | 134 | 130 | 165 |
FEOGA | 248 | 2(3 | 303 | 64 | 50 | 82 |
LOA/PEDtP | 82 | 76 | 108 | 10 | 31 | |
TOTAL | 1641 | 13» | 2436 | 441 | 440 | 827 |
Relativamente ao FEDER, representando mais de 50% do total de fundos estruturais, verificou-se uma evolução semelhante à do total dos fundos estruwrcm, isto é, o ano de 1992 registou um valor máximo em termos de compromissos, dado que se tratou de um ano de lançamento de projectos cuja realização ocorreu este ano.
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O ano de 1993
46. No ano de 1993, foram assumidos os últimos compromissos do QCA, cerca de 440 milhões de contos; relativamente às transferências prevê-se um valor da mesma ordem de grandeza, (correspondendo a parte remanescente às subvenções finais a serem transferidas em 1994); quanto à despesa pública efectiva co-financiada pelos fundos estruturais, esta deverá ultrapassar 800 milhões de contos no corrente ano.
Fundos estruturais: contributo para o crescimento do produto de cerca de 0,3 pontos percentuais
O contributo dos fundos estruturais para o crescimento do PIB em 1993 deverá atingir 0,3%.
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Para além dos três fundos estruturais existentes, Portugal beneficiou também, em 1993, do apoio do Instrumento. Financeiro de Coesão (IFC), cuja negociação e aprovação ocorreu no Io trimestre permitindo, no cumprimento das conclusões do Conselho Europeu de Edimburgo, tendo entrado em vigor em 1 de Abril de 1993. O conjunto das candidaturas apresentadas até ao final do 3° trimestre totalizam 100 milhões de contos. As primeiras aprovações representaram 14 milhões de contos, esperando-se até final do ano cobrir o total do montante disponivel para Portugal - 50 milhões de contos - deslizando para 1994 as restantes candidaturas. Relativamente às transferências , prevê-se um montante de cerca de 25 milhões de contos, em 1993.
Apoio adicional no novo Instrumento Financeiro de Coesão, a partir do 2° trimestre
Transferências do BFC em 1993: cerca de 25 milhões
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Revisão dos regulamentos dos fundos estruturais e criação do IFOP
No ano de 1993 verificou-se a revisão dos regulamentos dos fundos estruturais (FEDER, FSE e FEOGA-O) e a criação de um novo instrumento financeiro - o Instrumento Financeiro de Orientação da Pesca (IFOP) - destinado a apoiar financeiramente as acções estruturais no sector da pesca.
EVOLUÇÃO DAS TRANSFERÊNCIAS
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Principais alterações:
• duplicação dos recursos em 1999
• simplificação de procedimentos
• alargamento de elegibilidades
• aumento da taxa de cofinanciamento
• maior exigência em matéria de controle e avaliação
As principais alterações introduzidas nos regulamentos dizem respeito à duplicação dos recursos em 1999 relativamente a 1992, à simplificação de procedimentos, de programação e execução, ao alargamento do âmbito de elegibilidade e ao aumento da taxa de cofinanciamento. Por outro lado, é feita uma maior exigência em matéria de controlo e avaliação e é dado maior ênfase ao acompanhamento físico das acções.
Os novos regulamentos entrada em vigor em 1 de Agosto de 1993 e enquadramento para a 2* geração de QCA
Os novos regulamentos entraram em vigor no dia 1 de Agosto de 1993 passando a constituir o enquadramento para a acção estrutural da Comunidade no período 1994-99, traduzida no estabelecimento de uma 2a geração de Quadros Comunitários de Apoio para os próximos seis anos.
O próximo Quadro Comunitário de Apoio
PDR: instrumento para a concretização 47. a base para a negociação do futuro QCA é o
das Opções Estratégicas plano de Desenvolvimento Regional 1994-99 que foi
apresentado, em 9 de Julho, pelo Governo Português à Comissão das Comunidades Europeias.
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O PDR dá resposta às Opções Estratégicas, definidas pelo Governo, de preparação de Portugal para o novo contexto eurooeu. oara a competição numa economia
Trata-se de documento de negociação dos apoios financeiros comunitários, pelo que apenas se reporta a uma parcela da actuação do Estado, no período em causa, assentando a sua estrtégia em dois pressupostos:
• a necessidade de basear o crescimento sustentado numa mudança na estrutura da economia e do emprego, mais compatível com a evolução nos mercados internacionais;
• a necessidade de dar maior significado às acções dirigidas à melhoria da qualidade de vida e que se concretizem em paralelo com as mudanças que assegurem a competitividade da economia.
As orientações de fundo do PDR são a redução do diferencial de desenvolvimento económico e social face aos países da Comunidade, mediante um crescimento mais acelerado do que a média comunitária, e a redução das assimetrias internas de desenvolvimento.
O PDR tem quatro grandes objectivos:
• Qualificar os recursos humanos e o emprego;
• Reforçar os factos de competitividade da economia;
• Melhorar a qualidade de vida e a coesão social;
• Fortalecer a base económica regional.
A operacionalização estratégica e programática desses objectivos é apresentada em quadro, no qual são também indicados os montantes financeiros envolvidos.
48. A negociação do QCA decorre em três planos distintos, a negociação do montante financeiro global que será atribuído a Portugal no período 1994-99; a discussão, ao nivel técnico, do conteúdo das diferentes áreas de actuação, à luz dos objectivos e das regras de aplicação da política estrutural
Negociação do QCA a três níveis:
• definição do montante financeiro global
• discussão técnica do conteúdo das áreas de actuação
• discussão dos mecanismos de transição
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comunitária, e, por último, a negociação do mecanismo de transição que se destina a apoiar o relançamento da economia comunitária, conforme acordado no Conselho Europeu de Copenhaga e que se traduz na posssibilidade de contracção de empréstimos junto da Comunidade, de modo a poder antecipar o financiamento de acções que, em principio, seriam realizadas posteriormente.
Isto significa que em termos meramente financeiros as negociações com a Comissão Europeia incidirão não apenas no volume plurianual de recursos comunitários a transferir para Portugal mas igualmente na sua distribuição anual, o que desde logo condicionará o calendário de execução das acções previstas no PDR.
O ano de 1994
49. As transferências financeiras da Comunidade no Transferências em 1994: cerca de 500
próximo ano estão portanto dependentes da evolução milhões de contos
das negociações do QCA prevendo-se, no entanto, que venha a ser atingido um montante da ordem dos SOO milhões de contos.
O fecho das negociações do QCA até ao final de 1993 viabilizará o lançamento das novas intervenções operacionais no inicio de 1994, conseguindo-se assim uma transição sem interrupções entre os dois QCA.
No arranque deste novo período de programação, com a grande dimensão dos meios envolvidos e para uma duração de seis anos, é oportuno proceder i definição de novas regras orientadoras para a promoção dos investimentos apoiados pelos fundos estruturais, que permitam:
• contemplar os aperfeiçoamentos que a experiência Novas regras para a promoção dos anterior aconselha; investimentos
• e introduzir parâmetros adicionais adaptados is novas prioridades, quer na área das elegibilidades quer nas técnicas ou procedimentos de
programação e orçamentação, e gestão, avaliação e controle.
No domínio das novas elegibilidades é de assinalar a abertura a quatro novos sectores fundamentais para o nosso processo de desenvolvimento:
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Novas elegibilidades • Ambiente - passa a beneficiar de uma intervenção
própria com montantes muito significativos;
• Renovação urbana - orientada para a resolução das carências das zonas mais degradadas das Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto;
• Saúde e exclusão social - que passam a constituir uma componente importante de intervenção na área social;
• Mundo rural - com uma intervenção de fundo especificamente orientada para os problemas de desenvolvimento das zonas rurais, numa óptica de integração e coordenação inter-sectorial.
Outra inovação importante é a reformulação Reformulação organizativa dos organizativa dos instrumentos de intervenção do novo
instrumentos de intervenção PDR, que envolve:
• a adopção de uma estrutura que permite que, para a maior parte dos sectores, regiões e prioridades, seja claramente enunciado o papel de cada fundo estrutural na estratégia delineada, aumentando a visibilidade das prioridades definidas;
• a significativa redução do número de programas operacionais, contribuindo assim para a melhoria do processo decisório e para a simplificação de procedimentos administrativos;
• a apresentação das acções das diferentes instituições de acordo com as competências e responsabilidades de cada nivel da Administração, aumentando com isso a transparência dos tipos de actuações;
• a criação de um novo espaço de articulação das intervenções sectoriais e regionais, nomeadamente à escala supra-municipal e regional, reforçando as condições de diálogo e parceria.
Novas regras de acesso aos recursos Sào ainda estabelecidas novas regras de. acesso aos
comunitarios recursos comunitários, que pretendem criar condições
de rigor acrescido na sua aplicação, designadamente.
• a afectação de meios tendo em atenção não apenas as prioridades identificadas mas também a avaliação das capacidades de auto-financiamento dos promotores, dada a necessidade de redução do défice orçamentai;
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• a utilização generalizada das taxas máximas de financiamento permitidas pelos regulamentos dos fundos estruturais, "poupando" sempre que possível o esforço orçamental interno;
• a reorientação qualitativa dos principais instrumentos de apoio ao investimento privado, através do recurso a novas formas de engenharia financeira que minimizem a participação de subvenções a fundo perdido;
• a opção por empreendimentos de escala superior à média actual, que garantam impactos económicos duradouros, estabelecendo-se que os projectos de infra-estruturas deverão, em regra, ter uma dimensão mínima de cinquenta mil contos;
• a melhoria da qualidade da programação e orçamentação de investimentos, criando as condições técnicas e organizativas necessárias à intensificação da actividade de avaliação prévia de projectos, nas ópticas de viabilidade económica (em construção e exploração), soluções técnicas de engenharia de acordo com padrões predeterminados (organização de espaços e materiais empregados), medições para orçamentos, auditoria energética, respeito pela legislação em matéria de ordenamento do território, etc.
Finalmente, no âmbito das estruturas de implementação, apontam-se os seguintes princípios globais.
• descentralização gradual das funções de gestão, dentro do aparelho do Estado ou mesmo, em alguns casos, com entidades externas de reconhecida credibilidade, baseada em sistemas de contratualização de deveres e obrigações;
• reforço da participação dos agentes económicos na implementação das intervenções, através de órgão próprios de acompanhamento da execução;
• valorização das funções de acompanhamento e avaliação, na dupla vertente de quantificação das realizações físicas e de análise sistemática dos impactos sócio-económicos esperados das intervenções estruturais;
• intensificação da acções de controle da aplicação dos recursos.
Princípios globais das estnituras de implementação
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ELEMENTOS INFORMATIVOS LINHAS BE ORIENTAÇÃO DOS PLANOS REGIONAIS
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REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES
O desenvolvimento económico e-serial >"da-'"Regiao'" -Autónoma dos Açores está estreitamente ligada ao desenvolvimento da base produtiva regional, com o aumento do produto interno e do emprego e a diversificação do padrão de produção, à promoção do factor humano através de acções nas áreas da educação, saúde, formação profissional e lazer, à defesa e valorização do património regional, através da confiança e reforço da identidade cultural da região, à modernização das infra-estruturas de desenvolvimento, peia melhoria da operacionalidade das redes de transporte, telecomunicações e energéticas.
Para concretização destes objectivos, são as seguintes as principais áreas de acção:
Dmamização da actividade económica Desenvolvimento dos recursos humanos Melhoria das infra-estruturas de transporte e energia Defesa do ambiente e promoção da qualidade de vida Modernização administrativa
Assim, em 1994, serão levadas a cabo as seguintes acções.
Dinamização da actividade económica
• concessão de apoios financeiros e de outra natureza a agentes privados e públicos, com vista ao fomento das actividades produtivas;
• criação de economias externas às empresas, através da dotação de infra-estruturas directamente ligadas às actividades, como são exemplo as zonas e parques industriais;
• realização de acções de promoção e comercialização diferenciada. Desenvolvimento dos recursos humanos
Melhoria do funcionamento e do grau de cobertura dos subsistemas de ensino, de formação profissional e de saúde;
construção, beneficiação e apetrechamento de infira-estruturas e equipamentos específicos;
criação de condições à fixação de pessoal especializado e concessão de subsídios a entidades e a particulares.
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Melhoria das infra-estruturas de transportes e energia Transportes
• Construção de novas estradas e beneficiação da rede existente;
• melhoria da operacionalidade dos portos e aeroportos, nomeadamente, o seu apetrechamento com equipamento adequado;
• apoios específicos às empresas públicas e privadas que operam no mercado dos transportes de mercadorias e passageiros.
Energia
• Melhoria do sistema de abastecimento energético de todas as Ilhas;
• aproveitamento dos recursos endógenos;
• melhoria da qualidade da oferta do subsistema eléctrico.
Defesa do ambiente e promoção da qualidade de vida
• Formulação correcta da politica social, de forma a promover-se um desenvolvimento harmonioso das condições de vida em todo o espaço regional. Face às necessidades ainda por satisfazer, o integral aproveitamento dos meios existentes e a procura das soluções mais adequadas à real dimensão dos problemas a resolver, são ideias chave a prosseguir neste domínio da política regional.
Modernização Administrativa
• Redução progressiva do peso da Administração Pública na vida colectiva e aumento da sua eficácia e produtividade.
REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA
A Região Autónoma da Madeú»*~\^^ País, devido
nomeadamente à reduzida dimensão e à localização geográfica que lhe confere um carácter marcadamente períféríco.
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Em consequência, os grandes objectivos de desenvolvimento da Região são o reforço do potencial económico, a valorização dos recursos humanos e melhoria da situação do emprego, a elevação do nivel de rendimento e melhoria da qualidade de vida da população, a protecção e melhoria da qualidade do ambiente e a redução das assimetrias intra-regjonais.
'Assim, as principais áreas de actuação são as seguintes:
• Construção de irifra-estiuturas avançadas de apoio ao desenvolvimento
• Desenvolvimento da indústria e do artesanato
• Valorização e aproveitamento do potencial do território
• Desenvolvimento agrícola e rural
• Modernização de pesca e desenvolvimento de actividades marinhas
• Formação profissional e valorização dos recursos humanos
• Protecção social e combate à exclusão
• Protecção do meio ambiente
• Habitação
• Desporto
As principais linhas de actuação em 1994 são as seguintes:
Construção de infra-estruturas avançadas de apoio ao desenvolvimento económico
• prosseguir a realização de infra-estruturas aeroportuárias tais como o aeroporto intercontinental da Madeira e a aerogare no Porto Santo e apoiar as políticas de transporte aéreo, que introduzam competitividade e melhoria de serviços nas ligações aéreas entre o arquipélago e o exterior;
• garantir a operacionalidade do Porto do Funchal e prosseguir a execução do Terminal Marítimo da Zona Franca Industrial no Caniçal;
• promover uma gestão mais racional dos transportes terrestres, principalmente no meio urbano, privilegiando o transporte público e melhorando as interfaces transporte público/privado e transporte público urbano/interurbano e, de um modo geral, a deslocação das pessoas na cidade;
• melhorar as ligações inter-urbanas e aos pontos de ligação com o exterior, designadamente através da construção da circular à cidade do Funchal e das vias rápidas no eixo Aeroporto-Ribeira Brava;
• melhorar a acessibilidade local, e garantir o transporte regular entre ilhas, quer de pessoas, a preços bonificados, quer de mercadorias, contribuindo para uma maior fixação das populações;
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• prosseguir o esforço de modernização das telecomunicações, particularmente no que respeita às infra-estruturas e serviços que apoiem actividades económicas e a sua internacionalização e que permitam o acesso à informação;
• garantir um aprovisionamento e abastecimento energético de qualidade, minimizando a forte dependência externa da Região, designadamente através da construção do "Aproveitamento de Fins Múltiplos da Ribeira dos Socorridos" - 2*. fase, a ampliação da capacidade de produção de energia eléctrica de origem térmica, das redes de distribuição e do transporte;
• reforçar e mobilizar as capacidades de investigação para a aquisição e endogeneização de tecnologias que permitam modernizar e diversificar o aparelho produtivo e assegurar a avaliação e conservação dos recursos naturais;
• dotar a Região de uma estrutura escolar que permita melhorar a cobertura nos vários graus de ensino;
• continuar a construção da Escola de Hotelaria da Madeira. Desenvolvimento da indústria e do artesanato
• Criar um ambiente favorável ao investimento na indústria tendente a aumentar a produtividade e a competitividade externa potenciadora do aproveitamento dos recursos endógenos, em particular da mão-de-obra;
• reestruturar o artesanato, sector já declarado em crise. Valorização e aproveitamento do potencial turístico
• Apoiar a desconcentração espacial e a diversificação da oferta e assegurar a promoção turística da Madeira, nomeadamente através da realização de uma Campanha de Imagem, da criação de material promocional, do apoio à promoção do "golf, da presença da Região nas feiras mais importantes;
• concretizar planos de urbanização em zonas turísticas tais como Reis Magos, Frente-Mar.
Desenvolvimento agrícola e rural
o Promover a melhoria e a diversificação da produção, designadamente pela introdução de alterações varietais e técnicas de cultivo de maior produtividade em culturas de grande valor económico, por um lado, e
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da substituição de culturas não rentáveis por outras alternativas mais ajustadas às necessidades de mercado e ás condições edafo-climáticas da Região;
• apoiar a concentração da oferta e promover a criação e racionalização de estruturas e circuitos de distribuição e comercialização dos produtos agrícolas, designadamente através do apoio às organizações associativas;
• criar infra-estruturas materiais e serviços de apoio à produção que contribuam para a dinamização da actividade agrícola, nomeadamente as envolventes da exploração e as de qualificação dos recursos humanos;
• incrementar a florestação com vista à produção de frutos secos, à produção de madeira e à utilização da floresta para fins múltiplos.
Modernização da pesca e desenvolvimento de actividades marinhas
• Reforçar a competitividade das estruturas de exploração, contribuir para a melhoria da segurança e das condições de trabalho a bordo e melhorar o aprovisionamento e a valorização dos produtos, bem como reforçar as infraestruturas terrestres de apoio à produção;
Formação profissional e valorização dos recursos humanos
• Melhorar o nivel de qualificação da população activa, transformando a formação profissional num processo de adaptação contínua da qualificação dos trabalhadores às necessidades decorrentes da modernização e dinamização da economia regional;
• incentivar a aquisição de formação profissional por parte dos activos potenciais;
• promover a integração profissional dos jovens e de outros grupos menos favorecidos no acesso ao emprego e incentivar a criação de novos postos de trabalho.
Protecção social e combate à exclusão
• Combate aos focos e manchas de pobreza, através da racionalização e coordenação intersectorial de esforços feitos com esse objectivo;
• redução das carências quantitativas e qualitativas no campo da segurança social, especialmente nas áreas da infância, juventude e terceira idade.
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Protecção do meio ambiente
• Melhorar o nível de atendimento em serviços de saneamento básico, designadamente através da criação de infra-estruturas de abastecimento de água, do alargamento e reabilitação das redes de drenagem e tratamento de esgotos, da recolha, tratamento e reciclagem de resíduos sólidos;
• estabelecer uma adequada utilização e protecção da orla costeira e proceder à consolidação de terrenos nas margens das ribeiras;
• promover a renovação urbana e recuperação paisagística;
Dinamização cultural
• Desenvolvimento de acções incidindo prioritariamente na conservação do património, no desenvolvimento museológico, na publicação de obras de autores madeirenses de reconhecido valor, no apoio às Instituições, Associações Culturais e Actividades de Animação Culturais com programa de Festivais, Concertos, Exposições e Concursos.
Habitação
• Prosseguir a promoção directa de habitação social, a aquisição de solos para habitação, e a construção de infra-estruturas e equipamentos complementares.
Desporto
• Estimular a formação desportiva como parte integrante da educação global dos jovens;
• prosseguir a política da construção de infraestruturas desportivas;
• promover a formação de quadros técnicos e agentes desportivos e apoiar o desporto de alta competição.
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SIGLAS
BCE Banco Centra) Europeu INA
B&S Bens e Serviço» INFOCID
CAE Classificação das Actividades Económicas INTERREG
CE Comunidade Europeia
CEFA Centro de Estudos de Formação Autárquica INTRASTA'
CERN Centre Europeen de Recherches Nucleaires _
D»
CIÊNCIA Programa Operacional Integrado de Criação de Infra-estruturas
Nacionais de Ciência, Investimento e Desenvolvimento
JAE
CNP Companhia Nacional de Petroquímica
CREP Circular Regional Externa do Porto JNICT
CRU Circular Regional Interna de Lisboa UPOR
CcfcT Ciência e Tecnologia _
MTC
EDM Empresa de Desenvolvimento Mineiro _
NATO
EDP Electricidade de Portugal
EEE Espaço Económico Europeu j^g]
EFTA European Free Trade Association (Associação Europeia de NUTE
Comércio Livre)
OCDE
EM Estados Membros
PAC
EMBO European Molecular Biology Organisation
PAJEP
ENATUR Empresa Nacional de Turismo
ESA European Space Agency (Agência Espacial Europeia) PALOP
ESO European Soulhtm Obstrvatory PDR
EUA Estados Unidos da América PEASE
EUROPOL Rede Europeia de Policia PECO
FBCF Formação Bruta de Capital Fixo PEDIP
FE Fundo» Estruturais PESC
FEDER Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional PIB
FEOGA Fundo Europeu de Orientação t Garantia Agrícola PIDDAC
FRJE Fundo de Reestruturação e Internacionalização Empresarial
FSE Fundo Social Europeu P,TIE
GATT General Agreemeni on Tariffs and Trade (Acordo Geral sobre PME
Pautas Aduaneiras e Comércio) PRAXIS
GB Grã-Bretanha PRODIBE
GDP Gás de Portuga!
GOP Grandes Opções do Plano PROFAP
lAPME! Instituto de Apoio ás Pequenas t Médias Emptesas Industriais „„
QCA
IC Itinerário Complementar
RÉGIS
ICCE Iniciativa Comunitária de Crescimento e Emprego
ICEP Investimentos, Comércio e Turismo de Portugal (ex-Instituto do RETEX
Comércio Extemo de Portugal) l&D Investigação e Desenvolvimento SIBR
1DT Investigação e Desenvolvimento Tecnológico SIFIT
IED Investigação. Experimentação e Demonstração SME
IFADAP Instituo Financeiro de Apoio ao Desenvolvimento da Agricultura e SN1G
Pescas
SPG
1FC Instrumento Financeiro de Coesão STRIDE
(FOP Instrumento Financeiro de Orientação da Pesca
IGAPHE Instituto de Gestão e Alienação do Património Habitacional do
Estado TUE
tM£ Instituto Monetário Europeu ITEM
Instituto Nacional de Administração
Sistema de Informação ao Cidadão
Programa Comunitário para as Zonas Fronteiriças Luso-Espanhotas
Sistema de Informação Estatística das Trocas de Bens entre os Estados-Membros da CE
Itinerário Principal
Instituições Particulares de Solidariedade Social
Junta Autónoma das Estradas
Junta Nacional de Investigação Cientifica e Tecnológica
Serviço InteimunicipaJizado de Tratamento de Lixos da Região do Porto
Mecanismo de Taxas de Câmbio
North Atlantic Treaty Organisation (Organização do Tratado do Atlântico Norte)
Novos Estados Independentes
Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatisticos Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico Politica Agrícola Comum
Programa de Apoio á Internacionalização de Empresas Portuguesas
Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa Plano de Desenvolvimento Regional Programa Especial de Apoio ao Sector Exportador Países da Europa Central e Oriental
Programa Especifico de Desenvolvimento da Indústria Portuguesa Politica Externa de Segurança Comum Produto Interno Bruto
Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central
Programa Integrado de Tecnologias de Informação e Electrónica
Pequenas e Médias Empresas
Programa que sucede ao CIENCIA
Programa de Desenvolvimento dás Indústrias de Bens de Equipamento
Programa Integrado de Formação para a Modernização da Administração Pública
Quadro Comunitário de Apoio
Programa Comunitário para o Desenvolvimento de Regiões Ultra-Periféricas
Programa de Iniciativa Comunitária relativo ás Regiões fortemente dependentes do Sector Têxtil/Vestuário
Sistema de Incentivos de Base Regional
Sistema de Incentivos Financeiros ao Investimento no Turismo
Sistema Monetário Europeu
Sistema Nacional de Informação Geográfica
Sistema de Preferências Generalizadas
Programa Comunitário para o Desenvolvimento das Potencialidades Regionais em matéria de Investigação. Tecnologia e Investigação
Tratado da União Europeia
União Económica e Monetária
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DECRETO N.9 1367VI
ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 1994
A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 164.°, alínea h), e 169.°, n.° 3, da Constituição, o seguinte:
CAPÍTULO I
Aprovação do Orçamento
Artigo 1.° Aprovação
1 — É aprovado pela presente lei o Orçamento do Estado para 1994, constante dos mapas seguintes:
a) Mapas i a viu, com o orçamento da administração central, incluindo os orçamentos dos serviços e fundos autónomos;
b) Mapa IX, com o orçamento da segurança social;
c) Mapa X, com as verbas a distribuir pelos municipios, nos termos da Lei das Finanças Locais;
d) Mapa XI, com os programas e projectos plurianuais.
2 — Durante o ano de 1994 o Governo é autorizado a cobrar as contribuições e impostos constantes dos códigos e demais legislação tributaria em vigor e de acordo com as alterações previstas na presente lei.
CAPÍTULO n
Disciplina orçamental
Artigo 2° Execução orçamental
1 — O Governo, bem como as autoridades das administrações regionais e locais, tomarão as medidas necessárias à rigorosa utilização e contenção das despesas públicas e ao controlo da sua eficiencia, de forma a alcançar as reduções dos défices orçamentais necessárias à satisfação dos critérios de convergência, que condicionam a utilização das verbas para Portugal do Fundo de Coesão, para além de assegurarem uma cada vez melhor aplicação dos recursos públicos.
2 — Os serviços dotados de autonomia administrativa e financeira deverão remeter ao Ministério das Finanças balancetes trimestrais que permitam avaliar a respectiva gestão orçamental, enviando também aos órgãos de planeamento competentes os elementos necessários à avaliação àã execução das despesas incluídas no Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Adtnitiis-iração Central (PIDDAC).
3 — A emissão de garantias a favor de terceiros pelos fundos e serviços autónomos e institutos públicos, quando
não se inclua na mera gestão corrente, depende da autorização prévia do Ministro das Finanças.
Artigo 3.° Aquisição e alienação de imóveis
1 — A dotação inscrita no capítulo 60 do Orçamento do Estado destinada à aquisição de imóveis para os serviços e organismos do Estado só pode ser reforçada com contrapartida em receita proveniente da alienação de outros imóveis do património público.
2 — A aquisição de imóveis pelos serviços e organismos dotados de autonomia financeira fica dependente de autorização do Ministro das Finanças e do ministro da tutela.
3 — Do total das receitas obtidas com a alienação de património do Estado afecto às Forças Armadas, 25 % constituirá receita do Estado, devendo o remanescente ser utilizado para constituição do capital inicial do Fundo de Pensões dos Militares e para despesas com a construção ou manutenção de infra-estruturas militares.
Artigo 4.° Cláusula de reserva de convergência
1 — Com o objectivo de garantir plenamente os limites das despesas previstas no Programa de Convergência Q2 e de dotar a gestão do PIDDAC da necessária flexibilidade, ficam desde já congelados 6 % da verba orçamentada no capítulo 50 de cada ministério ou departamento equiparado.
2 — Face à evolução que vier a verificar-se, o Governo decidirá se liberta a citada retenção orçamental, em que grau e com que incidência a nível dos ministérios, programas e projectos.
3 — O disposto nos números anteriores aplica-se à verba orçamentada em cada capítulo do orçamento do Ministério da Defesa Nacional para a Lei de Programação Militar, sem prejuízo do disposto no n.° 4 do artigo 4.° da Lei n.° 1/85, de 23 de Janeiro.
Artigo 5.° Alterações orçamentais
Na execução do Orçamento do Estado para 1994, fica o Governo autorizado a:
1) Efectuar a transferência das dotações inscritas a favor dos serviços que sejam deslocados do centro para a periferia e de um ministério para outro ou de um departamento para outro dentro do mesmo ministério, durante a execução orçamental, ainda que a transferência se efectue com alteração da designação do serviço;
2) Proceder à integração nos mapas i a iv do Orçamento do Estado das receitas e despesas dos
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cofres do Ministério da Justiça, com vista à plena realização das regras orçamentais da unidade e universalidade e do orçamento bruto;
3) Proceder às alterações nos mapas V a viu do Orçamento do Estado, decorrentes da criação do Fundo para as Relações Internacionais do Ministério dos Negócios Estrangeiros;
4) Proceder às alterações nos orçamentos dos organismos com autonomia financeira discriminados nos mapas V a vin que não envolvam recurso ao crédito que ultrapasse os limites fixados nos artigos 64.° e seguintes, e nos termos do artigo 20.° da Lei n.° 6/91, de 20 de Fevereiro;
5) Integrar nos orçamentos para 1994 do Ministério das - Obras Públicas, Transportes e Comunicações os saldos das dotações não utilizadas do capítulo 50 dos orçamentos para 1993 dos Gabinetes dos Nós Ferroviários de Lisboa e do Porto;
6) Transferir verbas do Programa TELEMA-TIQUE, inscritas no capítulo 50 do orçamento do Ministério do Planeamento e da Administração do Território, para o orçamento de entidades da Presidência do Conselho de Ministros e dos Ministérios da Administração Interna, das Finanças, da Justiça, dos Negócios Estrangeiros, da Indústria e Energia, da Educação, das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, da Saúde, do Emprego e da Segurança Social e do Mar, quando respeitem a despesas relativas à contrapartida nacional de projectos abrangidos pelo referido programa a cargo dessas entidades;
7) Transferir verbas do Programa PRISMA, inscritas no capítulo 50 do orçamento do Ministério do Planeamento e da Administração do Território, para os orçamentos de entidades do Ministério da Indústria e Energia, quando respeitem a despesas relativas à contrapartida nacional de projectos abrangidos pelo Programa PRISMA a cargo dessas entidades;
8) Transferir verbas do Programa RETEX, inscritas no capítulo 50 do Ministério do Planeamento e da Administração do Território, para o orçamento de entidades dos Ministérios da Indústria e Energia e do Comércio e Turismo, quando respeitem a despesas relativas à contrapartida nacional de projectos abrangidos pelo Programa RETEX a cargo dessas entidades;
9) Transferir verbas do Programa Ciência O, inscritas no capítulo 50 do Ministério do Planeamento e da Administração do Território, para o orçamento de entidades da Presidência do Conselho de Ministros e dos Ministérios da Indústria e Energia, da Agricultura, da Educação, da Saúde, do Ambiente e Recursos Naturais e do Mar, quando respeitem a despesas relativas à contrapartida nacional de projectos abrangidos pelo Programa Ciência II a cargo dessas entidades;
10) Transferir verbas do programa «Contratos de modernização administrativa», inscritas no capítulo 50 do orçamento dos Encargos Gerais da Nação, para os orçamentos de entidades de ou-
tros ministérios, quando se trate de financiar através dessas entidades projectos abrangidos por aquele programa;
11) Transferir verbas do Programa PROFAPII, inscritas no capítulo 50 do orçamento dos Encargos Gerais da Nação, para o orçamento de entidades de outros ministérios, quando respeitem a despesas relativas à contrapartida nacional de projectos abrangidos pelo Programa PROFAP JJ a cargo dessas entidades;
12) Transferir verbas do PEDJP II e PDR —Energia, inscritas no capítulo 50 do orçamento do Ministério da Indústria e Energia em transferências para o IAPMEI e DGE, para os orçamentos de outras entidades do mesmo Ministério, quando se trate de financiar, através destas entidades, projectos abrangidos por aqueles programas especiais aprovados pelas Comunidades Europeias;
13) Transferir para a ANA, E. P., até ao montante de 520 000 contos destinado ao financiamento de infra-estruturas de longa duração nas Regiões Autónomas, a dotação inscrita para o efeito no capítulo 50 do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações;
14) Transferir para a CP, até ao montante de 8,5 milhões de contos destinados ao financiamento de infra-estruturas de longa duração, a dotação inscrita para o efeito no capítulo 50 do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações;
15) Transferir do orçamento dos Encargos Gerais da Nação as verbas de 1,250 e 1,750 milhões de contos, respectivamente, para a Fundação das Descobertas e para Lisboa — Capital Europeia da Cultura 94;
16) Tendo em vista as características dos programas com co-financiamento comunitário, bem como do Programa de Desenvolvimento Regional Integrado de Trás-os-Montes (PDRTTM), e com o objectivo de que não sofram qualquer interrupção por falta de verbas, transferir para o orçamento de 1994, nomeadamente para programas de idêntico conteúdo ajustados ao Quadro Comunitário de Apoio 1994-1999, os saldos das suas dotações constantes do orçamento do ano económico anterior, devendo, para o efeito, os serviços simples, com autonomia administrativa e com autonomia administrativa e financeira, processar folhas de despesa e requisição de fundos pelo montante daqueles saldos e pedir a sua integração até 30 de Março de 1994;
17) Transferir verbas do programa «Melhoria do impacte ambiental da actividade produtiva», inscritas no capítulo 50 do orçamento do Ministério do Ambiente e Recursos Naturais, para os orçamentos de entidades do Ministério da Indústria e Energia, quando se trate de financiar através dessas entidades acções abrangidas por aquele programa;
18) Realizar despesas pelo orçamento da segurança social, até ao acréscimo estritamente necessário, a título de comparticipação portuguesa nos projectos
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apoiados pelo Fundo Social Europeu, por compensação das verbas afectas à rubrica «Transferências correntes» para emprego, formação profissional, higiene, saúde e segurança no trabalho;
19) Efectuar por antecipação o pagamento de despesas, com compensação em receita a reembolsar pelas Comunidades Europeias, dos serviços simples e com autonomia administrativa, no âmbito dos projectos abrangidos pelos programas do l.° Quadro Comunitário de Apoio;
20) Transferir verbas do programa «Modernização do comércio», inscritas no capítulo 50 do Orçamento do Ministério do Comércio e Turismo, para o IAPMEI, quando respeitem a despesas relativas à contrapartida nacional de projectos abrangidos pelo referido programa a cargo daquele organismo.
CAPÍTULO III Recursos humanos
Artigo 6.° Regime jurídico
Prosseguindo na via de aperfeiçoamento e modernização do regime jurídico da função pública, fica o Governo autorizado a legislar de modo a:
a) Aperfeiçoar o Decreto-Lei n.° 265/88, de 28 de Julho, no sentido de permitir aos dirigentes dos serviços e organismos públicos especificar, nos avisos de abertura dos concursos para lugares de ingresso, as habilitações legais que considerem adequadas ao exercício das funções correspondentes ao lugar a prover,
b) Alterar o Decreto-Lei n.° 497/88, de 30 de Dezembro, no que se refere às condições para recuperação de vencimento de exercício perdido, previsto no artigo 27.°, no sentido de poderem ser valorados outros factores para além da classificação de serviço, bem como alargar o prazo contido no n.° 1 do artigo 80.°, para os casos de exercício de funções a título precário e com carácter experimental.
Artigo 7.°
Relevância das remunerações para a aposentação
Os artigos 13.° e 47.° do Estatuto da Aposentação, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 498/72, de 9 de Dezembro, com a alteração que lhe foi introduzida pela Lei n.° 30-C/92, de 28 de Dezembro, passam a ter a seguinte redacção:
Artigo 13.°
Regularização e pagamento de quotas
1 —.........................................................................
2 —.........................................................................
3—.........................................................................
4 — Para efeitos de contagem de tempo de reforma,
os trabalhadores bancários no activo poderão proceder, a seu pedido, a descontos para a Caixa Geral de Aposentações respeitantes ao período em que prestaram
serviço militar, aos quais será aplicada uma taxa de 2%, por motivo de tais deduções prestacionais não lhes conferirem a aquisição de quaisquer direitos em matéria de aposentação e sobrevivência no âmbito da Caixa Geral de Aposentações.
Artigo 47.°
Remuneração mensal
í—.....................................................................
2 —.........................................................................
3 —.........................................................................
4 —........................................................".................
5 — Nos casos em que a média das remunerações previstas na alínea b) do n.° 1, adicionada da remuneração estabelecida na alínea a) do mesmo número, exceda a remuneração base legalmente fixada para o cargo de Primeiro-Ministro, será a remuneração mensal relevante reduzida até ao limite daquela.
Artigo 8.°
Subvenção mensal vitalícia prevista na Lei n.° 49/86, de 31 de Dezembro
A subvenção mensal vitalícia prevista no artigo 11.° da Lei n.° 49/86, de 31 de Dezembro, e demais legislação complementar, poderá ser requerida sem limite de prazo.
CAPÍTULO IV
Finanças locais
Artigo 9.° Fundo de Equilíbrio Financeiro
1 — O montante global do Fundo de Equilíbrio Financeiro é fixado em 194,4 milhões de contos para o ano de 1994.
2 — As transferências financeiras a que se refere o número anterior são repartidas entre correntes e de capital, na proporção de 58,9% e 41,1%, respectivamente.
3—No ano de 1994 todos os municípios manterão o valor nominal do Fundo de Equilíbrio Financeiro recebido no ano anterior.
4 — O montante global a atribuir a cada município no ano de 1994 é o que consta do mapa x em anexo.
5 — No ano de 1994 e para efeitos do disposto no n.° l do artigo 3.° da Lei n.° 1/87, de 6 de Janeiro, o financiamento de novas competências a cometer eventualmente aos municípios será assegurado através das dotações inscritas nos orçamentos dos diversos departamentos ministeriais ou equiparados que se achavam afectas aos domínios que passam para a responsabilidade dos municípios.
Artigo 10.°
Regularização das dívidas dos municípios a Electricidade de Portugal (EDP)
1 — Fica o Governo autorizado, nos termos do Decreto-Lei n.° 103-B/89, de 4 de Abril, e no caso dos municí-
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pios que não hajam celebrado com a EDP acordos de regularização da dívida reportada a 31 de Dezembro de 1988 ou não estejam a cumprir acordos celebrados, a proceder à retenção dos montantes seguidamente discriminados:
a) Até 50% do acréscimo, verificado em 1994 relativamente a 1993, da receita do imposto municipal de sisa respeitante às transacções ocorridas na área do município devedor;
b) Até 10% das verbas do Fundo de Equilíbrio Financeiro referentes ao município devedor.
2 — Os encargos anuais de empréstimos cujo produto se destina exclusivamente ao pagamento à EDP das dívidas contraídas pelos municípios devedores para com aquela empresa não relevam para os limites do n.° 6 do artigo 15.° da Lei n.° 1/87, de 6 de Janeiro.
Artigo 11.°
Juntas de freguesia
No ano de 1994 será inscrita no orçamento do Ministério do Planeamento e da Administração do Território uma verba no montante de 305 000 contos destinada ao financiamento da construção, reparação e aquisição de sedes de juntas de freguesia para a satisfação dos compromissos assumidos e a assumir.
Artigo 12.°
Finanças distritais
Será inscrita no orçamento do Ministério do Planeamento e da Administração do Território a importância de 10 000 contos destinada ao financiamento dos encargos inerentes ao funcionamento dos serviços que as assembleias distritais vinham prosseguindo e relativamente aos quais não foi ainda possível a plena concretização do seu processo de transferência para a dependência e a tutela da administração central.
Artigo 13.°
Auxilios nnanceiros as autarquias locais
No ano de 1994 será inscrita no orçamento do Ministério do Planeamento e da Administração do Território uma verba de 150 000 contos, destinada a apoiar financeiramente â elaboração dos planos directores municipais e à concessão de outros auxílios financeiros às autarquias locais, nos termos do Decreto-Lei n.° 363/88, de 14 de Outubro.
Artigo 14.°
Cooperação técnica e financeira
Será inscrita no orçamento do Ministério do Planeamento e da Administração do Território uma verba de 1,7 milhões de contos destinada ao financiamento de projectos das autarquias locais no âmbito da celebração de contratos-programas e de acordos de colaboração, nos termos do Decreto-Lei n.° 384/87, de 24 de Dezembro.
Artigo 15.° Áreas metropolitanas
No ano de 1994 será inscrita no orçamento do Ministério do Planeamento e da Administração do Território uma verba de 35 000 contos destinada à instalação das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, sendo de 20 000 contos a verba destinada à área metropolitana de Lisboa e de 15 000 contos a destinada à do Porto.
Artigo 16.°
Apoio dos gabinetes de apoio técnico às autarquias
No ano de 1994 será retida a percentagem de 0,25% do Fundo de Equilíbrio Financeiro, que será inscrita no orçamento das comissões de coordenação regional e destinada especificamente a custear as despesas com o pessoal técnico dos gabinetes de apoio técnico (GAT).
Artigo 17.°
Produto da cobrança da taxa devida pela primeira venda de pescado
Em cumprimento do estabelecido na alínea f) do artigo 4.° da Lei n.° 1/87, de 6 de Janeiro, a Docapescas, Portos e Lotas, S. A., ou qualquer entidade substituta, entregará 2% do produto da cobrança da taxa devida pela primeira venda do pescado aos municípios na área dos quais a referida taxa seja cobrada e desde que a respectiva lota não esteja instalada em área sob jurisdição de autoridade portuária autónoma.
Artigo 18.°
Quotização para a Caixa Geral de Aposentações
As transferências do Orçamento do Estado para as autarquias locais a título de Fundo de Equilíbrio Financeiro servirão de garantia relativamente às dívidas constituídas a favor da Caixa Geral de Aposentações, no âmbito da contribuição para o financiamento dos sistemas de aposentação e sobrevivência estabelecida pelo artigo 56.° da Lei n.° 114/88, de 30 de Dezembro.
CAPÍTULO V Segurança social
Artigo 19.°
Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Sociai
A receita proveniente da alienação de bens imobiliários da segurança social é consignada ao Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social, ficando o Governo autorizado a proceder à transferência das verbas, ainda que excedam o montante orçamentado.
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Artigo 20.°
Saldos de gerência do Instituto do Emprego e Formação Profissional
Os saldos de gerência constituídos ou a constituir a que se refere o n.° 2 do artigo 26.° do Estatuto do Instituto do Emprego e Formação Profissional, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 247/85, de 12 de Julho, serão transferidos para a segurança social e constituirão dotação inscrita como receita no respectivo orçamento.
Artigo 21.°
Contribuições previstas no artigo 19.° do Decreto-Lei n.° 140-D/86
O artigo 19.° do Decreto-Lei n.° 140-D/86, de 14 de Julho, passa a ter a seguinte redacção:
Art. 19.° Das contribuições arrecadadas por força do presente diploma, constituem receitas próprias:
a) Do Instituto do Emprego e Formação Profissional, destinada à política de emprego e formação profissional, uma percentagem de 4,8%;
b) Do Instituto de Desenvolvimento e Inspecção das Condições de Trabalho, destinada à política de higiene, segurança e saúde no trabalho, uma percentagem de 0,2%.
CAPÍTULO VI Impostos directos
Artigo 22.°
Imposto sobre o rendimento das pessoas singulares (IRS)
l—Os artigos 3.°, 6.°, 10.°, 17.°, 25.°, 26.°, 40.°, 51.°, 54.°, 55.°, 58.°, 60.°, 71.°, 74.°, 80.°, 85.°, 93.° e 94." do Código do IRS, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 442-A/88, de 30 de Novembro, passam a ter a seguinte redacção:
Artigo 3.° Rendimentos da categoria B
1 —.........................................................................
2 —.........................................................................
3—.........................................................................
4 —.........................................................................
5—.........................................................................
a) As importâncias devidas a título de indemnização conexas com a actividade exercida
ou com a mudança do local do respectivo exercício;
b) ......................................................:...............
c) ......................................................................
6 —.........................................................................
7—.........................................................................
Artigo 6.° Rendimentos da categoria E
1 —.........................................................................
a) ...................■...................................................
b)......................................................................
c) .....................'.................................................
d) ......................................................................
e) ......................................................................
f).....................................................................
■g) .......................................................................
h) ......................................................................
(') O valor atribuído aos associados em resultado da partilha que, nos termos do artigo 67." do Código do IRC, seja considerado rendimento de aplicação de capitais, bem como o valor atribuído aos associados na amortização de partes sociais sem redução de capital;
j) ......................................................................
0 .................•......................•.............................
«).......................................................................
«) ......................................................................
o)......................................................................
2—.......................................:.................................
3 —.........;...............................................................
Artigo 10.° Rendimentos da categoria G
1 —.........................................................................
a) .......................................................................
b) Alienação onerosa de partes sociais, incluindo a sua remissão e amortização com redução de capital, e de outros valores mobiliários;
c) ......................................................................
d) ......................................................................
2—.........................................................................
3—.........................................................................
4—.........................................................................
5 —.........................................................................
6—.........................................................................
7—.........................................................................
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8—.........................................................................
9—.........................................................................
10—.......................................................................
Artigo 17.° Rendimentos obtidos em Portugal
1 —.........................................................................
2 —.........................................................................
3 — É aplicável ao IRS o disposto nos n.05 4, 6, 7, 8 e 9 do artigo 4." do Código do IRC, com as necessárias adaptações.
Artigo 25.° Rendimento do trabalho dependente: deduções
1 — Aos rendimentos brutos da categoria A de-duzir-se-ão, por cada titular que os tenha auferido, 65 % do seu valor, com o limite de 416 000$.
2—.........................................................................
3—.........................................................................
Artigo 26.° Rendimento do trabalho independente: deduções
1 —.........................................................................
a) ......................................................................
b) ......................................................................
c) Amortização de instalações e equipamentos, incluindo a dos bens objecto de locação financeira, bem como das grandes reparações neles efectuadas;
d) Prestações pagas por força de contratos de locação financeira imobiliária ou mobiliária, com excepção da parte destinada a amortização financeira;
e) ......................................................................
f) ......................................................................
8) ......................................................................
*) ......................................................................
0 ......................................................................
y) ......................................................................
o ......................................................................
m) ......................................................................
«) ......................................................................
o) ......................................................................
P) ......................................................................
q) ......................................................................
2—.........................................................................
3—.........................................................................
4—.........................................................................
5—.........................................................................
6—.........................................................................
7—.........................................................................
Artigo 40.° Deduções
1 — Aos rendimentos brutos referidos no artigo 9.° deduzir-se-ão as despesas de manutenção e de conservação que incumbam ao sujeito passivo, por ele sejam suportadas e se encontrem documentalmente provadas.
2 — No caso de fracção autónoma de prédio em regime de propriedade horizontal, deduzir-se-âo também os encargos de conservação, fruição e outros que, nos termos da lei civil, o condómino deva obrigatoriamente suportar, por ele sejam suportados e se encontrem documentalmente provados.
3 — (Anterior n." 5.)
Artigo 51.° Pensões
1 — Os rendimentos da categoria H de valor igual ou inferior a 1 200 000$, por cada titular que os tenha auferido, são deduzidos pela totalidade do seu quantitativo.
2 — Se o rendimento anual, por titular, for superior ao valor referido no número anterior, a dedução é igual ao montante nele fixado.
3 — O limite previsto no n.° l será elevado em 30% quando se trate de titular cujo grau de invalidez permanente, devidamente comprovado pela entidade competente, seja igual ou superior a 60 %.
4 — Para rendimentos anuais, por titular, de valor anual superior ao vencimento base anualizado do cargo de Primeiro-Ministro, a dedução é igual ao valor referido nos n.08 1 ou 3, consoante os casos, abatido, até à sua concorrência, da parte que excede aquele vencimento.
Artigo 54.° Dedução de perdas
1
2 — O resultado líquido negativo apurado nas categorias B, C, D e F, bem como a percentagem do saldo negativo a que se refere o n.° 2 do artigo 41.°, só poderão ser reportados aos cinco anos seguintes àquele a que respeitam, deduzindo-se aos rendimentos líquidos da mesma categoria ou à percentagem do saldo positivo apurado entre as mais-valias e as menos-valias realizadas no ano em causa, de harmonia com a parte aplicável do artigo 46.° do Código do IRC.
3 — (Anterior n." 4.)
Artigo 55.°
Abatimentos ao rendimento líquido total
1 — Para apuramento do rendimento colectável dos sujeitos passivos residentes em território porfu-
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guês, à totalidade dos rendimentos líquidos determinados nos termos das secções anteriores abater-se--ão, desde que devidamente comprovadas:
a) ......................................................................
b) ......................................................................
c) ......................................................................
d) ......................................................................
e) ......................................................................
f) ......................................................................
8) ......................................................................
h) ......................................................................
0 ......................................................................
2 — Os abatimentos previstos nas alíneas c), d), f) e i) do número anterior não podem exceder 145 500$, tratando-se de sujeitos passivos não casados ou separados judicialmente de pessoas e bens, ou 291 000$, tratando-se de sujeitos passivos casados e não separados judicialmente de pessoas e bens, sem prejuízo do disposto nas alíneas seguintes:
a) São elevados, respectivamente, para 166 500$ ou 333 000$, desde que a diferença resulte de encargos com os prémios de seguros, de contribuições para sistemas facultativos de segurança social susceptíveis de abatimento nos termos deste artigo ou do pagamento de propinas pela inscrição anual nos cursos das instituições do ensino superior;
b) São elevados, respectivamente, para 239 000$ ou 385 000$, desde que a diferença resulte dos encargos previstos na alínea i) do número anterior.
3 — Os abatimentos referidos na alínea e) do n.° 1 não podem exceder 270 500$.
4—.........................................................................
5 —.........................................................................
6—.........................................................................
Artigo 58.° Dispensa de apresentação de declaração
1 — .........................................................................
a) ......................................................................
b) ......................................................................
c) Apenas tenham auferido rendimentos de pensões de montante inferior a 1 650 000$, no seu conjunto, quando casados e não separados judicialmente de pessoas e bens, e a 1 490000$, nos restantes casos e sobre os mesmos não tenha incidido retenção na fonte;
d) ......................................................................
2—.........................................................................
3 —.........................................................................
Artigo 60.° Prazo de entrega das declarações
1 —.........................................................................
o) De 1 de Fevereiro até 15 de Março, a declaração modelo n.° I;
b) De 16 de Março até ao fim do mês de Abril, a declaração modelo n.° 2.
2—.........................................................................
Artigo 71.° Taxas gerais
1 — As taxas do imposto são as constantes da tabela seguinte:
Rendimento colectável (como») | Taxa (percentagem) | |
Normal (A) | Média (B) | |
Até 930.................................................. | 15 | 15 |
De mais de 930 até 2170..................... | 25 | 20,714 |
De mais de 2170 até 5570 ................... | 35 | 29,453 |
40 | - |
2 — O quantitativo do rendimento colectável, quando superior a 930000$, será dividido em duas partes: uma, igual ao limite do maior dos escalões que nele couber, à qual se aplicará a taxa da coluna (B) correspondente a esse escalão; outra, igual ao excedente, a que se aplicará a taxa da coluna (A) respeitante ao escalão imediatamente superior.
Artigo 74.° Taxas liberatórias
1 —.........................................................................
2 — São tributados à taxa de 25 %, com excepção dos rendimentos previstos na alínea c), que são tributados à taxa de 35 %:
a) ......................................................................
b) ......................................................................
c) ......................................................................
d) ......................................................................
e) ......................................................................
f) ......................................................................
8) ......................................................................
3 —.........................................................................
4—.........................................................................
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
5—.........................................................................
6—.........................................................................
7—.........................................................................
Artigo 80.° Deduções à colecta
I — À colecta do IRS devido por sujeitos passivos residentes em território português e até ao seu montante serão deduzidos:
á) 30 100$ por cada sujeito passivo não casado ou separado judicialmente de pessoas e bens;
b) 22 800$ por cada sujeito passivo casado e não separado judicialmente de pessoas e bens;
c) 16 500$ por cada dependente que não seja sujeito passivo deste imposto.
2—.........................................................................
3—.........................................................................
4—.........................................................................
5—.........................................................................
6—.........................................................................
7 —.........................................................................
8—.........................................................................
Artigo 85.° Revogação
1 — Sempre que, por motivos imputáveis aos serviços ou por duplicação de colecta, da liquidação tenha resultado imposto superior ao devido, proce-der-se-á à revogação total ou parcial daquela.
2—.........................................................................
3 —.........................................................................
Artigo 93.° Retenção na fonte — remunerações não fixas
1 — As entidades que paguem ou coloquem à disposição remunerações de trabalho dependente que compreendam, exclusivamente, montantes variáveis devem, no momento do seu pagamento ou colocação à disposição, reter o imposto de harmonia com a seguinte tabela de taxas:
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Escalões de remunerações anuais | Taxa |
(contos) | (percentagem) |
De 12361 a 18540 ................................................... | 33 |
De 18 541 a 30900 ................................................... | 36 |
Superior a 30900....................................................... | 38 |
2— ........................................................................ |
3 — Quando, não havendo possibilidade de determinar a remuneração anual estimada, sejam pagos ou colocados à disposição rendimentos que excedam o limite de 700 000$, aplicar-se-á o disposto no n.° 1 do presente artigo.
4— ........................................................................
Artigo 94.°
Retenção sobre rendimentos de outras categorias
1 — ........................................................................
2—........................................................................
a) ......................................................................
b) As entidades que paguem ou coloquem à disposição dos respectivos titulares, residentes em território português, por conta de entidades que não tenham aqui residência, sede, direcção efectiva ou estabelecimento estável a que possa imputar-se o pagamento, rendimentos de títulos nominativos ou ao portador, deduzirão a importância correspondente à taxa de 25%.
2 — À lista a que se refere o n.° 2 do artigo 3.° do CIRS, com a redacção constante do Decreto-Lei n.° 206/ 90, de 26 de Junho, é aditado o seguinte item: «1507 — Assistentes sociais».
Artigo 23.° Reestruturação das forças de segurança
A indemnização prevista na alínea b) do artigo 39.° e no artigo 41." do Decreto-Lei n.° 230/93, de 26 de Junho, é considerada nos termos e para os efeitos do artigo 13." do Código do IRS, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 442-A/ 88, de 30 de Novembro.
Artigo 24."
Imposto sobre o rendimento das pessoas colectivas (!RC)
1 — Os artigos 11.°, 58.°, 62.° e 73.° do Código do IRC, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 442-B/88, de 30 de Novembro, passam a ter a seguinte redacção:
Artigo 11.° Cooperativas isentas
1 — Estão isentas de IRC:
a) As cooperativas agrícolas, bem como as sociedades de agricultura de grupo, na parte
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correspondente aos rendimentos derivados da aquisição de produtos, animais, máquinas, ferramentas e utensilios destinados a ser utilizados nas explorações dós seus membros, assim como os provenientes da transformação, conservação ou venda de . produtos dessas explorações, e, bem assim, os resultantes da prestação de serviços comuns aos agricultores seus membros e ainda do seguro mútuo e rega;
*) ......................................................................
c) ......................................................................
d) ......................................................................
e) ......................................................................
2—........................................................................
3—........................................................................
4—........................................................................
5—........................................................................
6—........................................................................
Artigo 58.°
Correcções nos casos de crédito de imposto e retenção na fonte
1 — .......................................................................
a) ............................................................,.........
b) Quando houver rendimentos obtidos no estrangeiro que dão direito a crédito de imposto por dupla tributação internacional nos termos do artigo 73.°, esses rendimentos deverão ser considerados para efeitos de tributação pelas respectivas importâncias ilíquidas dos impostos sobre o rendimento pagos no estrangeiro.
2—........................................................................
Artigo 62.°
Regime especial aplicável às fusões e dsões de sociedades residentes
1 — ........................................................................
2—........................................................................
3 —........................................................................
4—........................................................................
5 — O Ministro das Finanças, quando a fusão se revista de interesse para o adequado redimensionamento das unidades económicas, tendo efeitos positivos na estrutura produtiva, pode autorizar, a requerimento dos interessados entregue na Direcção-Geral das Contribuições e Impostos antes da fusão, que os prejuízos fiscais das sociedades fundidas possam ser deduzidos nos lucros tributáveis da nova sociedade ou da sociedade incorporante até ao fim do período referido no n.° 1 do artigo 46.°, contado do exercí-
cio a que os mesmos se reportam, podendo, não obstante, ser fixado no despacho de autorização um plano específico de dedução de modo que os prejuízos a deduzir em cada exercício não ultrapassem determinado limite.
6—........................................................................
7—........................................................................
8—...................................................................
Artigo 73.°
Crédito de imposto por dupla tributação internacional
A dedução a que se refere a alínea b) do n.° 2 do artigo 71." é apenas aplicável quando na matéria colectável tenham sido incluídos rendimentos obtidos no estrangeiro e corresponderá à menor das seguintes importâncias:
a) ......................................................................
*) ......................................................................
2 —É aditado ao artigo 18.° do Código do IRC um n.° 7 com a seguinte redacção:
Artigo 18.° Periodização do lucro tributável
1 — ........................................................................
2— ........................................................................
3—........................................................................
4—........................................................................
5— .......................................................................
6—........................................................................
7 — Os proveitos ou ganhos e os custos ou perdas, assim como quaisquer outras variações patrimoniais, relevados na contabilidade em consequência da utilização do método da equivalência patrimonial não concorrem para a determinação do lucro tributável, devendo ser considerados como proveitos ou ganhos para efeitos fiscais os lucros atribuídos no exercício em que se verifica o direito aos mesmos.
Artigo 25." Profissionais de espectáculos e desportistas
1 — Fica o Governo autorizado a:
a) Alterar o Código do ERC no sentido de considerar obtidos em território português, independentemente da existência de estabelecimento estável, os rendimentos de entidades não residentes nesse território derivados do exercício no mesmo território da actividade de profissionais de espectáculos ou desportistas, excepto quando seja feita prova de que estes não controlam directa ou indirectamente
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a entidade que obtém o rendimento, sendo a tributação efectuada por retenção na fonte, a título definitivo, à taxa de 25 %; b) Introduzir no Código do IRS as alterações que se mostrem necessárias em consequência da tributação decorrente do disposto na alínea anterior.
2 — 0 artigo 3.°-A do Decreto-Lei n.° 442-A/88, de 30 de Novembro, com a redacção que lhe foi conferida pelo n.° 2 do artigo 28.° da Lei n.° 2/92, de 9 de Março, passa a ter a seguinte redacção:
Artigo 3.°-A
Regime transitório do enquadramento dos agentes desportivos
1 — ........................................................................
a) ......................................................................
b) Tributação autónoma dos rendimentos ilíquidos auferidos exclusivamente na sua actividade desportiva mediante aplicação da taxa e parcela a abater correspondentes a 50% das taxas aplicáveis nos termos do artigo 71.° do Código do IRS.
2— ........................................................................
3 —........................................................................
4— ........................................................................
a) ......................................................................
b) Mediante aplicação de uma taxa de 18%, se for feita a opção prevista na alínea b) do n.° 1.
5—........................................................................
6— ........................................................................
7— ........................................................................
Artigo 26.° Contribuição especial
1 — Fica o Governo autorizado a legislar no sentido da criação de uma contribuição especial devida pela valorização da área beneficiada com os investimentos a efectuar para a realização da Exposição Internacional de Lisboa de 1998, EXPO 98, e com a nova ponte sobre o rio Tejo.
2 — No uso da presente autorização legislativa poderá o Governo:
a) Sujeitar os prédios rústicos que aumentem de valor pela possibilidade da sua utilização como terrenos aptos para a construção urbana a uma contribuição especial;
b) Sujeitar a uma contribuição especial os terrenos aptos para a construção, as áreas resultantes da demolição de prédios urbanos já existentes, bem como as daqueles prédios que por efeito de obras de remodelação sofram alterações na sua volumetria;
c) Estabelecer que a valorização corresponde à diferença entre o valor do prédio à data em que for requerida a licença de construção ou de obra e o seu valor em conformidade com o respectivo destino económico, à data de l de Janeiro de 1992;
d) Estabelecer que a taxa da contribuição especial é de 30% ou 20% da matéria colectável, apurada nos termos da alínea anterior, de acordo com a localização dos imóveis;
e) Estabelecer a área valorizada para efeitos da aplicação da contribuição especial, fixando as áreas correspondentes à aplicação das taxas referidas na alínea anterior;
f) Estabelecer que a contribuição especial só se torna exigível aquando da emissão da licença de construção ou de obra;
g) Estabelecer a possibilidade de pagamento em prestações da contribuição especial;
h) Estabelecer as formas de cobrança e de cobrança coerciva da contribuição especial.
3 — Fica o Governo autorizado a transferir para a Sociedade Parque EXPO 98, com vista à realização da Exposição Internacional de Lisboa de 1998, um montante até ao equivalente da receita da contribuição especial.
4 — Fica ainda o Governo autorizado a prever um regime de benefícios fiscais, a vigorar até 31 de Dezembro de 1999, a favor da Sociedade Parque EXPO 98, S. A., com vista à realização da Exposição Internacional de Lisboa de 1998, concedendo-lhe:
a) Isenção de contribuição autárquica;
b) Isenção do imposto municipal de sisa e do imposto sobre as sucessões e doações;
c) Isenção do imposto do selo;
d) Isenção de emolumentos notariais e de registo;
e) Isenção da contribuição especial referida nos n.os 1 e 2.
Artigo 27.° Tributação dos não residentes
Fica o Governo autorizado a adoptar as medidas legislativas que se mostrem necessárias à concessão da isenção de IRS e de IRC relativamente a juros da dívida pública transaccionável de que sejam titulares pessoas ou entidades não residentes no território português e que não operem através de estabelecimento estável situado neste território, efectivando-se a isenção por reembolso do montante do imposto pago ou retido, ficando o direito à isenção condicionado a que o regime de tributação dos mesmos juros fora de Portugal se não mostre claramente mais favorável que o correspondente à sua imposição no nosso país e salvaguardando-se a faculdade de a Administração portuguesa suspender ou cancelar os reembolsos sempre que se presuma que o aproveitamento da isenção é correlacionáveí com actuações evasivas ou fraudulentas.
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Artigo 28.° Medidas antiabuso
Fica o Governo autorizado a adoptar as medidas legislativas que se mostrem necessárias no sentido de, para efeitos de IRS e de IRC:
d) Considerar como não dedutíveis para efeitos fiscais as importâncias pagas ou devidas a pessoas singulares ou colectivas, residentes fora do território português, e aí submetidas a um regime fiscal claramente mais favorável, salvo se o sujeito passivo puder provar que tais encargos correspondem a operações efectivamente realizadas e não têm um carácter anormal ou um montante exagerado;
b) Imputar aos sócios residentes em Portugal, na proporção da sua participação social e independentemente de distribuição, os lucros obtidos por sociedades residentes fora do território português e aí submetidas a um regime fiscal claramente mais favorável, desde que o sujeito passivo detenha, directa ou indirectamente, uma participação social nessa sociedade de, pelo menos, 25 % ou, no caso de a sociedade não residente ser detida,
De | De | De | De | De | |||
Nas iransmissâes | Até | 7000001 | 2 750000$ | 7000000$ | 13 750000$ | 34 500000$ | Mais de |
700000» | a | 0 | a | a | 3 | 68 500000$ | |
2 750 000$ | 7000000$ | I3 750000í | 34 500 000$ | 68 500000$ | |||
_ | 4 | 7 | 10 | 14 | 18 | 23 | |
A favor de cônjuges e outros descendentes....................... | - | 6 | 9 | 12 | 16 | 20 | 25 |
7 | 10 | 13 | 16 | 21 | 26 | 32 | |
13 | 17 | 21 | 25 | 31 | 38 | 45 | |
Entre quaisquer outras pessoas............................................ | 16 | 20 | 25 | 30 | 36 | 43 | 50 |
directa ou indirectamente, em mais de 50 % por sócios residentes, uma participação social de, pelo menos, 10%.
Artigo 29.° Imposto sobre as sucessões e doações
1 — Fica o Governo autorizado a:
o) Aditar um § 3.° ao artigo 3.° do Código do Imposto Municipal de Sisa e do Imposto sobre as Sucessões e Doações, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 41 969. de 24 de Novembro de 1958, no sentido de excluir da incidência os donativos que, nos termos dos Códigos do IRS e do IRC sejam considerados de interesse público ou destinados a fins culturais;
b) Elevar para 70 000$, 700 000$ e 350 000$ o valor das isenções previstas, respectivamente, nos §§ 1.°, 2.° e 3.° do artigo 12.°;
c) Actualizar os escalões do artigo 40.°, pela aplicação do coeficiente de desvalorização da moeda referido ao ano de 1989, constante da Portaria n.° 470/93, de 5 de Maio, com os seguintes arredondamentos:
d) Dar nova redacção aos artigos 92.° e 180.° no sentido de fixar os prazos de caducidade e de prescrição neles previstos em 10 anos;
e) Especificar que a regra 2." do § 3.° do artigo 20.° abrange, em idênticos termos, as empresas agrícolas, considerando como tais as que sejam tributadas em IRS por rendimentos das categorias C e D;
f) Dar nova redacção ao artigo 20.°, § 3.°, regra 5.°, a/ínea a), no sentido de considerar na determinação do factor de capitalização (factor /), a taxa básica de desconto do Banco de Portugal;
g) Dar nova redacção ao artigo 146.° no sentido de prever que o imposto relativo à transmissão gratuita de bens imóveis só se considerará assegurado mediante a prestação das garantias previstas no artigo 136.°
Artigo 30.°
Acesso e exercício das actividades de prospecção, pesquisa e produção de petróleo
1 — Fica o Governo autorizado a rever o regime fiscal do acesso e exercício das actividades de prospecção, pes-
quisa e produção de petróleo e em especial a criar um imposto sobre produção de petróleo, a incidir sobre os respectivos produtores, com a aplicação de taxa progressiva até 10% do valor da produção, a fixar em função das quantidades produzidas e da localização das mesmas, isentando do mesmo a produção de gás natural e a exploração petrolífera em plataforma profunda.
2 — O artigo 36.° do Código do IRC, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 442-B/88, de 30 de Novembro, passa a ter a seguinte redacção:
Artigo 36.° Provisão para reconstituição de jazigos
1 — A provisão a que se refere a alínea é) do n.° 1 do artigo 33.° não poderá exceder o mais baixo dos seguintes valores:
a) 30 % do valor bruto das vendas do petróleo produzido nas áreas de concessão efectuadas no exercício a que respeita a provisão;
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b) 45 % do montante da matéria colectável que se apuraria sem consideração desta provisão.
2— .......................................................................
3— .......................................................................
4— .................................:.....................................
CAPÍTULO VII Impostos indirectos
Artigo 31.° Imposto do selo
1 — Todas as taxas da Tabela Geral do Imposto do Selo expressas em importâncias fixas, com excepção das cons-
lantes do n.° I do artigo 101 da mesma Tabela, são aumentadas em 6 %, com arredondamento para a unidade de escudo imediatamente superior, competindo à Direcção-Ge-ral das Contribuições e Impostos, em conformidade com este aumento, publicar no Diário da República a respectiva Tabela actualizada.
2 — O artigo 101 da Tabela Geral do Imposto do Selo passa a ter a seguinte redacção:
Artigo 101 — Letras, livranças e outros títulos de crédito, sobre o valor:
1:
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
2—.........................................................................
3—.........................................................................
3 — A diferença das novas taxas constantes do n.° 1 do artigo 101 da Tabela Geral do Imposto do Selo, na redacção dada pelo número anterior, será completada pela aposição de estampilha no verso das letras existentes à data da entrada em vigor desta lei e inutilizada nos termos do Regulamento do Imposto do Selo.
4 — Fica o Governo autorizado a reformular o artigo 120-A da Tabela Geral do Imposto do Selo, no sentido de alterar a epígrafe «Operações bancárias» para «Operações financeiras», adaptando o texto daquele normativo com vista a abranger as operações aí enumeradas, quando realizadas por ou com intermediação de instituições de crédito, sociedades financeiras ou outras entidades a elas legalmente equiparadas que, como actividade própria, realizem operações nos mercados monetário, financeiro e cambial e definindo a incidência subjectiva e a responsabilidade pela liquidação e entrega do imposto.
Artigo 32.° Imposto sobre o valor acrescentado (IVA)
Fica o Governo autorizado a:
a) Isentar as prestações de serviços abrangidas pela alínea c) do n.° 6 do artigo 6.° do Código do IVA, bem como o transporte nacional de bens directamente ligado a um transporte intracomunitário desses mesmos bens, incluindo as prestações de serviços acessórias ao mesmo transporte, quando o adquirente dos serviços seja, em qualquer caso, um sujeito passivo identificado para efeitos de imposto sobre o valor acrescentado noutro Estado membro que tivesse, caso a operação fosse tributada, um direito a reemboíso total do IVA suportado nos termos do Decreto--Lei n.° 408/87, de 31 de Dezembro;
b) Estabelecer a responsabilidade solidária do sujeito passivo estrangeiro, adquirente dos serviços
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referidos na alínea anterior, pelo pagamento do imposto, quando as operações tenham sido indevidamente isentas;
c) Alterar os limites de 10 000$ para 50 000$ e de 500 000$ para 1 500 000$ para os efeitos previstos nos n.05 5 e 6 do artigo 22.° do Código do IVA, respectivamente;
d) Alterar de 1 200 000$ para 1 500 000$ e de 1 700 000$ para 2 000 000$ os limiares da isenção previstos, respectivamente, nos n.os 1 e 2 do artigo 53.° do Código do IVA;
e) Alterar o n.° 6 do artigo 71.° do Código do IVA, retirando a possibilidade de se efectuarem correcções de imposto positivas nos registos contabilísticos e nas declarações periódicas até ao fim do período do imposto seguinte sem qualquer penalidade, modificando de conformidade o artigo 7.° do Decreto-Lei n.° 504-M/85, de 30 de Dezembro.
Artigo 33.° IVA — Turismo
Os montantes a transferir para as câmaras municipais e órgãos de turismo nos termos do Decreto-Lei n.° 35/87, de 21 de Janeiro, com a alteração introduzida pelo n.° 1 do artigo 32.° da Lei n.° 65/90, de 28 de Dezembro, não poderão ser inferiores aos que foram efectivamente pagos no ano de 1993.
capítulo vrn
Benefícios fiscais
Artigo 34.° Benefícios fiscais
/ — Os artigos 19.°, 21.°, 27.°, 40.°, 44.°, 49.°-A e 52.° do Estatuto dos Benefícios Fiscais, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 215/89, de 1 de Julho, passam a ter a seguinte redacção:
Artigo 19.° Fundos de investimento
/ — Os rendimentos dos fundos de investimento mobiliários (FIM), bem como dos fundos de investimento de capital de risco (fcr), constituídos de acordo com a legislação nacional, têm o seguinte regime fiscal:
a) Tratando-se de rendimentos, que não sejam mais-valias, obtidos em território português, há lugar a tributação, autonomamente, por retenção na fonte como se de pessoas singulares residentes em território português se tratasse;
b) Tratando-se de rendimentos, que não sejam mais-valias, obtidos fora do território português, há lugar a tributação, autonomamente, à taxa de 25%, por cuja entrega é responsável a respectiva entidade gestora, observando-se, quanto a prazos, o disposto no n.° 4 do artigo 91.° do Código do IRS;
c) Tratando-se de mais-valias, obtidas em território português ou fora dele, há lugar a tributação, autonomamente, nas mesmas condições em que se verificaria se desses rendimentos fossem titulares pessoas singulares residentes em território português, fazendo-se a tributação à taxa de 10% sobre a diferença positiva entre as mais-valias e as menos-valias obtidas em cada ano e sendo o imposto entregue ao Estado pela respectiva entidade gestora, até ao fim do mês de Abri) do ano seguinte àquele a que respeitar.
2 — Os sujeitos passivos de IRS que sejam titulares de unidades de participação nos fundos referidos nó n.° 1, fora do âmbito de uma actividade comercial, industrial ou agrícola, são isentos de IRS relativamente aos rendimentos respeitantes a unidades de participação nesses fundos, podendo, porém, os respectivos titulares, residentes em território português, englobá-los para efeitos desse imposto, caso em que o imposto retido ou devido nos termos do n.° 1 tem a natureza de imposto por conta, nos termos do artigo 80.° do Código do IRS.
3 — Relativamente a rendimentos respeitantes a unidades de participação nos fundos referidos no n.° 1 de que sejam titulares sujeitos passivos de IRC ou sujeitos passivos de IRS que os obtenham no âmbito de uma actividade comercial, industrial ou agrícola, residentes em território português ou que sejam imputáveis a estabelecimento estável de entidade não residente situado nesse território, os mesmos não estão sujeitos a retenção na fonte e são pelos seus titulares considerados como proveitos ou ganhos e o montante do imposto retido ou devido nos termos do n.° 1 tem a natureza de imposto por conta, para efeitos do disposto no artigo 71.° do Código do IRC e do artigo 80.° do Código do IRS.
4 — Relativamente a rendimentos respeitantes a unidades de participação nos fundos referidos no n.° 1 de que sejam titulares entidades não residentes em território português e que não sejam imputáveis a estabelecimento estável situado neste território, os mesmos são isentos de IRS ou de IRC.
5 — Os rendimentos dos fundos de investimento imobiliário (Fü), constituídos de acordo com a legislação nacional, têm o seguinte regime fiscal:
a) Tratando-se de rendimentos prediais, há lugar a tributação, autonomamente, à taxa de 20%, que incide sobre os rendimentos líquidos dos encargos de conservação e manu-
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tenção efectivamente suportados, devida-mente documentados, sendo a entrega 'do imposto efectuada pela respectiva entidade gestora até ao fim do mês de Abril dotiano .,; seguinte àquele a que respeitar e conside-
,i rando-se o imposto eventualmente retido
como pagamento por conta deste imposto;
b) Tratando-se de mais-valias prediais, há lugar a tributação, autonomamente, à taxa de 25%, que incide sobre 50% da diferença positiva entre as mais-valias e as menos--valias realizadas, apuradas de acordo com o Código do IRS, sendo a entrega do imposto efectuada pela respectiva entidade gestora até ao fim do mês de Abril do ano seguinte àquele a que respeitar;
c) Tratando-se de outros rendimentos, há lugar a tributação nos termos mencionados nas alíneas a), b) e c) do n.° 1.
6 — Aos rendimentos respeitantes a unidades de participação em FTI aplica-se regime fiscal idêntico ao estabelecido nos n.os 2, 3 e 4 para os rendimentos respeitantes a unidades de participação em FIM e FCR.
7 — Os titulares de rendimentos respeitantes a unidades de participação em FIM, FCR e FII. quando englobem esses rendimentos, têm direito a crédito de imposto por dupla tributação económica nos termos do artigo 80.°, n.° 3, do Código do IRS e artigo 71.°, n.° 2. alínea a), e artigo 72.° do Código do IRC, sendo o crédito de imposto calculado, relativamente a esses rendimentos, proporcionalmente à parte do rendimento líquido total do fundo que, na média dos três últimos exercícios anteriores à distribuição, é constituída por rendimentos que dão direito àquele crédito.
8 — As sociedades gestoras dos fundos de investimento são obrigadas a publicar o valor do rendimento distribuído, o valor do imposto retido ou devido nos termos do n.° 1 ou do n.° 5 e o valor do crédito de imposto que lhes corresponder para efeitos do disposto no n.° 7.
9 — As sociedades gestoras dos fundos de investimento são solidariamente responsáveis pelas dívidas de imposto dos fundos cuja gestão lhes caiba.
10 — (Anterior n.° 7.)
Artigo 2!.°
Fundos de poupança-reforma
l —.........................................................................
2—.........................................................................
3 — Para efeitos de IRS, é dedutível ao rendimento colectável, e até à concorrência deste, o valor aplicado, no respectivo ano, em planos individuais de poupança-reforma (PPR), com o limite máximo do menor dos valores seguintes: 20% do rendimento total bruto englobado e 250 contos por sujeito passivo não casado ou por cada um dos cônjuges não separados judicialmente de pessoas e bens.
4 —.........................................................................
5 —.........................................................................
6 —.........................................................................
7 —.........................................................................
Artigo 27.° '■ • -
Sociedades de investimento
As sociedades de investimento beneficiam do disposto no n.° 1 do artigo 45.° do Código do IRC, independentemente da percentagem de participação e do prazo em que esta tenha permanecido na sua titularidade.
Artigo 40.° Contas poupança-emigrante e.outras
1 — A taxa de IRS incidente sobre os juros de depósitos a prazo produzidos por «Conta poupança--emigrante», «Conta de emigrante em moeda estrangeira» e «Contas acessíveis a residentes», neste último caso desde que tenham sido ou venham a ser alimentadas em fluxos monetários provenientes do exterior, devidamente comprovados, é de 62,5% da taxa a que se refere a alínea a) do n.° 3 do artigo 74.° do Código do IRS.
2 —.........................................................................
3 — Ficam isentos do imposto sobre as sucessões e doações as transmissões por morte a favor dos legítimos herdeiros, os saldos e certificados de depósito, à data da abertura da herança do titular da «conta poupança-emigrante», constituídas ao abrigo do Decreto-Lei n.° 140-A/86, de 14 de Junho, com o limite da «conta poupança-reformados».
Artigo 44.° Deficientes
1 — Ficam isentos de tributação em IRS os rendimentos das categorias A, B e H auferidos por titulares deficientes, nos termos seguintes:
a) Em 50%, com o limite de 2200 contos, os rendimentos das categorias A e B;
b) Em 30%, com o limite de 1240 contos, os rendimentos da categoria H.
2 —.........................................................................
3 —.........................................................................
4 —.........................................................................
5 —.........................................................................
Artigo 49.°-A Grandes projectos de investimento
1 — Aos projectos de investimento em unidades produtivas, realizados até final de 1995, de valor global igual ou superior a 5 milhões de contos, de especial interesse para a economia nacional, cotflri.-buindo para o reforço relevante da inovação nas unidades produtivas e para a acelerada modernização da economia nacional, poderão ser concedidos benefícios fiscais no âmbito do IRC, sisa, contribuição autárquica e imposto do selo, em regime contratual.
2 —.........................................................................
3 —.........................................................................
4 — Os benefícios fiscais estabelecidos no n.° 1 poderão igualmente ser concedidos, em regime contratual, a projectos de investimento, realizados até
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final de 1995, ainda que o seu valor global não seja igual ou superior a 5 milhões de contos, que tenham os seguintes objectivos:
a) .................................................................
b\ ...................................................................
5 — .........................................................................
Artigo 52.°
Prédios urbanos construídos, ampliados, melhorados ou adquiridos destinados a habitação
1 — ....................................................................
2 —.........................................................................
3 —.........................................................................
4 —.........................................................................
5 — Para efeitos do disposto nos n.ns 1 e 3, o período de isenção a conceder será o determinado em conformidade com a tabela seguinte:
Valor tributável (contos) | Períodos de isenção (anos) | |
Habitação própria permanente | Arrendamento para hiibitaçio | |
Até 8400................................................ | 10 | 10 |
De mais de 8400 até 12 500 ............... | 10 | 10 |
De mais de 12 500 até 16 800 ............ | 10 | 10 |
De mais de 16 800 até 21 000............ | 7 | 7 |
De mais de 21 000 até 25 200 ............ | 4 | 4 |
6 — .........................................................................
2 — São abatidos ao rendimento líquido total, para efeitos de RS em 1994, 10% dos montantes aplicados na aquisição ou construção de imóveis para habitação, adquiridos ou construídos nesse ano, nos casos em que o sujeito passivo não tenha recorrido ao crédito, com o limite máximo de 270 500$ por agregado familiar ou sujeito passivo não casado ou separado judicialmente de pessoas e bens.
3 — É aditado ao artigo 46.° do Estatuto dos Benefícios Fiscais um n.° 3, com a seguinte redacção:
Artigo 46.° Acordos e relações de cooperação
1 —.........................................................................
2 —.........................................................................
3 — O disposto nos números anteriores não prejudica o englobamento dos rendimentos isentos, para efeitos do disposto no artigo 72.° do Código do IRS e determinação da taxa aplicável ao restante rendimento colectável.
4 — É revogado o artigo 30.°-C do Estatuto dos Benefícios Fiscais.
5 — A alteração do artigo 19.° do Estatuto dos Benefícios Fiscais produz efeitos a partir de 1 de Janeiro de 1994, aplicando-se aos rendimentos distribuídos pelos FIJ respei-
tantes a exercícios anteriores o disposto no anterior n.° 6 do artigo 19.° do Estatuto dos Benefícios Fiscais, considerando-se esses rendimentos integrados nas primeiras distribuições a efectuar.
6 — Fica o Governo autorizado a rever o enquadramento fiscal dos prémios/contribuições para seguros de vida, fundos de pensões e fundos de poupança-reforma, e bem assim a estabelecer um regime especial de tributação das prestações devidas por esses fundos, atendendo aos seguintes aspectos:
d) Qualificação dos rendimentos pagos ou colocados à disposição dos respectivos beneficiários;
b) Tributação atenuada face à tributação-regra;
c) Tributação diferenciada de harmonia com a modalidade de subscrição e com a forma de percepção dos rendimentos, privilegiando a percepção periódica.
7 — Fica o Governo autorizado a definir o enquadramento fiscal dos planos poupança-reforma para emigrantes, nos seguintes termos:
a) Os valores aplicados em certificados PPR-emi-grante não conferem direito à dedução em IRS;
b) O reembolso beneficiará de um regime fiscal mais favorável em relação ao dos restantes planos de poupança-reforma, quer aquele ocorra sob a forma de renda, ou capital, ou em qualquer composição destas duas modalidades, desde que as respectivas condições de reembolso sejam, pelo menos, idênticas às previstas no artigo 4." do Decreto-Lei n." 145/90, de 7 de Maio.
Artigo 35.°
Contas poupança-habitação e poupança-condomínio
1 — O artigo 38.° do Estatuto dos Benefícios Fiscais, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 215/89, de 1 de Julho, passa a ter a seguinte redacção:
Artigo 38.° Conta poupança-habitação
1 —(Anterior n.° 2.)
2 — Nos casos em que o saldo da conta a que se refere o número anterior seja utilizado para outros fins que não os ali referidos, fica sem efeito a isenção, observando-se o que se prescreve no Código do Imposto Municipal de Sisa e do Imposto sobre as Sucessões e Doações para a liquidação e cobrança do respectivo imposto, acrescido dos juros compensatórios que se mostrem devidos.
2 — 0 artigo 11.° do Decreto-Lei n.° 382/89, de 6 de Novembro, passa a ter a seguinte redacção:
Artigo ll.° Benefícios fiscais e parafiscais 1 —(Anterior n.° 3.)
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2 —(Anterior n." 4.)
3 — Sempre que o saldo da conta poupança-habitação seja utilizado na recuperação, beneficiação ou ampliação de prédio ou fracções de prédio para habitação própria permanente, as instituições depositárias ficam obrigadas a comunicar à administração fiscal no prazo de 60 dias a ocorrência de tal facto, para efeitos de fiscalização dos sujeitos passivos.
4 — Desde que verificados os pressupostos definidos na parte final do n.° l do presente artigo, os encargos dos actos notariais e do registo predial respeitantes à aquisição de habitação própria permanente são reduzidos em um meio, beneficiando a prática de tais actos de um regime de prioridade ou urgência gratuita.
3 — Fica o Governo autorizado a considerar como dedutível ao rendimento colectável para efeitos de IRS as entregas efectuadas por cada condómino, para depósito em contas poupança-condomínio, até 1 % do valor matricial da respectiva fracção autónoma e com o limite de 25 000$.
Artigo 36.° Fusão e concentração de empresas 1 — Fica o Governo autorizado a:
a) Alterar o artigo 1.° do Decreto-Lei n.° 404/90, de 21 de Dezembro, por forma a dilatar a sua vigência até 31 de Dezembro de 1995 e determinar que os benefícios nele previstos passem a abranger todos os actos incluídos na reorganização empresarial efectuada em resultado de actos de concentração ou de acordos de cooperação;
b) Definir actos de concentração, para efeitos do artigo 2.° do mencionado Decreto-Lei n.° 404/90, de 21 de Dezembro, por forma a abranger exclusivamente as seguintes situações:
A fusão de sociedades, empresas públicas ou cooperativas;
A constituição de sociedades anónimas ou por quotas, mediante a integração da totalidade ou de parte dos activos de empresas em nome individual, ou de empresas em nome individual e de sociedades, afectos ao exercício de uma actividade que constitua do ponto de vista técnico uma exploração autónoma, desde que essa actividade deixe de ser exercida pelas empresas participantes e passe a sê-lo peia nova sociedade;
A incorporação, por uma sociedade já constituída ou a constituir, da totalidade ou de parte do activo de outras sociedades ou empresas em nome individual, desde que a incorporação tenha por objecto todos os elementos do activo afectos ao exercício de uma actividade que constitua do ponto de vista técnico uma exploração autónoma e as sociedades ou empresas incorporadas cessem tal exercício após a incorporação;
A cisão de sociedades, desde que tal operação dê lugar a uma concentração nas modalidades previstas nas alíneas anteriores;
c) Allerar o artigo 3.° do referido Decreto-Lei n.° 404/90, por forma a determinar que os benefícios fiscais nele referidos só possam ser concedidos se a reestruturação empresarial projectada tiver efeitos positivos na estrutura produtiva, sem prejudicar a existência de um grau desejável de concorrência nesse mercado.
2 — É prorrogada a vigência do Decreto-Lei n.° 404/ 90, de 21 de Dezembro, até à entrada em vigor do decreto-lei que concretize a autorização legislativa do número anterior.
CAPÍTULO K Impostos especiais
Artigo 37." Imposto especial sobre o consumo de álcool
1 — Os artigos 5.° e 8.° do Decreto-Lei n.° 117/92, de 22 de Junho, passam a ter a seguinte redacção:
Artigo 5.° Facto gerador do imposto
Constitui facto gerador do imposto:
à) ......................................................................
b) ......................................................................
c) A introdução no consumo, ainda que irregular, de álcool etílico não vínico.
Artigo 8.° Taxa
A taxa é de 1348$ aplicável por litro de álcool na base de 100% vol. de 20° C.
2 — Fica o Governo autorizado a estabelecer o regime das garantias a prestar pelos representantes fiscais e operadores registados de álcool etílico não vinico de acordo com o disposto no artigo 16." do Decreto-Lei n.° 52/93, òt 2b de Fevereiro.
Artigo 38.°
Imposto especial sobre o consumo de bebidas alcoólicas
1 — Os artigos 2.°, 10.° e 18.° do Decreto-Lev a.° 104/ 93, de 5 de Abril, passam a ter a seguinte redacção:
Artigo 2.° Definições
Para efeitos de aplicação do presente diploma, entende-se por:
a) ......................................................................
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b) ...........................•..........................................
c) ......................................................................
d) ......................................................................
e) ......................................................................
f) ......................................................................
g) «Bebidas espirituosas» — os produtos compreendidos nos códigos NC 2207 e 2208 com um título alcoométrico adquirido superior a 1,2 % vol., bem como os abrangidos pelos códigos 2204, 2205 e 2206 com um título alcoométrico adquirido superior a 22 % vol., incluindo as aguardentes com produtos em solução e com exclusão dos produtos definidos no Decreto-Lei n.c 117/ 92, de 22 de Junho;
h) ......................................................................
Artigo 10.° Taxas
As taxas do imposto são as seguintes:
a) Mais de 0,5° e menos de 2,8° de álcool adquirido 1060$/hl;
b) Até 8° plato 1325$/hl;
c) De 8° até 11° plato 2120$/hl;
d) De 11° até 13° plato 2650$/hl;
e) De 13° até 15° plato 3180$/hl;
f) De 15° plato ou superior 3710$/hl.
Artigo 18.° Taxa
A taxa do imposto é de 134 800$ por hectolitro.
2 — Fica o Governo autorizado a:
a) Estabelecer o regime das garantias a prestar pelos representantes fiscais e operadores registados de bebidas alcoólicas de acordo com o disposto no artigo 16.° do Decreto-Lei n.° 52/93, de 26 de Fevereiro;
b) Criar o regime das pequenas destilarias, previsto no artigo 22." da Directiva n.° 92/83/CEE, de 19 de Outubro, e fixar taxas reduzidas de imposto não inferiores a 50 % da taxa normal das bebidas espirituosas por elas produzidas anualmente.
Artigo 39.°
Imposto especial sobre o consumo de tabacos manufacturados Fica o Governo autorizado a:
á) Tipificar como contrabando qualificado, para efeitos do disposto nos artigos 23.°, alínea a), e 25.°
do Regime Jurídico das Infracções Fiscais Aduaneiras, a produção de tabaco manufacturado fora dos entrepostos fiscais de produção e transformação, bem como a respectiva venda;
b) Tipificar como contrabando qualificado, para efeitos do disposto nos artigos 23.°, alínea a), e 25.° do Regime Jurídico das Infracções Fiscais Aduaneiras, a introdução no consumo do tabaco saído dos entrepostos fiscais com isenção de imposto e do tabaco destinado a consumo noutra parcela do território nacional com fiscalidade diferenciada;
c) Tipificar como crime de contrabando qualificado a colocação ou tentativa de colocação no consumo de tabaco sem a aposição da estampilha especial para selagem de tabaco manufacturado;
d) Tipificar como contra-ordenação fiscal aduaneira, punível com coima de 200 000$ a 4 000 000$, a obstrução, pelos operadores económicos ou seus representantes, à fiscalização das condições do exercício da sua actividade;
e) Tipificar como contra-ordenação fiscal aduaneira, punível com coima de .10 000$ a 500 000$, a não prestação de informação prevista na lei ao serviço fiscalizador;
f) Tipificar como contra-ordenação fiscal aduaneira, punível com coima igual ao décuplo do imposto de consumo devido, a subtracção ou tentativa de subtracção do tabaco à fiscalização à saída dos entrepostos fiscais de produção e transformação;
g) Tipificar como contra-ordenação fiscal aduaneira, punível com coima igual ao décüplo da diferença de imposto em causa, a comercialização de tabaco' manufacturado a preço diferente do preço homologado constante da estampilha especial;
h) Tipificar como contra-ordenação fiscal aduaneira, punível com coima de 100 000$ a 1 000 000$, a comercialização de embalagens de tabaco sem os dizeres obrigatórios previstos na lei;
i) Tipificar como contra-ordenação fiscal aduaneira, punível com coima de 100000$ a 1 000 000$, as menções incorrectas quanto aos teores de condensado e de nicotina;
Estabelecer que para o processamento das con-tra-ordenações fiscais aduaneiras são aplicáveis as disposições consignadas no Decreto-Lei n.° 376-A/89, de 25 de Outubro; 0 Consignar ao Ministério da Saúde 1 % do valor global da receita fiscal dos tabacos, até ao limite de 1 milhão de contos, tendo em vista o desenvolvimento de acções no domínio do rastreio, detecção precoce, diagnóstico, prevenção e tratamento do cancro;
m) Fixar as taxas do imposto que incidem sobre o tabaco de corte fino destinado a cigarros de enrolar e os restantes tabacos de fumar em 30 % do preço de venda ao público;
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n) Alterar a taxa do elemento específico do imposto que incide sobre os cigarros até ao montante de 1539$ e elevar a taxa do elemento ad valorem do mesmo imposto até 56 %;
o) Estabelecer como base de incidência do elemento ad valorem do imposto o preço máximo de venda ao público.
Artigo 40.° Imposto sobre os produtos petrolíferos (1SP)
1 — Fica o Governo autorizado a rever o regime fiscal dos produtos petrolíferos, no sentido do seu aperfeiçoamento e adequação ao mercado interno, transpondo para o direito interno as Directivas do Conselho n.05 92/81/CEE e 92/82/CEE, de 19 de Outubro, bem como o artigo 2° da Directiva n.° 92/108/CEE, de 14 de Dezembro, no sentido de:
a) Estabelecer que o imposto sobre os produtos petrolíferos (ISP) se aplica aos produtos abrangidos pelos códigos da Nomenclatura Combinada (NC) 2706, 2707 10, 2707 20, 2707 30, 2707 50, 2707 91 00, 2707 99 11, 2707 99 19, 2709, 2710, 2711 (excepto o gás natural), 2712 10, 2712 20 00, 2712 90 31, 2712 90 33, 27129039e 27129090, 2715, 2901,2902 11 00, 2902 19 90, 2902 20, 2902 30, 2902 41 00, 2902 42 00, 2902 43 00 e 2902 44, 3403 11 00 e 3403 19, 3811 e 3817, bem como a qualquer outro hidrocarboneto destinado a ser utilizado, colocado à venda ou a ser consumido, em uso como carburante ou em uso como combustível, com excepção do carvão, da lenhite, da turfa ou de outros hidrocarbonetos sólidos semelhantes ou do gás natural;
fr) Estabelecer que o imposto sobre os produtos petrolíferos (ISP) se aplica também a quaisquer outros produtos destinados a serem utilizados, colocados à venda ou a serem consumidos em uso como carburante;
c) Estabelecer que, para além das disposições comuns que definem os factos geradores e as condições de pagamento dos impostos especiais de consumo, o ISP é também devido quando ocorrer um dos factos referidos na alínea a), sem prejuízo das excepções neles estabelecidas, bem como na alínea b) ou quando não for observada qualquer condição fixada para a concessão da isenção ou da redução da taxa do ISP, em função do destino especial;
d) Estabelecer que o consumo dos produtos petrolíferos nas instalações de um estabelecimento que produz produtos petrolíferos não é considerado facto gerador do imposto, excepto quando esse consumo se efectuar para fins alheios a essa produção;
e) Considerar a expressão «uso como carburante» como a utilização de um produto como combustí-
vel em qualquer tipo de motor, bem como definir a expressão «uso como combustível» como a utilização de um produto, através de combustão, desde que tal não seja considerado uso como carburante;
f) Estabelecer que a data a considerar para a determinação do momento em que se verifica o facto gerador do ISP é a data da introdução efectiva no consumo dos produtos, nos termos da legislação aduaneira aplicável, salvo nos casos de erro ou irregularidades, em que será considerada a data em que ocorrerem tais eventos ou, na impossibilidade da sua determinação, a data em que a administração aduaneira deles tomar conhecimento;
g) Estabelecer que são sujeitos passivos do ISP as pessoas singulares ou colectivas em nome das quais os produtos são declarados para introdução no consumo ou as pessoas singulares e colectivas que detenham, utilizem ou que tenham beneficiado com o consumo dos produtos;
h) Estabelecer que a unidade tributável dos produtos petrolíferos é 1000 I convertidos para a temperatura de referência de 15°C, com exclusão dos óleos classificados pelos códigos NC 2710 00 74, 2710 00 76, 2710 00 77, 2710 00 78 e 2711 00 00, cuja unidade tributável é 1000 «quilogramas-ar»;
0 Estabelecer que os produtos referidos na alínea d) para os quais não seja fixada uma taxa do ISP estão sujeitos, segundo a sua utilização, à taxa aplicável ao produto substituído;
j) Estabelecer que os produtos referidos na alínea b) para os quais não seja fixada uma taxa do ISP estão sujeitos, quando uülizados em uso como carburante, à taxa aplicável ao produto substituído;
/) Estabelecer que a taxa do ISP, por 1000 kg, para os gases de petróleo liquefeitos e para o metano, utilizados como combustível, é de 0$; m) Estabelecer que a taxa do ÍSP, por 1000 kg para os gases de petróleo liquefeitos, para o metano e para o gás natural, utilizados como carburante, é de 30 000$;
n) Estabelecer que ao gasóleo, misturado por razões técnicas ou operacionais com o fuelóleo, é aplicável a taxa do fuelóleo, desde que a operação seja aprovada e controlada pelos serviços aduaneiros;
o) Estabelecer as tolerâncias admissíveis tvca transferências e na armazenagem dos produtos petrolíferos, tendo em conta a sua grande volatilidade e condições específicas de movimentação, responsabilizando o expedidor em relação aos excessos verificados;
p) Estabelecer que a redução da taxa de gasóleo utilizado na actividade agrícola será aplicável exclusivamente a 150 1 de gasóleo por hectare de área regada por bombagem e em função do tipo e classe de máquinas, que se encontrem em boas
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condições de funcionamento, não sujeitas a subutilização e com emprego exclusivo ou predominante na realização de operações de cultura inerentes à actividade agrícola, de acordo com o seguinte quadro, sendo os quantitativos bonificados susceptíveis de alteração se os mesmos se revelarem inadequados à actividade efectivamente desenvolvida:
Tipo e classes de máquinas | Litros |
Tractores: | |
Classe l (potência do motor até 35 c. v. DIN) | 750 |
Classe li (potência do motor superior a 35 c. v. | |
DIN e até 50 c. v. DIN)............................ | 2 200 |
Classe ih (potência do motor superior a 50 c. v. | |
DIN e até 80 c. v. DIN).......................... | 3600 |
Classe iv (potência do motor superior a 80 c. v. | |
DIN e até 100 c. v. DIN).......................... | 5000 |
Classe v (potência do motor superior a | |
100 c. v. DIN)............................................ | 6 100 |
3000 | |
Motocultivadoras..................................................... | 300 |
Motoenxadas.......................................................... | 180 |
180 | |
Outros equipamentos automotrizes: | |
Colhedor de ervilhas...................................... | 3000 |
Comedor de forragem (para silagem)........... | 4 500 |
3 150 | |
Gadanheira-condicionadora............................ | 1260 |
3000 | |
Vibrador de tronco para colheita (azeitona e | |
2 800 |
2 — Fica ainda o Governo autorizado, no âmbito da revisão do regime fiscal dos produtos petrolíferos a que se refere o n.° 1 do presente artigo, a estabelecer que para além das disposições comuns relativas às utilizações isentas de produtos sujeitos a ISP e sem prejuízo de outras isenções estabelecidas na lei, estão isentos os produtos petrolíferos que comprovadamente:
a) Se destinem a ser utilizados para outros fins que não sejam em uso como carburante ou em uso como combustível;
b) Sejam fornecidos tendo em vista o seu consumo na navegação aérea;
c) Sejam fornecidos tendo em vista o seu consumo na navegação marítima costeira, incluindo a pesca, com exclusão da navegação de recreio, no que se refere aos produtos classificados pelos códigos NC 2710 00 69, 2710 00 74, 2710 00 76. 2710 00 77 e 2710 00 78;
d) Sejam fornecidos tendo em vista a produção de electricidade e ou de electricidade e calor ou de gás de cidade por entidades que desenvolvam tais actividades e que as mesmas constituam a sua actividade principal, no que se refere aos produtos classificados pelos códigos NC 2710 00 74, 2710 00 76, 2710 00 77 e
2710 00 78, bem como aos classificados pelo código NC 2710 00 69, consumidos na Região Autónoma dos Açores e na ilha de Porto Santo; e) Sejam fornecidos para o consumo de transportes públicos, no que se refere aos produtos classificados pelo código NC 2711 00 00.
3 — Fica igualmente o Governo autorizado a estabelecer taxas fixas de ISP, mantendo-se, no entanto, a gasolina super com chumbo, o gasóleo e o fuelóleo com um teor de enxofre superior a 1% sujeitos ao regime de preços máximos de venda ao público.
4 — No uso da autorização referida no número anterior, fica o Governo autorizado a fixar por portaria os valores de taxas unitárias de ISP dentro dos seguintes intervalos, bem como a alterá-los com observância dos mesmos intervalos:
a) No continente e na Região Autónoma da Madeira:
Produto | Código NC | Taxa do ISP | |
Mínima | Máxima | ||
Gasolina com chumbo. | 2710 00 34 e 2710 00 36 | 77 OOOSOO | 99 OOOSOO |
Gasolina sem chumbo. | 2710 00 27 a 2710 00 32 | 71 OOOSOO | 93 OOOSOO |
Petróleo.................. | 2710 00 55 | 48 OOOSOO | 66 OOOSOO |
Gasóleo............. | 2710 00 69 | 48 OOOSOO | 66 OOOSOO |
Gasóleo agrícola | 2710 00 69 | 10 OOOSOO | 46 OOOSOO |
Fuelóleo com teor de enxofre superior a 1 %. | 2710 00 76 a 2710 00 78 | 4 000500 | 10 OOOSOO |
Fuelóleo com teor de enxofre inferior ou igual a 1 %. | 2710 00 74 | 1 OOOSOO | 7OOOSOO |
Na ilha de São Miguel, da Região Autónoma dos Açores: | |||
Produto | Cddigo NC | Taxa do ISP | |
Mínima | Máxima | ||
Gasolina com chumbo. | 2710 00 34 2710 00 36 | 67 OOOSOO | 89 OOOSOO |
Gasolina sem chumbo. | 2710 00 27 a 2710 00 32 | 60 OOOSOO | 82 OOOSOO |
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
Produto | Código NC | Tua do ISP | |
Mínima | Máxima | ||
Petróleo.................. | 2710 00 55 | lOOOOSOO | 40000500 |
2710 00 69 | lOOOOSOO | 40 000SOO | |
Fuelóleo com teor de enxofre superior a 1 %. | 2710 00 76 a 2710 00 78 | osoo | lOOOOSOO |
Fuelóleo com teor de enxofre inferior ou igual a 1 %. | 2710 00 74 | 0$00 | 7OO0SO0 |
aplicando-se nas restantes ilhas da Região taxas inferiores às estabelecidas para a ilha de São Miguel, a fim de compensar os custos de transporte e armazenagem (CT) entre São Miguel ou
0 continente e as respectivas ilhas.
5 — Enquanto não for utilizada a autorização legislativa referida nos números anteriores é conferida aos n.os 6 e 9 do artigo 7.° do Decreto-Lei n.° 261-A/91, de 25 de Julho, a seguinte redacção:
Artigo 7.° Taxas
1 — .......................................................................
2— .......................................................................
3— .......................................................................
4— .......................................................................
5— .......................................................................
6 — A taxa do ISP aplicável à gasolina com teor
de chumbo não superior a 0,013 g por litro, classificados pelos códigos NC 2710 00 27, 2710 00 29 e 2710 00 32, é inferior à taxa aplicável à gasolina com teor de chumbo superior a 0,013 g por litro, sendo fixada por portaria.
7— .......................................................................
8— .......................................................................
9 — A taxa do ISP aplicável ao fuelóleo com teor
de enxofre inferior ou igual a 1 %, classificado pelo código NC 2710 00 74, é inferior à taxa aplicável ao fuelóleo com teor de enxofre superior a 1 %, classificado pelos códigos NC 2710 00 76 a 2710 00 78, sendo fixada por portaria.
10— .....................................................................
11 — .....................................................................
12— .....................................................................
13— .....................................................................
\4— .....................................................................
15— .....................................................................
6 —O artigo 18.° do Decreto-Lei n.° 261-A/91, de 25 de Julho, passa a ter a seguinte redacção:
Artigo 18.°
Alteração dos preços máximos de venda ao público (PMVT)
1 — ........................................................................
2— ........................................................................
3 — As alterações dos PMVP referidas nos n.05 1 e 2 entrarão em vigor às 0 horas do dia imediato ao da sua aprovação, aplicando-se exclusivamente às mercadorias declaradas para consumo após aquela data.
4 — (Anterior n.° 5.)
5 —(Anterior n.° 6.)
Artigo 41.° Imposto automóvel
1 — Os artigos 1.°, 4.°, 5.° e 8.° do Decreto-Lei n.° 40/ 93, de 18 de Fevereiro, passam a ter a seguinte redacção:
Artigo 1.° — 1 —..................................................
2— ........................................................................
3 — O imposto é de natureza específica, monofásica e determinável de acordo com as tabelas i e ll anexas ao presente diploma, que dele fazem parte integrante, correspondendo a última às fórmulas de conversão em centímetros cúbicos a aplicar aos veículos não convencionais.
4— ........................................................................
5 — Os veículos automóveis originários ou em livre prática nos Estados membros da Comunidade Europeia serão objecto de uma redução do IA efec-
tuada de acordo com a seguinte tabela: | |
Percentagem | |
Veículos automóveis | de |
redução | |
18 | |
Com mais de dois anos até tres anos de uso.......... | 24 |
Com mais de três anos até quatro anos de uso....... | 32 |
Com mais de quatro anos até cinco anos de uso.... | 41 |
Com mais de cinco anos até seis anos de uso........ | 49 |
55 | |
61 | |
\ & | |
Ari. 4.° — 1 — ..................................................... | |
2— ....................................................................... |
3 — A constituição da obrigação tributária relativa à admissão de veículos automóveis sem matrícula por operadores não registados, bem como daqueks. que sejam detentores de uma matrícula comunitária, independentemente do sujeito passivo interveniente, verifica-se com a caducidade do prazo de apresentação do pedido a que se refere o n.° 4 do ar: tigo 17.°
4— ...................................................................
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Art. 5.° — 1 — ...................................................:..
2 — A cobrança do imposto automóvel terá lugar num prazo que não poderá exceder os 90 dias contados da data da entrada em Portugal dos veículos a que se refere o número anterior.
3— ........................................................................
Art. 8.° — 1 —.................................:....................
2— ......................................................;.................
3 — Os veículos automóveis que beneficiem das reduções previstas neste artigo só podem ser alienados ou substituídos decorridos que sejam cinco anos a contar da data de emissão da respectiva licença, excepto se a alienação se efectuar a favor de um sujeito passivo beneficiário, ele próprio, da isenção fiscal prevista no n.° 1, caso em que a mesma se manterá, desde que o veículo seja afecto ao serviço de aluguer com condutor e a Direcção-Geral das Alfândegas certifique previamente a qualidade ou estatuto do adquirente.
4— ........................................................................
2 — As tabelas i e u anexas ao Decreto-Lei n.° 40/93, de 18 de Fevereiro, são as seguintes:
TABELA I
Imposto automóvel
Escolio em cilindrada (centímetros cúbicos) | Taxas (por centímetro cúbico) | Parcela a abater |
Até 1000.................................................. | 251$00 | 48 400S00 |
De 1001 a 1250...................................... | 573S0O | 371 022500 |
De 1251 a 1500 ...................................... | 1 340500 | 1 330 164$00 |
De 1501 a 1750...................................... | 1 933S00 | 2 220 I07S00 |
De 1751 a 2000...................................... | 3 264S00 | 4 550688S00 |
De 2001 a 2500...................................... | 3 147S00 | 4317371SO0 |
Mais de 2500 .......................................... | 1 981$00 | 1 401 205S00 |
TABELA II
Tipos de motores | Formulas de conversão para cálculo da |
cilindrada corrigida (tr) | |
Eléctricos e solares......................... | cc = P (em kws) x 26,667 |
Wankel............................................ | cc = P (em kws)x 16,00 |
Álcool e gás.................................... | A tabela t é de aplicação directa. |
Nota. — P - potência do motor em consideração, em kilowatts-hora.
CAPÍTULO X Impostos locais
Artigo 42.° Imposto municipal de sisa
O n.° 22.° do artigo 11." e o n.° 2.° e o § único do artigo 33.° do Código do Imposto Municipal de Sisa e do
Imposto sobre as Sucessões e Doações, aprovado pelo De-creto-Lei n.°41 969, de 24 de Novembro de 1958, passam a ter a seguinte redacção:
Art. li.0.......................................................................
22.° Aquisição do prédio ou fracção autónoma de prédio urbano destinado exclusivamente a habitação, desde que o valor sobre que incidiria o imposto municipal de sisa não ultrapasse 8 400 000$;
Art. 33.°.......................................................................
2.° Tratando-se de transmissões de prédio ou fracção autónoma de prédio urbano destinado exclusivamente a habitação, serão as constantes da tabela seguinte:
Valor sobre que incide o imposto | Taxas percentuais | |
municipal de sisa | ||
(contos) | Marginal | Médio (*) |
Até 8400......................................... | 0 | 0 |
De mais de 8400 até 12 500 | 5 | 1,6400 |
De mais de 12 500 até 16 800 | II | 4,0357 |
De mais de 16800 até 21 000 | 18 | 6,8286 |
De mais de 21 000 até 25 200 | 26 | - |
Superior a 25 200.......................... | Taxa única: 10,00 |
(•) No limite superior do escalão.
§ único. O valor sobre que incide o imposto municipal de sisa, quando superior a 8 400 000$, será dividido em duas partes, uma igual ao limite do maior dos escalões que nela couber, à qual se aplicará a taxa média correspondente a este escalão, e outra igual ao excedente, a que se aplicará a taxa marginal respeitante ao escalão imediatamente superior. .
Artigo 43.-° Contribuição autárquica
Os artigos 10.° e 12.° do Código da Contribuição Autárquica, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 442-C/88, de 30 de Novembro, passam a ter a seguinte redacção:
Artigo 10.° Inído da sujeição a imposto
1 — ........................................................................
a)........................................................................
b)........................................................................
c) Do ano, inclusive, da conclusão das obras de edificação, de melhoramento ou'de outras alterações que hajam determinado a
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variação do valor tributável de um prédio, quando qualquer destes factos tenha ocorrido até 30 de Junho;
d) Do ano seguinte, inclusive, à verificação dos factos descritos na alínea anterior, quando estes se tenham verificado posteriormente a 30 de Junho, salvo, tratando-se de alteração de classificação de prédios ou de edificações em terrenos para construção já inscritos na matriz ou que o devam ser, casos em que a contribuição é devida a partir do ano, inclusive, daquela alteração ou da conclusão das obras;
e) ........................................................................
í) ........................................................................
2— ........................................................................
3— ........................................................................
Artigo- 12.° Isenção
1 — ........................................................................
2— ........................................................................
3— ........................................................................
a) Nos casos previstos nas alíneas c) e d) do n.° 1 do artigo 10.°, no ano, inclusive, em que os prédios ficam sujeitos a tributação, quer se trate de construção própria ou de aquisição a título oneroso;
b) Nos casos não contemplados na alínea anterior, no ano, inclusive, da aquisição do prédio a título oneroso.
4— ........................................................................
5— .......................................................................
Artigo 44.° Imposto municipal sobre veículos
São aumentados em 6 %, com arredondamento para as centenas de escudos imediatamente superior, os valores do imposto constantes das tabelas l a iv do Regulamento do Imposto Municipal sobre Veículos, aprovado pelo Decre-to-Lei n.° 143/78, de 12 de Junho, com as alterações que lhe foram introduzidas posteriormente, competindo à Di-recção-Geral das Contribuições e Impostos, em conformidade com este aumento, publicar no Diário da República a respectiva tabela actualizada.
CAPÍTULO XI Harmonização fiscal comunitária
Artigo 45.° Imposto de circulação e imposto de camionagem
l — Fica o Governo autorizado a reformular a estrutura dos actuais impostos de circulação (ICi) e de camiona-
gem (ICa), com efeitos a partir de 1 de Janeiro de 1994, no sentido do seu aperfeiçoamento e simplificação administrativa.
2 — No uso da presente autorização legislativa poderá o Governo, quanto ao imposto de circulação:
a) Estabelecer que o ICi incide sobre o uso e fruição dos veículos a seguir mencionados, registados no território do continente e Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, quando afectos ao transporte de mercadorias por conta própria ou à actividade de rent-a-cargo quando os veículos se destinem ao transporte particular:
Automóveis de mercadorias; Automóveis mistos de peso bruto superior a 2500 kg;
Conjuntos formados por veículos-reboque ou iractor-serni-reboque, destinados ao transporte de mercadorias;
b) Estabelecer que estão isentos de ICi:
O Estado e qualquer dos seus serviços, estabelecimentos e organismos, ainda que personalizados, compreendidos os órgãos de coordenação e assistência;
As Regiões Autónomas;
As autarquias locais e suas federações e uniões;
As pessoas colectivas de utilidade pública, aprovadas pelo Ministro das Finanças como entidades beneficiárias desta isenção;
Os Estados estrangeiros, quando haja reciprocidade de tratamento;
As embaixadas, missões diplomáticas e consulares, nos termos das respectivas convenções;
As organizações estrangeiras ou internacionais, nos termos de acordos celebrados pelo Estado Português;
c) Estabelecer que ficam igualmente isentos de ICi:
Os veículos que, tendo mais de 20 anos e constituindo peças de museus públicos, só ocasionalmente sejam usados em condições normais da sua utilização;
No ano da aquisição, os veículos cujo registo seja feito posteriormente a 30 de Setembro;
No ano do abate, os veículos cuja matrícula seja cancelada anteriormente a 1 de Julho;
d) Estabelecer que ficam temporariamente isentos de imposto os veículos novos destinados a venda;
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e) Estabelecer as taxas constantes da tabela seguinte:
Vefculos por classes de PB | Imposto |
(lanciadas) | de circulação |
Até 2,5 .......................................................... | 4 500S00 |
Mais de 2,5 até 3,5..................................... | 7S00S00 |
18 OOOSOO | |
Mais de 7,5 até 12....................................... | 30 OOOSOO |
Mais de 12 até 18........................................ | 500O0S00 |
Mais de 18 até 26........................................ | 63 OOOSOO |
Mais de 26................................................... | 120 OOOSOO |
f) Estabelecer que constitui contra-ordenação, punível com coima de 10 000$ a 1 000 000$, a utilização de qualquer veículo compreendido na alínea a) sem o pagamento do imposto, quando devido;
g) Estabelecer que constitui contra-ordenação, punível com coima de 5000$ a 250 000$, a falta de apresentação, no prazo de oito dias, da prova de pagamento ou de isenção do imposto, quando o condutor declare encontrar-se a situação tributável do veículo devidamente regularizada;
h) Estabelecer que constitui contra-ordenação, punível com coima de 50 000$ a 5 000 000$, a falsificação ou viciação de qualquer documento comprovativo do pagamento ou da isenção do imposto;
/") Estabelecer que constitui contra-ordenação, punível com coima de 3000$ a 50 000$, a utilização de veículos em transportes públicos sem a competente autorização;
j) Estabelecer que, independentemente das sanções previstas nas alíneas f) a h), a falta de pagamento do imposto devido, nos prazos legalmente fixados, implicará a imediata apreensão do veículo e respectiva documentação, sem prejuízo do pagamento de quaisquer outros impostos respeitantes ao mesmo veículo enquanto se mantiver apreendido;
0 Estabelecer que os administradores, directores, gerentes, membros do conselho fiscal, liquidatários ou administradores da massa falida respondam solidariamente nas relações de crédito emergentes da aplicação de coimas referentes a infracções praticadas no exercício do seu cargo; . m) Estabelecer que, tratando-se de veículos pertencentes a entidades a que a lei reconhece p direito de isenção do imposto, são considerados responsáveis pelas infracções imputáveis ao proprietário e ainda pelo imposto eventualmente devido, os administradores, chefes ou outros dirigentes dos serviços a que os veículos estejam afectos;
n) Consignar a receita do imposto à Junta Autónoma de Estradas, no caso do imposto liquidado
sobre veículos situados no continente, ou nas Regiões Autónomas, no caso de se tratar de imposto liquidado naquelas Regiões; o) Revogar o Decreto-Lei n.° 45 331, de 28 de Outubro de 1963.
3 — No uso da presente autorização legislativa poderá o Governo, quanto ao imposto de camionagem:
a) Estabelecer que o ICa incide sobre o uso e fruição dos veículos a seguir mencionados, registados no território do continente e Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira e destinados ao transporte público de mercadorias e à actividade de rent-a--cargo quando os veículos se destinem exclusivamente ao transporte público:
Automóveis de mercadorias; Automóveis mistos de peso bruto superior a 2500 kg;
Conjuntos formados por veículos-reboque ou tractor-semi-reboque, destinados ao transporte de mercadorias;
b) Estabelecer que ficam isentos de imposto:
Os veículos que, tendo mais de 20 anos e constituindo peças de museus públicos, só ocasionalmente sejam usados em condições normais da sua utilização; No ano da aquisição, os veículos cujo registo seja feito posteriormente a 30 de Setembro;
No ano do abate, os vefculos cuja matrícula seja cancelada anteriormente a 1 de Julho;
c) Estabelecer que ficam temporariamente isentos de imposto os veículos novos destinados a venda;
d) Estabelecer as taxas constantes da tabela seguinte:
Veículos por classes de PB | Imposto |
(toneladas) | de circulação |
Até 23 .......................................................... | 3 00ÛSOO |
Mais de 2.5 até 33...................................... | 5 OOOSOO |
Mais de 3,5 até 7,5...................................... | 12 OOOSOO |
Mais de 7,5 até 12....................................... | 20 OOOSOO |
Mais de 12 até 18........................................ | 32 OOOSOO |
Mais de 18 até 26........................................ | 42 OOOSOO |
Mais de 26.................................................... | 80 OOOSOO |
e) Estabelecer que os veículos afectos a espectáculos ambulantes, os matriculados para serviço de instrução e os destinados ao transporte de grandes objectos, de forma e peso indivisível, ficam sujeitos a 20% das taxas anuais previstas para os automóveis públicos;
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f) Estabelecer que constitui contra-ordenação, punível com coima de 10 000$ a 1 000 000$, a utilização de qualquer veículo compreendido na alínea a) sem o pagamento do imposto, quando devido;
g) Estabelecer que constitui contra-ordenação, punível com coima de 5000$ a 250 000$, a falta de apresentação, no prazo de oito dias, da prova de pagamento ou da isenção do imposto, quando o condutor declare encontrar-se a situação tributável do veículo devidamente regularizada;
n) Estabelecer que constitui contra-ordenação, punível com coima de 50 000$ a 5 000 000$, a falsificação ou viciação de qualquer documento comprovativo do pagamento ou da isenção do imposto;
t) Estabelecer que constitui contra-ordenação, punível com coima de 3000$ a 50 000$ a utilização de veículos em transportes públicos sem a competente autorização;
j) Estabelecer que, independentemente das sanções previstas nas alíneas f) a h), a falta de pagamento do imposto devido, nos prazos legalmente fixados, implicará a imediata apreensão do veículo e respectiva documentação, sem prejuízo do pagamento de quaisquer outros impostos respeitantes ao mesmo veículo enquanto se mantiver apreendido;
/) Estabelecer que os administradores, directores, gerentes, membros do conselho fiscal, liquidatários ou administradores da massa falida respondam solidariamente nas relações de crédito emergentes da aplicação de coimas referentes a infracções praticadas no exercício do seu cargo; m) Estabelecer que, tratando-se de veículos pertencentes a entidades a que a lei reconhece o direito de isenção do imposto, são considerados responsáveis pelas infracções imputáveis ao proprietário e ainda pelo imposto eventualmente devido os administradores, chefes ou outros dirigentes dos serviços a que os veículos estejam afectos;
n) Consignar a receita do imposto à Junta Autónoma de Estradas, no caso do imposto liquidado sobre veículos situados no continente, ou as Regiões Autónomas, no caso de se tratar de imposto liquidado naquelas Regiões;
o) Revogar o Decreto-Lei n.° 46 066, de 7 de Dezembro de 1964.
CAPÍTULO xn Justiça fiscal
Artigo 46.° Regime Jurídico das Infracções Fiscais Aduaneiras
1 — Fica o Governo autorizado a proceder a algumas alterações ao Regime Jurídico das Infracções Fiscais Aduaneiras, (RJIFA), aprovado pelo Decreto-Lei n.° 376-
-A/89, de 25 de Outubro, com a última redacção dada pelo Decreto-Lei n.° 255/90, de 7 de Agosto, tendo a presente autorização legislativa, pelo que respeita às contra--ordenações fiscais aduaneiras, os seguintes sentido e alcance:
a) Fixar, para a contra-ordenação de descaminho, o limite mínimo da coima em 20 000$ e, em caso de comportamento negligente, os limites mínimo e máximo em 10000$ e 1 000000$, respectivamente;
b) Fixar, para a contra-ordenação de fraude na obtenção de benefícios, o limite mínimo da coima em 20 000$;
c) Fixar, para a contra-ordenação de recusa de entrega, exibição ou apresentação de documentos e mercadorias, os limites mínimos e máximos das coimas em 20 000$ e 1 000 000$ e, em caso de comportamento negligente, em 10 000$ e 500000$, respectivamente-,
d) Fixar, para a contra-ordenação de violação do dever de cooperação, os limites mínimo e máximo de coima em 10000$ e 500000$;
e) Fixar, para a contra-ordenação de circulação irregular de mercadorias, os limites mínimos e máximos das coimas em 20 000$ e 5 000 000$, em caso de comportamento negligente em 10 000$ e 500 000$, respectivamente, e, tratando--se de gado, carne ou produtos cárneos, fixar o montante mínimo da coima em 40 000$;
f) Fixar, para a contra-ordenação de aquisição negligente, os limites mínimos e máximos das coimas em 10000$ e 500 000$ e, no caso de a mercadoria ter sido contrabandeada, em 20000$ e 1 000000$, respectivamente;
g) Fixar, para as outras contra-ordenações, o limite mínimo da coima em 20000$ e estabelecer os limites mínimo e máximo da coima aplicável aos factos anteriormente qualificados como transgressão fiscal aduaneira em 10000$ e 500000$, respectivamente.
2 — A actualização das coimas aplicáveis às pessoas colectivas é determinada pela aplicação do artigo 19 ° do RJIFA.
3 — No âmbito da presente autorização legislativa, pode ainda o Governo alterar o regime de penas, aumentando a equivalência por dia de multa, no seu limite mínimo aplicável a pessoas singulares, para 2000$.
4 — Fica também o Governo autorizado a alterar o regime de pagamento voluntário das coimas, prevendo expressamente a obrigação de pagamento de juros de mora sobre o montante da prestação tributária aduaneira contados a partir do momento da prática do facto ilícito ou, não sendo este determinável, do momento mais recuado no tempo em que for possível comprovar a prática da infracção.
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Artigo 47.° Processo tributário
1 — Fica o Governo autorizado a rever o Código de Processo Tributário e o Decreto-Lei n.° 154/91, de 23 de Abril, que o aprovou, no seguinte sentido:
a) Uniformização do regime de reclamação, de modo que, tendo o contribuinte optado pelo regime de reclamação dos Códigos do IRS, IRC ou IVA ou pelo regime do Código de Processo Tributário, de harmonia com o disposto no artigo 5.° do Decreto-Lei n.0''154/91, de 23 de Abril, o regime escolhido se aplica obrigatoriamente a todos aqueles impostos no mesmo período de tributação;
b) Atribuição ao director distrital de finanças da presidência das comissões de revisão previstas nos artigos 84.° e seguintes do Código de Processo Tributário, com voto de qualidade;
c) Limitação da inexigibilidade do agravamento previsto no n.° 1 do artigo 101.° do Código de Processo Tributário aos casos em que o contribuinte impugne a liquidação com base na errónea quantificação da matéria tributável por métodos indiciários;
d) Revogação do contencioso especial previsto nos artigos 254.° a 257.°-A do Regulamento do Imposto do Selo;
é) Alteração do regime do n.° 1 do artigo 25.° do Código de Processo Tributário de modo que só seja considerado o montante mínimo das coimas o estabelecido para os casos de negligência nas situações tipificadas na alínea a);
f) Clarificação do artigo 166.° do Código de Processo Tributário no sentido de o preceito referir expressamente que a competência cabe aos tribunais tributários;
g) Extensão expressa do regime de impugnação previsto no artigo 213.° do Código de Processo Tributário aos casos de coimas pagas espontaneamente, sem instauração de processo contra--ordenacional;
h) Concessão da possibilidade de suspensão da execução nos termos do artigo 255.° do Código de Processo Tributário, bem como para efeitos do artigo 279.° do mesmo Código, aos casos em que o contribuinte preste garantia idónea, podendo a penhora de bens valer como garantia desde que assegure os créditos do exequente;
/) Alteração do artigo 282.° do Código de Processo Tributário por forma a precisar em que consiste a garantia idónea para os fins referidos em várias normas deste Código;
f) Flexibilização da venda dos bens em'execução fiscal, sendo a opção pela venda por arrematação em hasta pública ou por propostas em carta fechada efectuada em função da melhor adequação à natureza dos bens penhorados;
/) Clarificação do conceito de prejuízo irreparável previsto no n.° 4 do artigo 355.° do Código de Processo Tributário em ordem a que a sua invocação pelo executado recorrente não possa servir de mero expediente dilatório do andamento da exe-•cução;
m) Clarificação no Código de Processo Tributário de algumas disposições relativas a prazos de recursos e no Decreto-Lei n.° 154/91, de 23 de Abril, quanto ao prazo de prescrição das obrigações tributarias;
n) Alteração do artigo 49.° do Código de Processo Tributário no que respeita à natureza dos prazos.
2 — Fica igualmente o Governo autorizado a:
a) Harmonizar as normas do Código do IRS, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 442-A/88, de 30 de Novembro, com as normas do Código de.Proces-so Tributário, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 154/ 91, de 23 de Abril;
b) Harmonizar as normas do Código do irc, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 442-B/88, de 30 de Novembro, com as normas do Código de Processo Tributário, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 154/ 91, de 23 de Abril;
c) Harmonizar as normas do Código do IVA, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 394-B/84, de 26 de Dezembro, com as normas do Código de Processo Tributário, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 154/ 91, de 23 de Abril;
d) Harmonizar as normas do Código da Sisa e do Imposto sobre as Sucessões e Doações, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 41 969, de 24 de Novembro de 1958, com as normas do Código de Processo Tributário, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 154/91, de 23 de Abril.
3 — A autorização constante do número anterior abrange as matérias de recursos e reclamações da matéria tributável, de responsabilidade tributária subsidiária, de juros, de notificações e prazos.
Artigo 48.° Tesouraria do Estado
Fica o Governo autorizado a harmonizar as diversas leis tributárias, no que respeita aos seus reflexos nas garantias dos contribuintes, ao regime da Tesouraria do Estado instituído pelo Decreto-Lei n.° 275-A/93, de 9 de Agosto.
capítulo xm
Operações activas, regularizações e garantias do Estado
Artigo 49.°
Concessão de empresamos e outras operações activas
1 — Fica o Governo autorizado, nos termos da alínea 0 do artigo 164.° da Constituição, através do Minis-
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tro das Finanças, que terá a faculdade de delegar, a conceder empréstimos e a realizar outras operações de crédito activas, até ao montante contratual equivalente a 20 milhões de contos, não contando para este limite os montantes que são objecto de reestruturação ou de consolidação de créditos do Estado, incluindo a eventual capitalização de juros.
2 — Fica também o Governo autorizado, nos termos da alínea 0 do artigo 164.° da Constituição, através do Ministro das Finanças, que terá a faculdade de delegar, a conceder empréstimos à segurança social, até ao montante contratual equivalente a 118 milhões de contos, com vista a satisfazer as suas necessidades de financiamento.
3 — Fica ainda o Governo autorizado, através do Ministro das Finanças, que terá a faculdade de delegar, a renegociar as condições contratuais de empréstimos anteriores no âmbito da cooperação financeira bilateral, incluindo a troca da moeda do crédito.
4 — O Governo informará trimestralmente a Assembleia da República da justificação e das condições das operações realizadas ao abrigo deste artigo.
Artigo 50.° Mobilização de activos e recuperação de créditos
1 — O Governo fica autorizado, através do Ministro das Finanças, que terá a faculdade de delegar, a proceder às operações abaixo enunciadas de mobilização de créditos e outros activos financeiros do Estado, bem como de bens imóveis do seu domínio privado, de acordo com critérios valorativos que atendam à sua natureza e valor real, nos termos seguintes:
a) Realizar aumentos de capital social ou estatutário com quaisquer daqueles activos, bem como através da conversão de crédito em capital das empresas devedoras;
b) Proceder a transformações de créditos e outros activos, para além das previstas na alínea anterior, podendo excepcionalmente aceitar a dação em cumprimento de valores mobiliários e imóveis no âmbito da recuperação de créditos por avales do Estado ou deles decorrentes ou de empréstimos concedidos;
c) Alienar créditos e outros activos financeiros no contexto de acções de saneamento financeiro ou de reestruturação (reescalonamento) de dívida por concurso público ou limitado, ou por ajuste directo;
d) Viabilizar a redução do capital de sociedades anónimas de capitais públicos ou participadas no âmbito de processos de saneamento económico--financeiro;
e) Ceder a favor de entidades que se mostrem especialmente vocacionadas, a título remunerado ou não, a gestão de activos financeiros, quando este procedimento se mostre o mais adequado à defesa dos interesses do Estado.
2 — Fica ainda o Governo autorizado, através do Ministro das Finanças, que terá a faculdade de delegar, a proceder à permuta de activos entre entes públicos.
3 — O Governo informará trimestralmente a Assembleia da República da justificação e condições das operações realizadas.
Artigo 51.° Aquisição de activos e assunção de passivos
Fica o Governo autorizado, através do Ministro das Finanças, que terá a faculdade de delegar, a regularizar situações decorrentes da descolonização, assim como a adquirir créditos e a assumir passivos de sociedades anónimas de capitais públicos e participadas, designadamente no contexto dos respectivos planos estratégicos de reestruturação e saneamento financeiro.
Artigo 52.°
Operações de reprivatização e de alienação de participações sociais do Estado
1 —Para as reprivatizações a realizar ao abrigo da Lei n.° 11/90, de 5 de Abril, bem como para a alienação de outras participações sociais do Estado, fica o Governo autorizado, através do Ministro das Finanças, que terá a faculdade de delegar, a contratar, por ajuste directo, entre as empresas pré-qualificadas a que se refere o artigo 5.° da citada lei, a montagem das operações de alienação e de subscrição de acções, a tomada firme e respectiva colocação e demais operações associadas.
2 — As despesas decorrentes das operações referidas no número anterior, bem como as despesas derivadas da amortização de dívida pública, serão suportadas pelo Fundo de Regularização da Dívida Pública, através das receitas provenientes, quer das reprivatizações, quer de outras alienações de activos realizadas ao abrigo das Leis ns* 11/90, de 5 de Abril, e 71/88, de 24 de Maio.
Artigo 53.° Regularização de situações do passado
Fica o Governo autorizado, nos termos da alínea i) do artigo 164.° da Constituição, a emitir empréstimos e a realizar outras operações de crédito junto das entidades previstas no artigo 64.° e nas condições constantes. a) Execução de contratos de garantia ou de outras obrigações assumidas por organismos dotados de autonomia administrativa e financeira, extintos ou a extinguir em 1994;
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lativa a dívidas da Região Autónoma da Madeira, fica o Governo autorizado a reter parte, ou a r. totalidade, da transferência orçamental anual para >íit aquela Região ou, em caso de insuficiência des-ta, receitas fiscais da Região até à concorrência ::;( dos montantes pagos em execução de avales;
d) A comparticipação nacional nos sistemas de in-in centivos financeiros com co-financiamento comu-nitário de apoio ao sector produtivo de âmbito -,n nacional respeitantes à Região Autónoma da ;n Madeira será assegurada nas mesmas condições j dos projectos do continente por verbas do Orçara mento do Estado ou dos orçamentos privativos
dos fundos e serviços autónomos; a e) A despesa correspondente à comparticipação ex-,i traordinária nos juros da dívida da Região Autónoma da Madeira é inscrita no capítulo 12, «Encargos da dívida pública», do Ministério das Finanças.
Artigo 55.°
b) Regularização de passivos de sociedades anónimas de capitais públicos e participadas através da assunção de passivos, nomeadamente na Siderurgia Nacional, S. A., e na TAP, S. A., até ao limite de 50 milhões de contos em cada uma destas empresas, e no Metropolitano de Lisboa, S. A., até ao limite de 20 milhões de contos;
c) Responsabilidades decorrentes das operações de regularização e saneamento das contas públicas, nos termos do disposto no n.° 2 do artigo 5.° da Lei n.° 23/90, de 4 de Agosto;
d) Regularização de situações decorrentes da descolonização em 1975 e anos subsequentes, designadamente as que afectam o património de entidades do sector público;
e) Regularização de responsabilidades decorrentes do recalculo dos valores definitivos das empresas nacionalizadas, nos termos do Decreto-Lei n.° 332/91, de 6 de Setembro, bem como da determinação de indemnizações definitivas, no âmbito da reforma agrária, respeitante a juros de anos anteriores;
f) Regularização de responsabilidades decorrentes, designadamente, de empréstimos e linhas de crédito concedidos por instituições financeiras no âmbito do financiamento de operações do comércio externo destinadas aos países africanos de língua oficial portuguesa, cujos passivos fica o Governo autorizado a assumir através do Ministro das Finanças, que terá a faculdade de delegar;
g) Regularização de obrigações assumidas em anos anteriores, relativamente ao porte pago, até ao montante de 12,5 milhões de contos.
Artigo 54.°
Programa de Reequilíbrio Financeiro da Região Autónoma da Madeira
No âmbito do Programa de Reequilíbrio Financeiro da Região Autónoma da Madeira, através do qual o Orçamento do Estado suporta uma comparticipação extraordinária nos juros da dívida daquela Região correspondente a 50% do seu valor anual, atender-se-á aos seguintes princípios:
a) O saldo do orçamento consolidado da Região Autónoma da Madeira, excluídos os passivos financeiros, terá de ser não negativo;
b) O Governo não poderá aumentar o saldo dos avales prestados à Região Autónoma da Madeira em relação ao valor verificado em 31 de Dezembro de 1993, salvo no caso de financiamentos do BEI para investimentos públicos regionais, até ao valor contratual máximo de 14 milhões de contos, e sujeito a enquadramento no protocolo financeiro plurianual a celebrar entre o Govemo da República e o Governo Regional;
c) Se, por força de execução de avales, o Tesouro for chamado a cumprir a obrigação principal re-
Ajuda financeira por motivo de catástrofe na Região Autónoma da Madeira
O Ministério das Finanças assegurará, através da dotação provisional, a transferência, para a Região Autónoma da Madeira, de uma verba no montante de 1 milhão de contos exclusivamente destinada a fazer face aos encargos com a reparação dos danos causados pelo recente temporal que afectou aquela Região.
Artigo 56.° Universidade da Madeira
O Ministério das Finanças assegurará as transferências necessárias para as rubricas próprias do orçamento do Ministério da Educação, de forma a assegurar que, por seu intermédio, sejam garantidas à Universidade da Madeira as verbas estritamente necessárias ao custeamento das suas despesas no ano económico de 1994.
Artigo 57.° Universidade dos Açores
0 Ministério das Finanças assegurará as transferências necessárias para as rubricas próprias do orçamento do Ministério da Educação, de forma a assegurar que, por seu intermédio, sejam garantidas à Universidade dos Açores as verbas estritamente necessárias ao custeamento das suas despesas no ano económico de 1994.
Artigo 58.°
Custos de Insularidade na Região Autónoma dos Açores
1 — A comparticipação nacional dos sistemas de incentivos financeiros com co-financiamento comunitário de apoio ao sector produtivo de âmbito nacional respeitantes
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à Região Autónoma dos Açores será assegurada, nas mesmas condições dos projectos do continente e Região Autónoma da Madeira, por verbas do Orçamento do Estado ou dos orçamentos privativos dos fundos e serviços autónomos, uma vez acordado o protocolo financeiro plurianual entre o Governo da República e o Governo Regional.
2 — A verba inscrita no capítulo 8 do mapa n — Despesas do Estado — Gabinete do Ministro da República para a Região Autónoma dos Açores, para cobertura dos custos de insularidade—, será acrescida de 2,3 milhões de contos com contrapartida em verba adequada do capítulo 60 do Ministério da Finanças — Despesas excepcionais —, no enquadramento do protocolo financeiro plurianual a acordar entre o Governo Regional dos Açores e o Governo da República.
Artigo 59.°
Endividamento das Regiões Autónomas
1 — A Região Autónoma da Madeira poderá contrair empréstimos que impliquem um aumento do endividamento líquido da Região até 14 milhões de contos, incluindo-se aqui todas as formas de dívida, bancária ou não.
2 — O acréscimo líquido de endividamento global directo em 1994 da Região Autónoma dos Açores é fixado em 17 milhões de contos, sujeito a enquadramento no protocolo financeiro plurianual a celebrar entre o Governo da República e o Governo Regional
Artigo 60.°
Operações de tesouraria
Os saldos activos registados no final do ano económico de 1994 nas contas de operações de tesouraria referidas nas alíneas b) e c) do artigo 2.° do Decreto-Lei n.° 332/90, de 29 de Outubro, poderão transitar para o ano económico seguinte até um limite máximo de 50 milhões de contos, não contando para este limite os montantes depositados nas contas de aplicações de fundos e o saldo da conta especial de regularização das operações de tesouraria, a que se refere a Lei n.° 23/90, de 4 de Agosto.
Artigo 61.° Garantias do Estado
1 — O limite para a concessão de avales e outras garantias do Estado é fixado, em termos de fluxos líquidos anuais, em 20 milhões de contos para operações financeiras internas e em 250 milhões de contos para operações financeiras externas.
2 — Não contam para os limites fixados no número anterior as seguintes operações:
a) Concessão de garantia a operações a celebrar no âmbito de processos de renegociação de dívida avalizada;
b) Concessão do aval do Estado a operações que beneficiem de «cartas de conforto» emitidas no
passado relativamente a empréstimos concedidos à PORTUCEL, S. A., até ao limite de 40 milhões de contos, à TAP, S. A., até ao limite de 200 milhões de dólares, à CNP, S. A., até ao limite de 290 milhões de dólares, e à EDM, S. A., até ao limite de 30 milhões de dólares;
c) Concessão de garantias que decorrem de deliberações tomadas no seio das Comunidades Europeias, nomeadamente ao abrigo da Convenção de Lomé IV.
d) Concessão dos avales às operações que vierem a ser realizadas ao abrigo do previsto nos artigos 54.°, alínea b), e 59.°
3 — Relativamente às Regiões Autónomas, a taxa de aval prevista no n.° 2 da base xi da Lei n.° 1/73, de 2 de Janeiro, independentemente do que a tal respeito tenha sido estabelecido nos empréstimos garantidos com aval do Estado, é a calculada nos termos da seguinte tabela:
.Saldo de dívida avalizada (milhões de comos) | Taxa marginal de aval |
Até 85............................................. | 0 Um oitavo da taxa minima legal. |
Acima de 85................................... | |
4 — As responsabilidades do Estado decorrentes da concessão em 1994 de garantias de seguro de crédito, de créditos financeiros e seguro de caução não poderão ultrapassar o montante equivalente a 120 milhões de contos, não contando para este limite as prorrogações de garantias já concedidas, quando efectuadas pelo mesmo valor.
Artigo 62.° Saldos do capítulo 60 do Orçamento do Estado
Os saldos das dotações afectas às rubricas da classificação económica 04.00 «Transferências correntes», 05.00 «Subsídios», 09.00 «Activos financeiros» e 06.00 «Outras despesas correntes», inscritas no Orçamento do Estado para 1993 no capítulo 60 do Ministério das Finanças, poderão ser excepcionalmente depositados em conta especial utilizável na liquidação das respectivas despesas, devendo todavia tal conta ser encerrada até 30 de Junho de 1994.
CAPÍTULO XIV Receitas diversas
Artigo 63." Taxa de comercialização de medicamentos
1 — Os titulares da autorização para a introdução no mercado de medicamentos ficam sujeitos ao pagamento de uma taxa de comercialização destinada ao sistema de garantia de qualidade dos medicamentos, ao sistema nacional de farmacovigilância, à realização de estudos de avaliação do impacte social dos medicamentos e a acções de
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informação para os agentes de saúde e consumidores, a realizar pelo INFARMED — Instituto Nacional de Farmácia e do Medicamento.
2 — A taxa a que se refere o número anterior é de 0,4% do volume de vendas de cada medicamento, tendo por referência o preço de venda ao público, constituindo receita própria daquele Instituto e sendo o seu valor pago mensalmente com base nas declarações de vendas mensais, nos termos e com os elementos a definir pelo mesmo Instituto.
3 — A não apresentação da declaração exigida no número anterior constitui contra-ordenação, à qual é aplicável o disposto no artigo 92.° do Decreto-Lei n.° 72/91, de 8 de Fevereiro.
CAPÍTULO XV Necessidades de financiamento
Artigo 64.°
Necessidades de financiamento do Orçamento do Estado
1 — O Governo fica autorizado, nos termos da alínea /') do artigo 164.° da Constituição, a contrair empréstimos e outras operações de crédito, nos mercados intemo e externo, junto de organismos de cooperação financeira internacional e de outras entidades, até perfazer um acréscimo de endividamento global directo, em termos de fluxos anuais líquidos, de 940 milhões de contos, para fazer face às necessidades de financiamento decorrentes da execução do Orçamento do Estado, incluindo os serviços e organismos com autonomia administrativa e financeira, nos termos e condições previstos na presente lei, não contando para este efeito a amortização de dívida pública que vier a ser feita pelo Fundo de Regularização da Dívida Pública como aplicação das receitas das privatizações e da recuperação de créditos nos termos da Lei n.° 23/90, de 4 de Agosto.
2 — Será considerado, no limite de endividamento a que se refere o número anterior, o eventual acréscimo do produto da emissão de bilhetes do Tesouro destinado à cobertura das necessidades de financiamento do Orçamento do Estado.
3 — Os encargos a assumir com os empréstimos a emitir em 1994, nos termos da presente lei, não poderão exceder os resultantes da aplicação das condições correntes dos mercados.
Artigo 65.° Empréstimos internos
1 — Para efeitos do disposto nos artigos 53.° e 64.°. o limite da emissão de dívida pública interna corresponderá ao limite global que resulta dos mesmos, deduzido do contravalor efectivo em escudos do acréscimo do endividamento externo, devendo ter-se em conta, a cada mo-
mento, as amortizações contratualmente exigíveis a realizar durante o ano e outras operações de redução da dívida pública, incluindo os bilhetes do Tesouro, exceptuadas as referidas na parte final do n.° 1 do artigo 64.°
2 — A emissão de empréstimos internos de prazo igual ou superior a um ano subordinar-se-á às seguintes modalidades e condições:
a) Empréstimos internos amortizáveis, apresentados à subscrição do público e ou dos investidores institucionais, até perfazer um montante mínimo de 750 milhões de contos;
b) Empréstimos internos amortizáveis, a colocar junto das instituições financeiras ou de outras entidades até perfazer o acréscimo de endividamento referido no n.° 1 deste artigo, deduzido do produto dos empréstimos emitidos nos termos da alínea a) deste número e do n.° 2 do artigo 64.°
3 — Nos termos do n.° l do artigo 3.° da Lei n.° 20/ 85, de 26 de Julho, é fixado em 1850 milhões de contos o limite máximo de bilhetes do Tesouro em circulação.
4 — As condições de emissão de empréstimos internos a colocar junto do público, das instituições financeiras e de outras entidades não poderão ser mais gravosas do que as resultantes do mercado em matéria de prazo, taxa de juro e demais encargos, podendo as mesmas ser objecto dos ajustamentos técnicos que se revelarem aconselháveis.
5 — Fica ainda o Governo autorizado, nos termos da alínea 0 do artigo 164.° da Constituição, a contrair empréstimos internos, junto de instituições de crédito e sociedades financeiras, sob a forma de linha de crédito ou outra, de curto prazo, para ocorrer a necessidades pontuais de tesouraria, não podendo as utilizações ultrapassar, em cada momento, o montante de 200 milhões de contos.
6 — Atendendo à evolução da conjuntura dos mercados monetários e de capitais, fica o Governo autorizado, através do Ministro das Finanças, que terá a faculdade de delegar, a proceder à substituição entre a emissão das modalidades de empréstimos internos a que se referem os números anteriores, devendo informar a Assembleia da República das alterações dos limites e dos motivos que as justifiquem.
Artigo 66.° Empréstimos externos
1 — Para efeitos do disposto nos artigos 53.° e 64.°, a emissão de dívida pública externa poderá ser efectuada até ao limite de 400 milhões de contos, em termos de fluxos líquidos anuais, devendo ter-se em conta, em cada momento, as amortizações contratualmente exigíveis a realizar durante o ano e outras operações que envolvam redução da dívida pública externa.
2 — A emissão dos empréstimos externos a que se refere o presente artigo subordinar-se-á às condições gerais seguintes:
a) Serem aplicados preferencialmente no financiamento de investimentos e outros empreendimentos públicos;
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
b) Não serem contraídos em condições mais desfavoráveis do que as correntes no mercadp internacional de capitais quanto a prazo, taxa de juro e demais encargos. s.
3 — As utilizações que tenham lugar em 199*4 de empréstimos externos já contraídos com base em autorizações, dadas em anos anteriores que não se destinem à cobertura de despesas orçamentais e à regularização de situações do passado acrescem aos limites de endividamento fixados no artigo 64.° e no n.° 1 deste artigo.
Artigo 67.° Necessidades de financiamento da segurança social
A segurança social fica autorizada a contrair empréstimos junto do Tesouro Público, para fazer face às suas necessidades de financiamento, até ao montante de 118 milhões de contos, e junto do Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social, até ao montante de 10 milhões de contos.
Artigo 68.° Gestão da dívida pública
O Governo tomará as medidas adequadas à eficiente gestão da dívida pública, ficando autorizado, através do
Ministro das Finanças, que terá a faculdade de delegar, a adoptar as seguintes medidas:
a) Ao reforço das dotações orçamentais para amortização de capital, caso isso se mostre necessário;
b) Ao pagamento antecipado, total ou parcial, de empréstimos já contratados;
c) À contratação de novas operações destinadas a fazer face ao pagamento antecipado ou à transferência das responsabilidades associadas a empréstimos anteriores;
d) À renegociação das condições de empréstimos anteriores, incluindo a celebração de contratos de troca (swaps), do regime de taxa de juro, de divisa e de outras condições contratuais.
Artigo 69.° Informação à Assembléia da República
O Governo informará trimestralmente a Assembleia da República acerca do montante e utilização de todos os empréstimos contraídos ao abrigo das disposições dos artigos anteriores do presente capítulo.
Aprovado em 30 de Novembro de 1993.
O Presidente da Assembleia da República, António Moreira Barbosa de Melo.
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MAPA RECEITAS DO ESTADO
(ALINEA a) DO ARTIGO 1.)
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* | * | * | * | * * | ||
* | * 03 | * | * | OUTROS * | • * | |
* | * | * | * | * * | ||
* | * | * 01 | * | LOTARIAS * | 3 100 000* * | |
* | * | * 02 | * | ESTAMPILHAS FISCAIS * | 5 983 000» « | |
t | * | * 03 | * | IMPOSTO DO SELO * | 219 000 000» * | |
*. | * | * 04 | * | IMPOSTO DE TRANSACÇÕES * | * * * | |
* | * | * 05 | * | IMPOSTO SOBRE OS PRÉMIOS DE SEGURO * | * * i | |
* | * | * 06 | * | IMPOSTO SOBRE MINAS * | 7 OCO* * | |
* | * | * 07 | * | IMPOSTO DO JOGO * | 1 360 000» i | |
* | * | * 08 | * | IMPOSTOS RODOVIÁRIOS: * | * i | |
* | * | * | * | DE CIRCULAÇÃO * | * * i | |
* | * | * | * | DE CAMIONAGEM * | * * i | |
* | * | * | * | DE COMPENSAÇÃO * | * * i | |
* | * | * 09 | * | IMPOSTO E TAXAS SOBRE ESPECTÁCULOS E DIVERTIMENTOS * | 163 000» * | |
* | * | * 10 | * | SERVIÇOS ADUANEIROS * | * * 1 | |
* | * | * 11 | * | SERVIÇOS JUDICIAIS PRESTADOS A EMPRESAS * | * * i | |
* | * | * 12 | * | SERVIÇOS DE ENERGIA * | 1 019 020» i | |
* | * | * 13 | * | SERVIÇOS DE GEOLOGIA E NINAS * | 44 500* < | |
* | * | * u | * | SERVIÇOS DE CONTROLO HETROLOGICO E DE QUALIDADE * | 833 127» . i | |
* | * | * 15 | * | SERVIÇOS DOS GOVERNOS CIVIS * | 1 866 25S* i | |
* | * | * 16 | * | SERVIÇOS AGRO-ALIMENTARES * | 2 200» 1 | |
* | * | * 17 | * | SERVIÇOS DA AGRICULTURA E OA PECUÁRIA * | 1 129 000* < | |
* | * | * 18 | * | SERVIÇOS DA QUALIDADE ALIMENTAR * | 300» ' i | |
* | * | * 19 | * | SERVIÇOS OA AVIAÇÃO CIVIL * | 223 110* i | |
* | * | * 20 | * | SERVIÇOS 00 MAR * | 32 640» < | |
* | * | * 21 | * | SERVIÇOS GERAIS E LICENCIAMENTOS CONCEDIDOS A EMPRESAS * | 362 250* | |
* | * | * 22 | * | EMOLUMENTOS DO TRIBUNAL DE CONTAS * | * * | |
* | * | * 23 | * | FISCALIZAÇÃO DE ACTIVIDADES COMERCIAIS E INDUSTRIAIS * | 3 037 919» | |
* | * | * 24 | * | PARTICIPAÇÃO NAS RECEITAS DOS CTT * | * * i | |
* | * | * 25 | * | PARTICIPAÇÃO NAS RECEITAS DOS TLP * | * * | |
* | * | * 26 | * | IMPOSTOS INDIRECTOS DIVERSOS * | 296 664» 238 459 98S | t 1 845 8S9 985* |
* | * | * | * | |||
* | * | * | * | » | ||
* | * | * | * | * | ||
* 03 | * | * | * | TAXAS, MULTAS E OUTRAS PENALIDADES * | * | |
* | * | * | * | * | ||
* | * | * | * | * | ||
* | * 01 | * | * | TAXAS * | * | |
* | * | * | * | r * | ||
* | * | * 01 | * | SERVIÇO DE PASSAPORTES * | 345 300* | |
* | * | * Q2 | * | SERVIÇOS JUDICIAIS * | 5 468 396» | |
* | * | * 03 | * | SERVIÇOS DOS GOVERNOS CIVIS < | t 1 101 510* | |
* | * | * 04 | * | SERVIÇOS FLORESTAIS * | r 900 OCO* | |
* | * | * 05 | * | SERVIÇOS DE EDUCAÇÃO • CENTROS OE ENSINO < | i 251 200» | |
* | * | * 06 | * | SERVIÇOS DA AVIAÇÃO CIVIL 1 | t 47 590» | |
* | * | * 07 | * | SERVIÇOS DO MAR ' | r 22 000* | |
* | * | * 08 | * | SERVIÇOS GERAIS E LICENCIAMENTOS ' | > 396 449* | |
* | * | * 09 | * | EMOLUMENTOS DO TRIBUNAL DE CONTAS i | t * * | |
* | * | * 10 | * | DESCONTO NOS VENCIMENTOS DOS BENEFICIÁRIOS OA ADSE ' | > 10 000 000* | |
* | * | * 11 | * | SOBRETAXA PREVISTA NO DECRETO-LEI N. 338/87, DE 21 OE | r * | |
* | * | * | * | OUTUBRO * | > 10 000* | |
* | * | * 12 | * | AOICIONAIS < | » * * | |
* | * | * | * | » * | ||
* | * | * | * | t * | ||
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II SÉRIE-A — NÚMERO
* | IMPORTÂNCIAS EM CONTOS * | ||||||
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*TULOS* | POS * GOS * | DESIGNAÇÃO OAS RECEITAS | * | POR * | POR * | POR * | |
* * | * | ARTIGOS * | GRUPOS * | CAPÍTULOS * | |||
* * | * | * | * | * | |||
* * | • | * | * | * | |||
06 | * » | JUROS • FAMÍLIAS | * | * | * | ||
* * | * | * | * | * | |||
* 01 • | PARTICULARES | * | 324 000* | 324 000* | * | ||
* t | ............* | * | * | ||||
* * | * | * | * | • | |||
07 | * » | JUROS • EXTERIOR | • | * | * | t | |
* * | t | • | * | w | |||
* 01 * | MACAU | • | t t | * | t | ||
* 02 * | CE | » | * * | • | * | ||
* 03 * | OUTROS | • | 1 054 9S0* | 1 054 950* | * | ||
* * | * | * | |||||
* * | * | * | * | * | |||
oa | * * | DIVIDENDOS E PARTICIPAÇÕES NOS LUCROS OE SOCIEDADES E QUASE * | * | * | * | ||
* * | SOCIEDADES NAO FINANCEIRAS | * | » | * | * | ||
» * | * | * | » | * | |||
* 01 * | EMPRESAS PUBLICAS, EQUIPARADAS OU PARTICIPADAS: | * | * | * | * | ||
* t | EP'S - REMUNERAÇÕES DOS CAPITAIS ESTATUTÁRIOS | • | 17 413 000» | * | * | ||
* * | ESTABELECIMENTOS FABRIS MILITARES | * | * * | * | * | ||
* * | OUTRAS EMPRESAS | * | * « | * | * | ||
* 02 * | EMPRESAS PRIVADAS | * | * » | 17 413 000* | * | ||
* * | * | * | |||||
* * | • | * | * | * | |||
09 | * * | DIVIDENDOS E PARTICIPAÇÕES NOS LUCROS OE INSTITUIÇÕES DE | * | * | * | • | |
• * | CREDITO | t | t | * | |||
• * | • | * | » | * | |||
» 01 * | INSTITUIÇÕES PUBLICAS, EQUIPARADAS OU PARTICIPAOAS | * | 17 353 000* | * | * | ||
* 02 * | OUTRAS INSTITUIÇÕES DE CREDITO | • | * * | 17 353 000« | * | ||
* * | * | * | |||||
* * | * | * | * | ||||
10 | » « | DIVIDENDOS E PARTICIPAÇÕES NOS LUCROS OE EMPRESAS DE SEGURO * | * | * | * | ||
* * | t | * | * | * | |||
* 01 * | EMPRESAS PUBLICAS, EQUIPARADAS OU PARTICIPADAS: | * | * | * | * | ||
» * | EP'S - REMUNERAÇÕES DM CAPITAIS ESTATUTÁRIOS | * | t * | * | * | ||
* « | OUTRAS EMPRESAS | * | * * | * | * | ||
* 02 * | EMPRESAS PRIVADAS | * | * * | * * | « | ||
* í | * | » | |||||
* « | * | * | * | * | |||
11 | * • | PARTICIPAÇÕES NO» LUCROS DC ADMINISTRAÇÕES PUBLICAS | * | * | * | * | |
* í | * | * | * | * | |||
» 01 • | SERVIÇOS AUTÔNOMOS | * | * * | * | * | ||
* 02 * | OUTROS | * | * * | * * | * | ||
* i | * | * | |||||
» i | * | * | * | » | |||
12 | * i | r RENDAS OE TERRENOS | * | * | * | * | |
t i | * | * | * | * | |||
* 01 l | > SOCIEDADES E QUASE SOCIEDADES NAO FINANCEIRAS | * | * | * | |||
* 02 i | i AOHINISTMCOES PUBLICAS | * | * * | * | * | ||
* 03 * | l ADMINISTRAÇÕES PRIVAOAS: | * | • | * | * | ||
* í | ' EMPRESAS PETROLÍFERAS | * | 9 758* | * | |||
* 04 i | ' EXTERIOR | * | * * | * | * | ||
* 05 i | 1 OUTROS SECTORES | * | 28 ao* | 38 008* | 74 779 808* | ||
t i | * | ||||||
* i | * | * | * | * | |||
* i | * | * | * | * | |||
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* * | * | * | » | * 1 | ||
* * | * | * | * | * l | ||
* * 03 | * | SERVIÇOS | * | * í | ||
* * | * | t | * | * * | ||
♦ * | * 01 | * | ADMINISTRAÇÕES PUBLICAS | * | 3 304 000* < | |
* * | * 02 | * | OUTROS SECTORES | * | 2 677 890* < | |
* * | * 03 | * | EMOLUMENTOS PESSOAIS DOS SERVIÇOS: | * | * < | |
* * | * | FOMENTO MARÍTIMO | * | * * ( | ||
* * | * | * | DIVERSOS | * | * * < | |
* * | * 04 | * | ALIMENTAÇÃO E ALOJAMENTO: | * | * i | |
» * | * | * | SERVIÇOS SOCIAIS DO MINISTÉRIO DAS FINANÇAS | * | 327 729* < | |
* * | * | * | SERVIÇOS DE ESTRANGEIROS E FRONTEIRAS | * | 1 000* i | |
* * | * | * | SERVIÇOS PRISIONAIS | 15 000* i | ||
* * | * | * | SERVIÇOS DA AGRICULTURA E OA PECUÁRIA | ■ * | 122 500* i | |
* * | * | * | SERVIÇOS 00 MAR | 8 500* i | ||
* * | * | * | OIVERSOS | # | * # | |
* * | * 05 | * | TRABALHOS DE CONTA OE TERCEIROS: | * | * | |
* * | * | * | RECURSOS NATURAIS | * | 23 600* | |
* * | * | * | DIVERSOS | * | * * | |
* * | * 06 | * | VISTORIAS E ENSAIOS: | * | * | |
* * | * | * | CULTURA POPULAR E ESPECTÁCULOS | * | 1 550* | |
* * | * | * | VIACAO | * | 1 000* | |
* * | * | * | AGRICULTURA E PECUÁRIA | * | 95 500* | |
* * | * | * | ENERGIA | * | 55 049* | |
* * | * | * | MAR | * | 62 000* | |
* t | * | * | DIVERSOS | * | * * | |
* * | * 07 | * | SERVIÇOS ADUANEIROS | * | 200 000* | |
* * | * 08 | * | SERVIÇOS DA ADSE | * | 4 086 500* | |
* * | * 09 | * | SERVIÇOS OA CULTURA | * | 320 000* | |
* * | * 10 | * | SERVIÇOS DA AGRICULTURA E DA PECUÁRIA | * | 1 384 516* | |
« * | * 11 | * | SERVIÇOS DA QUALIDADE ALIMENTAR | * | 683 000* | |
* * | * 12 | * | SERVIÇOS FLORESTAIS | 100 000* | ||
* * | * 13 | * | SERVIÇOS AGRO-ALIMENTARES | * | 2 410* | |
* * | * 14 | * | SERVIÇOS DE EDUCAÇÃO - CENTROS OE ENSINO | * | 277 400* | |
* * | * 15 | * | SERVIÇOS DE SAÚDE | * | 5 000* | |
* * | * 16 | * | SERVIÇOS DO MAR | * | 48 900* | |
* * | * 17 | * | SERVIÇOS DIVERSOS | * | 4 997 022* | |
* * | * 18 | * | SERVIÇOS - EXTERIOR: | * | * | |
* * | * | * | COMUNIDADES EUROPEIAS - ENCARGOS OE COBRANÇA | * | 5 342 000* | |
* * | * | * | OIVERSOS | * | * * 24 142 066 | |
* t | * | * | ||||
* * | * | * | * | * | ||
* * 04 | * | * | RENDAS | * | * | |
* * | * | * | * | |||
* * | * 01 | * | HABITAÇÕES | * | 32 143* | |
* * | * 02 | * | EDIFÍCIOS | * | 90 964* | |
* * | * 03 | A | OUTRAS: | * | * | |
* * | * | * | SERVIÇOS MILITARES | * | 16 100* | |
* * | * | A | SERVIÇOS HIDROAGRICOLAS - OBRAS DE REGA E BENEFICIA» | * | 250* | |
* * | * | * | SERVIÇOS HIDROAGRICOLAS • OBRAS DE FOMENTO | * | 18 000* | |
* * | * | * | SERVIÇOS DA AGRICULTURA E DA PECUÁRIA | * | 106 810* | |
* * | * | * | SERVIÇOS OE EDUCAÇÃO - CENTROS OE ENSINO | * | 89 147* | |
* * | » | * | SERVIÇOS 00 MAR | * | 18 100* | |
* * | * | * | DIVERSOS | * | * * 371 514 | * 34 029 421* |
* * | * | * | ||||
* * | * | * | * | * | ||
* * | * ■ | * | • | * | * | |
* * | * | * | * | * | ||
* * | * »»»»««. | * Hr*i | t>i>t⻫*««*««t»»»«t»««»>«>««««»««»««««««»*«»««â«â»«»ltâ»»>«li | * ***** | * «»<«**<*»*»««««««»««««««««««»' | «>»>>>«>»««>>»»» |
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* | * | IMPORTÂNCIAS EH CONTOS * | ||||||
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♦ 07 * | * OUTRAS RECEITAS CORRENTES | • | * | * * | ||||
* | • | * | * * | |||||
» 01 | * | PRODUTO DA VENDA DE VALORES DESAHOEDADOS | * | * * | * * | |||
» 02 | * | PRÉMIOS E TAXAS POR GARANTIAS DE RISCOS | * | 8 039 339* | * * | |||
i 03 | * | LUCROS DE AMOEDACAO | * | 180* | • * | |||
> 04 | * | EXCESSO OE VENCIMENTOS | * | 1 SOO* | * « | |||
> 05 | • * | OUTRAS | * | 2 319 364* | 10 360 383* 10 360 383* | |||
* | * | * * | ||||||
» | * | * * | ||||||
* | * | |||||||
* | TOTAL DAS RECEITAS CORRENTES | * | * 3 187 775 627* | |||||
* | * | |||||||
* | * | * * | ||||||
* | RECEITAS DE CAPITAL | * | * « | |||||
* | • | • * | ||||||
• | * | * • | ||||||
* 08 * | • | VENDA DE BENS DE INVESTIMENTO | * | • * | ||||
* | « | • * | ||||||
* | * | * * | ||||||
01 | * | TERRENOS • AOMINISTRACOES PUBLICAS | * | * * | ||||
* | t | * » | ||||||
» 01 | * | FUNDO DE REGULARIZAÇÃO DA OlVIDA PUBLICA | * | 503* | * * | |||
* 02 | * | DIVERSOS - DESAMORTIZAÇÃO DE IMÓVEIS | * | * * | 503* * | |||
* | * * | |||||||
• | * | * * | ||||||
< 02 | • | TERRENOS - EXTERIOR | * | » | * * | |||
* | * | * * | ||||||
» | * | * * | ||||||
r 03 | * | TERRENOS - OUTROS SECTORES | * | 30 000* * | ||||
• | * | * • | ||||||
* | * | * » | ||||||
i 0« | * | HABITAÇÕES • ADMINISTRAÇÕES PUBLICAS | * | * | * * | |||
* | * | * * | ||||||
* | • | * * | ||||||
r 05 | • | HABITAÇÕES * EXTERIOR | * | * | * * | |||
* | » | * * | ||||||
* | * | t * | ||||||
i 06 | * | HABITAÇÕES • OUTROS SECTORES | * | « | * * | |||
* | • | * * | ||||||
* | • | • * | ||||||
» 07 | • | EDIFÍCIOS • ADMINISTRAÇÕES PUBLICAS | • | * * | ||||
* | • | • * | ||||||
* 01 | • | FUNDO DE REGULARIZAÇÃO OA OIVIOA PUBLICA | • | 1 005* | * • | |||
* 02 | * | DIVERSOS - DESAMORTIZAÇÃO DE INOVEIS | * | * * | 1 | 005* * | ||
* | * * | |||||||
* | * | * * | ||||||
* 08 | » | EDIFÍCIOS - EXTERIOR | * | * | * • | |||
* | • | * * | ||||||
» | • | * * | ||||||
* | » | * * | ||||||
* | • | • » | ||||||
* | » | * * | ||||||
»»»»»») | r***Mi | ***** | * *** | *»*»«»»««t««««i»*>>»«*««***»«*»»>>»»«»»«>*««**»»t««*«mii | * MttMt | ««»*»»«»*»«*«> | * * |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(183)
IMPORTÂNCIAS EH CONTOS • | ||||||
•CAP1-* | GRU- | »ARTI-« | ||||
•TULOS* | POS | » GOS * | DESIGNAÇÃO DAS RECEITAS | » POR | * | POR * POR * |
' ARTIGOS | * | GRUPOS • CAPÍTULOS • | ||||
» * » » | ||||||
09 | EDIFÍCIOS • OUTROS SECTORES | • * • | * * * | |||
10 | OUTROS BENS DE INVESTIMENTO • ADMINISTRAÇÕES PUBLICAS | t * | * • | |||
• 01 < | t FUNDO DE REGULARIZAÇÃO OA OIVIOA PUBLICA | 201« | ||||
* 02 i | > DIVERSOS • 0ESARORT1ZACAO DE SEMOVENTES | • 155 000* | 155 201» ♦ | |||
> 11 | > OUTROS BENS DE INVESTIMENTO - EXTERIOR | • • * | * * » | |||
< 12 | > OUTROS BENS DE INVESTIMENTO - OUTROS SECTORES | • * - | 140 540» 327 249» | |||
» 09 « | < TRANSFERENCIAS | * t * | ||||
01 | ' SOCIEDAOES E QUASE SOCIEDADES NAO FINANCEIRAS | • * | ||||
* 01 i | 1 EMPRESAS PUBLICAS, EQUIPARADAS OU PARTICIPAOAS: | » | * # | |||
' HERANÇAS JACENTES E OUTROS VALORES PRESCRITOS | » 3 | 000* | * * | |||
> CAUÇÕES E DEPÓSITOS PERDIDOS | » 220 | 050» | * * | |||
r OUTRAS | » 4 | 000* | * * | |||
» 02 < | ' EMPRESAS PRIVADAS: | t | * * | |||
HERANÇAS JACENTES E OUTROS VALORES PRESCRITOS | » 125 | coo» | * » | |||
i CAUÇÕES E DEPÓSITOS PERDIDOS | » 55 | 050* | * » | |||
l OUTRAS | » * | * | 407 100» * | |||
02 | ' ADMINISTRAÇÕES PUBLICAS | * • | * | |||
* 01 < | l ESTADO (CGE) | t • | * * | |||
* 02 < | > FUNDOS AUTÓNOMOS | * • | • | « « | ||
* QJ i | > SERVIÇOS AUTÓNOMOS | » 660 000» | * » | |||
» 04 < | r ADMINISTRAÇÃO LOCAL - CONTINENTE | • 8 000» | * » | |||
• 05 < | > ADMINISTRAÇÃO LOCAL • REGIÕES AUTÓNOMAS | • t | * | * * | ||
» 06 < | t SEGURANÇA SOCIAL | » 6 152 197» | 6 820 197» * | |||
03 | > ADMINISTRAÇÕES PRIVADAS | t * • | * * * | |||
04 | ► INSTITUICOfS DE CREDITO | t » | * : | |||
» 01 < | > INSTITUIÇÕES PUBLICAS, EQUIPARADAS OU PARTICIPADAS | t * | « | * * | ||
t 02 < | > OUTRAS INSTITUIÇÕES DE CREDITO | * * | * | * * * | ||
> 05 | > EMPRESAS OE SEGUROS | * * * • * • | * * * |
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
* * ' * * IMPORTANCIAS EM CONTOS *
•CAPI-* 6RU- | ♦ARTI- | * | |||||
•TULOS» POS | * 60S | * | DESIGNAÇÃO DAS RECEITAS | * | POR * | POR * | POR * |
* * | * | * | * | M1G0S * | GRUPOS * | CAPÍTULOS * | |
* * | * | * | * | * | * | * | |
* * | * | * | * | * | * | ||
» * 06 | * | * | FAMÍLIAS | * | * | * | * |
* * | * | * | * | * | * | *' | |
* * | * 01 | * | PARTICULARES: | * | * | * | * |
* * | * | * | HERANÇAS JACENTES E OUTROS VALORES PRESCRITOS | * | 70 000* | * | * |
* * | * | * | CAUÇÕES E DEPÓSITOS PERDIDOS | * | 201 200* | * | * |
* * | * | * | OUTRAS | * | 91 000* | 362 200* | * |
* * | * | * | * | * | |||
* * | * | * | * | * | * | * | |
• * 07 | * | * | EXTERIOR • CE | t | * | * | * |
* * | * | * | * | * | * | * | |
* * | * 01 | * | COMUNIOADES EUROPEIAS: | * | * | * | * |
* * | * | * | FUNDO EUROPEU DE ORIENTAÇÃO E DE GARANTIA AGRÍCOLA - | t | * | * | * |
* * | * | * | SECCAO ORIENTAÇÃO | * | * * | * | * |
» * | * | * | FUNDO EUROPEU OE DESENVOLVIMENTO REGIONAL ■INTERVENÇÕES | * | * | * | * |
* | * | E ACCOES ESPECIFICAS | * | 47 864 279* | * | * | |
* * | * | * | OUTRAS | * | 250 146* | 48 114 425* | * |
t * | * | * | * | * | |||
* * | * | * | * | * | * | * | |
» * 08 | * | * | EXTERIOR - OUTROS | * | * | * | * |
* * | * | * | * | * | * | * | |
• * | * 01 | * | ESTRANGEIRO | * | * * | * | * |
* * | * 02 | * | MACAU | * | * * | * * | 55 703 922* |
* * | » | * | * | ||||
* * | * | * | * | * | * | * | |
* * | * | * | * | * | * | * | |
* 10 * | * | * | ACTIVOS FINANCEIROS | * | * | * | * |
* * | * | * | * | * | * | * | |
• * | * | * | t | * | * | * | |
* * 01 | * | * | TÍTULOS A CURTO PRAZO - AOMINISTRACOES PUBLICAS | * | * | * * | * |
* * | * | * | * | * | * | * | |
* * | * | * | * | * | * | * | |
» * 02 | * | * | TÍTULOS A CURTO PRAZO - EXTERIOR | * | * | * * | * |
* * | * | * | * | * | * | * | |
* * | * | * | * | * | * | * | |
» * 03 | * | * | TÍTULOS A CURTO PRAZO - OUTROS SECTORES | * | * | * * | * |
* * | * | * | * | * | * | * | |
* * | * | * | * | » | * | * | |
* * 04 | * | * | TÍTULOS A MÉDIO E LONGO PRAZOS - ADMINISTRAÇÕES PUBLICAS | * | * | * | * |
t * | * | * | * | * | * | ||
* * | * 01 | * | ESTADO | * | 80 000* | * | * |
* * | * 02 | * | FUNDOS AUTÓNOMOS | * | * * | * | * |
* * | * 03 | * | SERVIÇOS AUTÓNOMOS | * | * * | 80 000* | * |
* * | * | * | * | * | |||
* * | * | * | * | * | * | * | |
* * 05 | * | * | TÍTULOS A MÉDIO E LONGO PRAZOS - EXTERIOR | * | * | * * | * |
* * | * | * | * | * | * | * | |
* * | t | * | * | * | * | * | |
* * 06 | * | * | TÍTULOS A HEDIO E LONGO PRAZOS - OUTROS SECTORES | * | * | * | * |
* * | * | * | * | * | * | * | |
* * | * 01 | * | SOCIEDADES E QUASE SOCIEDADES NAO FINANCEIRAS: | * | * | * | * |
* * | * | * | EMPRESAS PUBLICAS, EQUIPARADAS OU PARTICIPADAS | * | * * | * | * |
• * | * | * | EMPRESAS PRIVADAS | * | * * | * | * |
* * | * | * | * | * | * | * | |
* » | * | * | * | * | * | ||
* * | * | * | * | * | * | * |
t<»»»«>»«*t>>>><»««l»>>>t>t>àtt>t>t«ltt»tt«>«»»>»t>t»»«»«t«>»»«»«t»ât»tl>«»
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* * «CAPI-* GRU «TULQS* POS * * - | »»»«>t«»«l X X xARTI-x * GOS * X X | l«mm»mmm*»««iUm«»»«x»*0«»mmmmU«miU»lU OESIGNACAO OAS RECEITAS < | l»*»«m«U*U*t««m*U*m«I»m»»Jl»>«*»»»*«*« ( IMPORTÂNCIAS EH CONTOS * * POR * POR * POR * > ARTIGOS * GRUPOS * CAPÍTULOS * | |||
* * | * | X | r * | * * | ||
* * | x 05 | * | UNIVERSIDADE ABERTA < | < 225 000* | * * | |
* * | * 06 | X | UNIVERSIDADE 00 ALGARVE < | > 25 000* | * * | |
* * | * 07 | X | UNIVERSIDADE DE AVEIRO i | < 122 000* | * * | |
* * | x 08 | X | UNIVERSIDADE DA SEIRA INTERIOR < | • 100 000* | * * | |
* * | * 09 | X | UNIVERSIDADE DE COIMBRA < | i 412 483* | * * | |
X * | * 10 | X | FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DA UNIVERSIDADE OE < | t * | * * | |
* X | X | X | COIMBRA ' | t 149 000* | * * | |
X * | * 11 | * | UNIVERSIDADE OE ÉVORA i | ' 437 700* | * * | |
* t | * 12 | * | UNIVERSIDADE DE LISBOA: < | t * | * * | |
X X | X | X | REITORIA i | * 77 578* | * * | |
X X | * | X | FACULDADE DE LETRAS 1 | i 20 OCO* | ' * * | |
X * | X | X | FACULDADE DE DIREITO | » 9 500* | * * | |
X X | X | * | FACULDADE DE MEDICINA > | > 51 920* | * * | |
X X | X | X | FACULDADE OE CIÊNCIAS ' | * 43 000* | * * | |
X X | X | X | FACULDADE DE FARMÁCIA i | > 33 850* | * * | |
* * | X | * | FACULDADE DE PSICOLOGIA E CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO | ► 81 500* | * * | |
X * | X | X | FACULDADE DE MEDICINA DENTARIA | k 20 000* | * * | |
X X | X | X | INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS i | * 10 000* | * * | |
X X | X | X | INSTITUTO BACTERIOLÓGICO OE CANARÁ PESTANA | * 20 500* | * * | |
X X | X | * | INSTITUTO OE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL | * 1 800* | X * | |
X X | * 13 | X | UNIVERSIDADE DO NINHO | * 100 000* | * * | |
X X | * 14 | * | UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA: i | k * | * * | |
* * | X | * | REITORIA | k 41 700* | * * | |
X X | X | * | FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA | » 67 000* | * * | |
X' X | X | X | FACULOAOE OE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS | k 50 000* | * X | |
X * | * | * | FACULDADE DE ECONOMIA | k 26 500* | X * | |
X X | * | * | FACULDADE OE CIÊNCIAS MEDICAS < | k 50 000* | * * | |
X * | X | * | INSTITUTO DE HIGIENE E MEDICINA TROPICAL | k 10 000* | * * | |
X * | X | X | INSTITUTO SUPERIOR DE ESTATÍSTICA E GESTÃO DA INFORMAÇÃO* ' 93 000* | * * | ||
X X | X | X | INSTITUTO DE TECNOLOGIA QUÍMICA E BIOLÓGICA | • 14 500* | * * | |
X X | * 15 | X | UNIVERSIDADE DO PORTO: | k * | * * | |
* X | X | X | REITORIA | k 481 650* | * * | |
* * | X | X | FACULDADE OE LETRAS | * 2 555* | * * | |
* X | X | X | FACULDADE DE MEDICINA | » 9 299* | * * | |
X X | * | X | FACULOAOE OE CIÊNCIAS | » 21 897* | * * | |
* X | X | X | FACULOAOE OE ENGENHARIA | » 16 520* | * * | |
* X | X | X | FACULDADE OE FARMÁCIA | * 16 517* | * * | |
* X | * | X | FACULDADE DE ECONOMIA | » 21 275* | * * | |
X X | * | X | FACULDADE DE PSICOLOGIA E DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO | » 5 279* | * * | |
X X | X | X | FACULOAOE OE ARQUITECTURA | » 26 138* | * * | |
X X | X | X | FACULDADE DE CIÊNCIAS DO DESPORTO E DE EDUCAÇÃO FÍSICA | * 3 890* | * * | |
X X | X | * | INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS OE ABEL SALAZAR | * 2 050* | * * | |
* * | X | * | FACULDADE DE MEDICINA DENTARIA | » 14 000* | * * | |
* X | X | X | FACULDADE OE BELAS-ARTES | ' 202* | * * | |
X X | * 16 | X | UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA: | t * | * * | |
* * | X | * | REITORIA | r 50 000* | * * | |
x x | * | X | INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO | » 841 700* | * * | |
X X | * | X | INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO | « 44 100* | * * | |
* X | X | * | INSTITUTO SUPERIOR DE AGRONOMIA | * 194 002* | * * | |
* X | * | X | FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA | * 30 000* | * * | |
* * | X | X | INSTITUTO SUPERIOR OE CIÊNCIAS SOCIAIS E POLITICAS | * 30 000* | * * | |
X X | X | X | FACULDADE DE ARQUITECTURA | * 20 250* | * * | |
X X | X | X | FACULDADE DE MOTRICIDADE HUMANA | * 55 725* | * * | |
X * | X | X | x * | * * | ||
X X | X | X | X * | * * | ||
X X mu» <«««><»< | X Tt****1 | X t***l | >*«>t»«>«*A«»«*A«tA**>tâX«*A**X*t« | * * >***«««»««»»«*«»««« | * * <»XX«*XA«««tA«AA>»« |
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
«M»um«»u«»«mu»*«»«»«»««<«««««>^ | |||||
* * | * | * | IMPORTÂNCIAS EN CONTOS A | ||
♦CAPI-* GRU- | *ARTI | * | |||
*TUL0S* TOS | * GOS | * | DESIGNAÇÃO DAS RECEITAS | * | POR * POR * POR A |
* * | * | * | t | ARTIGOS * GRUPOS * CAPÍTULOS * | |
■ IHAJISIIABIIHII * * | |||||
* * | * 17 | UNIVERSIDADE DE TRAS-OS-NONTES E ALTO OOURO | * | * A 4 130 000* * * | |
* * | * 18 | * | INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA | * | 51 495* * * |
* * | * 19 | INSTITUTOS POLITÉCNICOS: | * | * * * | |
* * | * | * | INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA | * | 23 850* * * |
* * | * | * | INSTITUTO POLITÉCNICO OE BRAGANÇA | * | 16 000* * * |
* * | * | * | INSTITUTO POLITÉCNICO DE CASTELO BRANCO | * | 23 000* * * |
* * | * | * | INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA | * | 108 000* * * |
* * | * | * | INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO DE | * | * * * |
* * | * | * | COIMBRA | * | 3 000* * * |
* * | * | * | INSTITUTO SUPERIOR OE ENGENHARIA OE COIMBRA | * | 30 000* * * |
* * | * | * | INSTITUTO POLITÉCNICO OA GUAROA | * | 19 500* * » |
* * | * | * | INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA | * | 20 000* * * |
* * | * | * | INSTITUTO POLITÉCNICO DE LISBOA | * | 32 004* * * |
* * | * | * | ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO OE LISBOA | * | 7 151* * * |
* | * | INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO DE | * | * * * | |
* * | * | * | LISBOA | * | 60 000* * * |
* * | * | * | INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA OE LISBOA | * | 390 000* * * |
* * | * | * | INSTITUTO POLITÉCNICO OE PORTALEGRE | * | 8 800* * * |
* * | * | t | INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO | * | 360 000* * * |
* * | * | * | INSTITUTO SUPERIOR OE CONTABILIOAEDE E ADMINISTRAÇÃO 00 | * | * * * |
* * | * | * | PORTO | * | 5 350* * * |
* * | * | * | INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DO PORTO | * | 50 000* * * |
* * | * | * | INSTITUTO POLITÉCNICO OE SANTARÉM | * | 107 940* * * |
* * | * | * | INSTITUTO POLITÉCNICO OE SETÚBAL | * | 92 296* * * |
* * | * | * | INSTITUTO POLITÉCNICO OE VIANA 00 CASTELO | * | 56 930* * * |
* * | * | * | INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU | * | 40 000* * * |
* * | * | * | INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO OE | * | * * * |
* * | * | * | AVEIRO | * | 22 000* * « |
* * | * 20 | * | SERVIÇOS OE ACCAO SOCIAL 00 ENSINO SUPERIOR: | * * * | |
t * | * | * | SERVIÇOS OE ACCAO SOCIAL OA UNIVERSIDADE 00 ALGARVE | * | 120 000* * * |
* * | * | * | SERVIÇOS OE ACCAO SOCIAL DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO | * | 214 564* * * |
* * | * | * | SERVIÇOS DE ACCAO SOCIAL DA UNIVERSIDADE DA BEIRA | * | * * * |
• * | * | * | INTERIOR | * | 135 000* * * |
* * | * | * | SERVIÇOS DE ACCAO SOCIAL DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA | * | 450 000* * * |
* * | * | * | SERVIÇOS OE ACCAO SOCIAL DA UNIVERSIOAOE OE ÉVORA | * | 121 850* * * |
t * | * | * | SERVIÇOS DE ACCAO SOCIAL DA UNIVERSIDADE DE LISBOA | * | 397 000* * * |
* * | * | * | SERVIÇOS DE ACCAO SOCIAL DA UNIVERSIDADE DO MINHO | * | 476 300* * * |
* * | * | * | SERVIÇOS OE ACCAO SOCIAL DA UNIVERSIDADE NOVA OE LISBOA * | 195 000* * * | |
* * | * | * | SERVIÇOS OE ACCAO SOCIAL DA UNIVERSIDADE DO PORTO | * | 410 050* * * |
* * | * | * | SERVIÇOS OE ACCAO SOCIAL DA UNIVERSIDADE TÉCNICA DE | * | * * * |
* * | * | * | LISBOA | * | 420 000* * * |
* * | * | * | SERVIÇOS DE ACCAO SOCIAL DA UNIVERSIDADE DE | * | * * * |
* * | * | * | TRAS-OS-MONTES E ALTO DOURO | * | 165 000* * * |
* * | * | * | SERVIÇOS OE ACCAO SOCIAL DO INSTITUTO POLITÉCNICO OE | * | * * * |
* * | * | It | BEJA | * | 40 000* * * |
* * | * | * | SERVIÇOS DE ACCAO SOCIAL DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE | * | * * * |
* * | * | * | BRAGANÇA | * | 65 500* * * |
* * | * | * | SERVIÇOS DE ACCAO SOCIAL 00 INSTITUTO POLITÉCNICO DE | * | * * * |
* * | * | * | CASTELO BRANCO | * | 20 000* , * * |
* * | * | * | SERVIÇOS OE ACCAO SOCIAL 00 INSTITUTO POLITÉCNICO DE | * | * * * |
t * | * | * | COIMBRA | * | 19 845* * * |
* * | * | * | SERVIÇOS OE ACCAO SOCIAL DO INSTITUTO POLITÉCNICO DA | * | * * * |
* * | * | * | GUARDA | * | 24 600* * é |
* * | t | * | SERVIÇOS DE ACCAO SOCIAL 00 INSTITUTO POLITÉCNICO DE | * | * * * |
* * | * | * | LEIRIA | * | 44 700* * « |
* * àllU«««««»*' | * «Htm« | t **** | <»»<«l<«llAj> | * ***■» | * * * m*m*â«âu»tmu««i«***»»**»»»*«*«***«»«* |
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"VER DIÁRIO ORIGINAL"
* Inclui Contribuição Industrial, Contribuição Predial, Iaposto Profissional, Iaposto de Capitais, Imposto Complementar, Imposto
dt Hais-VaUa» « iaposto sobre a Industria Agrícola. ** Inclui Iapostos Extraordinários, Iaposto do Cadastro, Iaposto criado pelo art1. 8'. da Lei n'. 2111, de 21 de Dezembro de 1961, -Wíeionais • Sisa.
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
93-12-06
l«>>««»ttltH»t»««tâ>iHt«l»>lâ*»»«««>t«>««É»â»tt>tt>»>ttâ«t«»>»>»tt»»l | i»«>âÉlt>««»««t«>tt« | â«it«>t«t«tt>l>ttt« | |
*CAPI- | * i | * IMPORTA | NCIAS * |
*TULOS* DESIGNAÇÃO ORGÂNICA < | |||
* | t 1 | * POR CAPÍTULOS « | POR MINISTÉRIOS * |
* | * < | * | |
* | * 1 | * | |
* | * 01 - ENCARGOS GERAIS DA NACAO i | * | |
* | * í | * | |
* 01 | * PRESIDÊNCIA DA REPUBLICA i | * 1 826 707 i | * |
* 02 | * ASSEMBLEIA OA REPUBLICA i | * 9 470 000 * | * |
* 03 | * TRIBUNAL CONSTITUCIONAL i | * 547 390 i | * |
* 04 | * PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS | k 5 518 471 1 | t * |
* 05 | * GABINETE DO MINISTRO ADJUNTO | k .4 928 678 < | r * |
* 06 | * CONSELHO ECONÓMICO E SOCIAL | » 350 000 i | r * |
* 0? | * GABINETE 00 MINISTRO DA REPUBLICA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA | » 13 116 346 i | t * |
* 08 | * GABINETE DO MINISTRO OA REPUBLICA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES | k 12 832 539 i | t * |
* 09 | * GABINETE DE MACAU | » 177 409 i | 1 * |
* 10 | * SECRETARIADO PARA A MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA | * 710 663 i | ► * |
* 11 | * CONSELHO SUPERIOR DE INFORMAÇÕES -COMISSÃO TÉCNICA | » 76 699 | > * |
* 12 | * GABINETE DO SECRETARIO OE ESTADO DA CULTURA | » 13 684 346 | k * |
* 50 | * INVESTIMENTOS DO PLANO | * 10 875 000 | k t |
* 80 | * CONTAS DE ORDEM | * 4 970 312. | k 79 084 560 * t if |
* | * 02 • DEFESA NACIONAL | k * t * | |
* 01 | * GABINETE DOS HEHB.DO GOVERNO,0RGA0S E SERV.CENTRAIS 00 M.O.N | * 22 133 480 | k * |
* 02 | * ESTADO-MAIOR GENERAL DAS FORCAS ARMADAS | * 6 380 069 | k * |
* 03 | * MARINHA | * 60 749 503 | * * |
* 04 | * EXERCITO | * 105 927 625 | |
* 05 | * FORCA AÉREA | * 54 S14 627 | * * |
* 50 | * INVESTIMENTOS DO PLANO | * 1 509 810 | » t |
* 80 | * CONTAS OE ORDEM 4, | * 6 924 715 | * 258 139 829 * * * |
A * | * 06 - FINANÇAS | * * | |
* | * | * * | |
* 01 | A GABINETES DOS MEMBROS DO GOVERNO | * 1 066 984 | * * |
* 02 | * GABINETE OE ESTUDOS ECONÓMICOS | * 167 959 | * * |
* 03 | * GABINETE OOS ASSUNTOS EUROPEUS | * 75 977 | * * |
* 04 | * SECRETARIA-GERAL | * 1 692 826 | • • |
* 05 | * CONTROLE E FISCALIZAÇÃO ORÇAMENTAL | * 5 589 754 | * * |
* 06 | * PENSÕES E REFORMAS | * 157 800 000 | |
* 07 | * OIREC.GERAL PROT.SOCIAL FUNC.AGENT.DA AONIN.PUBLICA (AOSE) | * 43 550 262 | * * |
* 08 | * TRIBUNAL OE CONTAS | * 1 648 592 | * * |
* 09 | * AUDITORIA JURÍDICA | * 58 000 | * * |
* 10 | * OIRECCAO-GERAL 00 TESOURO | * 6 040 874 | * * |
* 11 | * JUNTA DO CREDITO PUBLICO | * 591 691 | * * |
* 12 | • ENCARGOS DA DIVIDA PUBLICA | * 1 783 852 311 | * * |
* 13 | * SERVIÇOS FISCAIS E PATRIMONIAIS | * 47 796 129 | * * |
* 50 | * INVESTIMENTOS DO PLANO | * 300 000 | * A |
* 60 | * DESPESAS EXCEPCIONAIS | * 805 723 627 | * * |
* 70 | * RECURSOS PRÓPRIOS COMUNITÁRIOS | * 47 916 700 | * * |
* 80 * * * | * CONTAS DE OROEH * * * l>«tt>>«t«t«tâtt«lt»>tt>«l««>*«t>««â>»»«»>«>t>t»>t»>tt»«»»»t»««m«âilti | * 838 100 >»«*«t»««««A«l*»t*U | * 2 904 709 786 * * * * * * * |
MAPA II
DESPESAS DO ESTADO ESPECIFICADAS SEGUNDO A CLASSIFICAÇÃO ORGÂNICA, POR CAPÍTULOS
(EH CONTOS)
Página 193
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(193)
♦CAP1-* ♦TULOS* DESIGNAÇÃO ORGÂNICA * * | * * POR | IMPORTANCIAS CAPÍTULOS * POR | * MINISTERIOS * | |
* | * | * | * | * |
* | * | * | * | * |
* | * 07 - AONINISTRACAO INTERNA | * | * | * |
* | * | * | * | * |
* 01 | * GABINETES DOS MEMBROS 00 GOVERNO E SERVIÇOS OE APOIO | * | 15 453 118 * | * |
* 02 | * SERVIÇOS E FORCAS OE SEGURANÇA | # | 162 949 548 * | * |
* 50 | * INVESTIMENTOS DO PLANO | «■ | 6 000 000 * | t |
* 80 | * CONTAS DE ORDEM | t | 4 000 000 * | 188 402 666 * |
* | * | * | * | * |
* | t | * | * | * |
* | * 08 - JUSTIÇA | * | * | * |
* | * | * | * | * |
* 01 | * GABINETES DOS MEMBROS 00 GOVERNO E SERVIÇOS DE APOIO | * | 2 070 000 « | * |
* 02 | * SERVIÇOS JUOICIARIOS E DOS REGISTOS | * | 14 590 000 * | * |
* 03 | * PLANEAMENTO E INFORMÁTICA | * | . 1 010 000 * | * |
* 04 | * SEGURANÇA,PREVENÇÃO,COMBATE A DELINQUÊNCIA E A CRIMINALIDADE | t | 23 048 350 * | * |
* 50 | * INVESTIMENTOS 00 PLANO | * | 8 300 000 * | * |
* 80 | * CONTAS OE ORDEM | * | 811 159 * | 49 829 509 * |
* | * | * | * | * |
* | * | * | * | * |
* | * 09 - NEGÓCIOS ESTRANGEIROS | * | * | * |
* | * | * | * | * |
* 01 | * GABINETES DOS MEMBROS DO GOVERNO E OUTROS SERVIÇOS | * | 5 802 723 * | * |
* 02 | * SERVIÇOS DIPLOMÁTICOS E CONSULARES | * | 19 759 577 * | * |
* 03 | * ENCARGOS COMUNS OAS RELAÇÕES EXTERNAS | "t | 2 740 000 * | * |
* 50 | * INVESTIMENTOS DO PLANO | * | 1 608 500 * | 29 910 800 * |
* | * | * | * | * |
* | * | * | * | * |
* | * 10 - PLANEAMENTO E ADMINISTRAÇÃO 00 TERRITÓRIO | » | * | * |
■ * | * | * | * | * |
* 01 | * GABINETES DOS MEMBROS 00 GOVERNO | » | 823 700 * | * |
* 02 | * SERVIÇOS CENTRAIS OE COORDENAÇÃO E APOIO | * | 8 836 186 * | * |
* 03 | * SERV. DA AREA DA ADM. LOCAL, PLANEAMENTO E OESENV.REGIOAL | * | 197 882 002 * | * |
* 04 | * SERVIÇOS OA AREA 00 ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO | * | 2 451 221 * | * |
* 50 | * INVESTIMENTOS 00 PLANO | * | 25 097 270 * | * |
* 80 | * CONTAS OE OROEN | * | 65 000 * | 23S 155 379 * |
* | * | * | * | * |
* | * | * | * | * |
* | * 11 - AGRICULTURA | * | * | * |
t | * | * | * | * |
* 01 | * GABINETES DOS MEMBROS DO GOVERNO | * | 6 229 018 * | * |
* 02 | * SERVIÇOS OE APOIO E INSPECÇÃO | * | 1 159 902 * | * |
* 03 | * SECTOR AGRO-ALIMENTAR | * | 31 041 377 * | * |
* 50 | * INVESTIMENTOS 00 PLANO | * | 35 927 000 * | * |
* 80 | * CONTAS DE ORDEM | * | 911 970 * | 75 269 267 * |
* | * | * | * | * |
* | * | * | * | * |
* | t | * | * | * |
* | * 12 - INDUSTRIA E ENERGIA | * | * | li |
* | * | * | * | * |
* 01 | * GAB.MEMBROS GOVERNO,SERV.APOIO,COORD.REGULAÇÃO E CONTROLO | * | 7 102 138 * | * |
* 02 | * SERVIÇOS DE ADMINISTRAÇÃO INDUSTRIAL E RECURSOS GEOLÓGICOS | * | 849 260 * | * |
* 03 | * SERVIÇOS OE ADMINISTRAÇÃO ENERGÉTICA | * | 1 146 272 * | * |
* 50 | * INVESTIMENTOS DO PLANO | * | 24 099 725 * | * |
* 80 | * CONTAS OE ORDEM | * | 6 077 000 * | 39 274 39S * |
* | * | * | * | * |
* | * | * | * | * |
* | * | » | * | * |
Página 194
150-(194)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
«>atâtâ>â»>tt«ttt*«>*>ttt»>l>âti>tl>â<«>«**«i>«««*»»»t»t»«t«ta««é«tâtt« | ««>«*>«««*»««»««««>»««<« | iniâttttimt | |
*CAP1-* | IMPORTÂNCIAS | ||
*TULOS* | DESIGNAÇÃO ORGÂNICA * | ||
t * | POR CAPÍTULOS * POR | MINISTÉRIOS * | |
* * | * * | ||
* a * * | 13 - EMPREGO E DA SEGURANÇA SOCIAL * | * * * | |
« 01 * | GABINETES DOS MEMBROS DO GOVERNO E SERVIÇOS OE APOIO * | 148 841 282 * | |
* 02 « | DEPARTAMENTO PARA OS ASSUNTOS DO FUNDO SOCIAL EUROPEU * | 519 988 * | |
* 03 * | SERVIÇOS OA AREA OA AOHINISTRACAO 00 TRABALHO * | 3 436 467 * | |
* 04 « | SERVIÇOS OA AREA 00 SISTEMA OE SEGURANÇA SOCIAL * | 915 335 * | |
* 50 « * i | INVESTIMENTOS 00 PLANO « | 4 500 000 * * | 158 213 072 » |
« t a | 14 - EOUCACAO * | t * * t | |
* 01 * | GABINETES, SERVIÇOS CENTRAIS E REGIONAIS * | 68 251 045 * | |
* 02 * | ESTABELECIMENTOS OE EOUCACAO £ ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO « | 446 209 114 * | |
* 03 < | ESTABELECIMENTOS ENSINO SUPERIOR E ESTABELECIMENTOS DIVERSOS « | 98 338 531 * | |
* 50 « | INVESTIMENTOS DO PLANO « | 50 869 000 * | |
* 80 » * 1 | ' CONTAS OE ORDEM ' | 18 104 459 * * | 681 772 149 * |
* i * i | I 15 - SAUOE ' | t * * | |
* 1 | r * | ||
* 01 * | i GABINETES DOS MEMBROS DO GOVERNO E SERVIÇOS DE APOIO * | > 531 848 724 * | |
* 02 < | > PLANEAMENTO, REGUL.E CONTROLE OE ACTIV.E RECURSOS DE SAÚDE < | t 2 815 066 * | |
* 50 < | » INVESTIMENTOS DO PLANO ' | > 40 272 265 * | |
* 80 < * 1 | ► CONTAS OE ORDEM < | > 6 613 202 * i * | 581 549 257 * |
* * i | ► 16 - OBRAS PUBLICAS TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES ' | * * i * | |
* 01 1 | * GABINETES DOS MEMBROS DO GOVERNO 1 | * 573 178 * | |
* 02 < | > SERVIÇOS CENTRAIS < | > 3 080 566 * | |
* 03 < | ► SERVIÇOS OE OBRAS PUBLICAS < | * 1 877 485 * | |
* 04 < | ' SERVIÇOS OE TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES | » 4 230 536 * | |
* 50 i | ► INVESTIMENTOS DO PLANO | » 136 4S0 000 * | |
t 80 t | » CONTAS OE OROEM | » 14 600 000 * t * | 160 811 765 « |
* * | * 17 • COMERCIO E TURISMO | * * t t | |
* 01 | * GABINETES DOS MEMBROS DO GOVERNO E SERVIÇOS DE APOIO | * 9 260 717 * | |
* 02 | * SERVIÇOS OPERATIVOS | * 3 454 570 * | |
» 03 | * INSPECCAO-GERAL OE JOGOS | * 1 464 786 t | |
* 50 | * INVESTIMENTOS DO PLANO | * 5 300 000 * | |
* 60 * | * CONTAS DE OROEN | * 36 523 150 * * * | 56 003 223 < |
* * | »18-00 AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS | • * * * | |
* 01 | A GABINETES DOS MEMBROS 00 GOVERNO | > * * 1 667 057 * | |
* 02 | * SERVIÇOS DE COORDENAÇÃO, ESTUDO E APOIO | * 1 125 541 * | |
* 03 | * SERVIÇOS DA AREA 00 AMBIENTE E 00 CONSUMIDOR | • 7 317 208 * | |
* 50 | * INVESTIMENTOS 00 PLANO | * 28 060 709 * | |
* 80 | • CONTAS DE ORDEM | * 500 000 * | 38 670 515 |
* | * * | ||
* | * * | ||
* | * * |
Página 195
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(195)
♦CAPI-* •TULOS* DESIGNAÇÃO ORGÂNICA * * | * IMPORTÂNCIAS * » POR CAPÍTULOS * POR MINISTÉRIOS * | ||
* * | * * | ||
* | * | * * | |
« | * 1? - NAR | * * | |
* | * | * * | |
* 01 | * GAB•HEM8.GOVERNO SERV.COORD.APOIO E CONT.TÉCNICO*AOHINIST. | » 625 340 * | |
* 02 | * ESTABELECIMENTOS DE ENSINO | * 1 080 910 * | |
* 03 | • SERVIÇOS DO SECTOR DAS PESCAS | * 2 328 435 * | |
• OA | * SERVIÇOS DE PORTOS E TRANSPORTES MARÍTIMOS | * 950 824 * | |
* SO | * INVESTIMENTOS 00 PLANO | * 14 225 000 * | |
* 80 | * CONTAS OE ORDEN | * 3 659 622 * | 22 870 131 * |
* | * | * * | |
* | t | * * | |
* | * | * * | |
* | * | * * | |
* | * | * * | |
t | * | * * | |
* | # | * * | |
* | * | * * | |
• | * | * * | |
* | * | * * | |
* | * | * t | |
* | * | * » | |
* | * | * * | |
* | • | ||
» | * TOTAL | * * | 5 559 666 303* |
* * *««*«»«»« |
Página 196
150-(196)
II SÉRIE-A - NÚMERO 11
MAPA m
DESPESAS DO ESTADO ESPECIFICADAS SEGUNOO A CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL (EH CONTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Página 197
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(197)
MAPA IV
DESPESAS 00 ESTADO ESPECIFICADAS SEGUNDO A CLASSIFICAÇÃO ECONÓMICA (EM CONTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Página 198
150-(198)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
RECEITAS GLOSAIS COS SERVIÇOS E FUHOOS «1 TOPOOS, SESUS1M A CLASSIFICAÇÃO ORGAHICA (EH COKTOSI
descrição | a importâncias • | |
« 01 • | encargos gerais oa nacao | |
assensula oa republica | • » 470 000 « | |
centro de estudos e f0d1ucao autansuica | • 350 296 • | |
cinemateca portuguesa | • 1 001 696 • | |
COMPANHIA nacional de bailado | • 271 959 • | |
delegação regional oe lisboa | • 205 74» » | |
delegação regional do alentejo | t 81 757 • | |
delegação regional 00 algarve | • 102 914 i | |
delegação regional do centro | • 90 604 • | |
delegação regional 00 norte | • 219 004 • | |
fundo oe fomento cultural | • 2 261 434 • | |
lNST.português 00 património ARnUlTECTOMCO c aroueougico | • 4 844 494 • | |
instituto 0* juvehtvoe | • 7 42» «90 • | |
instituto nacional oe administração | • 497 634 • | |
instituto poatusucs oe cinema | t 2 12» 580 « | |
FMOYCCORIA oe justiça | t 447 500 < | |
SfJTVlCO nacional dc protecção civil | • 1 067 442 • | |
serviços sociais da PRtSIOCNCIA do conselho OC ministros | • 440 348 • | |
• 02 | defesa nacional | |
arscnal BO alfc1tc | • 4 235 000 • | |
cofre oe previdência das forcas armadas | • 29ä 895 • | |
corpleio social oas forcas admaoas | • «91 600 t | |
instituto hidrográfico | * 1 002 000 r | |
laboratório nil1tar de produtos ou1n1c0s e farmacêuticos | • 2 220 845 • | |
lar OC veteranos n1litares | • 190 000 • | |
manutenção milita» | • 14 061 391 • | |
oficinas gerais oe fardamento e equipamento | • 7 171 924 • | |
oficinas gerais de nater1al aeronáutico | • 32 874 288 • | |
oficinas gerais de MATERIAL DC ENGENHARIA | • 1 230 554 • | |
SERVIÇOS sociais oas forcas armadas | » 4 47) 330 t | |
• Oi | ■ finanças | |
caixa geral oe aposentações | • 414 134 s13 • | |
coerc do tribunal dc contas - scdc | • 1 145 000 • | |
cofre 00 tribunal OC contas'scccao regional oa ka0c1ra | • 115 800 « | |
cofre do tribunal oe cohtas-seccao regional dos açores | • 149 310 • | |
comissão do MERCADO DC VALORES nobiliários | • 2 774 971 • | |
fundo DC Estabilização aouamciro | * 19 000 000 ■ | |
fUNOO dc regularIIA CAO 0* oivioa publica | • 348 737 2*1 ♦ | |
instituto nacional de intervenção C GARANTIA AGRÍCOLA | • 210 220 896 • | |
instituto português Ot santo antonio em «oma | • 70 060 t |
0ESCRICAO • | IMPORTÂNCIAS • | |
• 07 • | AOHINISTRACAO INTERNA • | |
COFtf DE PUV10EKIA DA P0LIC1A SEGURANCA PUBLICA • | ISO B70 • | |
SERVICO DE INFOSNACOtS DC SCGURAMCA • | 990 000 * | |
SCRV1C0 MACIOHAA. DC B0H8CIR0S t | 6 345 477 • | |
SEBV1C0S S0CIA1S DA GUAROA MACIOMI REPUSUCAM • | 2 671 «70 • | |
SEAVICOS SOCIAIS DA POLICIA DC SCGUtuWCA PUBLICA • | 1 43« 492 • | |
• OS • | JUSTICA • | |
CENTRO DC ESTUDOS JUD1C1AI10S < | 1 813 500 • | |
COFRC DOS COMSUVAOORCS N0TAR101 C FUNC lOMARIOS OC JUSTICA 1 | 3» 477 «71 • | |
CO'RI GCRAL DOS TRIBtRUIS ' | 22 342 11* ■ | |
INSTITUTO DC NEOICINA LEGAL OC C01MBU • | 247 448 • | |
INSTITUTO OS NCDIClMA UGAl Dt L1SS0A • | 260 100 • | |
urtTirurs DE h-»icima legal 00 potrs • | 232 SOO • | |
INSTITUTO DC RfÜrSCRCAO SOCIAL • | 3 220 011 • | |
SUVICOS SOCU1S 00 MIMISTCIIO OA JUSTICA • | 4 OSO 000 ■ | |
• 09 - | NfOOCIOS CtTRAMSCIBOS < | |
INSTITUTO OE APOIO A OUOACAO C CaMIOAMt PORTUGUCSAS < | 1 1*6 440 • | |
INSTITUTO PAAR A CO0»C«ACA0 ECONOMIC« | > « 2SS KD • | |
• 10 | PUUaaU-INTO C AOMtNlf tracao «o TUtirosio | |
CONIISW M COORO.DA RtSIAO DI UISOA 1 VAU PO TIJO | » 1 200 «41 • | |
C0M1SSA0 Ol COOROENACAO OA RES IAO 00 ALAN TIJO | > 5 190 «25 > | |
COMISSAO DS COCWOCAACAA DA RSSIAO DO AUAS** | » 912 997 • | |
C0N1SSA0 Bf COflRtNTSACAO DA REG IAO CO CENT» | « 1 3a 932 « | |
COMISSJA DC COOtOENACAO OA MSIAO DO NStTI | • 2 013 11« • | |
INSTITUTO ANTONIO SEM 10 DO tCCTOB C00PCSAT1VO | • 127 883 « | |
INSTITUTO St 1NVTSTIGACA0 ClOtTlFlCA C TM0PICAA. | • 1 42« «35 • | |
INSTITUTO NACtOHAL OC MTATtlTICA | • 3 IM 000 > | |
JUNTA NACtOHAL DI INYllTIGACAO CIOTTIFICA 1 TECNCRjOSICA | • 13 629 276 t | |
• 11 | ■ AGRICULTURA | |
AfiCNCU CONTtOU AJUDAS OOHJNITARIAS UCTO* RUITS | • 281 244 • | |
inr.piNAMUiao 01 akio ao oiumf.oa a&ricultura i piscas | • 143 «23 «3» • | |
INSTITUTS SA VINN* 1 DO VINNS | • 22 127 740 • | |
uotituto so vum 00 porto | • t 1*9 «SS • | |
OTSTITVTO «ACIONAL OC IJfVISTIGACAO AGRARIA | • 3 42« 310 • | |
INSTITUTO ITGUUÜX« 1 OtlENTA-Ot OOS RIRCAOOS AGRICOULI | * è 282 SSO | |
» u | - INDUS TR LA 1 CHtSIA | |
INST.DI APOIO AS PCSSJCNAS NEDIAt EKPMfSAS t AO «VTSTIMCNTO | • 13* «72 331 • | |
imst.macional fjigcnmaiia i rccMouou imou-triaa | • 1 *-i\«eA« |
Página 199
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(199)
descrição | • importâncias t | t descrição » | importâncias • | |||
INSnruTQ geológico e mineiro | • 2 | 74j | 124 • | > serv.OE accao social da univ.de coimbra • | 2 025 000 • | |
instituto nacional oa propriedade industrial | 985 | 000 • | t serv.OE accao social oa univ.OE évora * • serv.OE accao social da univ.OE lisboa > t serv.OE accao social oa univ.DO minho > | 545 000 • 1 403 410 • 1 153 soo < | ||
• 13 | - emprego E da segurança social | • | • serv.OE accao social da univ.DO porto • | 2 136 640 • | ||
fundo oe estabilização finamceira oa segurança social | • 136 | 202 | 437 • | • serv.OE accao social oa um1v.h0va OE lisboa t | 1 049 620 • | |
fundo 00 socorro social | • 2 | 01! | 390 • | • serv.OE accao social da univ.técnica OE lisboa t | 1 444 930 « | |
instituto m emprego e formação ?rofissional | t 112 | tn | 000 • | • serv.OE accao social da uh1v.TRAS-0s-hontes C alto douro • | 535 900 | |
jerv so< t» ministério 00 EMPREGO e segurança social | 979 | 420 t | • serv.OE accao social DO inst.politécnico da guarda 1 t serv.OE accao social DO inst.politécnico DE beja • • serv.DC accao social 00 inst.politécnico DC bragança > | 443 330 345 740 484 780 | ||
• 1* | EtUCACAO | • | • serv.OE accao social 00 inst.politécnico OE castelo branco • | 210 350 ■ | ||
caixa oe previdência do ministério oa e0ucacao | 364 | 000 • | • serv.Of accao social 00 inst.politécnico OE coimbra 1 | 294 978 1 | ||
conselho nacional oe eoucacao | n | ooo • | • serv.OE accao social 00 inst.politécnico DE leiria 1 | 418 200 ■ | ||
oepaatahehto oe programação e gestão financeira | » J | 2*9 | 570 « | • serv.OE accao social 00 mist.politecnko OE lisboa • | 536 196 | |
editorial m> ninister10 oa educação | 756 | sx • | • serv.OE accao social 00 inst.politécnico OC portalegre • | 142 300 | ||
escola profissional agrícola quinta oa lajeosa | 120 | 054 t | t serv.OE ACCAO social DO INST,politécnico DE santaren • | 345 42s | ||
escola superior oe eoucacao oe lisboa | 442 | 003 * | • serv.OE accao social DO inst.politécnico OC setúbal « | 131 450 | ||
estádio universitário de lisboa | 607 | SOO • | « serv.di accao social DO imst.politécnico DE VISEU • | 198 210 | ||
faculdade oe belas artes do porto | 401 | 441 t | • suv.dc accao social DO ihst.politécnico m porto • | 258 100 | ||
faculdade oe ciências e tecnologia da universidade coifrua | t J | 741 | 470 • | • serv.OE accao social DO inst.politécnico viana DO castelo • | 277 490 | |
faculdade de medicina dentaria do porto | 2« | 077 • | • U.n.l. - fac.ciências sociais E humanas • | 2 442 023 | ||
JNST, superior de ciências 00 trabalho e da empresa | • 1 | 942 | 039 « | • U.n.l. - fac.DC ciências e tecnologia • | 3 516 097 | |
[mt.superior de contabilidade e administração oe aveiro | 318 | 369 t | t U.n.l. - faculdade OC ciências medicas ■ | 1 098 204 | ||
inst.superior oe contabilidade e administração oe coimbra | «1 | 1» • | • U.n.l. ' faculdade DE economia < | 658 233 | ||
IHST.superior oe contabilidade e administração de lisboa | 434 | 117 * | • U.n.l. ' inst.higiene e medicina tropical • | 440 400 | ||
inst.superior de contab1l1da0e e administração 00 porto | 775 | 350 • | • U.n.l. ' inst.SUP.estatística e gestão oa informação • | 93 000 | ||
ihst.superior de engenharia de lisboa | • 2 | us | »24 • | • U.n.l. ' inst.tec.química e biológica • | 14 soo | |
instituto cahoes | • 2 | 406 | coo • | • U.n.l. ' reitoria * | 449 975 < | |
instituto de ciências biomédicas de abel salazar | • 1 | 01« | 416 • | • U.t.l. ' fac.OE medicina veterinária • | 590 500 ■ | |
instituto 00 desporto | • 1a | 100 | 000 • | • U.t.l. • faculdade OC arquitectura • | 672 150 | |
instituto politécnico da guaroa | t 1 | 35s | 347 t | t U.t.l. ' faculdade OE n0tr1cida0e nunana • | 753 725 < | |
instituto politécnico oe beja | t 1 | 407 | 943 • | • U.t.l. ■ inst.sup.ciências sociais politicas • | 420 900 | |
instituto politécnico de bragança | t 1 | 991 | 137 • | * U.t.l. • inst.sup.economia e gestão * | 1 327 SCO 1 | |
instituto politécnico oe castelo branco | t 1 | 560 | 195 • | • U.t.l. - inst.superior OE agronomia • | 1 982 044 | |
instituto politécnico oe coimbra | • 1 | 153 | odo ' | • U.t.l. ' instituto superior técnico • | 6 338 200 | |
instituto politécnico de leiria | » 1 | 987 | 109 » | • U.t.l. • reitoria • | 2 042 789 | |
instituto politécnico oe lisboa | • 2 | 919 | 141 • | • universidade aberta • | 2 040 000 | |
instituto politécnico de portalegre | 926 | 697 t | • universidade da beira interior * | 2 449 868 • | ||
instituto politécnico de santaren | A 1 | 834 | 893 • | • universidade DC a»éi»0 • | 3 83b BOO | |
INSTITUTO politécnico dc setúbal | t 1 | 254 | 051 • | 1 universidade DE coimbra • | 8 276 911 | |
instituto politécnico oe viana 00 castelo | 972 | 316 • | • universidade DE évora • | 3 488 394 | ||
uannn munaua oc viseu | • 1 | 143 | 390 • | • universidade DE LISBOA ■ faculdade DE ciências • | 3 332 700 | |
instituto politécnico 00 porto | • 2 | 909 | 815 • | • universidade DE lisboa - faculdade OE OtRClTO " • | 684 132 | |
INSTITUTO superior de engenharia de coimbra | mo | 238 • | • univcrsidadc OE LISBOA ■ faculdade DE farmácia • | 778 350 | ||
instituto superior de engenharia 00 porto | t 1 | 56! | 000 • | • univcrs10a0c OC lisboa - faculdade OC letras • | 2 148 571 | |
s6rv.accao social oa univ.do algarve | 679 | 360 • | • universidade OE lisboa ■ faculoaoe DE ned1cina • | 1 512 494 | ||
«>!.>! accao social oa univ.da beira interior | 623 | 492 • | • universidade OE lisboa - faculdade Dt medicina dentaria • | 310 525 | ||
serv.DE accao social da univ.oe aveiro | 711 | 664 • | • universidade DE lisboa - inst.OC ciências sociais • | 269 050 |
Página 200
150-(200)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
• ií s c i i ( | • importâncias t | • 0ESCR1CAO | • » » importâncias » a * |
t UNIVERSIDADE OE LISBOA ■ SEI tom» | « 2 533 252 « | • centro REGIONAL de ALC0OLOG1A DO porto | t % t 1«1 472 • • * |
t uhiveasidaoe DE LISSOA-fac.de p5ic.E ciências 0» educação | t 759 250 » | • escola sup.DE enfernagen cidade 60 porto | • 179 329 « t t |
* UNIVERSIDADE Oi L1S80»-IHJt.bacieriovogko OUUU PESTANA | « 190 joo • | • escola sup.DE enfernagen DA guarda | » 74 983 • t t |
• UNIVERSIOAOE DE LISSOA-INST.ORIENTAÇÃO profissional | • 34 too t | • escola sup.OE enfermagem oe AHM* ravara | • • ■ 193 »9? • |
• UH1VCRS1DA0C oc TUS-OSHOHTES E ALTO DOURO | • ) 433 294 < | • escola sup.DE enfernagen DE beja | > * • 91 771 • |
• UNIVERSIDADE DO ALGARVE | • j 807 625 « | * escola sup.de enfernagen oe B1SSAYA barreto | » 324 175 « |
t UHIYCRSIDAOE 00 ninho | • 6 591 74« < | • escola sup.de enfernagen de bragança | t t • 95 844 • |
• UH1VCRS10ADC » porto ' fac.UCNCIAS DESP.EDUCAÇÃO FISICA | • 309 484 < | * escola sup.DE enfernagen de cal.gulbenkian - braga | t t • 118 »11 « |
• UtlVCRSIOAOC 00 POtro • fac.psjc.e CIÊNCIAS 0* EDUCAÇÃO | • 387 170 « | • escola sup.oe enfernagen oe cal.gulbenkian • lisboa | • j41 494 i |
• UNIVERSIDADE DO PORTO ' F4CUL0ADC DE ARQUITECTURA | • 371 99B « | • escola sup.DE enfernagen oe o.ana guedes | • 122 494 • |
• UN1VERSIDA0E M PORTO - FACULDADE OE CIÊNCIAS | « 2 074 457 • | » escola sup.de enfernagen de faro | » 114 591 t |
• UKlVfRSlOAOI DO POtTO - FACULDADE DE ECCtWMA | t 641 011 « | • escola sup.DE enfernagen DE leiria | • «7 117 » |
• univeajioaoe oo potro - faculoaoe oe ocekhaau | • 4 01? US » | • escola sup.de enfernagen oe portalegre | • 106 237 » |
t UNIVCB.SIOA0C 60 POUTS ' faculoaoe DI FARMÁCIA | • 500 103 • | • escola sup.oe enfernagen de s.joão ' porto | • 270 166 • |
•. UNIVERSIDADE DO PORTO ' faculdade DC LETRAS | • 1 292 200 • | • escola sup.oe enfernagen oe s.joao de oeus | • 168 496 • |
• UNIVERSIDADE DO POtTO ' FACULDADE DE HEOICIHA | • 1 471 611 • | • escola sup.OE enfernagen de santaren | * 105 121 > |
• UUVERSIOADC DO POtTO ■ REITORIA | • 4 340 151 • | < ESCOLA sup.oe ENFERNAGEN de viana oo castelo • escola sup.DE enfernagen oe vila real » escola sup.oe enmrnaceji 0£ viseu | » 128 444 » t t • 146 B08 • * 106 445 • |
• 15 • SAUOE | 1 ' | • ESCOLA sup.oe enfernagen DO dr.ANGELO fonseca | t 544 918 • |
• «KtKiiTJucAc regional oe saúde m cuum | » 5 95« 5«3 • | * ESCOLA sup.DE ENFERNAGEN DO dr.lopes dias | • 102 901 • |
• AOHINISTHACAO REGIONAL OE UUOE OE AVEIRO | • 16 933 4(2 • | • escola sup.oe enfernagen francisco gentil | » 215 324 • |
• ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DE BEJA | • 5 776 341 • | • escola sup.oe ENFERNAGEN n.fernanda resende | » 337 166 • • * |
• AOHINISTHACAO REGIONAL DE SAÚDE DE BRAGA | • 17 341 709 • | « escola técnica serviços sauoe OC coihsra | • 145 »46 • t < |
• ADHINISTRACAO RE610KAL DC SAÚDE DE UASUU | • 4 085 735 • | • escola técnica serviços salde DE li580» | • 67 437 • t t |
• adninj.JTAACAO REGIONAL DE SAÚDE DE CASTELO BRANCO | • 6 169 308 « | • escola técnica serviços saudc 00 porto | • 119 180 • • t |
* AOHINISTRACAO REGIONAL DE SAÚDE OE COIHBRA | • 13 694 494 • | * hosp.oist.abrantes | « 2 274 442 i |
t AonmisTWCAO regional o< saúde oe evora | • 6 344 71s • | > hosp.oist.AGUEDA | • 90s 055 • |
• A0N1NISTRACAO «EOIONAL OE sauoe OE faro | • 10 142 753 « | * hosp.oist.alcobaça | • 444 847 • |
t ADMINISTRAÇÃO REGIONAL OC SAUOC OC leiria | • 12 762 949 • | « hosp.oist. ATARANTE | • 1 242 444 • |
* ADMINISTRAÇÃO REGIONAL OE SAUOE DE lisboa | « 60 774 039 • | « hosp.oist.ANAOIA | » 397 76S • |
t ADMINISTRAÇÃO RCGIOUL OE sauoc OC portalegre | • 4 544 218 > | > hosp.oist.aveiro | • 3 921 55» • |
• ADMINISTRAÇÃO REGIONAL OE sauoc OE SANTAAEH | • 14 004 843 • | » hosp.dist.barcelos | • 1 752 752 • |
• amihistracao REGIONAL DE SAÚDE DE SETÚBAL | » 20 174 »41 • | * hosp.oist.barreiro | • 4 442 409 • |
t ADMINISTRAÇÃO RWJONAl DI SAÚDE OE VIANA DO CASTELO. | » 6 613 733 • | t hosp.oist.beja | » 3 049 490 • |
t ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE sauoe oe vila REAL | t 6 241 079 • | • hosp.d1 ST.BRAGANÇA | • 1 809 001 • |
• ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DC SAÚDE OE viseu | • 9 554 180 • | • hosp.oist.cascais | • 3 072 475 » |
« ADNINISTRACAO REGIONAL DE SAÚDE 00 PORTO | « 39 071 923 » | • HOSP.oist.castelo branco | • 3 001 561 t |
* CENTRO DE H1STQCOHPATI8ILI0A0C 00 centro | • 152 447 • | • hosp.oist.catanheoe | « 544 895 • |
* CENTRO OC N1ST0CONPAT1BILIDADE DO NONTE | « 183 558 • | • hosp.oist.chaves | « " 903 172 • |
• ccmtuo OC HISTOCOIIPATIBILIDAOE 00 sul | t 130 854 • | • hosp.OIST.covilhã | * 1 941 400 » |
t CENTRO HOWITALM CALDAS DA RAINHA | • 2 440 000 • | • hosp.DIST.DE ALHADA | » 6 680 688 « |
t CENTRO HOSPITALAR OC COIMBRA | » ia «0 650 « | • HOiP.OIST.ELVAS | » 1 139 24» • |
• COITRO HOSPITALAR OE VAU DO SOUSA | • 2 253 424 • | * hosp.oist.espinho | • 767 908 « |
• CENTRO HOSPITALAR DI VILA NOVA DC GAIA | > 7 688 654 • | • HOSP.OIST.estarreja | • 505 204 • |
• com» pila. oi recupcracao ho-tachiomi | i 151 143 r | t HOSP.oist evo» | • 4 913 875 • |
1 CENTRO PSUUlATRICO RECUPERAÇÃO DC ARNÊS | • 230 392 • | • HOSP.OIST. FAFE | • boo 125 » |
1 CENTRO REGIONAL 01 ALC00L0G1A DC COlmtA | » 174 920 • | • hosp.oist.faro | • 7 233 541 i |
• cenho REGIONAL OC ALCOOLOGU DC LISBOA | t 85 000 t | • hosp.oist.feira s.pa10 de oleiros | • 759 352 » |
Página 201
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(201)
• 1 i! C 1 1 t 10 | • importâncias • | descrição | » importâncias | |
• hosp.oist.figueira 0« foz | • 2 450 000 • | hospital maria pia | « 2 097 440 | |
» hosp.oist.fundão | • 457 015 « | hospital miguel bombarda | • 1 909 918 | |
* hosp.oist.guarda | • 2 707 620 • | • | hospital ortopédico do outao | • 1 189 686 |
* hosp.oist.gu1harae3 | » 4 0j9 931 • | * | hospital ortopédico or.jose oe almeida | • 801 009 |
* hosp.oist. lagos | • 654 725 t | • | hospital psiquiátrico oe lorvão | • 816 274 |
« hosp.oist.lamego | » 1 281 972 « | hospital pulido valente | • 5 45? 772 | |
• hosp.015t.leiria | • 3 269 3j4 • | • | hospital s.francisco xavier | • 5 900 514 |
• hosp.oist.macedo oe cavaleiros | * 579 350 • | hospital s.joao | • 19 900 OOO | |
• hosp.01st.iu70sihnos | * 1 805 205 • | • | hospital santa cruz | • 5 217 113 |
• hosp.oist.mirandela | • 1 102 942 » | • | hospital santo antonio oos capuchos | t 10 336 765 |
• hosp.oist.hontuo | • 1 034 691 • | hospital sobral cid | « 1 518 342 | |
• hosp.oist.oliveira oe azeméis | » 914 297 t | • | hospital sta.maria | • 23 493 761 |
* hosp.oist.ovar | • 835 000 « | * | inst.gestão informática e financeira 00 m.sauoe ' ig1fs | « 530 565 COO |
• hosp.oist.peniche | • 433 000 • | • | inst.nacional da farmácia e do medicamento | • 1 134 220 |
• hosp.oist.peso oa régua | • 557 543 • | * | instituto clinica geral zona centro | • 28 b42 |
* hosp.oist.pombal | * 561 938 • | • | instituto clinica geral zona norte | » 40 269 |
* hosp.oist.ponte de lina | • 433 166 • | • | instituto clinica geral zona sul | • 15S 480 |
• hosp.oist.portalegre | • 2 612 361 i | • | instituto gcmct.hc01ca or.j.magalhães | » 386 877 |
• hosp.dist.portinao | • 1 534 049 • | instituto nac. saude dr.ricardo jorgc ' lisboa | • 2 139 425 | |
»■ hosp.oist.povoa oe varzih | « 937 018 • | • | instituto nac.saude dr.ricardo jorgc ■ porto | « 617 650 |
• hosp.oist.santaren | • 4 201 257 « | instituto nacional. oc emergência medica | • 4 993 142 | |
• hosp.oist.saht1ag0 do cacen | « 563 933 t | * | instituto oftalmologia or.gana pinto | » 355 250 |
• hosp.oist.santo tirso | t 1 156 580 • | • | instituto P.oncologia f.gentil ' c.coimbra | • 3 245 078 |
• hosp.oist.sao joão oa kaoeira | • 1 221 244 i | • | instituto P.oncologia f.gentil - c.lisboa | » 9 229 955 |
• hosp.oist.serpa | » 364 501 • | • | instituto p.oncologia f.gentil - c.porto | • 5 711 654 |
• hosp.oist.setúbal | • 4 440 738 t | • | instituto portugucs 00 sanguc | « 1 730 753 |
» hosp.oist.tonar | t 1 244 945 t | * | naternidaoe or.alfredo da costa | • 4 104 145 |
* hosp.oist.tonoela | * 459 729 t | • | maternidade julio dinis | • 1 923 920 |
• hosp.oist.torres novas | 1 1 542 «1 » | • | sanatório or.josc maria antunes junior | » 504 182 |
• hosp.oist.torres veoras | t 1 b99 427 • | • | serviços sociais do ninister10 oa saude | » 759 704 ' |
' hosp.oist.valongo | t 557 380 • | • | ||
t hosp.oist.viana 00 castelo | • 4 423 044 « | • | ||
> hosp.oist.vila 00 conde | t 457 217 • | t 14 | obras publicas transportcs c comunicações | |
• hosp.oist.vila franca oe ura | • 3 oos 325 t | • | gab1netc oa navcgab1l10adc do douro | » 270 894 |
• hosp.oist.vila nova oc famalicão | • 2 1 23 917 t | « | instituto oe gestão e alienação patr.habitacional 00 estado | • 29 227 792 |
• hosp.oist.vila real | • 3 635 825 t | instituto nacional de habitação | • 47 814 400 | |
• hosp.oist.viseu | • 4 515 268 • | • | junta autonona de estradas | • 133 900 000 |
a hospitais oa universidade de coimbra | » 22 050 377 t | • | laboratório nacional oe engenharia civil | • s 444 300 * |
» hospital conde fcrrcira | « 1 873 844 • | obra social 00 nih.das obras publicas trans.e comunicações | • 3 178 410 > | |
• hospital currv cabral | • 9 882 932 • | |||
t hospital dc 0.estefânia | i 7 307 176 « | • | ||
» hospital oe s.josc | t 13 410 503 • | • 17 | comercio c turismo | |
< hospital dc s.marcos | • 5 403 b30 t | • | direcção geral do turismo | • 1 036 000 |
« hospital oc santa marta | • s 949 267 • | fundo 00 turismo | • 33 849 150 | |
> hospital egas ho" 11 ." ' | • 6 793 718 • | • | instituto nacional dc formação turística | • 3 160 000 |
• hospital geral de s.antonio | • 15 210 907 • | investimentos comercio e turismo de portugal | » 17 295 OQO | |
• hospital joaquin urbano | t 477 b18 • | |||
< vos9vtm. julio oe matos | « 2 393 97b • | |||
* hospital magalhães lemos | t 1 453 234 • | • 18 | ambiente c recursos naturais |
Página 202
150-(202)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
DESCRIÇÃO « | IMPORTÂNCIAS • | |
GABINETE DE SANEAHEHTO BAS [CO DA COSTA DO ESTORIL • | 7 446 732 • | |
INSTITUTO OA CONSERVAÇÃO OA NATUREZA • | J 57» 191 t | |
» 19 • | RAR • | |
ADNIHISTRACAO DO PORTO OE LISBOA 1 | 12 866 222 • | |
AQN1NISTRACA0 00 PORTO DE SINES < | 11 730 056 • | |
ADMINISTRAÇÃO DOS PORTOS DE SETÚBAL E SESIMBRA • | A 260 301 • | |
ADMINISTRAÇÃO DOS PORTOS 00 DOURO E LCKOCS • | 9 287 500 • | |
INSTITUTO 00 TRABALHO PORTUÁRIO A | 216 672 • | |
INSTITUTO NACIONAL DE PILOTAGEM DOS PORTOS • | 2 066 OU • | |
JUNTA AUTÔNOMA 00 PORTO DA FIGUEIRA OA FOZ * | S02 937 » | |
JUNTA AUTÓNOMA 00 PORTO DE AVEIRO > | 1 555 160 • | |
JUNTA AUTÓNOMA DOS PORTOS OE BARLAVENTO 00 ALGARVE • | 253 «23 • | |
JUNTA AUTÓNOMA DOS PORTOS DE SOTAVENTO 00 ALGARVE • | 457 000 < | |
JUNTA AUTÔNOMA CCS PORTOS DO CENTRO • | 558 825 • | |
JUNTA AUTÓNOMA DOS PORTOS DO NORTE • | 564 013 • | |
N A P A VI | ||
DESPESAS GLOBAIS OOS SERVIÇOS E FUNDOS AUTÓNOMOS, ESPECIFICADAS SEGUNDO A CLASSIFICAÇÃO ORGÂNICA [EH CONTOS) | PAG. 1 | |
DESCRIÇÃO • | IMPORTÂNCIAS « | |
t 01 | ENCARGOS GERAIS DA NACAO • | |
• | ASSEMBLEIA DA REPUBLICA « | 9 470 000 • |
• | CENTRO OE ESTUDOS E FORMAÇÃO AUTÁRQUICA * | 350 294 « |
* | CINEMATECA PORTUGUESA • | 1 001 494 t |
• | COMPANHIA NACIONAL DE BAILADO > | 271 959 • |
• | DELEGAÇÃO REGIONAL DE LISBOA • | 205 769 • |
• | DELEGAÇÃO REGIONAL 00 ALENTEJO t | 81 757 t |
• | OELEGACAO REGIONAL 00 ALGARVE • | 102 914 • |
• | OELEGACAO REGIONAL DO CVtVtO « | 90 404 • |
• | OELEGACAO REGIONAL 00 NOITE • | 219 004 • |
• | FUNDO OE FOMENTO CULTURAL • | 2 241 434 • |
• | INST.PORTUGUÊS 00 PATRIMÓNIO ARQUITECTÓNICO E ARQUEOLÓGICO • | 6 844 494 • |
• | INSTITUTO DA JUVENTUDE • | 7 423 490 « |
• | INSTITUTO NACIONAL OE ADMINISTRAÇÃO • | 497 434 • |
• | INSTITUTO PORTUGUÊS OE CINEMA < | 2 129 580 • |
• | PROVEDORIA OE JUSTIÇA 1 | 447 500 • |
• | SERVIÇO NACIONAL DE PROTECÇÃO CIVIL • | 1 067 442 A |
• | SERVIÇOS SOCIAIS DA PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS < | 440 348 » |
t 02 | ■ DEFESA NACIONAL ' | |
• | ARSENAL 00 ALFEITE | 4 235 000 • |
COFRE OE PREVIDÊNCIA DAS FORCAS ARMADAS | 298 895 • | |
COMPLEXO SOCIAL OAS FORCAS ARKAOAS | 891 400 • |
0ESCR1CAO | • IMPORTÂNCIAS R | |
INSTITUTO HIDROGRÁFICO | * 1 002 000 * | |
LABORATÓRIO MILITAR DE PRODUTOS QUÍMICOS E FARMACÊUTICOS | • 2 220 863 • | |
LAR 5* VETERANOS MILITARES | t 190 000 • | |
MANUTENÇÃO MILITAR | • 16 061 391 t | |
OFICINAS GERAIS OE FARDAMENTO E EQUIPAMENTO | • 7 573 92» • | |
OFICINAS GERAIS DE MATERIAL AERONÁUTICO | • 32 874 288 • | |
OFICINAS GIRAIS OC MATERIAL OC ENGENHARIA | • 1 230 53* • | |
SUVICOS SOCIAIS DAS FORCAS ARMADAS | R 4 67» 330 R | |
• 04 ■ | FINANÇAS | |
CAIXA GERAL DE APOSENTACOCS | R 414 134 815 R | |
COFRE DO TRIBUNAL DE CONTAS ■ SEDE | • 1 145 000 » | |
CORRI DO TRIBUNAL Of COHTAS-SECCAQ REGIONAL DA HAOCIRA | R 11] 800 • | |
CORRI DO TRIBUNAL Df CONTAS*SCCCAO REGIONAL DOS AÇORES | • 149 310 • | |
COMISSÃO 00 MZRCADO DC VALOR» MOllLlARIOS | A 2 484 333 • | |
FUNDO Of ESTABILIZAÇÃO ADUANEIRO | • 2 000 000 • | |
FUNDO DC REGULARIZAÇÃO OA DIVIDA PUBLICA | R 366 737 281 R | |
INSTITUTO NACIONAL DC INTERVENÇÃO [ GARANTIA AGRÍCOLA | • 210 220 894 • | |
INSTITUTO PORTUGUÊS Oí SANTO ANTÔNIO EM ROM | • 70 040 R | |
• 07 | ADMINISTRAÇÃO INTERNA | |
COFRE OE PREVIDÊNCIA DA POLICIA SEGURANÇA PUBLICA | • 180 870 • | |
SERVIÇO DC [NFORNACOCS DE SEGURANÇA | * 990 000 * | |
SERVIÇO NACIONAL OC BOMBEIROS | • 8 365 497 • | |
SERVIÇOS SOCIAIS OA GUARDA NACIONAL REPUBLICANA | • : 678 470 • | |
SERVIÇOS SOCIAIS DA POLICIA DE SEGURANÇA PUBLICA | • 1 434 692 • | |
< 08 | JUSTIÇA | |
CENTRO DC ESTUDOS JUDICIÁRIOS | • 1 813 500 • | |
COFRC DOS CONSCRVADORCS NOTARIOS C FUNCIONÁRIOS Df JUSTIÇA | • 39 477 872 t | |
COFRE GERAL OOS TRIBUNAIS | • 22 342 118 • | |
INSTITUTO DE MEDICINA LEGAL DE COIMBRA | • 247 44B • | |
INSTITUTO OC MEDICINA LEGAL OC LISBOA | A 240 SOO « | |
INSTITUTO Of NCOICINA LEGAL DO PORTO | • 232 300 t | |
INSTITUTO OC RI1NSUCA0 SOCIAL | t 3 220 011 • | |
SERVIÇOS SOCIAIS CO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA | • 4 080 000 • | |
> 09 | - NEGÓCIOS CSTRAHGI1R0S | |
INSTITUTO tf APOIO A EMIGRAÇÃO E COMUNIDADES PORTUGUESAS | t 1 164 460 R | |
INSTITUTO PARA A COOPERAÇÃO ECONÔMICA | • 4 288 300 • | |
• 10 | ■ PLAHEAHEXTO E ADN1N1STRACA0 00 TERRITÓRIO | |
COMISSÃO OE COORO.DA REGIÃO DE LISBOA C VALE 00 TEJO | • 1 200 4*1 « | |
COMISSÃO DC COORDENAÇÃO OA REGIÃO DO ALENTEJO | • 3 190 925 • |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(203)
D ! 1 C 1 1 I >0 | 1 IMPORTÂNCIAS • | |
COMISSÃO OC COORDENAÇÃO 0« REGIÃO 00 ALGARVE | • 912 997 • | |
COMISSÃO OC COOROENACAO 0« REGIÃO 00 (ENTRO | • 1 348 952 • | |
COMISSÃO OE COOtOCMACAO OA REGIÃO 00 NORTE | • 2 015 119 » | |
INSTITUTO ANTONIO SERGIO 00 SECTOR COOPERATIVO | • 127 883 t | |
INSTITUTO DC INVESTIGAÇÃO C1CNTIP1CA C TROPICAL | • 1 62« «35 • | |
INSTITUTO NACIONAL OE ESTATÍSTICA | • 3 350 000 • | |
JUNTA NACIONAL DC INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA E TECNOLÓGICA | • 13 629 276 t | |
»11 | • AGRICULTURA | |
AGENCIA CONTROLE AJUDAS COMUNITÁRIAS SECTOR AIE1TI | • 281 26« • | |
1HST. FINANCEIRO Dt APOIO AO DESENV.OA AGRICULTURA E PESCAS | • 1*5 925 859 • | |
INSTITUTO DA VINHA E 00 VINHO | » 22 127 760 • | |
INSTITUTO DO VINHO DO PORTO | • 1 160 960 • | |
INSTITUTO NACIONAL OC INVESTIGAÇÃO AGRARIA | • 5 62« 310 * | |
INSTITUTO REGULADOS C ORIENTADOR DOS NERCAWS AGRÍCOLAS | • 6 282 860 • | |
»11 | INDUSTRIA E ENERGIA | |
INST.OI «POIO AS PEOJJCHAS MEO IAS EMPRESAS E AO INVEST tHEN TO | • 131 661 71« t | |
UT5T.NACIONAL ENGENHARIA E TECNOLOGIA INDUSTRIAL | 7 «01 806 • | |
INSTITUTO GEOLÓGICO C MINEIRO 1 | 2 7«3 12« • | |
INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL ■ | 985 000 • | |
' 1» | EMPREGO E OA SEGURANÇA SOCIAL ■ | |
FUMO DC ESTABILIZAÇÃO FINANCEIRA DA SEGURANÇA SOCIAL • | 136 202 «37 « | |
FUNDO 00 SOCORRO SOCIAL 1 | 2 033 390 • | |
INSTITUTO 00 EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL ■ | 112 873 000 • | |
SCRV.SOC.00 MINISTÉRIO DO EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL 1 | 979 «20 • | |
1« | EDUCAÇÃO • | |
CAIXA OC PREVIDÊNCIA 00 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO • | 36* 000 « | |
CONStUtD NACIONAL OC EDUCAÇÃO • | 72 ODO 1 | |
DEPARTAMENTO DC PROGRAMAÇÃO C GESTÃO FINANCEIRA • | 3 299 570 • | |
EDITORIAL DO MINISTÉRIO OA EDUCAÇÃO • | 756 SOO • | |
ESCOLA PROFISSIONAL AGRÍCOLA SUINTA DA LAJEOSA • | 120 05* • | |
ESCOLA SUPERIOR OC EDUCAÇÃO Of L1SCOA • | ««2 003 « | |
ESTÃO 10 UNIVERSITÁRIO OC LISBOA • | 607 SOO • | |
FACULOAOE 0* BELAS ARTES 00 PORTO • | «08 U1 ' | |
FACUUAM DC CIÊNCIAS C TECNOLOGIA DA UNIVERSIDADE COIMBRA • | 3 761 «70 • | |
FACULDADE OE MEDICINA DENTARIA DO PORTO • | 266 077 • | |
INST. SUPERIOR OC CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EHPUSA • | 1 962 03« • | |
IHST.SUrUlOR OC CONTABILIDADE C ADMINISTRAÇÃO DC AVEIRO • | 318 369 t | |
1NST.SUPERIOR OC CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO DE COIMBRA • | «71 1» » | |
INST. SUPCRIOR DC CONTABILIDADE E AOMINJSTCACAO OE LISBOA I | BW 11T • | |
INJT. SUPERIOR OC CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO DO PORTO • | 775 350 • | |
UA¥t .VJttMM OC ENGENHARIA OC LISBOA • | 2 835 92« • |
1 DESCRIÇÃO | t | IMPORTÂNCIAS * |
• INSTITUTO CAMÕES | ; | 2 «06 GOO * |
• INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS DE ABEL SALAZAR t | 1 018 «16 1 | |
• INSTITUTO DO OESPORTO | • | 1« 100 000 t |
* INSTITUTO POLITÉCNICO OA GUARDA | • | 1 158 367 • |
» INSTITUTO POLITÉCNICO OE BEJA | • | 1 «07 943 « |
* INSTITUTO POLITÉCNICO DE BRAGANÇA | * | 1 998 137 1 |
> INSTITUTO POLITÉCNICO OE CASTELO BRANCO | • | 1 560 1 95 » |
» INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA | • | 1 1S3 000 • |
' INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA | • | 1 987 109 • |
» INSTITUTO POLITÉCNICO OE LISBOA | • | 2 919 1«! t |
> INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTALEGRE | • | 926 697 » |
> INSTITUTO POLITÉCNICO OE SANTARÉM | * | 1 63« 893 • |
> INSTITUTO POLITÉCNICO OE SETÚBAL | • | 1 25« 051 • |
• INSTITUTO POLITÉCNICO OE VIANA 00 CASTELO | • | 972 316 • |
t INSTITUTO POLITÉCNICO OE VISEU | 1 1«3 390 • | |
• INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO | • | 2 909 815 « |
• INSTITUTO SUPERIOR DE ENGEMtARlA OE COIHBRA | * | 880 238 i |
• INSTITUTO SUPERIOR OE ENGENHARIA DO PORTO | • | 1 565 000 • |
t SERV.ACCAO SOCIAL OA UhIV.OO ALGARVE | * | 679 140 « |
• SERV.DE ACCAO SOCIAL DA UNIV.DA BEIRA INTERIOR • | 623 «92 • | |
• SERV.OE ACCAO SOCIAL OA UNIV.DE AVEIRO | • | 711 66« » |
1 SERV.DE ACCAO SOCIAL OA UHIV.OE COIHBRA | • | 2 025 000 • |
• SERV.OE ACCAO SOCIAL OA UN1V.0E ÉVORA | • | S«5 000 « |
« SERV.OE ACCAO SOCIAL DA UNIV.OE LISBOA | • | 1 «03 «10 • |
A SERV.OE ACCAO SOCIAL OA UNIV.DO MINHO | - | 1 153 500 » |
• SERV.DC ACCAO SOCIAL OA UNIV.DO PONTO | • | 2 1J6 640 • |
• SERV. DE ACCAO SOCIAL OA UNIV.NOVA DE LISBOA | • | 1 0«9 620 • |
• SERV.OE ACCAO SOCIAL DA UNIV.TÉCNICA OE L1SE | tOA • | 1 646 930 « |
« SERV.OE ACCAO »Ct«. OA UNIV.TRASOS-MONTES | E ALTO DOURO • | 535 900 • |
* SERV.OE ACCAO SOCIAL DO INST.POLITÉCNICO DA | GUARDA « | 445 530 • |
« SERV.OE ACCAO SOCIAL DO INST.POLITÉCNICO OE | BEJA * | 365 760 » |
A SERV.DE ACCAO SOCIAL 00 INST.POLITÉCNICO OE | BRAGANÇA * | 484 780 » |
« SERV.OE ACCAO SOCIAL 00 INST.POLITÉCNICO OC | CASTELO BRANCO • | 210 350 • |
• SERV.OE ACCAO SOCIAL 00 INST.POLITÉCNICO DE | COIMBRA • | 294 978 • |
A SERV.DE ACCAO SOCIAL DO INST.POLITÉCNICO DE | LEIRIA A | 418 200 • |
« SERV.DC ACCAO SOCIAL 00 INST.POLITÉCNICO DE | LISBOA • | 536 196 • |
• SERV.OE ACCAO SOCIAL 00 INST.POLITÉCNICO OE | PORTALEGRE » | 162 300 • |
« SERV.OE ACCAO SOCIAL DO INST.POLITÉCNICO DE | SANTARÉM » | 365 425 < |
« SERV.OE ACCAO SOCIAL 00 INST.POLITÉCNICO OE | SETÚBAL « | 151 650 • |
« SERV.OE ACCAO SOCIAL DO INST.POLITÉCNICO OC | VISEU « | 198 210 • |
• SERV.OC ACCAO SOCIAL DO INST.POLITÉCNICO 00 | PORTO • | 258 100 • |
A SERV.DC ACCAO SOCIAL 00 INST.POLITÉCNICO VIANA 00 CASTELO • | 277 490 • | |
« U.N.L. - FAC.CIÊNCIAS SOCIAIS E HUNANAS | • | 2 442 023 • |
• U.N.L. - FAC.OE CIÊNCIAS C TECNOLOGIA | • | 3 518 097 • |
• U.N.L. - FACULOAOE OE CIÊNCIAS NED1CAS | 1 098 206 « | |
* U.N.L. - FACULOAOE OC ECONOMIA | • | 658 233 • |
• U.N.L. ' INST.HIGIENE E MEDICINA TROPICAL | * | 440 600 » |
• U.N.L. • INST.SUP.ESTATÍSTICA E GESTÃO OA [HFOUIACAO » | 93 000 » | |
• U.N.L. ' INST.TEC.OUINICA E BIOLÓGICA | 14 500 • |
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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150-(205)
• Otit» 101 | • IMPORTÂNCIAS « | t DESCRIÇÃO | • t • INP0RTANC1AS • t t |
• HOSP.OIST.ALCOBAÇA | * 664 64? t | < HOSP.DIST.10RRES NOVAS | t » • 1 542 951 • |
* HOSP.DIST.AMARANTE | » 1 242 644 t | * HOSP.01 st.TORRES VEDRAS | • 1 899 427 t |
> H03P.DlSr.UU»!«' | » 397 76S » | * HOSP.DIST.VALONGO | • 557 380 • |
• HOSP.disi.AVEIRO | • 3 921 559 « | • HOSP.DIST.VIANA 00 CASTELO | • 4 423 044 • |
* HOSP. DIST.BARCELOS | » 1 752 752 » | * HOSP.DIST.VILA 00 CONOE | • 657 217 • |
r MSP. DISr.BARREIRO | • 4 642 409 « | * HOSP.OIST.VILA FRANCA oe XIRA | • 3 005 325 • |
• HOSP.OIST.BEJA | • 3 069 490 « | A HOSP.OIST.VIU NOVA de FAMALICÃO | « 2 125 917 « |
• H0SP.D1ST.6RAGAHCA | t 1 809 001 » | • HOSP.OIST.VILA REAL | • 5 635 825 • |
• HOSP.OIST.CASCAIS | t 3 072 475 • | • HOSP.DIST.VISEU | • 4 515 268 » |
• HOSP.0[st.CASTELO BRANCO | t 3 001 561 i | * HOSPITAIS da UNIVERSIDADE de COIMBRA | • 22 050 377 • |
• H0SP.01ST.CATAHHEDE | • SU 195 • | • HOSPITAL conde FERREIRA | • 1 873 844 • |
• HOSP.Dl st.CHAVES | t 1 903 U2 « | • HOSPITAL CURRV CABRAL | » 9 882 932 * |
• HOSP.DIST.COVILHA | t 1 941 400 • | • HOSPITAL OE 0.ESTEFÂNIA | * 7 30? 176 • |
• hosp.dist.de alhada | A 6 680 488 t | • HOSPITAL OC s.JOSC | : 13 410 503 « |
• HOSP. D1ST. ELVAS | • 1 139 249 > | • HOSPITAL de S.MARCOS | • 5 403 830 « |
• HOSP.OlST.ESPINHO | i 767 908 » | • HOSPITAL de SANTA MARTA | • 5 969 267 « |
• hosp.01 st.ESTARREJA | > 50S 206 > | • HOSPITAL EGAS MONIZ | « 6 793 71« « |
• HOSP. oist. ÉVORA | • 4 913 «75 • | « HOSPITAL GERAL oe s.ANTONIO | • 15 210 907 » |
• hosp.OIST.fafe | A «00 125 « | < HOSPITAL J0A0U1N URBANO | A 477 81B • |
• HOSP.OIST.FARO | • 7 233 541 « | « HOSPITAL JULIO oe MATOS | « 2 393 978 » |
• HOSP.oist.FEIRA S.PAIO oe OLEIROS | • 759 352 » | t HOSPITAL MAGALHÃES LEMOS | • 1 453 234 t |
• HOSP.D1ST.FIGUEIRA 0« foi | • 2 450 OOO t | • HOSPITAL MARIA pia | « 2 097 640 • |
• HOSP.di st.FUNDÃO | t 63? 013 • | • HOSPITAL MIGUEL BOMBARDA | t 1 909 918 t |
• HOSP.DIST.GUARDA | « 2 707 420 • | • HOSPITAL ORTOPÉDICO 00 OUTAO | • 1 189 686 t |
• HOSP.DIST.GU1HARAE3 | t 4 039 931 t | • HOSPITAL ORTOPÉDICO or.JOSE oe ALMEIDA | • BOI 009 1 |
• HOSP.OIST.LAGOS | • 654 725 • | • HOSPITAL PSIQUIÁTRICO de LORVÃO | « 816 274 t |
• MOSP.01ST.LAHEGO | » 1 281 972. • | • HOSPITAL PULIDO VALENTE | t • t ' 5 437 772 « |
• HOSP.OIST.LEIRIA | • 3 269 334 • | • HOSPITAL S.FRANCISCO XAVIER | • S 900 514 A |
• HOSP.OIST.«ACEDO oe CAVALEIROS | • 579 J50 « | A HOSPITAL S.JOAO | t » • 19 900 000 • |
* HOSP.OIST. MATOSINHOS | • 1 805 205 • | * HOSPITAL SANTA (aux | » * • 5 217 113 t |
» HOSP.DIST.MIRANDELA | • 1 102 942 • | < HOSPITAL SANTO ANTONIO dos CAPUCHOS | A » • 10 334 745 • |
• HOSP.DIST.MONTIJO | • 1 034 691 » | • HOSPITAL SOBRAL cid | A 1 518 342 t |
• HOSP.DIST.OLIVEIRA de HEHEIS | • 914 297 « | • HOSPITAL sta.MARIA | A * • 23 493 761 » |
* HOSP.DIST.OVAR | « 835 000 • | • INST.GESTÃO INFORMÁTICA E FINANCEIRA do N. SAUOE • 1GIFS | A 530 565 000 t |
> HOSP.OIST.PENICHE | • 433 000 t | « IMST.NACIONAL oa FARMÁCIA £ do MEDICAMENTO | • 1 134 220 t |
• HOSP.OIST.PESO da RÉGUA | • 55? 543 • | • INSTITUTO CLINICA GERAL 10HA CENTRO | • 28 842 • |
• HOSP.DIST.POMBAL | t 541 938 i | • INSTITUTO CLINICA GERAL ZONA NORTE | • 40 249 • |
> HOSP.OIST.PONTE de LIMA | • 433 146 • | • INSTITUTO CLINICA GERAL ZONA sul | • 155 680 • |
• HOSP.DIST.PORTALEGRE | • 2 612 361 • | • INSTITUTO GENET.NEDICA or.J.MAGALHÃES | • 384 «77 • |
• HOSP.DIST.PORTIMÃO | « 1 534 049 t | • INSTITUTO NAC.SAUOE OR.RICARDO JORGE ' LISBOA | • 2 139 425 • |
• HOSP.OIST.POVOA de VARI1N | - 937 018 • | • INSTITUTO NAC.SAÚDE BA.AICARDO JORGE - porto | t 617 650 • |
f HOSP.OIST.SANTAREN | • 4 201 25? • | • INSTITUTO NACIONAL DE EMERGÊNCIA MEDICA | t 4 993 142 » |
• hosp.dist.SANTIAGO 00 CACEM | • 56S 933 « | • INSTITUTO OFTALMOLOGIA da.gama PINTO | » 353 250 « |
• HOSP.oist.SANTO TIRSO | t 1 156 580 • | • INSTITUTO p.ONCOLOGIA f.GENTIL ' C.COIMBRA | t 3 245 078 • |
• HOSP.OIST.sao JOÃO da NAOEIRA | • 1 221 244 » | > INSTITUTO P.ONCOLOGIA f.GENTIL - c.LISBOA | • 9 229 955 A |
• HOSR.DIST.SERPA | • 344 SD1 « | « INSTITUTO p.ONCOLOGIA f.GENTIL • c.PORTO | » 5 711 454 t |
* HOSP.DIST.SETÚBAL | • 4 440 738 • | • INSTITUTO PORTUGUÊS do SANGUE | • 1 730 753 t |
t HOSP.OIST.TONAR | < 1 244 945 > | A NATERN10ADE dr.ALFREDO oa COSTA | • 4 106 145 » |
• HOSP.DIST.TONDELA | • 459 729 • | • MATERNIDADE julio DINIS | » 1 923 920 t |
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150-(206)
II SÉRIE-A - NÚMERO 11
hhiiiio | * inportancias « | |||
sanatório or.jose maria antunes júnior | 504 | 162 • | ||
serviços sociais do ministério oa sauoe | 759 | 706 • | ||
» 16 | obras publicas transportes e comunicações | |||
gabinete oa navegabilidade do douro | 230 | s96 a | ||
instituto oe gestão e alienação patr.habitacional 00 estado | ' 29 | 227 | 792 • | |
instituto nacional de habitação | > 45 | 442 | 100 « | |
junta autónoma oe estradas | > 133 | 900 | 000 • | |
laboratório nacional de engenharia civil | > 5 | 446 | 300 • | |
obra social do nin.oas obras publicas trans.e comunicações | • 3 | 17b | 410 • | |
• 17 | comercio e tur1sn0 | |||
direcção geral 00 turismo | ■ 1 | 036 | 000 t | |
fundo 00 turismo | • 33 | 649 | 150 » | |
instituto nacional dc formação turística | » 3 | 160 | oco t | |
investimentos comercio e turismo oe portugal | • 17 | 295 | 000 » |
descrição | importâncias • | |||
• 18 • | ambiente c recursos naturais | |||
gabinete oe saneamento básico oa costa 00 estoril | 7 | 446 732 • | ||
instituto da conservação oa natureza | 3 | 57* 191 r | ||
♦ 19 | mar | |||
administração do porto dc lisboa | 8 | 340 430 • | ||
administração 00 porto oe sincr | 5 | 349 000 • | ||
administração dos portos oe setúbal e sesimbra | 3 | 944 706 a | ||
aoninistracao dos portos do douro e leixões | 6 | 9*2 500 • | ||
instituto do trabalho portuário | 218 472 • | |||
instituto nacional de pilotagem 005 portos | > 2 | 06» 000 • | ||
junta autônoma do porto da figueira da foz | 502 937 • | |||
junta autónoma do porto de aveiro | 1 | 553 160 • | ||
junta autónoma dos portos oe barlavento 00 algarve | 253 82) a | |||
junta autónoma dos portos oe sotavento do algarve | 457 000 • | |||
junta autónoma dos portos do centro | 558 825 t | |||
junta autónoma dos portos do norte | 432 923 • |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(207)
MAPA VII
DESPESAS GLOSAIS DOS SERVIÇOS E FUNDOS AUTÓNOMOS, ESPECIFICADAS SEGUNDO A CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL
(EH CONTOS)
IMPORTANCIAS *
'CÓDIGOS* t * i * | DESCRIÇÃO | * * | POR SUBFUNCOES | * * | POR * FUNÇÕES * | ||
■ ■ II MH | mm* | ||||||
* | * | * | * | ||||
► 1 | t | SERVIÇOS GERAIS DA ADMINISTRAÇÃO PUBLICA: | * | * | * | ||
* | * | * | * | ||||
» 1.01 | * | ADMINISTRAÇÃO GERAL | * | 424 636 | 743 | * | * |
► 1.02 | * | NEGÓCIOS ESTRANGEIROS | * | 4 288 | 500 | * | * |
» 1.03 | * | SEGURANÇA E ORDEM PUBLICA | * | 72 195 | 981 | * | * |
» 1.04 | * | ADMINISTRAÇÃO DO ULTRAMAR | * | * | * | ||
» 1.05 | * | INVESTIGAÇÃO DE CARACTER GERAL | * | 3 805 | 711 | * | 504 926 935 * |
* | * | * | * | ||||
r 2 | * | OEFESA NACIONAL | * | * | 65 820 814 * | ||
* | * | * | * | ||||
r 3 | * | EOUCACAO | * | * | 160 656 056 * | ||
* | * | * | * | ||||
* 4 | * | SAUOE | * | * | 1 144 726 980 * | ||
* | * | * | * | ||||
• 5 | * | SEGURANÇA E ASSISTÊNCIA SOCIAIS | * | * | 565 753 041 * | ||
* | * | * | * | ||||
( 6 | * | HABITAÇÃO E EQUIPAMENTOS URBANOS | * | * | 82 116 624 * | ||
* | ir | * | * | ||||
» 7 | * | OUTROS SERVIÇOS COLECTIVOS E SOCIAIS | * | * | 19 968 475 * | ||
* | * | * | * | ||||
r S | * | SERVIÇOS ECONÓMICOS: | * | * | * | ||
* | * | * | * | ||||
► 8.01 | * | ADMINISTRAÇÃO GERAL, REGULAMENTAÇÃO E INVESTIGAÇÃO | * | 471 682 | 028 | * | * |
< 8.02 | * | AGRICULTURA, SILVICULTURA, PECUÁRIA, CACA E PESCA | * | 174 299 | 889 | * | * |
« 8.03 | * | INDUSTRIAS EXTRACTIVAS, TRANSF. E OE CONSTR. CIVIL | * | 13 415 | 174 | * | * |
• 8.04 | * | ELECTRICIDADE, GAS E AGUA | * | * | * | ||
► 8. OS | t | ESTRAOAS | * | 133 900 | 000 | * | * |
r 8.06 | t | VIAS NAVEGÁVEIS E PORTOS | * | 31 236 | 874 | * | * |
I 8.07 | * | OUTROS TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES | * | * | * | ||
r 8.08 | * | TURISMO | * | 39 522 | 150 | * | * |
t 8.09 | * | COMERCIO | * | 15 918 | 000 | * | * |
r 8.10 | * | OUTROS SERVIÇOS ECONÓMICOS | * | 860 | 000 | * | 880 834 115 * |
* | * | * | * | ||||
i 9 | * | OUTRAS FUNÇÕES: | * | * | * | ||
* | * | * | * | ||||
» 9.01 | * | OPERAÇÕES DA DIVIDA PUBLICA | * | * | * | ||
' 9.02 | * | DESPESAS RESULTANTES OE OESASTRES E CALAMIDADES | * | * | * | ||
► 9.03 | DIVERSAS NAO ESPECIFICADAS | * | * | * | |||
* | * | * | * | ||||
* | * | * | * | ||||
* | * | * | * | ||||
* | * | * | * | ||||
* | * | * | * | ||||
* | * | * | * | ||||
* | TOTAL | * | * | 3 424 803 040 * | |||
* | * |
'ALORES NAO CONSOLIDADOS
Página 208
150-(208)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MAPA VIII
DESPESAS GLOBAIS DOS SERVIÇOS E FUNDOS AUTÓNOMOS, ESPECIFICADAS SEGUNDO A CLASSIFICAÇÃO ECONÓMICA
(EM CONTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Página 209
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(209)
MAPA IX
ORÇAMENTO DA SEGURANÇA SOCIAL PARA 1994 Continente e Regiões Autónomas
- RECEITAS -
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Página 210
150-(210)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
CORRENTES | CAPITAL | PEP TOTAL | |||||||
253 | 077 | 176 | S95 | 429 | 672 | ||||
262 | 954 | 183 | 487 | 446 | 441 | ||||
365 | 122 | 268 | 735 | 653 | 857 | ||||
TOTAL ........... | « | 120 | «51 | 2 | 875 | 3(3 | 6 | 994 | 015 |
CASTELO BRANCO | |||||||||
16B | 068 | 117 | 276 | 285 | 344 | ||||
112 | «64 | «97 | 153 | 1 | 209 | 617 | |||
564 | 402 | 410 | 639 | 999 | 121 | ||||
470 | 591 | 328 | 375 | 798 | 966 | ||||
412 | 738 | 329 | 874 | 802 | 612 | ||||
262 | «44 | 197 | 087 | 479 | 531 | ||||
26« | 872 | 184 | 825 | 449 | 697 | ||||
293 | 27S | 204 | 845 | 497 | 920 | ||||
312 | 52« | 259 | 945 | 632 | «69 | ||||
173 | 813 | 121 | 285 | 395 | 098 | ||||
VILA VELHA DB RÓDÃO ...... | 202 | 739 | 141 | 469 | 344 | 208 | |||
4 | 002 | 010 | 2 | 7»2 | 573 | 4 | 794 | 583 | |
COIMBRA | |||||||||
300 | 507 | 209 | 691 | 510 | 198 | ||||
452 | 711 | 315 | 899 | 768 | 610 | ||||
951 | 62 2 | 665 | 570 | 1 | 619 | 392 | |||
202 | 192 | 141 | 08B | 343 | 280 | ||||
PIGUEIRA OA FOZ .......... | 5SB | 596 | 389 | 185 | 948 | 381 | |||
209 | 851 | 146 | 413 | 356 | 2S« | ||||
222 | 595 | 155 | 325 | 377 | 920 | ||||
206 | 583 | 144 | 152 | 350 | 735 | ||||
202 | 032 | 140 | 976 | 343 | ooa | ||||
MONTEMOR 0 VELHO ......... | 325 | 734 | 227 | 295 | 553 | 039 | |||
321 | 571 | 228 | 576 | 556 | 1«7 | ||||
PAMPILHOSA DA SERRA ...... | 273 | 876 | 191 | 108 | «6« | 98« | |||
PENACOVA ................. | 266 | 129 | 185 | 703 | «51 | 832 | |||
162 | 023 | 113 | 058 | 275 | 061 | ||||
J20 | 320 | 223 | 517 | 543 | 831 | ||||
263 | ««6 | 183 | 831 | 447 | 2T7 | ||||
154 | 859 | 109 | 455 | 266 | 31« | ||||
3 | «0« | 847 | 3 | 771 | «62 | » | 176 | 309 | |
ÉVORA | |||||||||
243 | 609 | 169 | 989 | 413 | 598 | ||||
248 | 907 | 173 | 686 | 422 | 593 | ||||
163 | 421 | 114 | 014 | 277 | «55 | ||||
298 | 899 | 208 | 569 | 507 | 466 | ||||
626 | 280 | «37 | 01« | 1 | 063 | 29« | |||
4«1 | «69 | 308 | 054 | 749 | 523 | ||||
202 | 320 | 141 | 177 | 3«3 | «97 | ||||
15« | 296 | 107 | 667 | 261 | 961 | ||||
247 | 2«3 | 172 | 524 | 419 | 767 | ||||
20Í | 437 | 140 | 562 | 341 | 999 | ||||
RECUENCOS DE MOHSARAl .... | 231 | 879 | 161 | 803 | 393 | 662 | |||
VENDAS NOVAS ............. | 183 | 158 | 127 | 806 | 310 | 96« | |||
na | 804 | 124 | 769 | 303 | 573 | ||||
VILA VIÇOSA .............. | 176 | 875 | 123 | 422 | 300 | 297 | |||
1 | 598 | 597 | 2 | 511 | 076 | 6 | 109 | 673 | |
PASO | |||||||||
3S0 | 360 | 244 | 479 | S94 | 839 | ||||
340 | 103 | 237 | 321 | S77 | «2« | ||||
2«« | «77 | 170 | 595 | 41S | 072 | ||||
22« | 380 | 156 | 570 | 380 | 950 | ||||
«17 | 996 | 333 | 542 | 811 | 538 | ||||
320 | 242 | 223 | 462 | 543 | 704 | ||||
312 | 869 | 218 | 318 | 531 | 287 | ||||
599 | «65 | 41B | 303 | 1 | 017 | 768 | |||
288 | 202 | 201 | 105 | 489 | 307 | ||||
340 | 616 | 237 | 619 | 57B | 295 | ||||
311 | 207 | 259 | 026 | 630 | 233 | ||||
178 | 508 | 124 | 562 | 303 | 070 | ||||
459 | 928 | 320 | 934 | 780 | 862 | ||||
426 | 491 | 297 | 603 | 724 | 094 | ||||
115 | 975 | 122 | 794 | 298 | 769 | ||||
VILA REAL DE ST» . ANTÓNIO . | 217 | 468 | 1S1 | 748 | 369 | 216 | |||
5 | 328 | 287 | 1 | 716 | 041 | 9 | 044 | 32B | |
OUARDA | |||||||||
20B | 741 | 145 | 658 | 354 | 399 | ||||
316 | 426 | 220 | 102 | 535 | 528 | ||||
CELORICO DA SEIRA ........ | 24S | 306 | 111 | 173 | 416 | 479 | |||
289 | 775 | 202 | 203 | 491 | 918 | ||||
118 | 104 | 124 | 279 | 302 | 383 | ||||
28B | 908 | 201 | 598 | 490 | 506 | ||||
630 | 866 | <«0 | 213 | 1 | 071 | 079 | |||
151 | 815 | 105 | 935 | 257 | 750 | ||||
220 | 154 | 153 | 622 | 373 | 776 | ||||
322 | 200 | 324 | B29 | 547 | 029 | ||||
437 | «74 | 305 | 266 | 742 | 740 | ||||
428 | 705 | 299 | 146 | 727 | 853 | ||||
263 | 503 | 197 | 827 | 481 | 330 | ||||
2SS | 391 | 178 | 210 | 433 | 601 | ||||
4 | 236 | 148 | 2 | 970 | 043 | 7 | 214 | 411 | |
LEIRIA | |||||||||
568 | 405 | 396 | 629 | 965 | 034 | ||||
207 | 190 | 144 | 576 | 351 | 766 | ||||
23S | 927 | 164 | 629 | 400 | 556 | ||||
200 | 719 | 140 | 060 | 340 | 779 | ||||
176 | 999 | 123 | 509 | 300 | SOB | ||||
«42 | 242 | 30B | 591 | 7S0 | S3S | ||||
136 | 228 | 96 | 454 | 234 | 682 | ||||
19« | 035 | 135 | 196 | 329 | 431 | ||||
917 | S85 | 640 | 285 | 1 | 557 | 870 | |||
348 | 537 | 241 | 206 | 591 | 743 | ||||
196 | 558 | 137 | 156 | 333 | 714 | ||||
187 | 176 | 130 | 610 | 319 | 786 | ||||
166 | 977 | 116 | 51S | 283 | 492 | ||||
265 | 366 | 185 | 170 | 450 | 536 | ||||
604 | 485 | «21 | 805 | 1 | 026 | 290 | |||
324 | 098 | 236 | 1S3 | 550 | 251 | ||||
S | 174 | 527 | 1 | 410 | 746 | B | 1S3 | 271 | |
LISBOA | |||||||||
356 | 052 | 248 | 450 | 604 | 502 | ||||
1 | 06« | 70B | 735 | 968 | 1 | 790 | 616 | ||
ARRUDA DOS V1KS0S ........ | 166 | 122 | 115 | 918 | 282 | 040 | |||
256 | 037 | 178 | 661 | 434 | 698 | ||||
227 | 627 | 156 | 817 | 186 | 464 | ||||
B90 | 566 | 621 | 430 | 1 | 511 | 996 | |||
« | «77 | 001 | 3 | 12« | 032 | 7 | 601 | 012 | |
1 | 778 | 755 | 1 | 241 | 20] | 3 | 019 | 958 | |
258 | 910 | 1B0 | 707 | 439 | 677 | ||||
420 | 615 | 293 | 502 | 714 | 117 |
CONSENTES | CAPITAL | P*EP TOTAL | |||||||
OEIRAS ................... | 897 | 949 | 626 | 582 | 1 | 524 | 531 | ||
1 | 541 | 298 | 1 | 075 | 506 | 2 | 616 | 804 | |
SOBRAL 08 KONTB AGRAÇO . . . | 148 | 575 | 103 | 674 | 252 | 249 | |||
603 | 419 | 421 | 061 | 1 | 024 | 480 | |||
697 | 109 | 486 | 437 | 1 | 183 | 546 | |||
13 | 774 | BOI | » | 411 | »48 | 11 | 186 | 171 | |
POCTALSORR | |||||||||
ALTER OO CHAO............ | 185 | 587 | 129 | 502 | 115 | 089 | |||
176 | 301 | 123 | 022 | 299 | 323 | ||||
228 | 980 | 159 | 781 | 388 | 761 | ||||
201 | 142 | 140 | 355 | 141 | 497 | ||||
175 | 717 | 122 | 614 | 298 | 331 | ||||
192 | 400 | 134 | 256 | 326 | 654 | ||||
365 | 783 | 255 | 240 | 621 | 023 | ||||
151 | 94B | 106 | 029 | 257 | 977 | ||||
IS] | 164 | 127 | 810 | 310 | 974 | ||||
157 | 964 | 110 | 227 | 266 | 191 | ||||
162 | 594 | 137 | 412 | 310 | 006 | ||||
284 | 016 | 198 | 185 | 482 | 201 | ||||
PONTE DB SOR ............. | J35 | 611 | 214 | 187 | 569 | 798 | |||
386 | 068 | 269 | 395 | 655 | 463 | ||||
180 | 960 | 126 | 273 | 307 | 213 | ||||
3 | 388 | 23S | 2 | 164 | 288 | 5 | 153 | 523 | |
PORTO | |||||||||
620 | 827 | 433 | 209 | 1 | 054 | 016 | |||
313 | 307 | 218 | 623 | S31 | 930 | ||||
506 | 100 | 3S3 | 153 | 85» | 253 | ||||
946 | 620 | 660 | 545 | 1 | 607 | 165 | |||
«19 | 245 | 292 | 547 | 71J | 7»í | ||||
614 | 735 | «28 | 958 | 1 | 041 | 693 | |||
529 | 072 | 369 | 181 | 898 | 255 | ||||
900 | 762 | 628 | 545 | 1 | 529 | 306 | |||
396 | 804 | 276 | 881 | 671 | 691 | ||||
628 | 842 | 438 | 802 | 1 | 067 | 644 | |||
PENAfIEL ................. | 610 | 215 | 425 | 801 | 1 | 036 | 018 | ||
1 | 922 | 131 | 1 | 341 | 253 | 3 | 26] | JSO | |
PÓVOA OE VARE in .......... | 440 | 003 | 307 | 031 | 747 | 034 | |||
799 | 660 | 557 | 997 | I | 357 | 657 | |||
50« | 815 | 352 | 256 | 857 | 011 | ||||
566 | 935 | 195 | 60« | 962 | 539 | ||||
1 | 514 | 830 | 1 | 057 | 037 | 2 | 571 | 867 | |
12 | 234 | 908 | S | 337 | «33 | 20 | 77J | 341 | |
SANTARÉM | |||||||||
563 | 383 | 393 | 125 | 956 | 508 | ||||
267 | 121 | 186 | 399 | 453 | 526 | ||||
264 | 219 | 184 | 370 | 448 | 58» | ||||
136 | 355 | 95 | 148 | 231 | 503 | ||||
254 | 796 | 177 | 794 | 432 | 590 | ||||
252 | 671 | 176 | «51 | 429 | 322 | ||||
316 | 396 | 220 | 779 | 517 | 175 | ||||
142 | 481 | 99 | 422 | 241 | 903 | ||||
«29 | 043 | 299 | 383 | 728 | 426 | ||||
159 | 601 | 111 | 369 | 270 | 970 | ||||
215 | 047 | 150 | 059 | 165 | 106 | ||||
13B | 811 | 96 | 862 | 235 | 673 | ||||
KAÇAO .................... | 299 | 211 | 208 | 78B | 507 | 999 | |||
289 | 097 | 201 | 729 | 490 | 826 | ||||
237 | 618 | 165 | 808 | 403 | «26 | ||||
612 | 169 | 427 | 168 | 1 | 039 | 337 | |||
SARDOAL .................. | 164 | 389 | 114 | 710 | 279 | 099 | |||
476 | 85 7 | 312 | 741 | 809 | 60« | ||||
416 | 534 | 290 | 654 | 707 | 188 | ||||
VILA NOVA OA BARQUINHA . . . | 145 | 847 | 102 | 771 | 247 | 618 | |||
513 | 154 | 35B | 075 | 871 | 229 | ||||
6 | 395 | 006 | 4 | ]»2 | 411 | 10 | »87 | 611 | |
SETÚBAL | |||||||||
409 | 704 | 285 | 889 | 695 | 593 | ||||
182 | 334 | 127 | 231 | 309 | 565 | ||||
999 | 284 | 697 | 294 | 1 | 696 | 578 | |||
611 | 166 | 426 | 468 | 1 | 037 | 634 | |||
322 | 9B8 | 225 | 378 | 546 | 366 | ||||
466 | 443 | 325 | 481 | 791 | 92« | ||||
408 | 532 | 285 | 070 | 693 | 602 | ||||
490 | 988 | 342 | 608 | 833 | 596 | ||||
523 | 125 | 165 | 17 3 | 888 | 498 | ||||
699 | 286 | 487 | 956 | 1 | 187 | 242 | |||
263 | SOO | 163 | 868 | «47 | 368 | ||||
728 | 107 | 508 | 068 | 1 | 236 | 115 | |||
203 | 873 | 142 | 261 | 346 | 134 | ||||
( | 109 | 330 | 4 | 402 | 745 | 10 | 713 | 213 | |
VIANA OO CASTMXO | |||||||||
47e | 619 | 133 | 917 | 812 | S96 | ||||
285 | 508 | 199 | 225 | 484 | 133 | ||||
281 | 033 | 196 | 103 | 477 | 116 | ||||
350 | 9B3 | 244 | 913 | 595 | 896 | ||||
264 | 347 | 184 | 459 | 448 | 806 | ||||
283 | 353 | 197 | 721 | 481 | 014 | ||||
533 | 706 | 372 | 417 | 906 | 121 | ||||
275 | 485 | 193 | 233 | 467 | 716 | ||||
710 | 521 | 495 | 797 | 1 | 206 | 118 | |||
VILA NOVA DE CSRVKTRA____ | 293 | 773 | 204 | 993 | 49B | 765 | |||
3 | 7S7 | 32B | 2 | 631 | 833 | 6 | 37» | 163 | |
VILA «SM. | |||||||||
320 | 513 | 223 | 644 | 544 | 267 | ||||
253 | 523 | 176 | 906 | 410 | 429 | ||||
577 | 532 | 402 | 997 | 980 | 529 | ||||
137 | «52 | 95 | 911 | 233 | 365 | ||||
233 | 348 | 162 | S29 | 396 | 177 | ||||
432 | 963 | 302 | US | 735 | 081 | ||||
198 261 | B41 216 | 138 182 | 750 274 | 337 443 | 591 490 | ||||
235 | 842 | 164 | 569 | 400 | 411 | ||||
300 | OS9 | 119 | 599 | 339 | 658 | ||||
ST». MARTA DE PENAGUIÃO .. | 180 | 804 | 126 | 16] | 306 | 967 | |||
415 | 614 | 290 | 013 | 705 | 627 | ||||
356 | 720 | 248 | 916 | 605 | 636 | ||||
S13 | 571 | 358 | 366 | B71 | 937 | ||||
4 | 11S | OS* | 1 | OlS | 107 | 7 | 331 | 1«S | |
VISEU | |||||||||
205 | 049 | 14] | 081 | 348 | 130 | ||||
CASTRO D-AIRE........... | 184 190 343 | 666 341 411 | 126 272 239 | 858 lai 64S | 313 662 583 | 524 129 018 1 |
Página 211
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(211)
comuams | CAPITAL | PBP TOTAL | |||||
154 | 550 | 247 | 40] | 601 | 9S3 | ||
295 | 344 | 206 | 089 | 501 | 43) | ||
243 | 915 | 170 | 202 | 414 | 111 | ||
221 | 59B | 158 | 817 | 186 | 415 | ||
239 | 824 | 167 | ]47 | 407 | 171 | ||
2IS | 630 | ISO | 465 | 366 | 095 | ||
221 | 013 | 1S« | 223 | 375 | 23S | ||
161 | 804 | 128 | 257 | 312 | 061 | ||
265 | B81 | 199 | «85 | «85 | 366 | ||
209 | 521 | 146 | 202 | 3SS | 72) | ||
SAO JOAO OA PESOUZIRA---- | 239 | 4S0 | 167 | 086 | 406 | S36 | |
335 | 949 | 234 | «23 | 570 | 371 | ||
240 | 585 | 167 | 878 | 408 | 463 | ||
228 | «80 | 159 | «31 | 387 | 911 | ||
223 | 308 | 155 | 832 | )79 | 130 | ||
199 | 419 | 139 | 15« | 338 | S73 | ||
496 | 31« | 3«6 | 33« | 842 | 638 | ||
174 | 901 | 122 | 0«« | 296 | 945 | ||
746 | 942 | 521 | 210 | 1 | 268 | 153 | |
239 | 195 | 159 | 9)1 | 389 | 126 | ||
6 715 | 118 | 4 683 | 757 | 11 | «00 | 675 | |
ftCOUS | |||||||
AHCRA DO HZROISKO ........ | 415 | 952 | 290 | 2«9 | 706 | 201 | |
153 | 612 | 107 | 190 | 260 | 802 | ||
SANTA CAOZ DA CRACIOSA . . . | 126 | 404 | 88 | 20] | 21« | 607 | |
157 | 334 | 109 | 787 | 267 | 121 | ||
VILA PRAIA DA VITORIA ____ | 280 | 713 | 195 | 880 | «76 | 593 | |
76 | 238 | 53 | 199 | 129 | 437 | ||
251 | 491 | 17S | «89 | «26 | 980 | ||
148 | 439 | 103 | 579 | 353 | 018 |
copjudrbs | capital | rap totu. | |||||||
169 | 754 | 118 | 4S3 | 388 | 307 | ||||
157 | 552 | 109 | 938 | 361 | 490 | ||||
SANTA CRDE DAS PLORgS ____ | 117 | 431 | 81 | 935 | 199 | 356 | |||
129 | 076 | 90 | 069 | 319 | 1«5 | ||||
199 | 861 | 139 | 462 | 339 | 333 | ||||
2«5 | 731 | 171 | 469 | 411 | 200 | ||||
636 | 165 | 443 | 911 | 1 | 080 | 076 | |||
182 | 7)1 | 121 | 509 | 310 | 340 | ||||
349 | 078 | 343 | 584 | 593 | 662 | ||||
181 | 719 | 126 | 802 | 308 | 521 | ||||
185 | 024 | 139 | 108 | 314 | 132 | ||||
4 | 144 | 395 | 2 | 905 | (14 | 7 | 010 | 111 | |
kadbira | |||||||||
360 | 18 S | 181 | S56 | 441 | 741 | ||||
294 | 4)2 | 205 | 452 | 499 | 884 | ||||
766 | 589 | 534 | 920 | 1 | 301 | 509 | |||
245 | 351 | m | 205 | 416 | SS6 | ||||
145 | 299 | 101 | 389 | 346 | 688 | ||||
151 | 736 | 105 | SB0 | 251 | 616 | ||||
128 | 548 | 89 | 700 | 218 | 348 | ||||
1S7 | 316 | 130 | 101 | 318 | 023 | ||||
368 | 552 | 187 | 394 | 45S | 946 | ||||
324 | 188 | 1S6 | 437 | 380 | 625 | ||||
169 | 080 | 117 | 982 | 287 | 063 | ||||
2 | 841 | 276 | 1 | 982 | 622 | 4 | 823 | 898 | |
total oeral | 11« | 501 | 600 | 79 | 898 | 400 | 194 | «00 | 000 |
107 | 496 | 039 | 78 | 00» | 962 | 182 | 505 | 991 |
Página 212
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Página 213
PIDDAC 1994
MAPA XI
QUADROS SÍNTESE
Página 214
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Página 215
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(215)
PIDDAC TOTAL
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.0») O.E. R.G.+C.EXT. O.C/C. REC CEE | 689 276 416 393 394 279 345 530 000 47 864 279 | 832 121 818 478 658 766 400 596 259 78 062 507 | 648 141 353 351 842 609 301 332 586 50 510 023 | 537 837 604 261 140 911 232 726 068 28 414 843 | 854 787 843 388166 017 358115167 30 050 850 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP ."50 O.E. R.G.*C.EXT. D.C/C. REC.CEE | 508 811 606 327 447 279 282 500 000 44 947 279 | 584 396 836 402 431 763 333 679 756 68 752 007 | 444175127 286 515 540 244 543 017 41 972 523 | 309 431 646 193119 917 170 146 574 22 973 343 | 398 983 043 249 551 084 230 579 234 18 971 850 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP «50 O.E. R.G.*CEXT. O.C/C. REC CEE | 180 464 810 65 947 000 63 030 000 2 917 000 | 247 724 982 76 227 003 66 916 503 9 310 500 | 203 966 226 65 327 069 56 789 569 8 537 500 | 228 405 958 68 020 994 62 579 494 5 441 500 | 455 804 800 138 614 933 127 535 933 11 079 000 |
R.G.+CEXT. - Receitas Gerais e Crédito Externo . D.C/C REC. CEE - Despesa com compensação em receita comunitária.
PIDDAC POR MINISTÉRIOS
PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS
_______________(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP."50 O.E. | 15 001 887 10 875 000 | 15 995 238 11 782 908 | 9 917 876 6 271 813 | 8 054 624 4 817 811 | 23 045 834 19 950 781 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP «50 O.E. | 15 001 887 10 875 000 | 15 995 238 11 782 908 | 9 917 876 6 271 813 | 8 054 624 4817 811 | 23 045 834 19 950 781 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.°50 O.E. |
Página 216
150-(216)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.e50 O.E. | 1 526 330 1 509 810 | 1 799 220 1 782 100 | 1 378 750 1 361 050 | 1 463 400 1 445 400 | 4 461 360 4 337 000 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.*50 O.E. | 1 526 330 1 509 810 | 1 799 220 1 782 100 | 1 378 750 1 361 050 | 1 463 400 1 445 400 | 4 461 360 4 337 000 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP."50 O.E. |
MINISTÉRIO DAS FINANÇAS
^__(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 326 675 300 000 | 278 275 278 275 | 144 500 144 500 | ||
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.»50 O.E. | 326 675 300 000 | 278 275 278 275 | 144 500 144 500 | ||
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.°50 O.E. |
MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 6 000 000 6 000 000 | 5 463 480 5 463 480 | 3 310 634 3 310 634 | 333 888 333 888 | |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP."50 O.E. | 6 000 000 6 000 000 | 5 463 480 5 463 480 | 3 310 634 3 310 634 | 333 888 333 888 | |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.°S0O.E. |
Página 217
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(217)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.°SO O.E. | 14 922 855 8 300 000 | 15110 322 9 049 922 | 16 688 158 9 311 402 | 13 577 100 7 611 165 | 14 906 241 8 370 189 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.°S0 O.E. | 14 922 855 8 300 000 | 15110 322 9 049 922 | 16688 158 9 311 402 | 13577 100 7 611 165 | 14 906 241 8 370 189 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.°60 O.E. |
MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP."50 O.E. | 1 608 500 1 608 500 | 1 600 000 1 600 000 | 1 600 000 1 600 000 | 1 600 000 1 600 000 | 1 494 000 1 494 000 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 1 608 500 1 608 500 | 1 600 000 1 600 000 | 1 600 000 1 600 000 | 1 600 000 1 600 000 | 1 494 000 1 494 000 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP'50 O.E. |
MINISTÉRIO DO PLANEAMENTO E DA ADMINISTRAÇÃO DO TERRITÓRIO
_ (VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP'SO O.E. | 36 760 003 25 097 270 | 40 721 777 21 730 927 | 38 296 513 16 572 133 | 36 535 950 12 057 1 50 | 56 986 610 18 125 690 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAPEOU O.E. | 15 715 003 13 505 270 | 25 241 777 18 030 927 | 19 105 513 11 928 133 | 13 845 950 6 575 150 | 19 901 610 9132 690 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.°50 O.E. | 21 045 000 11 592 000 | 15 480 000 3 700 000 | 19191 000 4 644 000 | 22 690 000 5 482 000 | 37 085 000 8 993 000 |
Página 218
150-(218)
II SÉRIE-A - NÚMERO 11
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.-SO O.E. | 105 732 070 35 927 000 | 134 896 184 43 010 708 | 127 732 909 38 018 019 | 129 718 974 38 299 558 | 357 742 258 104 578 471 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 32 297 482 11 983 000 | 54 943 037 19141 705 | 46 741 310 15 397 450 | 42 760 643 14 212 564 | 81 096 458 25 435 538 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.»50 O.E. | 73 434 588 23 944 000 | 79 953 147 23 869 003 | 80 991 599 22 620 569 | 86 958 331 24 086 994 | 276 645 800 79 142 933 |
MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA E ENERGIA
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.oSOO.E. | 71 070 725 24 099 725 | 131 002 825 39170 575 | 87 124 799 28 900 799 | 95 525 000 26 039 000 | 121 980 000 35196 750 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 5 984 725 4 664 725 | 6 584 825 4 233 575 | 8 092 799 3 795 299 | 1 863 000 888 000 | 2 480 000 1 988 750 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.°50O.E. | 65 086 000 19 435 000 | 124 418 000 34 937 000 | 79 032 000 25105 500 | 93 662 000 25 151 000 | 119 500 000 33 208 000 |
MINISTÉRIO DO EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 27 081 000 4 500 000 | 20 032 479 5 638 479 | 12142 290 3 277 290 | 6 355 200 1 925 200 | 2 818 200 916 200 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.'SO O.E. | 27 081 000 4 500 000 | 20 032 479 5 638 479 | 12142 290 3 277 290 | 6 355 200 1 925 200 | 2 818 200 916 200 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.°50 O.E. |
Página 219
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(219)
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
__(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.C50 O.E. | 51 605 586 50 869 000 | 77 985 020 62 586 858 | 45 671 795 37 283 447 | 19 039 918 14 696 066 | 20 047 873 14 647 769 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.'SOO.E. | 61 585 586 50 849 000 | 77 985 020 62 586 858 | 45 671 795 37 283 447 | 19 039 918 14 696 066 | 20 047 873 14 647 769 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.°50 O.E. | 20 000 20 000 |
MINISTÉRIO DA SAÚDE
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 42 068 945 40 272 265 | 59 029 590 57 290 077 | 30 854 308 30 047 045 | 15 339 327 15 095 577 | |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP. "50 O.E. | 42 068 945 40 272 265 | 59 029 590 57 290 077 | 30 854 308 30 047 045 | 15 339 327 15 095 577 | |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP ."50 O.E. |
MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES
______(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA | PLURIANUAL | |||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.°SO O.E. | 218 572 592 136 450 000 | 251 761 491 168127 691 | 213 868 711 136 285 256 | 165 429 696 109117 446 | 199 738 027 143 333 527 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 218 572 592 136 450 000 | 251 761 491 168 127 691 | 213 868 711 136 285 256 | 165 429 696 109 117 446 | 199 738 027 143 333 527 |
PIODAC APOIOS | TOTAL CAP.°50 O.E. |
Página 220
150-(220)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTÉRIO DO COMÉRCIO E TURISMO
_ (VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 27 472 760 5 300 000 | 11 302 750 6 287 548 | 7 342 000 4 693 000 | 6 644 000 3 995 000 | 10 316 000 5 013 000 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 21 799 760 2 277 000 | 5 626 750 3 260 548 | 1 711 000 1 711 000 | 1 464 000 1 464 000 | |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP."50 O.E. | 5 673 000 3 023 000 | 5 676 000 3 027 000 | 5 631 000 2 982 000 | 5180 000 2 531 000 | 10 316 000 5 013 000 |
MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.°S0O.E. | 32 820 225 28 060 709 | 40 845 332 32 065 218 | 33 417 483 25 261 221 | 22 961 900 17 994 650 | 39 261 440 30 212 640 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP."50 O.E. | 30 686 225 25 926 709 | 35 837 332 27 057 218 | 29163 483 21 007 221 | 18 022 900 13 055 650 | 28 929 440 19 880 640 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.°50 O.E. | 2134 000 2134 000 | 5 008 000 5 008 000 | 4 254 000 4 254 000 | 4 939 000 4 939 000 | 10 332 000 10 332 000 |
MINISTÉRIO DO MAR
____________________(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.^O O.E. | 26 706 263 14 225 000 | 24 297 835 12 794 000 | 18 650 627 9 505 000 | 15 258 627 6113 000 | 1 990 000 1 990 000 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.»50 O.E. | 13 634 041 8 426 000 | 7108 000 7108 000 | 3 784 000 3 784 000 | 282 000 282 000 | 64 000 64 000 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.oso o.e. | 13 072 222 5 799 000 | 17 189 835 5 686 000 | 14 866 627 5 721 000 | 14 976 627 5 831 000 | 1 926 000 1 926 000 |
Página 221
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(221)
PIDDAC POR SECTORES
CULTURA
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.»50O.E. | 15 342 137 12 521 750 | 13 571 058 10 772 028 | 9 229 693 6127 755 | 7 350 228 4 470 790 | 23 045 834 19 950 781 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.«50 O.E. | 15 342 137 12 521 750 | 13 571 058 10 772 028 | 9 229 693 6127 755 | 7 350 228 4 470 790 | 23 045 834 19 950 781 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.'SO O.E. |
EDUCAÇÃO
________ (VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.»50 O.E. | 58 677 175 48 322 619 | 71 433 406 57 820 244 | 45 796 395 37 408 047 | 19136 018 14 792 166 | 18 936 073 13 535 969 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 58 657 175 48 302 619 | 71 433 406 57 820 244 | 45 796 395 37 408 047 | 19136 018 14 792 166 | 18 936 073 13 535 969 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.oSO O.E. | 20 000 20 000 |
EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL
_ (VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP."50 O.E. | 17 897 000 1 818 500 | 13 174 000 1 212 548 | 7 212 000 670 000 | 4165 000 615 000 | 2 972 000 1 220 000 |
PIOOAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 17 897 000 1 818 500 | 13 174 000 1 212 548 | 7 212 000 670 000 | 4165 000 615 000 | 2 972 000 1 220 000 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.'SO O.E. |
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150-(222)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
SAÚDE
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
11994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.'SO O.E. | 41 522 945 39 726 265 | 55 959 874 54 220 361 | 30 886 308 30 079 045 | 15 421 327 15 177 577 | 82 000 82 000 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.0» O.E. | 41 522 945 39 726 265 | 55 959 874 54 220 361 | 30 886 308 30 079 045 | 15 421 327 15 177 577 | 82 000 82 000 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP."» O.E. |
SEGURANÇA SOCIAL
_ (VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.°50O.E. | 4 462 611 2 857 581 | 3 566 609 3 566 609 | 1 840 740 1 840 740 | 1 063 800 1 063 800 | 433 000 433 000 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.-SOO.E. | 4 462 611 2 857 581 | 3 566 609 3 566 609 | 1 840 740 1 840 740 | 1 063 800 1 063 800 | 433 000 433 000 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.«50 O.E. |
HABITAÇÃO E URBANISMO
__(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.°50O.E. | 27 085 034 19 377 926 | 32 955 821 22 625 732 | 31 401 541 20 554 529 | 25 908 148 18 196 898 | 36 880 035 30 280 035 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.050 O.E. | 27 085 034 19 377 926 | 32 955 821 22 625 732 | 31 401 541 20 554 529 | 25 908 148 18 196 698 | 36 880 035 30 280 035 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.°50O.E. |
Página 223
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(223)
DEFESA E PROTECÇÃO DO AMBIENTE
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 14 939 545 12 278 545 | 23 778 983 18 071 733 | 22 686 288 16 418 288 | 19 674 000 14 706 750 | 35 783 000 26 734 200 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 12 805 545 10 144 545 | 18 770 983 13 063 733 | 18 432 288 12 164 288 | 14 735 000 9 767 750 | 25 451 000 16 402 200 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.°50 O.E. | 2 134 000 2134 000 | 5 008 000 5 008 000 | 4 254 000 4 254 000 | 4 939 000 4 939 000 | 10 332 000 10 332 000 |
JUSTIÇA
________________________.^_(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.°50O.E. | 13 088 500 6 870 500 | 13 399 572 7 734 672 | 14 857 608 7 899 852 | 11 836 346 6 323 915 | 11 953 932 5 767 880 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP "50 O.E. | 13 088 500 6 870 500 | 13 399 572 7 734 672 | 14 857 608 7 899 852 | 11 836 346 6 323 915 | 11 953 932 5 767 880 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.°50 O.E. |
DESPORTO E OCUPAÇÃO DOS TEMPOS LIVRES
__(VALORES EM CONTOS!
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP."50 O.E. | 7107 400 5 765 400 | 13 095 324 11 310 324 | 2 872 848 2 872 848 | 1 030 300 1 030 300 | 1 095 000 1 095 000 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 7107 400 5 765 400 | 13 095 324 11 310 324 | 2 872 848 2 872 848 | 1 030 300 1 030 300 | 1 095 000 1 095 000 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP."50 O.E. |
Página 224
150-(224)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
AGRICULTURA, SILVICULTURA E PECUÁRIA
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.*50 O.E. | 119 146 893 49 541 823 | 144 777 858 53152 382 | 131 982 909 42 668 019 | 129 668 974 38 709 558 | 356 002 258 103 518 471 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.°S0 O.E. | 44152 305 24 037 823 | 64 824 711 29 283 379 | 50 991 310 20 047 450 | 42 710 643 14 622 564 | 79 356 458 24 375 538 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.°50 O.E. | 74 994 588 25 504 000 | 79 953 147 23 869 003 | 80 991 599 22 620 569 | 86 958 331 24 086 994 | 276 645 800 79 142 933 |
PESCAS
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 14 687 222 7 414 000 | 19185 835 7 682 000 | 15 473 627 6 328 000 | 14 208 627 5 063 000 | 990 000 990 000 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.°S0O.E. | 2 315 000 2 315 000 | 2 796 000 2 796 000 | 1 507 000 1 507 000 | 232 000 232 000 | 64 000 64 000 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.*50 O.E. | 12 372 222 5 099 000 | 16 389 835 4 886 000 | 13 966 627 4 821 000 | 13 976 627 4 831 000 | 926 000 926 000 |
INDÚSTRIA
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.°50O.E. | 72 412 450 26 063 950 | 122 214 100 30 381 850 | 78 512 910 20 288 910 | 92 696 000 23 210 000 | 115 711 000 28*27 750 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 3 722 450 3 024 950 | 5 000 100 2 648 850 | 6 604 910 2 307 410 | 1 342 000 367 000 | 655 000 163 750 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.°50O.E. | 68 690 000 23 039 000 | 117 214 000 27 733 000 | 71 908 000 17 981 500 | 91 354 000 22 843 000 | 115 056 000 28 764 000 |
Página 225
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(225)
ENERGIA
(VALORES EM CONTOS)
• | PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | |||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | AMOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 2 430 000 2 430 000 | 7 609 000 7 609 000 | 7 482 000 7 482 000 | 2 648 000 2 648 000 | 4 444 000 4 444 000 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 332 000 332 000 | 405 000 405 000 | 358 000 358 000 | 340 000 340 000 | |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.'SOO.E. | 2 098 000 2 098 000 | 7 204 000 7 204 000 | 7124 000 7124 000 | 2 308 000 2 308 000 | 4 444 000 4 444 000 |
COMÉRCIO E TURISMO
__(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 27 889 760 5 641 500 | 11 932 150 6 135 100 | 7 538 000 4 674 500 | 6 824 000 4 040 000 | 10 316 000 5 013 000 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 21 816 760 2 218 500 | 6 256 150 3108 100 | 1 907 000 1 692 500 | 1 644 000 1 509 000 | |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.°50 O.E. | 6 073 000 3 423 000 | 5 676 000 3 027 000 | 5 631 000 2 982 000 | 5 180 000 2 531 000 | 10 316 000 5 013 000 |
TRANSPORTES, COMUNICAÇÕES E METEOROLOGIA
___(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 199 982 418 118 762 155 | 225 480 129 149 103 554 | 186 002 893 117 378 188 | 136 963 648 88 362 648 | 161 256 420 111 451 920 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.*50 O.E. | 199 272 418 118 052 155 | 224 680 129 148 303 554 | 185102 893 116 478 188 | 135 963 648 87 362 648 | 160 256 420 110 451 920 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.°50O.E. | 710 000 710 000 | 800 000 800 000 | 900 000 900 000 | 1 000 000 1 000 000 | 1 000 000 1 000 000 |
Página 226
150-(226)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
ABASTECIMENTO E DEFESA DO CONSUMIDOR
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 170 000 170 000 | 235 000 235 000 | 270 000 270 000 | 305 000 305 000 | 660 000 660 000 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.»50O.E. | 170 000 170 000 | 235 000 235 000 | 270 000 270 000 | 305 000 305 000 | 660 000 660 000 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.«50 O.E. |
INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP."50 O.E. | 20 176 928 10 482 150 | 23 023 750 11 118 500 | 22 590 990 7 846 365 3 399 990 3 202 365 | 25108 900 7 821 025 | 39 288 440 11 196 440 2 203 440 2 203 440 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.»» O.E. | 6 803 928 6 562 150 | 7 543 750 7 418 500 | 2 418 900 2 339 025 | ||
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP.°50 O.E. | 13 373 000 3 920 000 | 15 480 000 3 700 000 | 19191 000 4 644 000 | 22 690 000 5 482 000 | 37 085 000 8 993 000 |
INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TÉCNICA
'__(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 5 695 948 4 078 695 | 8 899 025 6 729 305 | 7 837 979 5 701 899 | 7109 450 5 068 150 | 12 738 170 9 701 890 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.»50 O.E. | 5 695 948 4 078 695 | 8 899 025 6 729 305 | 7 837 979 5 701 899 | 7109 450 5 068 150 | 12 738 170 9 701 890 |
PIDDAC APOIOS | TOTAL CAP."50O.E. |
Página 227
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(227)
MODERNIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.*SO O.E. | 18 874 950 11 583 420 | 19 852 034 11 199 534 | 16 478 550 8 145 550 | 13 52$ 950 6 342 446 13 525 950 6 342 446 | 16 651 109 7 614 109 16 651 109 7 614 109 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 18 874 950 11 583 420 | 19 852 034 11 199 534 | 16 478 550 8145 550 | ||
PIOOAC APOIOS | TOTAL CAP'S) O.E. |
SEGURANÇA E ORDEM PÚBLICA
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA PLURIANUAL | ||||||
1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL | TOTAL CAP.°50 O.E. | 7 687 600 7 687 500 | 7 978 290 7 978 290 | 7188 074 7188 074 | 3193 888 3193 888 | 5 549 572 5 549 572 |
PIDDAC TRADICIONAL | TOTAL CAP.»S0 O.E. | 7 687 500 7 687 500 | 7 978 290 7 978 290 | 7188 074 7188 074 | 3193 888 3193 888 | 5 549 572 5 549 572 |
PIOOAC APOIOS | TOTAL CAP.*50 O.E. |
Página 228
150-(228)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
INDICE
PIDDAC TRADICIONAL E APOIOS
MINISTÉRIOS SECTORES | PCM | MDN | MF | MAI | MJ | MNE | MPAT | MA | MIE | MESS | ME | MS | MOPTC | MCT | MARN | MM |
PIDDAC TRADICIONAL CULTURA | 233 | 249 | 255 | 285 | 379 | |||||||||||
EDUCAÇÀO | 249 | 321 | 333 | 363 | 379 | 407 | ||||||||||
EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL | 305 | 311 | 323 | 358 | 391 | 407 | ||||||||||
SAÚOG | 250 | 363 | 380 | |||||||||||||
SEGURANÇA SOCIAL | 323 | |||||||||||||||
HABTTAÇAO E URBANISMO | 285 | 380 | 395 | |||||||||||||
DEFESA E PROTECÇÃO OO AMBIENTE | 250 | 376 | 381 | 395 | ||||||||||||
JUSTIÇA | 26S | |||||||||||||||
DESPORTO E OCUPAÇÃO DOS TEMPOS UVRES | 242 | 291 | 325 | 3S8 | 381 | 407 | ||||||||||
AGRICULTURA. SILVICULTURA E PECUÁRIA | 294 | 305 | 401 | |||||||||||||
PESCAS | 408 | |||||||||||||||
INDÚSTRIA | 311 | |||||||||||||||
ENERGIA | 250 | 313 | ||||||||||||||
COMÉRCIO E TURISMO | 242 | 381 | 391 | |||||||||||||
TRANSPORTES. COMUNICAÇÕES E METEOROLOGIA | 250 | 259 | 381 | 401 | 409 | |||||||||||
ABASTECIMENTO E DEFESA DO CONSUMIDOR | 402 | |||||||||||||||
INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO | 243 | 251 | 295 | 306 | 314 | 388 | 402 | 410 | ||||||||
INFORMAÇÃO CIENTIFICA E TÉCNICA | 243 | 252 | 298 | 307 | 316 | 326 | 376 | 386 | 392 | 403 | ||||||
MODERNIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA | 244 | 252 | 255 | 275 | 281 | 300 | 307 | 317 | 326 | 359 | 376 | 386 | 392 | 403 | 412 | |
SEGURANÇA E ORDEM PÚBLICA | 259 | 302 | 387 | |||||||||||||
PIDDAC APOIOS | 415 | 417 | 420 | 422 | 423 | 424 | 429 |
Página 229
PIDDAC 1994
MAPA XI
PIDDAC TRADICIONAL
Página 230
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Página 231
PIDDAC 1994
PRESIDÊNCIA DO CONSELHO
DE
MINISTROS
Página 232
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Página 233
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(233)
PRESIDENCIA DO CONSELHO DE MINISTROS
(VALORES EU COUTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Página 234
150-(234)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
PUESIOEICIA 00 CONSELHO DE MINISTROS
(VAURES EN COITOS)
PROSR/VKCAO OA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIOOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
D ES I 6 N A C A 0 | ATE 31/12/92 | 1993 a. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
JTOtWHXW) DAUTERATOR* cr. Toio st >«. Wdftjc« | TOTAL CAP.50 r/45. | 484 1S9 484 159 | 179 817 179 817 | 200 OOO 200 000 | 255 000 255 000 | 300 000 300 000 | 375 000 375 000 | 1 517 933 I 517 933 | 3 311 909 3 311 909 |
PROJ:APOIO A EDICAO DE RECONHECIDA QUALIOADE LITERÁRIA 1988-19% VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 403 469 403 469 | 50 000 50 000 | 60 000 60 000 | 70 000 70 000 | 80 000 80 000 | 90 000 90 000 | 250 000 250 000 | 1 003 469 1 003 469 |
PR0J:AP0I0 ESTU» CLASSIFICAÇÃO E PREPARAÇÃO DE ELEMENTOS PARA PUBLIC.CLÁSSICAS E CCNTWOiAJÇÀS 1988-1998 VRE6I | TOTAL CAP.50 O.E. | 80 690 80 690 | 35 000 35 000 | 35 000 35 000 | 50 000 50 OOO | 60 000 60 000 | 70 000 70 000 | 140 OOO 140 000 | 470 690 470 690 |
PRDJ:DIFUSAO DO LIVRO PORTUGUÊS NOS PALOP 1993-1998 VRE6I | TOTAL CAP.50 O.E. | 94 817 94 817 | 60 000 60 000 | 80 000 80 000 | 100 000 100 000 | 150 000 150 000 | 752 933 752 933 | 1 237 750 1 237 750 | |
PROJ:PR0H0CAO 00 LIVRO PORTUGUÊS 1994-2004 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 45 000 45 000 | 55 000 55 000 | 60 000 (0 000 | 65 000 65 000 | 375 000 375 000 | 600 000 600 000 | ||
PR06ÍCREACAO DE UHAREDE DE BIBLIOTECAS DE LEITORA POBUCA tis 7010 Sft IBL WRMt $9 | TOTAL CAP.SO Oi. | 1 749 900 1 749 900 | 446 733 446 733 | 555 000 555 000 | 561 038 561 038 | 495 224 495 224 | 478 957 478 957 | 14 370 055 14 370 0S5 | 18 656 907 16 656 907 |
PHWiBIBLIOPOLIS • APOIO AS BIBLIOTECAS PUBLICAS EH AREAS METROPOLITANAS 1988-1999 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 13» 410 139 410 | a 000 25 000 | 30 000 30 000 | 35 000 35 000 | 45 000 45 000 | 55 000 55 000 | 100 000 100 OOO | 429 410 429 410 |
PROJ:APOtO A LEITURA ATRAVÉS DE SUPORTES ESPECIAIS 1988-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 27 964 27 964 | 3 000 3 000 | 3 000 3 000 | 3 SOO 3 500 | 4 500 4 SOO | 5 000 5 000 | 18 000 18 000 | 64 964 64 964 |
PROJíPROJECTOS EH DESENVOLVIMENTO 1994-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 76 OOO 76 000 | 100 OOO 100 000 | 150 000 ISO 000 | 200 000 200 000 | 13 644 143 13 644 143 | 14 170 143 14 170 143 | ||
PROJsCAHARA HMICIPAL DE ABRANTES 1987-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 74 400 74 400 | 1« 800 16 800 | 100 100 | 99 99 | 91 399 91 399 | |||
PROihCAMARA MUNICIPAL 00 BARREIRO 1989-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 69 761 69 781 | 180 180 | 100 100 | 70 061 70 061 | ||||
PROJiCAHARA MUNICIPAL DE BEJA 1988-1995 ALENT | TOTAL CAP.SO O.E. | 97 013 97 013 | 3 700 3 700 | 199 199 | 30 30 | 100 »42 100 942 | |||
PROJ:CAHARA MUNICIPAL DE CAMPO MAIOR 1990-1995 ALEKT | TOTAL CAP.50 O.E. | 29 340 29 340 | 500 500 | 100 100 | 29 940 29 940 | ||||
PROJtCAMARA MUNICIPAL DE CASTRO VERDE 1989-1995 ALENT | TOTAL CAP.SO O.E. | 31 OSS -31 055 | 3 700 3 700 | 1 875 1 875 | 198 198 | 36 828 36 828 | |||
PROJ:CAHARA MUNICIPAL DE ESPOSENDE 1990-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 76 040 76 040 | 3 471 3 471 | 79 511 79 511 | |||||
PROJ:CAHARA MUNICIPAL DE GOUVEIA 1988-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 52 125 52 125 | 5 100 5 100 | 3 000 3 000 | 87 87 | 60 312 60 312 | |||
PROJ:CAMWA MUNICIPAL DE LEIRIA 1988-1996 CEKTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 85 940 85 940 | 5 000 5 000 | 21 390 21 390 | 21 391 21 391 | 133 721 133 721 | |||
PROJ.-CAMMA MUNICIPAL DE NUA 1987-1995 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 32 115 32 115 | 4 000 4 000 | 975 975 | 100 100 | 37 190 37 190 | |||
PROJ;CAHWA HüWCIPAL DE OLIVEIRA DE FRADES MW-MK CERTO | TOTAL CAP.SO O.E. | 33 782 33 782 | 2 000 2 000 | 1 500 1 500 | 11« 115 | 37 398 37 398 | |||
PROJiCAWA MUNICIPAL DE PEDRÓGÃO GRANDE 1987-1995 CEKTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 28 063 28 063 | 9 000 9 000 | 3 289 3 289 | 105 105 | 40 457 40 457 |
Página 235
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(235)
PRESIDENCIA 00 CONSELHO DE HIRISTROS
(VALORES EN CORTOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIOOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PROJiCAMARA MUNICIPAL DE PONTE DE UMA 1988-1995 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 48 440 48 440 | 4 500 4 SOO | 3 000 3 000 | 55 940 55 940 | ||||
PICvliCMvMWmCVN. DE SALVATERRA DE MAGOS 1988-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 14 027 14 027 | 6 000 6 000 | 20 027 20 027 | |||||
PROJiCAMARA MUNICIPAL DE SEIA 1987-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 51 000 51 000 | 2 500 2 500 | 2 000 2 000 | 384 384 | 55 884 55 884 | |||
PROJiCAMARA MUNICIPAL DE SOURE 1987-1995 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 47 249 47 249 | 5 000 S 000 | IS 000 IS 000 | 11 707 11 707 | 78 956 78 956 | |||
PRCVJiCAMARA MUNICIPAL DE VILA ROR 1987-1995 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 32 249 32 249 | 3 800 3 800 | 2 000 2 000 | 1 164 1 164 | 39 213 39 213 | |||
PROJiCAMARA MUNICIPAL DE VOA FRANCA DE XIRA 1987-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 56 252 56 252 | 6 ISO 6 ISO | 2 000 2 000 | 4 228 4 228 | 68 630 68 630 | |||
PROJiCAMARA MUNICIPAL DE ALENQUER 1968-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 23 925 23 925 | 10 000 10 000 | 17 000 17 000 | 17 000 17 000 | 17 07S 17 075 | 85 000 85 000 | ||
PROJiCAMARA MUNICIPAL DE ARGANIL 1988-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 17 610 17 610 | 10 500 10 500 | 13 000 13 000 | 13 890 13 890 | 55 000 55 000 | |||
PROJiCAMARA MUNICIPAL DE AVEIRO 1988-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 91 700 91 700 | 11 500 11 500 | 433 433 | 160 160 | 103 793 103 793 | |||
PROJiCAMARA MUNICIPAL DE BARCELOS 1988-1996 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 54 440 54 440 | 2 OOO 2 000 | 12 000 12 000 | 30 813 30 813 | 30 813 30 813 | 130 066 130 066 | ||
PROJiCAMARA MUNICIPAL DE CANTANHEDE 1889-1995 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 54 230 54 230 | 160 160 | 71 71 | 54 461 54 461 | ||||
PROJiCAMARA MUNICIPAL DE PMGUALDE 1988-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 56 277 56 277 | 8 500 8 500 | 15 000 15 000 | 13 903 13 903 | 93 680 93 680 | |||
PROJiCAMARA MUNICIPAL OE MOTTA 1988-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 79 690 79 690 | 13 400 13 400 | 17 000 17 000 | 17 210 17 210 | 127 300 127 300 | |||
PROJiCAMARA MUNICIPAL DE PORTIMÃO 1988-1995 ALGAR | TOTAL CAP.SO O.E. | 34 140 34 140 | S4 500 54 500 | 818 818 | 542 542 | 90 000 90 000 | |||
PROJiCAMARA MUNICIPAL DE SANTIAGO DD CACEM 1991-1997 ALENT | TOTAL CAP.SO O.E. | 14 140 14 140 | 6 000 B 000 | 13 900 13 900 | 13 900 13 900 | 14 060 14 060 | 64 000 64 000 | ||
PROJiCAMARA MUNICIPAL DE TOMAR 1988-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 57 140 57 140 | 18 000 18 000 | 19 OOO 19 000 | 33 160 33 160 | 127 300 127 300 | |||
PWiCAHAM MUNICIPAL OE TONDELA 19*8-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 15 140 15 140 | 5 000 5 000 | 19 860 19 860 | 40 000 40 000 | ||||
PROJiGESTAO DA CRIAÇÃO OA REDE OE BIBLIOTECAS DE LEITURA PUBLICA 1989-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 51 074 51 074 | 30 000 X 000 | 35 000 35 000 | 40 OOO 40 000 | 45 000 45 000 | 50 000 50 000 | 337 574 337 574 | 588 648 588 648 |
PROJl INFORMATIZAÇÃO DA REDE DE BIBLIOTECAS PUBLICAS 1991-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 18 089 18 089 | 78 483 78 483 | 35 000 35 000 | 40 000 40 000 | 40 OOO 40 000 | 40 000 40 OOO | 270 338 270 338 | 521 910 521 910 |
PROJiCAMARA MUNICIPAL DE ALCÁCER 00 SAL 1991-1995 ALENT | TOTAL CAP.SO O.E. | 7 000 7 OOO | 10 000 10 OOO | 5 500 5 500 | 943 943 | 23 443 23 443 |
Página 236
150-(236)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
presidencia do conselho de ministros
(VALORES EH COttTOS)
PROOttMACAO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIDDAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
0ESI6NACA0 | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PROJiCAMARA MUNICIPAL DE OEIRAS 1991-1997 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 23 OOO 23 000 | 5 000 5 OOO | 16 000 16 000 | 34 600 34 600 | 34 600 34 600 | 34 600 34 600 | 147 800 147 800 | |
PROJiCAMARA MUNICIPAL OE PAÇOS OE FERREIRA 1991-1995 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 33 000 33 000 | 37 000 37 000 | 4 500 4 500 | 1 223 1 223 | 75 723 75 723 | |||
PROJiCAMARA MUNICIPAL OE OVAR 1991-1994 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 7 000 7 000 | 6 000 6 000 | 15 500 15 500 | 28 500 28 500 | ||||
PROJiCAHWA MUNICIPAL DE VISEU 1991-1994 CEKTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 1 060 1 060 | 4 OOO 4 000 | 11 000 11 000 | 16 060 16 060 | ||||
PROJiCAMARA MUNICIPAL OE SATAO 1991-1995 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 8 000 8 000 | 4 OOO 4 000 | 9 OOO 9 000 | 9 410 9 410 | 30 410 30 410 | |||
PROJiCAMARA MUNICIPAL DE IDANHA-A-NOVA 1991-1996 CEKTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 10 000 | 10 000 10 OOO | 18 OOO 18 000 | 6 749 6 749 | 6 749 6 749 | 51 498 51 498 | ||
PROJiCAMARA MUNICIPAL DE PROENÇA-A-NOVA 1991-1996 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 12 OOO 12 000 | 11 100 11 100 | 15 OOO 15 000 | 7 000 7 000 | 6 900 6 900 | 52 000 52 000 | ||
PROJiCAMARA MUNICIPAL OE ALCOBAÇA 1992-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 5 OOO S 000 | 10 OOO 10 000 | 15 000 IS 000 | |||||
PROJiCAMARA MUNICIPAL OE CALDAS DA RAINHA 1992-1997 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 10 000 10 000 | 8 OOO 8 000 | 15 000 15 000 | 16 977 18 977 | 18 977 18 977 | 18 977 18 977 | 69 931 69 931 | |
PROJiCAMARA MUNICIPAL DE PORTALEGRE 1992-1997 ALENT | TOTAL CAP.SO O.E. | 10 000 10 000 | 8 000 8 000 | 15 000 15 OOO | 32 319 32 319 | 32 319 32 319 | 32 320 32 320 | 129 958 129 958 | |
PROJiCAMARA MUNICIPAL OE S. JOÃO DA MADEIRA 1992-1997 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 10 000 | 10 000 10 OOO | 15 OOO 15 000 | 28 000 28 000 | 28 000 28 000 | 29 ooo 29 000 | 120 000 120 000 | |
PROJiCAMARA MUNICIPAL DE VILA DO CONDE 1992-1994 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 5 000 5 OOO | 7 000 7 OOO | 18 000 18 000 | 30 000 30 000 | ||||
PROJiCAMARA MUNICIPAL DE VOA NOVA OE CERVEIRA 1994-1994 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 9 OOO 9 000 | 9 000 9 000 | ||||||
PROJiCAMARA MUNICIPAL DE ESPINHO 1991-1994 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 5 000 5 OOO | 15 500 15 SOO | 20 SOO 20 500 | |||||
PROJiCAMARA MUNICIPAL DE SANTO TIRSO 1992-1994 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 5 000 5 000 | 9 000 9 000 | 14 000 14 000 | |||||
PROJiCAMARA MUNICIPAL OA AMADORA 1992-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | S 000 5 000 | 16 000 16 000 | 21 000 21 000 | |||||
mi>fmiMMim»m oe HaWEHTOS. OASarKADOS ff» 7010 St iPPAft .NPROir 23 | TOTAL CAP.50 04. | 4 169 690 2 203 424 V | 1 688 373 590 109 | 2 882 810 1 398 500 | 3 716 360 1 404 170 | 4 629 119 1 724 431 | 4 007 171 l 321 233 | 4 097 437 1 218 063 | 25 190 9S0Í 9 VAV&\ |
PROJiPALACIO NACIONAL OA AJUDA E ZONA ENVOLVENTE 1983-1999 C0F1N LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 464 174 464 174 | 44 428 44 428 | 257 500 77 500 | 1 385 834 333 334 | 2 000 000 500 000 | 2 000 000 SOO 000 | 1 356 667 339 167 | 7 508 603 ; 2 258 6031 |
PROJiREOIPERACAO OE CENTROS HISTÓRICOS 1938-1998 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 155 685 155 685 | 28 259 28 259 | 30 000 30 000 | 20 000 20 000 | 30 000 30 000 | 30 000 30 000 | 26 058 26 056 | 320 000 320 000 |
PROJiFORTALEZA DE SAGRES 1988-19% CO? IH ALGAR | TOTAL CAP.50 O.e. | 304 389 137 229 | 125 328 30 252 | 159 785 45 500 | 22 215 | 611 717I 212 981 [ |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
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HESIDEICU DO CONSELHO OE M I » 1 S T R 0 S
(VALORES EN COITOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIODAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESI6NACA0 | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PROJiOUTROS MONUMENTOS 1990-1997 VRESI | TOTAL CAP.SO O.E. | 346 764 324 410 | 50 413 50 413 | 180 500 180 SOO | 100 OOO 100 OOO | 100 000 100 000 | 54 344 54 344 | 832 021 809 667 | |
PROJ:M0STEIR0 DOS JERONIHOS E TORRE DE 8ELEH 1990-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 159 575 159 575 | 40 129 40 129 | ISO 000 150 000 | 100 OOO 100 000 | 100 000 100 000 | 549 704 S49 704 | ||
PR0J-.M05TE1R0 DE T1BAES 1990-1999 KORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 59 985 59 695 | 4 019 4 019 | 80 000 80 000 | 70 OOO 70 000 | 70 000 70 000 | 80 000 80 000 | 130 426 130 426 | 494 430 494 140 |
PROJ:M0STEIRO DE SANTA CLARA-A-VELHA 1990-1998 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 96 943 17 850 | 27 242 3 403 | 50 000 | 75 000 75 000 | 80 000 80 000 | 100 000 100 000 | 100 810 100 810 | 529 995 377 063 |
PROJiCOKVEKTO OE CRISTO 1990-1998 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 86 323 86 323 | 5 279 5 279 | 85 000 85 000 | 50 000 50 000 | 40 000 40 000 | 40 000 40 000 | 27 648 27 648 | 334 250 334 250 |
PR0J:CADEIA DA RELACAO 00 PORTO 1990-1996 COFÍN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 372 906 126 758 | 76 334 9 037 | 182 600 52 000 | 25 400 | 657 239 187 795 | |||
PROJ:PALACIO NACIONAL DE QUELUZ 1990-1998 COFÍN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 327 937 76 120 | 176 549 22 955 | 175 585 50 000 | 224 415 50 000 | 133 334 33 334 | 133 334 33 334 | 133 334 33 334 | 1 304 488 299 077 |
PROJjPALACIO OA VILA DE SINTRA 1990-1998 COFÍN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 62 604 62 604 | 2 798 2 798 | 92 190 26 250 | 146 144 33 334 | 461 251 125 313 | 461 251 125 313 | 539 164 114 790 | 1 765 402 490 402 |
PROJ: PALACIO NACIONAL DA PENA 1990-1995 COFÍN LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 267 073 72 639 | 94 187 52 023 | 175 585 50 000 | 74 415 12 SOO | 611 260 187 162 | |||
PROJ ¡PALACIO NACIONAL DE HAFRA 1993-2003 COFÍN LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 9 880 9 880 | 263 375 75 000 | 436 625 100 000 | 700 000 175 000 | 700 000 175 000 | 1 400 000 350 000 | 3 509 680 884 880 | |
PR0J:PALACI0 DE HONSERRATE 1990-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 747 747 | 4 333 4 333 | 50 000 50 000 | 30 000 30 OOO | 34 920 34 920 | 120 000 120 000 | ||
PROJ: CASTELOS 1990-1997 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 268 479 108 015 | 53 857 13 054 | 74 000 12 500 | 60 000 60 000 | 60 000 60 000 | 78 020 78 020 | 594 356 331 569 | |
PROJ: IGREJAS 1990-1996 VRE6I | TOTAL CAP.50 O.E. | 204 045 204 045 | 42 340 42 340 | 235 000 235 000 | 150 000 150 000 | 150 000 150 000 | 761 385 781 385 | ||
PROJ:HOSTE1RO DE ALCOBAÇA 1993-1998 COFÍN LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 10 000 10 000 | 87 790 25 000 | 145 544 33 334 | 191 667 47 917 | 191 667 47 917 | 383 332 95 832 | 1 010 000 260 000 | |
PROJ.-HOSTEIRO OA BATALHA 1994-1997 COFÍN CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 109 740 31 250 | 148 594 33 334 | 133 334 33 334 | 108 332 27 082 | 500 000 125 000 | |||
PROJ:TEATR0 NACIONAL DE S. JOAO 1992-1996 COFÍN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 773 321 24 934 | 723 381 162 138 | 351 160 100 000 | 382 174 83 334 | 266 666 66 666 | 2 496 702 437 072 | ||
PROJtFUNOACAO RICARDO ESPIRITO SANTO SILVA 1992-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 124 361 28 241 | 148 167 33 919 | 50 000 | 322 528 62 160 | ||||
PROJ: INVENTARIO DO PATRIM. ARQU1T. E ARQUEOLÓGICO 1994-1997 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 40 000 40 OOO | 40 000 40 000 | 40 000 40 000 | 20 000 20 000 | 140 000 140 000 | |||
PROJ:VAL0R. 00 PATRIH.CUL7. DE V.R.S.ANTONIO E TAVIRA 1991-1996 ALGAR | TOTAL CAP.SO O.E. | 57 103 57 103 | 21 450 21 450 | 1 500 1 500 | 20 000 20 000 | 17 947 17 947 | 118 000 118 000 | ||
PROJ:VAL.PATSM.CU.T. DE ALCOUTIM E CASTRO HAR1H ¡1991-1997 ALGAR | TOTAL CAP.50 O.E. | 37 277 37 277 | 1 SOO 1 SOO | 10 000 10 000 | 20 000 20 000 | 10 223 10 223 | 79 000 79 000 |
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
presidencia do conselho de ministros
PROGRAMAÇÃO OA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIDOAC | OESPESA TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ate 31/12/92 | 1993 ex. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PROGrtAUIllZAC» £ SEK3A 00s valores culturais Cf > »10 SEt IPPAft RPROJr 1 | TOTAL W.»«4E. | 86 384 86 384 | 26 338 26 338 | 100 000 100 000 | 100 000 100 000 | 100 000 100 000 | 100 000 100 000 | 512 722 512 722 | |
PRMiVALOJUZACAO E DEFESA DOS VALORES culturais 1991-1997 VREGI | total CAP.50 o.E. | 88 384 86 384 | 26 338 26 338 | 100 000 100 000 | ix 000 100 000 | 100 DOO 100 000 | 100 000 100 000 | 512 722 512 722 | |
PXX-.WJMKfO CA REDE HACJOKAL DEMISaiS Cf t 701» S& IPÍ* RPRtBt & | total CAP.50 ox. | 1 182 752 580 972 | 1 645 893 422 628 | 1 570 440 450 000 | 4/5 560 61 500 | 246 000 61 500 | 246 000 61 500 | 280 573 70 144 | 5 647 218 1 708 244 |
PROJtHUSEU nacional SOARES DOS REIS 1990-1999 COFIN NORTE | total CAP.50 O.e. | 298 303 123 937 | 343 803 152 567 | 565 000 165 000 | 191 000 24 000 | 96 000 24 000 | 96 000 24 000 | 194 423 48 606 | 1 784 529 562 110 |
PR0J:MU5EU NACIONAL OE ARTE ANTIGA 1990-199s COFIN LVTEJ | TOTAL cap.50 O.E. | 219 894 219 894 | 717 003 68 808 | 295 440 85 000 | 44 560 | l 276 897 373 702 | |||
PROJtMUSEU nacional MACHADO DE CASTRO 1990-1995 COFIN CENTR | TOTAL CAP.50 o.E. | 184 846 77 045 | 13 308 13 308 | 310 000 90 000 | 50 000 | 558 154 180 353 | |||
PROJ:HUSEU NACIONAL OE ARTE CONTEMPORÂNEA 1990-1995 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.e. | 44 497 44 497 | 431 779 107 945 | 280 000 80 000 | 40 000 | 796 276 232 442 | |||
(■ROJ.-HUSEU D. DIOGO DE SOUSA 1990-1998 COFIN NORTE | TOTAL CAP.50 o.E. | 435 212 115 599 | 140 000 80 000 | 120 000 30 000 | 150 OOO 37 500 | 150 000 37 500 | ISO 000 37 SOO | 86 150 21 538 | 1 231 362 359 637 |
proí (Eswoo msmaffmemtm l PROTECÇÃO DE estacões ak1ueol08icps Cf: 7010 Stt IPM» HPROJi « | TOTAL cap.50-04. | 389 495 389 495 | 64 384 64 384 | 209 000 209 000 | 215 748 215 748 | 203 233 203 233 | 140 000 140 000 | 434 914 434 914 | 1 656 774 1 656 774 |
PROJ:arqueologia subaquática 1988-1996 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 18 503 18 503 | 8 515 8 515 | 6 000 6 000 | 8 000 8 000 | 8 982 8 982 | » 000 50 000 | ||
PROJt PLANO nacional DE TRABALHOS ARQUEOLÓGICOS 1988-1995 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 113 374 113 374 | 9 400 9 400 | 17 500 17 500 | 17 500 17 SOO | 157 774 157 774 | |||
PR0J:ARQUEOL0GIA URBANA 1988-1998 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 30 607 x 607 | 16 979 16 979 | 17 500 17 500 | 20 OOO 20 000 | x 000 » 000 | 40 000 40 000 | 34 914 34 914 | 190 OOO 190 000 |
PROJ:CARTA ARQUEOLÓGICA DE PORTUGAL 1988-1996 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 28 350 28 350 | 2 971 2 971 | 10 000 10 000 | 4 000 4 000 | 4 679 4 679 | 50 000 x 000 | ||
PROJ-.estudo prospecção cientifica E PROTECÇÃO DE ESTACÕES ARQUEOLÓGICAS - OUTRAS ACCOES 1988-1996 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 198 661 198 661 | 26 519 26 519 | 29 000 29 000 | 36 248 36 248 | 9 572 9 572 | 300 000 300 000 | ||
PROJ VALORIZAÇÃO E DIVULGAÇÃO DO PATRIMONIO ARQUEOLÓGICO 1994-2004 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 129 000 129 OOO | ix 000 ix 000 | ISO 000 ix 000 | 100 000 100 000 | 400 000 400 000 | 909 000 909 000 | ||
PffóiTALWlZACAO » eqwpamehid cultural em TORAS fronteiriças cf< 7010 SE! ippar HPWJJt % | total CAP.50 o.E. | 160 316 110 074 | 540 297 65 OOO | 171 470 17 500 | 227 530 204 750 | 217 000 204 250 | 212 000 203 000 | 5x 922 525 672 | 2 059 535 1 330 246 |
PROJ: VALORIZAÇÃO 00 EQUIPAMENTO CULTURAL EH ZONAS FRONTEIRIÇAS 1990-1998 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 160 316 110 074 | 540 297 65 000 | 110 800 | 200 OOO 200 000 | 200 000 200 000 | 200 000 200 000 | 523 922 523 922 | 1 934 535 1 298 996 |
PROJ:VALORIZACAO OE ESTACÕES ARQUEOLÓGICAS 1994-1998 COFIN VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 61 470 17 500 | 27 sx 4 750 | 17 000 4 250 | 12 000 3 000 | 7 000 1 750 | 125 000 31 2» | ||
PRC6lESTUD0SiíP*WCTOS. obras C instalação de museus cf: 7010 S6 IW RPRoí» 1 ' | TOTAL eAP.» OJX. | 565 128 585 128 | 455 OOO 455 000 | 445 000 445 000 | 5S0 000 550 000 | 550 000 550 000 | 550 000 550 000 | 1 000 000 1 000 000 | 4 135)» 4 135 128 |
PR0J¡ESTUD0S. projectos. OBRAS E INSTALAÇÃO DE MUSEUS 1988-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 585 126 565 128 | 455 COO 455 000 | 445 000 445 000 | 550 000 550 009 | 550 000 550 000 | 550 000 5S0 000 | 1 000 000 1 000 000 | 4 135 128 4 135 128 |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
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presidencia do conselho de ministros
PROGRAMAÇÃO oa EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIOOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
OESIGRACAO | ATE 31/12/92 | 1993 ex. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
fHÄfCQBRQ DE CONSERVAÇÃO £ RESTAURO CT: TOlö St 1PH HMtOJr 1 | total cap.50 w. | 9 342 9 342 | S 000 5 000 | 40 OOO 40 000 | 40 000 40 odo | 94 342 94 342 | |||
PR0J:CEmR0S de CONSERVAÇÃO E RESTAURO 1991-1995 LVTEJ | TOTAL cap.50 o.E. | 9 342 9 342 | 5 000 5 000 | 40 OOO 40 000 | 40 OOO 40 000 | 94 342 94 342 | |||
^¡cosservac» oo eqific» £ EQOItWCKtO - BIBLIOTECA KA0OKAL 0>i 7010 Sfe irl KPJXWt 1 | total CAP.50 0¿. | 33 980 33 980 | 10 000 10 000 | 30 000 30 OOO | 30 000 30 000 | 35 000 35 000 | 37 100 37 100 | 176 080 176 080 | |
PROJiCONSERVACAO do EDIFICIO E EQUIPAMENTO - BIBLIOTECA RACIONAL 1991-1997 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 33 980 33 980 | 10 000 10 000 | 30 000 30000 | 30 000 30 000 | 35 000 35 000 | 37 100 37 100 | 176 080 176 060 | |
ÍWfAíETRECHAWraií EQOWMERIQ »ho» EDIFICIO 00 ARQUIVO WCTOSt OA TORSE OjO T0H3Q cf: 7010 S£t Mim »ftMr i | TOTAL CAP.SOQ.Ç* | 548 200 548 200 | 51 160 51 160 | 50 000 50 000 | 45 640 45 640 | 695 000 695 000 | |||
PRQJlAPETRECHAHEHTO E EQUIPAMENTO 00 NOVO EDIFICIO DO ARQUIVO NACIONAL oa TORRE do TOMBO 1990-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 548 200 548 200 | 51 160 51 160 | 50 000 50 000 | 45 640 45 640 | 695 000 695 000 | |||
PRPSCIKSTALACAD de ARQOIYQS E BIBLIOTECAS PUBLICAS CFt 7010 SE< ar/tt KPROÍt « | total CAP.50 OS. | 1 314 461 1 204 461 | 708 261 708 261 | 995 000 995 OOO | 2 421 720 2 421 720 | 120 000 120 000 | 50 000 50 000 | 80 000 80 000 | 5 689 442 5 579 442 |
PR0J:BIBLI01ECA PUBLICA E ARQUIVO DISTRITAL de BRAGANÇA 1986-1995 HORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 76 025 76 025 | 5 000 5 000 | 85 280 85 280 | 404 720 404 720 | 571 025 571 025 | |||
PR0J:ARQUIV0 DISTRITAL 00 PORTO 1988-1995 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 242 273 242 273 | 75 000 75 000 | 433 000 433 000 | 677 000 677 000 | 1 427 273 1 427 273 | |||
PRCO:REF0RMULACA0 E MODERNIZAÇÃO de ARQUIVOS E BIBLIOTECAS PUBLICAS 1988-1998 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 121 868 121 868 | 8 SOO 8 SOO | 50 OOO 50 000 | 50 OOO 50 000 | 50 000 50 000 | 50 000 50 000 | 80 000 60 000 | 410 368 410 368 |
PROJ:ARQUIVO OISTRITAL oe PORTALEGRE 1988-1995 ALEHT | TOTAL CAP.50 O.E. | 202 582 132 582 | 77 000 77 000 | 14 600 14 600 | 50 000 50 000 | 344 182 274 182 | |||
PROJ:ARQUIVO DISTRITAL de CASmO BRANCO 1988-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 276 379 236 379 | 44 000 44 000 | 23 200 23 200 | 50 000 50 OOO | 393 579 353 579 | |||
PRCO:ARQUIVO OISTRITAL oe SANTARÉM 1989-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 73 245 73 245 | 75 000 75 000 | 57 200 57 200 | 20 000 20 000 | 225 445 225 445 | |||
FROJíARQUIVO DISTRITAL da GUARDA 1990-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 95 000 95 OOO | 144 000 144 000 | 21 720 21 720 | 50 000 50 OOO | 310 720 310 720 | |||
fHX7:BIK.I0TECA PUBLICA E ARQUIVO DISTRITAL oe LEIRIA 1991-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 12 400 12 400 | 1 000 1 000 | 40 000 40 000 | 400 000 400 000 | 453 400 453 400 | |||
PROJ: INVENTARIO do PATRIMONIO CULTURAL HOVEL 1992-1994 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 204 689 204 689 | 277 761 277 761 | 200 OOO 200 000 | 682 450 682 450 | ||||
PROJrARQUIVO DISTRITAL oe FARO 1992-1995 ALGAR | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 10 000 | 1 000 1 000 | 40 000 40 000 | 400 000 400 000 | 451 000 451 000 | |||
PROJrARQUIVO OISTRITAL de AVEIRO 1994-1996 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 30 000 30 000 | 320 OOO 320 000 | 70 000 70 000 | 420 000 420 000 | ||||
PRD54UBLI0TECA kwc*. CPc 7010 SE: OGEAT NPRÛJ: 1 | TOTAL CAP.50 O.E. | 7 433 7 433 | 12 000 12 OOO | 13 000 13 000 | 14 000 14 000 | 16 000 16 000 | 19 000 19 000 | 61 433 81 433 | |
PROJiBIBLIOTECA MUSICAL \Wl-W98 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 7 433 7 433 | 12 000 12 000 | 13 ooo 13 000 | 14 000 14 ooo | 16 000 16 000 | 19 000 19 000 | 81 433 81 433 |
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
PRESIDENCIA DO CONSELHO DE MINISTROS
(VALORES EH CONTOS)
[ | PROGRAMAÇÃO OA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIDDAC | DESPESA TOTAL | |||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | AMOS SEGUINTES | ||
iwiwsniaa « ESPECIES £ ESPÓLIOS Cf: MO Sti I8L WftOJi 1 | 'TOTAL CAP.50 Oi. | 20 019 20 019 | 25 000 25 000 | 30 000 30 000 | 75 019 75 019 | ||||
PROJ:AguiSlCAD DE ESPECIES E ESPÓLIOS 1992-1994 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 20 019 20 019 | 25 000 25 000 | 30 000 30 OOO | 75 019 75 019 | ||||
¡ÍRCSiREJTAlJRO E BENEFICIAÇÃO SE RECINTOS CULTURAIS CF: 7010 SE) DRAL6 NPROJ: 1 | TOTAL CAP.SO 0,t. | 14 400 14 400 | 14 100 14 100 | 15 000 15 000 | 43 500 43 SOO | ||||
PROJrRESTAURO E BENEFICIAÇÃO OE RECINTOS CULTURAIS 1992-1994 ALGAR | TOTAL CAP.50 O.E. | 14 400 14 400 | 14 100 14 100 | 15 OOO 15 OOO | 43 500 43 500 | ||||
pftO8:$ALVA6UAR0A, PRESERVAÇÃO E RESTAURO OC DCCUiENTOS CF: 7010 SEi AN/TT KPROJi 2 | TOTAL CAP.SO O.E. | 1 000 1 000 | 10 000 10 OOO | 20 000 20 OOO | 100 000 100 000 | 392 OOO 392 000 | 523 000 523 OOO | ||
PR0J:RESTAURO DAS ESPECIES 1992-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 1 000 1 000 | 5 000 5 000 | 10 000 10 000 | 50 000 50 000 | 227 000 227 000 | 293 000 293 000 | ||
PROJ:HICRCFILHAEEM DAS ESPECIES ARQUIVÍSTICAS 1993-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 5 000 5 000 | 10 000 10 000 | 50 OOO 50 000 | 165 000 165 DOO | 230 000 230 000 | |||
PR06; PROMOÇÃO 00 TUABMD CULTURAL CF: 7010 SE; 8RAL8 KPROJt 1 | TOTAL CAP.SO O.E. | 29 460 8 460 | 16 667 5 000 | 46 127 13 460 | |||||
PROJ: PROMOÇÃO 00 TURISMO CULTURAL 1993-1994 COFIN ALGAR | TOTAL CAP.50 O.E. | 29 460 8 460 | 16 667 5 OOO | 46 127 13 460 | |||||
PROG tftEEQOl PAMEKTO TECHK8 00 TEATRO KACICBAl PE D. MARIA II Cf ¡ 7010 SE: TNOHIÍ NPROJf 2 | TOTAL CAP.» O.E. | 66 000 66 000 | 75 OOO 75 000 | 75 OOO 75 000 | 216 000 216 000 | ||||
PROJ:REEQUIPAKENTO 00 SISTEMA OE LU2 00 TEATRO NACIONAL OE D. MARIA II 1993-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 39 000 39 000 | 48 000 48 000 | 48 000 48 000 | 135 000 135 000 | ||||
PROJ:REEQUIPAMENTO 00 SISTEMA OE SOM DO TEATRO NACIONAL DE D. MARIA II 1993-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 27 OOO 27 000 | 27 OOO 27 OOO | 27 000 27 OOO | 81 000 81 000 | ||||
JWílNFRAESTHmJRAS - OBRAS DE BENEFICIAÇÃO 00 TEATRO RACIONAL SE 0. MARIA II CF: 7010 SÉ: TNOMII ftPROJ: i | TOTAL CAP.SO O.E. | 70 000 70 000 | 20 000 20 000 | 20 000 20 OOO | 20 000 20 000 | 130 000 130 000 | |||
PROJ:IKFRAESTRUTURAS - OBRAS OE BENEFICIAÇÃO DO TEATRO NACIONAL DE 0.MARIA II 1993-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 70 000 70 000 | 20 000 20 000 | 20 OOO 20 000 | 20 000 20 000 | 130 000 130 000 | |||
PROG;INSTALAÇÃO OE CENTROS OE RESTAURO CF; 7010 SEt IPPAR KPRtt» 1 | TOTAL CAP.50 OS. | 9 400 9 400 | 40 000 40 000 | 32 800 32 800 | 32 800 32 800 | 115 000 115 000 | |||
PROJ: INSTALAÇÃO DE CENTROS OE RESTAURO 1993-1996 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 9 400 9 400 | 40 000 40 000 | 32 600 32 800 | 32 600 32 800 | 115 000 115 000 | |||
PROBrPRCOUCAO 00 LIVRO BEAtLCC E 00 LIVRO SONORO CF: 7010 St: 18L HPAOJ: 1 | TOTAL CAP.50 <74. | 12 800 12 BOO | 3 000 3 000 | 8 800 8 800 | 10 OOO 10 OCO | 10 000 10 000 | 15 000 15 000 | 59 600 59 600 | |
PROJ:PRODUÇÃO 00 LIVRO BRAILLE E i DO LIVRO SONORO 1991-1997 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 12 800 12 800 | 3 000 3 000 | 8 800 8 800 | 10 000 10 000 | 10 000 10 000 | 15 000 15 000 | 59 600 59 600 | |
PROSsRESTABRO OAS COLECÇÕES BIBLIOGRÁFICAS NACIONAIS CFí 7016 SE: »L NPRMt 1 | TOTAL CAP.SO O.E. | 12 340 12 340 | 20 000 20 OOO | 17 500 17 500 | 20 000 20 000 | 20 000 20 000 | 20 000 20 000 | 109 849 u» w& | |
PROJtRESTAURO DAS COLECÇÕES BIBLIOGRÁFICAS NACIONAIS 1993-1996 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 12 340 12 340 | 20 OOO 20 000 | 17 500 17 500 | 20 000 20 OOO | 20 000 20 000 | 20 000 20 OOO | 109 840 109 840j l |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(241)
PítSUEUU DO CONSELHO OE MINISTROS
(VALORES EM COITOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIDDAC | despesa TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1493 ex. prevista | ' 1994 . | 199S | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
meamvoo cus« scosertas GFt JÓIA Stt «StX KPROJr 1 | TOTAL W.50 Q4. | 94 000 94 000 | 1 750 000 1 750 000 | 2 425 000 2 425 000 | 350 000 350 000 | 4 619 000 4 619 000 | |||
PROJtFUOACAO DAS DESCOBERTAS 1m3-lm6 cofin LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | »4 000 94 000 | 1 750 0» 1 750 ooo | 2425 000 2 425 000 | 350 000 350000 | 4 619 000 4 619 000 | |||
ttSDO OE LISBOA í YALE bo tejo . .... CFl 7CQ0 SD DRL KPJKU» 1 | total CAP.SO os. | 5000 5 000 | 8 000 8 000 | 12 OOO 12 000 | 25 000 25 000 | ||||
PROJiLEVANTAMENTO cultural OA região OE lisboa £ VALE 00 TEJO 1994-1996 VREGI | TOTAL CAP.SO o.E. | 5 000 5 000 | B 000 - 8 ooo | 12 000 12 OOO | 25 OOO 25 000 | ||||
APERFEIÇOAMENTO ARTÍSTICO CF: 701» Stt ORL NPftOJr 1 | TOTAL w.soo.í. | • | 4 000 4 000 | 7 000 7 000 | 10 000 10 000 | - | 21 000 21 000 | ||
PROJtPROGRAMA regional DE APERFEIÇOAMENTO ARTÍSTICO 1994-1996 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 4000 4 000 | 7 000 7 000 | 10 000 10 000 | ' 21 000 21 000 | ||||
JSBKAPOIO A WaCDS he EXPRESSÃO CULTOR». CFi 7810 SE> ORL NPROJtt | TOTAL CAP.50 0.£. | 11 000 11 000 | 18 000 18 000 | 27 000 27 000 | 56 000 .56 000 | ||||
PROJ:REVITALIZACAO dos NÚCLEOS CULTURAIS REGIONAIS 1994-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | soco 5 000 | 8 000 6 000 | 12 000 12 000 | - | 25 OOO 25 000 | |||
PROJ:BENEFICIACA0 E APETRECHAMENTO DE ESPAÇOS CULTURAIS 1994-1996 lvtej | TOTAL CAP.50 O.e. | 6 000 6 000 | 10 000 10 000 | 15 000 15 000 | 31 000 31 000 | ||||
PRBGiSEOffERACAD 80 PATRBCtòfl OR6*«?SnCQ ca SÉttAO ÇEH7J» \> • - CF: TOJO SEi ORC NPROJl 1 | TOTAL CAP.SO O.E. | 1 624 1 624 | 2 000 2 000 | 3 OOO 3 000 | 3 ooo 3 000 | 9 624 9 624 | |||
niU orsaastico oa região centro 1994-1997 centr | total cap.so O.e. | 1 624 1 624 | 2 000 2 000 | 3 000 3 000 | 3 000 3 000 | 9 624 9 624 | |||
PROSiAPOIO AOS AGENTES CSLTQRAK OASESIAOCERTRO cf» 70» sê) ORC " NPRDJt 1 | TOTAL CAP.SO OX. | - | 25 326 25 326 | 25 326 25 326 | 30 000 30 000 | 30 OOO 30 000 | 110 652 110 652 | ||
PSOJ:akji0 aos AGENTES CULTURAIS OA REGIÃO CENTRO 1994-1997 centr | TOTAL cap.50 O.E. | c | 25 326 25 326 | 25 326 25 326 | 30 000 30 000 | 30 000 30 000 | 110 652 110 652 | ||
PRDSdWSERVACAO t defesa 00 PATRBOaO cultural 00 aisarve CF» 7010 SEt DRflLS NPROJt i | TOTAL CAP.50 Oi. | 10 000 10 ooo | 10 000 10 000 | 10 OOO 10 000 | 30 000 30 000 | ||||
PRDJtPRESERVACAO e defesa 00 património cultural do algarve 1994-1996 algar | TOTAL CAP.so O.e. | 10 000 10 000 | 10 000 10 000 | 10 000 10 OOO | 30 000 30 000 | ||||
PROSiVALORirACAO 00 PAJTUHOtttO WSTDRICO-TURISTTO CF: TO»' se,' IPPAU ,-NPROJi: J | TOTAL , CAP.so o.E. | - 158 978 158 978 | > 18 SS2 18 852 | 5 000 5 000 | 87 053 87 053 | 269 683 269 883 | |||
PR0J:VAL0R E melhoria da atracção turística da zona 1986-1995 vregi | * total cap.50 O.E. | 65 480 65 480 | 14 809 14 809 | 1 SOO 1 soo | 34 828 34 828 | 116 617 116 617 | |||
proj:APOI0 A implementação de caturras turísticos 1988-1995 vregi | total cap.so O.E. | 68 387 68 387 | 543 543 | 500 SOO | 47 225 47 225 | 116 65S 116 655 | |||
PROJtAPROVEnAHEKTO turístico DO VAU DO guadiana 1991-1995 vregi | total cap.50 O.E. | 25 111 25 111 | 3 soo 3 SOO | 3 ooo 3 000 | 5 000 5 000 | 36 611 36 611 | |||
PRO&ZCHAS históricas 'tf; too Stí IPPAR NPROJv l | TOTAL CAP.SO O.E. | 104 455 104 455 | 109 «70 109 670 | 90 000 90 000 | 110 345 110 345 | 100 000 100 000 | 100 000 100 000 | 100 000 100 000 | 714 470 714 470 1 |
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II SÉRIE-A - NÚMERO 11
PRESIDENCIA 00 CONSELHO DE MINISTROS
(VALORES EM CONTOS)
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PRESIDENCIA DO CONSELHO OE MINISTROS
(VALORES EH CONTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
PRESIDER C. IA DO CONSELHO DE H1IISTROS
(VALORES EN CORTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(245)
PRESIDÊNCIA DO CORSELBO DE MINISTROS
(VALORES EH CONTOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIDOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
OESISNACAO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PROJiINFCRHATIZACAO DOS SERVIÇOS DAOSEAT 1991-1994 lvtej | TOTAL CAP.50 O.e. | 20 851 20 858 | 10 800 10 800 | 14 000 14 000 | 45 658 45 65B | ||||
PROJlOBRAS DE BENEFICIAÇÃO NAS IKSTALACOES OA DGEAT 1992-1994 lvtej | total CAP.50 o.E. | 710 710 | 6 000 6 000 | 6 710 6 710 | |||||
metimmvucta t ma teckico c?: rolo sd i?m mau i | total CAP.50 tU, | 16 740 16 740 | 10 364 10 364 | 40 000 40 OCO | 40 OOO 40 000 | 40 000 40 000 | 52 896 52 896 | 200 000 200 000 | |
PROJi INFORMATIZAÇÃO E APOIO TÉCNICO 1992-1997 lvtej | TOTAL CAP.50 o.e. | 16 740 16 740 | 10 364 10 364 | 40 000 40 000 | 40 000 40 000 | 40 000 40 000 | 52 896 52 896 | 200 000 200 000 | |
fmtmtwm m ma deuma parao wmsro oa republica CFt 8010 Stt ma nproj: 1 | TOTAL CAPJ004. | 25 000 25 000 | 80 000 80 000 | 60 OOO 60 000 | 165 OOO 165 000 | ||||
PROJiIRSTALACOES EH PONTA delsaca PARA 0 WNISTR0 OA REPUBLICA 1993-1995 AÇORE | TOTAL CAP.50 O.e. | 25 000 25 000 | 80 000 80 000 | 60 000 60 000 | 165 000 165 000 | ||||
pRost AHPLW» t mtfteum oas iNSTALACOfS 80 cefa CP: 1010 Stt CEFA NHKUt l | total camoox | 47 000 47 000 | 20 000 20 000 | 67 000 67 000 | |||||
PR0J:ANPLIACA0 E bekef oas INSTALAÇÕES do cefa 1993-1994 CENTR | TOTAL CAP.50 o.E. | 47 000 47 000 | 20 000 20 000 | 67 000 67 000 | |||||
PRWtlNFORKWKACAO DA «lesas» RESIGNO. 0£ LISBOA CFt 7010 SEi ORL NPROJi 1 | TOTAL CAP.50 04. | 7 520 7 520 | 10 009 10 000 | 15 000 15 OOO | 32 520 32 520 | ||||
PROJ: INFORMATIZAÇÃO OA DELEGAÇÃO REGIONAL DE LISBOA 1993-1995 LVTEJ | total CAP.50 O.E. | 7 520 7 520 | 10 OOO 10 000 | 15 OOO 15 000 | 32 520 32 520 | ||||
PROetiRFORMATTZACAO OA rede RACIONAL DE MUSEUS CFi 7010 SE: IPH nproj: l | TOTAL CAP.50 tU, | 165 235 165 235 | 85 000 85 OOO | 250 235 250 235 | |||||
PROJ:INFORMATIZAÇÃO DA REDE NACIONAL OE MUSEUS 1993-1994 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 165 235 165 235 | 85 000 65 000 | 250 235 250 235 | |||||
ipROGtSTSTEMAS Df SEGURANÇA DE MUSEUS CFt 7010 Sti 1PR NPROJ: 1 | TOTAL ÇAPJ004v | 76 181 76 181 | 80 000 80 OOO | 120 000 120 000 | 80 000 80 DOO | 60 000 60 000 | 416 181 416 181 | ||
proj: SISTEMAS DE SEGURAHAA DOS MUSEUS 1993-1997 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 76 181 76 161 | 80 000 80 000 | 120 000 120 OOO | 60 000 80 OOO | 60 000 60 000 | 416 181 416 181 | ||
PR06;INSTALAÇÕES RARA 0 serv. WC. PROTECÇÃO CIVIL CFt 1036 SE: SNPC NPROJ: 1 | total CAP.50 Oi. | 30 000 30 000 | 120 000 120 000 | 50 000 50 OOO | 200 000 200 000 | ||||
PROJ: INSTALAÇÕES PARA 0 SERV. KAC. PROTECÇÃO CIVIL 1993-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.e. | 30 000 30 000 | 120 000 120 000 | 50 000 50 000 | 200 000 200 000 | ||||
msiftxmtzK» t equipamento doces Cf t 1010 SEt CES NPROJ: 1 | TOTAL CAP.50 04. | 16 BOO 18 800 | 35 000 35 OOO | 53 800 53 800 | |||||
PRCOrHCOERMZACAO E EQUIPAMENTO 00 CES 1993-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 o.E. | 18 800 18 800 | 35 000 35 OOO | 53 800 53 800 | |||||
PRQ6iRíFCÍ«»EM00ERiaZACAOtAS INSTALAÇÕES 09 IMA CFi 1016 SE: WA KPKUt 1 | TOTAL CAP.50 tU, | 173 825 153 825 | 42 100 9 600 | 20 000 20 000 | 235 925 183 425 | ||||
PIIOJtXCTORm E MODERNIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DO IRA 1992-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 173 825 153 825 | 42 100 9 600 | 20 OOO 20 000 | 235 925 183 425 |
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"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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PIDDAC 1994
MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(249)
MINISTERIO DA DEFESA RACIONAI
(VALORES EM CORTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO DA DEFESA NACIONAL
(VALORES EN CORTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
1S0-(251)
MINISTÉRIO DA DEFESA RACIOIAL
(VALORES EH COUTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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150-(252)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL
(VALORES EN CONTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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PIDDAC 1994
MINISTÉRIO DAS FINANÇAS
Página 254
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(255)
MINISTERIO DAS FINANÇAS
(valores em cortos)
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"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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PIDDAC 1994
MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO
INTERNA
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(259)
MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA
(VALORES EM CONTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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II SÉRIE-A - NÚMERO 11
MINISTERIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA
(VALORES EM CORTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
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MINISTERIO OA ADMINISTRAÇÃO INTERNA
(VALORES EM CONTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA
(VALORES EM COITOS)
PROGRAMAÇÃO OA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIOOAC | ||||||||
OESIGNACAO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 1 1997 | ANOS | DESPESA TOTAL | |
1994-1995 AÇORE | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 10 OOO | IS 000 15 000 | 25 000 25 000 | ||||
PROJ:CCHAMD0 DISTRITAL PSP LISBOA 1994-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 15 700 15 700 | 15 700 15 700 | |||||
PROJ:COHANDO DISTRITAL PSP PORTO 1994-1995 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 25 100 25 100 | 80 009 80 000 | 105 100 105 100 | ||||
PROJrGOE GRUPO DE OPERAÇÕES ESPECIAIS DA PSP 1994-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 19 300 19 300 | 200 009 209 000 | 289 BOO 289 BOO | 509 109 599 100 | |||
PROJ.-POSTD DE ATENDIMENTO DA PSP ESTORIL 1994-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 30 100 30 109 | 5 000 5 000 | 35 100 35 100 | ||||
PROJiPOSTO DE ATENDIMENTO PSP PAREDE 1994-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 30 100 30 100 | 5 000 5 000 | 35 100 35 100 | ||||
PROJtPOSTDS DE ATENODCNTO DA PSP 1994-1995 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 40 000 40 009 | 20 200 20 200 | 60 200 60 200 | ||||
PROSiREOE de TRANSMISSÕES CFt 1030 SEl «EPI NPROJt l | TOTAL CAP.50 O.E. | 824 340 824 340 | 765 112 765 112 | 800 OOO 800 OOO | 700 000 700 000 | 575 000 333 888 575 000 333 888 | 3 998 340 3 998 3*0 | |
PROJ:REDE DE TRANSMISSÕES 00 COMANDO OISTRITAL OA PSP OE USBOA 1989-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 824 340 824 340 | 354 000 354 000 | 490 000 490 000 | 30 000 30 000 | 1 698 340 1 698 340 | ||
PROJiREDE OE TRANSMISSÕES DA GNR 1S9J-1997 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 411 112 411 112 | 310 000 310 000 | 670 000 670 000 | 575 000 333 888 575 000 333 888 | 2 300 000 2 300 OOO | ||
PRCSjAJJUDICAO de HELICÓPTEROS CF; 1030 SEj «EPI KPROJt 1 | TOTAL» • CAP 50 OE. | 2 500 000 2 500 000 | 400 000 400 000 | 2 900 000 2 900 090 | ||||
PROJíAQUlSICAO DE HELICÓPTEROS 1994-1995 COFIA LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 2 SOO 009 2 500 000 | 400 000 400 000 | 2 900 OOO 2 900 000 |
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PIDDAC 1994
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA
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MINISTÉRIO DA JUSTIÇA
(VALORES EN CORTOS)
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO 0 A JUSTIÇA
(VALORES EM COSTOS)
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(267)
MINISTERIO DA JUSTIÇA
(VALORES EM CORTOS)
PROGRAMAÇÃO OA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIDDAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESI6HACA0 | ate 31/12/92 | 1993 ex. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PROJ: IMPLANTAÇÃO OE UHA INSPECÇÃO nVOAREAL 1987-1998 NORTE | TOTAL cap.SO O.E. | 86 328 86 328 | 1 000 1 000 | 1 100 1 100 | 1 200 1 200 | 2 500 2 500 | 40 000 40 000 | 1» 128 132 128 | |
PROJiIMPtAHTACAO OE UHA INSPECÇÃO EH LEIRIA 1988-1997 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 215 708 215 708 | 97 450 97 450 | 35 000 35 000 | 38 000 38 000 | 40 DOO 40 000 | 25 000 25 000 | 451 158 451 158 | |
HXXfeiNSTALKAf» K SERVIÇOS da POLTXU judiciaria CP; W» SE: W «PROJt 15 | total CAP.SO 04. | 2 048 347 2 029 072 | 576 510 576 510 | 871 000 671 000 | 929 000 929 000 | 925 500 925 500 | 639 DOO 639 000 | 852 000 852 000 | 6 841 357 6 822 082 |
PROJ:INSTALAÇÃO 00 INSTITUTO WBXW. DE pcucia E CIENCIAS CRIMINAIS 1986-1997 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 747 807 728 532 | 178 689 178 689 | 65 000 65 000 | 70 000. 70 000 | 75 000 75 000 | 60 000 60 000 | 1 196 496 1 177 221 | |
PROJ: INSTALAÇÃO OA DIRECTORIA DO PORTO 1986-1998 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 212 035 212 035 | 328 200 328 200 | 708 000 708 000 | 755 000 755 OCO | 383 000 383 000 | 90 000 90 000 | 40 000 40 000 | 2 516 235 2 516 235 |
proj:INSTALAÇÃO DA DIRECTORIA DE COMBA 1986-1999 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 146 257 146 257 | 12 000 12 009 | 12 000 12 000 | 190 000 190 000 | 160 000 160 000 | 250 000 250 000 | 770 257 770 257 | |
PROJ: INSTALAÇÃO OA DIRECTORIA DE FARO 1986-1997 ALfiAR | TOTAL CAP.SO o.E. | 201 163 201 163 | 8 670 8 670 | 9 DOO 9 000 | 10 000 10 000 | 12 000 12 000 | 13 000 13 000 | 253 833 253 833 | |
PROJ: INSTALAÇÃO OA INSPECÇÃO DE SETÚBAL 1986-1998 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 43 273 43 273 | 4 434 4 434 | 4 000 4 000 | 4 000 4 000 | 5 000 5 000 | 5 000 5 000 | 7 000 7 090 | 72 707 72 707 |
PROJ: INSTALAÇÃO OA INSPECÇÃO DE CHAVES 1986-1998 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 5 410 5 410 | 1 SOO 1 500 | 1 500 1 SOO | 76 000 76 000 | 100 000 100 000 | 130 000 130 000 | 314 410 314 410 | |
PROJ: INSTALAÇÃO DA INSPECÇÃO OE PORTIMÃO 1986-1997 ALGAR | TOTAL CAP.50 O.E. | 44 6u 44 621 | 6 450 6 450 | 7 500 7 500 | 8 000 8 000 | 7 500 7 500 | 4 000 4 000 | 78 071 78 071 | |
PROJ: INSTALAÇÃO DA OIRECTORIA-geral 1967-1999 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 362 949 362 949 | 33 120 33 120 | 37 000 37 000 | 40 000 40 000 | 50 000 50 000 | 60 DOO 60 000 | 150 OOO 150 000 | 733 069 733 069 |
PROJ: INSTALAÇÃO DA OIRECTORIA DE lisboa 1967-1998 lvtej | TOTAL cap.SO O.E. | 47 196 47 196 | 11 447 11 447 | 12 000 12 000 | 13 000 13 000 | 20 000 20 000 | 10 000 10 000 | 10 000 10 000 | 123 643 123 643 |
proj: INSTALAÇÃO DA INSPECÇÃO DO FUNCHAL 1987-1996 nadei | TOTAL CAP.SO O.E. | 17 933 17 933 | 3000 3 000 | 3 000 3 000 | 5 000 5 000 | 26 933 28 933 | |||
PROJ: INSTALAÇÃO oa INSPECÇÃO OE PONTA delgada 1987-1996 ACORE | TOTAL CAP.50 O.E. | 151 574 151 574 | 5 500 5 500 | 6000 6 000 | 6 000 6 000 | 5 000 5 000 | 174 074 174 074 | ||
PROJ: INSTALAÇÃO OA INSPECÇÃO OE braga 1988-1997 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 49 765 49 765 | 2 000 2 000 | 2 500 2 SOO | 30 000 30 000 | 15 000 15 000 | 99 265 99 265 | ||
PROJ: INSTALAÇÃO OA INSPECÇÃO OE tomar 1988-1999 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 7 145 7 145 | 2 000 2 000 | 2 000 2 000 | 3 000 3 000 | 53 000 53 000 | no ooo 110 000 | 177 145 177 145 | |
proj:lKSTALACAO OA INSPECÇÃO DA guanca 1968-1999 centr | TOTAL CAP.SO O.E. | 8 117 8 117 | 1 000 1 000 | 1 000 1 000 | 62 000 62 000 | 65 000 65 000 | 155 000 155 000 | 292 117 292 117 | |
PROJ: INSTALAÇÃO OA INSPECÇÃO OE AVE do 1990-1997 centr | TOTAL CAP.50 O.E. | 3 102 3 102 | 1 000 1 OCO | 1 000 1 000. | 2 000 2 000 | 4 000 4 000 | 11 102 11 102 | ||
mxtmejemm de rasawHHMOES para a policía -sbtcu83a cf: 1030 Sft V3 nprdj: 1 | total cap.50 04. | 1 566 442 1 566 442 | 75 350 75 360 | 108 000 108 000 | 118 000 116 000 | 130 000 130 000 | 110 000 110 000 | 2 107 802 2 107 802 | |
PROJ:EQUIPAHENTO OE TELECmnlCACCCS PARA a POLICIA JUDICIARIA 1986-1997 vregi | TOTAL CAP.50 04. | 1 566 442 1 566 442 | 75 360 75 360 | 108 000 108 000 | 118 000 118 oro | 130 000 130 000 | 110 000 110 000 | 2 107 802 2 107 802 1 |
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO DA JUSTIÇA
(VALORES EM CONTOS)
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(269)
MINISTERIO DA JUSTIÇA
(VALORES EM CORTOS)
PROGRAMAÇÃO OA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIDOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PROJiCONSTRUCAO DD TRIBUNAL JUDICIAL OE MATOSINHOS 1988-1996 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 11 294 2 880 | 30 000 20 000 | 182 000 180 000 | 185 000 180 000 | 70 000 70 000 | 478 294 452 880 | ||
PROJiCONSTRUCAO 00 TRIBUNAL JUDICIAL DA MOITA 1988-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 53 940 44 184 | 172 500 167 500 | 182 OCO 180 000 | 52 000 50 000 | 460 440 441 6B4 | |||
PROJiCONSTRUCAO 00 TRIBUNAL JUDICIAL OE OURIQUE 1988-1996 ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 104 352 | 100 000 | 150 000 | 10 000 | 10 000 | 374 352 | ||
PROJiCONSTRUCAO 00 TRIBUNAL JUDICIAL DE PONTE DE LIMA 1986-1997 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 823 | 7 000 | 6 000 | 150 000 150 000 | 100 000 100 000 | 5 000 5 000 | 270 823 255 000 | |
PROJiCONSTRUCAO DD TRIBUNAL JUDICIAL DE PORTIMÃO 1986-1996 ALGAR | TOTAL CAP.SO O.E. | 11 907 1 668 | 1 000 | 102 000 100 000 | 155 000 150 000 | 170 000 170 000 | 439 907 421 668 | ||
PROJiCONSTRUCAO DO TRIBUNAL JUDICIAL 00 SEIXAL 1988-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 13 047 897 | 29 000 20 000 | 142 000 140 000 | 155 000 150 000 | 50 000 50 000 | 389 047 360 897 | ||
PROJiCONSTRUCAO 00 TRIBUNAL JUDICIAL DA SERTÃ 1988-1994 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 138 482 1 304 | 59 500 | 1 000 | 198 982 1 304 | ||||
PRCOiCONSTRUCAO 00 TRIBUNAL JUDICIAL OE TABUAÇO 1988-1994 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 156 625 2 277 | 19 600 | 500 | 176 725 2 277 | ||||
PROJlCCNSTRUCAO 00 TRIBUNAL JUDICIAL OE VILA FRANCA DO CAMPO 1993-1997 AÇORE | TOTAL CAP.SO O.E. | 2 000 | 7 000 | 60 000 50 000 | 102 000 100 000 | 105 000 100 000 | 276 000 250 000 | ||
PROJiCONSTRUCAO 00 TRIBUNAL JUDICIAL OE VILA HOVA DE GAIA 1987-1996 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 25'534 | 130 000 120 000 | 502 000 500 000 | 205 000 200 000 | 202 000 200 000 | 1 064 534 1 020 000 | ||
PROJ: INSTALAÇÃO DE NOVOS JUÍZOS E TRIBUNAIS ESPECIALIZADOS 1989-1998 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 3 276 824 591 072 | 812 000 | 785 000 | 600 000 | 800 000 | 600 000 | 800 000 | 7 873 824 591 072 |
PPAJtCQNSTfiUCAO DD TRIBUNAL JUDICIAL CA AMADORA 1989-1997 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 830 | 10 000 | 10 000 | 210 000 200 000 | 205 000 200 000 | 120 000 120 000 | 555 830 520 000 | |
PROJiCONSTRUCAO 00 TRIBUNAL JUDICIAL OE CASCAIS 1989-1998 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 1 450 | 10 000 | 50 000 40 000 | 310 000 300 000 | 252 000 250 000 | 205000 200 000 | 150 000 150 000 | 978 450 940 000 |
PROJiCONSTRUCAO DO TRIBUNAL JUDICIAL OE LOURES 1993-1997 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 | 30 000 | 205 000 200 000 | 207 000 200 000 | 158 000 150 000 | 610 000 550 000 | ||
PROJiCONSTRUCAO DO TRIBUNAL JUDICIAL DE LOULÉ 1989-1996 ALGAR | TOTAL CAP.50 O.E. | 23 612 1 174 | 2 000 | 102 000 100 000 | 205 000 200 000 | S 000 5 000 | 337 612 306 174 | ||
PROJlPROJECTOS DE NOVOS TRIBUNAIS 1989-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | • 117 679 3 820 | 110 000 | ■ 120 000 | 20 000 | 60 000 | 60 000 | 60 000 | 547 679 3 820 |
PROJiCONSTRUCAO 00 TRIBUNAL DE TRABALHO DE LAMEGO 1990-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 125 204 | 88 000 | SOO | 213 704 | ||||
PROJiAMPLlACAO 00 TRIBUNAL JUDICIAL OA MARINHA GRANDE 1990-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 3 331 | 4 900 4 900 | 71 OCO 70 000 | 5 000 5 000 | 84 231 79 900 | |||
PROJiCONSTRUCAO DO TRIBUNAL JUDICIAL OE VILA REAL OE SANTO ANTONIO 1990-1997 ALGAR | TOTAL CAP.50 O.E. | 1 085 | 23 000 | 100 000 | 100 000 | 80 OOO | IS 000 | 319 085 | |
PROJiCONSTRUCAO DO TRIBUNAL JUDICIAL OE MURÇA 1992-1997 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 3 906 | 5 000 | 20 000 | 100 000 | 100 000 | 70 000 | 298 906 |
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150-(270)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO 0 A JUSTIÇA
(VALORES EM CORTOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DD PIDDAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 199S | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PRDJ:CONSTRUCAO X TRIBUNAL JUDICIAL DE SEIA 1991-1995 CEHTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 188 | 12 000 2 000 | 40 000 39 000 | 205 000 200 OOO | Z» 188 »1 000 | |||
PROJ:C01STRIICAO DO TRIBUNAL JVICJAl DE MACAD 1939-1995 CEHTR | TOTAL CAP.SO O.C. | 41 825 35 000 | 141 000 140 000 | 82 000 80 000 | 52 000 50 000 | 316 825 305 000 | |||
FliOJ.-CONSTRVCAO DD TRIBUNAL JUDICIAL DE ENTRONCAMENTO 1993-1999 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 2 000 | 5 000 | 80 000 | 100 000 | 80 000 | 20 000 | 287 000 | |
PROJ:CONSTRUCAO 00 TRIBUNAL JUDICIAL OE ARRAIOLOS 1991-1996 ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | •742 | 29 000 | 50 OOO | 10 000 | 10 000 | 99 742 | ||
PROJtCONSmUCAO 00 TRIBUNAL JUDICIAL OE TÁBUA 1990-1996 CEHTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 7 362 | 47 000 | 160 000 | 50 OOO | 35 000 | 299 362 | ||
PROJtCONSTRUCAO 00 TRIBUNAL JUDICIAL OE HIA ROR 1986-1997 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 878 | 2 000 | 10 000 | 80 000 | 100 009 | 30 009 | 222 878 | |
PROJiCONSTRUCAD 00 TRIBUNAL JUDICIAL DE CASTELO DE PAIVA 1991-1996 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 1 800 | 70 000 | 120 000 | 40 000 | 10 000 | 241 800 | ||
PROJ: INSTALAÇÃO OE SISTEMAS DE GRAVAÇÃO E OUTRAS TECNOLOGIAS 1991-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 98 877 | 5 000 | 5 000 | 30 000 | 50 090 | 70 000 | 59 000 | 308 B77 |
PROJiOBRAS OE ADAPTAÇÃO PARA 0 TRIBUNAL DE FAMILIA DE COIMBRA 1991-1994 CEHTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 98 999 98 999 | 50 000 50 000 | 500 SOO | 149 499 149 499 | ||||
PRU-.COHSTRUCAO 00 TRIBUNAL JUDICIAL OE MONCHIQUE 1993-1995 ALGAR | TOTAL CAP.50 O.E. | 20 000 | 60 000 | 10 OOO | 90 000 | ||||
PROJ:ADAPTACAO 00 EDIFICIO FUNCHAL 2000 1993-1996 HADEI | TOTAL CAP.SO O.E. | 290 000 | 400 000 | 40 000 | 40 000 | 770 000 | |||
PROJ-.FISCALtZACAO OE EMPREITADAS 1992-1999 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 9 682 | 50 000 | 30 000 | 30 OOO | 70 000 | 50 000 | 50 000 | 269 682 |
PR0J:RAM4IS OE INSTALAÇÃO aCCTRICA EM TRIBUNAIS E OUTROS EDIFICIOS 1993-1999 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 20 000 | 23 000 | 30 000 | 70 000 | 50 000 | 50 000 | 243 000 | |
PRCU:CCNSTRUCAO DO TRIBUNAL DE TRABALHO OE OLIVEIRA DE AZEMÉIS 1993-1995 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 1 000 1 000 | 50 000 50 000 | 110 000 110 000 | 161 000 161 OOO | ||||
PROJ;INSTALACA0 00 TRIBUNAL DE CIRCULO OE FARO 1992-1995 ALGAR | TOTAL CAP.50 O.E. | 206 500 206 500 | 120 000 120 000 | 189 OOO 189 000 | 50 000 50 009 | 565 500 565 500 | |||
PROJiCONSTRUCAO DA CIDADE JUDICIARIA OE LISBOA 1994-1999 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 200 000 | 300 000 | 1 300 000 | 1 000 000 | 2 000 000 | 4 800 000 | ||
PROJiCONTRUCCAO 00 TRIBUNAL JUDICIAL DE AROUCA 1994-1996 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 20 000 | 150 009 | 160 000 | 350 000 | ||||
PROJrCOHSTRUCCAO 00 TRIBUNAL JUDICIAL OA MEDA 1994-1996 CEHTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 5000 | 180 009 | 140 000 | 325 000 | ||||
PROJ:C*STRUCCAO DO TRIBUNAL JUDICIAL OE FORNOS DE ALGODRES 1994-1997 CEHTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 6 000 | 150 000 | 120 000 | 50 000 | 326 000 | |||
PROJiCOKSTRUCAO 00 TRIBUNAL JUDICIAL DE VILA NOVA OE CERVEIRA 1994-1997 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 7 000 | 180 009 | 100 000 | 10 000 | 297 000 |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(271)
MINISTERIO DA JUSTIÇA
(VALORES EM COITOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIDDAC | OESPESA TOTAL | ||||||||
OESI6NACA0 | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PR0J:C0N5TRUCAO 00 TRIBUNAL JUDICIAL DE SABROSA 1994-1997 HORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 5 000 | 80 000 | 200 000 | 10 000 | 295 000 | |||
PR0J)ADAPTACA9 00 TRIBUNAL OE TRABALHO OE PONTA DELGADA VW4-1996 AÇORE | TOTAL CAP.50 O.E. | 8 000 | 100 000 | 70 000 | 178 000 | ||||
:*OStf «STAIAÇA» OE CASAS PARA WSKTRACOS ' . , CPi 1030 SE) SE KPRTMt 1 | TOTAL CAP.SO O.E. | 411 102 58 724 | 85 000 | 100 OOO | 100 000 | 100 000 | 100 000 | 100 000 | 996 102 58 724 |
PROJ: INSTALAÇÃO DE CASAS PARA MAGISTRADOS 1991-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 411' 102 58 724 | 85 OOO | 100 000 | 100 000 | 100 000 | 100 000 | 100 OOO | 996 102 58 724 |
TmX&mJW PE INSTALAÇÕES JUDICIAIS OECRABAMS Cf i 1030 SEt 50 NPROJt 1 | TOTAL CAP.SO O.E. | 837 279 108 975 | 294 000 | 400 000 | 400 OOO | 400 000 | 400 000 | 400 000 | 3 131 279 108 975 |
PROJiRECUPERACAO DE INSTALAÇÕES JUDICIAIS DEGRADADAS 1991-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 837 279 108 975 | 294 000 | 400 000 | 400 000 | 400 000 | 400 090 | 400 000 | 3 131 279 108 975 |
^(WINHAIACAO DOS SERVIÇOS AOS REGISTOS E 0» NOTARIADO CFt 143» SE) SE - KPROJt 1 | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 317 441 | 1 080 000 | 700 000 | 700 OOO | 700 OOO | 700 000 | 700 000 | 6 897 441 |
PROJiREIHSTALACAO DOS SERVIÇOS DOS REGISTOS E DO NOTARIADO 1987-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 317 441 | 1 080 000 | 700 000 | 700 000 | 700 000 | 700 000 | 700 000 | 6 897 441 |
PSttteCUWMEHTO 00 INSTITUTO DE MEDICINA USAL 03 PCRTO CFt 101Õ SEt 1KLP NPROJt 1 | TOTAL CAP.SO O.E. | 51 474 51 474 | 11 280 11 280 | 12 500 12 500 | 13 750 13 750 | 15 125 15 125 | 16 638 16 638 | 120 767 120 767 | |
PROJ:EQU1PAHENTO DO INSTITUTO OE MEDICINA LEGAL 00 PORTO 1986-1997 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 51 474 51 474 | 11 280 11 280 | 12 500 12 500 | 13 750 13 750 | 15 125 15 125 | 16 638 ' 16 638 | 120 767 120 767 | |
«WiEOUIPAHEHTQ 00 INSTITUTO DE MEDICINA LEGAL OE COIMBRA CFt tOIO SEt IKLC KPROJt.1 | TOTAL CAP.50 O.E. | 46 661 46 661 | 4 400 4 400 | 10 500 10 500 | 11 550 11 550 | 12 705 12 705 | 13 976 13 978 | 65 469 65 469 | 165 261 165 261 |
PROJ:E0UIPAHE*TD DO INSTITUTO DE MEDICINA LE6AL DE COIMBRA 1986-1999 CEHTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 46 661 46 661 | 4 400 4 400 | 10 500 10 SOO | 11 559 11 550 | 12 705 12 705 | 13 976 13 976 | 65 469 65 469 | 165 261 165 261 |
IWiEDjrWMENTO 00 WSTXWO OE KsDICIKA LEGAL DE LISBOA Cf) 1010 SE. 1M1 NPROJt 1 | TOTAL CAP.50 O.E. | 62 922 62 922 | 14 100 14 100 | IS 500 15 SOO | 17 000 17 000 | 20 000 20 000 | 12 915 12 915 | 142 437 142 437 | |
PROJ: EQUIPAMENTO 00 INSTITUTO DE MEDICINA LEGAL DE LISBOA 1966-1997 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 62 922 62 922 | 14 100 14 100 | IS 500 15 500 | 17O0Ô 17 000 | 20 000 » 20 000 | 12 915 12 915 | 142 437 142 437 | |
PROSlCOKSTRXAO t REMODELAÇÃO NO E.P. PINHEIRO OA CR9I CP; 103» SEt EPCROZ NPROJt 1 | TOTAL CAP.50 O.E. | 156 120 118 334 | 54 OOO | 53 OOO | 58 009 | 63 000 | 69 000 | 90 OOO | 543 120 118 334 |
PROJ:CtMSTTUICAO E REMODELAÇÃO NO E.P. PINHEIRO OA CRUZ 1988-1998 ALENT | TOTAL CAP.SO O.E. | 156 120 118 334 | 54 000 | 53 000 | 58 000 | 63 000 | 69 000 | 90 000 | 543 120 118 334 |
TWlCWSTRUCAO E REWOELACAO NO «OSPITAL PRISIONAL S.JDAO DE DEUS CFt Í030 SEt XPSJO NPROJt 1 | TOTAL CAP.50 0*. | 73 766 26 993 | 3 958 | 24 OOO | 26 000 | 28 000 | 20 000 | 30 000 | 205 724 26 993 |
PROJtCOKSTRUCAO E REMODELAÇÃO NO HOSPITAL PRISIONAL S.JOAO OE OEUS 1987-1998 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 73 766 26 993 | 3 958 | 24 000 | 26 000 | 28 000 | 20 000 | 30 OOO | 205 724 26 993 |
PRCetOTSTSÍÍÇAO £ REMODELAÇÃO NO O>flEALC0EHTRE, CFe 103» SC* EPALC NPROJt 1 | TOTAL CAP.SO O.E. | 63 035 21 320 | 23 541 | 63 000 | 60 000 | 20 000 | 15 000 | X 000 | 274 576 21 320j |
HOJiCOBTRUCAO E REMODELAÇÃO NO E.P. OE ALCOENTRE 1986-1998 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 63 035 21 320 | 23 541 | 63 000 | 60 000 | 20 000 | 15 000 | 30 000 | 274 576 21 320 |
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTÉRIO O A JUSTIÇA
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIDDAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 O. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
WiCOHSTRUCAQ E RSOOEtAC» NO" E.P. COIMBRA Cf: 1030 SE: tPCOIH KPROJi 1 | TOTAL CAP.50 04. | 37 801 9 470 | 20 00» | 52 000 | 57 000 | 20 000 | 20 000 | 40 000 | 246 801 9 470 |
PROJiCONSTRUCAO E REMODELAÇÃO HO E.P. COIMBRA 1987-1998 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 37 801 9 470 | 20 009 | 52 OOO | 57 000 | 20 000 | 20 000 | 40 000 | 246 801 9 470 |
PífflSiCWSTRUCrO E RE1Q0ELACAQ NO E.P. LEIRIA CF: 1030 SE: EPtEI KPROJ: 1 | TOTAL CAP.50 04. | 42 261 19 556 | 49 459 | 63 000 | 69 000 | 75 000 | 70 000 | 60 000 | 428 720 19 556 |
PROJiCONSTRUCAO E REMODELAÇÃO NO E.P. LEIRIA 1986-1998 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 42 261 19 556 | 49 459 | 63 000 | 69 000 | 75 000 | 70 000 | 60 000 | 428 720 19 556 |
PROGiCONSTRUCAO E REMODELAÇÃO NO E.P. LISBOA CF: 1030 SE: CPUS KPROJ: 1 | TOTAL CAP.50 04. | 570 139 133 048 | 23 000 | 209 000 209 000 | 229 000 229 000 | 251 OOO 251 000 | 276 000 276 000 | 303 000 303 000 | 1 861 139 1 401 048 |
PROJiCONSTRUCAO E REMODELAÇÃO NO E.P. LISBOA 1986-1998 LVTEJ | TOTAL CAP.50 04. | 570 13» 133 048 | 23 000 | 209 000 209 000 | 229 000 229 000 | 251 000 251 000 | 276 000 276 000 | 303 000 303 000 | 1 861 139 1 401 048 |
FRCCiCDNSTRUCAO E REMODELAÇÃO HO E.P. STA. CRUZ 00 BISPO CFt 1030 SE: EPSC8P KPROJ: 1 | TOTAL CAP.5D 04. | 85 648 31 355 | 72 OOO | 11 000 | 12 000 | 13 000 | 14 000 | 40 000 | 247 648 31 355 |
PROJiCONSTRUCAO E REMODELAÇÃO NO E.P. STA. CRUZ 00 BISPO 1987-1998 NORTE | TOTAL CAP.SO 04. | 85 648 31 35S | 72 000 | 11 OOO | 12 OOO | 13 000 | 14 000 | 40 000 | 247 648 31 355 |
PMG.-ÇCHSTRUeAO í REMODELAÇÃO» t.P. SINTRA CF: 1030 SE: EPS1K KPROJt 1 ' | TOTAL CAP.» 04. | 64 266 39 347 | 9 778 | 61 000 | 67 OOO | 73 000 | 80 000 | 90 000 | 445 044 39 347 |
PROJiCONSTRUCAO E REMODELAÇÃO NO E.P. SINTRA 1986-1998 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 64 266 39 347 | 9 778 | 61 000 | 67 000 | 73 000 | 80 000 | 90 000 | 445 044 39 347 |
PROe.-CWSTRUCAO E REMODELAÇÃO HO' E.P. OS TIRES CF: 1030 SE: EPTTft KPROJ: 1 | TOTAL CAP.50 04. | 61 444 12 000 | 25 222 | 76 000 | 63 000 | 91 000 | 99 000 | 100 000 | ■ -S35 666 12 000 |
PROJiCONSTRUCAO E REMODELAÇÃO NO E.P. DE TIRES 1986-1998 LVTEJ | TOTAL CAP.SO 04. | 61 444 12 000 | 25 222 | 76 000 | 83 000 | 91 000 | 99 000 | 100 000 | 535 666 12 000 |
im-CWSTRUCAO E REMODELAÇÃO HO E.P. MONSANTO, Cf: 1030 SÉiEPHONS KPROJ: 1 " | TOTAL CAP.50 04. | 82 928 23 928 | 4 133 | 3 000 | 3 000 | 3 000 | 3 000 | 99 061 23 928 | |
PROJiCONSTRUCAO E REMODELAÇÃO NO E.P. MONSANTO 1987-1997 LVTEJ | TOTAL CAP.SO 04. | 82 928 23 928 | 4 133 | 3 000 | 3 OOO | 3 000 | 3 000 | 99 061 23 928 | |
PRDSiCOHSTRUCM) E REMODELAÇÃO NO E.P. PORTO CF; 1030 SE: EPPOR KPROJt l | TOTAL CAP.50 04. | 32 630 14 076 | 16 315 | 51 OOO | 56 OOO | 61 000 | 67 000 | 90 000 | 375 945 14 076 |
PROJiCONSTRUCAO E REMODELAÇÃO NO E.P. PORTO 1986-1993 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 32 630 14 076 | 18 315 | 51 000 | 56 000 | 61 DOO | 67 000 | 90 000 | 375 945 14 076 |
PRK;COHSTRUCAD E REMODELAÇÃO HO E.P. UNHO CF: 1030 SEi IPL» NPROJi 1 | TOTAL GAP.» 04. | 85 162 6 939 | 76 OOO | 82 000 | 90 000 | 99 000 | 108 000 | 120 000 | 660 162 6 939 |
PROJiCONSTRUCAO E REMODELAÇÃO NO E.P, LINHO 1988-1998 LVTEJ | TOTAL CAP.50 04. | 85 162 6 939 | 76.000 | 82 000 | 90 000 | 99 000 | 108 000 | 120 000 | 660 162 6 939 |
PROSiCONSTRUCAO E REMODELAÇÃO HO E.P. PAGOS DE FERREIRA Cf i 1036 SE» EPPFtt KPROJt l | TOTAL CAP.» 04, | 118 147 5 500 | 24 000 | 71 000 | 78 OOO | 85 000 | 93 000 | 70 OOO | 539 147 55t» |
PROJiCONSTRUCAO E REMODELAÇÃO HO E.P. PAÇOS OE FERREIRA 1988-1998 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | UB 147 5 SOO | 24 000 | 71 000 | 78 000 | 85 000 | 93 000 | 70 000 | 539 147 5 SOO |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(273)
MINISWTÉRIO DA JUSTIÇA
(valores em cortos)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DD PIODAC | DESPESA total | ||||||||
D E_S I G m A C A 0 | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
C.P. VALE-06.JUDE«S Cf. 1030 Sti EPWW WROJi 1 | total CAP.SO o.í. | 43 781 5 200 | 15 000 | 24 000 | 26 009 | 28 500 | 31 009 | 40 000 | 208 281 5 200 |
PROJ:CCMSTRUCAO E fOUBJCtÙ KO E.P. VALE-OE-JUKUS 1988-1998 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 43 781 5 200 | 15 000 | 24 000 | 26 099 | 28 soo | 31 000 | 40 090 | 208 281 S 200 |
tmiCCHSTRUCAO E REMODELAÇÃO ro B.P. caxias .* ' CFí 1030 SEi EPCAX KPRDJt 1 | total CAP.SO O.E. | 52 045 5 370 | - 15 000 | 31 000 | 34 000 | 37 000 | 40 000 | 45 000 | 254 04S 5 370 |
PROJ:CONSTRUCAO E REMODELAÇÃO KO E.P. CAXIAS 1388-1993 LVTEJ | total CAP.50 O.E. | 52 045 S 370 | 15 000 | 31 000 | 34 009 | 37 009 | 40 000 | 45 090 | 254 045 S 370 |
imtfWm BWSSIOHAL DOS tKCAJttX 00 imstttoto oe wu FERNANDO Cf< 1030 Stt ÎVFEft, KPROJt 1 | TOTAL CAP.SO o*. | 32 900 32 900 | 3 505 3 505 | 10 000 10 000 | 6 000 6000 | 6 609 6600 | 7 200 7 200 | 15 795 15 795 | 82 090 82 099 |
PROJl FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS EDUCANDOS DO INSTÍTUTO DE VILA FERRANDO 1988-1999 AL EXT | TOTAL CAP.50 O.e. | 32 900 32 900 | 3 505 3 SOS | 10 000 10 OOO | 6 000 6 099 | 6600 6 609 | 7 200 7 200 | 15 795 15 795 | ' 82 000 82 090 |
tWlFORHAOW PROFtSSIONAL 00$ 8WAND0S 90 dbtevtû NAVARRO'OE PAIVA CF: 1030 SEi INPAT NPROJt 1 | total CAP.50 OJj. | 8 738 8 738 | 2 000 2 000 | 2 800 2 SOO | 3 009 3 OOO | 2 412 2 412 | 18 950 18 950 | ||
PROJiFORMACAO PROnSSIOHAL DOS EDUCANDOS 00 INSTITUTO NAVARRO DE PAIVA 1983-1998 LVTEJ | TOTAf CAP.50 O.E. | 8 738 8 738 | 2 OOO 2 000 | 2 800 2 800 | 3 000 3 oco | 2 412 2 412 | 16 950 18 950 | ||
fROStfTJRWCAO PROFISSIONAL dos EDUCANDOS 00 INSTITUTO PADRE ANTOíIOBE oliveira CFt 1930 - SE) {PAOL HPROJr 1 | TOTAL CAP.50 q.e. | 26.550 26 550 | 5 000 S OOO | 10 OOO 10 000 | 11 0» 11 009 | 12 100 12 100 | 13 200 13 200 | 32 ISO 32 150 | 110 099 110 COO |
PROJiFCRHACAO PROFISSIONAL DOS EDUCANDOS 00 INSTITUTO PADRE ~ • ANTONIO OE oliveira 1987-1999 LVTEJ | total CAP.50 O.E. | 26 550 26 550 | 5 000 5 000 | 10 000 10 000 | 11 009 11 000 | 12 100 12 100 | 13 200 13 200 | 32 ISO 32 150 | ' 110 000 110 000 |
PROSi FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS' EBUCAWOS 00 cou DO PORTO CP: 1030 SEi CDASP NPROJt 1 | total. CAP.50 O.E. | 5819 5 819 | 2 000 2 000 | 2 000 2 000 | 1 209 1 200 | 11 019 11 019 | |||
PPJMtKRHACAO PROFISSIONAL DOS EDUCANDOS DO coas DO PORTO 1988-1995 NORTE | total. CAP.50 O.E. | 5 619 5 819 | 2 000 2 OOO | 2 000 2 000 | 1 200 1 200 | 11 019 11 019 | |||
xmifuwctû PRonssioNAL dos EDUCAMOS 00 COAS DE tíSBOA -CFt 1030 SEtCOASL NPROJi 1 | «TAL CAP.SO 0.£. | 6 378 6 378 | 1 500 V SOO | 1 500 1 500 | 1 222 1 222 | 10 600 19 600 | |||
PROJiFORHACAO PROFISSIONAL DOS educandos DO COAS OE LISBOA • 1987-1995 LVTEJ | TOTAL . CAP.SO O.E. | 6 378 6 378 | 1 500 1 500 | 1 500 1 500 | 1 222 1 222 | 10 600 10 600 | |||
PROGlFBUWCAO PROFISSIONAL WS educandos oo rairwro de s. DOMINGOS OE BENFICA CF: 1030 SEt ISOBEN NPROJt 1 | TOTAL CAP.50 0.£. | 3 550 3 550 | 2 000 2 000 | 2 000 2 009 | 2 200 2 200 | I 000 1 000 | 10 750 10 750 | ||
PROJiFORMACAO PROFISSIONAL DOS EDUCANDOS DO INSTITUTO DE S. DOMINGOS DE BENFICA 1989-1995 LVTEJ | total CAP.50 O.E. | 3 550 3 550 | 2 000 2 000 | 2 000 2 000 | 2 200 2 200 | 1 000 1 000 | •• • | 10 750 10 750 | |
miCOJISTJtUCAO E REHXSLACAO NO coasbe USBOA .Cf x 1030 SEi COASL NPROJt 1 | TOTAL CAP.so o.c. | 20 499 1 080 | IS 000 | 15 000 | 16 SOO | 16 150 | 19 965 | 3 966 | 199 080 1 080 |
PROJiCONSTRUCAO E REMODELAÇÃO NO COAS DE LISBOA 1991-1998 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 20 499 1 080 | 15 000 | 15 000 | 16 500 | 18 150 | 19 965 | 3 966 | 109 080 1 080 |
PROSlCONSTRUÇAO E REM0E&acao NO COAS 00 posto p,t 1030' SEt cûasp KPROJt 1. . | total cap.so o.e, | 200 407 189 892 | 66 000 66 000 | 72 000 72 000 | 60 009 60 009 | 40 000 40 000 | 39 000 30 000 | 13 108 13 108 | 481 515 471 000 |
«oj: CONSTRUÇÃO E REMODELAÇÃO NO COAS DO PORTO 1987-1998 NORTE | total . CAP.50 O.E. | 200 407 169 892 | 66 OOO 66 000 | 72 000 72 000 | 69 000 60 000 | 40 000 40 ooo | 30 099 30 000 | 13 108 13 108 | 481 515 471 000 |
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PtDOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
0 e S i 6H AC.A0 | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | m | 107 | SEfiBJJTTJ | ||
CÔAS: BE COIMBRA1 CFt 1030 Sf: COASC HPftOJr t | TOTAL CAP.» 04. | 132 423 132 423 | 60 000 » 000 | 65 000 65 000 | 70 000 70 009 | 77 090 77 000 | 23 577 »597 | 42* 090 42* 000 | |
PROJiCONSTRUCAO e REHOOELACAO NO CÔAS OE coimbra 1987-1997 centr | total CAP.» O.e. | 132 423 132 423 | 60 0» 60 OOO | 65 000 65 000 | 70 009 70 000 | 77 09» 77 00» | 23 577 a 577 | 42* 000 42* 09» | |
«KtCOSSTSOCAO E REMCÇQAEAO NO INSTITUTO oa gbarda CP. 1030 SEi lEUAHfi HPittUt 1 | TOTAL CAP.50 04. | 99 187 » 020 | 22 000 | 24 000 | 28 400 | 2» 040 | 31 940 | X 393 | 2*7 9*0 95 020 |
PRCOlCOKSTRUCAO e REMODELAÇÃO NO instituto DA GUARDA 1987-1999 CENTR | TOTAL CAP.» 04. | 99 187 55 020 | 22 000 | 24 0» | 26 400 | 29 040 | 31 940 | X 393 | 287 96» 55 020 |
pROBiCONSTJBJCAO E REMODELAÇÃO HO instituto CF: 1030 SEi 1SDBEN KPROJi 1 | TOTAL CAP.» 04. | 19 523 15 788 | 25 9» 25 9» | 30 000 30 OOO | 33 000 33 000 | 36 300 3« 309 | »409 »400 | 137 967 117 967 | 322 15» 31*415 |
PROJiCONSTRUCAO e REMODELAÇÃO NO instituto OE S.DCWNGOS DE BENFICA 1986-1999 LVTEJ | TOTAL CAP.» 04. | 19 523 15 788 | 25 960 25 9» | »000 X 000 | 33 000 33 000 | X 100 X 30» | »40» »400 | 13» 967 137 9*7 | 322 1» 31(419 |
prooicowwucao e remodelação no instituto oe s.fkl cf: 1030 se: isfkl nproj: 1 | TOTAL CAP.SO 04. | 108 355 108 355 | 15 SOO 15 500 | 26 000 26 000 | 28 600 28 609 | 31 460 31 460 | 34 500 34 50» | S 785 5 765 | 2» 200 2» 200 |
PROJiCONSTRUCAO e REMODELAÇÃO NO instituto DE S.FIEL 1986-1998 centr | TOTAL CAP.» O.E. | 108 355 108 355 | 15 500 15 500 | 26 000 26 009 | 28 609 28 600 | 3) 460 31 460 | 34 500 34 500 | 5 7*5 5 7*5 | 250 200 290 209 |
FNOGiCONSTRUCAO e REMODELAÇÃO NO INSTITUTO PADRE ANTONIO OE OLIVEIRA CF: 1030 Sf I ipaol NPROJl 1 | TOTAL CAP.» 04. | 23 959 15 882 | 20 000 | 21 000 | 23 109 | 25 410 | 27 9» | 71 693 | 213112 15 8*2 |
PROJiCONSTRUCAO e REMODELAÇÃO NO instituto PADRE antonio OE OLIVEIRA 1988-1999 lvtej | total CAP.» 04. | 23 959 15 882 | 20 000 | 21 000 | 23 10» | 29 410 | 27 0» | 7] 693 | 213112 15 882 |
PROGtCONSTRUCAO £ REMODELAÇÃO N» centro ESCOLAR OE S.BESKAROIRO CFt 1030 SE: CESBER KPROJt 1 | TOTAL CAP.50 04. | 249 697 7 103 | 69 000 | 64 000 | 60 009 | 2» 756 | 472453 7 103 | ||
PROJiCONSTRUCAO e REMODELAÇÃO NO centro escolar DE S.BERNARDINO 1988-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.» 04. | 249 697 7 103 | 69 000 | 64 000 | 60 009 | 2» 756 | «72 453 7 103 | ||
PROBlCOXSTRUCAO e REMODELAÇÃO HO INS1TTJUT0 NAVARRO DF paiva CFt 1030 St: 1npai nproj: 1 | TOTAL CAP 40 04. | 22 713 5 969 | 3 000 | 4 009 | 4 409 | 3 300 | 1 «7« | »389 5969 | |
PROJ:CCNSTRUCAO e REMODELAÇÃO NO instituto navarro DE PAIVA 1988-1997 lvtej | TOTAL CAP.» O.e. | 22 713 5 969 | 3 OOO | 4 000 | 4 409 | 3 300 | 1 »78 | »3*9 5 969 | |
PROSiCORSWUCAO E REMODELAÇÃO NA escola PROFISSIONAL OE SANTO ANTONIO cf: 1030 SE: epsant nproj: 1 | TOTAL CAP.50 04. | 55 245 » 245 | 25 000 25 000 | 27 009 27 000 | X 2» X 2» | 33 000 33000 | 29 ROS 20 805 | 191 300 186 300 | |
PROJiCCNSTRUCAO e REMODELAÇÃO NA escola PROFISSIONAL DE santo ANTONIO 1987-1997 NORTE | TOTAL CAP.» 04. | 55 245 U 245 | 25 000 25 000 | 27 000 27 000 | » 2» 30 2S9 | 33000 33 009 | 20 60$ 20*05 | m SN 186 300 | |
IWtlNVESTJGACWOe temas JURÍDICO-SOCIAIS CTi 1010 se: CSJ HPftOJ: 1 | TOTAL CAP.» 04. | 2 996 2 996 | 20 000 20 000 | 10 OOO 10 009 | 32 «9* »996 | ||||
PROJ:INVESTIGAÇÃO DE temas jurídico-sociais 1992-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.» O.e. | 2 996 2 996 | 20 000 20 000 | 10 000 10 000 | 32 99« 32 996 | ||||
PROStCOHSTRUCAO e REMODELAÇÃO 00 instituto OE VILA FERNANDO Crv m SE» 1VFER imj: 1 | TOTAL CAP.» 04. | 10 000 | 11 009 | 12 100 | 26 «00 | 6} 700 | |||
PROJiCONSTRUCAO e REMODELAÇÃO 00 instituto DE VOA FERRANDO 1994-1997 alent | TOTAL CAP.» 04. | 10 000 | 11 009 | 12 100 | 2*600 | «11« |
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MINISTÉRIO OA JUSTIÇA
(VALORES EM COITOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTÉRIO 0* JUSTIÇA
(VALORES EH COITOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DD PIDDAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
OESIGNACAO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | .1995 | 1996 | 1997 | AMOS SEGUINTES | ||
pROStlHfOKWIZACAO «3* SERWCO? PRISIONAIS CF: 1030 St» 06SP NPROJi 1 | TOTAL CAP.SO 04. | 408 408 | 8 000 8 000 | 8408 8 408 | |||||
PROJ:INFORMATIZAÇÃO OOS SERVIÇOS PRISIONAIS 1991-1994 VRESI | TOTAL CAP.SO O.E. | 408 408 | 8000 8 00» | 8408 8408 | |||||
ÍRgetSPEJW - SISTEMA OE ttKMOO ESTATÍSTICA DA JUSTIÇA ffi 1010 SE» SEM! NPRUi 2 | TOTAL CAP.SO 94. | 185 168 100 893 | 37 600 37 600 | 10 000 10 000 | 35 000 35 000 | 267 768 183 493 | |||
PROJtCOHSTITUICAO DE BASES DE DADOS DE IXF06MACAO ESTATÍSTICA 1988-1995 IVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 80 013 8» 013 | 9 400 9 400 | 4 OOO 4000 | 5000 5 000 | »8 413 98 413 | |||
PROJ1INVESTI6ACAD JWIDICO-SCCIAL RO ÂMBITO DA JUSTIÇA 1988-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 105 155 20 880 | 28 200 28 200 | 6 000 5 OOO | 30 00» 30 000 | 169 355 85 080 | |||
PSÜBtSISTEHA DE INFORMAÇÃO AUTOMATIZADO OA POUCIA JUDICIARIA CF» 1030 SEt PJ HFROJf I | TOTAL CAP.SO O.E. | B77 585 741 329 | 113 600 113 600 | 135 000 135 000 | 130 00» 130 000 | 140 000 140 000 | 1 396 185 1 259 929 | ||
PROJ:SISTEHA DE INFORMAÇÃO AUTOMATIZADO DA POLICIA JUDICIARIA 1986-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 877 585 741 329 | 113 600 113 600 | 135 000 135 OOO | 130 000 130 000 | 140 000 140 000 | 1 396 185 1 259 929 | ||
PltOSiRECONVERSAO OA TROTA AUTOMÓVEL OA POLICIA JUDICIARIA CF; 103» SE; PJ NPROJl 1 | TOTAL CAP.60 O.E. | 506 336 506 336 | 50 000 50 000 | 55 000 55 OOO | 60 OOO 60 00» | 80 000 80 000 | 179 000 179 000 | 930 336 930 336 | |
PROJiRECONVERSAO DA FROTA AUTOMÓVEL DA POLICIA JUDICIARIA 1986-1999 VRESI | TOTAL CAP.SO O.E. | 506 336 506 336 | 50 000 50 OOO | 55 OOO 55 OOO | 60 000 60 000 | 80 000 60 000 | 179O90 179 000 | 930 336 930 336 | |
PRüSilKSTALACAO DE SERVIÇOS 00 MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CF: )030 SE! SG KPROJ: 2 | TOT». CAP.SO 04. | 853 897 48 864 | 141 000 | 200 OOO | 200 000 | 220 000 | 240 00» | 260 OOO | 2 114 B97 48 864 |
PROJlREHOOELACAO E INSTALAÇÃO OOS SERVIÇOS MEDICO-LEGAIS 1987-1999 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 104 986 25 910 | 49 000 | 70 OCO | 70 000 | 100 000 | 110 000 | 120 000 | 623 988 25 910 |
PROJ:REHCOELACAO E INSTALAÇÃO DOS SERVIÇOS CENTRAIS 00 MINISTÉRIO DA JUSTIÇA 1987-1999 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 748 911 22 954 | 92 000 | 130 000 | 130 000 | 120 000 | 130 000 | 140 090 | 1 490 911 22 954 |
pROGtStSTaW AUTOMÁTICO DC INFORMAÇÃO DO CGHBATE A DROGA CF: 1030 St: GPCCO NPROJi 1 | f TOTAL CAP.50 O.E> | 48 683 | 20 000 | 21 OOO | 22 500 | 25 000 | 40 404 | 177 5B7 | |
PROJiSISTEHA AUTOMÁTICO DE INFORMAÇÃO DO COMBATE A DROGA 1990-1997 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 48 683 | 20 000 | 21.000 | 22 SOO | 25 000 | 40 404 | 177 5B7 | |
ffWiSENQVACAO £ AMPLIAÇÃO OA FROTAAWCHOva 09 IRS . \ tfí 103» SE: IRS XPROJt 1 | • TOTAL-CAP.50 04. | 61 664 61 664 | 14 000 14 000 | 16 000 16 OOO | 16 000 1» 000 | 16 000 16 000 | 16 000 16 000 | 139 664 139 664 | |
PROJ:RENOVACAO E AMPLIAÇÃO OA FROTA AUTOMÓVEL 00 IRS 1989-1997 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 61 664 61 (64 | 14 000 14 000 | 16 000 16 OOO | 16 000 16 OOO | 16 000 16 000 | 16 000 16 000 | 139 664 139 664 | |
pHP9.*$tSTEMA DE GESTÃO AUTCMAnZADO 0» GABINETE DE DIREITO EUROPEU Cf» 1010 St: «OE NPROJi 1 | TOTAL CAP.SO O.E. | 7 613 7 613 | 2 632 2 632 | 2 950 2 950 | 13 195 13 195 | ||||
PROJlSISTEMA OE GESTÃO AUTOMATIZADA 00 GABINETE DE DIREITO EUROPEU 1988-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 7 613 7 613 | 2 632 2 632 | 2 950 2 9S0 | \S 195 13 195 | ||||
»H»í8J»ISTl>«ACim OE PESSOAS COLECTIVAS tttiko «««mi rnaxi | TOTAL CAP.50 04. | 59 565 | 50 000 | 53 655 | 30 000 | 15 000 | 208 420 | ||
PROJ:COKSTITUICAD OE BASES DE DADOS 00 REGISTO NACIONAL DE PESSOAS COLECTIVAS 1992-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 51 218 | 1« 365 | 43 655 | 30 00» | 15 000 | 158458 |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(277)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIDOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
0ESI6RACA0 | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PROJiADAPTACAO DAS INSTALAÇÕES 00 REGISTO NACIONAL DE PESSOAS COLECTIVAS 1992-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 8 347 | 31 615 | 10 000 | 49 962 | ||||
SPROSíSBEC . SISTSiA 08 INFORMAÇÃO DÊ GESTÃO E SECORSOS CFt 1010 St» GEMI NP0Nt 1 | TOTAL CAP.SO ttS. | 13 000 13 000 | 5 000 5 000 | 3 000 3000 | 21 000 21 000 | ||||
PROJiSIREC • SISTEMA OE INFORMAÇÃO OE GESTÃO E RECURSOS 1994-1996 VRE6I | TOTAL CAP.50 O.E. | 13 009 13 000 | 5 009 5 009 | 3000 3 000 | 21 DOO 21 000 | ||||
PR06.PJ=H0»EtACAO DAS INSTALAÇÕES. DO SEPHJ CF« 1010 SE* OEDÚ NPROJt 1 | TOTAL CAPJS004. | 27 050 27 050 | 10 000 10 000 | 5 000 5 000 | 42 050 42 050 | ||||
PRMiRfTCOELACAO 045 INSTALAÇÕES OOGEPH) 1994-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 27 050 27 050 | 10 009 10 000 | 5 000 5 000 | 42 050 42 050 |
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"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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PIDDAC 1994
MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS
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"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(281)
MINISTERIO OOS NEGOCIOS ESTRANGEIROS
(VALORES EH CONTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Página 282
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Página 283
PIDDAC 1994
MINISTÉRIO DO PLANEAMENTO E DA ADMINISTRAÇÃO DO TERRITÓRIO
Página 284
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(285)
MINISTERIO DO PLANEAMENTO E ADMINISTRAÇÃO DO TERRITÓRIO
(VALORES EM CORTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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150-(286)
II SÉRIE-A - NÚMERO 11
MINISTÉRIO DO PUIEMEITO E ADHINIST RA CAO DO TERRITÓRIO
(valores eh coitos)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIDOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 ■ | 1996 | 1097 | ANOS SBBUUffO | ||
PRDJíCWSTRUCAO 00 Q.B.V.OURIQUE 1987-1994 ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 14 575 14 575 | 42 000 42 000 | 26 511 24 511 | •3 088 «3 038 | ||||
PROJiCONST. DO Q. B. V. OE MBA 1992-1998 CEHTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 12 750 12 750 | 22 000 n ooo | 15 250 15 250 | 4 89» 4(99 | 140» 8 400 | 63 2» 61299 | ||
PROJlCONSTRUCAO 00 Q. 8. V. OE ALCOENTRE - 2Fi ACABAMENTOS 1991-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 14 544 14 544 | 16 000 16 000 | 35 956 35 955 | 68 500 66 SOO | ||||
PROJiCCMSTRUCAO 00 Q.B.V. DA POVOA DE VARZIM 1991-1998 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 6 511 6 511 | 18 586 16 586 | 20 00» 20 00» | »023 33 023 | 76120 76 120 | |||
PROJ:06RAS OE PEQUENA REPARAÇÃO E CONSERVAÇÃO • QUARTÉIS DE BOMBEIROS 1993-1995 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 50 000 50 000 | 35 000 35 000 | 35 000 35 000 | 120 000 120 000 | ||||
PROJiOOTACAO A DESAGREGAR - OBRAS NOVAS - QUARTÉIS DE BOMBEIROS 1994-1998 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 211 9*5 211 »45 | 487 40* 487 404 | 847 938 847 938 | 1 547 187 1 547 287 | ||||
PROJiCONST. DO Q. B. V. DE CERCAL 00 ALENTEJO 1991-1994 ALENT | TOTAL CAP.SO O.E. | 37 989 37 989 | 10 400 10 400 | 17 333 17 333 | «5 722 65 722 | ||||
PROJiCONSTR. 00 NOVO Q. B. V. DE CASTELO BRANCO 1990-1994 CEHTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 24 400 24 400 | 50 335 50 335 | 23 072 23 072 | •7 807 «7 «07 | ||||
PROJiCONST. 00 Q. B. V. DE PORTEL 1991-1994 ALENT | TOTAL CAP.SO O.E. | 33 041 33 041 | 12 959 12 959 | 10 000 10 000 | 55 00» 55 009 | ||||
PROJiQ. B. V. OE VILA DAS AVES 1990-1994 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | «2 020 52 020 | 11 845 11 845 | 10 000 10 008 | 83 865 63 865 | ||||
PROJtQUARIEL-SEDE DA ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DOS B.V.USBONENSES EH SETE RIOS, LISBOA 1991-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 35 430 35 430 | 10 000 10 000 | 18 200 16 20» | »570 9 570 | 73 200 73 200 | |||
PROJiCOXSTRUCAO DD Q.B.V. DE HELRES • GONDOMAR 1991-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 58 000 58 000 | 15 000 15 000 | 6 600 6 800 | 70 800 79 809 | ||||
PROJiCONST. DO Q.B.V.DE MARCO DE CAXAVEZES 1991-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 38 000 38 OOO | 7 119 7 119 | 27 000 27 000 | 7111» 72 119 | ||||
PROJiCONST. Q.B.V. OE AGUDA 1992-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 22 187 22 187 | S 813 S 813 | 26 000 2» 000 | |||||
PROJiQ.B.V. DE VILA VELHA DE RODAO • 3F. 1992-1994 CEHTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 820 820 | 7 022 7 022 | 7442 | |||||
PROJiCONST. DO Q. B. V. OE PERNES 1992-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 29 441 29 441 | 19 440 19 440 | 22 540 22 540 | 119 119 | 71 5*0 71 540 | |||
PROJiQ.B.V. OE PINHÃO 1991-1994 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 41 500 41 500 | 3 280 3 260 | 1 000 1 00» | 45 Tl» 45 780 | ||||
PROJiCOHST. 00 QUARTEL SCOE DOS B.V. OE CANECAS 1991-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 37 000 37 000 | 7 510 7 510 | 7 366 7 366 | 61 671 51 87» | ||||
PROJiAMPL. 00 Q.B.V. DO FUNDÃO E CONST.PARQUE OE VIATURAS OA 4 SECCAO OE SILVARES 1991-1994 CEHTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 13 000 13 000 | 12 519 12 519 | 11 261 11 261 | 36 TM 36780 | ||||
PROJiNOVO QUARTEL DOS B.V. DE CETE 1991-1994 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 26 665 28 865 | 4 135 4 135 | 22 977 22 977 | 53 977 53 »77 |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(287)
MINISTÉRIO DO PLANEAMENTO E A 0 «J111 S T R A C A 0 00 TEBtITOtIO
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO OA EXECUÇÃO FINANCEIRA DD PTODAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
OESISIACAO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PROJlCOWST. 00 NOVO OUARTEL-SEDE OOS 8.V.0E PAÇOS OE SOUSA 1991-199« RORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | a 010 a oto | 16 000 U 000 | «990 «990 | 63 000 63 090 | ||||
PROJlQ.B.V. OE S. JOÃO OA PESQUEIRA 1M1-199S NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 3 599 3 699 | 44(91 44 «91 | 4 010 4 010 | 62 SOO 92 900 | ||||
PROJlCnCTRUCAO DO Q.B.V. OE MONCHIQUE 1991-1996 ALGAR | TOTAL CAP.50 O.E. | 3 053 3 093 | 10 OOO 10 OOO | 13 150 13 150 | 18 598 18 593 | 28 597 28 597 | 73 398 73 398 | ||
PROJlQ.B.V. OE S. JOÃO OA MADEIRA 1994-1995 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 17 575 17 575 | 30 000 30 009 | 35 491 35 491 | 83 066 (3 066 | ||||
PROJlCCNST. DO QUARTEL SEDE B.V. OE PENACOVA 1994-1996 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 7 000 7 000 | 35 00» 35 009 | »090 a ooo | 76 000 78 090 | ||||
PROJlCCNST. DO QUARTEL SEDE B.V. OE ODIVELAS 1994-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 7 00» 7 009 | 35 009 35 099 | 42 009 42 000 | 84 000 84 090 | ||||
PROJlCOWT. 00 QUARTEL SEDE B.V. OEOAFUMO 1994-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 7 000 7 000 | 35 00» 35 000 | 43 209 43 200 | 85 200 85 200 | ||||
PCOJiCOXST. 00 Q.B.V. OE POVOA OE SANTA DUA 1994-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 7 000 7 099 | 30 000 30 000 | 35 000 35 000 | 72 099 72 000 | ||||
PROJlQ.B.V. DE LIXA 1994-1996 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | • | 7 000 7 000 | 35 000 35 000 | 43000 43 000 | 85 000 85 000 | |||
PROJ.REHOO. £ AMPl. 00 Q.B.V. DE FAO 1992-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 14 000 14 000 | 32 500 a 500 | » 11« « 11» | 52 618 52 618 | ||||
PROJiAMPl. 00 Q.B.V. DE CASTELO DE VIDE 1992-1994 ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 8 000 8 000 | 1 000 1 000 | 10 322 10 322 | 19 322 19 322 | ||||
PROJtAHPl. 00 Q.B.V. DE SOURE 1993-1994 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 15 000 15 000 | 45 000 45 009 | 60 000 60 000 | |||||
PROJlCCNST. DO Q.B.V. DA PAMPILHOSA 1993-1994 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 10 000 | 22 537 22 537 | 32 537 X 537 | |||||
PROJlQ.B.V. DE PAMPILHOSA OA SERRA 1993-1994 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 15 000 19 «00 | 28 200 2(200 | 43 200 43 200 | |||||
PROJiQ. B. V. OE AMARES 1994-1996 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 7 000 7 009 | 20 009 20 009 | » 000 » 000 | 57 000 57 000 | ||||
PROJlCCNST. 00 Q. B. V. DE TERRAS OE BOURO 1992-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 14 OOO 14 000 | 2» 000 26 000 | 11 000 11 009 | i | 51 000 51 090 | |||
PROJiAMPl. 00 Q. B. V. DE COIMBRA 1994-1996 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 7 009 7 099 | 25 000 25 000 | 27 500 27 500 | 59 509 59 500 | ||||
PROJlCCNST. Q. B. V. 00 ALANDROAL 1993-19» ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 44 000 «000 | 20 400 20 409 | 64 400 64 400 | |||||
ftOJiCONST. DAS NOVAS INST. 00 OUARTEL-SEDE DOS B.V. DE í. MARTINHO 00 PORTO 1993-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 20 000 20 000 | 40 514 40 514 | 2 049' 2 049 | 62 563 62 563 | ||||
PROJlCCNST. 00 NOVO Q.B.V. OE ALENQUER WH-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 7 000 7 009 | 25 009 25 000 | a ooo a ooo | 65 009 65 000 |
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150-(288)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTÉRIO DO PLAIEAHEITO E AONINISTRACAODO TERRITÓRIO
(valores a canos)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIODAC | DESPESA • TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | ■ 1994 | 1995 | . ,1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PODJiCOMST. 00 Q. B. V. CASCAIS 1991-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 4 «76 4 676 | 7 ooo 7 000 | IS 000 15 000 | 13 924 13 924 | 40 800 4« m | |||
PROJlCCNST. DO NOVO 0. B. V. DE MOSCAVIDE 1992-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | «449 4 449 | 10 COO 10 000 | 29 671 29 671 | 25 000 25 000 | 69 120 69 120 | |||
PROJiQ.B.V. DA LOURINHA 1993-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 1« 500 18 SOO | 6500 6 SOO | 25 000 25 000 | |||||
PROJlCCNST. 00 Q. B. V. AVISEHSES 1993-1995 ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 000 2 OOO | 9 000 9000 | 1 OOO 1 000 | 12 000 12 000 | ||||
PROJiAMPl. DO Q. B. V. DA TRAFARIA 1993-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 10 000 | 24 OOO 24 000 | 15 000 15 000 | 49 000 49 000 | ||||
PROJiCONST. 00 Q. B. V. DE CHAVES 1994-1996 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 7 000 7 OOO | 20 000 20 000 | 19 900 19 900 | 46 900 46 900 | ||||
PROJiAMPL. OA SEDE DOS B. V. OE VOUZELA 1993-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 10 ooo | 10 SOO 10 500 | 4 000 4 000 | 24 500 24 SOO | ||||
tXttiECDVWtUITO RELIGIOSO CF; 6020 SEi DOOT NPROJs 33 | WTAL CAPJSO O.E. | 327 470 327 470 | 641 872 641 672 | 900 000 900 000 | 1 037 597 1 037 597 | 895 191 895 191 | 3 802 130 3 602 130 | ||
PROJiCONST. OA IGREJA OE S. BENTO DE GOLFE IRA. EM MIRANDELA 1991-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 64 682 64 882 | 2 462 2 462 | 1 538 1 538 | 68 882 68 882 | ||||
PROJiCONSTRUCAO DA IGREJA DE S. PEDRO E S. JOÃO DO ESTORIL 1990-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 62 026 62 026 | 22 000 22 000 | 5.974 5 974 | 90 090 90 OOO | ||||
PROJiOBRAS DE PEQUENA CONSERVAÇÃO E REPARAÇÃO - EQUIPAMENTO RELIGIOSO 1993-1995 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 261 983 261 983 | 240 OOO 240 000 | 240 OOO 240.000 | 741 983 741 983 | ||||
PROJiDOTACAO A DESAGREGAR - OBRAS NOVAS • EQUIPAMENTO RELIGIOSO 1994-1996 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 259 906 259 906 | 620 216 620 216 | 832 878 832 878 | 1 713 000 1 713 000 | ||||
PROJiSE OE BRAGANÇA - CONSTRUÇÃO DO CORPO INICIAL 1992-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 65 727 65 727 | 100 000 100 000 | 34 273 34 273 | 200 000 200 000 | ||||
PROJiCONSTRUCAO DA IGREJA PAROQUIAL DE AGUALVA - CACEM 1991-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 38 477 38 477 | 15 523 15 523 | 16 OOO 18 000 | 72 000 72 000 | ||||
PROJiCONST. OA IGREJA OE LOURES -2F i CAPELAS MORTUÁRIAS 1991-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 500 SOO | 3 980 3 980 | 2 000 2 000 | 6 480 6 480 | ||||
PROJiCONSTRUCAO DA NOVA IGREJA PAROQUIAL TERRAS OE BOURO 1990-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 24 705 24 705 | 7 500 7 500 | 1 966 1 966 | 34 171 34 171 | ||||
PROJiNOVA IGREJA OE ABORIM 1991-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 3229 3 229 | 1 500 1 SOO | »7» | |||||
PROJiCONST. DA IGREJA DE VALVERDE 1991-1994 ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 9 609 9809 | SOO 500 | 1 000 1 OOO | 11 309 11 309 | ||||
PROJiRENOV. 00 CENTRO PAROQUIAL DO PINDO 1991-199» CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 12 020 12 020 | 8 000 8 000 | 3 980 3 980 | 24 090 24 OOO | ||||
PROJiCONSTRUCAO DO SANTUÁRIO DE N. S. OA PIEDADE. EM LOULÉ 1992-1996 ALGAR | TOTAL CAP.50 O.E. | 4 722 4 722 | 10 000 10 ooo | 36 OOO 36 000 | 30 000 30 000 | 278 278 | BI 000 81 000 |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(289)
MINISTERIO DO PLANEAMENTO E ADMINISTRAÇÃO 00 TERRITORIO _
(VALORES EN CORTOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIDDAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PROJ:REHDD. E AHFt. DA IGREJA DE COVÃO DO LOBO 1992-1994 CEHTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 354 10 364 | 15 000 IS 000 | 7 593 7 593 | 32 957 32 957 | ||||
PROJiCEKTRO SOCIAL E PARCO. DE CASTELÕES 1994-1996 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | S 009 5 099 | IS 000 15 000 | O 335 21 335 | 41 335 41 335 | ||||
PROJiCONST. 00 CENTRO PAROQUIAL OE MOURA 1992-1994 ALENT | TOTAL CAP.SO O.E. | 3 399 3 399 | 29 158 29 158 | 9 691 9 601 | 42 158 42 158 | ||||
PROJl IGREJA PAROQUIAL DE CUSTDIAS 1992-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 160 10 160 | 8 000 8 000 | 6 244 8 244 | 26 404 26 404 | ||||
PROJiCOHST. DA IGREJA CENTRO PARCQ. DE STA. MARTA CASAL DE CAMBRA 1992-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 3 916 3 916 | 17 9S8 17 958 | 19 042 19 042 | 1 084 1 084 | 42 000 42 000 | |||
PROJ:IGREJA DE N.S. OE PATINA NO ENTRONCAMENTO 1992-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 3 782 3 782 | 30 009 30 000 | 21 418 21 418 | 55 209 55 200 | ||||
PROJiSAXTUARIO N.S. 00 MINHO 1992-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 4 500 4 500 | 15 009 15 000 | 10 SOO 10 SOO | 30 090 30 000 | ||||
PROJiCEKTRO PAROQUIAL DE FIÃES 1993-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 18 009 18 000 | 10 200 10 209 | 28 200 28 200 | |||||
PROJiCEKTRO PAROQUIAL OE BARCELINHOS 1993-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 009 10 000 | 19 009 19 000 | 20 000 20 000 | |||||
PROJiREP. OA IGREJA DOS CONGREGADOS - ESTREMOZ 1993-1994 ALENT | TOTAL CAP.SO O.E. | 23 254 23 254 | 32 424 32 424 | 55 678 55 678 | |||||
PROJiCONST. IGREJA N.S. DO CABO 1993-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 10 000 10 000 | 16 350 16 359 | 15 000 IS 000 | 500 SOO | 41 850 41 850 | |||
PROJiCENTRO PAROQUIAL 00 CRISTO REI 1993-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | S 000 S 000 | 30 009 30 000 | 25 000 25 OOO | 60 000 60 000 | ||||
PROJiBLOCO ESCOLAR 00 SEMINÁRIO OE VIANA DO CASTELO 1993-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 19 000 19 000 | 10 220 10 220 | 29 220 29 229 | |||||
PROJiCONST. CENTRO PAROQUIAL OE LINDA-A-VELHA 1994-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 15 000 IS 009 | 30 009 39 000 | 40 200 40 200 | 85 200 85 200 | ||||
PROJiCONST. IGREJA MATRIZ DA LOUSA 1994-1995 CEHTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 15 009 15 009 | 12 354 12 354 | 27 354 27 354 | |||||
PROJl IGREJA PAROQUIAL OE VALENÇA 09 DOURO 1994-1995 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 14 057 14 057 | 10 543 10 543 | 24 600 24 600 | |||||
PROJiCENTRO SOCIAL E PAROQ. OE CARRE60SA 1994-1994 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 16 000 18 000 | 18 000 18 000 | ||||||
PROJiIGREJA MOVA E CENTRO PAROQUIAL DA FREGUESIA OE H. SUA. DA CONCEIÇÃO DE QUARTEIRA 1992-1995 ALGAR | TOTAL CAP.50 O.E. | 4 SOO 4 SOO | 10 090 10 000 | 27 722 27 722 | 27 500 27 500 | 69 722 69 722 | |||
PROJiCOKPLEXO PAROQUIAL DE S. JOANA PRINCESA-PROJ. 1991-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 652 652 | 4 012 4 012 | 4 664 4 664 | |||||
PROJiCONST. OA NOVA IGREJA OE S. MARTINHO, EH VILAR 00 PARAÍSO 1991-1995 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 100 100 | 5 000 5 000 | 6 900 6 900 | 12 000 12 090 |
Página 290
150-(290)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
miiisterio 00 planeamento e aoriiistbacao do território
(valores eh carros)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO EMARCEIRA 00 PIOOAC | |||||||
DESIGNAÇÃO | ATE H/1Z/S2 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1 1 ANOS | OESPESA TOTAL | |
NAMDUFE 1993-1995 CEHTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 3 534 3 534 | 2 SOO 2 SOO | 2 009 2 009 | 6 034 8 034 | ||
mmvaimvítfWA CFt 60» SEt QGQT NPROdi tf | WH. W.500X. | S96 OBB 596 066 | 261 300 261 300 | 1 200 000 1 200 009 | 1 217 489 1 217 489 | 1 100 794 1 109 79* | 4 37S671 4 37S 671 |
PR0J|SENS»1LIZACA0 PARA 0 atOEMAMENTO 00 TERRITÓRIO 1992-1996 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 1 229 1 229 | 31 500 31 600 | 50 000 50 000 | 59 090 50 000 | 50 000 50 000 | 182 829 182 829 |
PROJtAPOIO A INST. E FUNCIONAM. DE GABINETES TÉCNICOS LOCAIS 1969-1996 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | StS 663 S6S 653 | 153 700 153 700 | 145 547 145 547 | 150 009 159 900 | 150 000 150 000 | 1 184 900 1 184 900 |
PROJiCH. DE CASTANHEIRA DE PERA - REAB. OE ESPAÇOS PUBL. E ARRUAM. 00 CENT. «ST 1993-1995 CERTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 4 750 4 750 | 7 100 7 100 | 7 250 7 250 | 19 100 19 199 | ||
PROJiCH. DE POMBAL - REAB. DE INFRAEST. NA ZONA DA VÁRZEA 1993-1995 CEHTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 2 000 2 000 | 2 SOO 2 SOO | 2 750 2 750 | 7 259 7 259 | ||
PROJ:C.H. OE CONSTÂNCIA • REAB. DE ESPAÇOS PUBUCOS 1993-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 2 000 2 000 | 3 009 3099 | 2 660 2 860 | 7 860 7 860 | ||
PROJ:C.H. DE VILA NOVA BARQUINHA • ARRANJOS EXTERIOS IGREJA MATRIZ OE TANCOS 1993-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 2 SOO 2 500 | 3 500 3 509 | 3 000 3 000 | 9099 9 000 | ||
PROJiCH. DE ARGANIL - RECUP. OA CAPELA DO SENHOR OA AGONIA 1993-1994 CERTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 2 200 2 200 | 3 050 3 050 | 5 250 5 259 | |||
PROJiC.M. DE HEDA - REAB. URBANA 03 CENTRO HISTÓRICO OA ALDEIA OE CASTEICAO 1993-1994 CEHTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 1 400 1 400 | 2 009 2 099 | 3 400 3 409 | |||
PROJ:CH. TRANCOSO • OBRAS DE REAB. URBANA DO LARGO DO SENHOR DA CALCADA 1993-1994 CEHTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 1 000 1 000 | 1 450 1 459 | 2 450 2 450 | |||
PROJiCH. DE FIGUEIRÓ DOS VINHOS - OBRAS DE REAB. URBANA NO CENTRO OE FTGEIRO DOS VINHOS 1993-1994 CEHTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 1 400 1 400 | 1 725 1 725 | 3 125 3 125 | |||
PROJiCH. OE PEDRÓGÃO GRANDE -REAB. URBANA 1993-1994 CEHTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 1 500 1 SOO | 2 325 2 325 | 3 825 3 825 | |||
PROJiCH. DE TORRES NOVAS - OBRAS OE REAB. NA ZONA CENTRAL 1993-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 1 400 1 400 | 1 77« 1 77« | 3 178 3 178 | |||
PROJiCH. DE OLIVEIRA DE FRADES -RENOV. URB. CO CENTRO HISTÓRICO 1993-1994 CEHTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 650 650 | 1 025 1 025 | 1 875 1 875 | |||
PROJiOESPESAS OE APOIO AOS OIFERENTES PROJECTOS 1994-1996 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 150 900 150 099 | ISO 000 150 000 | ISO 000 150 099 | 450 990 450 000 | ||
PROJiCH. DE COIMBRA - CENTRO HISTÓRICO OE COIMBRA ALTA • ZONA DE INTERVENÇÃO 2 ALMEDINA 1992-1996 CEHTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 9 206 9206 | 55 000 55 000 | 65 009 65 009 | 78 629 78 629 | 794 794 | 298 629 208 629 |
PRMiMrTRATOS-PROGRAMA E ACORDOS DE CCOPERACAO TECNICO-FINANCEIRA - DOTAÇÃO A DESAGREGAR 1994-1996 COFIN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 7S9 000 750 OOO | 750 090 750 000 | 759 000 750 000 | 2 259 099 2 250 099 | ||
PROJlACESSO E ARRANJO EHVOLV. 00 ESTÁDIO MUNICIPAL OE CHAVES 1994-19» NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 10 000 10 009 | 23 009 23 000 | 33 000 33 900 |
Página 291
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(291)
MINISTERIO DO PLAIfABEITO E ADNIIISTBACAO 00 TERRITORIO
(VALORES EH CORTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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150-(292)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTÉRIO DO PLANEAMENTO E ADMINISTRAÇÃO 00 TERIITOBIO
(VALORES EM COUTOS)
PROGRAMAÇÃO OA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIDOAC | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 1 | 1996 1 1997 | 1 ANOS 1 SEGUINTES | DESPESA TOTAL | |
PROJ:CEHTRO SOCIO-CULTUWL (SEDE SXUL DA ASSOC. CULTURAL E OESP. DE FERRAGUDO) 1993-1995 ALGAR | TOTAL CAP.50 O.E. | 8 000 B 000 | 2 000 2 000 | 4 400 4 400 | 14 400 14 400 | |||
PROJ[BANCADAS, VEDAÇÃO E BENEFICIAÇÃO 00 CANTO OE JOGOS DO Sran CUBE VIANENSE 1992-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 000 2 000 | 9 34B 9 348 | 2 000 2 000 | 13 348 13 348 | |||
PROJiCAMPO DE FUTEBOL DO CARTAX0-P1STA DE ATLETISMO E BANCADA 1994-1996 LVTEi) | TOTAL CAP.50 O.E. | 4 018 4 018 | 8 972 8 972 | 1 962 1 962 | 14 952 14 952 | |||
PR0J:CONST. DA PISCINA OLÍMPICA KA BATALHA 1993-1995 CEHTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 15 000 15 000 | 19 300 19 300 | 1 400 1 400 | 35 700 35 700 | |||
PROJ:COHST. 00 PAV. GIHNOD. 00 CLUBE DOS "GALTTOS" 1993-1995 CEHTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 5 000 S 000 | 31 552 31 552 | 23 448 23 448 | 60 OOO 60 000 | |||
PROJ.-CAHPO DE JOGOS X FUTEBOL CLUBE CESAREHSE 1994-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 200 10 200 | 10 200 10 200 | |||||
PROJ:CAHPO DE JOGOS DE MANGUALDE 1994-1995 CEHTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 10 000 | 22 000 22 000 | 32 000 32 000 | ||||
PROJ:GDWXBP. DE OSSELA - 3F. 1994-1995 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 000 2 000 | 21 963 21 963 | 23 963 23 963 | ||||
PRO0:O8RAS 00 ESTÁDIO MUNICIPAL DE AGUEDA 1994-1995 CEHTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 000 2 000 | 1« 000 16 000 | 18 000 18 000 | ||||
PROJtCOMPLE» DE PISCINAS DE AVEIRO 1994-1996 CEHTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 15 000 15 000 | 15 000 15 000 | 30 000 30 000 | 60 000 60 000 | |||
PROJiCOMPLEXO DESPORTIVO DE OLIVEIRA DO BAIRRO 1991-1995 CEHTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 3 701 3 701 | 27 000 27 OOO | 12 558 12 556 | 2 070 2 070 | 45 327 45 327 | ||
PROJ:CONST. 00 CAMPO DE FUTEBOL E PISTA DE ATLETISMO DO VOUGA SPORT CLUBE 1994-1996 CEHTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 000 2 000 | 15 000 15 OOO | 23 741 23 741 | 40 741 40 741 | |||
PROJ: ESTÁDIO A INTEGRAR HO COMPLEXO DESP.CONCELHO DE MOURA 1993-1995 ALEHT | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 10 OOO | 32 000 32 000 | 8 000 8 000 | 50 000 50 OOO | |||
PROJ:C<*STRUCAO OA PISCINA DOS B. V. OE VIZELA 1994-1996 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 000 2 000 | 13 000 13 000 | 3 000 3 000 | 18 OOO 18 OOO | |||
PROJ:PARQUE DE JOGOS DE PORTO D-AVE 1992-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 3 000 3 000 | 5 000 5 000 | 6 160 6 160 | 14 160 14 160 | |||
PROJ:CCMflEXD DESPORTIVO DE TORRE DE MONCORVO 1992-1995 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 16 500 16 500 | 16 450 16 450 | 5 000 5 000 | 3 000 3 000 | 40 950 40 950 | ||
PROJ:CONST. 00 GINÁSIO E TANQUE DE APRENDIZAGEM OCH AGUA AQUECIDA - COIMBRA 1994-1996 CEHTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 000 2 000 | 20 000 20 000 | 26 000 26 000 | 48 OOO 46 000 | |||
PROJ: PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO DE AGUIAR DA BEIRA 1994-1996 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 000 2 000 | 25 000 25 000 | 33 000 33 000 | 60 OOO 60 000 | |||
PROJ t CONSTRUÇÃO DUM PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO EH VILAR FORMOSO 1994-1996 CEHTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 000 2 000 | 15 000 15 000 | 23 500 23 SOO | 40 SOO 40 SOO | |||
PROJ:COHPLEXO DESPORTIVO OE TRANCOSO 1994-1996 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 OCO 2 000 | 25 000 25 000 | 34 783 34 783 | 61 783 61 783 |
Página 293
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(293)
«IMJIEIIO 00 PLANEAMENTO E AOMINISTRACAO 00 TERRITORIO
(VALORES EM COITOS)
PROGRAMAÇÃO da execução FINANCEIRA do piooac | despesa total | ||||||||
desi6iaca0 | ate 31/12/92 | 1993 ex. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | anos SEGUINTES | ||
PROJiESTADIO com campo relvado para 0 «rupo oesp. de PENICHE 1993-1995 lvtej | total cap.50 o.E. | 31 500 31 SM | 35 229 35 229 | 3 500 3 soo | 70 229 70 229 | ||||
KüiHm.. e behef. do ESTÁDIO tUlICIPM. de pombal 1994-1996 cemta | TOTW. cap.50 o.e. | 16 000 16 000 | 13 880 13 880 | 3 000 3 000 | 32 880 32 880 | ||||
PROJiCOHPLEXO DE PISCINAS e cahv DE TÉNIS, ra azambuja 1992-1995 lvtej | total cap.50 o.E. | 4097 4 097 | 32 903 32 903 | 17 000 17 000 | 54 000 54 oco | ||||
PROJiSEDE E ikst. sócio cult. E oesp. do clube de CAMPISMO de lisboa (futuras ikst.) 1994-1996 lvtej | total cap.50 o.E. | 2 000 2 000 | 20 000 20 000 | 28 000 28 000 | 50 000 50 000 | ||||
PROJiCONST. 00 pav. GIKWO. para 0 ATENEU COMERCIAL de lisboa 1994-1996 lvtej | TOTAL cap.50 O.E. | 16 608 16 608 | 11 500 11 soo | 1 892 1 892 | 30 000 30 000 | ||||
PROJiCCKPLEM DESPORTIVO 00 g.d. de DIREITO - cakpo oe 'rugby' 1993-1995 lvtej | TOTAL cap.50 o.E. | IS 000 15 000 | 11 000 11 000 | 4 000 4 000 | 30 000 30 000 | ||||
PROJ:bancada COH IKFRAEST., do c. d. dos artus e Moscavide 1994-1996 lvtej | total caí.50 o.E. | 2 000 2 000 | 14 000 14 000 | 11 000 11 000 | 27 000 27 000 | ||||
PROJiCOMPLE» oe piscinas na PORTELA de sacavém 1994-1996 lvtej | total CAP.50 o.E. | S 500 s 500 | 25 000 25 000 | 23 500 23 500 | 54 000 54 000 | ||||
PROJiCONST. 00 ringue POLIVALENTE oe LAVEIRAS 1992-1995 lvtej | total CAP.50 O.E. | 3 486 3 486 | 20 714 20 714 | 7 000 7 000 | 31 200 31 200 | ||||
PROJiCONST. do pav. 6imnddesp oo H. C. oe sintra 1994-199s LVTEJ | TOTAL cap.50 o.E. | 2 000 2 000 | 12 000 12 000 | 11 000 11 000 | 25 000 25 000 | ||||
proj:ccmpu» oesp. do atlético CLUBE ALFEXENSE 1992-1994 NORTE | total cap.50 o.E. | 3 soo 3 500 | 8 700 8 700 | 7 000 7 000 | 19 200 19 200 | ||||
PROJiCOXST. de um GIMNODESPORTIVO em vila 00 CONDE 1994-1998 NORTE | total cap.50 o.E. | 2 000 2 000 | 20 000 20 000 | 25 220 25 220 | 47 220 47 220 | ||||
PROJiPAVILHAO PaiDESPORTIVO do 6IRASI0 clube 00 SUL 1994-1996 LVTEJ | total cap.50 o.e. | 2 000 2 000 | 15 000 15 000 | 24 688 24 688 | 41 688 41 688 | ||||
PROJtCONST. 00 CAMPO oe jogos RELVADO do FUTEBOL CLUBE BARREIRENSE 1994-1996 lvtej | total cap.50 o.E. | 2 000 2 000 | 14 260 14 260 | 3 000 3 000 | 19 260 19 260 | ||||
PROJtCONST. 00 PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO 00 PALMELENSE FUTEBOL clube 1991-1996 lvtej | total cap.50 o.E. | 200 200 | 2 000 2 000 | 22 300 22 300 | 5 500 5 500 | 30 000 30 000 | |||
PROOiCCMPLEXD desportivo OO vitoria oe SETÚBAL - campo oe FUTEBOL 1992-1998 lvtej | total cap.50 o.E. | 2 024 2 024 | 6 000 8 000 | 16 600 16 600 | 976 976 | 27 600 27 600 | |||
PROJtCONST. de uma piscina em «.saco 1992-1995 norte | total cap.50 o.E. | 3 000 3 000 | 14 000 14 000 | 20 000 20 000 | 5 000 5 000 | 42 000 42 000 | |||
proj:pav. SMWKSPOKTTVQ AFIFENSE 1994-1995 norte | total cap.50 o.e. | 2 000 2 000 | 19 600 19 600 | 21 600 21 600 | |||||
PROJtIKT. da ZONA DESPORTIVA oe MORTÁGUA 1994-1996 CEWTR | total cap.50 o.E. | 2 000 2 000 | 20 000 20 000 | 35 600 35 600 | 57 600 57 600 | ||||
fHãiEqtSWAMEMTO RECREATIVO' cf» JOIO 5ej BÜBT NPRtWt 17 | total cap.50 0.1. | 36 984 36 984 | 191 714 191 714 | 280 000 280 000 | 434 489 434 469 | 295 700 295 700 | 1 238 887 1 238 887 |
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150-(294)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO 00 PLANEAHENTO E ADH I I I STRACA0 00 TERRITORIO
(VALORES EU CORTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(295)
MINISTÉRIO DO PLAIEAHEITO E A 0 H 11 I STBACAO DO TERRITÓRIO
(VALORES EU COUTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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150-(296)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO DO PLANEAMENTO E ADMINISTRAÇÃO 00 TERRITORIO
(VALORES EN COITOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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16 DE DEZEMBRQ DE 1993
150-(297)
ministerio 00 plaieaneito e a 0M i n i stracao 00 territorio
PROGRAMACAO DA EJECUCAO f DUKE IRA 00 PIDOAC | DESPESA total | ||||||||
DESIGNACAO | ATE 31/12/92 | 1993 ex. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | amos SEGUINTES | ||
PRDJlREOES TBAXSEUROPEIAS E OROOCMENTO ESPACIAL europeu 1994-1996 vregi | total CAP.50 O.E. | 5 000 5 000 | 5 000 5 000 | 5 OOO 5 000 | 15 000 15 000 | ||||
PROJiOPLEHENTACAO OE bases OE 0*005 PARA 0 CRDEKAMEKTO W territorio 1994-1996 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 5 OOO 5 000 | S OOO 5 000 | $ 000 5000 | 15 OOO 15 OOO | ||||
mmnm*Kiam.tí. bformkao GEOGRÁFICA cfi un» se» ou6 »mt s | total CAP.50 | 116 552 116 552 | 56 400 56 400 | 546 520 546 520 | 1 243 730 1 243 730 | 1 097 250 1 097 250 | 1 063 250 1 053 250 | 478 250 478 250 | 4 601 952 4 601 952 |
PROJiCCNSaiDACAO da REDE do »16 1991-1998 COFÍN VREGI | total CAP.50 O.E. | 116 552 116 552 | 56 400 56 400 | 269 250 269 250 | 546 000 546 000 | 478 250 478 250 | 478 250 478 250 | 478 250 478 250 | 2 422 952 2 422 952 |
FROJtCRIACAO DE nos locáis do sn1g 1994-1997 cofín vregi | total cap.50 O.E. | 251 700 251 700 | 657 300 657 300 | 585 000 585 000 | 585 000 585 000 | 2 079 000 2 079 000 | |||
PROJiGESTAO INPORHATIZAOA dos PWT 1994-1996 COFÍN vregi | total cap.50 O.E. | 25 $70 25 570 | 40 430 40 430 | 34 000 34 000 | 100 000 100 OOO | ||||
PROSlASSÜTEaCIA TEWCA QUADRO ohjutm10 DE AP010 Si 1s1« SEt GSEPTJft KttN: 1 | total ' CAP.50 O.E, | 120 900 120 900 | 70 000 70 000 | 75 000 75 000 | 265 900 265 900 | ||||
FRDJiASSISTENClA TÉCNICA quadro camnARio de atoio 1991-1994 lvtej | total cap.50 O.E. | 120 900 120 900 | 70 000 70 000 | 75 000 75 000 | 265 900 265 900 | ||||
pr06 (ESTUCOS E ACECES DE oEsm&v&erro regional fft 1010 SEi 06« NPRftli 1 | TOTAL CAP.50 <«. | 210 000 210 000 | 150 000 150 000 | 150 000 150 000 | 510 000 510 000 | ||||
FROJiESTUDOS E accoes DE OESEXvavDorro regional 1991-1994 lvtej | total cap.50 O.E. | 210 000 210 000 | 150 000 150 000 | 150 000 150 000 | 510 000 510 000 | ||||
PROSíEStUOOS OE ovqemahehto-ccrab fft 1610 SE.- CERAS KPKUt 3 | total CAP.» O.E. | 23 200 23 200 | 11 000 11 000 | 38 000 18 000 | 72 200 52 200 | ||||
PROJiPLANO REGIONAL 00 OJDOWWTO 00 territorio 1990-1994 algar | total cap.50 O.E. | 15 100 15 100 | 8 000 8 OOO | 7 000 7 000 | 30 100 30 100 | ||||
PXU:BAS£ OE dados REGIONAL 1989-1994 algar | total cap.50 O.E. | 8 100 8 100 | 3 000 3 000 | 3 OOO 3000 | 14 100 14 100 | ||||
PROJiESTUDO 'as KARGENS 00 GUADIANA - AMBIENTE, ORDEKAMEHTO E DESENVOLVDtNTO" - sig 1994-1994 COFÍN algar | total cap.50 O.E. | 26 000 8 000 | 28 000 8 OOO | ||||||
FSGStWtMSTAT CF: 1010 SE: INE KPROt 1 | total CAP.50 O.E, | 200 000 200 000 | 80 000 80 000 | 280 000 280 000 | |||||
PROJiINTRASTAT 1993-1994 LVTEJ | total cap.50 O.E. | 200 000 200 000 | 80 000 80 000 | 280 000 280 000 | |||||
pb»:f$TWTURA OAS DOtOHACOES AERÍCOLAS CF: 1010 SEt ine NPROJí 1 | total CAP.50 O.E. | 118 000 116 000 | 120 000 120 000 | 238 OOO 238 000 | |||||
proj:estrutura OAS EXPLORACOES AGRÍCOLAS 1993-1994 VREGI | total cap.50 O.E. | 118 000 us 000 | 120 000 120 OOO | 238 000 238 000 | |||||
FROSÜUjQASSSFKACAO oe «HIOASES momas- nomcae | total CAP.50 O.E. | 180 000 180 000 | 100 OOO 100 000 | 280 OOO 280 000 | |||||
mOJiREOASSIFICACAO DE UNIDADES ECONÓMICAS • nova CAE 1993-1994 lvtej | total CAP.50 O.E. | 160 OOO 180 000 | 100 000 100 000 | 280 000 280 000 |
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150-(298)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO 00 PLANEAMENTO E A0HIN1STRACA0 DO TERRITORIO
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO TOMCEDU DO PIDDJC | ||||||||||
DESIGRACAO | ATE 31/12/9? | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1998 | 1997 | ANOS | DESPEJA TOTAL | ||
mmmitmw tmjKncAs ot fwjouwo MUBtRIR AFtlOlO StitNE NKfUil | TOTAL | 100 000 100 000 | 110 000 110 000 | 210 000 a» ooo | ||||||
PRUiREFORHULACAO DAS ESTATÍSTICAS OE PRODUCÁS INDUSTRIAL 1993-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 100 000 100 000 | 110 000 110 000 | 210 000 ao ooo | ||||||
pRosilsTuoos et awmxm-tm' efe nao sct | TOTAL CAP.» 0¿, | 47 110 47 110 | 19 908 19 908 | 120 000 45 000 | 101 000 44 000 | 20 000 5000 | 308 018 161 018 | |||
PR0J:ACCO£S INTEGRADAS DE ORDENAMENTO 1988-1995 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 47 110 47 110 | 19 908 19 908 | 20 000 20 000 | 25 000 25 000 | 112 018 112 018 | ||||
PROJrPLANOS REGIONAIS OE ORDENAMENTO TERRITORIAL 1994-1996 COFÍN NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 20 000 J 000 | 40 000 10 000 | toóos 5 000 | «too K 000 | |||||
PROJiESTUDOS ESTRATÉGICOS 1994-1995 COFÍN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 60 000 15 000 | 18 0O8 4 000 | 7» OOO 19 008 | ||||||
PROJiSISTEHA OE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA REGIONAL 1994-1995 COFÍN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 20 000 5 000 | 20 000 son | «0 080 10 000 | ||||||
AAIENCM/BOTERA/ NORTE OE PORTUGML CF«TOJO SÊíCCRN WROJVt | TOTAL CAP JO 0*. | 48 334 48 334 | 23 333 7 000 | 71 «67 55 334 | ||||||
PROJ:RECITE •COOP.ECON.AKDALUZU VALENCIA BAVI ERA/NORTE 1993-1994 COFÍN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 48 334 48 334 | 23 333 7 000 | 71 687 58 334 | ||||||
PROfiíESTUDOS OE ORDENAÑEJÍRMÉRC-tfs WIO SEt OCRC NPftOJí l | TOTAL CAP.50 H£. | 94 608 69 337 | 98 589 26 930 | 14 000 14 000 | 55 000 55 000 | 30 000 30 000 | 292 1*7 195 267 | |||
PROJtESTUDOS OE ORDENAMENTO 1988-1996 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 94 608 69 337 | 98 589 26 930 | 14 000 14 000 | 55 000 55 000 | 30 000 »000 | 292 197 195167 | |||
pftOGitsTUDcs e AttaES »mm~ ooamwoTO CF» 1010 SE.- COWLI WROJt 3 | TOTAL «tf J» C.t. | 20 138 17 081 | 23 970 23 970 | 40 000 10 000 | 84 108 51 051 | |||||
PROJí IMPLEMENTAÇÃO DO NO REGIONAL 00 »16 1989-1994 COFÍN ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 15 771 15 771 | 14 100 14 100 | 8 000 2 000 | 37 871 31 871 | |||||
PROJ:REABILTTACA0 OE AREAS AFECTADAS POR PEDREIRAS 1991-1994 COFÍN ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 4 367 1 310 | 9 870 9 870 | 27 009 6 750 | 41 137 17 «30 | |||||
PROJ:ACOKPAWAfCNTO E ARTICULAÇÃO DOS PLANOS OE ORDENAMENTO DO ALENTE» 1994-1994 COFÍN ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 5 000 1 250 | 5 000 l 250 | |||||||
PSOSiCÚDttJlAC» TRANSFRONTEIRIÇA CF: 1010 SE: CCRALT NPROJí l | CAP .60 0¿. | 37 600 11 280 | 40 000 10 000 | 265 000 55 000 | 265 000 55 000 | 40 000 10 000 | 80 000 20 000 | 727 600 161 280 | ||
PROJ:RECUPERACA0 ARQUITECTÓNICA DA PONTE DA AJUDA 1994-1996 COFÍN ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 2 500 | 225 000 45 000 | ta 000 45 000 | 460 000 91 590 | |||||
PROJsGABINETE DE INICIATIVAS TRANSFRONTEIRIÇAS 1993-1999 COFÍN ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 37 600 11 280 | 30 000 7 500 | 40 000 10 000 | 40 000 10 000 | 40 0» 10 oto | 80 000 20 000 | 2S7 600 a 780 | ||
PRPSiDKERYftTCRIO BE AVAtlAfiAQ QQ *A tf: 1010 SEi OCDR NPRtti 1 | TOTAL | 35 000 35 000 | 35 000 35 000 | 70 000 70 000 | ||||||
PR0J:0BSERVATORI0 OE AVALIAÇÃO 00 OCA 1993-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 35 000 35 000 | 35 000 35 000 | 70 008 70 000 |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(299)
MINISTÉRIO DO PLANEAMENTO E ADMINISTRAÇÃO DO TERRITÓRIO
PROGRAMAÇÃO OA EXECUÇÃO FINANCEIRA do PIDDAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
DE PROGRAMAS e PROJECTOS, Cf: 1010 se» 00> NPROJt 1 | total «P.» | 12 500 12 500 | 47 ooo 47 000 | -59 500 59 500 .V | |||||
PROJlACONPANKAHEHTO e avali/CAO OE PROGRAMAS e PROJECTOS 1993-1994 LVTEJ | TOTAL cap.50 o.e. | 12 500 12 500 | 47 000 47 000 | .59 500 59 500 | |||||
PRKlflIBQ Ot coesão ff: ÍOIO SE: OSSB mOlt 1 | TOTAL cap.50-0.€. | 128 000 128 000 | 128 000 128 000 | ||||||
PROJiFUNDO OE COESÃO 1994-1094 cofin VREGI | TOTAL CAP.50 o.e. | 128 000 128 000 | 128 000 126 000 | ||||||
DECISÃO eh C * T cr: »10 amura «mi! 2 | wm. W.50 o.c. | 70 000 70 000 | 125 000 125 ooo | 125 000 125 000 | 320 000 320 000 | ||||
PROJtHODERNIZACAO SIST. INFORM. INTERNO JNICT 1994-199S LVTEJ | TOTAL CAP.50 o.e. | 35 ooo 35 ooo | 60 ooo 60 000 | 70 000 70 000 | 165 000 165 000 | ||||
PROJlNOVOS PROD.Iira.CtHH.CIEJfT e OECISAO POLITICA 1994-1996 VREGI | TOTAL CAP.50 o.e. | 35 000 35 000 | 65 000 65 000 | 55 000 55 000 | 155 000 155 000 | ||||
prosígeswb í amua»» PROGRAMA OPERACIONAL DA RÊGtAO Ví LISBOA l vale 00 tejo CF: 1010 se* CCRLVT NPROJt 1 | tom CAP JO O.C. | 212 000 53 000 | 451 000 112 750 | 583 440 145 860 | 663 000 165 750 | 742 560 165 640 | 2 652 000 663 000 | ||
PROJlGESTAO e DIVULGAÇÃO X PROGRAMA OPERACIONAL OA REGIÃO DE LISBOA e VALE 00 TEJO 1994-1999 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.50 o.E. | 212 000 53 000 | 451 000 112 750 | 583 440 145 860 | 663 000 165 750 | 742 560 185 640 | 2 652 000 663 000 | ||
mtaotm txmmoK» fCONCtOCA e ASSlSTHKtt TíOfJCA 00 PROA CF: 1010 SE; CORAS NPRMt 1 | tom cap.50 Of. | 50 000 10 000 | 152 600 43 700 | 167 800 48 000 | 185 300 53 000 | 419 500 120 ooo | 975 400 274 700 | ||
PROJlACCOES DE DINAMIZAÇÃO ECONÔMICA e ASSISTÊNCIA TÉCNICA DD PROA 1994-1999 cofin ALGAR | TOTAL CAP.50 o.E. | 50 000 10 000 | 152 800 43 700 | 167 800 48 000 | 185 300 53 000 | 419 500 120 000 | 975 400 274 700 | ||
PROBlASSlSTQKUt «OttCA 00 PROGRAMA CfStACIORRl DA regias CENTRO CF: 10» Stf CCW NPROJt 1 | total CAP.» O.e. | 152 000 38 000 | 470 000 117 500 | 550 000 137 500 | 555 000 138 750 | 804 000 201 000 | 2 531 000 632 750 | ||
PROJtASSISTENCIA TÉCNICA 00 PROGRAMA OPERACIONAL DA REGIÃO CENTRO 1994-1999 COFIN CENTR | TOTAL CAP.50 o.e. | 152 000 38 000 | 470 000 117 500 | 550 000 137 500 | 555 000 138 750 | 804 ooo 201 000 | 2 531 000 632 750 | ||
FRQGtACOKWftAtCXTO C AWLVOO : í» g» RE630KAL CF: 1016 ST) CCfiALT JPSftli i | WAL CAP.50 0.£. | 120 000 30 000 | 135 ooo 33 750 | 145 000 36 250 | 155 000 38 750 | 340 000 85 000 | 895 000 223 750 | ||
PROJiACOMPANHAMENTO e AVALIAÇÃO 00 QCA REGIONAL 1994-1999 COFIN ALEHT | TOTAL CAP.50 o.e. | 120 000 30 000 | 135 000 33 750 | 145 000 36 250 | 155 000 38 750 | 340 ooo 85 000 | 895 000 223 750 | ||
«ROSrACCOES ND «*ITO CO fttOTM («.FASE] CF: 101« SEt | TOTAL CAP.50 O.e. | 329 134 329 134 | 165 323 165 323 | 120 000 120 000 | 197 500 197 500 | 150 000 150 000 | 30 000 30 000 | 991 957 991 957 | |
PROJiREFORCO DOS GABINETES DE APOIO EMPRESARIAL 1990-1996 NORTE | TOTAL CAP.50 o.e. | 62 080 62 080 | 30 000 30 000 | 30 ooo 30 000 | 40 ooo 40 000 | 40 ooo 40 000 | 202 080 202 060 | ||
PROJ:ESTUDDS DE BASE e UNIDADE OE AVALIAÇÃO 1990-1996 NORTE | TOTAL CAP.50 o.e. | 74 960 74 960 | 56 980 56 980 | 40 000 40 000 | 75 000 75 000 | 40 000 40 000 | 286 »40 286 940 | ||
PROJiREFORCO DOS SERVIÇOS DA CCRN e GAT 1990-1997 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 136 474 136 474 | 64 343 64 343 | 35 000 35 ooo | 55 000 55 ooo | 40 000 40 000 | 30 000 30 000 | 360 817 360 817 | |
PROJiREFORCO OA FEXACAN e CCAN (BIRD) 1990-1996 NORTE | TOTAL CAP.50 o.E. | 55 620 55 620 | 14 000 14 000 | 15 ooo 15 000 | 27 500 27 500 | 30 000 30 000 | 142 120 142 120 |
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO 00 PLANEAHENTO E ADHINISTRACAO DO TERRITORIO
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
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MINISTERIO DO PLANEAMENTO E ADMINISTRAÇÃO DO TERRITORIO
(valores eh coitos)
PROGRAMAÇÃO da EXECUÇÃO FINANCEIRA do PIDOAC | despesa total | ||||||||
0esi6nacao | ATE 31/12/92 | 1993 ex. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | anos SEGUINTES | ||
PmrEDJOIRAMEKTO INFORMÁTICO rara 0 0o> CFt 1010 SEt 09 NPROJt 1 | total CAP.50 o.E. | 318 630 318 630 | 51 000 51 000 | 37 009 37 009 | 40 000 40 009 | 446 630 446 630 | |||
PROJiEQUIPAMEHTD INFORMÁTICO para 0 dcp 1987-1995 lvtej | total CAP.so O.E. | 318 630 318 630 | 51 090 51 090 | 37 000 37 009 | 40 000 40 000 | 446 630 446 630 | |||
meiWKsutwcM das IKfRAESTRWIRAS E EWPAHQm» oa DGOT CFi imo SEt DGOT NPROJt 2 | total cap.50 o.E. | 20 000 20 000 | 150 000 150 009 | 50 009 50 000 | 30 000 30 000 | 39 000 30 000 | 280 000 280 000 | ||
PROJtINSTALACOES da dgot 1992-1996 LVTEJ | total cap.so o.E. | 20 000 20 000 | ico 000 100 090 | 10 000 10 000 | 10 000 10 000 | 10 000 10 000 | 150 000 150 000 | ||
PROJt INFORMATIZAÇÃO DOS SERVIÇOS OAOaOT 1993-1996 LVTEJ | total cap.50 o.e. | 50 000 59 000 | 40 000 40 000 | 20 000 20 009 | 20 000 20 000 | 130 000 130 000 | |||
PROGtHOOERNIZACAO 00 SISTEMA œoKssco pcrto&jo CFt 1010 SEt IGC NPROJt l | total CAP.50 O.E. | 17 780 17 780 | 4 460 4 460 | 8 750 8 750 | 66 259 66 250 | 40 000 40 009 | 40 000 40 000 | 81 800 81 800 | 259 040 259 040 |
PROJiMOSERHIZACAD do sistema GEODÉSICO PORTUGUÊS 1991-1999 lvtej | total CAP.so O.E. | 17 780 17 780 | 4 460 4 460 | 8 750 8 750 | 66 250 66 250 | 40 000 40 000 | 40 000 40 000 | 81 800 81 800 | 259 040 259 040 |
HMilNSTALACOES E EQUIPAMENTOS DOS SERVIÇOS CENTRAIS E REGIONAIS oohpat CFt 1010 SEI s9pat KPROJi 3 | TOTAL CAP.53 O.E. | 563 425 563 425 | 356 600 356 BOO | 300 000 309 009 | 665 000 665 000 | 1 885 225 1 885 225 | |||
PROJtREOJPERACAO do EDIFÍCIO da RUA de S. mamede 1966-1995 LVTEJ | total cap.so o.E. | 314 572 314 572 | iso ooo 150 000 | 100 000 100 009 | 250 000 250 000 | 814 572 814 572 | |||
PROJtBENEFICIACAO dd edifício SEDE E outros 1966-1995 lvtej | total cap.50 o.E. | 225 460 225 460 | 173 900 173 900 | 175 000 175 090 | 415 000 415 ooo | 989 360 989 360 | |||
proj: EQUIPAMENTO 00 parque GRAFICO 1992-1994 lvtej | total cap.50 o.e. | 23 393 23 393 | 32 900 32 900 | 25 000 25 000 | 81 293 81 293 | ||||
PROStSiSTEHA de INFORMAÇÃO PARA A REFORMA 005 FUNDOS ESTRUTURAIS CFt 1010 SEt DGDR NPROJt 1 | total CAP.so o.E. | 30 000 30 090 | 30 000 30 000 | 45 009 45 000 | 105 000 105 000 | ||||
PROJtSISTEHA oe INFORMAÇÃO PARA A reforma dos fundos estruturais 1991-1994 COFIN VREGI | total cap.so o.E. | 30 000 30 000 | 30 000 30 000 | 45 000 45 009 | 105 000 105 000 | ||||
PROGiASSISTENCU técnica do oca CFt 1010 SEt OGOR NPRQJt 1 | total CAP.so O.E. | 159 077 159 077 | 90 000 90 ooo | 179 000 170 000 | 419 077 419 077 | ||||
PROJtASSISTENCIA TÉCNICA ao qca 1990-1994 COFIN lvtej | total cap.50 o.e. | 159 077 159 077 | 90 000 90 000 | 170 ooo 170 000 | 419 077 419 077 | ||||
PROSi INFORMATIZAÇÃO 00$ SERVIÇOS da DBAA CFt 1010 sei OSAA KPROJt 1 | total cap.so O.E. | 17 267 17 267 | 18 800 18 800 | 30 009 39 000 | 35 300 35 309 | 40 000 40 000 | 41 400 41 400 | 182 767 182 767 | |
PROJt INFORMATIZAÇÃO dos SERVIÇOS oa ogaa 1992-19$; LVTEJ | total cap.so o.e. | 17 267 17 267 | 18 soo 18 800 | 30 000 30 000 | 35 300 35 309 | 40 000 40 000 | 41 400 41 400 | 182 767 182 767 | |
nmtMooawrzACAO do equipamento «TRATAMENTO INFORMÁTICO E ESTATÍSTICO CF; 1010 SEt IRE NPROJt 1 | total CAP.so O.E. | 1 695 936 1 695 936 | 500 000 500 000 | 490 000 490 000 | 2 685 936 2 685 936 | ||||
PROJtMODERNIZACAO 00 EQUIPAMENTO do tratamento INFORMÁTICO e ESTATÍSTICO 1962-1994 LVTEJ | total cap.so o.E. | 1 695 936 1 695 936 | soo ooo 500 000 | 490 000 490 000 | 2 685 936 2 685 936 | ||||
ntxtifímmuen global oa INSPECÇÃO SEW OA ADMINISTRAÇÃO W TERRITÓRIO CFt 10)0 se.- ibat nproj: 1 | total 1 CAP.50 O.E. | 16 800 18 800 | 31 750 31 750 | 2 959 2 »59 | 53 500 53 500 |
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO 00 PLAIEAHENTO E ADHIIISTRACAO DO TERRITORIO
(VALORES EM CONTOS)
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PIDDAC 1994
MINISTÉRIO DA
AGRICULTURA
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
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MINISTERIO DA AGRICULTURA
(VALORES EM CORTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO OA AGRICULTURA
(VALORES EM CONTOS)
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
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MINISTERIO DA AGRICULTURA
(VALORES EM CONTOS)
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"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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PIDDAC 1994
MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA E ENERGIA
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MINISTÉRIO OA INDUSTRIA E ERERSIA
(VALORE5 EM CONTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTÉRIO DA INDUSTRIA E ENERGIA
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO OA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIOOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
ttmttwm mmti. CONTRATOS PROGRAMA ENTRE UNIVERS LNETI E ASSOCIAÇÕES INDUSTRIAIS CFt 6016 Si INET! MPRÛJi 1 | TOTAL CAP.SO 04, | 340 354 340 354 | 4 700 4 700 | 15 000 15 000 | 25 009 25 000 | 25 000 25 000 | 410 054 410 054 | ||
PROJl INOVAÇÃO INDUSTRIAL CONTRATOS PROGRAMA ENTRE UNIVERS LNETI E ASSOCIAÇÕES INDUSTRIAIS 1987-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 340 354 340 354 | 4 700 4 700 | 15 000 15 000 | 25 000 25 000 | 25 000 25 090 | 410 054 410 054 | ||
PROS:INFRA-ESTRUTURAS TECNOLÓGICAS CPr 801» SEt METI NPROJt 2 | TOTAL -CAP.SO O.E. | 1 982 157 1 »82 1S7 | 569 362 569 362 | 390 000 97 50» | 2 »41 519 2 649 019 | ||||
PROJ.-CCKPLEXD TECNOLÓGICO DE COIMBRA 1990-1994 COFIN CEHTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 91 942 91 942 | 61 106 61 106 | 40 OOO 10 OOO | 193 048 163 048 | ||||
PROJiPOLO TECNOLÓGICO OD LUMIAR 1989-1994 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 1 890 215 1 890 215 | 508 256 508 256 | 350 000 87 500 | 2 748 471 2 4B5 971 | ||||
PROSiCENTROS TECHOLOÍICOS e AFINS CF; BÓIO SEt 1HET! WROJf 1 | TOTAL CAP.SO 04. | 624 259 624 259 | 4 700 4 700 | 35 000 35 000 | 60 009 69 OOO | 69 000 60 000 | 783 959 783 959 | ||
PROJiCEHTROS TECNOLÓGICOS E AFINS 1990-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 624 259 624 259 | 4 700 4 700 | 35 000 35 000 | 60 000 60 099 | 60 OOO 60 000 | 783 959 783 959 | ||
FRMiVIABtUJWOE E MELHORIA OA PROfllTtVJDADE EM SECTORES iKTjUSTRîAïS CFt 6010 SE) OS NPROJt 1 | TOTAL | 34 000 34 000 | 10 000 10 000 | 20 000 20 000 | 20 099 29 000 | 84 090 84 DOO | |||
PROJiVIABILIDADE E MELHORIA OA PRODUTIVIDADE EM SECTORES INDUSTRIAIS 1991-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 34 000 34 000 | 10 000 10 000 | 20 000 20 OOO | 20 000 20 000 | 64 000 84 000 | |||
PROGtPROHOCAO OA CÛHFORH1DA0E REOULAMEHW DE PRODUTOS INDUSTRIAIS CFi »1» SE; IPQ KPBOJl l | TOTAL CAP.SO 04. | 35 000 35 000 | 45 OCO 45 000 | 50 000 50 OOO | 55 000 55 000 | 185 000 185 000 | |||
FROJiPROMOCAO DA CONFORMIDADE REGULAMENTAR OE PRODUTOS INDUSTRIAIS 1993-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 35 000 35 000 | 45 000 45 000 | SO 000 50 OOO | 55 000 55 000 | 185 000 185 000 | |||
PROGiCESCNVCtVIMEKTD INDUSTRIAL CFt 8010 SEi ORIEAS NPROJt 1 | TOTAL CAP .50 O.E. | 556 693 558 893 | 525 213 525 213 | 1 450 1 450 | ! 085 556 1 085 556 | ||||
PROJl INSTALAÇÃO OA ZONA INDUSTRIAL 00 PORTO DE PESCAS DE OLHÃO 1987-1994 COFIN ALGAR | TOTAL CAP.SO 04. | 558 693 556 893 | 525 213 525 213 | 1 450 1 450 | 1 085 556 1 085 556 | ||||
PRCBilHFBAESTIemiWS TED«JC6ICAS /ipq CFt 8010 SEt IPQ NPROJt 3 | TOTAL CAP.SO 04. | 6 415 144 6 415 144 | 2 800 000 2 SOO 000 | 2 480 000 2 480 000 | 1 510 000 1 510 000 | 560 000 560 000 | 13 765 144 13 765 144 | ||
PROJiLABORATORIO CENTRAL DE METROLOGIA 1987-1994 COFIN VREGI | TOTAL CAP.SO 04. | 2 632 385 2 632 385 | 1 866 000 1 866 000 | 1 120 000 1 120 000 | 5 618 385 S 618 385 | ||||
PROJiLABORATORlOS REGIONAIS OE METROLOGIA 1989-1994 COFIN VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 3 762 759 3 782 759 | »34 000 934 000 | 20 DOO 20 000 | 4 736 759 4 736 759 | ||||
PROJiLABORATORIO CENTRAL DE METAOLOGIA-EXTEHSAO 1994-1996 COFIN VREGI | TOTAL CAP.50 04. | 1 340 000 1 340 000 | l 510 000 1 510 000 | 560 000 560 090 | 3 410 099 3 410 090 | ||||
:PRC«tIltTr3ÚtAaeilALIZACA0 DA INDUSTRIA PORTliSUESA CFt 8610 SEt CEPMJE NPROJl 1 | TOTAL CAP.SO 04. | 2 000 2 000 | 30 000 30 000 | 30 000 30 OOO | 30 000 30 000 | 92 000 92 000 | |||
PROJlINTERNACIONALIZAÇÃO DA INDUSTRIA PORTUGUESA 1994-1997 VREGI | TOTAL CAP.SO 04. | 2 000 2 000 | 30 000 30 009 | 30 000 30 000 | 30 009 30 000 | 92 000 92 000 | |||
{■ROSiAVALIACAO E VALORIZAÇÃO 80S MARKRES OjQ AHTJCWRAL SOOSa-PAROAIS CFl »31 Sf,í IGM moit 1 | TOTAL CAP.50 O.E. | 15 000 15 000 | 15 099 IS 000 | li 009 15 000 | 45 000 45 000 |
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MINISTERIO OA INDUSTRIA E ENERGIA
(VALORES EM CONTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTÉRIO OA INDUSTRIA E EiEIGIA
(VALORES EM CONTOS)
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(315)
MINISTÉRIO DA IIOUSTRIA e ener6ia
(VALORES EH COITOS)
PROGRAMAÇÃO da EXECUÇÃO FINANCEIRA 09 PIDOAC | despesa TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ate 31/12/92 | 1993 ex. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PROJiHODERUZACAO OE produtos. EQUIPAMENTOS E DESENVOLVIMENTO DE sistemas 1986-1998 lvtej | total cap.SO o.e. | 381 697 381 697 | 40 890 40 890 | 43 500 43 soo | 43 009 43 000 | 43 000 43 000 | 552 087 552 087 | ||
PRK (TECNOLOGIAS alimeitares tf» 8010 Stt IKEtl NPROJ; 1 | TOTAL | 77 830 75 330 | 9 400 9 400 | 15 099 IS 000 | 20 009 29 009 | 20 000 20 090 | 142 230 139 730 | ||
milTWKLOÉlÀS ALIMENTARES 1986-1998 LVTEJ | total cap.SO o.e. | 77 830 75 330 | 9 400 9 400 | 15 009 IS 009 | 29 900 20 009 | 20 000 20 000 | 142 230 139 730 | ||
nwisniamosift i qraatt fim CF» 8010 SEi METJ NPROJt 3 | TOTAL CAP.50 04. | 424 349 405 479 | 39 480 39 480 | 50 099 50 909 | 65 000 65 009 | 65 OOO 65 ooo | 643 829 624 959 | ||
PROJlSÍNTESE ORGÂNICA 1987-1996 lvtej | total cap.SO o.E. | 134 974 1» 324 | 8 940 6 »40 | 11 soo 11 soo | 15 509 15 500 | 15 509 IS 500 | 186 414 181 764 | ||
PROJtPWXWTOS naturais 1987-1996 lvtej | total cap.SO o.E. | 48 395 46 095 | 4 690 4 690 | 6 000 6 000 | 9 500 9 500 | 9 soo 9 soo | 78 085 7s785 | ||
PROJiBIOTECNOLOSIA 1987-1996 lvtej | TOTAL CAP.SO O.E. | 240 980 229 060 | 25 850 25 850 | 32 509 32 500 | 49 909 40 900 | 49 090 40 000 | 379 330 367 410 | ||
PROSrTEENOLOSIAS DE SUPORTE CFt 6010 SEt 1heti NPROJt 1 | TOTAL CAPJfrO.E. | 281 105 267 08s | 17 954 17 954 | 13 ooo 13 000 | 20 009 20 000 | 20 000 20 000 | 352 059 338 039 | ||
PROJlTECNOLOGIAS OE suporte 1987-1996 lvtej | total cap.SO o.e. | 281 105 267 085 | 17 954 17 954 | 13 000 13 ooo | 20 009 29 009 | 20 000 20 000 | 352 059 338 039 | ||
PROStTECNBLOSIAS OE OUWWAO1 ôEscwoivBerro de equipamento cf» BOLO SEi 1hett NPROJt 4 | TOTAL CAP.SO 04. | 1 149 162 1 118 662 | 60 169 69 169 | 66 000 66 000 | 85 000 85 000 | 65 000 85 000 | 1 445 322 1 414 822 | ||
PROJiOESENVaVIMENTO DE EQUIPAMENTOS eh automação 1985-1996 lvtej | total cap.SO 04. | 519 477 501 977 | 36 258 38 258 | 44 200 44 200 | 54 000 54 000 | 54 000 54 008 | 709 935 692 43s | ||
PROJtSOFTHARE E SISTEMAS INFORMÁTICOS 1985-1996 lvtej | total cap.50 04. | sos 246 497 846 | 13 639 13 639 | 13 609 13 609 | 19 009 19 000 | 19 000 19 000 | 570 476 563 076 | ||
PROJlOESEKVaVIMEKraS oe COMPONENTES optonicos, electron e fflaUELECTRONICOS 1986-1996 lvtej | total cap.50 04. | 59 201 57 401 | 3 098 3 098 | 3000 3 000 | 4 000 4 ooo | 4 000 4 000 | 73 209 71 409 | ||
PRDJiPROCESSAMENTO OE IMAGENS OE DETECÇÃO remota 1987-1996 lvtej | total cap.50 04. | 65 238 61 438 | 5 264 5 264 | 5 200 5 200 | 8 ooo 8 ooo | 8 000 8 000 | 91 702 87 902 | ||
WOCtTECNOlOeiAS ENERGÉTICAS CPe «910 SEt METI NPROJt S | total cap.SO 04, | 1 359 999 1 057 382 | 66 644 66 644 | 71 000 71 000 | 75 000 75 000 | 75 000 75 000 | 1 647 643 1 34s 026 | ||
PROJtTECNOLOGIA dos reactores NUCLEARES »87-1996 lvtej | total cap.SO 04. | 192 523 183 923 | 15 792 15 792 | 16 ooo 16 099 | 16 ooo 16 000 | 16 000 16 009 | 256 315 247 715 | ||
PROJt ENERGIAS RENOVÁVEIS 1981-1996 lvtej | total cap.SO o.E. | 498 256 380 226 | 17 660 17 660 | 19 900 19 909 | 22 000 22 099 | 22 000 22 000 | 580 016 461 966 | ||
PROJiENERSIAS CONVENCIONAIS 1980-1996 lvtej | total cap.so 04. | 669 220 493 233 | 32 992 32 992 | 35 100 35 100 | 37 ooo 37 000 | 37 000 37 000 | 611 312 635 325 | ||
PROSlCJENClA E tt^SttOÇIA OE VVOERIAIS CFt 8910 SEt jhe1i KPVDÍt 4 | total cap.5904- | 776 844 748 344 | 39 574 3) 574 | 54 000 54 000 | 65 000 65 009 | 65 090 65 000 | 1 009 418 971 918 | ||
PROJtCIENCU DE MATERIAIS 1980-1996 lvtej | TOTAL cap.50 04. | 354 676 341 576 | 11 844 11 844 | 12 000 12 009 | 16 000 16 000 | 16 000 16 000 | 410 720 397 420 |
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO DA INDUSTRIA E ENERGIA
(valores em contos)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(317)
MINISTÉRIO DA INDUSTRIA E ENERGIA
(VALORES EM CONTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO DA INDUSTRIA E ERERGIA
(VALORES EN CORTOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIDOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1097 | ANOS SEGUINTES | ||
PROJfCONSTRUCAO 00 CENTRO DE DADOS GEOLOGICO-HIKEIRDS 1990-1994 COFÍN LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 737 591 737 591 | 514 889 514 889 | 560 OOO 140 000 | 1 612 480 1 3S2 480 | ||||
méammrwtfo-ttii swtmi TÍO ffl BOTO SEt IRQ NPRW» I | CAP.50 04. | 214 487 214 487 | 40 000 40 000 | 45 OOO 45 000 | 299 487 299 487 | ||||
PROJ: INFORMATIZAÇÃO OOS SERVIÇOS/ IPQ 1986-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 214 487 214 487 | 40 000 40 000 | 45 000 45 000 | 299 487 299 487 | ||||
PROGitISTtMA OE INFORMAÇÃO CFttOIO SU SEWE KPROJtl | TOT* CAPJSO O.f. | 18 000 18 000 | 20 000 20 000 | 38 000 38 000 | |||||
PROJiSISTEMA OE INFORMAÇÃO 1994-1995 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 16 OOO IB ODO | 20 000 20 OOO | 38 000 38 000 |
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PIDDAC 1994
MINISTÉRIO DO EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL
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"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
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MINISTÉRIO 00 EHPREEO E SECORANCA SOCIAL
(VALORES EM CONTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Página 322
150-(322)
II SÉRIE-A — NÚMERO II
MINISTÉRIO 00 EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL _
(VALORES EM COUTOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIDOAC | OESPESA TOTAL | ||||||||
DESI6NACA0 | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PHM:ECUIPAH£NTOS E SERVIÇOS PARA A PRIMEIRA E SEGUNDA INFÂNCIA -VILA REAL 1991-1995 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 27 000 27 000 | 88 495 88 495 | 39 070 | SJ 155 53 555 | 208 120 169 050 | |||
PRO0:E(JUIPAI£HTOS E SERVIÇOS PARA A PRIMEIRA E SEGUNDA INFÂNCIA -VISEU 1992-1997 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 80 OOO 77 OOO | 58 800 58 800 | 32 900 32 900 | 34 400 34 400 | 34 400 34 400 | 8 000 8 000 | 248 500 245 500 | |
PRWiEWaCAD E INTEGRAÇÃO SOCIAL SC MENORES DEFICIENTES tf: »20 SEt ISFSS NPROVlt 1« | TOTAL CAP.50 O.E. | 1 327 056 992 445 | 643 309 352 109 | 942 124 373 574 | 613 065 613 065 | 353 500 353 500 | 375 000 375 000 | 178 500 176 500 | 4 432 554 3 238 193 |
PROhEDUCACAD E INTEGRAÇÃO SOCIAL OE MENORES DEFICIENTES - AVEIRO 1992-1998 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 30 000 30 000 | 11 OOO 11 000 | 15 000 15 000 | 45 000 45 000 | 50 OOO 50 000 | 50 000 50 000 | 60 000 60 000 | 261 000 261 000 |
PR0J:EDUCACAO E INTEGRAÇÃO SOCIAL DE MENORES DEFICIENTES • BRAGA 1991-1995 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 52 945 52 945 | 32 169 32 169 | 91 374 91 374 | 91 542 91 542 | 268 030 268 030 | |||
PROJ .'EDUCAÇÃO E INTEGRAÇÃO SOCIAL DE MENORES DEFICIENTES - BRAGANÇA 1992-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 4 500 4 500 | 5 000 3 000 | 3 000 3 OOO | 12 500 10 SOO | ||||
PROJtEDUCACAO E INTEGRAÇÃO SOCIAL DE MENORES DEFICIENTES - CASTELO BRANCO 1992-1994 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 18 200 18 200 | 20 000 20 000 | 20 000 20 000 | 58 200 58 200 | ||||
PROJsEDUCACAD E INTEGRAÇÃO SOCIAL OE MENORES DEFICIENTES - COIMBRA 1992-1994 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 112 OOO 21 660 | 26 000 | 24 000 24 000 | 162 000 45 660 | ||||
PROJiEDUCACAO E INTEGRAÇÃO SOCIAL DE MENORES DEFICIENTES - FARO 1992-1994 ALGAR | TOTAL CAP.SO O.E. | 5 000 | 40 200 | 25 000 | 70 200 | ||||
PROJiEDUCACAO E INTEGRAÇÃO SOCIAL DE MENORES DEFICIENTES • GUARDA 1992-1998 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 78 000 78 000 | 12 500 12 SOO | 16 000 16 000 | 30 000 30 000 | 50 000 50 000 | 60 OOO 60 000 | 80 OOO 80 000 | 326 500 326 500 |
PR0J:EDUCACAO E INTEGRAÇÃO SOCIAL OE MENORES DEFICIENTES - LEIRIA 1994-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 10 000 | 8 000 8 000 | 18 DOO 18 OOO | |||||
PROJiEDUCACAO E INTEGRAÇÃO SOCIAL OE MENORES DEFICIENTES - LISBOA 1988-1997 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 204 771 | 212 500 | 465 000 | 85 000 85 000 | 100 OOO 100 000 | 138 000 138 000 | 1 205 271 323 000 | |
PRU;FJWCACAO E INTEGRAÇÃO SOCIAL DE MENORES DEFICIENTES • PORTALEGRE 1992-199S AL EXT | TOTAL CAP.50 O.E. | 7 000 1 000 | 10 500 | 10 000 10 000 | 77 000 77 000 | 60 000 60 000 | 70 000 70 000 | 38 500 38 500 | 273 000 256 SOO |
PR0J:EDUCACAO E INTEGRAÇÃO SOCIAL OE MENORES DEFICIENTES - PORTO 1981-1996 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 231 477 213 977 | 47 500 47 500 | 50 000 50 000 | 7 500 7 SOO | 7 SOO 7 500 | 343 977 326 477 | ||
PRDj.-EDUCACtO E INTEGRAÇÃO SOCIAL DE MENORES DEFICIENTES - SANTARÉM 1990-1997 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 130 000 119 000 | 53 575 53 S75 | 36 200 36 200 | 40 000 40 000 | 44 000 44 000 | 45 000 45 000 | 348 775 337 775 | |
PROJ: EDUCAÇÃO E INTEGRAÇÃO SOCIAL DE MENORES DEFICIENTES - SETÚBAL 1992-1997 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 118 498 118 498 | 77 965 77 965 | 38 550 | 28 OCO 28 000 | 2 000 2 000 | 12 000 12 000 | 277 013 238 463 | |
PROJiEDUCACAO E INTEGRAÇÃO SOCIAL OE MENORES DEFICIENTES - VIANA 00 CASTELO 1993-1998 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 30 000 X 000 | 20 000 20 000 | 40 000 40 000 | 40 000 40 000 | 130 000 130 000 | |||
PROJ:EDUCACAO E INTEGRAÇÃO SOCIAL DE MENORES DEFICIENTES - VILA REAL 1991-1995 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 86 600 86 600 | 25 000 25 OOO | 40 000 | 110 000 110 OOO | 261 600 221 600 | |||
PROJ: EDUCAÇÃO E INTEGRAÇÃO SOCIAL DE MENORES DEFICIENTES - VISEU 1992-1995 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 248 065 248 065 | 39 400 39 400 | 78 000 78 000 | 51 023 51 023 | 416 488 |
Página 323
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(323)
HÍIISTERIO DO EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL
(VALORES EM CORTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Página 324
150-(324)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
ministério do emprego e seguraica social
(valores eh coitos)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO P1DDAC | oespesa TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ate 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | anos seguintes | ||
PROOiEQUIPMtHTOS E serviços para MENORES PRIVADOS DE MEIO FAMILIAR NORMAL - ÉVORA 1990-1994 ALERT | TOTAL CAP.50 O.E. | 111 000 69 SOO | 9 000 9 000 | 4 000 4 000 | 124 000 82 500 | ||||
PROJ:EqUIPAHtKTOS E SERVIÇOS PARA MENORES PRIVADOS DE MEIO FAMILIAR NORMAL - FARO 1993-1995 ALGAR | TOTAL CAP.SO O.E. | 13 500 | 30 000 | 15 000 15 000 | sb soo 15 000 | ||||
F*OJ:EQUIPAHEHTOS E SERVIÇOS PARA MENORES PRIVADOS DE MEIO FAMILIAR NORMAL - GUARDA 1992-1998 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 SOO 2 500 | 2 SOO 2 500 | 1 500 1 500 | 3 000 3 000 | 10 000 10 000 | 16 000 16 000 | 20 000 20 000 | 55 soo 55 soo |
PROJiECUIPAHENTOS e SERVIÇOS PARA MENORES PRIVADOS DE MEIO FAMILIAR NORMAL - LEIRIA 1993-1995 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 10 000 | 30 000 30 000 | 30 000 30 000 | 70 000 60 000 | ||||
PRNsEQUIPAHEHTOS E SERVIÇOS PARA MENORES PRIVADOS DE MEIO FAMILIAR NORMAL - LISBOA 1988-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.e. | 389 280 125 OOO | 250 000 | 720 OOO 250 OOO | 470 000 470 000 | I 829 280 845 000 | |||
PROJ1 EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS PARA MENORES PRIVADOS OE MEIO FAMILIAR NORMAL - PORTALEGRE 1988-1998 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 26 270 8 370 | 10 000 | 7 000 7 000 | 7 000 7 000 | 5 000 5 000 | 3 000 3 000 | 3 000 3 000 | 61 270 33 370 |
PROJtEQUIPAHENTOS E SERVIÇOS PARA MENORES PRIVADOS OE MEIO FAMILIAR NORMAL - PORTO 1992-1995 NORTE | TOTAL CAP.SO O.e. | 12 SOO 12 SOO | 25 000 25 000 | 70 000 70 000 | 37 500 37 soo | 145 000 145 00» | |||
PROJ:EOjJIPMENTOS E SERVIÇOS PARA MENORES PRIVADOS DE MEIO FAMILIAR NORMAL - SANTARÉM 1990-1997 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 25 SOO 20 500 | 6 000 6 000 | 10 300 10 300 | 10 300 10 300 | 10 300 10 300 | 10 300 10 300 | 72 700 67 700 | |
PROJ: EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS PARA MENORES PRIVADOS DE MEIO FAMILIAR NORMAL - VISEU 1992-1995 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 5 ODO 5 000 | 15 000 15 000 | 21 600 21 600 | 12 800 12 800 | 12 800 12 600 | 67 200 67 200 | ||
PROGiEQUIPAMEinas E SERVIÇOS OE JNVAUPE2 E REABILITAÇÃO CF: 503O SE( I6FSS XPRQJr 5 | TOTAL CAP.SO 04. | 470 485 206 500 | 241 000 105 000 | 217 700 217 700 | 184 000 184 000 | 74 800 74 800 | 1 800 1 800 | 1 189 765 789 800 | |
PROJ: EQUIPAMENTOS e SERVIÇOS DE INVALIDEZ E REABILITAÇÃO -codcra 1992-1995 CEHTR | TOTAL CAP.SO O.e. | 90 285 | 125 000 | 70 000 70 000 | 58 000 58 000 | 343 285 128 000 | |||
PROJ:EQUIPAHEKT0S E SERVIÇOS DE INVALIDEZ E REABILITAÇÃO - ÉVORA 1990-1995 ALENT | TOTAL CAP.SO O.E. | 51 700 41 000 | 6 000 1 000 | 10 000 10 000 | 11 200 11 200 | 78 900 63 200 | |||
PROJiEQUIPAMEHTOS E SERVIÇOS OE INVALIDEZ E REABILITAÇÃO -LEIRIA 1993-1996 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 6 000 | 21 000 21 000 | 68 000 68 OOO | 38 000 38 000 | 133 000 127 000 | |||
PROJ.-EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE INVALIDEZ E REABILITAÇÃO - PORTO 1985-1996 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 328 500 165 500 | 102 000 102 000 | 114 900 114 900 | 45 000 45 OOO | 35 000 35 000 | 625 400 462 400 | ||
PROJ:EQUIPAHEHTOS E SERVIÇOS OE INVALIDEZ E REABILITAÇÃO • SANTARÉM 1993-1997 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 2 000 2 000 | 1 800 1 800 | 1 800 1 800 | 1 800 1 600 | 1 800 1 800 | 9 200 9 200 | ||
peosttquiPwtNTOS e serviços para IDOSOS - cf: 5030' SE; 1GFSS KPRCUt 18 | TOTAL CAP.SO O.e. | 3 957 692 2 811 106 | 2 654 319 1 914 619 | 3 144 037 2 139 007 | 2 717 259 2 717 259 | 1 657 840 1 657 840 | 1 007 700 1 007 700 | 395 000 395 000 | 15 533 847 12 642 531 |
PROJ:EqUIPAHINT0S E SERVIÇOS PARA IDOSOS • AVEIRO 1989-1997 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 267 600 262 100 | 169 000 169 000 | 160 000 160 OOO | 150 000 150 OOO | 120 000 120 000 | 110 000 110 000 | 976 600 $71 100 | |
PRDJ:EQUIPAMEHTOS E SERVIÇOS PARA IDOSOS • BEJA 1993-1996 ALENT | TOTAL CAP.SO O.E. | 67 500 | $0 000 90 000 | 250 000 150 000 | 120 000 120 000 | 427 soo 360 000 | |||
IPROJ.-EOUIPAMEHTOS E SERVIÇOS PARA [IDOSOS - BRAGA 1991-1996 NORTE | TOTAL CAP.50 O.e. | 44 319 44 319 | HO 145 110 145 | 201 207 201 207 | 98 763 96 763 | 32 110 32 110 | 486 544 486 544 | ||
PROJ:EqUIPMCNTOS E SERVIÇOS PARA IDOSOS.- BRAGANÇA 1990-1997 HOSTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 158 000 155 0» | 87 000 87 OOO | 140 000 140 000 | 144 000 144 000 | 76 000 78 000 | 20 000 20 000 | 627 000 627 000 |
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MINISTERIO 00 EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL
(VALORES EH CORTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTÉRIO 00 EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL
(VALORES £B CCOTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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MINISTERIO 00 EHPRE60 E SECURANCA SOCIAL
(VALORES EM CORTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTÉRIO 00 EMPRE60 E SEGURANÇA SOCIAL
_(VALORES EM COUTOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIDDAC | ||||||||||
0ESI6KACÁO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | DESPESA I TOTAL J | ||
DE CASTELO BRANCO 1992-1997 CENTR | TOTAL CAP.50 o.E. | 15 000 | 5 000 | 35 000 | 215 000 | 430 000 | 243 OOS | 943 030 j | ||
E9OJ:C0HSTRUCA0 00 EDIFÍCIO SEDE OE LEIRIA 1992-1995 VREGI | TOTAL CAP.50 o.E. | 170 000 | 50 000 | 160 000 | 380 Ctw| | |||||
PRMtCOfSTRUCAO 00 EDIFÍCIO SEDE DE VIANA DO CASTELO 1993-1996 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 5 000 | 20 000 | 148 ODO | 131 000 | 304 000 i | ||||
FROJiCONSTRUCAO DO EDIFÍCIO SEDE DE FARO 1993-1997 ALGAR | TOTAL CAP.50 o.E. | 10 000 | 60 000 | 230 000 | 515 000 | 267 ODO | 1 082 000 | |||
muamm. de informática da seeurak* social CFi 5010 St 1GFSS HPAOJi 20 | TOTAL cap.50 0£k | 5 310 754 | 1 400 449 | 1 600 000 | 6 311 203 | |||||
PROJ:PRQGRAMA DE INFORMÁTICA DA SEGURANÇA SOCIAL AVEIRO 1989-1994 CENTR | TOTAL CAP.50 o.e. | 306 764 | 18 100 | 30 000 | 354 86« | |||||
PROJ:PRQGRAMA DE INFORMÁTICA OA SEGURANÇA SOCIAL BEJA 1989-1994 ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 71 845 | 16 500 | 15 000 | 105 345j | |||||
PROJiPROGRANA OE INFORMÁTICA DA SEGURANÇA SOCIAL BRAGA 1989-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 142 496 | 39 500 | 40 000 | 221 998 J | |||||
PROJ: PROGRAMA DE INFORMÁTICA DA SEGURANÇA SOCIAL BRAGANÇA 1989-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 o.E. | 174 869 | 25 700 | 10 ODO | 210 569 | |||||
PROJ:PR0GRAHA DE INFORMÁTICA OA SEGURANÇA SOCIAL CASTELO BRANCO 1989-1994 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 182 247 | 25 ODO | 10 000 | 217 247 | |||||
PROJ: PROGRAMA DE INFORMÁTICA DA SEGURANÇA SOCIAL COIMBRA 1989-1994 CENTR | TOTAL CAP.50 O.e. | 255 214 | 21 300 | 130 000 | 408 514 | |||||
PROJ:PROGRAHA DE INFORMÁTICA DA SE6URANCA SOCIAL EVORA 1989-1994 ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 107 783 | 41 700 | 40 000 | 189 483 1 | |||||
PROJ:PROGRAMA DE INFORMÁTICA DA SEGURAM» SOCIAL FARO 1989-1994 ALGAR | TOTAL CAP.50 O.e. | 102 974 | 20 300 | 15 000 | 138 274 J | |||||
PROJ: PROGRAMA DE INFORMÁTICA OA SEGURANÇA SOCIAL GUARDA 1989-1994 CENTR | TOTAL CAP.50 o.e. | 164 446 | 61 000 | 20 ODO | 245 446 J I | |||||
PROJ:f*OGRAHA DE INFORMÁTICA DA SEGURANÇA SOCIAL LEIRIA 1989-1994 CENTR | TOTAL CAP.50 O.e. | 8) 538 | 26 900 | 20 ODO | 126 438 J | |||||
PRC\):PROSRAMA CE INFORMÁTICA DA SEGURANÇA SOCIAL LISBOA 1989-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 1 091 610 | 373 500 | 425 000 | 1 899 110 ; | |||||
PROJ:PROGRAMA OE INFORMÁTICA OA SEGURANÇA SOCIAL PORTALEGRE 1989-1994 ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 123 989 | 24 000 | 15 000 | 162 939 I | |||||
PROJ: PROGRAMA DE INFORMÁTICA DA SEGURANÇA SOCIAL PORTO 198Í-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 321 262 | 30 100 | 80 000 | ! 431 3tt| | |||||
PROJ:PROGRAMA DE INFORMÁTICA OA SEGURANÇA SOCIAL SANTARÉM 198.9-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 169 327 | 16 800 | 20 000 | 1 208 1271 | |||||
PROJ:PR0GRAHA OE INFORMÁTICA DA SEGURANÇA SOCIAL SETÚBAL 1989-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 o.E. | 19» 847 | 57 704 | 35 000 | 292 5511 |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
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MINISTÉRIO DO EMPREGO E SEGORAICA SOCIAL
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO OA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIODAC | OESPESA TOTAL | |||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | |||
rW.PKXSAHA DE INFORMÁTICA DA SEGURANÇA SOCIAL VIANA DO CASTELO í 1989-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 221 709 | 16 900 | 10 ODO | 248 609 | |||||
PR0J:PR0GRAMA DE INFORMÁTICA OA SE6URAJ1CA SOCIAL VILA REAL 1989-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 208 661 | 21 900 | 10 000 | 240 561 | |||||
PROJ:PROGRAMA DE INFORMÁTICA DA SEGURANÇA SOCIAL VISEU 1989-1994 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 233 824 | 21 300 | 30 000 | 285 124 | |||||
PROJ:PROGRAMA OE INFORMÁTICA DA SEGURANÇA SOCIAL CENTRO NACIONAL IDE PENSÕES 1990-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 324 400 | 153 200 | 260 00) | 737 600 | |||||
PROJiPROGRAHA OE INFORMÁTICA DA SEGURANÇA SOCIAL ORGAOS CENTRAIS ! 1990-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 825 947 | 385 04S | 385 000 | 1 595 992 | |||||
PRttiMCfRH SERY TEQU E DE AFO10 A GESTÃO 00 IDICT CF: 8010 SE: IOICT NPROÍ: l | TOTAL CAP.SO O.E. | 496 700 496 700 | 206 000 206 000 | 285 000 285 000 | 443 000 443 000 | 365 000 365 000 | 1 795 700 1 795 700 | |||
PROJ:HODERN SERV TECNI E DE APOIO A GESTÃO 00 IDICT 1991-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 496 700 496 700 | 205 000 206 000 | 285 000 285 000 | 443 000 443 000 | 365 000 365 000 | 1 795 700 1 795 700 | |||
PMGiRElACOES £ ORGANIZAÇÕES 00 TRABALHO 'ÇFt 8010 SE: OGCT NPROJi J r-'-^y^v:::-::'-: y ^yyyyyy^y-yyyyyyyyy-y y-yyyyy;yyyy | TOTAL CAP.SO O.E. | 40 000 40 ODO | 20 000 20 000 | 60 000 60 000 | ||||||
PROJ-.RELACOES E ORGANIZAÇÕES DO TRABALHO 1993-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 40 000 40 000 | 20 000 20 000 | 60 000 60 000 | ||||||
PRO61REFORMU.ACAO DO SISTEMA wamw 00 DE CF: 8010 SE: DE NPROJ: l | TOTAL CAP.SO O.E. | 62 500 62 500 | 70 000 70 000 | 67 500 67 500 | 200 000 200 000 | |||||
j PROJ:REFORMULACAO 00 SISTEMA INFORMÁTICO 00 DE 1994-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 62 500 62 500 | 70 000 70 000 | 67 500 67 500 | 200 000 200 000 | |||||
PROS:INFORMATIZAÇÃO DA SECRETARIA «ERAL CF: 8010 SE.- SO NPROJ: l | TOTAL CAP.50 O.E. | 30 000 30 000 | 15 OOO 15 000 | 15 000 IS 000 | 60 OOO 60 000 | |||||
PROJ: INFORMATIZAÇÃO OA SECRETARIA GERAL 1994-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 30 000 30 000 | 15 000 15 OOO | 15 000 15 000 | 60 000 60 000 | |||||
PROS:lHFOFftóTIiACAÚ E APETRECHAMENTO DO DAERE i CF: 8010 SE*. CAERE WROJr \ | TOTAL CAP.50 O.E. | 12 000 12 000 | 8 OOO 8 000 | 20 0001 20 0001 | ||||||
PROJ: INFORMATIZAÇÃO E 1 APETRECHAMENTO 00 DAERE 1994-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 12 000 12 000 | 8 000 8 000 | 20 000f 20 OOOl | ||||||
1 PROS:JffíHfMT JZACAO DE AREAS OA OGÇT <5\.m | TOTAL CAP.SO O.E. | 6 000 6 000 | 6 000 6 000 | 12 000} 12 000 I | ||||||
F«W:1WCSHAT1ZACA0 DE AREAS DA OGCT 1994-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 6 000 6 000 | 6 000 6 000 | 12 000 12 000 | ||||||
PSO6iDESFjrvCtVIH£NT0 DE UH -SISTEMA m StffWE A GESTAS OA OGEFP , | TOTAL CAP.SO 04. | 15 000 15 OOO | 16 500 16 500 | 16 500 16 500 | 48 000 48 000 | |||||
PROJiDESENVOLVIMENTO OE UH SISTEMA OE SUPORTE A GESTÃO DA DGEFP WW-W* LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 15 OOO 15 000 | 16 500 16 500 | 16 500 16 500 | 48 000 48 OOO | |||||
' PROS:INSTALAÇÕES DOS SERVIÇOS OE CUmHKAO CENTRAL E REGIONAL ¡CF: 8M0 SE.' JEFP KPHUí 1 | TOTAL CAP.SO O.E. | 569 996 | 244 318 | 1 395 000 | 750 000 | 150 000 | 150 000 | 150 000 | 3 409 314 |
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150-(330)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO 00 EMPREGO E SE6URANCA SOCIAL
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIOOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 199J-" EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PKOJtINSTALAÇÕES DOS SERVIÇOS DE COORDENAÇÃO CENTRAL E REGIONAL 1991-1998 VREGI | TOTAL CAP.» O.E. | 569 996 | 244 316 | 1 395 000 | 750 000 | 150 000 | 150 000 | 150 000 | 3 409 314 |
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PIDDAC 1994
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
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"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(333)
MINISTERIO OA EDOCACAO
(VALORES EN COUTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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150-(334)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
NmiSTERIO DA EDOCACAO
(VALORES EM COITOS)
C PROGRAMAÇÃO OA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIOOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
OE Si'GR AC AO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PROJlESC. PREP. E SEC. CAMPO 1991-1994 RORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 320 152 320 152 | 97 398 »7 398 | 30 525 30 525 | 448 075 448 075 | ||||
PROJlESC. SEC. CANELAS . S 1993-1996 COm NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 2 180 2 180 | 102 946 102 946 | 252 078 252 078 | 29 096 29 096 | 386 300 386 300 | |||
PROJlESC. PREP. E SEC. CONTUMTL 1991-1995 COFIN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 493 977 493 »77 | 66 Dl 86 731 | 134 250 134 250 | 15 750 15 750 | 730 708 730 708 | |||
PROJlESC. SEC. D. LUIS DE CASTRO 1992-1995 COFtN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 31 605 31 605 | 47 080 47 000 | 223 750 223 750 | 26 250 26 250 | 326 805 328 805 | |||
PROJlESC. PREP. E SEC. DOMINGOS CAPELA 1994-1996 COFIN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | ••• | 8 »50 8 950 | 221 050 221 050 | 110 000 HO 000 | 340 000 340 000 | |||
PROJlESC. PREP. E SEC. ERHEStNDE 1991-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 533 640 533 640 | 82 465 82 465 | 46 060 46 060 | 662 165 662 165 | ||||
PROJlESC. PREP. ESPOSENDE 1992-1995 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 280 2Í0 | 211 337 211 337 | 161 363 161 363 | 25 000 25 000 | 397 980 397 980 | |||
PROJlESC. PREP. E SEC. FRAZAO 1992-1994 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 41 200 41 200 | 283 814 2B3 614 | 17 300 17 300 | 342 314 342 314 | ||||
PROJlESC. PREP. E SEC. FREAMUNDE 1991-2994 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 18 000 18 000 | 25 917 25 917 | 12 000 12 000 | 55 917 55 917 | ||||
PROJlESC. PREP. E SEC. FREIXO OE ESPADA A CINTA 1992-1995 COFTN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 40 000 40 000 | 6 167 6 167 | 35 800 35 800 | 206 033 206 033 | 290 000 290 000 | |||
PROJlESC. PREP. E SEC. OE GANDARELA (SISTEMA DE AQUECIMENTO) 1994-1994 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 3 200 3 200 | 3 200 3 200 | ||||||
PROJlESC. PREP. E SEC. GRIA 1993-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 252 950 252 950 | 80 270 80 270 | 333 220 333 220 | |||||
PROJlESC. PREP. E SEC. DE GUALTAR 1992-1994 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 92 OOO 92 000 | 303 950 303 950 | 10 000 10 000 | 405 950 405 950 | ||||
PROJlESC. BAS. INT. PINHEIRO BEMPOSTA 1994-1996 COFIN NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 8 950 6 950 | 221 050 221 050 | HO 000 110 000 | 340 000 340 000 | ||||
PROJlESC. PREP. E SEC. IRENE LISBOA 1993-1995 COFIN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | »650 9 650 | 236 260 236 280 | 98 320 98 320 | 344 250 344 250 | ||||
PROJlESC. PREP. E SEC. IZEDA 1991-1994 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 142 544 142 544 | 340 557 340 567 | 21 900 21 900 | 505 Oll 505 011 | ||||
PROJlESC. PREP. JOARE 1992-1994 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 239 650 239 650 | 92 899 92 89» | 10 000 10 000 | 342 54» 342 549 | ||||
PROJlESC. PREP. E SEC. DE JOVIM 1994-1996 COFTN NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 102 0» 102 030 | 211 970 211 970 | 86 000 86 000 | 400 000 400 000 | ||||
PROJlESC. FfiEP. E SEC. JUNQUEIRA 1994-19% COFW NORTE | TOTAL cap.so o.e. | 125 568 125 568 | 294 732 294 732 | 420 300 420 300 | |||||
PROJ-.ESCOLA BÁSICA DE LOUREIRO 1994-1996 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 19 000 10 000 | 240 000 240 000 | 130 000 130 000 | 380 000 380 000 |
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MINISTERIO DA EDUCAÇÃO
(VALORES EM CONTOS)
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO OA EDUCAÇÃO
(VALORES EH CONTOS)
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MINISTERIO OA EDUCAÇÃO
(VALORES EM CONTOS)
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II SÉRIE-A - NÚMERO 11
MINISTERIO DA EDUCAÇÃO
(VALORES EN CONTOS)
PHWVMCAO da execução financeira 00 pidcac | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESI6NACA0 | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | AMOS SEGUINTES | ||
PROJ:ESC. BÁSICA INTEGRADA OLIVEIRA DE FRADES 1994-1997 COFIN CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 44 750 44 750 | 155 250 155 250 | 150 000 150 000 | 50 000 50 000 | 400 000 400 000 | |||
PROJiESC. SEC. JAIME CORTESÃO 1992-1994 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 49 504 49 504 | 32 860 32 680 | 2 500 2 500 | 84 884 84 684 | ||||
PROJiESC. PREP. E SEC. LORIGA 1993-1995 COFÍN CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 35 000 35 000 | 179 000 179 000 | 221 000 221 000 | 435 000 435 000 | ||||
PROJ:ESC. PREP. E SEC. LOUSA 1994-1995 COFÍN CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 17 900 17 900 | 122 100 122 100 | 140 000 140 000 | |||||
PR0J:ESC. PREP. E SEC. MACEDA 1992-1994 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 77 618 77 818 | 122 000 122 000 | 5 OOO 5 OOO | 204 818 204 618 | ||||
PROJiESC. PREP. E SEC. MANGUALDE 1994-1997 COFÍN CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 67 125 67 125 | 157 875 157 875 | 160 000 160 000 | 115 000 115 000 | 500 000 SOO 000 | |||
PROJ:ESC. PREP. E SEC. MANTEIGAS 1993-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 70 OOO 70 000 | 160 000 160 000 | 15 000 15 000 | 245 000 245 000 | ||||
PROJ:ESC. PREP. E SEC. MARINHA GRANDE 1991-1995 COFÍN CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 55 000 55 000 | 50 OOO 50 000 | 89 500 89 500 | 75 500 75 500 | 270 000 270 000 | |||
PROJ:ESC. BÁSICA INTEGRADA HARZOVELOS 1994-1997 COFÍN CEÑIR | TOTAL CAP.50 O.E. | 26 850 26 eso | 153 150 153 150 | 150 000 ISO 000 | 70 000 70 000 | 400 000 400 OOO | |||
PROJtESC. PREP. MIRA 1993-1994 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 17 SCO 17 500 | 2 000 2 0» | 19 500 19 500 | |||||
PR0J:ESC. PREP. E SEC. MIRANDA DO CORVO 1993-1994 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 80 000 80 000 | 80 000 80 000 | 160 000 160 000 | |||||
PROJ:ESC. PREP. E SEC. MOHTEHOR-O-VELHO 1993-1996 COFÍN CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 40 000 40 000 | 35 800 35 80D | 164 200 164 200 | 30 000 30 000 | 270 000 270 000 | |||
PROJ:ESC. PREP HORTAGUA 1994-1994 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 15 OOO 1S 000 | VSQOO 15 000 | ||||||
PROJ:ESC. PREP. E SEC. MUNDAO 1994-1997 COFÍN CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 17 900 17 900 | 122 100 122 100 | 100 OOO 100 000 | 70 000 70 000 | 310 OOO 310 000 | |||
PROJ:ESC. PREP. E SEC. NELAS 1994-1997 COFÍN CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 17 900 17 900 | 122 100 122 100 | 100 000 100 000 | 70 000 70 000 | 310 OOO 310 000 | |||
PROJiESC. SEC. DE NELAS 1994-1994 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 20 OOO 20 000 | 2« va 20 000 | ||||||
PROJ:ESC. PREP. E SEC. OLEIROS 1993-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 22 034 22 034 | 50 000 50 000 | 150 000 ISO 000 | 117 966 117 966 | 340 000 340 000 | |||
PROJ:ESC. PREP. E SEC. OLIVEIRA DO BAIRRO 1991-1995 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 40 000 40 000 | 1 000 1 0» | S 000 5 000 | 60 000 60 000 | 106 000 | |||
PROJjESC. SEC. OLIVEIRA DO BAIRRO 1993-199$ COFW CEKTft | TOTAL CAP.50 O.E. | 20 000 20 000 | 8 950 8 950 | 71 050 71 050 | 70 000 70 000 | 170 090 170 000 | |||
PROJ:ESC. PREP. E SEC. PAMPILHOSA DA SERRA 1994-1996 COFÍN CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 26 850 26 850 | 113 150 113 150 | 100 000 100 000 | 240 000 240 000 |
Página 339
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(339)
MINISTERIO DA EDUCAÇÃO
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIDOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PROJlESC. PREP. E SEC. PAHPILHOSA DO BOTÃO 1992-1994 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 75 561 75 561 | 166 000 168 000 | 5 000 S 000 | 248 561 248 561 | ||||
PROJlESC. PREP. E SEC. PEOROGAO GRANDE 1993-1995 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 80 000 80 000 | 150 000 150 000 | 70 000 70 000 | 300 000 300 000 | ||||
PROJ:ESC. PREP. E SEC. PEDRULHA 1994-1995 COFIH CEHTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 26 850 26 850 | 163 150 163 150 | 170 000 170 000 | 360 000 360 000 | ||||
PROJlESC. BÁSICA INTEGRADA PEKELA 1994-1997 COFIN CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 44 750 44 750 | 1S5 250 155 250 | 120 000 120 000 | 50 000 SO 000 | 370 000 370 000 | |||
j PROJtESC. PREP. PIKHEL 1 1994-1994 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 20 000 20 OOO | 20 000 20 000 | ||||||
| PROJlESC. SEC. POMBAL 1 1993-1994 CEHTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 13 000 13 000 | 2 000 2 000 | 15 OOO 15 OOO | |||||
PROJlESC. BÁSICA IHTEGRAOA S. DOMINGOS 1993-1996 CEHTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 20 000 20 000 | 110 000 110 000 | 150 000 150 OOO | 55 000 55 000 | 335 000 335 OOO | |||
PROJlESC. PREP. E SEC. S.PEDRO DE ALVA 1939-1995 COFIN CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 54 500 54 500 | 40 000 40 000 | 26 850 26 850 | 88 650 86 650 | 210 000 210 000 | |||
PROJlESC. BÁSICA INTEGRADA S.VICENTE OA BEIRA 1994-1997 COFIH CEHTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 26 SSO 26 850 | 113 150 113 150 | 150 000 150 000 | 74 000 74 000 | 364 000 364 000 | |||
PROJlESC. PREP. E SEC. SATAO 1991-1994 CEHTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 167 108 187 108 | 27 966 27 966 | 20 000 20 000 | 235 074 235 074 | ||||
PROJlESC. PREP. E SEC. SEIA 1993-1995 COFIH CEHTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 60 000 60 000 | 179 000 179 000 | 81 000 81 000 | 320 000 320 000 | ||||
PROJlESC. BÁSICA INTEGRADA SILVARES 1994-1997 COFIN CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 26 850 26 650 | 123 150 123 150 | 100 000 100 000 | 80 000 80 000 | 330 000 330 000 | |||
PROJlESC. PREP. E SEC. SOURE 1992-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 111 200 111 200 | 70 OOO 70 000 | 20 000 20 000 | 78 800 78 800 | 280 000 280 000 | |||
PROJlESC. PREP. E SEC. TOKDELA 1991-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 63 590 63 590 | 63 100 83 100 | 50 000 50 000 | 83 310 83 310 | 280 OOO 280 000 | |||
PROJlESC. PREP. E SEC. TRANCOSO 1993-1996 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 60 OOO 60 000 | 70 OOO 70 000 | 150 OOO 150 000 | 60 000 60 000 | 340 000 340 000 | |||
PROJlESC. SEC. OE VAGOS 1994-1996 COFIN CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 17 900 17 900 | 202 100 202 100 | 130 000 130 000 | 350 000 350 000 | ||||
PROJ.-ESC. PREP. E SEC. VALEGA 1992-1994 CEHTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 108 436 108 436 | 143 000 143 000 | 5 OOO 5 000 | 256 436 256 436 | ||||
PROJlESC. PREP. E SEC. VILA FRANCA DAS NAVES 1992-1994 CEHTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 68 658 68 658 | 90 000 90 000 | 20 000 20 000 | 176 658 178 656 | ||||
PROOiESC. PREP. E SEC. VILA NOVA DE TAZEM 1991-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 35 000 35 000 | 40 OOO 40 000 | 160 000 160 000 | 25 000 25 000 | 260 OOO 260 000 | |||
PROJlESC. PREP. E SEC. VILARINKO DO BAIRRO 1992-1994 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 27 408 27 408 | 208 OOO 208 000 | 10 000 10 OOO | 245 408 245 408 |
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150-(340)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIODAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | AH 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | 1 | ||
PROJiESC. PREP. E SEC. VISO 1992-1996 CEHTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 60 000 60 000 | 45 000 45 000 | 100 000 100 000 | 100 000 100 000 | 45 000 45 000 | 350 000 350 000 | ||
pfsAtimmmi «sa os eksuos RASTO E SECUMAAIO •- USBOA CP: 3920 SE: OREI HPROfe 58 | TOTAL CAP.50 04. | 2 810 617 2 810 617 | 2 357 403 2 357 403 | 3 348 000 3 348 000 | 4 138 000 4 138 000 | 1 405 000 1 405 000 | 14 059 020 14 059 020 | ||
PROJ:ESC. BÁSICA AGUALVA/CACEM 1994-1995 COT IH LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 44 750 44 750 | 255 250 255 250 | 300 000 300 000 | |||||
PROJ:ESC. PREP. E SEC. ALCOCHETE 1992-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 3 161 3 161 | 9 500 9 500 | 12 000 12 000 | 24 661 24 661 | ||||
PROJiESC. PREP. E SEC. ALSUEIRAO 1992-1995 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 38 983 38 983 | 185 COO 185 000 | 179 000 179 000 | 21 000 21 000 | 423 983 423 983 | |||
PROJiESC. BÁSICA INTEGRADA ALHAQA-OIARHECA 1992-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 24 839 24 839 | 32 500 32 500 | 22 000 22 000 | 79 339 79 339 | ||||
PROJiENS. SEC. GERAL ALTO DE SANTA CATARINA 1994-1996 COfIN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 67 125 67 125 | 207 875 207 875 | 125 000 125 000 | 400 000 400 000 | ||||
PROJiENS. SEC. GERAL ALVERCA 1994-1996 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 67 125 67 12S | 207 875 207 875 | 125 000 125 000 | 400 000 400 000 | ||||
PROJiESC. PREP. E SEC. AMADEU GAUDÊNCIO 1992-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 11 174 11 174 | 33 000 33 000 | 20 000 20 000 | 64 174 64 174 | ||||
PROJiESC. BÁSICA AMORA 1994-1996 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 67 125 67 125 | 157 875 157 875 | 75 000 75 000 | 300 000 300 000 | ||||
PROJiESC. BÁSICA ARAN6UES 1993-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 10 000 | 110 000 110 000 | 32 000 32 000 | 152 000 152 000 | ||||
PROJiESC. PREP. E SEC. ARROJA/ODIVELAS 1992-1995 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 29 981 29 981 | 174 029 174 029 | 107 400 107 400 | 32 600 32 600 | 344 010 344 010 | |||
PROJiESC. PREP. E SEC. ATOUGULA DA BALEIA 1992-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 133 841 133 841 | 122 100 122 100 | 12 000 12 000 | 267 941 267 941 | ||||
PROJiESC. BÁSICA BAIXA DA BANHEIRA ,1994-1996 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 44 750 44 750 | 155 250 155 250 | 100 000 100 000 | 300 000 300 000 | ||||
PROJiESC. BÁSICA BARREIRO 1994-1995 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 67 125 67 125 | 157 875 157 875 | 75 000 75 000 | 300 000 300 000 | ||||
PROJiESC. BÁSICA BRANDOA 1994-1995 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 67 125 67 125 | 212 875 212 875 | 280 000 280 COO | |||||
PROJiESC. SEC. CAMARATE 1992-1995 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 38 500 38 500 | 207 280 207 280 | 259 550 259 550 | 30 450 30 450 | 535 780 535 7801 | |||
[ PROJiESC. SEC. CARNAXIDE 1992-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 28 166 28 166 | 52 000 52 000 | 80 166 ( 80 166 | |||||
PROJiESC. PREP. E SEC. CARTAXO 1992-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 20 880 20 680 | 133 593 133 593 | 8 500 8 $00 | 162 973 162 973 | ||||
PROJiESC. PREP. E SEC. CASAL DE CAMBRA 1991-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 142 594 142 504 | 149 847 149 847 | 27 SOO 27 SOO | 319 851 319 651 |
Página 341
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(341)
ministerio oa edocacao
(VALORES EN CORTOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIDCAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
OES I6 H A C A 0 | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 . | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PROJtESC. BÁSICA CHARNECA 00 LUMIAR 1994-1995 COFÍN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 67 125 67 125 | 232 875 232 875 | 300 000 300 000 | |||||
PROJtESC. PREP. E SEC. CHELAS -20MH 1990-1995 COFn LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 11 000 11 000 | 2 076 2 076 | 116 350 116 350 | 38 650 38 650 | 168 076 168 076 | |||
PROJtESC. SEC. CORUCHE 1991-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 94 607 94 807 | 12 968 12 968 | 1 000 1 000 | 103 775 108 775 | ||||
PROJtESC. BÁSICA INTEGRADA DE CORUCHE 1994-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 75 ora 75 OOO | 150 000 150 000 | 55 000 55000 | 280 000 280 000 | ||||
PROJtESC. PREP. E SEC. COSTA DA CAPARICA 1990-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 389 317 369 317 | 23 259 23 259 | 10 OOO 10 OOO | 422 576 422 576 | ||||
PROJiESC. PREP. E SEC. DACA 1966-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 217 521 217 521 | 61 894 61 894 | 40 OOO 40 000 | 319 415 319 415 | ||||
PROJtENS. SEC. GERAL FEIJO 1994-1996 COFÍN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 67 125 67 125 | 207 875 207 875 | 125 000 125 000 | 400 DDO 400 000 | ||||
PROJtESC. SEC. FONSECA BENEVIDES 1992-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 25 000 25 OOO | 63 848 63 848 | 6 000 6 000 | 94 848 94 848 | ||||
PROJiESC. BÁSICA FREIRÍA 1994-1995 COFÍN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.C. | 62 650 62 650 | 7 350 7 350 | 70 000 70 000 | |||||
PROJiESC. PREP. E SEC. LOURES N.l 1993-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 95 870 95 870 | 1 500 1 500 | 97 370 97 370 | |||||
PROJtESC. SEC. LOURES R.2 1994-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 20 000 20 000 | 20 OOO 20 000 | ||||||
PROJtESC. BÁSICA MOITA 1994-1996 COFÍN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 67 125 67 125 | 157 875 157 875 | 75 000 75 000 | 300 000 300 000 | ||||
PROJtESC. SEC. PACO OE ARCOS 1991-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 24 503 24 503 | 131 889 131 889 | 5 000 5 000 | 161 392 161 392 | ||||
PROJiESC. SEC. PALMELA 1992-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 102 278 102 278 | 30 064 X 064 | 7 000 7 000 | 139 342 139 342 | ||||
PROJtESC. BÁSICA PE SOES 1994-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 120 000 120 000 | 100 OOO 100 000 | 220 OOO 220 000 | |||||
PROJtESC. BÁSICA OE PENICHE 1994-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | SO 000 50 000 | 50 OOO 50 000 | 100 OOO 100 000 | |||||
PROJtESC. BÁSICA INTEGRADA DE PENICHE 1994-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 75 000 75 OOO | 225 000 225 000 | 300 000 300 OOO | |||||
PROJtESC. BÁSICA PINHAL OE FRADES/FOGUETEIRO 1994-1996 COFÍN LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 67 125 67 125 | 157 875 157 875 | 75 000 75 000 | 300 000 S 300 000 | ||||
PROJiESC. SEC. PINHAL NOVO 1992-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 20 000 20 000 | 147 426 147 426 | 7 500 7 500 | 174 926 174 926 | ||||
PROJtESC. SEC. PONTINHA 1993-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 10 000 | 28 000 28 000 | 38 0001 38 000 |
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTÉRIO OA EOOCACAO
(VALORES EM COITOS)
PROGRAMAÇÃO OA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIDOAC | ! | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 199S | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | DESPESA TOTAL 1 | |
PROJiESC. PREP. E SEC. QUEIJAS 1990-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 188 909 188 909 | 42 000 42 000 | 20 000 20 000 | 250 9091 250 909 | ||||
PROJiESC. BÁSICA QUINTA NOVA DA TELHA 1994-1995 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 44 750 44 750 | 55 250 55 250 | 100 090 100 000 | |||||
PROJiESC. BÁSICA QUINTA VALE DE SANTO ANTONIO 1994-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 75 099 75 009 | 159 009 I5O0O9 | 75 000 75 000 | 300 000 300 000 | ||||
PROJiESC. PREP. E SEC. RIO MAIOR 1990-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 208 417 208 417 | 192 500 102 500 | 39 000 30 009 | 340 917 340 917 | ||||
PROJiESC. PREP. E SEC. S.DCHINGOS DE RANA 1993-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 84 284 84 284 | 9 000 9 000 | 93 284 93 284 | |||||
PROJiESC. BÁSICA S.JOAO OA TALHA 1994-1996 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 67 125 67 125 | 157 87S 1S7 875 | 75 009 75 000 | 300 000 300 000 | ||||
PROJiESC. PREP. ALEXANDRE HERCULANO 1993-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 10 090 10 000 | 80 090 80 000 | 2 000 2 009 | 92 000; 92 000 | ||||
PROJiESC. PREP. E SEC. SAO GONÇALO 1990-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 459 865 459 865 | 13 003 13 093 | 1 099 1 009 | 473 8581 473 8681 | ||||
PROJiESC. BÁSICA SARDOAL 1994-1995 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 53 700 S3 700 | « 390 5 309 | 60 000 j 60 000 J | |||||
PROJtENS. SEC. GERAL SEIXAL 1994-1996 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 89 SOO 89 500 | 160 500 160 SOO | 100 000 100 000 | 350 000E 350 0001 | ||||
PROJtENS. SEC. GERAL SETÚBAL 1994-1996 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 67 125 67 125 | 207 87S 207 875 | 125 000 125 000 | 400 000 U 400 000 J | ||||
PROJiESC. BÁSICA SETÚBAL 1994-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 75 099 75 000 | 159 000 ISO 009 | 75 000 75 000 | 300 000 300 000 | ||||
PROJiESC. PREP. E SEC. SOBRAL OE MONTE AGRAÇO 1989-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 324 541 324 541 | 22 419 22 419 | 89 009 80 000 | 2 000 2 009 | 426 960 428 SSO ' | |||
PROJiESC. BÁSICA SOBRAL DE MONTE AGRAÇO 1994-1996 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 67 125 67 125 | 157 875 157 87S | 75 000 75 000 | 300 030 300 coo; | ||||
PROJiESC. SEC. SOBREDA 1990-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 24 727 24 727 | 38 578 38 578 | 5 000 5 000 | 68 305 68 305 | ||||
PROJiESC. SEC. STO. ANTONIO DOS CAVALEIROS 1992-1995 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 43 090 43 090 | 198 000 198 090 | 205 850 205 850 | 24 150 24 150 | 471 090 471 COOl | |||
PROJiESC. PREP. E SEC. TELHEIRAS 1991-1995 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 5 753 5 753 | 2 076 2 076 | 134 250 134 250 | 65 759 65 750 | 207 829 207 829 | |||
PROJiESC. BÁSICA TERCE KA/BARCARENA 1994-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 59 000 50 900 | 200 DOO 200 000 | 50 000 50 000 | 300 000 | 309 000 ■ | ||||
PROJiESC. PREP. E SEC. TOMAR N.2 1990-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 138 440 138 440 | 208 400 208 400 | 5 009 5 009 | 351 8401 | ||||
PROJiESC. SEC. VISO 1992-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.C. | 60 510 60 510 | 60 000 60 000 | 120 510 120 510 1 |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIOOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
0ESI6NACA0 | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PRWtntSTALACOES FW OSEJSBBS. 8ASIC01 SECUX0M1O • ALENTEJO CFt 3020 Sit GREAT HPROJr 17 | TOTAL CAP.50 OX. | 515 485 515 485 | 1 125 66* 1 125 664 | 1 137 000 1 137 000 | 1 272 556 1 272 556 | 150 000 150 000 | 4 200 705 4 200 70S | ||
PROJlESC. BÁSICA INTEGRADA DE ALCÁCER DO SAL 1984-1996 ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 80 000 80 000 | 280 000 280 000 | 150 000 150 000 | 510 000 510 000 | ||||
PROJlESC. PREP. E SEC. OE ARRAIOLOS 1993-1994 ALENT | TOTAL CAP.SO O.E. | 20 612 20 612 | 100 100 | 20 712 20 712 | |||||
PROJlESC. PREP. E SEC. DE BARRANCOS (GINÁSIO) 1994-1995 COFIN ALENT | TOTAL CAP.SO O.E. | 77 865 77 865 | 16 935 16 935 | 94 800 94 800 | |||||
PROJlESC. PREP. E SEC. DE EVORA 1992-1994 ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 50 000 50 000 | 220 000 220 000 | 171 468 171 468 | 441 468 441 468 | ||||
PROJlESC. PREP. E SEC. FERREIRA OD ALENTEX 1994-1995 ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 91 099 91 099 | 128 901 128 901 | 220 000 220 000 | |||||
PROJlESC. BÁSICA INTEGRADA GRÂNDOLA 1994-1995 COFIN ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 110 418 110 418 | 339 582 339 582 | 450 000 450 000 | |||||
PROJlESC. BÁSICA INTEGRADA DE MONTARGIL 1994-1995 COFIN ALENT | TOTAL CAP.SO O.E. | 26 850 26 850 | 273 150 273 150 | 300 000 300 000 | |||||
PROJiOUTRAS INSTALAÇÕES ( A DESAGREGAR ) 1994-1994 ALENT | TOTAL CAP.SO O.E. | 5 000 5 000 | 5 OOO 5 000 | ||||||
PROJlESC. PREP. E SEC. DE PORTALEGRE 1992-1994 ALENT | TOTAL CAP.SO O.E. | 23 715 23 715 | 313 SOO 313 500 | 100 100 | 337 315 jj; :i5 | ||||
PROJlESC. PREP. E SEC. REDONDO 1994-1995 ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 122 500 122 500 | 60 000 60 000 | 182 500 182 SOO | |||||
PROJlESC. SEC. DE SANTIAGO DO CACEM 1993-1995 COFIN ALENT | TOTAL CAP.SO O.E. | 60 000 60 000 | 322 200 322 200 | 173 988 173 988 | 556 188 556 188 | ||||
PROJlESC. PREP. SANTIAGO 00 CACEM 1993-1994 ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 66 738 86 738 | 100 100 | 86 838 66 838 | |||||
PROJlESC. PREP. E SEC. DE SERPA 1992-1994 ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 76 394 76 394 | 209 315 209 315 | 100 100 | 285 809 285 809 | ||||
PROJlESC. SEC. SEVERIN OE FARIA (EVORA) 1993-1994 ALENT | TOTAL CAP.SO O.E. | 12 400 12 400 | 100 100 | 12 500 12 500 | |||||
PROJlESC. SEC. OE SINES 1992-1994 ALENT | TOTAL CAP.SO O.E. | 96 427 96 427 | 168 S73 168 573 | 99 000 99 000 | 364 000 364 000 | ||||
PROJlESC. SEC. DE VENDAS NOVAS 1991-1994 ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 266 949 268 949 | 34 526 34 526 | 100 100 | 303 575 303 575 | ||||
PROJlESC. PREP. E SEC. VILA NOVA OE SAO BENTO (BALNEÁRIOS) 1994-1994 ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 30 000 30 000 | 30 000 30 000 | ||||||
ÍROSvJHSTALAÇDf$ OS ERSDtOS ättKö E SECUNDÁRIO- ALGARVE CF: 30» SEi «EUG MPRtUt 12 | TOTAL CAP.5D O.E. | 344 949 344 949 | 720 794 720 794 | 1 137 000 1 137 OOO | 1 273 000 1 273 000 | 500 000 500 000 | 3 975 743 3 975 743 | ||
PROJtESC. PREP. OE ALBUFEIRA 1993-1994 ALGAR | TOTAL CAP.SO O.E. | 69 093 69 093 | 3 000 3 000 | 72 093 72 093 |
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
(VALORES EM CONTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
(VALORES er COTTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
(VALORES EM COXTDS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIDOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESI6NACA0 | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | AKOS SEGUINTES | ||
PROJilHTERVEHCOES DE EMER6ENCIA P/ EUS. BAS. SECUNDÁRIO 1991-1997 VREEI | TOTAL CAP.SO O.E. | 531 694 531 694 | 186 375 186 375 | 300 000 300 000 | 500 000 500 000 | 700 000 700 000 | 2 218 0691 2 218 069 | ||
m&iSmt& E PRW, ESPECIAIS PARA ESCOLAS 005 ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO Cf i 3070 SE: DEGRE KPROJ: 10 | TOTAL CAP.50 04. | 25 401 25 401 | 7 209 7 209 | 170 000 170 000 | 23 000 23 000 | 225 610 225 610 | |||
PROJ:ESC. BÁSICA INTEGRADA ESTOI 1994-1995 ALGAR | TOTAL CAP.SO O.E. | 30 000 30 000 | 5 000 5 000 | 35 099 35 990 | |||||
PROJiESC. BÁSICA INTEGRADA ÍLHAVO 1994-1995 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 32 500 32 500 | 6 000 6 000 | 38 509 38 500 | |||||
PROJiESC. AGRÍCOLA 00 RODO 1992-1994 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 13 916 13 916 | 2 000 2 000 | 15 916 IS 916 | |||||
PROJlBLOCO OFICINAL DE HECANOTECMIA E ELECTROTECNIA DO FUNDÃO 1992-1994 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 3 132 3 132 | 640 640 | 2 500 2 SOD | 6 272 6 272 | ||||
PROJiESC. BÁSICA OE LORIGA-SEIA 1992-1994 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 6 353 6 353 | 6 569 6 559 | 5 000 5 000 | 19 922 19 922 | ||||
PROJiESC. BÁSICA DE GONDIFELOS, FAMALICÃO 1994-1995 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 31 000 31 000 | 5 000 5 000 | 36 000 36 090 | |||||
PROJiESC. BÁSICA DO BAIRRO 00 PADRE CRUZ 1994-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 31 000 31 000 | 5 000 5 000 | 36 090 36 009 | |||||
PROJiESC. PROFISSIONAL D.DHIZ (PAIA) 1994-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 18 000 18 000 | 2 000 2 000 | 20 000 20 000 | |||||
PROJiESC. SEC. FONSECA BENEVIDES-1 .FASE-AMPLIAÇÃO 1994-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 8 000 8 000 | 8 000 8 000 | ||||||
PROJiALTERACAO DE PROJECTOS EXISTENTES P/AOEQUACAO DD PARQUE ESCOLAR 1994-1994 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 10 000 | 10 000 10 ceo | ||||||
PROSrAPÇTREDWETO) DAS INSTALAÇÕES PARA OS ENSINOS BÁSICO C SECUNDÁRIO * KRT£ Cf: 3020 SE: OREM NPROJi 7 | TOTAL CAP.50 04. | 570 000 570 000 | 525 000 525 000 | 701 125 701 125 | 1 000 000 1 000 000 | 1 000 000 1 009 000 | 1 000 000 1 000 000 | 2 000 000 2 000 000 | 6 796 125 6 796 125 |
PROJiAPETRECHAMENTO DAS INSTALAÇÕES PARA OS ENSINOS BAS E SEC.-DISTRITO DE BRASA 1991-1999 NORTE | TOTAL CAP.SO 04. | 136 000 136 000 | 125 000 125 000 | 167 000 167 000 | 238 168 23B 188 | 238 188 238 188 | 238 188 238 188 | 476 377 476 377 | 1 618 941 1 618 941 |
PROJiAPETRECHAMENTO DAS INSTALAÇÕES PARA OS ENSINOS BAS E SEC.-OISTRITO OE BRAGANÇA 1991-1999 KORTE | TOTAL CAP.SO 04. | 43 500 43 500 | 40 100 40 100 | 53 500 53 500 | 76 306 76 306 | 76 306 76 306 | 76 306 76 306 | 152 612 152 612 | 518 630 518 630 |
PROJiAPETRECHAMENTO DAS INSTALAÇÕES PARA OS ENSINOS BAS E SEC.-OISTRITO DO PORTO 1991-1999 NORTE | TOTAL CAP.SO 04. | 170 400 170 400 | 156 900 156 900 | 209 625 209 625 | 298 984 298 984 | 298 984 298 984 | 298 984 298 984 | 597 968 597 968 | 2 031 845 2 031 845 |
PRDJ:APETRECHAM£NTO CAS INSTALAÇÕES PARA 05 ENSINOS BAS E SEC.-OISTRITO DE VIANA CASTELO 1991-1999 NORTE | TOTAL CAP.SO 04. | 86 000 86 000 | 79 400 79 400 | 106 000 106 000 | 151 186 151 186 | 151 186 1S1 186 | 151 186 151 186 | 302 371 302 371 | 1 027 329 I 027 329 |
PROJiAPETRECHAMENTO DAS INSTALAÇÕES PARA OS ENSINOS BAS E SEC.-OISTRITO DE VILA REAL 1991-1999 NORTE | TOTAL CAP.SO 04. | 37 000 37 000 | 34 100 34 100 | 45 500 45 500 | 64 896 64 896 | 64 896 64 896 | 64 896 64 896 | 129 791 129 791 | 441 079 441 079 |
PROJiAPETRECHAMENTO DAS INSTALAÇÕES PARA OS ENSINOS BAS E SEC.-OISTRITO OE VISEU 1991-19» VREGI | TOTAL CAP.SO 04. | 66 700 66 700 | 61 400 61 400 | 82 000 82 000 | 116 9SS 116 955 | 116 955 116 95S | 116 955 116 955 | 233 910 233 910 | 794 875 794 875 |
PROJ! APETRECHAMENTO OAS INSTALAÇÕES PARA OS ENSINOS BAS E SEC.-OISTRITO DE AVEIRO 1991-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 04. | 30 400 30 400 | 28 100 2B 100 | 37 500 37 500 | S3 485 53 485 | 53 485 53 483 | 53 485 53 485 | 106 971 106 971 | 363 426 363 426 |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
(VALORES EM CONTOS)
programação DA EXECUÇÃO FINANCEIRA co P1DDAC | OESPESA TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | . 1»»5 | 1996 | 1997 | amos SEGUINTES | ||
nxtimwtimo ws INSTALAÇÕES PARA OS EHSTMK BASICO E SEOMWIO - CENTRO Cf« 3020 Sti OREC HPRftli ft | TOTAL CV.50 o.e. | l 701 247 1 701 247 | 523 000 523 000 | 502 SOO 502 500 | 600 000 600 000 | 750 000 750 000 | 4 076 747 4 076 747 | ||
PROJtAPETRECHAMEHTO DAS INSTALAÇÕES PARA OS ENSINOS BAS E SEC. - OIimiTO OE AVEIRO 1939-1996 CEHTR | TOTAL CAP.u O.e. | 331 362 331 362 | 156 000 155 000 | 113 000 113 000 | 120 000 120 00» | 120 000 120 000 | 640 362 840 362 | ||
PRCvltAPETRECHAHEHTO DAS INSTALAÇÕES PARA 05 ENSINOS BAS E SEC. - DISTRITO DE CASTELO BRANCO 1989-1996 CEHTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 179 813 179 613 | 65 000 65 000 | 106 000 106 000 | 100 000 100 000 | 110 000 110 000 | 560 813 560 813 | ||
PROJiAPETRECHAMENTO das INSTALAÇÕES PARA OS ENSINOS BAS E SEC. - DISTRITO DE COIMBRA 1989-1996 CEHTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 233 379 233 379 | 156 000 156 000 | 69 000 69 000 | 90 000 »0 000 | 100 000 100 000 | 648 379 648 379 | ||
PROJiAFETRECHAHIHTO DAS INSTALAÇÕES PARA OS ENSINOS BAS E SEC. - DISTRITO DA GUARDA 1989-1996 VREGI | TOTAL CAP.50 O.e. | 272 350 272 350 | 74 coo 74 000 | 20 000 20 000 | 80 000 80 000 | 100 000 100 000 | 546 350 546 350 | ||
PROJiAPETRECHAMENTO DAS INSTALAÇÕES PARA OS ENSINOS BAS e SEC. -DISTRITO DE LEIRIA 1992-1996 VREGI | TOTAL CAP.50 O.e. | 235 778 235 778 | 5 000 5 000 | 69 000 69 000 | »0 000 90 OCO | 120 000 120 000 | 51» 778 519 778 | ||
PROJ.-APETRECHAMENTO DAS INSTALAÇÕES PARA OS ENSINOS BAS E SEC. - DISTRITO DE VISEU 1989-1996 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 448 565 448 565 | 67 000 67 000 | 125 500 125 500 | 120 000 120 000 | 200 000 200 000 | »61 065 961 065 | ||
INSTALAÇÕES PARA OS ENSINOS 8ASICB t SECUNDÁRIO - LISBOA CF» 30» se) WEL NPROJí. * | TOTAL cap J» o.e. | 1 260 078 1 260 078 | 829 492 829 492 | 937 SOO »37 500 | 1 000 000 1 000 000 | 1 ISO 000 1 150 000 | 5 177 070 5 177 070 | ||
PROJiAPETRECHAMENTO DAS INSTALAÇÕES PARA OS ENSINOS BAS E SEC. • DISTRITO DE LISBOA 1991-1996 lvtej | TOTAL CAP.SO O.E. | 820 943 820 943 | 451 621 451 621 | 660 000 660 000 | 700 000 700 000 | 750 000 750 000 | 3 382 564 3 382 564 | ||
PROJ:APETRECHAMENTO DAS INSTALAÇÕES PARA OS ENSINOS BAS E SEC. - DISTRITO OE SANTARÉM 1991-1996 LVTEJ | TOTAL cap.SO O.E. | 166 304 166 304 | 136 372 136 372 | 93 000 93 000 | 100 000 100 000 | 100 000 100 000 | 595 676 595 676 | ||
PROJ:APETRECHAMENTO DAS INSTALAÇÕES PARA OS ENSINOS BAS E SEC. - DISTRITO OE SETÚBAL 1991-1996 VREGI | TOTAL CAP.SO O.e. | 258 902 259 902 | 105 016 105 016 | 140 000 140 000 | 150 000 150 000 | 200 000 200 000 | 853 918 853 918 | ||
PROJ:APETRECHAM£ktd DAS INSTALAÇÕES PARA OS EHSIKOS BAS.E SEC. - DISTRITO DE LEIRIA 1991-1996 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 13 929 13 929 | 136 463 136 483 | 44 500 44 500 | 50 000 50 000 | 100 000 100 000 | 344 912 344 912 | ||
PROSfAPETRECHAKEKTO DAS mxntcm para os ensinos BÁSICO e SFCDHOARIO,. tHlKTEJO Cft 3020 SEi OREAT NPROJi'4 | TOTAL CAP.SO OJt. | 134 215 134 215 | 260 000 2C0 000 | 262 500 262 SOO | 288 750 288 756 | 945 465 945 465 | |||
PROJ:APETRECHAHEHTO OAS INSTALAÇÕES PARA OS EHSIKOS BAS. E SEC. - OlSTRITO OE BEJA 1990-1995 ALEKT | TOTAL CAP.SO O.e. | 49 046 49 046 | 63 000 63 000 | 49 130 49 130 | 54 043 54 043 | 215 219 215 219 | |||
PROJiAPETRECHAMENTO DAS INSTALAÇÕES PARA OS ENSINOS BAS. E SEC. • DISTRITO oe ÉVORA 1990-1995 ALEKT | TOTAL CAP.SO O.E. | 39 380 39 380 | 94 000 »4 000 | 72 400 72 400 | 79 540 79 640 | 285 420 285 420 | |||
PROJ'.APETRECHAMEKTO DAS INSTALAÇÕES PARA OS ENSINOS BAS. E SEC. - OlSTRITO DE PORTALEGRE 1990-1995 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 29 343 29 343 | 63 000 63 000 | 32 800 32 800 | 36 080 36 080 | 161 223 161 223 | |||
PROJ:APETRECHAHENT0 OAS INSTALAÇÕES PARA os ENSINOS BAS. E SEC. - DISTRITO de SETÚBAL 1990-1995 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 16 446 16 44« | 40 COO 40 000 | 108 170 108 170 | 116 987 118 987 | 283 603 283 603 | |||
PROGiAPETRECHAíCHTD OAS INSTALAÇÕES PARA OS ENSINOS BÁSICO e SECtJNCWUO - ALGARVE CF; 3020 se» WtHS KPROlt I | TOTAL CAP.50 O.e. | 349 002 349 002 | 140 000 140 000 | 225 000 225 000 | 500 000 moo» | 1 214 002 1 214 002 | |||
PROJiAPETRECHAHEHTO DAS INSTALAÇÕES PARA OS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO • ALGARVE 1989-1995 ALGAR | TOTAL CAP.SO O.E. | 349 002 349 002 | 140 000 140 000 | 225 000 225 000 | 500 000 500 000 | 1 214 002 1 214 002 | |||
PROGiFfiCMECTO KHERVA Cf V »■» VJEVGEF rproj". I | TOTAL CAP.50 O.C. | 3 469 747 3 469 747 | 214 589 188 000 | 40 000 40 000 | 3 724 336 3 697 747 |
Página 348
150-(348)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
ministerio oa educação
(VALORES EH CONTOS)
PROGRAMAÇÃO da EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIOOAC | OESPESA TOTAL | ||||||||
j DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 ex. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PROJl PROJECTO MINERVA - fase PILOTO 1988-1994 VREGI | TOTAL cap.50 O.E. | 3 469 747 3 469 747 | 214 S89 188 coo | 40 oco 40 000 | 3 724 336 3 697 747 | ||||
PR0£ (APETRECHAMENTO c/ H081UARW EXPERIMENTA K escolas dd mnn básico r secuxearío CF: 3020 SE: OEGRE NPROJ: l | total CAP.so o.e. | 10 000 10 009 | 10 000 10 000 | ||||||
PROJiAPETRECHAKNTO C/ MOBRIARIO EXPERIMENTAL DE ESCOLAS 00 1 ENSINO BÁSICO E SECUNDÁRIO 1994-1994 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 10 000 10 000 | 10 000 10 000 | ||||||
ÍPROStTECfiOLOGIAS SE DIFORHAEAO e i CCTEUÇfcCAO Rft EDUCAÇÃO CF: 3020 SE: OEPGEF nproj: 1 | TOTAL CAP.50 o.e. | 50 000 50 000 | 50 000 50 000 | 50 000 50 000 | 50 000 50 000 | 200 000 200 000 | |||
PR0J:TECXOL0GIAS DE INFORMAÇÃO e CCMHICACAO NA EDUCAÇÃO 11994-1997 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 50 000 50 000 | 50 000 50 000 | 50 000 50 000 | 50 000 50 000 | 200 000 200 000 | |||
P^tftEMOtLACM E APETRECUAHENTO DE LABORATÓRIOS DE aaXÍAS/REGI» NORTE [CF; 3029 SÇ: OREK NPROJ: 1 | TOTAL CAP.50 o.e. | 28 778 28 778 | 40 000 40 000 | 225 OCO 225 000 | 225 000 225 000 | 225 000 225 000 | 225 000 225 000 | 450.000 450 000 | 1 418 778 1 418 778 |
] PROJ:REHCCELACAO E APETRECHAMENTO CE LABORATÓRIOS DE 3 CIEKCIAS/REGIAO NORTE 11992-1999 NORTE | total CAP.50 o.e. | 28 778 28 778 | 40 000 40 000 | 225 000 225 000 | 225 000 225 000 | 225 000 225 000 | 225 000 225 000 | 450 000 450 000 | 1 418 778 1 418 776 |
|pfOT:R£HO0ELACAO e APETRECHAMENTO 1 DE LABORATÓRIOS de , CIEliCIAS/REfilAO CENTRO i CF: 3020 S£: DREC NPROJ: 1 | TOTAL cap.SO O.e. | 30 000 30 000 | 40 000 40 000 | 225 000 225 000 | 230 000 230 000 | 150 000 150 000 | 675 000 67S 000 | ||
PROJrREKODELACAO E APETRECHAMENTO | DE LABORATÓRIOS DE J CIEtXIAS/REGIAO CENTRO J 1992-1995 CEHTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 30 000 30 000 | 40 000 40 000 | 225 000 225 000 | 230 000 230 000 | 150 000 150 000 | 675 000 675 000 | ||
j msmmiLMfO i apetrechamento ce LABORATÓRIOS DE JdEKCIAS/REGlAOtlSBOA 'CF: 3028 SE: orel NPROJ: l | TOTAL CAP.50 O.E. | 18 110 18 110 | 40 coo 40 000 | 225 000 225 000 | 230 000 230 000 | 230 000 230 000 | 743 110 743 110 | ||
PROJ:REKODELACAO E APETRECHAMENTO CE LABORATÓRIOS DE 1 CIENCIAS/REGIAO LISBOA 11992-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 o.e. | 18 110 18 110 | 40 000 40 000 | 225 000 225 000 | 230 000 230 000 | 230 000 230 000 | 743 110 743 110 | ||
PttCStftEfMEWtóO £ AmKOtóHENTO K WOSATCRIOS K iCttWIAS/REGIAO ALENTEJO CF: 3020 se: BREAT KJROJi 1 | total cap.50 O.e. | 28 191 28 191 | 20 000 20 000 | 112 SOO 112 500 | 123 750 123 750 | 284 441 284 441 | |||
1 PR0J;REK0DELACAO E APETRECHAMENTO OE LABORATÓRIOS DE CIENCIAS/REGIAO ALENTEJO 1992-1995 ALEHT | TOTAL CAP.50 O.E. | 28 191 28 191 | 20 000 20 000 | 112 500 112 500 | 123 750 123 750 | 284 441 284 441 | |||
PRCSiREKOOELACAO l APETRECKAKEMTO OE LABORATÓRIOS PC QEKCIAS/REGIAD ALGARVE CF: 3020 SE: OREALG NPROJ: i | TOTAL CAP 50 o.e. | 15 000 15 000 | 20 000 20 000 | 112 500 112 SOO | 120 000 120 000 | 126 000 126 000 | 393 500 393 5001 | ||
PROJiREKXELACAO E APETRECHAMENTO OE LABORATÓRIOS OE CIENCIAS/REGIAO ALGARVE 1992-1996 ALGAR | TOTAL CAP.50 O.E. | 15 000 15 000 | 20 000 20 000 | 112 500 112 SOO | 120 000 120 000 | 126 000 126 000 | 393 5001 393 500 | ||
PROStEKSIHOPROFIS5I0XAL í TECNGLQSICa CF: 302» SE) CES NPROJ: 3 | TOTAL CAP.SO o.e. | 4 735 305 4 735 305 | 2 496 714 2 496 714 | 4 438 000 4 438 000 | S 317 000 5 317 000 | 4 855 000 4 855 000 | 21 842 019 21 842 019 | ||
PROJ-.ESCOLAS PROFISSIONAIS AGRÍCOLAS 1 1990-1994 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 202 691 202 691 | 4S 000 45 000 | 247 691 ¡ 247 691 | |||||
| PROJ:EHSINO PROFISSIOHAL 1990-1996 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 924 163 924 163 | 100 000 100 000 | 455 000 455 000 | 455 000 455 000 | 455 000 455 000 | 2 389 163 2 389 163 | ||
PROJ:ENSINO TECNOLÓGICO 1990-1995 COFIN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 3 608 451 3 608 451 | 2 396 714 2 396 714 | 3 938 000 3 938 000 | 4 662 000 4 862 000 | 4 400 000 4 400 000 | 19 205 165 19 2»\«A | ||
iFRCfttTJUCACAO especial de fflBrtO \ NACIONAL ICF; 302» S£:ffiB HPROJM | TOTAL CAP.SO O.e. | 27 474 27 474 | 50 0» 50 000 | 50 000 50 000 | 55 00b 55 000 | 55 000 55 000 | 237 474 237 474 |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(349)
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO da EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIDOAC | 1! DESPESA total J | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 ex. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | akos SEGUINTES | ||
PROJiEOUCACAO ESPECIAL de AHBTTD NACIONAL 1932-1996 VREGI | total CAP.SO O.E. | 27 474 27 474 | 50 000 50 000 | 50 090 59 000 | 55 OOO 55 OOO | 55 000 55 000 | 237 474 237 474 | ||
PROStEDUCACAO especial /REGIÃO WClt ÇFi 3020 SEi OREN RPROJt l | total CAP.SO O.e. | 61 441 61 441 | 40 000 40 OOO | 92 000 92 000 | 100 000 100 000 | 100 000 100 000 | 100 000 100 COO | 200 000 200 000 | 693 441 693 441 |
PPOJ:EDUCACA0 ESPECIAL / REGIÃO NORTE 1992-1999 NORTE | total CAP.SO O.E. | 61 441 61 441 | 40 000 40 000 | 92 000 92 000 | 100 000 100 009 | 100 000 100 000 | 100 000 - 100 000 | 200 000 200 000 | 693 441 693 441 |
VtOÊtEWm ESPECIAL / REGIÃO CENTRO CFt 30» SEi tHEC HPRQJt 1 | total CAP.so 0.1. | 92 300 92 300 | 59 S80 sb 580 | 82 003 82 000 | 9O0O9 90 900 | 131 830 131 830 | 454 710 454 710 | ||
PROJiEDUCACAO ESPECIAL / REGIÃO CENTRO 1990-1996 LVTEJ | total CAP.SO O.E. | 92 300 92 300 | 58 580 58 580 | 82 009 82 000 | 90 000 90 000 | 131 830 131 830 | 454 710 454 710 | ||
fttttEMKACU ESPECIAL / REGIÃO LISBOA CF; 3020 SE: orel NPROJt 1 | total CAP.SO o.e. | 75 371 75 371 | 100 330' 100 330 | 140 009 140 000 | 150 000 iso 000 | 150 000 150 000 | 615 701 615 701 | ||
PftOJlEDUCACAO ESPECIAL / REGIÃO USBOA 1990-1996 LVTEJ | total CAP.SO O.E. | 75 371 75 371 | 109 330 100 330 | 140 000 140 000 | 150 000 150 000 | 150 000 150 009 | 615 701 615 701 | ||
IftOGtEBiKACAO ESPECIAL / REGIÃO ALENTEJO CFt 3020 St: DREAT HPRDJt 1 | total CAP.SO 0>t. | 18 628 18 628 | 15 340 15 340 | 22 000 22 000 | 24 200 24 200 | 80 168 80 168 | |||
PROJiEOUCACAO ESPECIAL / REGIÃO ALENTEJO 1990-1995 ALENT | total CAP.50 O.E. | 18 628 18 628. | 15 340 15 340 | 22 000 22 000 | 24 200 24 200 | 80 168 80 168! | |||
tOKasmaa especial / região ALGARVE CF: 30» STt OREAtS KPRQJt l | total CAP.SO 0£. | 9 750 9 750 | 9 750 9 750 | 14 000 14 000 | 15 000 15 000 | 16 000 16 000 | 17 000 17 000 | 18 000 18 090 | 99 500 99 500 |
FROJiCOUCACAO ESPECIAL / REGIÃO ALGARVE 1990-1996 algar | total CAP.50 O.E. | 9 750 9 750 | 9 750 9 750 | 14 000 14 000 | 15 000 15 000 | 16 000 16 000 | 17 000 17.000 | 18 000 18 000 | 99 500 99 500 |
PROSiUHIVEHSIDADÉ ABERTA CF: 3020 SE: OAB kproj: 1 | total CAP.SO O.E. | 157 652 157 652 | 202 431 200 009 | 90 000 90 000 | 80 000 80 000 | 120 000 120 000 | 650 083 647 652 | ||
PROJiUNIVERSIDADE ABERTA 1990-1996 LVTEJ | total CAP.50 O.E. | 157 652 157 652 | 202 431 209 000 | 90 000 90 000 | 80 000 80 009 | 120 000 120 000 | 650 083 647 652 | ||
PROGiUNIVERSIOAOE 00 ALGARVE CFt 3020 SE: m kproj: 3 | total CAP.SO O.e. | 418 558 142 594 | 1 019 618 365 334 | 931 415 465 159 | 1 387 481 649 465 | 295 800 73 950 | 4 052 872 1 696 502 | ||
PR0J:CtHPLEX0 PEDAGÓGICO 19B6-1995 ALGAR | total CAP.50 O.E. | 80 606 58 106 | 317 240 189 740 | 302 445 302 445 | 410 755 410 755 | 1 111 046 961 046 | |||
PROJiUNIOADE DE CIÊNCIAS EXACTAS E humanas 1991-1995 COFIN algar | total CAP.50 O.E. | 307 952 76 988 | 652 378 163 094 | 322 189 83 350 | 287 881 69 168 | • | 1 570 4001 392 6001 | ||
PROJiUNIOADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS DOS RECURSOS AQUÁTICOS 1992-1996 COFIN algar | total CAP.SO O.E. | 30 000 7 500 | 50 000 12 500 | 306 781 79 364 | 688 845 169 542 | 295 SOO 73 950 | 1 371 4261 342 8561 | ||
PROGiUNIVERSIOASe df AVEIRO CFt 3020 SEi UAV kproj: 3 | total-CAP.50 O.E. | 772 377 772 377 | 306 254 272 433 | 335 655 307 000 | 453 745 263 100 | 568 490 329 622 | 250 000 250 000 | 100 OOO 100 000 | 2 786 5211 2 294 532 |
PROJiCEHTRO DE INFORMAÇÃO TECNOLÓGICA 1987-1994 CENTR | total CAP.SO O.E. | 530 235 530 235 | 256 2S4 222 433 | 197 000 197 OOO | 983 489 949 668 | ||||
PROJi INFRA-ESTRUTURAS - 2. fase 1991-1998 CENTR | total CAP.50 O.E. | 242 142 242 142 | 50 000 50 000 | 100 OOO 100 000 | 200 OOO 200 000 | 250 000 250 000 | 250 000 250 000 | 100 COO 100 000 | 1 192 142 1 192 142 |
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150-(350)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTÉRTIO DA EDUCAÇÃO
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIDDAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
D ES 16 D a cao | ATE suam | 1993 EX. PREVISTA | : 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PROJiHECAKICA 1994-1996 CCfn centr | total cap.50 o.e. | 38 655 10 009 | 253 745 63 100 | 318 490 79 622 | 610 890 152 722 | ||||
fRntnivERnoADEfi* bbtm INTER 1C* Cf! 30» se» 8BÍ NPROát 3 | TOTAL «ap.» 04, | 233 050 160 909 | 265 2S0 264 123 | 497 244 496 550 | 120 000 120 009 | 1 us 544 1 041 573 | |||
PROJiRETTORIA E SERVIÇOS CENTRAIS 1986-1995 CENTR | total cap.50 O.E. | 77 490 65 090 | 120 417 119 723 | 229 424 228 7» | 60 000 60 000 | 487 331 473 453 | |||
FROJtCENTRO DE INFORMÁTICA 1990-1995 centr | total cap.50 O.e. | 55 725 19 009 | 109 433 100 009 | 227 820 227 820 | 60 00» 60 000 | 443 978 406 820 | |||
PROJiINSTALAÇÕES DESPORTIVAS 1991-1994 CENTR | total cap.50 o.e. | 99 635 76 900 | 44 409 44 400 | 40 000 40 009 | 164 235 161 300 | ||||
PJttMIYERSOAJE DE codcra Cf» 39» SE» 90 NPSMt 2 | total cap.50 04. | 1 sos 840 978 766 | 2 299 567 94 DOO | 1 »45 604 425 717 | 2 591 038 633 444 | 1 799 747 449 937 | 201 803 50 451 | 776 495 194 124 | 10 811 092 2 826 4391 |
PROJ:FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA 1990-1998 C0F1N CENTR | total cap.50 o.E. | 1 463 001 965 927 | 2 271 897 90 240 | 1 496 304 387 093 | 2 585 841 633 444 | 1 799 747 449 937 | 201 803 50 451 | 776 495 194 124 | 10 624 998 2 771 216 |
PROJi FACULDADE DE OIREITO 1992-1995 COFIN CENTR | total cap.50 O.E. | 12 839 12 839 | 18 760 3 760 | 149 300 38 624 | 5 195 | 166 094 55 223 | |||
FWíWIVEtcnOADEOT ÉVORA Cfi 3920 SE» UE NPROJr 2 | TOTAL c*P40O4v | 422 133 406 373 | 912 350 584 772 | 294 200 294 200 | 150 009 ISO 000 | 90 000 90 000 | 67 400 67 400 | 1 936 783 1 591 74S | |
PROJiPOLO I-COMPLEW CIÊNCIAS EXACTAS, DA NATUREZA e AMBIENTE 1992-1994 ALENT | total cap.50 O.E. | 16 100 9 575 | S74 790 404 490 | 119 200 119 200 | 710 090 533 265 | ||||
PROJiPOLO II NÚCLEO DA HITRA-REMODELACAO e const. novas INSTALAÇÕES 1988-1997 ALENT | total cap.50 O.E. | 406 733 395 798 | 337 560 189 282 | 175 000 175 000 | ISO 000 150 000 | 90 000 90 ODO | 67 400 67 400 | 1 226 693 1 058 460 | |
PROSiUWVEEiDADS oe EISBOA CF: 3020 SE» OL NPROJ» 6 | TOTAL CAP.Õ004. | 1 555 051 1 555 051 | 1 711 049 908 958 | 1 607 934 1 607 934 | 2 389 000 2 389 000 | 2 281 213 2 281 213 | 959 630 959 630 | 10 503 877 9 701 786 | |
PROJiFACULDADE DE FARMÁCIA 1986-1995 LVTEJ | total CAP.50 O.E. | 353 669 353 669 | 895 343 345 006 | 415 777 415 777 | 509 000 509 000 | 2 173 789 1 623 452 | |||
PROJiFACULDADE OE PSICOLOGIA E CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO 1985-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 04. | 929 472 929 472 | 226 704 155 100 | 71 505 71 505 | 1 227 681 l 156 077 i | ||||
PROJiFACULDADE DE OIREITO 1993-1997 LVTEJ | total CAP.50 04. | 63 782 63 782 | 49 600 49 600 | 250 000 250 009 | 530 000 530 ODO | 170 000 170 000 | 1 063 382 1 063 382 | ||
PROJiFACULDADE DE MEDICINA DENTARIA DE LISBOA 1985-1994 LVTEJ | total CAP.50 04. | 271 910 271 910 | 285 020 285 020 | 170 000 170 000 | 726 930 726 930 | ||||
PROJiBlOCO 6 DA FACULDADE DE CIÊNCIAS 1993-1997 LVTEJ | TOTAL cap.50 04. | 127 DOO 31 750 | 328 300 328 300 | 600 000 600 000 | 900 000 900 ODO | 789 630 789 630 | 2 744 930 2 649 680 | ||
PROJiBLOCO C8 DA FACULDADE OE CIÊNCIAS 1993-1996 LVTEJ | TOTAL cap.50 O.E. | 113 200 28 300 | 572 752 572 752 | 1 030 000 1 030 000 | 851 213 851 213 | 2 567 165 2 482 265 | |||
PTOilMIVERSlOADE 00 minho CP: 3920 SEtttt HM»» 3 | TOTAL CAP40 94. | 2 411 2 411 | 387 9» 292 340 | 1 123 853 401 935 | 421 997 164 528 | 1 936 191 861 214 | |||
PROJiINSTALAÇÕES DESPORTIVAS 1991-1995 NORTE | total" CAP.50 04. | 2 411 2 411 | 236 599 141 000 | 150 000 150 000 | 90 000 90 000 | 479 001 383 4)1 |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
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NllISTUIO DA EDUCAÇÃO
(VALORES EH COUTOS)
PRC43UHACA0 DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIODAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
D E S I 6 HA CAO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994. ;'í. | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PROJ:INSTALAÇÕES DEFINITIVAS -POLO DE BRASA (2.FASE/ENS) 1993-1995 COFIN NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 151 340 151 340 | 623 934 161 411 | 101 711 20 000 | 876 985 332 751 | ||||
PROJ:INSTALAÇÕES DEFTHITIVAS-POLO DE BRAfiA/ECCNONIA E GESTÃO 1994-1995 COFIN NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 34» 91» 90 524 | 230 286 54 528 | 580 205 145 052 | |||||
PWtfWCUtOA6E« ECWOKIAOA UrVERSIOADE NOVA DE LISBOA CF: '3020 STt FEUNL HPROJ» 1 | TOTAL CAP.SO O.E. | 1 189 391 1 023 891 | 81 105 80 000 | 50 000 50 000 | 460 000 450 000 | 480 000 480 000 | 53 000 53 000 | 257 500 257 500 | 2 570 996 2 404 391 |
PRCd:FACULDADE DE ECONOHIA DA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA 1985-199» LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 1 189 391 1 023 891 | 81 105 80 000 | 50 000 50 000 | 460 000 460 000 | 480 000 480 000 | 53 000 53 000 | 257 500 257 500 | 2 570 996 2 404 391 |
PK6trpM.WX. OE CIÊNCIAS £ fEOaOSMÕA UtavERSIDAOE NOVA CE ttSBOA £Fi 302O Stt ECTUNL HPROJi 2 | TOTAL CAP.50 0*. | 1 200 399 1 056 312 | 1 341 443 851 173 | 1 070 615 700 250 | 1 115 385 274 SOO | 1 041 800 260 450 | 652 000 163 000 | 6 421 642 3 305 685 | |
PR0J:N0VDS DEPARTAMENTOS E BIBLIOTECA GERAL DA FACULDADE OE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA 1992-1997 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 192 117 48 030 | 604 695 151 173 | 809 615 439 250 | 1 US 385 274 500 | 1 041 600 260 450 | 652 000 163 000 | 4 415 612 1 33S 403 | |
PROJ:AKPLIACAO OAS INSTALAÇÕES DA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA (l.FASE) 1991-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 1 008 282 1 008 282 | 736 748 700 000 | 261 000 261 000 | 2 006 030 1 969 282 | ||||
FflOGifAClAWOE OE CIÊNCIAS SOCIAIS E «HAXAS DA UNIVERSIDADE NOVA SE LISBOA ÇF» 3820 SEí fCSKOKL KPROJ: 1 | TOTAL CAP.SO O.E. | 637 691 271 250 | 597 350 26 290 | 551 79». 142 750 | 687 201 167 000 | 2 474 051 607 290 | |||
PROJ: FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS DA UNIVERSIDADE NOVA OE LISBOA 1982-1995 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 637 691 271 250 | 597 360 26 290 | 551 799 142 750 | 687 201 167 000 | 2 474 051 607 290 | |||
PROGifACULÚttC SE CIÊNCIAS H-DÍCAS «WCNERSIOADE SOVA PE USBOA Kf : 30?0 SÇ- FOtWl NPRQJí 1 | TOTAL CAP.SO O.E. | 355 639 355 639 | 302 626 217 764 | 150 000 150 000 | 225 000 225 000 | 580 000 580 000 | 635 000 635 000 | I 388 774 1 388 774 | 3 637 039 3 552 177 |
PRC\):FACULDADE DE CIÊNCIAS MEDICAS DA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA 1987-1998 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 355 639 355 639 | 302 626 217 764 | 150 000 150 000 | 225 000 225 000 | 580 000 580 000 | 635 000 635 000 | 1 388 774 1 388 774 | 3 637 039 3 552 177 |
FROSiUNIVESSIDAOE 00 PORTO CF: 392» SEí UP NPROJi 6 | TOTAL CAP.50 0.E. | 2 305 332 1 217.778 | 2 982 801 1 248 560 | 2 282 975 1 920 281 | 2 739 025 1 665 750 | 2 103 795 1 192 545 | 2 015 000 503 750 | 4 185 000 1 046 250 | 18 613 928 9 014 914 |
PKM-.FACULDADE DE ENGENHARIA 1985-1999 COFIN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 676 795 676 795 | 5 587 | 483 187 125 000 | 1 131 813 278 750 | 1 215 000 303 750 | 2 015 000 503 750 | 4 185 000 1 046 250 | 9 712 382 2 934 295 |
PROJrESCOLA SUPERIOR DE MEDICINA DENTARIA DO PORTO 1985-1994 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 178 465 178 465 | 610 941 610 941 | 300 000 300 000 | 357 000 357 000 | 230 000 230 000 | 1 676 406 1 676 406 | ||
PROJ:FACULDADE OE CIÊNCIAS 00 DESPORTO E DA EDUCAÇÃO FÍSICA 1992-1996 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 94 252 23 563 | 455 795 151 449 | 300 000 300 000 | 650 OCO 650 000 | 358 795 358 795 | 1 858 842 1 483 807 | ||
PROJ:INSTITUT0 CIÊNCIAS BIOMÉDICAS ABEL SALAZAR 1993-1996 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 11 400 11 400 | 180 000 180 000 | 300 000 300 000 | 300 000 300 000 | 791 400 791 400 | |||
PROJ:DEPARTAHENTO DE FÍSICA E CJJimCA DA FACULDADE OE CIÊNCIAS 1991-1994 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 1 164 864 291 216 | 1 209 076 302 270 | »0 000 320 000 | 2 693 942 913 486 | ||||
1 PROJ:FACULDADE DE LETRAS 1990-1995 COFIN NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 190 956 47 739 | 690 000 172 500 | 699 788 695 261 | 300 212 300 000 | 1 880 956 1 215 520 | |||
*R06:UHIVEA$10ADE TÉCNICA OE USBOA CFs 3020 StT: UTL HPROJi S | TOTAL CAP.50 O.E. | 1 458 303 791 921 | 2 002 147 596 133 | 1 764 000 1 764 000 | 2 611 000 2 611 000 | 2 080 000 2 080 000 | 2 205 500 2 20S 500 | 150 000 ISO 000 | 12 270 950 10 198 554 |
PROJ: INSTITUTO SUPERIOR OE ECONOMIA E GESTÃO (1992-1997 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 151 142 73 734 | 469 277 148 248 | 615 000 615 000 | 915 000 915 000 | 1 065 000 1 065 000 | 843 800 843 800 | 4 059 219 3 660 782 |
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
(VALORES EH CONTOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIDOAC | CESPESA TOTAL | ||||||||
DESISKACAO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1995 | 1997 | ANOS SESWOTE5 | ||
PROJiKOVAS INSTALAÇÕES DD ALTO OA AJUDA-FACULDADE DE ARQUITECTURA 1990-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 1 187 749 678 002 | 1 353 050 338 262 | 150 OOO 150 000 | 2 699 7991 1 166 264 | ||||
PROJiKOVAS INSTALAÇÕES DO ALTO DA AJUDA-FACULDADE MEDICINA VETERINÁRIA 1990-1998 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 113 064 35 SOO | 63 992 8 764 | 515 000 515 OOO | 81S 000 815 000 | 1 015 000 1 015 000 | 1 361 700 1 361 700 | 150 000 150 COO | 4 033 758 3 900 954 |
PROJiKOVAS INSTALAÇÕES 00 ALTO OA AJUDA/ INFRA-ESTRUTURAS GERAIS 1990-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 6 348 4 685 | 15 828 859 | 374 000 374 000 | 726 000 726 000 | 1 122 178 1 1 105 544 | |||
PROJ:FACULDADE OE MOTRICIDADE 1 HUMANA 1993-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 100 000 100 000 | 110 000 110 000 | 155 000 155 OOO | 365 090 365 039 | ||||
PW5: UNIVERSIDADE DE TRAS^B-HSÍTES £ ALTO DOURO'' - CFt 3020 SEil/TAD NPROJt 1 | TOTAL CAP.SO 0.E. | 35 686 36 686 | 398 400 398 400 | 300 000 300 000 | 280800 280 BOO | 1 01S 886 1 015 886 | |||
! PROJ.-CCNPLEXO PEDAGÓGICO 1993-1996 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 36 686 36 686 | 398 400 398 400 | 300 009 300 099 | 280 BOO 280 800 | 1 015 886 1 015 886 | |||
PROG:IKSTITUTO SUPERloa OE CIÊNCIAS-00 TRABALHO E EMPRESA CF: 30» SEi ISCTE KPROJ: 1 | TOTAL CAP.50 O.E. | 165 000 41 250 | 121 522 31 437 | 594 228 125 000 | 900 000 225 000 | 900 000 225 000 | 724 144 181 036 | 3 314 694 [ 828 7231 | |
PROJiCOMTRUCAO 00 EDIFÍCIO II 1 (BIBLIOTECA E SALAS CE AULA) '11993-1998 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 165 000 41 250 | 121 522 31 437 | 504 228 125 OOO | 900 000 225 OOO | 900 000 225 000 | 724 144 181 036 | 3 314 894 828 723 | |
I PROSiíEITCfUA: DA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA JCFt 3020 SEi RUM. KPROJ: 1 | TOTAL CAP.50 O.E. | 447 931 447 931 | 323 350 183 347 | 200 000 200 OOO | 772 012 772 012 | 1 560 087 1 560 087 | 1 156 585 1 1S6 585 | 268 460 268 460 | 4 728 425 4 588 422 |
FROJ.-REITCRIA DA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA 1986-1998 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 447 931 447 931 | 323 350 183 347 | 200 000 200 000 | 772 012 772 012 | 1 560 087 1 560 087 | 1 156 585 1 156 585 | 268 460 268 460 | 4 728 425 4 588 422 |
' PRDG:INSTITUTO POLITÉCNICO OE CF: 3020 SE: IP8J NPROJt 2 | TOTAL CAP.50 O.E. | 368 044 368 044 | 384 000 384 000 | 430 000 430 OOO | 880 525 S54 125 | 732 455 5S5 580 | 50 OCO 12 500 | 2 845 024 2 314 249 | |
I PROJ:ESCOLA SUPERIOR AGRARIA 1966-1996 ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 366 044 368 044 | 324 000 324 OOO | 270 OOO 270 000 | 445 325 445 325 | 509 955 509 955 | 1 917 324 1 917 324 | ||
PROJiSEHVICOS COMUNS l 1993-1997 ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 60 000 60 000 | 160 000 160 000 | 435 200 108 60» | 222 500 55 625 | 50 009 12 500 | 927 700 396 925 | ||
PRDSíIKSTITUTO POUTEOttCO 06 BRAGANÇA CF: 3020 SE: 1PSG KPROJ: 2 | TOTAL CAP.50 O.E. | 302 295 75 574 | 1 026 150 256 537 | 811 195 811 195 | 390 009 150 000 | 2 529 640 1 293 306 | |||
PROJ:ESCOLA SWWK» OE TECNOLOGIA E GESTÃO 1991-1995 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 302 295 75 574 | 1 026 150 256 537 | 541 195 541 195 | 70 090 70 OOO | 1 939 640l 943 306, | |||
PROJ:CORPO PEDAGÓGICO / NOVA ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO 1994-1995 NORTE | TOTAL ' CAP.SO O.E. | 270 000 270 OOO | 320 000 80 000 | 590 000 j 350 000 | |||||
PROBrlNSTITUTO POLnEWCO OE CASTELO BRAKCO Cf: 3020 SEi IPCB NPROJi 2 | TOTAL CAP.50 O.E. | 126 199 53 260 | 687 35S 197 774 | 506 728 140 994 | 42 167 6 250 | 1 362 449 398 m | |||
PROJiCENTRO OE FORMAÇÃO DE TÉCNICOS 1992-1994 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 4 145 4 145 | 59 409 59 409 | 13 360 13 360 | 76 914 76 914I | ||||
1 PROJiESCOLA SUPERIOR TECNOLOGIA E j GESTÃO 1 1991-1995 COFIN CSHTh | TOTAL CAP.50 O.E. | 122 054 49 135 | 627 946 138 365 | 493 368 127 634 | 42 167 6 250 | 1 285 535 321 384 | |||
PROGiINSTinnõ fOLHECNICO OE COIKRA CF: 3020 SE,: 1PCR KPROJ: 9 | TOTAL CAP .50 O.E. | 40 282 10 071 | 313 417 198 887 | 610 839 176 000 | 1 950 120 257 426 | 231 350 57 B3B | 2 246 008 700 222 1 J |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
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MINISTERIO DA EOUCACAO
(VALORO EN CORTOS)
p90grahacao da execucao finance ira do pdoac | oespesa total | ||||||||
DESISNACAO | ate 31/12/92 | 1993 ex. prevista | 1994 | 1995 | 199* | 19*7 | anos se&u1ktes | ||
PR0J:IKfRA-f5naTrURAS exteriores DA ESCOLA SUPERIOR AGRARIA 1993-1995 COFÍN CEKTR | TOTAL CAP.50 o.e. | 16 891 U 891 | 38 655 10 009 | 52 «5* 12 777 | 110 000 41 668 | ||||
proj-.CEHTRO DE FORMACAO POS-GRADUADO OA BEIRA LITORAL 1993-1994 CENTR | TOTAL cap.50 o.e. | 45 750 45 750 | 24 2s0 24 259 | 70 000 70 000 | |||||
PROJ:CONSTRUCAD OAS INSTALACOES DO INST.SUP.CONTABILIDAD: e ADMINISTRACAO OE CQIHBRA 1991-1995 COFÍN CENTR | TOTAL CAP.50 O.e. | 40 282 10 071 | 93 70s 23 430 | 251 257 65 099 | 537 343 132 150 | 922 590 230 651 | |||
PROJiAMPLIACAO DO EDIFICIO DE MECÁNICA 1993-1996 COFÍN CENTR | TOTAL CAP.50 o.e. | 45 777 45 777 | 102 486 28 513 | 9» 76» 24 051 | 13 650 3 41) | 2*1 682 99 754 | |||
PROJ:AHPLIACAD 00 EDIFICIO OE OFICINAS DE MECÁNICA 1993-1996 COFÍN CENTR | TOTAL CAP.50 o.e. | 34 369 34 369 | 58 407 15 110 | 7*023 U 998 | 21 747 6437 | 192 546 73 914 | |||
PROJ:AM?LIACAO 00 EDIFICIO OE ENCENKARIA CIVIL 1993-1995 COFÍN CENTR | TOTAL CAP.50 o.e. | 15 919 15 919 | 33 424 6 647 | 11 163 2 500 | 60 506 27 066 | ||||
PROJiEDIFICIO INTEROISCIPLIHAR 1993-1996 COFÍN CENTR | TOTAL CAP.50 o.E. | 37 340 9 335 | 33 353 8 628 | 160 967 39 951 | 121 45» 30 365 | 353 11» 88 279 | |||
PROJ:AMPLIACAO DO EDIFICIO DE ENSENNARIA QUÍMICA 1993-1996 COFÍN CENTR | TOTAL CAP.50 o.e. | 13 050 3 263 | 10 463 2 707 | 68639 17 066 | 63 621 15 90s | 155 764 36 941 | |||
PR0J:AMPL1ACA0 DO EDIFICIO OE EMBEKHARIA aECTROTECNICA 1993-1996 COFÍN CENTR | total CAP.50 o.E. | 8 613 2 153 | 58 5*4 15 145 | 41 771 9 933 | 10*73 * 71* | 119 801 29 949 | |||
FRcetiHSTnuTo miTEctaca da GUARDA GF: 3920 SE: IPQ NFROJr 2 | total CAP. 59 04. | 157 948 157 948 | 149 159 131 250 | 150 841 112 500 | 457 948 401 698 | ||||
proj: LABORATORIO OE ENSAIO (BLOCO 111) 1993-1995 COFÍN CENTR | TOTAL CAP.50 o.E. | 147 948 147 »48 | 99 159 »1 25» | 50 s41 12 500 | 297 948 . 241 698 | ||||
PROJ: INSTALACOES DESPORnVAS 1993-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 o.e. | 10 00» 1« 090 | 50 009 59 009 | 100 009 100 009 | 160 000 160 000 | ||||
pROs-.iKsrnuTO vquteoíico ts. IflRl» CF: 3020 SE: 1FU1 KPROJt 2 | TOTAL CAP.50 04. | 214 863 57 400 | 1 075 582 428 261 | 1 002 296 501 550 | 992 326 729 70s | ■50 000 «50 000 | 15008» 150 000 | 4 285 065 2 716 916 | |
MOJíESaXA. SUPERIOR DE ARTE E DESIGN 1990-1997 CENTR | TOTAL CAP.50 04. | 62 400 57 400 | 160 000 160 090 | 326 609 326 800 | 650 009 650 000 | 850 000 •50 090 | 150 00» 150 00» | 2 219 200 2 194 200 | |
PROJ: ESCOLA SUPERIOR OE TECNOLOGÍA C GESTAD 1992-1995 COFÍN CENTR | TOTAL CAP.50 o.E. | 132 463 | 915 582 268 261 | 675 495 174 750 | 342 325 79 706 | 2 065 665 522 716 | |||
PROS: INSTITUTO POUIECNICO DE LISBOA CF: 3020 SE; IPL3 NPROJí 4 | TOTAL CAP.50 04. | 964 496 318 677 | 2 341 071 460 387 | 1 760 356 455 402 | 1 »71 254 477 509 | 693 905 223 476 | 7 931 0*2 1 935 442 | ||
MS/,CSOXA SUPERIOR OE OANCA 19S6-1996 COFÍN LVTEJ | TOTAL CAP.50 o.e. | 49 450 49 450 | 1 880 1 880 | 606 883 157 000 | 55* 117 134 250 | so 000 12 500 | 1 266 330 355 080 | ||
PROJ: ESCOLA SUPERIOR DE TEATRO E CINEMA 1968-1996 COFÍN LVTEJ | TOTAL CAP.50 04. | 89 793 22 449 | 481 618 40 872 | 491 507 127 152 | 695 103 169 500 | 367 685 91 921 | i 125 706 4s1 894 | ||
PROJ: INSTITUTO SUPERIOR DE ENSENHARIA W8&-1996 COFÍN LVTEJ | total CAP.50 o.E. | 62 471 15 618 | 1 032 714 212 033 | 5*9 48* 152 500 | 645 512 156 250 | 421 220 ios 30* | 2 751 405 641 706 | ||
PROJ:ESCOLA SUPERIOR CE C0KUN1CACAO SOCIAL 1988-1996 COFÍN LVTEJ | TOTAL CAP.50 04. | 762 782 231 160 | 824 859 205 602 | 72 478 1* 759 | 71 522 17 so» | 55 000 13 750 | 1 787 641 486 762 |
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
HITtlSTERIO DA EDUCAÇÃO
(Valores em anos)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIDOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | AROS SEGUINTES | ||
PROBrtNSTOUTO POLITEÜirCO 00 PORTO Cfl 3020 SEi IPPT NPROJ: 3 | TOTAL CAP.50 O.C. | 214 902 124 710 | 737 663 318 818 | 1 341 941 508 762 | 1 115 259 291 537 | 716 700 179 175 | 4 126 465 1 423 002 | ||
PROJiCOHST. E EQUIP. DAS INSTALAÇÕES 00 INST.SUP.DE CONT. E ADMINISTRAÇÃO 1991-1995 COFIN NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 159 902 69 710 | 391 615 66 169 | 543 344 140 562 | 340 056 80 287 | 1 434 917 358 728 | |||
PROJ:NOVAS INSTALAÇÕES SERVIÇOS CENTRAIS 1992-1995 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | SS 000 SS 000 | 110 200 110 200 | 218 000 218 000 | 30 000 30 000 | 413 200 413 200 | |||
PROJiAMPLIACAO DO INSTITUTO SUPERIOR OE ENGENHARIA 1993-1996 COFIN NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 235 B48 140 449 | 580 597 150 200 | 745 203 181 250 | 716 700 179 175 | 2 278 348 651 074 | |||
PRôGtlttSTITUTO POUTECNtCODE PORTALEGRE Cf: 3020 SE: IPPL KPROJi 1 | TOTAL CAP.SO O.E. | 41 510 15 286 | 315 254 86 478 | 338 231 87 500 | 460 996 112 307 | 100 000 25 000 | l 255 991 326 571 | ||
PROJtAQUISICAO DE TERRENO E CONSTRUÇÃO DE ESCOA SUPERIOR OE TECNOLOGIA E GESTÃO 1992-1996 COFIN ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 41 510 15 286 | 315 254 86 478 | 338 231 67 500 | 460 996 112 307 | 100 000 25 000 | 1 255 991 326 571 | ||
PROSt INSTITUTO POtlTECHICO OE SANTARÉM CFi 3020 SE: IPSHT XPROOr 1 | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 224 495 2 224 495 | 780 200 780 200 | 280 000 280 000 | 80 000 80 OCO | 3 364 69S 3 364 695 | |||
PROJ:ESCOLA SUPERIOR OE TECNOLOGIA DE TOMAR 1991-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 224 495 2 224 495 | 780 200 760 200 | 280 000 280 OCO | 80 000 80 000 | 3364 695 3 364 695 | |||
PR06: INSTITUTO POLTTCCNTCO DE SETÚBAL Efi 3020 SEi 1PSET KPftOJr 1 | TOTAL CAP.50 O.E. | 76 800 19 200 | 53 321 53 321 | 609 961 112 500 | 700 000 175 000 | 60 000 15 000 | 1 500 082 375 021 | ||
PROJiESCOLA SUPERIOR OE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS 1993-1997 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 76 800 19 200 | 53 321 53 321 | 609 961 112 500 | 700 000 175 000 | 60 000 15 000 | 1 500 082 375 021 | ||
PROGUNSTITUTO POLITÉCNICO DE VIANA DO CASTELO CFj 3020 SEj IPVC NPROJ: 2 | TOTAL CAP.SO O.E. | 1 234 912 918 562 | 355 739 151 589 | 227 690 227 690 | 327 261 327 261 | 120 000 120 000 | 120 000 120 000 | 240 000 240 000 | 2 625 602 2 105 102 |
PROJ: SERVIÇOS CENTRAIS 1987-1995 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 347 186 347 186 | 127 840 127 840 | 202 690 202 690 | 157 261 157 261 | 834 977 WA 977 | |||
PROJiAMPLIACAO ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO 1987-1998 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 887 726 571 376 | 227 899 23 749 | 25 000 25 000 | 170 000 170 000 | 120 000 120 000 | 120 000 120 000 | 240 000 240 000 | 1 790 625 1 770 125 |
iíROBílHSTnUTO fOOTECHRO DE. VISEU CF; 3020 SE; IPVS NPROJ; 1 | TOTAL CAP.SO O.E. | 824 027 824 027 | 1 022 013 1 022 013 | 315 000 315 000 | 255 000 255 000 | 255 000 255 000 | 2 671 040 2 «71 040 | ||
PROJiESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA OE VISEU 1988-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 824 027 824 027 | 1 022 013 1 022 013 | 31S 000 315 000 | 255 000 255 000 | 255 000 255 000 | 2 671 040 2 671 040 | ||
PROSi INSTITUTO SUPERIOR DE ' CORTABErOACE E ADMINISTRAÇÃO DE AVEIRO CF: 3020 S£: ISCAA NPROJ; 1 | TOTAL CAP.SO O.E. | 214 553 214 553 | 7 520 7 520 | 9 000 9 000 | 52 500 6 375 | 283 573 237 448 | |||
PROJilNSTTTUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO DE AVEIRO 1985-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 214 553 214 553 | 7 520 7 520 | 9 000 9 000 | 52 SOO 6 37S | 283 573 237 448 | |||
PROGiOUTRAS 1HFRAESTRUTURAS NO ENSINO ÍUPEWPR Cf: J«0 SE: OEPGEF NPROJ: 1 | TOTAL CAP.50 Oi. | 700 000 700 000 | 200 000 200 000 | 900 000 900 OOO | |||||
PROJ:OUTRAS INFRAESTRUTURAS NO ENSINO SUPERIOR 1994-19» VRE6I | TOTAL CAP.SO O.E. | 700 000 700 000 | 200 000 200 000 | 900 000 900 000 | |||||
PROSiOUTRAS INTERVENÇÕES NO ENSINO SUPERIOR CF: 3020 S£; OEPGEF- NPROJ; 1 | TOTAL CAP.SO O.E. | 76 800 19 200 | 826 723 826 723 | 2 68S 47S 1 396 428 | 2 700 000 1 425 000 | 2 050 000 1 262 SOO | 2 600 000 2 ISO 000 | 10 938 998 7 079 851 |
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MINISTERIO OA EDUCAÇÃO
(VALORES EH COITOS)
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
HIIISTERIO DA EDUCAÇÃO
(vaubes eh carros)
PROGRAMAÇÃO OA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIDDAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
0 E S1G H AC AO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PROJiACCAO SOCIAL-SERVICOS DE ACCAO SOCIAL DA UNIV OE CODfiSA 1987-1997 CEHTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 4S3 7B3 453 783 | 60 000 60 000 | 92 400 92 400 | 200 000 200 000 | 150 000 150 000 | 100 000 100 000 | 1 056 183 1 056 183 | |
M8CÍACCAO SKtAL-SEWICOS OE ACCAO SOCIAL DA UW DE EVORA CF: 3330 SE: SASUE NPRQJt 1 | TOTAL CAP.SO GX | 298 142 273 540 | 287 000 171 000 | 223 000 143 000 | 215 000 135 000 | 1 023 142 722 540 | |||
PROJiACCAO SOCIAL-SERVICOS DE ACCAO SOCIAL DA UHIV OE EVORA 1988-1995 ALEXT | TOTAL CAP.SO O.E. | 298 142 273 540 | 287 000 171 000 | 223 000 143 000 | 215 000 135 000 | 1 023 142 722 540 | |||
JROSrACCAO S0CWL*SE8WCOS OE ACCAO SOCIAL DA UttTV DE USBOA CFi 3030 SE: SASUL HPROJi 1 | TOTAL CAP.SO O.E. | 582 516 433 980 | 67 939 67 939 | 46 900 46 900 | 186 000 186 000 | 556 000 555 000 | 75 000 75 000 | 75 000 75 000 | 1 569 355 1 440 81» |
PROJ:ACCA0 SOCIAL-SERVICOS DE ACCAO SOCIAL DA UHIV OE LISBOA 1987-1998 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 582 516 433 980 | 67 939 67 939 | 46 900 46 900 | 186 000 186 000 | 556 000 556 000 | 75 000 75 000 | 75 000 75 000 | 1 589 355 1 440 819 |
«OGtAKAO SOClAL-SEmiCOS OE ACCAO SOCIAL OA UHIV DO WMHO CPs 3030 SEi SASUH NFROlr 1 | TOTAL CAP.50 O.E. | 471 850 461 372 | 290 000 200 000 | 300 000 150 000 | 350 000 200 000 | 1 411 850 1 OU 372 | |||
PROJiACCAO SOCIAL-SERVICOS DE ACCAO SOCIAL DA UHIV DO HIHHO 1981-1995 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 471 850 461 372 | 290 000 200 000 | 300 000 150 000 | 350 000 200 000 | 1 411 8S0 1 OU 372 | |||
«WiACtAO SOClAt.SEWICOS CE ACCAO SOCIAL DA UKTV HOVA OE US80A CF: 3030 SE: SASUKL HPROJi I | TOTAL CAP.SO O.E. | 487 703 408 826 | 93 158 93 158 | 425 000 125 000 | 1 005 861 626 986 | ||||
PR0J:ACCAO SOCIAL-SERVICOS DE ACCAO SOCIAL DA UHIV NOVA DE LISBOA 1984-1994 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 487 703 408 828 | 93 158 93 158 | 425 000 125 000 | 1 005 881 626 986 | ||||
PROGiACCAO SÜCfAL-SERVICOS OE ACCAO SOCIAL DA UHTV DO PORTO CF: 3030 SE: 5ASUPT HPROJ: I | TOTAL CAP.50 O.E. | 441 574 417 369 | 360 939 360 939 | 550 000 SSO 000 | 550 000 550 000 | I 902 513 1 878 308 | |||
PROJiACCAO SOCIAL-SERVICOS DE ACCAO SOCIAL DA UNIV DO PORTO 1988-1995 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 441 574 417 369 | 360 939 360 939 | SSO 000 550 000 | 550 000 550 000 | 1 902 513 1 878 30B | |||
PROSiACCAO SOCIAL-SERVICOS OE ACCAO SOCIAL OA WBY TÉCNICA 8E LISBOA CFt '3030 SEt SASUTL HPROJ: } | TOTAL CAP.SO O.E. | 170 713 71 670 | 583 273 583 273 | 164 500 164 SOO | 265 000 265 000 | 265 000 265 000 | 455 000 455 000 | 1 903 486 1 604 443 | |
PROJiACCAO SOCIAL-SERVICOS OE ACCAO SOCIAL DA UNIV TÉCNICA DE LISBOA 1985-1997 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 170 713 71 670 | 583 273 583 273 | 164 SOO 164 500 | 265 000 265 000 | 265 000 265 000 | 455 000 455 000 | 1 903 486 1 804 443 | |
PROStACCAO SOCIAL-SERVICOS OE ACCAO SOCIAL OA UHTV TfiAS-CS^ONTES t ALIO OOURO CF: 3030 SEt SASUTAO KPRQJf I | TOTAL CAP.SO O.E. | 595 962 595 962 | 165 770 165 770 | 75 000 75 000 | 150 000 150 000 | 225 000 225 000 | 325 000 325 000 | 1 536 732 1 536 732 | |
PROJiACCAO SOCIAL-SERVICOS DE ACCAO SOCIAL DA UNIV TRAS-OS-HOHTES E ALTO OOURO 1990-1997 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 595 962 595 962 | 165 770 165 770 | 75 000 75 000 | 150 000 ISO 000 | 225 000 225 000 | 325 000 325 000 | 1 536 732 1 536 732 | |
PROSlACCAO SOCIAL ESCOLAR / INSTITUTO POLITÉCNICO OE BEJA CF: 3030 S£J IPW HPROJ; I | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 10 000 | 20 000 20 000 | 230 000 57 500 | 298 000 74 SOO | 5S8 000 162 000 | |||
PROJiACCAO SOCIAL ESCOLAR / INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA 1990-1995 COFIN ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 10 000 | 20 000 20 000 | 230 000 57 SOO | 298 000 74 SOO | 558 000 | |||
PROStACCAO SOCIAL ESCOLAR: / INSTITUTO POLITÉCNICO OE SAHTAREH CFI 3030 SE; IPSHT NPROJt 1 | TOTAL CAP.50 O.E. | 283 000 283 000 | 80 000 80 000 | 230 000 57 SOO | 327 608 81 902 | 452 505 113 126 | 433 000 108 250 | 514 500 128 625 | 2 320 613 852 403 |
PROJiACCAO SOCIAL ESCOLAR / INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTAREH 1991-1998 OSW LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 283 000 283 000 | 80 000 80 000 | 230 000 57 500 | 327 608 81 902 | 452 505 113 126 | 433 000 108 250 | 514 500 126 625 | 2 320 613 852 403 |
PROSlACCAO SOCLAL ESCOLAR ) INSTITUTO paiTECBrCO OE SETUBAL CF: 3030 5£; IP5ET «PRO* 1 | TOTAL CAP.SO O.E. | 80 626 80 626 | 90 000 90 000 | 120 000 25 000 | 64 500 13 625 | 35512b 209 251 |
Página 357
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(357)
MINISTERIO OA EDUCAÇÃO
(VALORES EH CORTOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIDOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DES1GNACAO | ATE 31/12/92 | 1993 ex. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | AMOS SEGUINTES | ||
PROJiACCAO SOCIAL ESCOLAR / WSTTTUTO PaiTECNICO de SETUBAL 1990-1995 COriX LVTEJ | total cap.50 O.e. | 80 626 80 626 | 99 000 90 090 | 120 000 25 090 | 64 500 13 625 | 355 126 209 251 | |||
mttum social escclar / «STttVTO KXlTEtStttO Ot VMM 00 CASTELO CFi 30» SEt 1PVC HPROJt t | VBTAt CAP.so 04. | 241 870 241 870 | 150 000 150 000 | 147 599 140 494 | 254 500 254 500 | 20 090 29000 | 813 870 806 864 | ||
PROJiACCAO SOCIAL ESCOLAR / DtSTITUTD PaiTECNICO DE VIAMA DO CASTELO 1990-1995 COFDI NORTE | TOTAL CAP.SO O.e. | 241 870 241 870 | 150 090 159 000 | • 147 500 140 494 | 254 500 254 500 | 20 000 20 000 | 813 870 806 864 | ||
PROTtiACGAO SOCIAL ESCOLAR / lRSTiTUTO ratTEaoco or hisa CFi 3039 SEr IPW NT«*!* I | TOTAL cap.50 04. | 126 062 126 062 | 50 000 50 000 | 59 500 59 500 | 256 620 256 620 | 473 756 473 756 | 955 938 965 938 | ||
PROJiACCAO SOCIAL ESCOLAR / asTiTUTo panEcnco be viseu 1990-1996 CENTR | TOTAL CAP.SO O.e. | 126 052 126 062 | 59 009 50 OOO | 59 500 59 500 | 256 620 256 620 | 473 756 473 756 | 965 938 965 938 | ||
«OStACCAO SOCIAL escolar / !KSTnUTOP0LITE{3iICOD£ USBOA CF» 3030 SEt tnJ9 WROJt I | total CAP.so 04. | 67 903 67 903 | 165 873 80 000 | 276 000 69 000 | 294 000 294 009 | 265 000 265 000 | 1 068 776 775 903 | ||
PROJiACCAO SOCIAL ESCOLAR / INSTITUTO PaiTECHCO OE LISBOA 1990-1998 OOfM lvtej | TOTAL CAP.SO 04. | 67 903 67 903 | 165 873 80 000 | 276 000 69 000 | 294 009 294 000 | 265 000 265 000 | 1 068 776 775 903 | ||
mst/mo SOCIAL ESCOLAR / WSTITUTO PaiTECKCttOE COIMflRA CP) 30» SEt IPCS H>ROJt 1 | TOTAL cap.50 04. | 22 023 22 023 | 63 800 63 800 | 244 658 61 164 | 100 000 25 000 | 430 481 171 987 | |||
PROJiACCAO SOCIAL ESCOLAR / MSTITUTO FOLITECKICO de CODfiRA 1991-1995 COFIN CENTR | TOTAL CAP.50 04. | 22 023 22 023 | 63 890 63 800 | 244 658 61 164 | 100 000 25 000 | 430 481 171 987 | |||
FfiOGtACCAO SOCIAL escolar / fflSTlTUTO KUTEtXtCO 00 WTO CFt 3030 SEi IPPT HPROJ» 1 | TOTAL CAP .50 04. | 15t 990 154 990 | 170 000 170 000 | 400 000 200 OOO | 420 000 220 009 | 440 000 240 000 | 1 584 990 984 990 | ||
PROJiACCAO SOCIAL ESCOLAR / DtSTTTUTO PaiTECHCO 00 PORTO 1991-1996 NORTE | TOTAL CAP.SO 04. | 154 999 154 999 | 170 000 170 000 | 400 009 200 900 | 429 000 220 000 | 440 000 240 000 | 1 584 990 984 990 | ||
iNsmuTo partrcweOoA am* CFt 3030 sr ire tmii l | total CAP jo 04. | 117 109 117 199 | 180 000 180 000 | 302 500 302 500 | 200 000 200 000 | 799 600 799 600 | |||
PROJiACCAO SOCIAL ESCOLAR / INSTITUTO PaiTECnCO OA SUAROA 1999-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 04. | 117 100 117 100 | 180 099 180 090 | 302 500 302 500 | 200 000 200 000 | 799 600 799 600 | |||
PROSiACCAO SOCIAL escolar f IKSTW/IQ POLITECTQW Il£ CASTELO BRANDO ' CFt 3030 SEt IPCS MPROJf I | TOTAL CAP.SO 04. | 248 487 248 487 | 85 090 85 000 | 103 000 103 000 | 176 500 176 500 | 150 000 150 000 | 45 000 45 000 | 807 987 807 987 | |
PROJiACCAO SOCIAL ESCOLAR / aSTITUTO PaiTECNICO DE CASTELO BRANOO 1989-1997 CENTR | TOTAL CAP.50 04. | 248 487 248 487 | 65 090 85 000 | 103 000 103 OOO | 176 500 176 500 | 150 000 150 000 | 45 000 45 000 | 607 987 807 987 | |
PROSrACCAO SOCIAL ESCOLAR / iMsrnvTO PoviTEcmco oe uiria CFi 3030 SEi IPLEI NPROJt 1 | TOTAL CAP.50 04. | 120 800 120 890 | 106 938 100 099 | 279 000 174 000 | 200 000 50 000 | 130 000 32 500 | 230 000 57 500 | 1 066 738 534 SOO | |
PROJiACCAO SOCIAL ESCOLAR / WSTTTOTO PaiTECNICO de LEIRIA 1991-1997 COFIN CENTR | TOTAL CAP.SO 04. | 120 800 120 800 | 106 938 100 099 | 279 OOO 174 000 | 200 000 SO 000 | 130 000 32 500 | 230 000 57 500 | 1 066 738 534 800 | |
PPJXtACCAO SOCIAL ESCOLAR ( INSTITUTO P0UIECR7.C9 OE ADRTAlffiRf cf: 3030 SEt IPfl HPHWi 1 | TOTAL CAP.5004. | 101 991 101 991 | 111 000 111 000 | 100 000 25 009 | 100 000 25 000 | 412 991 262 99) | |||
PROJiACCAO SOCIAL ESCOLAR / INSTITUTO PaiTECNICO OE PORTALEESE 1999-199S COFIN. ALENT | TOTAL CAP.SO 04. | 101 991 101 991 | 111 000 111 000 | 100 OOO 25 OOO | 100 009 25 000 | 412 991 262 991 | |||
PftOSrACCAO SOCIAL ESCOLAR / WSTimO PaiTECNICO OE brasamca CFt 3939 SE: 1P8B. NPROJt 1 | TOW. CAP.50 04. | 237 355 237 355 | 100 000 100 000 | 244 570 244 570 | 95 430 95 430 | 677 355 677 355 |
Página 358
150-(358)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO DA EDUCAÇÃO
(VALORES d CUSTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Página 359
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(359)
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
(VALORES EM CORTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Página 360
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Página 361
PIDDAC 1994
MINISTÉRIO DA SAÚDE
Página 362
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Página 363
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(363)
MINISTERIO DA SAUDE
(VALORES EH CONTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Página 364
1S0-(364)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO DA SAÚDE
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIDOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DES 16 N AC AO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | AKOS SEGUINTES | ||
PROJiHOSPnAL DISTRITAL 00 BARLAVENTO ALGARVIO 1993-1997 COFIN ALGAR | TOTAL CAP.SO O.E. | 17 942 17 942 | 314 000 314 000 | 2 425 000 2 425 000 | 4 000 000 4 COO 000 | 1 243 058 1 243 058 | 8 000 000 8 000 000 | ||
PROJiHOSPnAL DISTRITAL DE KATOSIKKOS (NOVO) 1987-1995 COFIN NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 3 702 522 3 702 522 | 2 750 000 2 750 000 | 4 413 413 4 413 413 | 2 134 065 2 134 065 | 13 000 000 13 000 000 | |||
PROJlROSPlTAL PROFESSOR CR. FERNANDO DA FONSECA AMADORA/SINTRA 1987-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 6 718 421 6 718 421 | S 284 700 5 284 700 | 3 200 000 3 200 000 | 288 965 288 965 | 15 492 086 15 492 086 | |||
PROJiHOSPnAL DISTRITAL DE VISEU 1991-1996 COFIN CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 560 751 560 751 | 1 376 480 1 376 480 | 2 200 000 2 200 000 | S 850 000 5 850 000 | 3 012 769 3 012 769 | 13 000 000 13 000 000 | ||
PROJiHOSPITAL OISTRITAL OA FEIRA 1989-1997 COFIN NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 1 247 1 247 | 230 OCO 230 000 | 1 200 000 1 200 000 | 2 720 000 2 720 000 | 1 000 000 1 DOO 000 | B48 753 848 753 | 6 000 000 6 COO OCO | |
PROJiHOSPnAL DISTRITAL DE TOMAR (NOVO) 1993-1997 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 25 300 25 300 | 300 000 300 000 | 3 400 000 3 400 000 | 1 699 000 1 699 000 | 575 700 575 700 | 6 000 000 6 000 000 | ||
PROJiHOSPITAL DISTRITAL DE VAIE DE SOUSA (NOVO) 1992-1997 COFIN NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 16 586 16 586 | 100 000 100 COO | 500 800 500 800 | 3 SOO OCO 3 500 OCO | 2 SOO 000 2 500 000 | 1 682 614 1 682 614 | 8 300 090 8 300 000 | |
PROJiHOSPnAL DISTRITAL DE TORRES NOVAS 1994-1997 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 250 000 250 000 | 2 890 000 2 890 000 | 2 COO 000 2 000 000 | 860 000 860 000 | 6 000 COO 6 000 000 | |||
PROJiHOSPnAL DISTRITAL DA COVILHÃ 1992-1996 COFIN CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 81 017 81 017 | 55 000 SS 000 | 600 000 600 000 | 3 300 000 3 300 000 | 1 963 983 1 963 983 | 6 000 000 j 6 000 0001 | ||
PROJ.-KOSPnAL DISTRITAL OE LAMEGO 1994-1997 COFIN NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 100 000 100 000 | 1 650 000 1 650 000 | 2 750 000 2 750 000 | 1 SOO 000 1 500 000 | 6 000 000 6 000 000 | |||
PRDSíWLVW E APETRECHAMENTO DE HOSPITAIS DISTRITAIS CPi 4020 SD OGIES NPRtWt 43 | TOTAL CAP.SO O.E. | 1 365 287 1 365 287 | 2 807 890 2 807 890 | 5 902 790 5 902 790' | 4 426 816 4 426 816 | 623 COO 623 000 | 15 125 763 15 125 783 | ||
PROJiHOSPnAL DISTRITAL DE PORTIMÃO 1994-1994 ALGAR | TOTAL CAP.SO O.E. | 75 000 75 000 | 75 000 75 000 | ||||||
PROJiKOSPnAL OISTRITAL OE BRAGA 1989-1995 COFIN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 588 325 588 325 | 281 COO 281 000 | 402 727 402 727 | 349 223 349 223 | 1 621 275 1 621 275 | |||
PROJiHOSPnAL DISTRITAL DE MIRANDELA 1989-1996 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 520 609 520 609 | 328 000 328 000 | 120 500 120 500 | 100 000 100 000 | 300 000 300 000 | 1 1 369 109 1 369 1091 | ||
PROJiHOSPnAL DISTRITAL DE FARO 1994-1994 ALGAR | TOTAL CAP.SO O.E. | 100 000 100 000 | íoo ooo 100 000 | ||||||
PROJiHOSPnAL DISTRITAL DE PONTE DE LIMA 1992-1995 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 14 934 14 934 | 50 590 50 590 | 101 350 101 350 | 70 000 70 000 | 236 8741 236 B74 | |||
PROJiKOSPnAL OISTRITAL OE CALDAS DA RAINHA 1991-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 3 512 3 512 | 50 SOO 50 SOO | 300 000 300 000 | 250 000 250 000 | 604 012 604 012 | |||
PROJiHOSPnAL DISTRITAL DE FAFE 1992-1994 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 3 459 3 459 | 55 800 55 800 | 82 750 82 750 | 142 009 142 009 | ||||
PROJiKOSPnAL DISTRITAL OE FAMALICÃO 1992-1995 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 11 535 11 S35 | 30 000 30 000 | 107 500 107 500 | 255 500 255 500 | 404 535 404 S3S | |||
PROJiHOSPnAL DISTRITAL DE AGUEDA 1992-1995 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 73 73 | 72 000 72 000 | 58 000 58 000 | 27 SOO 27 SOO | 157 S73 157 573 |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(365)
MINISTÉRIO DA SAÚDE
(VALORES EM CORTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO OA SAUDE
(VALORES EM CONTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(367)
MINISTERIO DA SAUDE
(VALORES EM COITOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIDDAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESISNACAO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | w 1994~A> | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PROJ)HOSPITAL OE S. JOÃO 1988-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 381 162 381 162 | 60 000 60 000 | 450 000 450 000 | 891 162 891 162 | ||||
PROJ:H0SPtTAL PULIDO VALENTE 1989-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 569 473 569 473 | 250 SOO 250 SOO | 430 200 430 200 | 330 000 330 000 | 1 580 173 l 580 173 | |||
PROJiHOSPnAL DE SANTA MARIA 1992-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 160 960 160 960 | 370 200 370 200 | 451 200 451 200 | 300 000 300 000 | 249 800 249.800 | 1 532 160 1 532 160 | ||
PROJiHOSPITAL EGAS MONIZ 1988-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 616 975 616 975 | 140 200 140 200 | 430 600 430 600 | 420 214 420 214 | 1 607 989 1 607 989 | |||
PROJiHATERNIDAOE ALFREDO DA COSTA 1992-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 20 760 20 760 | 72 000 72 000 | 66 300 66 300 | 159 060 159 060 | ||||
PROJiCENTRO HOSPITALAR OE COIMBRA (HOSP. PEDIÁTRICO) 1993-1996 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 5 000 5 000 | 100 000 100 000 | 160 000 160 000 | 105 000 105 000 | 370 COO 370 000 | |||
PROJiCENTRO MATERNO-INFANTIL DO NORTE 1993-1997 COFIN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 101 2 101 | 150 000 150 000 | 2 500 000 2 500 000 | 2 397 899 2 397 899 | 2 950 000 2 950 000 | 8 000 000 8 000 000 | ||
PROJiHOSPnAIS OA UNIVERSIDADE OE COIMBRA 1993-1996 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 45 000 45 000 | 215 000 215 000 | 200 000 200 000 | 75 000 75 000 | 535 000 53S 000 | |||
PROJiHOSPnAL DOS CAPUCHOS 1994-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 330 000 330 000 | 200 000 200 000 | 100 000 100 000 | 630 000 630 000 | ||||
PROJiKOSPnAL DE S. JOSE 1994-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 310 000 310 000 | 600 000 600 000 | 910 000 910 000 | |||||
PROJiKOSPnAL DE STA. HARTA 1994-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | • | 110 000 110 000 | 110 000 110 000 | |||||
PROJiKOSPnAL CURRV CABRAL 1994-1997 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 100 000 100 000 | 800 000 800 000 | BOO 000 800 000 | 600 000 600 000 | 2 300 000 2 300 000 | |||
PROJiKOSPnAL OE 0. ESTEFÂNIA 1994-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 90 000 90 000 | 90 000 90 000 | ||||||
PROJiKOSPnAL OR. JOAQUIN URBANO 1994-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 60 000 60 000 | 60 000 60 000 | ||||||
PROJiHATERNIOADE JULIO DINIS 1994-1995 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 20 000 20 000 | 40 000 40 000 | 60 000 60 000 | |||||
PROJiHOSPnAL DR. JOSE 0'ALKEIDA 1994-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 50 000 50 000 | 230 000 230 000 | 280 000 280 000 | |||||
PROJ-.CENTRO HOSPITALAR DE COIMBRA (HOSP. COVÕES) 1994-1994 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 100 000 100 000 | 100 000 100 OCO | ||||||
PROJiCENTRO HOSPITALAR OE COIMBRA (HAT. B. BARRETO) 1994-1996 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 50 000 50 000 | 100 000 100 000 | 30 000 30 000 | 180 000 180 COO | ||||
PRKiCtMSTRUCAO DE CENTROS OE SAUDE DA ADMINISTRAÇÃO REGIONAL tX SAUDE DE AVEIRO (X: 40% SEt tim KPROJ t 4 | TOTAL CAP.50 O.E. | 134 200 134 200 | 270 800 270 800 | 204 567 204 567 | 45 000 45 000 | 654 567 654 567 | |||
PROJiCENTRO DE SAUDE DE ÍLHAVO 1993-1995 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 69 400 69 400 | 85 600 85 600 | 20 000 20 000 | 175 000 175 000 |
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO DA SAUDE
(VALORES EN CORTOS)
PROGRAMAÇÃO OA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIDOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PROJiCENTRO DE SAUDE DE ALBERGAR IA-A-VELHA 1993-1994 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 34 800 34 BOO | 70 200 70 209 | 105 000 105 000 | |||||
PROJiCEHTRO DE SAUDE DE AVEIRO 1993-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 30 000 30 000 | 100 009 100 000 | 104 567 104 S67 | 234 567 234 567 | ||||
PROJiCEHTRO DE SAUDE DE CASTELO DE PAIVA 1994-1995 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 15 009 15 000 | 80 009 BO 009 | 45 000 45 000 | 140 000 140 000 | ||||
PROS:MS.HCRIA DAS CONDIÇÕES DE SAUDE 04 ADMINISTRAÇÃO REGIONAL OE SAUDE DESEJA CFt 4020 SE: ARSBJ KPROJ: S | TOTAL CAP.SO O.E. | 170 549 170 549 | 170 000 170 000 | 133 880 127 140 | 130 009 130 000 | 90 000 90 OOO | 694 429 687 689 | ||
PROJ:CENTRO DE SAUDE DE BEJA 1989-1994 ALENT | TOTAL CAP.SO O.E. | 148 949 146 949 | 140 000 140 090 | 44 000 44 009 | 332 949 332 949 | ||||
PROJ:CEHTRO OE SAUDE OE CASTRO VERDE 1991-1995 ALENT | TOTAL' CAP.SO O.E. | 21 600 21 600 | 56 400 56 400 | 30 000 30 000 | 108 0001 108 000 | ||||
PROJiCEHTRO DE SAUDE OE ODEMIRA 1993-1994 ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | X 000 30 000 | 10 000 10 099 | 40 090 40 099 | |||||
PROJiCEHTRO DE SAUDE DE ALJUSTREL 1994-1996 ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 10 000 | 100 099 199 000 | 90 000 90 000 | 200 000 200 OOO | ||||
PROJ: PRESTAÇÃO OE CUIDADOS DE SAUDE 1994-1994 COFIN ALENT | TOTAL CAP.SO O.E. | 13 489 6 749 | 13 480 6 740 | ||||||
PRO&iKELKORIA DAS CONDIÇÕES DE 5ADDE DA ADMINISTRAÇÃO REGIONAL CF: 4020 SE: ARSSG NPROJ: 13 | TOTAL CAP 59 O.E. | 65 949 65 949 | 295 051 205 051 | 697 549 178 145 | 850 100 212 S2S | 336 400 84 099 | 2 155 040 745 769 j | ||
i PROJiCEHTRO OE SAUDE DE ESPOSENDE 1992-1995 COFIN NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 65 949 65 949 | 101 251 101 251 | 189 000 45 000 | 52 800 13 200 | 400 OOO 225 400 | |||
PROJ.-CEKTRO OE SAUDE OE SEKHDRA-A-BRANCA ( BRAGA ) 1993-1995 COFIN NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 88 600 88 800 | 200 009 50 000 | 61 200 15 300 | 350 000 154 100 | ||||
PROJiCENTRO DE SAUDE DE VILA VERDE 1993-1995 COFIN HORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 15 099 15 099 | 170 000 42 500 | 75 099 16 750 | 260 OOO 76 250 | ||||
PROJi PRESTAÇÃO OE CUIDADOS DE SAUDE 1994-1994 COFIN KORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 15 040 7 520 | 15 040 7 520 | ||||||
PROJiCENTRO DE 5AUSE DE FAFE 1994-1996 COFIN NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 20 000 5 009 | 110 099 27 509 | 70 000 17 SOO | 200 900 50 W» | ||||
PROJiEXT.OE RIBEIRÃO (CENTRO OE SAUDE OE FAMALICÃO) 1994-19S6 COFIH HORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 10 000 2 500 | 39 000 7 SOO | 20 500 5 125 | 60 500 15 125 | ||||
PROJiCENTRO OE SAUDE OE TAIPAS (GUIMARÃES) 1994-1995 COFIN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 15 009 3 750 | 35 000 8 759 | so «J 12 500 | |||||
PROJiCENTRO DE SAUDE DE CABECEIRAS DE BASTO 1994-1996 COFIN NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 20 000 S 000 | 130 099 32 500 | 40 650 10 162 | 199 650 47 662 | ||||
PROJiEXT.ARCO OE BAÚLHE (CS.CABECEIRAS OE BASTO) 1994-1995 COFIH NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 10 000 2 SOO | 17 OOO 4 250 | 27 000] 6 750 | |||||
1 PROJiEXT.GAKDAAELA (C.SAUDE \ CELORICO DE BASTO) ■j 1994-1995 COFIH NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 2 SOO | 17 000 4 250 | 27 COO [ * T50l |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
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MINISTERIO DA SAÚDE
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIODAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
I DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
i HWiCEXTRD OE SAÚDE DE 1 BARCELINHOS 1 1994-1996 COFU NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 20 000 S 000 | 180000 45 000 | 52 625 13 158 | 252 625 63 156 | ||||
d PROJiEXT.DE VIU SECA (CENTRO DE 9 SAÚDE DE BARCELOS) ¡1994-1995 COF» NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 7 500 1 875 | 62 100 15 525 | 69 600 17 400 | |||||
PROJiCENTRO DE SAÚDE DE BRASA ■ (Hl) 11994-1995 COFÍN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 20 000 S 000 | 60 000 20 000 | 152 625 38 156 | 252 625 63 156 | ||||
l^tMELHOTOA SAS COHMCOESOt ' SASSE DA ADMINISTRAÇÃO REGTOKAL (DE SAtJDE DE BRAGANÇA jCF:40ÜO SEíARSBC HPKOJi « | TOTAL CAPJ» O.E. | 60 960 60 960 | 130 400 130 400 | 130 000 130000 | 321 360 321 369 | ||||
1 PROJiCENTRO DE SAÚDE CARRAZEDA DE 1 ANSIÃES 11993-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 60 960 60 960 | 100 400 100 400 | 161 360 161 360 | |||||
1 PROJiCENTRO DE SAÚDE DE VILA FLOR a 1994-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 10 000 | 10 009 19 090 | ||||||
j PROJiEXT.SEKDIH(CENTRO DE SAÚDE ICE MIRANDA 00 OOURO) i 1994-1995 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 10 000 | 60 000 60 000 | 70 090 70 000 | |||||
PROJiEXT.TORRE D.CHAHA(CENTRO OE SAÚDE OE MIRANDELA) 1994-1995 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 10 000 | 70 000 70 000 | 80 000 80 090 | |||||
fROBiKELKORIA OAS, COJEHCO» OE SAÚDE DA ADMINISTRAÇÃO REGIONAL OE SAÚDE DE CASTELO BRANCO Cf i 4020 SEi AASCB NPROJ: 5 | TOTAL CAP.50 O.C. | 5 006 5 006 | 60 SOO 52 500 | 206 242 192 8GB | 137 509 137 500 | 85 000 85 000 | 10 000 10 000 | 504 248 482 874 | |
PROJiCENTRO OE SAÚDE DD FUNDÃO 1992-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 5 006 5 006 | 45 000 45 000 | 84 994 84 994 | 90 009 90 009 | 225 000 225 000 | |||
PROJiEXT.DE ALCAINS ( CENTRO DE SAÚDE DE CASTELO BRANCO ) 1993-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 7 SOO 7 SOO | 42 500 42 500 | 2 009 2 099 | 52 099 52 090 | ||||
PROJiEXT.DE TORTOZENDO (CENTRO DE SAÚDE DA COVILHÃ) 1993-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 8 000 | 42 000 42 000 | 5 SOO 5500 | 55 SOO 47 500 | ||||
PROJiCENTRO CE SAÚDE DE PROENÇA-A-NOVA 1994-1997 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 10 000 | 40 009 40 009 | 85 000 85 000 | 10 009 10 000 | 145 099 145 000 | |||
PROJi PRESTAÇÃO DE CUIDADOS OE SAÚDE 1994-1994 COFÍN CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 26 748 13 374 | 26 748 13 374 | ||||||
PROSiCORSTRUCAQ OE CENTROS OE SAÚDE DA ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE BE COIMBRA CF: 4020 St: AftSCOl KPKUi « | TOTAL CAP.50 04. | 9 386 9 388 | 165 072 165 072 | 430 706 430 706 | 628 655 628 655 | 229 793 229 793 | 186 000 186 099 | 1 649 614 1 649 614 | |
PROJiCENTRO DE SAÚDE DE MONTEMOR-O-VELHO 1992-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 851 2 851 | 25 448 25 448 | 115 000 115 000 | 63 048 63 048 | 206 347 206 347 | |||
PROJiCENTRO DE SAIDE DE S. MARTINHO DO BISPO 1992-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 3 329 3 329 | 25 371 25 371 • | 71 513 71 513 | 102 409 102 490 | 202 613 202 613 | |||
PROJiCENTRO OE SAÚDE DE SANTA CLARA ( COIMBRA ) 1992-1996 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 3 208 3 208 | 25 642 25 642 | 10 000 10 000 | 105 090 105 009 | 63 293 63 293 | 207 143 207 143 | ||
PROJiCENTRO DE SAIDE DE OLIVEIRA DO HOSPITAL 1993-J995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 60 111 60 111 | 80 900 80 900 | 105 000 105 000 | 246 011 246 OU | ||||
PROJiCENTRO DE SAÚDE OE PENACOVA j 1993-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 28 530 28 500 | 80 000 . 80 000 | 81 009 81 009 | 189 500 189 SOO |
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO DA SAÚDE
(valores eh coitos)
■ | PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIOCAC | DESPESA TOTAL | |||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
j PROJ:EXT.SA DA BANDEIRA (CENTRO DE SAÚDE DE COIMBRA) 11994-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 40 000 40 000 | 58 000 58 OCO | 98 000 98 000 | |||||
I PROJiCENTRO DE SAUQE OA FIGUEIRA 1 DA FOZ 1994-1997 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 10 000 | 75 000 75 000 | 94 000 94 000 | 131 000 131 000 | 310 000 310 000 | |||
1 PROJiCENTRO DE SAÚDE DE TÁBUA 1994-1997 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 23 293 23 293 | 39 207 39 207 | 72 500 72 SOO | 55 000 55 000 | 190 000 190 000 | |||
PROSiCOSSTWtCM) OE CENTROS OE SAtfDg OA ADMINISTRAÇÃO REGIONAL :OE SAIHS DA GUARDA :CF> 4020 SEi AR» KPROJi 5 | TOTAL CAP.BOO.E. | 1 232 1 232 | 113 167 113 167 | 385 764 378 182 | 335 000 335 000 | 80 000 60 000 | 915 163 907 581 | ||
PROJiCENTRO OE SAÚDE DE ALMEIDA 1992-1994 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 797 797 | SB 802 58 B02 | 90 400 90 400 | 149 999 149 999 | ||||
PROJtEXTEHSAO DE VILAR FORMOSO ( CENTRO DE SAÚDE OE ALMEIDA ) 1992-1994 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 435 435 | 24 365 24 365 | 65 200 65 200 | 90 000 90 000 | ||||
PROJiCENTRO DE SAÚDE DE TRANCOSO 1 1993-1995 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 10 000 10 000 | 100 000 100 000 | 100 000 100 000 | 210 000 210 000 | ||||
PROJiCENTRO DE SAÚDE DE CELORICO 1 DA BEIRA j 1993-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 20 000 20 COO | 100 000 100 000 | 100 000 100 000 | 220 000 220 000 | ||||
j PROJiCENTRO DE SAÚDE OE AGUIAR DA BEIRA 1994-1995 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 15 000 15 000 | 135 000 135 000 | 60 000 60 000 | 230 000 230 000 | ||||
PROJiPRESTACAO OE CUIDADOS OE SAÚDE 1994-1994 COFIN VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 15 164 7 582 | 15 164 7 582 | ||||||
iPRCCiKELHORTA DAS CONDIÇÕES DE SAUtX DA ADMINISTRAÇÃO REGIONAL OE SAÚDE OE LEIRIA CF: 4020 SE: ARSLR NPROJ: 4 | TOTAL CAP.50 O.E. | 60 000 60 000 | 322 568 31S 534 | 295 000 29$ 000 | 677 568 670 534 | ||||
PROJiCENTRO OE SAÚDE OE LEIRIA i1993-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 50 000 50 000 | 1SS 000 1SS 000 | 185 000 185 000 | 390 COO 390 000 | ||||
| PROJiCENTRO DE SAÚDE DE PORTO OE JH3S 1993-1995 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 10 000 10 000 | 138 500 138 500 | 10 000 10 000 | 158 500 158 SOO | ||||
PROJiCENTRO DE SAÚDE OE FIGUEIRÓ OOS VINHOS 1994-1995 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 15 000 15 000 | 100 000 100 000 | 115 000 US 000 | |||||
PROJiPRESTACAO DE CUIDADOS OE SAÚDE 1994-1994 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 14 068 7 034 | 14 068 7 034 | ||||||
PROGiCONSTRUCAO DE CENTROS OE SAÚDE. DA ADMINISTRAÇÃO REGIONAL 06: SAÚDE OE LISBOA 5 ^y. CF: 4020 SE: ARSLB NPROJ'. 8 | TOTAL CAP.SO O.E. | 1 394 1 394 | 223 056 223 056 | 605 700 447 638 | 354 050 242 112 | 405 000 131 250 | 325 000 81 250 | 1 914 200 1 176 700 | |
PROJ; EXTENSÃO CASAL DE CAMBRA (CENTRO OE SAÚDE OE SINTRA) 11993-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 20 200 20 200 | 99 000 99 000 | 50 000 50 000 | 169 200 169 200 | ||||
j PROJiCENTRO DE SAÚDE DA BRANDOA (AMADORA) 1993-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 93 856 93 856 | 69 950 89 950 | 46 194 46 194 | 230 000 230 000 | ||||
PROJiCENTRO DE SAÚDE DE LIKDA-A--VELHA (OEIRAS) 11992-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 1 394 1 394 | 94 000 94 000 | 91 000 91 000 | 43 606 43 606 | 230 000 230 000 | |||
1 PROJiCENTRO OE SAÚDE 00 OLIVAL fl (CACEM) 1993-1996 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 15 000 IS 000 | 113 000 US 000 | 65 000 65 000 | 40 000 40 000 | 23S 000 235 000 - |
Página 371
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(371)
MINISTÉRIO DA SAÚDE
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIOOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESISNACAO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
| PROJiCENTRO OE SAUDE DE LOURES 11994-1997 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 15 000 3 750 | 10 000 2 SOO | 145 000 36 250 | 150 000 37 500 | 320 000 80 OOO | |||
| PROJiEXTEKSAO FORTE DA CASA (CENTRO DE SALDE DA POVOA OE SANTA IRIA) 1994-1997 COFIti LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 20 750 5 188 | 49 250 12 31? | 75 000 18 750 | 25 000 6 250 | 170 000 42 500 | |||
PROJiCENTRO OE SAUOE DOS OLIVAIS 1994-1997 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 15 000 3 750 | 10 OOO 2 500 | 145 000 36 250 | 150 000 37 500 | 320 OOO 80 000 | |||
PROJiCENTRO OE SAUOE DE ALVALADE 1994-1995 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 160 000 40 000 | 80 OOO 20 000 | 240 000 60 000 | |||||
l^!mHCRIA:;DA5:CO»ICOES DE SACSE DA ADMINISTRAÇÃO REGIONAL IDE SAUOE DE PORTALEGRE Cf « 4020 SE: ARSPTG KPROJr S | TOTAL CAP.50 04. | 282 936 282 936 | 225 000 225 000 | 286 720 71 680 | 340 000 85 000 | 1 134 656 664 616 | |||
PROJiCENTRO DE SAUOE DE PONTE DE SOR 1989-1994 COFIN ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 120 260 120 260 | 100 000 100 ooo | 35 OOO 8 750 | 255 260 229 010 | ||||
PROJiCENTRO DE SAUDE DE PORTALEGRE 1992-1995 COFIN ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 185 2 185 | 5 000 5 000 | 100 OOO 25 OOO | 250 000 62 500 | 357 185 94 685 | |||
PROJiCENTRO DE SAUDE DE ELVAS 1990-1994 COFIN ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 121 211 121 211 | 100 000 100 000 | 93 000 23 250 | 314 211 244 461 | ||||
PROJiCENTRO DE SAUDE DE ARRONCHES 1990-1994 COFIN ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 39 280 39 280 | 20 000 20 000 | 48 720 12 180 | 108 000 71 460 | ||||
PROJiCENTRO DE SAUDE OE ALTER 00 CHAO 1994-1995 COFIN ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 2 500 | 90 000 22 500 | 100 000 25 COO | |||||
PRCOiCWSTRUCAO DE CENTROS DE 5 SAUEE; DA; ADMIHISTRACAO; REGIONAL 1 DE SAUDE DO PORTO ICPt 4020 SEi ARSPT NPfiOJt 15 | TOTAL CAP.50 US. | 47 000 47 000 | 365 000 315 000 | 904 250 226 062 | 830 OOO 207 500 | 320 750 80 188 | 2 467 000 875 750 | ||
» PROJiCENTRO DE SAUDE OE VALONGO 1992-1996 COFIN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 15 000 15 000 | 85 OOO 85 000 | 90 OOO 22 500 | 100 OOO 25 000 | 60 000 15 000 | 350 000; 162 500 | ||
| PROJiCENTRO DE SAUDE 804 NOVA 8 (VILA NOVA OE GAIA) 1992-1994 COFIN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 16 000 16 000 | 75 000 75 OOO | 115 000 28 750 | 206 COO 119 750 | ||||
PROJiCENTRO DE SAUDE OE AMARANTE 1992-1994 COFIN KORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 16 000 16 000 | 75 000 75 000 | 115 000 28 750 | 206 000 119 750 | ||||
IpROJ-.CEHTO OE SAUOE DE NEGRELOS | (SANTO TIRSO) P/WJ-199S COFIN NORTE | TOTAL -CAP.50 O.E. | 10 000 10 000 | 105 000 26 250 | 35 000 8 750 | 150 000 45 000 | ||||
f PROJiCENTRO DE SAUDE DE | FELGUEIRAS 11993-1996 COFIN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 70 000 70 000 | 50 000 12 SOO | 100 OOO 25 000 | 30 000 7 500 | 250 000 115 000 | |||
\ PROJiCENTRO DE SAUDE DE F02 DE S SOUSA (GOKKHtX) 1994-1996 COFIN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 20 000 5 000 | 120 000 30 000 | 20 000 5 000 | 160 COO 40 000 | ||||
PROJ:EXTENSÃO DE FÂNZERES (CENTRO DE SAUDE DE RIO TINTO 1994-1995 COFIN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 80 000 20 000 | 100 OOO 25 OOO | 180 000 45 000 | |||||
PROJ.-EXTENSAO ROBERTO IVENS l (CENTRO DE SAUDE OE MATOSINHOS 1994-1996 COFIN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 49 250 12 312 | 95 OOO 23 750 | 10 750 2 688 | 155 COO 38 750] | ||||
PR0J.-CENTRO DE SAUDE DE S.MAMEDE DE INFESTA 1994-1996 COFIN KORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 20 OOO 5 OOO | 70 000 17 500 | 90 OOO 22 500 | 180 000 45 OOO |
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150-(372)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTÉRIO DA SAÚDE
{VALORES EM CONTOS)
programação da execução FINANCEIRA bo ptodac | despesa total | |||||||||
OES rGKACAO | ATE 31/12/92 | 1993 ex. prevista | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SUtU.it ES | |||
SAIDE DA REBORDOSA) 1993-1994 COFII NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 50 000 | 80 000 20 000 | 130 000 20 000 | ||||||
PftOJsCEHTRO DE SAIDE DO BONFIM (FISIATRIA) 1994-1995 COFIN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 30 000 7 500 | 20 000 5 000 | 50 000 12 500 | ||||||
PROJ:CENTRO DE SAÚDE DE ARCOZELO 1994-1996 COFIN NORTE | total CAP.50 o.E. | 10 000 2 500 | 40 000 (0 000 | 90 000 22 soo | 140 000 35 000 | |||||
PROJ:EXTENSAO DE CANELAS (CENTRO DE SAÚDE DE ARCOZELO 1994-1996 COFIN NORTE | TOTAL cap.50 o.E. | 10 000 2 soo | 40 000 10 000 | 20 000 5 000 | 70 000 17 500 | |||||
PRO0:CEKTRO DE SAÚDE DE BARÃO DO CORVO (FISIATRIA) 1994-1995 COFIN NORTE | TOTAL CAP.50 o.E. | 40 000 10 000 | 70 080 17 500 | 110 000 27 soo | ||||||
PROJrEXTERSAO AVINTES (CENTRO DE saúde DE OLIVEIRA DO douro) 1994-1995 COFW NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 90 coo 22 500 | 40 000 10 000 | 130 000 32 soo | ||||||
mGimmwms axtwxs de SAÚDE da ADtONISTSACA 0 regional PE SAÚDE OE SANTARÉM CF: 4020 SEl ARSSW KPROJi 4 | total CAP.50 0£. | 8 348 8 348 | 28 150 28 150 | 336 521 326 893 | 200 000 200 000 | 25 000 25 000 | 598 019 588 391 | |||
PROJ:CEHTRO DE SAÚDE DE SALVATERRA OE hagos 1992-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 o.E. | 8 348 8 348 | 18 150 18 150 | 116 742 116 742 | 143 240 143 240 | |||||
PROJ:CEHTRO DE SAÚDE OE BENAVENTE 1993-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 10 000 | 160 523 180 523 | 190 523 190 523 | ||||||
PROJiCOTTRO DE SAÚDE DE ALMEIRIM 1994-1996 lvtej | TOTAL CAP.50 O.E. | 20 000 20 000 | 200 000 200 000 | 25 000 25 000 | 245 000 245 000 | |||||
proj-PRESTACAD DE CUIDADOS OE saúde 1994-1994 COFIN lvtej | TOTAL CAP.50 O.E. | 19 256 9 628 | 19 255 9628 | |||||||
PRMiCCNSTRUett DE CENTROS OE SAIDE OA ADMINISTRAÇÃO REGIONAL OE SAIDE OE SETÚBAL cf: 4020 SE; ARSSET HFUOJ: 4 | TOTAL CAP.50 o.e. | 118 306 118 306 | 115 366 110 000 | 219 427 54 857 | 150 000 37 soo | 54 200 13 550 | 657 299 334 213 | |||
PROJiCEHTRO DE SAÚDE DA HOITA 1988-1994 COFIN lvtej | TOTAL CAP.50 O.E. | 118 306 118 306 | 80 000 80 000 | SI 827 12 957 | 250 133 211 263 | |||||
PROJ: EXTENSÃO OE FERNÃO FERRO (CENTRO DE SAÚDE DO SEIXAL) 1993-1994 COFIN lvtej | TOTAL CAP.50 O.E. | 30 000 30 000 | 72 600 18 150 | 102 600 48 ISO | ||||||
PROJ:CENTRO DE saúde oe ALCOCHETE 1993-1996 COFIN lvtej | TOTAL CAP.50 O.E. | 4 560 | 70 000 17 500 | 100 000 25 000 | 25 000 « 250 | 199 560 48 750 | ||||
proj:EXTENSÃO oe PINHAL novo (CENTRO oe saúde DE PAU€LA) 1993-1996 COFIN lvtej | TOTAL CAP.50 O.E. | 806 | 25 000 6 2s0 | 50 000 12 500 | 29 200 7 300 | jos 006 26 050 | ||||
FfiOB;MEKORXA sas CONDIÇÕES DE . SAÚDE DA AIWHISTRACAO REGIONAL OE saboe DE VILA REAL CF: 4020 SE:ARSVR MPROJt 2 | total CAP.50 O.E. | 55 000 55 000 | 85 000 85 000 | 140 000 140 000 | ||||||
PROJ:CEHTRO oe SAÚDE OE CHAVES 1994-1995 norte | TOTAL CAP.50 O.E. | 20 000 20 000 | so 000 50 000 | 70 000 70 000 | ||||||
PROJiCEHTRO DE saúde oe VILA REAL \ssv19k korte | TOTAL CAP.50 O.E. | 35 000 35 000 | 35 000 35 000 | 70 000 70 000 | ||||||
f«c€:k3j<05ia oas cchd1c0es de saudei adwmst3aca? regtoxal oeísaed: le viseu" cf: 4020 se; aísvs nproj: 5 | TOTAL CAP.50 o.e. | 11 565 II 565 | 144 435 144 435 | 384 780 374 890 | 517 000 527 009 | 242 000 242 000 | 40 000 40 000 | 1 339 780 1 329 890 |
Página 373
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(373)
MINISTERIO DA SAODE
(VALORES EH COITOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIOOAC | DESPESA i TOTAL 1 | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PROJiCENTRO DE SAÚDE DE MANGUALDE 1992-1985 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 5 7U 5 788 | 38 012 38 012 | 110 OCO 110 000 | 146 200 146 200 | 300 000 300 000 | |||
PROJiCENTRO DE SAÚDE DE TAROUCA 1992-1995 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 5 777 5 777 | 73 423 73 423 | 110 OCO 110 000 | 80 800 80 800 | 270 000 270 000 | |||
PROJiCENTRO DE SAÚDE DE VISEU 1993-1996 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 33 000' 33 000 | 130 000 130 000 | 160 000 160 000 | 77 000 77 000 | 400 000 400 000 | |||
PROJiCENTRO DE SAÚDE DE CARREGAL DO SAL 1994-1997 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 15 000 15 000 | 130 000 130 000 | 165 000 165 000 | 40 000 40 000 | 350 000 350 000 | |||
PROJiPRESTACAO OE CUIDADOS DE SAÚDE 1994-1994 COFIN VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 19 780 9 890 | 19 780 9 690 | ||||||
PROGiSAUDE MTBnO-IMFAAm Cft 4020 St! DOES NPSM:* | TOTAL CAM&O.E» | 525 700 525 700 | 349 000 349 000 | 800 000 800 000 | 700 000 700 000 | 740 000 740 000 | 1 100 000 ' 1 100 000 | 4 214 700 4 214 700 | |
PROJiSAUDE MATERNA E REOXATAL 1992-1994 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 525 700 525 700 | 349 000 349 000 | 400 000 400 000 | 1 274 700 1 274 700 | ||||
PROJiSAUDE INFANTIL 1994-1997 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 400 000 400 OCO | 700 000 700 000 | 740 000 740 000 | 1 100 000 1 100 000 | 2 940 000 2 940 000 | |||
PSOOilUtA CONTRA 0 CANCRO Cfi 4020 SEi OIVERS NPROJi < | TOTAL CAP.50 0/4. | 4 412 351 4 412 351 | 1 645 000 1 645 000 | 2 100 000 2 100 000 | 1 550 000 1 550 000 | 9 707 351 9 707 351 | |||
PROJiLUTA CONTRA 0 CANCRO (DOTAÇÃO A DESAGREGAR) 1994-1994 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 200 000 200 000 | 200 000 200 000 | ||||||
PROJiIPO-CENTRO REGIONAL OE ONCOLOGIA DE COIMBRA 1990-1994 CENTR | TOTAL CAP.SO O.E. | 447 330 447 330 | 300 000 300 000 | 700 OCO 700 000 | 1 447 330 1 447 330 | ||||
PROJiIPO-CENTRO REGIONAL OE ONCOLOGIA OE LISBOA 1990-19% LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 1 012 803 1 012 603 | SOS 720 505 720 | 700 000 700 000 | 650 000 650 000 | 2 868 323 2 868 323 | |||
PROJiIPO-CENTRO REGIONAL OE CMCOLOGIA DO PORTO 1990-1995 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 2 952 418 2 952 418 | 839 280 839 280 | 500 000 500 000 | 900 000 900 000 | 5 191 698 5 191 698 | |||
«?06iIHSTALACA0 E WmOBXti» INSTITUTO PORTUGUÊS 00 SAMBE CF: 4020 SEi IPS NPROJ: 4 | TOTAL CAP.SO 0^. | 174 506 174 506 | 124 494 124 494 | 130 499 130 499 | 27 000 27 000 | 456 499 456 499 | |||
PROJiCENTRO REGIONAL OE LISBOA DO IPS 1991-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 174 506 174 506 | 124 494 124 494 | 57 SOO 57 SOO | 356 500 356 500 | ||||
PROJiUNIOADE DE FRACCIONAMENTO DE PLASMA 1994-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 72 999 72 999 | 27 000 27 000 | 99 999 99 999 | |||||
PRQSlIKSTALACQES £ SXWaESttB DO 1NSA CF: 40» SZ: 1K3A HPMfc 3 - | TSTM. CAPJDOÍ. | 43 432 43 432 | 100 000 IX 000 | 257 837 257 837 | 301 579 301 579 | 702 648 702 848 | |||
PROJiCENTRO OE INVESTIGAÇÃO DE GENÉTICA MOLECULAR HUMANA 1992-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 13 432 13 4» | 50 000 50 000 | 40 837 40 837 | 100 212 100 212 | 204 481 204 481 | |||
PRQJiLABORATORIO DE ENSAIO E METR0U6I4 OE EQUIPAMENTO MEDICO 1993-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 50 000 50 000 | 150 000 150 000 | 171 367 171 367 | 371 367 371 387 | ||||
PROJsEQUlPNCKTO DA DELEGAÇÃO 00 INSA PORTO 1992-1995 NORTE | TOTAL CAP.SO O.E. | 30 000 30 000 | 67 000 67 000 | 30 000 30 000 | 127 000 127 000 |
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II SÉRIE-A — NÚMERO II
MINISTERIO DA SAUDE
(VALORES EH CCCTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
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MINISTERIO DA SAUDE
(VALORES EN CONTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO DA SAUOE
(VALORES EM COSTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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PIDDAC 1994
MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES
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"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
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MINISTÉRIO DAS OBRAS PUBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES
(VALORES EN COITOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
R I « I s t e r I o das o b 8 a s p b b L i c a s , transportes e cohuiicacoes
(valores BU costos}
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
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hinistebio das obras publicas, transportes e COMUNICAÇÕES
(VALORES EK COITOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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II SÉRIE-A - NÚMERO 11
MINISTERIO OAS OBRAS PUBLICAS. TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES
(valores e» eraras)
PROGRAMAÇÃO da EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIDDAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 ex. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | AKOS SEGUINTES | ||
PROJUP8 SINES - VILA VERDE DE FICAU» ; 1994-1996 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 150 000 115 000 | 800 000 590 000 | 1 260 000 1 008 000 | 2 210 030 1 713 099 | ||||
pra«t»«rzACAo da redi COHFtEHJENTAR CFi 8050 SE; jae HPROJl 21 | TOTAL cap.tOOJL | 97 698 406 97 898 406 | 30 949.-826 30 949.426 | 45 140 000 27 110 531 | 71 120 755 54 247 251 | 56 194 673 40 553 968 | 24 374 090 16 271 500 | 325 677 651 i 267 031 482 | |
PROJiICl - LISBOA - VALENÇA 1984-1997 COFÍN VREGI | TOTAL cap.50 O.E. | 23 564 152 23 564 152 | 5 588-412 5 588.412 | 6 580 926 4 948 926 | 10 676 560 7 651 560 | 10 330 000 5 567 500 | 11 114 009 8 013 500 | 70 034 060 55 334 OSO | |
PR0JIIC2 - USBOA • PORTO 1986-1996 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 13 537 194 13 537 194 | 1 216'415 1 216,415 | I 976 542 1 397 967 | 4900 000 4 900 000 | 4 500 000 4 500 000 | 26 130 151 25 551 576 | ||
PROJilCI - SETÚBAL • COIMBRA 1988-1996 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 429 908 2 42» 906 | 265-554 285-4B4 | 10 300 10 300 | 200 000 200 000 | 140 000 140 000 | 3 065 670 3 055 8701 I | ||
PROJiICA SINES - FARO 1986-1995 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | » 171 859 9 171 859 | SOS 467 SOS 467 | SO 400 SO 400 | 550 000 550 000 | 1 10 280 726 10 280 726 | |||
PROJiICS - POVOA de VAR2LM-MURCA 1986-1997 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 706 432 705 432 | 80 336 80 336 | 100 100 100 100 | 900 000 900 000 | 2 000 000 2 000 000 | 1 300 080 1 399 000 | 5 086 8681 5 086 868 | |
PR0J:IC7 - COIMBRA - COVILHÃ 1994-1996 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 300 000 300 000 | 1 700 OOQ 1 700 000 | 1 500 000 1 590 000 | 3 500 0091 3 500 CSO | ||||
PR0J:IC8 - FIGUEIRA da FOZ -SEGURA 1989-1997 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 7 276 910 7 276 910 | 3 246 702 3 246 702 | 2 999 470 1 707 608 | 3 300 000 1 500 000 | 2 150 000 1 475 000 | 750 000 750 090 | 19 723 082 15 956 216 | |
PROJiICO - ALCOBAÇA - TOMAR 1986-1996 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 876 647 878 647 | 637 904 637 904 | 460 200 385 200 | 2 200 000 1 600 000 | 750 009 187 590 | 4 926 751 3 689 251 | ||
PROJiIClO • SANTARÉM - ESTREMOZ 1991-1996 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 327 374 327 374 | 1 206 226 1 206 226 | 740 543 192 636 | 190 000 190 000 | 200 100 200 100 | 2 664 243 2 116 336 | ||
PROJiICll TORRES VEDRAS -MARATECA 1988-1994 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 504 238 504 238 | SO 000 SO 000 | 100 100 | 554 338 554 338 | ||||
PROJlIC12 VISEU - COVILHÃ 1989-1994 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 855 748 855 748 | 48 671 48 671 | 100 100 | 904 519 i »04 519 | ||||
PR0JÜC13 NO DE C0INA-6ALE60S 1994-1996 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 600 000 600 000 | 3 700 000 3 700 000 | 3 250 000 3 250 000 | 7 550 000 7 550 000 | ||||
PROJtICU BARCELOS-BRAGA 1994-1996 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | SO 000 SO 000 | 1 350 000 1 350 000 | 1 600 000 1 600 000 | 3 000 COO 3 000 000 | ||||
PROJ:IC16 - «A RÁPIDA LISBOA -CASCAIS 1993-1997 COFÍN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 490 000 490 000 | 1 857 539 464 385 | 1 352 461 338 115 | 1 390 000 32S 000 | 200 000 50 000 | 5 200 000 1 667 500 | ||
PROJ.-1C17 - CIRCULAR REGIONAL INTERIOR DE LISBOA (CRIL) 1991-1997 COFÍN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.e. | I 283 174 1 283 174 | 2 701 875 2 701 87S | 4 298 340 971 151 | 5 132 766 2 384 915 | 8 016 000 2 831 000 | 5 620 000 843 000 | 27 052 155 11 015 115 | |
PRDJilC» - RADIAL de SINTRA 1990-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 3 215 543 3 215 543 | 1 286 411 1 286 411 | 1 327 182 1 327 182 | S 829 136 5 829 136 | ||||
PR0J:ICZ2 - RADIAL DE ODIVELAS 1994-1») COm lvtej | TOTAL CAP.50 O.E. | 500 000 125 000 | 1 000 000 250 000 | 2 100 000 525 000 | 100 000 25 090 | 3 700 000 925 090 | |||
PROJ:IC23 - CIRCULAR REGIONAL INTERIOR 00 PORTO (cup) 1984-1997 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 4 548 035 4 548 035 | 944 118 944 118 | 391 164 391 164 | 1 800 000 1 800 000 | 1 550 000 1 550 000 | 2 000 000 2 000 000 | 11 233 317 11 233 317 |
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HIIIS TEMO DAS OBRAS PUBLICAS. TRANSPORTES E "CON 11 11 » COE S
(VALORES EM CORTOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIOOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 } | t 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PROJ:lC24 - VIA RÁPIDA OE MATOSINHOS 1989-1995 COFÍN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 5 988 931 5 988 931 | 404 298 404 298 | 1 600 000 400 000 | 900 000 225 000 | 8 893 229 7 018 229 | |||
PROJl CONSERVAÇÃO OE OUTRAS ESTRADAS 1983-1996 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 022 220 10 022 220 | 10 020 653 10 020 653 | 11 719 338?/ 11 391 502 8 555 556V. 8 630 194 | 3 000 000 3 000 000 | r 46 153 713 40 228 625 | |||
PROJ:aiHINACAO DE ESTRANGULAMENTOS 1984-1997 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 13 588 043 13 568 043 | 2 233 674 2 233 674 | 7 597 756« 19 677 467 5 132 756* 16 377 467 | 13 808 573 11 902 868 | 3 290 090 3 290 000 | 60 195 513 52 524 808 ■ L | ||
{^CONSERVAÇÃO PERIÓDICA CF: 8050 SE! JAE NPROJt 4 | TOTAL CAP.50 O.f. | 9 376 847 9 376 847 | 11 647 049 11 647 049 | 16 213 000 16 213 000'' | 9 587 305 9 587 305 | 46 824 201 46 824 201 | |||
PROJ:SEGURANCA RODOVIÁRIA 1989-1995 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 1 982 877 1 982 677 | 650 000 650 000 | i 650 oor 1 650 000 | 150 000 150 000 | 4 432 877 4 432 877 | |||
PROJ:BENEFICIACAO OE PONTES 1989-1995 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 884 128 884 128 | 650 000 650 000 | 1 050 OOO 1 050 000' | 2 800 000 2 800 000 | 5 384 128 5 384 128 | |||
PROJiBEHEFICIACAO DE PAVIHENTOS 1989-1995 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 057 901 2 057 901 | 2 100 000 2 100 000 | 2 800 000. 2 800 000 | 1 700 000 1 700 000 | 8 657 901 8 657 901 | |||
PR0J:BEXEFICIACAO DA REDE SECUNDARIA 1981-1995 VRE61 | TOTAL CAP.50 O.E. | 4 451 941 4 451 941 | 8 247 049 8 247 049 | 10 713 000 10 713 000 | 4 937 305 4 937 305 | 28 349 295 28 349 295 | |||
PROS.'OESPESAS COMUNS CF» 8050 Sil JAE HFROJt 4 | TOTAL CAP.50 O.C. | 19 624 744 19 624 744 | 13 496 965 13 496 965 | 22 820 000 22 820 000 | 13 964 367 13 964 367 | 69 906 076 69 906 076 | |||
PROJiESTUDOS E PROJECTOS 1989-1995 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 777 667 2 777 667 | 3 157 965 3 157 965 | 3 920 000 3 920 000 | 2 550 000 2 550 000 | 12 405 632 12 405 632 | |||
PROJiEXPROPRIACOES 1989-1995 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 13 643 763 13 643 763 | 8 058 000 8 058 000 | 15 600 000 15 600 000 | 9 600 000 9 600 003 | 46 901 763 46 901 763 | |||
PROJlHAQUIMAS , EQUIPAMENTO , MATERIAL DE TRANSPORTE E ASSISTÊNCIA TÉCNICA 1989-1995 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 1 923 314 1 923 314 | 1 281 000 1 281 000 | 1 400 000 1 400 000 | 1 000 000 1 000 000 | 5 604 314 5 604 314 | |||
PROJtEDIFICIOS 1989-1995 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 1 280 000 1 280 000 | 1 000 000 1 000 000 | 1 900 000 1 900 000 | 614 367 814 367 | 4 994 367 4 994 367 | |||
PROGiLlNHA DE SINTRA E CINTURA 00 RAMAL OE ALCÂNTARA CF: 8070 SEl GNFL KPROJ: 2 | TOTAL CAP 50 0.E | 7 318 939 7 318 939 | 5 789 101 5 789 101 | 9 223 230 9 223 2» | 9 876 770 9 876 770 | 11 500 000 11 500 000 | 10 000 000 10 000 000 | 15 000 000 15 000 000 | 68 708 040 68 708 040 |
PR0J:CWSTRUCAO/RJ34XELACAO DE ESTACÕES - LINHA DE SINTRA, CINTURA E RAMAL DE ALCANTARA 1988-2001 COFÍN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 6 669 000 6 669 000 | S 048 654 5 048 654 | 7 152 210 7 152 210 | 7 447 790 7 447 790 | 9 000 000 9 000 000 | 7 500 000 7 500 000 | 12 000 000 12 000 000 | 54 817 654 54 817 654 |
PROOiSIKALIZACAO,TELECOMUNICAÇÕES EELECTRIF1CACA0 - LINHA DE SINTRA CINTURA E RAMAL OE ALCANTARA 1988-2001 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 649 939 649 939 | 740 447 740 447 | 2 071 020 2 071 020 | 2 428 980 2 428 980 | 2 500 000 2 500 000 | 2 500 000 2 500 000 | 3 000 000 3 000 000 | 13 890 386 13 890 386 |
PRGGilTJtHA DE CASCAIS CF: B07O SEl GNFL NPROJ: 2 | TOTAL CAP.50 O.E. | 1 925 807 1 925 607 | 283 737 283 737 | 980 000 980 000 | 1 680 000 1 680 000 | 1 175 000 1 175 000 | 340 000 340 000 | 6 384 544 6 384 544 | |
PROJiCONSTRUCAO/REMOOELACAO DE ESTACÕES - LINHA DE CASCAIS 1988-1997 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 1 588 466 1 588 466 | 259 737 269 737 | 930 000 930 000 | 1 680 000 1 680 000 | 1 150 000 1 150 000 | 330 000 330 000 | 5 948 203 5 948 203 | |
PMUiSIHALI7ACA0,TELECCHJNICACOES E ELECTRIFICAÇÃO - LINHA DE CASCAIS 1988-1997 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 337 341 337 341 | 14 000 14 000 | 50 000 50 000 | 25 000 25 000 | 10 000 10 000 | 436 341 436 341 | ||
PrOSiESTUDOS E TRABALHOS DIVERSOS ^«K^EW>TE» CFi 8070 SE: GNFL NPRDJi l | TOTAL CAP.50 O.E. | 334 732 334 732 | 139 550 139 560 | 435 230 435 230 | 430 767 430 767 | 4 000 000 4 000 000 | 12 000 000 12 090 000 | 24 000 000 24 000 090 | 41 340 289 41 340 289 |
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO OAS OBRAS PUBLICAS, TRAISPORTES E COb0IICACOES
(VALORES EX CORTOS)
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MINISTERIO OAS OBRAS PUBLICAS. TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES
PROGRAMAÇÃO da execução financeira 00 pidoac | DESPESA 1 TOTAL 1 | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ate 31/12/92 | 1993 ex. prevista | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS seguintes | ||
PROJlTRAHSPOSICAO DO NCRNATTVO ICAO para 0 DIREITO PORTUGUÉS 1991-1998 ivtej | TOTAL cap.50 o.E. | 12 009 12 009 | 6 000 6 000 | 7 500 7 500 | 6 000 6000 | 6 000 6 000 | 4 000 4000 | 7 000 7 000 | 48 5091 48 509 |
PRDJ:AQUISICA9 E INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTO para INVESTIGAÇÃO de ACIDENTES AERONÁUTICOS 1994-1998 LVTEJ | total cap.50 o.E. | 1 900 1 900 | 1 500 1 500 | 1 500 1 500 | 1 500 1 500 | 2 000 2 000 | 8400 8 400 | ||
proj:REEQUIPAMENTO da UNIDADE DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA 1989-1997 LVTEJ | TOTAL cap.50 O.e. | 28 400 28 400 | 8 000 8 000 | 10 000 10 000 | 5 000 5000 | 2 500 2 500 | 53 900 53 900 | ||
PROJlMOBILIDAOE das equipas DE INSPECÇÃO junto de OPERAD.AÉREOS E das EMPRESAS OE mamut.AERONAVES 1994-1995 LVTEJ | total cap.50 o.e. | 19 609 19 600 | 5 500 5 500 | 25 100 25 100 | |||||
PROGiREOE PRINCIPAL cf: 607o SE: CP" «PROJ: 6 | total cap jo 0*. | 28 251 595 1« 285 804 | 27 865 000 7 317 600 | 38 958 000 7 000 000 | 44 437 000 11 109 250 | 40 275 000 10 068 750 | 40 357 000 10 089 250 | 56 150 000 14 037 soo | 276 293 595 73 909 154 |
1 proj:projecto integrado linha do (norte 1990-1999 cofín vre6i | total cap.50 O.E. | 15 07« 779 7 025 051 | 13 965 000 3 825 460 | 17 199 000 2 500 000 | 23 950 000 5 987 500 | 23 000 000 5 750 000 | 27 550 000 6 887 500 | 43 050 000 10 762 500 | 163 792 779 42 739 011 |
PROJiPROJECTO INTEGRADO linha da BEIRA alta 1990-1997 COFÍN VREGT | TOTAL cap.50 o.e. | 3 961 600 1 969 27» | 7 350 000 1 824 620 | 11 800 000 2 500 000 | 6853 000 1 713 250 | 3 306 000 826 500 | 787 000 196 750 | 34 057 600 9 030 399 | |
PR0J:PR0JECTO INTEGRADO LINHA 00 MINHO 1990-1999 COFÍN NORTE | total cap.50 CE- | 1 648 231 761 892 | 230 000 62 100 | 285 000 70 000 | 100 000 25 000 | 1 oso 000 262 500 | 900 000 225 000 | 5600 000 1 400 000 | 9 813 231 2 806 492 |
PROJ:PROJECTO INTEGRADO IT.GRANEIS SOLIDOS 1990-1999 COFÍN VREGI | TOTAL cap.50 o.e. | 4 821 391 2 974 242 | 4 700 000 1 168 020 | 6 241 000 1 300 000 | 5 966 000 1 491 500 | 3 093 000 773 250 | 2 670 000 667 500 | 2 000 000 500 000 | 29 491 391 8 874 512 |
PROJ:PROJECTO INTEGRADO CE MERCADORIAS DE LISBOA 1990-1997 COFÍN LVTEJ | TOTAL cap.50 O.E. | 707 160 387 300 | 1 000 000 270 000 | 2 038 000 230 000 | 2 300 000 575 000 | 2 300 000 575 000 | 2 000 000 500 000 | 10 345 160 2 537 300 | |
PROJtPROJECTO INTEGRADO l1gaca0 ao ALGARVE 1990-1999 COFÍN VREGI | TOTAL cap.50 O.e. | 2 034 434 1 168 040 | 620 000 167 400 | 1 395 000 400 000 | 5 268 000 1 317 000 | 7 526 000 1 881 500 | 6450 000 1 612 soo | 5 500 000 1 375 000 | 28 793 434 7 921 440 |
PROSiREOE CXWfcEKEKUÍl CF> 8070 SEt cp HPROJt 3 | total cap.ttOvE. | 10 475 418 6053 026 | 4 885 000 1 080 150 | 5 056 000 1 500 000 | 3 388 000 847 000 | 3 911 000 »77 750 | 4 091 000 1 022 750 | 10 255 000 2 564 000 | 42 062 418 14 044 676 |
proj: PROJECTO INTEGRADO oa iimw CASEIRA BAIXA 1990-1999 COFÍN CENTR | TOTAL cap.50 O.E. | 1 511 693 893 925 | 1 075 000 172 650 | 1 433 000 400 000 | 1 440 000 360 000 | 2 121 000 530 250 | 2 221 000 555 250 | 4 656 000 1 164 000 | 14 457 693 4 076 075 |
PROJ:PROJECTO INTEGRADO LINHA DD OESTE 1990-1999 COFÍN VREGI | TOTAL cap.50 O.E. | 5 710 454 3 370 759 | 1 560 000 300 000 | 1 699 000 530 000 | 1 408 000 352 000 | 1 770 000 442 500 | 1 400 000 350 000 | 2 360 000 590 000 | 15 907 454 5 935 259 |
PRQJ-.PROJECTO INTEGRADO it.GRANEIS SOLIDOS 1990-1999 COFÍN ALENT | TOTAL cap.50 O.E. | 3 253 271 1 788 342 | 2 250 000 607 500 | 1 924 000 570 000 | 540 000 135 000 | 20 000 5000 | 470 000 117 500 | 3 240 000 810 000 | 11 697 271 4 033 342 |
f^tiKnuwraíTURAs de longa OURACAO CF: 8070 SE: ana NPROJ; 1 | TOTAL cap.50 O.E. | 450 000 450 000 | SOO 000 800 000 | 520 000 520 000 | 610 000 610 000 | 2 380 000 2 380 000 | |||
pru:lHFRAESTRUrURAS DD AEROPORTO DE porto santo 1992-1995 HADEI | total cap.50 O.E. | 450 000 450 000 | 800 000 too 000 | 520 000 520 000 | 610 000 610 000 | 2 380 000 2 380 000 | |||
PROGtBO FERROVIARIO ce lisboa -PONTE EMARSEHSUL CF; 8070 SE; «Ft HPRW; i | total cap.50 o.e. | 2 545 464 2 545 464 | 2 493 60» 2 493 (09 | 2 361 540 2 361 540 | 6 838 460 6 838 460 | 9 200 000 9 200 000 | 6 000 000 « 000 000 | 29 439 073 29 439 073 | |
proj:estu005 E TRABALHOS diversos a SUL do tejo 1988-2001 COFÍN LVTEJ | TOTAL cap.50 o.E. | 2 235 648 2 235 648 | 2 148 759 2 148 75» | 1 722 150 1 722 150 | 6 838 460 6 838 460 | 9 200 000 9 200 000 | 6 000 000 6 000 000 | 28 145 017 28 14s 017 | |
pxaj.Amvtssmm) da ponte 1 SOBRE 0 TEJO 1988-1994 LVTEJ | TOTAL cap.50 O.E. | 309 816 30» 816 | 344 850 344 850 | 639 390 639 390 | I 294 056 1 294 056 |
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HISISTERIO DAS OBRAS PUBLICAS, TRAISPORTES E COHUIICACOES
(VALORES EM COITOS)
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KIHISTERIO OAS OBRAS PUBLICAS. TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES
(VALORES EH CONTOS)
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II SÉRIE-A - NÚMERO 11
MINISTERIO DAS OBRAS PUBLICAS, TRANSPORTES E COMOIICACOES
PROGRAMAÇÃO OA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIDOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
OESISNACAO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | AROS SEGUINTES | ||
PROJlCOMAHDO DISTRITAL DE AVEIRO 1990-1997 CEKTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 24 715 24 715 | 48 154 48 154 | 350 000 350 000 | 350 090 350 000 | 234 000 234 000 | 1 006 869 1 006 869 | ||
PROJ: POLICIA DE SEGURANÇA PUBLICA - DIVISÃO DE ALMADA 1990-1997 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 28 776 28 776 | 1 502 1 502 | 63 500 63 500 | 350 000 350 000 | 330 009 350 099 | 248 080 248 000 | 1 041 778 1 041 778 | |
PROJrPSP - COMANDO DISTRITAL DE LEIRIA - ZA. FASE 1990-1994 CEKTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 92 267 92 267 | 12 000 12 000 | 40 000 40 000 | 144 267 144 267 | ||||
PR0J:POLICIA DE SEGURANÇA PUBLICA - COMANDO DISTRITAL OE BRAGANÇA 1989-1995 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 49 817 49 817 | 25 933 25 933 | 300 000 300 000 | 373 160 373 160 | 224 440 224 440 | 973 350 973 359 | ||
PR0J:ESCOLA PRATICA DA POLICIA 1990-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 273 773 273 773 | 40 980 40 980 | 130 000 130 003 | 444 753 444 753 | ||||
PROJ:GKR • AQUARTELAMENTO 00 FOGUETEIRO - BRIGADA DE TRANSITO CENTRO DE INSTRUÇÃO E BATALHÃO 1 1989-1998 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 258 478 258 478 | 50 200 SO 200 | 135 000 13S 000 | 1 106 500 1 106 509 | 2 213 009 22I3 0O9 | 2 213 000 2 213 000 | 5 549 572 5 549 572 | 11 525 750 li 525 750 |
PROJ:GUARDA NACIONAL REPUBLICANA - QUARTEL OE PORTO SALVO 1988-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 142 297 142 297 | 40 120 40 120 | 20 000 20 000 | 202 417 202 417 | ||||
PROJ:PCLICIA DE SEGURANÇA PUBLICA - S.JOAO DA MADEIRA 1991-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 92 057 92 057 | US 030 US 000 | 60 000 60 003 | 267 057 267 057 | ||||
PROJ.'FORNECIMEHTO OE NOBILIARIO E EQUIPAMENTO PARA QUARTÉIS 1990-1997 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 11 428 11 428 | 28 200 28 200 | »4 100 94 100 | 40 009 40 900 | 140 090 140 009 | 40 090 40 000 | 353 728 353 728 | |
PROJ:P0LICIA OE SEGURANÇA PUBLICA DOMANDO DISTRITAL DE VISEU 1992-1996 CEÑIR | TOTAL CAP.50 O.E. | 1 600 1 800 | 121 121 | 61 500 61 500 | 350 009 359 099 | 350 000 350 000 | 763 421 763 421 | ||
PROJiPOLICIA DE SEGURAN» PUBLICA qUAATEL OE VIANA 00 CASTELO 1992-1995 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 3 300 3 300 | 3 760 3 760 | 45 000 45 000 | 45 150 45 159 | 97 210 97 210 | |||
PROJ:PSP - INSTALAÇÕES 00 FUNCHAL 1994-1997 HADEI | TOTAL CAP.50 O.E. | 75 003 75 000 | 300 009 300 009 | 309 009 399 099 | 125 000 125 090 | 800 000 800 099 |
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PIDDAC 1994
MINISTÉRIO DO COMÉRCIO E TURISMO
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"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
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niiisterio do comercio e turismo
(valores eh cortos)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO DO COMERCIO E TURISMO
(VALORES ED CORTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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PIDDAC 1994
MINISTERIO DO AMBIENTE
E
RECURSOS NATURAIS
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"VER DIÁRIO ORIGINAL"
Página 395
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(395)
MINISTERIO DO AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS
(VALORES EM CONTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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II SÉRIE-A - NÚMERO 11
MINISTERIO 00 AMBIENTE E RECURSOS RATURAIS
(VALORES EM CORTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
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MINISTERIO 00 AMBIEITE C RECURSOS NATURAIS
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIOOAC | | DESPESA TOTAL | | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PROJtDESPaUICAO DA RIA DE AVEIRO 1993-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 112 192 112 192 | 80 COO 80 000 | 89 546 69 546 | 281 738 281 738 | ||||
PftOJiABASTECIKEXTO DE AGUA A PEBROGAO GRANDE 1992-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 60 000 60 000 | 120 000 120 000 | 38 380 38 380 | 37 000 37 000 | 255 380 255 380 | |||
PROJiDESPOUlICAO DO RIO ARUKCA (POMBAL) 1992-1994 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 13 385 13 385 | 75 000 75 000 | 74 615 74 615 | 163 000 163 000 | ||||
PROJiSANEAHENTO DA QUINTA 00 CONDE - SESIMBRA 1993-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 48 228 48 228 | 35 500 35 500 | 83 728 83 728 | |||||
RROJiEMISSARIO SUBMARINO DE VILA NOVA OE MIL FONTES 1992-1994 ALEHT | TOTAL . CAP.50 O.E. | 12 201 12 201 | 39 999 39 999 | 3 OCO 3 000 | 55 200 55 200 | ||||
PROJ:ABASTECIKENT0 DE AGUA A VILA NOVA OE POIARES 1992-1994 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 19 200 19 200 | 44 800 44 800 | 64 000 64 000 | |||||
PROJsTRATAMENTO DE ESGOTOS OE PENAFIEL 1992-1994 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 41 230 41 230 | SB 000 58 000 | 99 230 99 230 | |||||
PROJ:ABASTECIKENTO DE ASUA AO CONCELHO DE VILA OE REI 1993-1995 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 SOO 2 SOO | 35 000 35 000 | 20 625 20 625 | 58 125 58 125 | ||||
PROJ: APROVEITAMENTO HIDRÁULICO DA RIBEIRA OE CORTES 1993-1996 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 30 000 30 000 | 200 000 200 000 | 170 000 170 000 | 400 000 400 000 j | ||||
PROJsOESPCLUICAO DO RIO LECA 1993-1997 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 20 000 20 000 | 200 000 200 000 | 200 000 200 OCO | 160 000 180 000 | 600 000 600 000 | |||
PROJi SISTEMA INTEGRADO OE ABASTECIMENTO DE AGUA A PARTIR DA ALBUFEIRA 00 ALVITO 1993-1996 ALEHT | TOTAL CAP.50 O.E. | 20 000 20 000 | 100 000 100 000 | 60 000 80 000 | 200 000 200 090 | ||||
PROJiABASTECIMENTO OE AGUA AO CONCELHO DE TOMAR 1993-1995 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 20 000 20 000 | 130 000 130 000 | 150 000 ISO 000 | |||||
PRORiGESTAO INTEGRADA OCS RECURSOS HÍDRICOS CF. 8010 Stl IMG KPROJi 4 | TOTAL CAP.50 O.C. | 1 889 036 1 689 036 | 361 500 361 500 | 880 927 880 927 | 845 781 845 781 | 497 288 497 288 | 70 000 70 000 | 4 544 532 4 544 532 | |
PROJ: IMPLEMENTAÇÃO DAS UNIDADES OE PLANEAMENTO DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS 1986-1995 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 1 289 166 1 289 166 | 125 000 125 000 | 300 000 300 000 | 250 000 250 000 | 1 964 166 1 964 166 | |||
PROJ:REDE DE INFRAESTRUTURAS DE INFORMAÇÃO, MONITORIZAÇÃO £ FISCALIZAÇÃO COS REC HÍDRICOS 1987-1996 COFIN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 302 661 302 661 | 172 000 172 000 | 341 817 341 817 | 315 617 315 617 | 267 875 267 875 | 1 399 970 1 399 970 | ||
PROJsBASE DE CACOS SOBRE RECURSOS HÍDRICOS 1984-1996 COFIN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 219 805 219 805 | 44 500 44 SOO | 159 110 159 110 | 180 164 180 164 | 149 413 149 413 | 752 992 752 992 | ||
fSDJ.-ESmOK DE ORDENAMENTO OE ALBUFEIRAS E ZONAS FLUVIAIS 1987-1997 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 77 404 77 404 | 20 000 20 000 | 80 000 80 000 | 100 000 100 000 | 80 000 80 000 | 70 000 70 000 | 427 4041 427 4041 | |
PROGlFDRHAWO í PARTICIPAÇÃO DAS POfULACOES - CF; 8010 SE: IPAMB NPROJ: 2 | TOTAL CAP.50 0£. | 315 000 315 COO | 70 000 70 000 | 60 000 60 000 | 90 000 90 000 | 80 000 80 000 | 100 000 100 000 | 250 000 250 000 | 965 000 965 000 |
PROJ: FORMAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DAS POPULAÇÕES L98&-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 315 000 315 000 | 70 000 70 000 | 35 000 35 000 | 60 000 60 000 | 60 000 60 000 | 100 000 100 000 | 250 000 250 000 | 910 0001 910 000 |
PROJiPROJECTO DE APOIO AO PIDDAC 1994-1995 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 25 000 25 000 | 30 000 30 000 | 55 000 55 OCO |
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150-(398)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTÉRIO 00 AMBIENTE E RECORSOJ NATURAIS
(VALORES EM CONTOS}
- | . PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIDOAC | OESPESA TOTAL | |||||||
OErSlGXACAO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 2995 | 1997 | AtJOS SEGUINTES | ||
tMíHXKS SE DEFESA € RECUPERAÇÃO do AH9H-NTE Cf: 6Ô1Q SEi IPMft NPROJ: 1 | um W.500.E. | 135 000 136 000 | 30 000 30 000: | 40 000 40 000 | 60 000 60 000 | 100 000 100 000 | 125 000 125 000 | 250 COO 250 000 | ,1 740 030 740 OCO |
PROhACCOES OE DEFESA E RECUPERAÇÃO DO AMBIENTE 1988-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 135 000 135 000 | 30 000 30 000 | 40 000 40 000 | 60 000 60 0O9 | 100 000 100 000 | 125 000 125 000 | 250 C30 250 000 | 740 CCO 740 COO |
mmssm» e wwwwo oo 7AHOM0RI0 NATURAL DE AREAS PROTEGIDAS CF: «010 SE: I» KPR»: 12 | TOTAL CAP.50 o.E. | 3 005 175 2 990 982 | 745 679 736 679 | 930 000 760 000 | 1 065 000 1 065 000 | 1 215 000 1 215 000 | 1 360 000 1 360 000 | 3 250 000 3 250 000 | 11 570 854 11 397 (51 |
PROJiPARQUE NATURAL DO ALVÃO 1334-1999 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 184 102 184 102 | 37 500 37 600 | 50 000 50 000 | 60 000 60 000 | 70 000 70 000 | 80 000 80 000 | 190 000 190 COO | 671 702 671 702 |
PROJiPARQUE NATURAL DA SERRA DA ESTRELA 1977-1999 COFIN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 723 074 723 074 | 117 SOO 117 SOO | 300 000 ISO 000 | 330 000 330 000 | 370 000 370 000 | 400 000 400 000 | 920 COO 920 COO | 3 160 574 3 010 574 |
PROJiAREA OE PAISAGEM PROTEGIDA OA SERRA 00 ACOR 1983-1999 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 45 734 45 734 | 9 400 9 400 | 10 000 10 000 | IS 000 15 OCO | 20 000 20 000 | 25 000 25 000 | 65 COO 65 030 | 190 134 190 134 |
PROJiPARQUE NATURAL DAS SERRAS DE AIRE E CANDEEIROS 1980-1999 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 478 479 464 286 | 114 000 105 000 | 150 000 150 000 | 175 000 175 000 | 200 000 200 000 | 230 000 230 000 | 570 030 570 000 | 1 917 479 1 894 286 |
PROJiRESERVA NATURAL DO PAUL DE ARZILA 1989-1999 CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 138 128 138 128 | 28 200 28 200 | 50 000 50 000 | 60 000 60 000 | 70 000 70 000 | 80 000 80 000 | 205 OCO 205 000 | 631 328 631 328 |
PROJ:RESERVA NATURAL DO PAUL DO BOQUILCBO 1981-1999 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 60 258 60 258 | 9 400 9 400 | 20 000 20 000 | 25 000 25 000 | 30 000 30 000 | 35 000 35 000 | 85 030 85 000 | 264 658 264 658 |
PROJ:ZOKA RIBEIRINHA DO TEJO -OLKO OE BOI 1989-1999 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 120 205 120 205 | 28 366 28 366 | 30 000 30 000 | 35 OCO 35 009 | 40 000 40 000 | 45 000 45 COO | 110 COO no ooo | 408 571 408 S71 |
PROJiPARQUE NATURAL DA ARRÁBIDA 1989-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 431 321 431 321 | 116 000 116 000 | 100 000 100 000 | 110 009 110 000 | 120 000 120 000 | 130 000 130 000 | 305 030 305 000 | 1 314 321 1 314 321 |
PROJ:AREA OE PAISAGEM PROTEGIDA ARRIBA FÓSSIL COSTA DA CAPARICA 1989-1999 LVTEJ | TOTAL CAP.50 o.E. | 535 367 535 367 | 193 570 193 570 | 75 000 75 000 | 85 000 85 000 | 95 000 95 000 | 10S 000 105 000 | 240 000 240 000 | 1 328 937 l 328 937 |
PROJ:LASOA DE ALBUFEIRA 1989-1999 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 71 579 71 579 | 9 400 9 400 | 20 000 20 000 | 25 000 25 000 | 30 000 30 000 | 35 000 35 000 | 85 000 85 030 | 275 979 275 979 |
PROJ:RESERVA NATURAL DO ESTUÁRIO DO TEJO 1989-1999 LVTEJ | TOTAL CAP.50 o.e. | 156 784 156 784 | 42 643 42 643 | 25 OCO 25 000 | 30 000 30 000 | 35 000 35 000 | 40 000 40 000 | 100 COO 100 COO | 429 «27 429 427 |
PROJ:RESERVA NATURAL 00 ESTUÁRIO DOSADO 1989-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 60 144 60 144 | 37 600 37 600 | 100 000 100 000 | 115 000 115 000 | 135 000 135 000 | 155 000 155 000 | 375 000 375 030 | 977 744 977 744 |
PROSiACCOES ESTRUTURAIS ND DOMÍNIO OA CONSERVAÇÃO DA NATUREZA CF: 8010 SE: (CK KPRSJ: 8 | TOTAL CAP.50 o.E. | 422 668 422 668 | 161 900 161 900 | 1 537 000 775 000 | 4 668 000 1 770 000 | 4 210 000 1 753 750 | 3 090 000 1 447 500 | 5 520 000 2 757 500 | 19 609 568 9 998 318 |
PROJ: INVENTARIAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO 00 PATRIMÓNIO NATURAL 1984-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 350 804 350 804 | 55 400 56 400 | 125 000 125 000 | 265 000 265 000 | 160 000 180 000 | 195 000 195 000 | 435 COO 435 COO | 1 607 204 1 607 204 |
PROJ: SISTEMA DE SIIU1I7JCA0, INTERPRETAÇÃO E OIVULGACAO DO PATRIMÓNIO NATURAL 1992-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 28 305 28 305 | 38 000 38 000 | 30 OOC 30 000 | 100 000 100 009 | 100 000 100 000 | 100 000 109 000 | 150 030 150 000 | 546 305 546 3SÃ |
PROJ:AP0I0 A ACCOES DE CONSERVAÇÃO OA NATUREZA 1992-1999 VRE6I | TOTAL CAP.50 O.E. | 43 SS9 43 559 | 67 500 67 500 | 95 000 95 000 | 110 000 110 000 | 125 000 125 000 | 145 000 145 000 | 355 000 355 000 | 941 059 941 059 |
PROJ:SISTEMA DE INFORMAÇÃO 00 PATRIMÓNIO NATURAL 1994-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 50 000 50 000 | 100 009 100 000 | 115 000 115 000 | 130 000 130 000 | 305 009 305 000 | 700 COO 700 000 |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(399)
MINISTERIO DO AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS
PROGRAMAÇÃO OA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 P1DDAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESIGHACAO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 í | 1995 | 1996 | 1997 | AROS SEGUINTES | ||
PROJ:AQUISICAO E GESTÃO OE SANTUARIOS NATURAIS 1994-1999 COHN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | - | 812-000 250 OCO | 2 218 000 507 500 | 1 975 000 493 750 | 1 090 000 272 500 | 1 220 000 305 000 | 7 315 000 1 828 750 | |
PROJ: PLANIFICAÇÃO E ORDENAMENTO DE AREAS PROTEGIDAS 1994-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 50 000 50 000 | 100 000 100 000 | 115 000 115 000 | 130 000 130 000 | 305 000 305 ODO | 700 000 700,000 | ||
PROJ:ESTRATEGIA E INTERVENÇÕES EM AREAS SENSÍVEIS DO LITORAL 1994-1999 COflH VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 325 OOO 125 000 | 1 525 000 337 500 | 1 300 000 325 000 | 1 100 000 275 000 | 2 450 000 612 SOO | 6 700 000 1 675 000 | ||
PROJ:IMPLEMENTAÇÃO E GESTAD DA REN 1994-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 50 000 50 OOO | 250 000 250 009 | 390 000 300 000 | 200 000 200 000 | 300 000 300 000 | 1 100 000 l 100 OOO | ||
PROGiPffOTECCAO E'RECUPERAÇÃO DO PATRIMÓNIO NATURAL RAS AREAS PROTEtSiOAS DO LITORAL Eft 8010 SEi ICR NPROJi 10 | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 618 025 1 773 229 | 748 706 222 707 | 785 000 196 000 | 910 000 227 500 | 1 050 000 262 500 | 1 205 OOO 301 250 | 2 965 000 741 250 | 10 281 731 3 724 436 |
PROJ:AREA DE PAISAGEM PROTEGIDA DO SN ALENTEJANO E COSTA VICENTINA 1989-1999 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 492 874 305 100 | 261 267 74 600 | 200 000 50 000 | 230 OOO 57 SOO | 265 000 66 250 | 303 000 76 250 | 750 000 187 500 | 2 504 141 817 200 |
PR0J:AREA DE PAISAGEM PROTEGIDA OE SINTRA / CASCAIS 1982-1999 COFÍN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 250 739 146 404 | 149 311 43 218 | 200 OOO 50 000 | 230 000 57 500 | 265 000 66 250 | 305 000 76 250 | 750 000 187 500 | 2 150 050 627 122 |
PROJ:PARQUE NATURAL DA RIA FORMOSA 1979-1999 COFÍN ALGAR | TOTAL CAP.50 O.E. | 1 434 790 1 088 095 | 150 598 42 648 | 150 000 37 500 | 175 000 43 750 | 200 009 59 000 | 230000 57 500 | 570 ODO 142 500 | 2 910 388 1 461 993 |
PROJiRESERVA NATURAL DA RERLENGA 1982-1999 COFÍN LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 98 763 49 000 | 18 247 12 343 | 25 000 6 000 | 30 000 7 500 | 35 000 8 750 | 40 000 10 000 | 100 000 25 ODO | 347 010 118 593 |
PROJ:RESERVA NATURAL DAS DUNAS DE S. JACINTO 1980-1999 COFÍN CEKTft | TOTAL CAP.50 O.E. | 125 360 80 517 | 31 447 8 902 | 30 OOO 7 500 | 35 000 8 750 | 40 OOO 10 000 | 45 000 11 250 | HO 000 27 500 | 416 807 154 419 |
PROJ:AREA DE PAISAGEM PROTEGIDA 00 LITORAL DE ESPOSENDE 1988-1999 COFÍN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 132 753 39 149 | 115 342 33 675 | 80 000 20 000 | 95 OOO 23 750 | 110 000 27 500 | 125 000 31 250 | 310 000 77 500 | 968 095 252 824 |
PROJiRESERVA NATURAL 00 SAPAL DE CASTRO MARIM E VILA REAL DE SANTO ANTONIO 1976-1999 COFÍN ALGAR | TOTAL CAP.50 O.E. | 82 746 64 964 | 22 494 7 321 | 100 000 25 000 | US 000 28 750 | 135 000 33 750 | 155 000 38 750 | 375 000 93 750 | 985 240 292 285 |
PROG.'PRESERVACAO E VALORIZAÇÃO 00 PATRIMONIO NATURALDAS AREAS :PJIC*E«IWQ£iFPOHTEIRA CF: 8010 SEi ICH NPROJi 4 | TOTAL CAP.50 O.E. | 1 789 406 1 502 545 | 627 892 218 440 | 765 000 230 000 | 850 000 255 000 | 975 000 292 500 | 1 115 000 334 500 | 2 730 000 819 000 | 8 852 298 3 651 985 |
PROJ:RESERVA NATURAL DA SERRA DA MALCATA 1987-1999 COFÍN CENTR | TOTAL CAP.50 O.E. | 155 700 137 931 | 65 107 18 440 | 83 000 25 OOO | 85 000 25 500 | 109 000 30 000 | 115 000 34 500 | 290 000 87 000 | 893 807 358 371 |
PROJ-.PARQUE NATURAL DE MONTESINHO 1987-1999 COFÍN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 667 893 626 354 | 115 085 32 300 | 166 OOO 50 000 | 175 OOO 52 500 | 200 000 60 000 | 230 000 69 000 | 570 000 171 000 | 2 123 978 1 061 154 |
PROJ: PARQUE NACIONAL OA PENEDA GERES 1987-1999 COFÍN NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 834 792 607 239 | 391 300 111 300 | 416 000 125 OOO | 460 000 138 000 | 530 000 159 000 | 610 000 183 000 | 1 SOS 000 4SI SOO | 4 747 092 1 775 039 |
PMJ:PARQUE NATURAL DA SERRA DE S. MAMEDE 1988-1999 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 131 021 131 021 | 56 400 56 400 | 100 OCO 30 000 | 130 OCO 39 009 | 145 ODO 43 500 | 160 ODO 48 000 | 365 000 109 SOO | 1 087 421 457 421 |
PRQStACCOES PREPARATORIAS OE PROGRAMAS AMBIENTAIS CF; 8010 SE: GM KPROJ: 2 | TOTAL CAP.50 04. | 54 205 54 205 | 118 000 116 000 | 175 000 175 OOO | 192 009 192 000 | 539 205 539 205 | |||
PR0J:ACCOES REGIONAIS NO DOMINIO 00 AMBIENTE 1902-1995 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 39 069 39 069 | 90 000 90 000 | 120 000 129 009 | 132 000 132 OOO | 381 069 381 069 | |||
PROJ:ESTUCOS PREPARATORIOS DE PROGRAMAS AMBIENTAIS 1992-1995 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 15 136 15 136 | 28 000 28 000 | 55 000 55 000 | 60 000 60 000 | 158 136 158 136 |
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTÉRIO DO AMBIENTE £ RECURSOS NATURAIS .„..-,. ~
(VALORES EM CONTOS)
PROGRAMAÇÃO da EXECUÇÃO FINANCEIRA do PIDOAC | DESPESA S TOTAL | ||||||||
, DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 ex. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
fWKlCOKWTOS «HtOQRAHA !CT:'8mo SE: «sa tfROJt 1 | TOTAL CAP.50 o.e. | 53 400 53 400 | 4000 4000 | 100 000 100 000 | 300 000 300 009 | 500 009 500 000 | 400 000 400 000 | 500 000 500 000 | 1 857 400 1 857 400 |
PROJtAPOlO A PROJECTOS RE6I0KAIS 1989-1939 VRESI | TOTAL CAP.50 o.e. | 53 400 53 400 | 4 000 4 000 | 100 000 100 000 | 300 000 300 000 | soo 000 509 000 | 400 000 400 000 | SOO OOO 500 000 | 1 857 400 1 857 400 |
IPROSííCCCÍS ESTRUTUBAIS RO DOKTnlO A*9I£KT£ ÍCFr 8910 Sü Ott HPROJt 4 | TOTAt CAP.50 OS.. | 1 560 824 1 580 824 | 198 870 198 870 | 296 000 296 000 | 430 000 430 009 | 550 000 550 ooo | 700 ooo 700 000 | 1 323 000 1 323 000 | 5 088 694 5 088 694 |
1 PROJtAVALLACW) DE IMPACTOS E 1 RISCOS 1987-1999 CCfIN VRE6I | TOTAL CAP.50 o.E. | 460 799 460 799 | 60 700 60 700 | 62 000 62 000 | 90 000 90 000 | 120 000 120 000 | 150 000 ISO 000 | 300 000 300 000 | 1 243 499 1 243 499 |
PROJiFORHACAO CIENTIFICA E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO 1989-1999 VRESI | TOTAL CAP.50 O.e. | 682 993 682 993 | 78 500 78 500 | 75 000 75 000 | 150 009 ISO 000 | 220 000 220 000 | 309 000 300 000 | SOO 000 500 000 | 2 006 493 2 006 493, |
PROJ:DEFESA E PROMOÇÃO DA QUALIDADE DO AMBIENTE 1987-1999 COFIN VREGI | TOTAL CAP.50 O.e. | 437 032 437 032 | 44 670 44 670 | 125 000 125 000 | 150 000 150 000 | 180 000 180 000 | 220 000 220 DOO | SOO 000 soo coo | 1 656 702 3 1 656 702! |
PROJiEKRGEHClAS - MITIGAÇÃO OE ACIDENTES 1993-1998 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 15 000 15 000 | 34 000 34 000 | 40 009 40 000 | 40 000 40 000 | 30 000 30 000 | 23 000 23 000 | 182 0001 182 000 | |
PROGrSISTEHA DE GESTÃO DE [CF: 8010 S£j OGA KPROJi 2 | TOTAL CAP.50 o.e. | 48 988 48 988 | 91 460 91 460 | 84 000 84 000 | 82 000 82 000 | 90 000 90 000 | 100 000 100 000 | 200 000 200 000 | 696 448 696 448 |
, PROJ:RESICUOS URBANOS E RECICLAGEM 1988-1999 COFIN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 48 988 46 988 | 86 460 88 460 | 60 000 60 000 | 50 000 50 000 | 80 000 80 000 | 100 000 100 000 | 200 000 200 000 | 625 448 625 448 |
psoj.-RESICUOS RADIOACTIVOS 1993-1996 VRESI | TOTAL CAP.50 O.E. | 5 000 5 000 | 24 009 24 000 | 32 000 32 000 | 10 000 10 000 | 7i o»: 71 000 | |||
PRDSiGESTAO e ORDEHWBfTO DE BACIASitODMGRAFtCAS E da zona i COSTEIRA - NCRTE lCFs GOLO SE: DRARRA NPROJ: I | total' CAP.50 ox. | 70 ooo 70 000 | 100 000 100 000 | 100 000 100 000 | 100 000 100 000 | 200 000 200 000 | 570 000 S70 090 | ||
1 PROJ:GESTAO E ORDENAMENTO DE !| BACIAS HIDROGRÁFICAS E DA ZONA . l! COSTEIRA - NORTE 11994-1999 NORTE | TOTAL CAP.50 O.E. | 70 000 70 000 | 100 ooo 100 000 | 100 000 100 000 | 100 000 100 000 | 200 000 200 099 | S70 0901 570 000 | ||
[ PROSíSESTAO E ORDENAMENTO OE SACIAS HIDROGRÁFICAS E DA zona COSTEIRA - CENTRO , - > [CF: 8010 SE. ORÁRKC HPROJ: 1 | total " CAP.50 o.ev | 70 OOO 70 000 | 100 000 100 000 | 100 000 100 000 | 100 000 100 000 | 200 000 200 000 | 570 000 570 000 | ||
1 PROJ.-GESTAO E CRDENAHENTO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS E DA ZONA COSTEIRA - CENTRO 1994-1999 CENTR . .. . | TOTAL CAP.50 O.e. | 70 000 70 000 | 100 000 100 009 | 100 000 100 000 | 100 000 100 000 | 200 000 200 000 | 570 OOO 570 0001 | ||
PRCSíflESTAO £ CfiDENAHEVTQ DE \ mus. •mcaossAFicAs e da zoha , COSTEIRA - LVT CF: 8010 SEi DRARKL HPROJ» 1 | TOTAL CAP.50 Oi. | 70 000 70 000 | 100 000 100 000 | 100 000 100 000 | 100 000 100 000 | 200 000 200 000 | 570 000? SIQ 0001 | ||
PR0J:GESTAO E ORDENAMENTO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS E DA ZONA COSTEIRA - LVT 1994-1999 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 70 ooo 70 000 | 100 009 100 000 | 100 000 100 000 | 100 000 100 000 | 200 000 200 000 | ! 570 000' 570 000 | ||
PRQGíGESTAO E CtSEXAMEHTO OE SACIAS HIDROGRÁFICAS e DA ZOHA COSTEIRA - ALENTEJO CF: 8010 SEi ORARNA HPROJi 1 | TOTAL CAP.50 o.e: | 58 ooo 58 000 | 80 000 80 000 | 80 000 80 000 | 80 000 80 000 | 160 000 160 000 | 458 OOol 458 OOOl | ||
PROJ:GESTÃO E ORDENAMENTO DE I1 BACIAS HIDROGRÁFICAS E OA ZOHA '1 COSTEIRA - ALENTEJO J 1994-1999 ALENT | TOTAL CAP.50 O.E. | 58 000 58 000 | 80 000 80 000 | 80 000 80 000 | 80 000 80 000 | 160 000 160 000 | 458 000 458 009 | ||
PRO&GESTAO £ CROEKAKEíTO oe SACIAS S1DS0GRAFICAS E da ZOHA COSTEIRA - ALGARVE tf; «Mft' & W HíWWt i | TOTAL CAP.50 o.e. | 58 009 58 000 | 80 000 80 000 | 80 000 80 000 | 80 000 80 000 | 160 000 160 000 | 458 000 458 000 | ||
] PR0J:GESTAO E ORDENAMENTO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS E DA ZONA ! COSTEIRA - ALGARVE jj 1994-1999 ALGAR | TOTAL CAP.50 O.e. | 58 000 58 000 | 80 000 80 000 | 80 000 80 000 | 80 000 80 000 | 160 000 160 000 | 458 000 458 000 j |
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MINISTERIO DO AHBIEITE E RECURSOS RATURAIS
(VALORES EN CORTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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MINISTERIO 00 AMBIENTE E RECURSOS RATURAIS
(VALORES EM CONTOS)
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MINISTERIO DO AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS
(VALORES EM CORTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTÉRIO DO AMBIENTE E RtCORSOS IA T 0 ■ A IS
PROGRAMAÇÃO 04 EXECUÇÃO FINANCEIRA do PIOOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ate 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SECOllTES | ||
PPOJtlRFRAESTRUTURAS E EQUIPAMENTOS de MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA 1987-1999 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 307 679 307 679 | 38 049 38 049 | 43 000 43 000 | 50009 50 000 | 60 000 60 000 | 70 ooo 70 000 | 170 000 170 009 | 738 728 738 728 |
m&xamm ot atmas para JNSTAWCAO da METEOROLOGIA t GEOFÍSICA e apoio tkmico cp» 1010 $t> IH NPROJ» l | TOTAL CAP.SO ox. | 6 567 6 587 | 47 000 47 000 | 19 370 19 370 | • | 72 937 72 937 | |||
PROJlCENTRO REGIONAL oe ÉVORA 1990-1994 ALENT | TOTAL CAP.SO O.E. | 6 567 5 567 | 47 OOO 47 000 | 19 370 19 370 | 72 937 72 937 | ||||
PftOfirlNSTAÍACOES £ EQUIPAMENTO 90$ SERVIÇOS CENTRAIS i REGIONAIS oohsut CF» 1010 se» S8 NPROJi S | TOTAL, CAP.50 ox. | 228 468 228 468 | 70 000 70 000 | 470 000 470 000 | 563 009 563 009 | 680 000 669 000 | 585 000 685 099 | 2 596 468 2 596 468 | |
PROJ:INSTALAÇÕES DOS SERVIÇOS CENTRAIS E REGIONAIS 1988-1997 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 228 468 228 468 | 70 000 70 000 | 385 009 385 099 | 443 000 443 009 | 500 000 500 000 | 565 000 585 000 | 2 211 468 2 III 46« | |
praj:INFRAESTRUTURAS DESEHVOLVDCNTO INFORMÁTICO E EQUIPAMENTO da SEC. GERAL E DRARN 1994-1996 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 45 009 45 000 | 69 009 60 OOO | 80 000 80 009 | 185 099 165 099 | ||||
PROJlFORHACAO DE FUNCIONÁRIOS E AGENTES do HARN 1994-1996 COFIN VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 40 000 40 009 | 60000 60 000 | 100 000 100 006 | 209 000 200 090 |
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PIDDAC 1994
MINISTÉRIO DO MAR
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MINISTERIO DO NAR
(VALORES EM CONTOS)
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO DO MAR
(VALORES EM CONTOS)
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MINISTÉRIO DO MAR
(VALORES EN CORTOS)
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO DO MAR
(VALORES ER 00303)
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HIIISTEIIO DO MAR
(VALORES EX CORTOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIODAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
oes I6RACA0 | ATE 31/12/92 | 1993 ex. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | AROS SEGUINTES | ||
PESCA E SELECT IYTOMX 1994-1994 VREGI | TOTAL CAP.so o.E. | 25 000 25 000 | • | 25 000 25 000 | |||||
PROJ. ESTIMAÇÃO OA ABUNDANCIA de HEIXAO eh AGUAS ESTUAUNAS PORTUGUESAS 1994-1996 VRE6I | TOTAL CAP.SO O.E. | 7 000 7 009 | 7 on ; 00» | 7 odo 7 000 | 21 000 21 000 | ||||
mumm r sumumm MOLUSCOS BIVALVES cet mat sb »ihm npsoj» r | - TOTAL «AMO «US, | ts odo 73 000 | 73 009 73 000 | ||||||
PROJiSAR IDADE E SALUBRIDADE de HDLUSCOS BIVALVES 1994-1994 VREGI | TOTAL CAP.SO o.E. | • | 43 009 41000 | 43 000 43 000 | |||||
PROJlUHDADE de DEPURAÇÃO EXPERIMENTAL DE TAVIRA 1994-1994 ALGAR | total CAP.SO O.E. | 30 009 30000 | »000 30 00» | ||||||
e&mMUOBiaMmxiBs tf: HOt SE» ipjw8 NPSOit 2 | TOTAL CAP.SO ox. | 55 000 55 000 | 30009 30 oco | 85 000 85 000 | |||||
PROJ: VALORIZAÇÃO E CONTROLO de QUALIDADE 00 PESCADO E PRODUTOS rjERrVADOS 1994-1995 VREGI | TOTAL CAP.SO o.E. | 40 000 40 000 | 30 000 30 000 | 70 000 70 000 | |||||
PRMiREWCCLACAO DAS REDES oe FRIO 1994-1994 VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 15 000 15 000 | 15 000 15 000 | ||||||
fWfPBCTCULTBRA Cf: «022 Si LPDWa HPROJt 1 | TOTAL CAP .59 04. | 25 000 25 000 | 30 009 30 009 | 30 000 mow | 85 000 85 000 | ||||
PRUtPlSCICOLTURA 1994-199« VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 25 000 25 MO | 30 009 30 000 | 30000 30 000 | 85 000 85 000 | ||||
Òl «022 SE) IFADAP NPROJt li | TOTAL Cap.» oi. | 41 375 1« «95 | 132 636 «7 749 | 2 77« I 000 | • | 176 78» 63 644 | |||
PROJiESTUDOS oe PRODUÇÃO FITO E ZOOPLAMCTONICA DD ESTUARIO do SADO 1991-1994 COFÍN LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 1 350 4M | 4 147 1 493 | 290 90 | 5 747 2 069 | ||||
PROJiNUTRIENTES, FONTES E PROCESSOS RESPONSÁVEIS PELA PRCCVTIVI-ONtE PRIMARIA ESTUARIO 00 SADO 1991-1994 COFÍN LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 2439 87« | 14 455 S 204 | 250 99 | ■ | 17 144 « 172 | |||
PROJ:OISTRIBUICAO POLUENTES NOS ESTUARIOS SADO/TEJO E SUA INTEGRA CAO C/RECURSOS HAUEOTICOS 1991-199« COFÍN LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 3233 1 16« | 8 757 3 156 | 250 «0 | 12 250 4 410 | ||||
PROJiRECURSOS oe PESCAiESTUDOS de ABUNDANCIA E ciao de VIDA de FEIXES/TJWACECS/HOLUSCOS 1991-1994 COFIN VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 10 339 3 722 | 27 081 « 742 | 259 90 | 37 650 13 554 | ||||
PROJtCULTURA de LINGUADO E ROBALO NOS ESTUARIOS do SADO E tea 1991-199« COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 7 750 2 790 | 15 856 S 70« | 278 109 | 23 884 8 598 | ||||
FROb/KODUCAO INTENSIVA OE ARTERIA 1991-1994 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 992 357 | « 592 3 093 | 259 90 | 9 834 3 540 | ||||
PROJiAPOIO A MOLUSCICULTURA 00 ESTUARIO DO SADO E LAGOA de ALBUFEIRA 1P93-1994 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 9 289 3 344 | 250 90 | 9 539 3434 | |||||
PROJiESTUDO 00 ORDENAMENTO AVÍCOLA DOS ESTUARIOS do SADO e 00 TEJO 1991-1994 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.SO O.E. | 1 267 456 | 16 453 s m | 250 90 | 17 970 6 469 | ||||
fltTVlAPRDVFITAHENTO E VALORIZAÇÃO 00 PEIXE ESPADA PRETO APHANOPUS CARBO E TAINHA MOBIL 1991-199« COFIN VREGI | ' TOTAL CAP.SO O.E. | 6458 2 325 | 11 883 4 278 | 250 90 | • | 18 591 6 693 |
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
NIIISTERIO DO HAR
(VALORES Eft COITOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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PIDDAC 1994
MAPA XI
PIDDAC APOIOS
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"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
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hiaistesio DO ?uleadeiro e ADMINISTRAÇÃO DO TERRITORIO
(VALORES eh CORTOS)
r | PIVHtAMACAQ da EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIDOAC | DESPESA | TOTAL | |||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SE6UIKTES | ||
TOTAL DO WDDAC APOIOS | .'. TOTAL CAPJ0;'o,é;- | .! 39 587 295 :.. 39 Í87.;295 | "22 685.622. 22 665 622 | . 21 045 dob 1159*0« | 15 480 ooo '• 3 toq OÓft | .» 191 000 ' V4644:000' | ''. '22.690 090 •• :-5\'482O0p" | •3t' a& ooò. A 993.000- | .177:763917 .96663 917] |
j PROJECTOS EH CURSO ' | TOTAL cap,»«.e. | 39 507 295 '„ 39 587 29s | 22 685 622 22 688 622 | í 510 oco. s 450 00» | !Í;Í!ÍÍn;;:;:Í!Í;;iHÍ | «7 722 917 | |||
|.pr0^ctk HtWOS | total cap.50 o.E, | ' 1bí35 do» • 6 ** | 15 480 00» . 3 7000». | I*í»l 6» ' . ■■* .*h w | ... :'22 690 06» .; •6 462 090 | 8? 085 000 •. .8 W3.000 | 10» 981 090 : .» 961 | ||
|PRDSiPft06BAHA NACIONAL DE -interesse ccn. incentivos a actju Jproo; - pricia» Crt 1010 S£i «BR HPROJ: J | TOTAL CAP.60 o.E. | 25 595 000 25 595 000 | 10 755 000 10 755 000 | 5 000 5 000 | 36 355 000 36 355 0001 | ||||
í PROJlPROGRAHA NACIONAL DE 1 INTERESSE cch. INCENTIVOS A ACT. PROO. - PNICIAP 198S-19S4 VREGI | TOTAL CAP.50 o.E. | 25 595 000 25 595 000 | 10 755 000 10 755 000 | 5 000 5 000 | 36 355 000 36 355 000 | ||||
' PROSISTAS í TELEHATICJUE 1 CF: 1010 SE! OGDR KPROJ.' I | TOTAL cap.50 04. | 1 760 coo 1 760 000 | 923 309 923 309 | 10 000 10 ox | ■ 2 693 309 2 693 309 | ||||
PROJiSTAR E TELEHATIQUE 1987-1994 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 1 760 000 1 760 000 | 923 309 923 309 | 10 000 10 000 | 2 693 309 2 693 309 | ||||
PROStPROGRW COMUNITARIO REKAVAL CF: 1010 SE: OQDR KPROJ; I | TOTAL CAP.50 o.E. | 200 000 200 000 | 202 437 202 437 | 10 000 10 000 | 412 437 412 437 | ||||
! PROJlPROGRAHA COMUNITARIO REKAVAL 1991-1994 VREGI | TOTAL CAP.50 o.E. | 200 000 200 000 | 202 437 202 437 | 10 000 10 000 | 412 437 412 437 | ||||
PRO&tPROGRANA CIENCIA 11 cf: »10 SE: JNICT NPROJ: 1 | TOTAL CAP.50 o.e. | 12 313 000 2 920 000 | 15 480 000 3 700 000 | 19 191 000 4 644 000 | 22 690 000 5 482 000 | 37 085 000 8 993 000 | 106 759 000 25 739 000 | ||
PROJlPROGRAHA CIENCIA II 1994-1998 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 12 313 000 2 920 000 | 15 480 000 3 700 000 | 19 191 000 4 644 000 | 22 690 000 5 482 000 | 37 085 000 8 993 000 | 106 759 DOO 25 739 000 | ||
PROGiPROGRAHA STRIDE 3 CF» 8010 $El JNICT HPRDJi 1 | TOTAL CAP.50 o.E. | 732 295 732 295 | 360 105 360 105 | 1 060 000 1 000 000 | 2 152 400 2 092 400 | ||||
I PROJlPROGRAHA STRIDE i 1992-1994 COf IN VREGI | TOTAL CAP.50 o.E. | 732 295 732 295 | 360 105 360 105 | 1 060 000 1 000 000 | 2 152 400 2 092 400 | ||||
1 FTOGlFTjRD / v» lCF¡ 1010 SEI OGDR KPROJ! 1 | TOTAL CAP.50 04. | 11 000 000 11 000 000 | 8 897 500 8 897 500 | 5 000 5 000 | 19 902 500 19 902 500 | ||||
|fku:ford / vh 1992-1994 LVTEJ | TOTAL CAP.50 o.E. | 11 000 000 11 000 000 | 8 897 500 8 897 500 | 5 00» 5000 | 19 902 500 19 902 500 | ||||
I PROGiPROGRAKA COHBNITARtO PRISMA i CF: 101« SEi ogdr KPROJ: I | TOTAL CAP.50 oe. | 300 000 300 000 | 1 197 271 1 197 271 | 20 000 20 000 | 1 S17 271 1 517 271I | ||||
] PR0J:PRÚGMH4 COMUNITARIO PRISMA 1992-1994 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 o.E. | 300 000 300 000 | 1 197 271 1 197 271 | 20 000 20 000 | 1 517 271 1 517 271 | ||||
j PROStIKTERREG 1 CF; 1010 SE*. OGDR KPROJ: 1 | TOTAL CAP.50 O.E. | 150 000 150 000 | 400 000 400 000 | 550 000 550 000 | |||||
1 PROJiPROGRAMA COMUNITARIO 11NTERRE6 11993-1994 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 150 000 150 000 | 400 000 400 000 | 550 000 550 000 |
Página 416
150-(416)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTÉRIO 00 PLANEAMENTO E ADMINISTRAÇÃO 00 TERRITuRIO . _
(VALORES Dl CORTOS)
DESIGNAÇÃO | PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA do PICOAC | DESPESA TOTAL | |
ATE 199J 1 MOS 51/12/92 EX. PREVISTA 1994 | 1995 1996 1997 SEGUINTES | |||
tf» i«i6 "sfetw* ■ mtoit'' | TOTAL CAP.50O4U | 200 000 4 000 000 4 200 000 200 000 4 000 000 4 200 000 200 000 4 000 000 4 200 000 209 000 4 000 000 4 200 000 | |
PROJiRETEX 1993-199« COFW VRESI | TOTAL CAP.50 o.E. | ||
PRDSlfERIFRA 0>{ 1010 se> OGOR NPRtUt 1 ' | TOTAL CAP.50 04. | 120 009 120 090 120 900 120 000 120 009 120 099 120 009 120 000 | |
PROJtPERIFRA 1994-1994 COFIN VREGI | TOTAL CAP.so o.E. | ||
fRCGtOESPMAYJXEKTO R9RAL £ Cf. loio st t ogdr npkmi 1 | TOTAL CAP.SO 04. | 1 560 909 1 560 000 1 560009 1 560099 1 560 000 1 560 000 1 569 000 1 560 000 | |
PROJiDESENWXVJMENTO RURAL E LOCAL 1994-1994 COFIH VRESI | TOTAL CAP.so o.E. | ||
PROSíSISTEMA DE INCENTIVOS REGIONAIS - sr CF: 1610 SEi OSOft UTOi 1 | CAP.so 04. | 1 542 090 1 542 099 1 542 000 1 542 099 1 542 900 1 542 009 1 542 000 1 542 090 | |
PROJ:SISTEHA DE INCENTIVOS REGIONAIS - SIR 1994-1994 COFIO VREGI | TOTAL CAP.so 04. |
Página 417
16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(417)
MINISTERIO DA AGRICULTORA
(VALORES EM CORTOS)
PROGRAMAÇÃO da EXECUÇÃO FINANCEIRA do PIDOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 ex. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1998 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL DO HDDACAPOIOS \ ■ | -." TOTAL' •■ cap.íoo.Ev | ;Hi39;i¿i:722; 179 302 831 | 72 947 679 . 72 947 679.: | 73 «3« 588 23 944 009. | 79 953 «t 23 864 00* | :i;:Í80Í9nÍ599Í | r:ir:8S:»5K:ia: 24 52 94« | : 276 645 800 79 142 933 | ::;850 282 866 «»914 009 |
PROJECTOS eh CURSO -".r-':\ | ••':s»tAi cap.üfrO.e. | 179 33! 722 | ::72 947 679 | 52 836 588 18 «tf «ft | .'. -36 571 «ti :'•»«ira» | 27 404 56*: 2S.637 59? «Bttfft» 7 212632 | .':;&;(& «o- | «63 804 866 •'• 311 342 «0: | |
'•'I»TAL.-:'-1 | ia'stt do» | • ■ 48 381 733 | ■■t&immsft.m"sm moAtf | «os 478 «00 : 11« 571 -329 | |||||
i PROJECTOS NOVOS : | cap,» o.e. | ' 5 493 09» | •'•"« »1:.B4» | (6 874 362 | 65 96» «3 | ||||
1 PROGiTRAKSF. E COMERCIALIZAÇÃO DOS PROOVTOS AGRICOLAS e SILVÍCOLAS - RES. (cee) K.R65/90 CF: 0021 SE: IFADAP HPROJ; 3 | total. cap.600.e. | 27 860 861 27 860 861 | 13 039 098 13 039 098 | 11 677 000 3 500 000 | 12 923 333 3 098 800 | 12 923 333 3 098 800 | 12 923 334 3 098 800 | 24 173 000 5 873 600 | 115 519 959 59 569 959 |
PROJ t TRANSFORMAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DOS PRODUTOS AGRÍCOLAS E SILVÍCOLAS 1986-1999 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 o.e. | 27 860 861 27 860 861 | 13 039 098 13 039 096 | 10 157 000 3 182 000 | 11 778 000 2 858 800 | 11 778 000 2 858 800 | 11 778 000 2 858 800 | 23 552 000 s 717 600 | 109 942 959 58 375 959 |
PR0J:PR0OUT0S TRADICIONAIS REGIONAIS 1994-1999 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 O.e. | 429 000 107 000 | 309 000 77 000 | 309 000 77 000 | 309 000 77 000 | 621 000 156 000 | 1 977 090 494 000 | ||
PROJ-.RffORCO DA CAPACIDADE FINANC DAS EMPRESAS DE TRANSFORM. E COMERCIALIZ. OE PROO. AGRÍCOLAS 1994-1997 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 O.e. | 1 091 000 211 000 | 836 333 163 000 | 838 333 163 000 | 836 33« 163 000 | 3 600 000 700 000 | |||
PROGí ESTABELECIMENTO DO FICHEIRO «TIOOLA-COHJNITARIO - REG (cee) N.2392/86 CF: 8010 SE: IFADAP NPROJ; 1 | TOTAL cap.50 O.e. | 423 240 423 240 | 878 000 439 000 | 1 641 654 820 827 | 2 985 866 1 «92 933 | 1 360 264 680 132 | 7 289 024 3 856 132 | ||
PR0J:ESTABELEC1MENTD DO FICHEIRO VITÍCOLA COMUNITARIO - REG (CEE) N.2392/86 1993-1997 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 o.e. | 423 240 423 240 | 878 009 439 000 | 1 641 654 820 827 | 2 985 666 1 492 »33 | 1 360 264 680 132 | 7 289 024 3 856 132 | ||
PRCCiACJUmTURA HAS AGUAS INTERIORES CF: 8021 SE: IFADAP NPROJ: I -' | TOTAL cap.» Oí. | 173 702 173 702 | 7 898 7 898 | 150 000 50 009 | 331 600 231 600 | ||||
PROJ:ACUACULTURA HAS AGUAS INTERIORES J1990-1994 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 o.e. | 173 702 173 702 | 7 898 7 898 | 150 000 50 000 | 331 600 231 600 | ||||
PROGiP. 6. REGIONAIS (EIXO 6 00 OCA) CF: 8021 SE; IFADAP HPROJ; ) | CAP.50 O.e. | 378 CCO 378 000 | 416 000 416 000 | 461 000 129 000 | 60 000 | I 315 000 923 000 | |||
PROJ-.P.O. REGIONAIS (EIXO 6 00 OCA) 1991-1995 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 378 000 378 000 | 416 000 416 000 | 461 000 129 009 | 60 000 | I 315 000 923 000 | |||
PR06»INTERR£6-IFA0AP CF: 8021 SEt IFADAP NPROJ: 1 | TOTAL CAP.50 O.e. | 104 400 104 400 | 1 090 000 300 oco | 1 104 400 404 400 | |||||
PROJ: INTERREG-IFADAP-OESENVOIV DAS REGIÕES TRANSFRONTEIRIÇAS P0RTU6AL-ESPANHA 1993-1994 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 O.e. | 104 400 104 400 | 1 000 000 300 000 | 1 104 400 404 400 | |||||
PR0G:CNEMA-CEKTRO NACIONAL DE EXPOSIÇÕES E MERCADOS AGRÍCOLAS CF: 8021 SE: IEADR «PROJ; 1 | . TOTAL CAP.50 o.e. | 148 216 148 216 | 424 984 424 984 | 9000 9 009 | 582 200 582 200 | ||||
PROJ:CNEHA-CENTRO NACIONAL DE EXPOSIÇÕES E MERCADOS AGRÍCOLAS 1992-1994 COFÍN LVTEJ | TOTAL CAP.50 o.e. | 146 216 148 216 | 424 984 424 984 | 9 000 9 000 | 582 200 582 200 | ||||
PROSiSlSTEMA DE INFORMAÇÃO e OE GESTAD CAS ACCOES REGtOKAlS CFv BOLO SE: IEADR NPROJ: I | TOTAL CAP.50 O.e. | 186 366 186 366 | 425 420 4Z5 420 | 47 000 47 900 | 656 786 658 786 | ||||
fpRCvhSISTEHA DE INFORMAÇÃO E OE IttSTWD OAS ACCOES REGIONAIS [1992-1994 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 O.e. | 186 366 166 366 | 425 420 42S 420 | 47 000 47 000 | 658 786 658 786 |
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO DA AGRICULTURA
(VALORES EM CONTOS)
"VER DIÁRIO ORIGINAL"
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA
(VALORES EH COITOS)
] | PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO financeira 00 PIDOAC | DESPESA TOTAL | |||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
S PROJ:KCOERNIZA£AO TECNOLÓGICA e 1 REORIENTAÇÃO DA produção ImVlW C0J1N VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 7 841 000 2 068 000 | 29 000 000 5 280 000 | 17 000 000 4 488 000 | 14 000 009 3 696 000 | 23 695 000 6 256 000 | 82 536 000 21 787 000 | ||
PRQJ:REDIHEHSI0NAHEHTO FUNDIÁRIO 1994-199» COFIN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 64 000 17 099 | 1 188 400 311 248 | 1 313 400 343 986 | 1 416 400 370 962 | 2 480 800 64» 733 | 6 463 000 1 692 929 | ||
PROJtDESEKDIVIOAKENTO E ENGENHARIA FINANCEIRA j 1994-1999 COFIN vresi | TOTAL CAP.50 O.E. | 3 240 009 819 000 | 6 400 000 1 600 000 | 5 400 000 1 350 000 | 3 600 000 900 000 | 3 320 000 830 009 | 21 960 000 5 490 000 | ||
1 PROJ-.FUNDO OE RISCO 11994-1999 COFIN VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 333 000 100 000 | 1 603 000 480 900 | 1 603 000 480 900 | 1 603 000 480 900 | 2 454 000 736 200 | 7 596 090 2 278 900 | ||
1PRCOiDESENVCLVIKENTO RURAL E CF: 8021 5£i 1PADAP NPRCOr 1 | TOTAL CAP 50 0 E, | 611 000 171 000 | 1 500 000 450 000 | 3 300 000 990 000 | 7 431 000 2 229 000 | 17 200 000 5 160 000 | 30 042 000 9 090 000 | ||
PROJiDESENVOLVIKEHTO RURAL E LOCAL 1994-2000 COFIN VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 611 000 171 000 | 1 500 000 450 000 | 3 300 000 990 000 | 7 431 000 2 229 000 | 17 200 000 5 169 000 | 30 042 COO 9 000 000 | ||
1PROGíKEOIOAS VETERINÁRIAS CF: 8022 se: 1FABAP HRRCO: 7 | TOTAL CAP.50 O.E. * | 6 840 204 8 791 313 | 2 660 139 2 660 139 | 4 747 000 3 500 OCO | 5 771 000 3 530 DOO | 22 018 343 18 481 452 | |||
1 projipano oe erradicação da i tuberculose,brucelose e leucose {bovinas 1988-1995 cofin vregi | TOTAL CAP.50 O.E. | 3 713 372 3 713 372 | 846 000 846 090 | 1 550 009 850 000 | 1 866 000 1 000 000 | 7 975 372 6 409 372 | |||
PROJ:PLAN0 DE ERRADICAÇÃO OA PERIPNEUHOHIA CONTAGIOSA DOS BOVINOS 1990-1995 COFIN VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 2 355 000 2 355 000 | 940 000 940 090 | 1 380 000 1 380 000 | 1 900 000 1 300 009 | 6 575 000 5 975 000 | |||
PROJ:PLANO oe ERRADICAÇÃO DA BRUCELOSE DOS PEQUENOS RUMINANTES 1992-1995 COFIN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 350 000 350 090 | 470 099 470 000 | 1 135 000 735 099 | 1 159 000 650 000 | 3 105 090 2 205 000 | |||
PROOsPLAHO DE ERRADICAÇÃO DA PESTE SUÍNA AFRICANA 1987-1995 COFIN VREGI | TOTAL CAP.SO O.E. | 2 218 338 2 216 338 | 188 000 168 090 | 450 000 350 000 | 550 000 350 000 | 3 404 338 3 104 338 | |||
PR0J:PLANO DE ERRADICAÇÃO DA PESTE SUÍNA CLÁSSICA 1987-1994 COFIN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 197 633 148 742 | 43 500 43 500 | 20 000 20 000 | 261 133 212 242 | ||||
PRDJ:PLANO DE LUTA CONTRA A FEBRE AFTOSA 1993-1995 COFIN VREGI | TOTAL CAP.50 O.e. | 48 500 48 500 | 25 000 25 000 | 55 000 30 000 | 128 500 103 500 | ||||
PROJrPLAKO oe LUTA CONTRA AS DOENÇAS ANIMAIS 1992-1995 COFIN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 7 861 7 861 | 124 139 124 139 | 187 000 140 000 | 250 000 200 009 | 569 000 472 000 | |||
PROG-.OUIRAS 1HICJAT1VAS COMUNITÁRIAS CF: 8021 SE: 1FADAP HPftO): 1 | TOTAL CAP.50 O.E. | 9 000 9 000 | 30 000 30 000 | 50 000 50 000 | 50 000 50 000 | 120 000 120 000 | 259 000 259 000 | ||
PROJiOUTRAS INICIATIVAS COMUNITÁRIAS 11994-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 9 000 9 000 | 30 000 30 009 | 50 000 50 000 | 50 000 50 000 | 120 000 120 000 | 259 090 259 000 |
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150-(420)
II SÉRIE-A - NÚMERO 11
MINISTERIO DA IIDDSTRIA E EIEREIA
(VALORES EX CORTOS)
PROGRAMAÇÃO da EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIDMC | DESPESA TOTAL | ||||||||
0ES1SRACA0 | ATE 31/12/92 | 1993 ex. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1995 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
total do PSBftC APOIOS | "TOTAL CtfJOO.Ev | 38 385 731 36 385 731 | 16 584 369 16 584 359 | 65 086 009 19 435 00» | 12« «18 OCO 34 937000 | 79032 009 ÍSitóíOÚ! | «3 662O» 25 Sob» | IB 509 400 33 2050)6 | : 190: nb» 600 |
projectos em curso | TOTAL CAP.50C.E. | 38 385 731 38 388 731: | 16 584 369 16 584 369 | 10 610 008 2 810 000 | 100 00» 100 OCO | «3680100 «Alfrit» | |||
projectos novos | total CAP.so 0,e, | " 54 4» 00» 16 625 006 | 124 318 006 34 837 006 | nottgtt | 9166200» | ::ltô B0»r090 578*009 | «70 986«» Oi 925500 | ||
PROGiESTlHOLOS a utilização RACIONAL de energia CF» «040 sei sge »ROJ: ] | TOTAL CAP.so o.E. | 1 831 121 1 831 121 | 525 439 525 439 | 100 009 100 000 | 100 000 100 000 | 2 S56 560 2 556 560 | |||
PROJlESUMJLOS A UTILIZAÇÃO RACIONAL oe ENERGIA 1537-1995 VREGI | total CAP.so o.E. | 1 831 121 1 831 121 | 525 439 525 439 | 100 000 100 000 | 100 009 100 000 | 2 556 550 2 556 560 | |||
PROGtAPOIOS FINANCEIROS ao INVESTIMENTO PRODUTIVO CF: 8010 se: iAPUEI NPROJ: 1 | total CAP.so o.E. | 25 882 585 25 882 685 | 10 228 514 10 228 514 | 6 000 009 1 soo 000 | 42 111 199 37 611 19» | ||||
PROJtAFOlOS FINANCEIROS AO INVESTIMENTO PRODUTIVO 1389-1994 COFIN VREGI | TOTAL CAP.so O.E. | 25 882 685 25 862 685 | 10 228 514 10 228 S14 | 6 000 000 1 500 000 | 42 111 1» 37 611 1»» | ||||
PR0G:APOIO A IMPLEMENTAÇÃO oe ■ INFRA-estruturas pe base E TECNOLÓGICAS CF» 80)0 S£: IAPHEI NPROJ» í | TOTAL CAP.so O.E. | 8 532 913 8 532 913 | 5 689 416 5 689 416 | 4 400 000 1 100 000 | » 622 329 15 322 329 | ||||
PROJ:APOIO A IMPLEMENTAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURAS DE BASE E TECNOLÓGICAS 1939-1994 COFIN VREGI | TOTAL CAP.so O.E. | 8 532 913 8 532 913 | 5 68» 416 5 689 416 | 4 400 000 1 100 000 | 18 522 329 15 322 329 | ||||
prqgtsistema oe incentivos a utilização racional oe energia CF: 8010 set INETI NPROJt l | TOTAL CAP.so O.E. | 139 012 139 012 | 141 coo 141 coo | 110 000 110 000 | 390 012 390 012 | ||||
PROJiSISTEMA oe INCENTIVOS A UTILIZAÇÃO RACIONAL DE ENERGIA 1989-1994 VREGI | TOTAL CAP.so O.E. | 139 012 139 012 | 141 000 141 COO | 110 000 110 000 | 390 012 390 012 | ||||
PROGiPROJECTO FORD/V» CF: 8010 se: IAPHEI NPROJt 1 | TOTAL CAP.so O.E. | 40 000 10 009 | 17 050 000 4 262 500 | 17 090 000 4 272 500 | |||||
PR0J:PROJECTO FORO/VW 1994-1995 COFIN LVTEJ | TOTAL CAP.so O.E. | 40 000 10 000 | 17 050 000 4 262 500 | 17 090 OOO 4 272 soo | |||||
PROGtSlSTEMA DE incentivos oe 8ASE REGIONAL-SIBR CF; 8010 se: ÍAPNEl NPROJt 1 | TOTAL CAP.so o.E. | 20 028 009 6 007 000 | 19 560 009 3 890 000 | 20 000 5 000 | 39 608 000 9 902 000 | ||||
PROJ:SISTEMA oe INCENTIVOS de BASE REGIONAL-SIBR 1994-1996 COFIN VREGI | TOTAL CAP.so O.E. | 20 028 000 6 007 000 | 19 560 000 3 890 000 | 20 000 5 000 | 39 608 000 9 902 000 | ||||
PROGtPEOlP 11 CFr 89)0 SE: IAPHEI NPROJ: 1 | TOTAL CAP 50 0 E. | 32 500 000 a 700 ooo | 80 598 009 19 574 SOO | 71 882 000 17 970 soo | 91 348 000 22 837 000 | 115 056 000 28 764 000 | 391 384 000 97 846 000 | ||
PROJiPEDIP II 1994-1999 COFIN VREGI | TOTAL CAP.so O.E. | 32 500 000 8 700 000 | «0 598 000 19 574 500 | 71 882 000 17 970 500 | 91 348 DOO 22 837 000 | 115 056 000 28 764 009 | 391 364 OOO 97 846 000 | ||
PROGiGESTAO OE SISTEMAS de incentivos cf: 8010 se: 0G1 NPROJ: 2 | total CAP.SO 0£. | 20 000 20 oco | 6 000 6 000 | 6000 6000 | 6000 6 000 | 38 000 38 000 | |||
PSOJíGESTAO 00 PROGRAMA OPERACIONAL PRISMA 1994-1997 LVTEJ | TOTAL CAP.so O.E. | 10 000 10 000 | 3 000 3 000 | 3 000 3000 | 3000 3 000 | n ooo 19 000 | |||
PROJiGESTAO 00 PROGRAMA OPERACIONAL RETEX 1994-1997 LVTEJ | TOTAL CAP.50 O.E. | 10 000 10 000 | 3000 3 000 | 3000 3 000 | 3000 3 000 | 19 000 19 009 |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(421)
MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA E ENERGIA
DESIGNAÇÃO | PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIDDAC | DESPESA TOTAL | |
ATE 1993 ANOS 31/12/92 EX. PREVISTA 1994 1995 1996 1997 SEGUINTES | |||
RACIONAL-DE EMBUDA Eft'.80« SÈtOŒ. HPROJrl | TOTAL CAP.» O.E. | 1 888 000 7 104 000 7 124 030 2 308 000 4 444 000 22 B68 ODO 1688000 7 104 000 7 124 000 2308000 4444000 22868000 1888 000 7 104 000 7 124 000 2 308 000 4 444 000 22 868 000 1888000 7 104 000 7 124 000 2308000 4444000 22868000 | |
PROJiFOKEKTO DA UTILUACAO RACIONAL DE ENERGIA 1994-1999 COFÍN «REGI | TOTAL CAP.» O.E. |
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150-(422)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
(VALORES EM COITOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA do PIDOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | anos SEGUINTES | ||
HTEAL 00 PÍDDAO APOIOS | ::ni:iotAt:i;!:: CAP.so o.E. | : 19 150 144' :|H::5j^£9j969j | 19 248 666 • 3-4MW3: | 20 000 • '•• . 20 000 | " 38 «18 030 9 054 612 | ||||
PROJECTOS EH CURSO | ••' total..- CAP.SO o.E. | "19 lS0:i44 • \ í.559 989' | 19 248.586 3 464 643 | 20 000 20.000 | \ 33 418 830 • »054.612 | ||||
PROJECTOS HOYOS | • •TOTAL W.5D0.E. | ::::::: illlili | |||||||
PROG:PR0GRAHA DE IKCEHTtVOS AO ENSINO SUPERIOR (PRINCES) CF: 3020 SE: DEP6EF NPROJ: 1 | total CAP.SO o.E. | 19 iso 144 S 569 969 | 19 248 686 3 464 643 | 20 000 20 000 | 38 418 830 9 054 612 | ||||
PROJ:PR0GRAMA DE INCENTIVOS AO ENSINO SUPERIOR (PRINCES) 1990-1994 VRESI | total CAP.SO o.E. | 19 iso 144 5 569 969 | 19 248 686 3 464 643 | 20 000 20 000 | 38 418 830 9 054 612 |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(423)
ministério do comercio e turismo
(«ALORES EH CO OTOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO PIOOAC | DESPESA TOTAL | ||||||||
0 E S I G h AC AO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
HITAL : CO PIOIAC; APOIOS /;.'• - | CAP jo O.E. | 5 673 OOS ." 3 023 000 | .•• :. 5 676.000 3 027 000 | S 631 OOO 2 982 OCO | . 5 185 CCD-2 531 000 | 10 316 000 5 013 000 | .':;'; 321'otood' i^llASteCOO' | ||
PROJECTOS MOTOS | :h;:;totÀLHÍL: CAP.SO o.E. | . S 673 OOS 3 023 00» | 5 676 000 .. S 027 00» | ¿'631 OOO 2 982 DO» | S 18» 000 • 2 531 OOO | • 10 316 000 S 013 090 | 32 476 COO ítóBÍCOO | ||
PROG:rO£RNt2A£AD DO COMERCIO eft 9090 se» ict? ma») i | TOTAL CAP.SO O.e. | . 2 140 00» 2 140 000 | 2 145 00» 2 145 00» | 2 100 00» 2 WO 00» | L 649 OOO' 3 243 000 1 649000 3 243 000 | 11^277:*»' li 277: COO' | |||
PROJiHODERMIZACAO 00 COMERCIO 1994-1999 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.SO o.E. | 2 140 000 2 140 000 | 2 145 000 2 14S 000 | 2 100 OOO 2 100 000 | 1 649 000 1 649 000 | 3 243 000 3 243 OOO | U 277 000 11 277 000 | ||
t^iDESEÄVÄWMENTO limJUtACWR«. DE COMERCIO e SERVIÇOS Cf» 6090 Sit ICEP KPROJr 3 . | TOTAL CAP.50 o*. | 3 533 OOO 883 000 | 3 531 000 682 000 | 3 531 000 882 000 | 3 531 000 882 000 | 7 073 000 1 770 000 | 21 199 090 5 299 000 | ||
PROJiDIVERSIFICACAO GEOGRÁFICA 1994-1999 COFIN EXTER | TOTAL CAP.SO o.E. | 544 000 135 OOO | 544 000 136 000 | 544 000 136 000 | 544 OOO 136 000 | 1 090 000 273 000 | 3 266 COO 816 000 | ||
FROJrINTTJBWClONALIZACAO 1994-1999 COFIN EXTER | TOTAL CAP.50 O.E. | 678 000 170 000 | 677 000 169 000 | 677 000 169 000 | 677 000 169 OOO | 1 357 000 339 000 | 4 066 000 1 016 090 | ||
PROJiPRCHOCAO OA IMAGEM GLOBAL 1994-1999 OOF IH EXTER | TOTAL CAP.SO O.E. | 2 311 000 578 000 | 2 310 000 577 000 | 2 310 000 577 000 | 2 310 000 577 000 | 4 626 000 1 158 000 | 13 867 ooo 3 467 000 |
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II SÉRIE-A — NÚMERO 11
ministerio 00 ansíente e recorsos raturais
DESI6NACA0 | PRC4JWMCA0 oa EXECUCAO FINANCE IRA DO PIOOAC | CESPESA TOTAL | |
ATE 1993 ANOS 31/12/92 EX. PREVISTA 1994 1995 1996 1997 SEGUIHTES | |||
ICTAL:DO PUBK APOIOS PROJBCtOS notos • " | :' TOTAL: ' CAPkîOO.Ë. •' • mrL CAP.» o.e. | í 13« OOS 5 008 000: ".«854.000- « 93» 000 10 332 000 »667000 2 134 000 5 008 000: • : 4.254 000-' • 4-939-O0O' 10 332000 26 667 0001 . ! 2 134 006 -som.Otó'- á 254 o». '•'4.939..00O' 10 332. 000 - 26 667 000! • : 2-1» 6» • . 11»«00»- 25* 06» .- • 4- 939006" . 10 Ï32 000. 26 «57 «OD j | |
PROS tftEl NORIA 00 ¡MPACTE AMBIENTAL OA ACTIYIOADE PRCOUTWA CFt «010 SÉt '»■ KPRWt t. | - TOTAL éap.sooj-. | :*''lSt:00»' • 5 dm 00» .V4.2»O»:..:-a-939 00O:' lo 332 000 - 26 667 000 í-l» 00» -. 5:W:Q0»/ .4-254.00» /=• 4 9» 09» l» 332 000 26 667 000 | |
PROJiSISTEHAS OE APOIOS A DESPaUICAO INDU STRIAI. 1994-1999 COFÍN VRE6I | TOTAL CAP.50 o.E. | 1 556 000 3 450 000 3 337 000 4 450 000 9 472 000 22 265 000; 1 556 000 3 450 000 3 337 000 4 450 000 9 472 000 22 265 0001 578 000 1 558 000 917 000 489 000 860 000 4 402 000 578 000 I 558 000 917 000 489 000 860 000 4 402 000 { | |
PROJ:AP0I0 AO TRATANENTO DOS RESIDUOS SOLIDOS INDUSTRIÁIS 1994-1999 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
150-(425)
MINISTÉRIO DO HAR
(VALORES EM CONTOS)
1 | PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DO P1DDAC | DESPESA TOTAL | |||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994.. | 1993 . | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
TOTAL DO F1DDAC APOIOS | TOTAL CAP.50 O.E. | 2? 755-337 : 11 854 818 | 12 711143 * 675 860 | 13 072 222 . 5 799 000 | . 17 189 835 5 686 OCO | 1« 866 627 5 72L OtO | U 978; 629 5 B31 000 | 1 926 000 1 926 000 | . 102 498 791 41 493 678 |
PROJECTOS eh CURSO | TOTAL . cap.500.e. | WÈmm | 12 711 183 ' 4 67S 880 | 12 432 222 5 25» 000 | 16 624 835 . S 181 000 | 14 425 622 5 281 00» | . 14 525527 • • 5 381 000 | . 1 OCO. 000 1 000 000 | 99.477 791 38632 578 |
Projectos novos | CAP.50O.E. | . . 640 DÓ» 540 000 | . 585 00» 505 00» | • .440 00» 440 00» | 450 000 450 000 | 926 DOO 926 COO | 3 021 COO 2 ew ooo | ||
PROGiAQUACttLTURA - AEG.(CEE) N. 4029/86-3944/90 CF: 6022 SE; IFADAP NPROJ; 1 | TOTAL CAP.GO O.E. | 1 944 290 747 804 | 436 529 167 896 | 500 000 200 000 | 540 000 200 000 | 520 000 200 000 | 520 000 200 000 | 4 460 819 1 715 700 | |
PROJsACUACULTURA - REG.(CEE) N. 4028/86-3944/90 1987-1997 COFIN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 1 944 290 747 804 | 435 529 167 896 | 500 000 200 000 | 540 000 200 000 | 520 000 200 000 | 520 000 200 000 | 4 460 819 1 715 700 | |
PROGiPESCA EXPERIMENTAL -REO.(CEE) H. 4028/86-3944/90 CF; 8022 SE: IFADAP NPRQJr 1 | TOTAL CAP.50 04. | 703 543 218 341 | 406 512 126 159 | 60 000 20 000 | 74 889 22 000 | 70 889 22 000 | 70 889 22 000 | 1 386 722 430 500 | |
PROJ:PESCA EXPERIMENTAL -AEG.(CEE) N. 4028/86-3944/90 1957-1997 COFIN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 703 543 218 341 | 406 512 126 159 | 60 000 20 000 | 74 889 22 000 | 70 889 22 000 | 70 889 22 000 | 1 386 722 430 500 | |
PROSiAOAPTACAO DAS CAPACIDADES . REG.(CEE) N.4028/86.3944/90 CF: 8022 SE; IFADAP NPROJ: 1 | TOTAL CAP.50 04. | 7 613 637 2 664 773 | 4 285 714 1 500 000 | 5 600 000 2 100 000 | 6 155 000 2 100 000 | 6 877 500 2 100 000 | 6 877 500 2 100 000 | 39 409 351 12 564 773 | |
PROJiADAPTACAO DAS CAPACIDADES -REG.(CEE) N.4028/66-3944/90 1986-1997 COFIN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 7 613 637 2 664 773 | 4 285 714 1 500 000 | 5 600 000 2 100 000 | 8 155 000 2 100 000 | 6 877 500 2 100 000 | 6 877 500 2 100 000 | 39 409 351 12 564 773 | |
pROStFKOTA DO LARGO - REG. (CEE) «.4028/66-3944/90 CF: 8022 SE: IFADAP HPROJj 1 | TOTAL CAP.50 04. | 2 444 958 l 047 839 | 560 569 240 244 | 120 000 60 000 | 160 000 60 OCO | 140 000 60 000 | 140 000 60 DOO | 3 565 527 I 528 083 | |
PROJsFROTA 00 LARGO - REG. (CEE) H.4028/66-3944/90 1988-1997 COFIN VREGI | TOTAL CAP.50 04. | 2 444 958 1 047, 839 | 560 569 240 244 | 120 000 60 000 | 160 000 60 000 | 140 000 60 000 | 140 000 60 000 | 3 565 527 1 528 083 | |
prosiFROTA COSTEOU - REG. (CEE) N.4028/86-3S44/9O cf» 8022 SE: IFADAP NPROJ). 1 | TOTAL CAP.50 04. | 5 946 415 2 379 366 | 725 000 290 000 | 1 047 222 489 000 | 1 325 278 460 000 | 1 ISO 000 460 000 | 1 150 000 460 000 | 11 345 915 4 538 366 | |
PftOJi FROTA COSTEIRA - REG. (CEE) N.4028/86-3944/90 1988-1997 COFIN VREGI | TOTAL CAP.50 04. | 5 948 415 2 379 366 | 725 000 290 000 | l 047 222 469 000 | 1 325 278 460 000 | 1 ISO 000 460 000 | 1 150 000 460 000 | 11 345 915 4 538 366 | |
PROStTRAXSfORM. C COMERCIAL. 00$ PRODUTOS DA (ESCA - REG. (CEE} *. 4042/89 CF; 8022 SE: IFADAP NPROJ: 1 | TOTAL CAP.50 04. | 5 238 321 1 746 107 | 2 968 119 989 373 | 2 SOO OCO 1 000 000 | 3 SOO 000 1 000 000 | 3 000 000 I 000 000 | 3 000 000 1 000 000 | 20 206 440 6 735 480 | |
PROJiTRANSFORM. E COMERCIAL. DOS PRODUTOS DA PESCA - REG. (CEE) N. 4042/89 1986-1997 COFIN VREGI | TOTAL CAP.50 04. | 5 238 321 1 746 107 | 2 968 119 989 373 | 2 500 000 1 000 000 | 3 500 000 1 000 000 | 3 000 000 1 000 000 | 3 000 000 1 000 000 | 20 206 440 6 735 480 | |
pros:AJJ0tó AO fttKCIONWCNTOftC" GRGA472ACOES D£ PRODUTORES - RES (C£E)'NS.379ff/81 E 1452/83 CF: 8022 SE: IFADAP NPROJ; 1 | TOTAL CAP.50 04. | 83 308 41 654 | 58 000 29 000 | 50 000 25 000 | 58 OCO 29 000 | 58 000 29 000 | 58 000 29 000 | 365 308 182 6541 | |
PRDJ:ajudas AO FUNCIONAMENTO DAS ORGANIZAÇÕES DE PRODUTORES - REG 1 ICES) AS. 3796/61 E 1452/63 Y489-W97 COFIN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 83 308 41 654 | 58 000 29 000 | 50 000 25 000 | 58 000 29 000 | 58 000 2» 000 | 58 000 29 000 | 365 308 182 654 | |
'FSDSfWíTESR. E EXPANSÃO E SUBSIST. CONTROLE ACTIV FESCA.RES 4028/86-3944/9O CF; 8022 SE: IFADAP NPROJ: 1 | TOTAL CAP.50 04. | 742 948 371 474 | 365 292 182 646 | 600 000 300 000 | 400 000 200 000 | 400 000 200 000 | 400 000 200 000 | 2 908 240 1 454 120 | |
PROJtlNTEGR. E EXPANSÃO í SUBSIST. CONTROLE ACTIV PESCA.REG 14028/86-3944/90 1992-1997 COFIN VREGI | TOTAL CAP.50 04. | 742 »48 371 474 | 365 292 182 646 | 600 000 300 000 | 400 000 200 000 | 400 000 200 000 | 400 000 200 000 | 2 908 240 1 454 120 |
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150-(426)
II SÉRIE-A — NÚMERO 11
MINISTERIO DO MAR
(VALORES EM CONTOS)
, ü PROGRAMAÇÃO OA EXECUCAO FINANCEIRA DO PIDDAC | OESPESA I TOTAL i | ||||||||
0 ES. I 6 N A C A 0 | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | 1994 | 1995 | 1996 | 1997 | ANOS SEGUINTES | ||
PTOíASSttlACÍO TEMPORARIA DE EK>R£SAS.ftE6(C£E)4028/B6- 3544/90 Cft 8022 SE- IFADAP .NPROJí 1 | TOTAL CAP.50-Q4. | 199 816 26 063 | 421o\84 54 $137 | 180 OOO 30 000 | 280 000 30 000 | 230 000 30 000 | 230 000 30 000 | I 541 000 201 000 | |
PRCs):ASS0CIACAO TEMPORARIA DE EMPRESAS.REG(CEE)4028/86- 3944/90 1991-1997 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 199 616 26 063 | 421464 54037 | 180 000 30 000 | 280 000 30 000 | 230 000 30 000 | 230 000 30 000 | 1 541 000 201 000 | |
;{«OG¡CPERACOES DE RECRIEHTACAO HEG. (CEE) 3944/9D CF: 8022 SEi IFADAP «PROJ: 1 | TOTAL CAP-SO 04 | 88833 11 OOO | 150 000 30 OOO | 156 667 10 000 | 76 657 10 000 | 76 667 10 OOO | 548 334 71 000 | ||
PSOJ.-OPERACCES DE REORIENTAÇÃO REG. (CEE) 3944/90 1993-1997 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 88 333 11 000 | 150 000 30 000 | 156 667 10 000 | 76 667 10 000 | 76 667 10 000 | 548 334 71 000 | ||
iPRC«:SC<3EOADES MISTAS «EG.(C£E}3944/90 CF> 8922 SEi IFADAP NPROJt 1 | TOTAL CAP.50 O.E. | 274 116 71 067 | 1 261 490 327 053 | 600 000 200 000 | 1 020 001 220 000 | 848 571 220 000 | 848 571 220 000 | 4 852 749 1 258 120 | |
PROJ: SOCIEDADES MISTAS REG.(CEE)3944/90 1992-1997 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 274 116 71 067 | 1 261 490 327 053 | 600 000 200 000 | 1 020 001 220 OOO | 848 571 220 000 | 848 571 220 000 | 4 852 749 1 258 120 | |
PROGlPEQUENA PESCA SE6(CEE)S944/93 CF: 8022 SEi IFADAP NPROJt 1 | TOTAL CAP.50 O.E. | 33 443 10 788 | 556 XI 179 452 | 325 000 105 000 | 155 000 50 000 | 155 000 SO 000 | 155 000 SO 000 | 1 379 744 445 240 | |
PSOJ:PE0UENA PESCA REG(CEE)3944/90 1992-1997 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 33 443 10 788 | 556 301 179 452 | 325 000 105 000 | 155 000 50 000 | 1S5 000 50 000 | 155 000 50 000 | 1 379 744 445 240 | |
PROS.'DESENVOLVIKEHTO EMPRESARIAL 00 SECTOR DAS PESCAS. Cft 6022 SE: kp NPROJr 2 | TOTAL CAP.50 0 E. | 160 000 160 000 | 170 000 170 000 | 180 000 180 OOO | 185 000 185 OOO | 380 000 369 000 | 1 075 000 1 075 000 | ||
PRCO:DE$EXDiyiDM4ENT0 E REESTRUTURAÇÃO DE PASSIVOS OE EMPRESAS DE PESCAS VIÁVEIS 1994-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 80 000 80 000 | 85 OOO 65 000 | 90 000 90 000 | 95 000 95 000 | 200 000 200 000 | 550 000 550 000 | ||
PROJ:APOIO DE CAMPANHA AS EXPRESAS DE PESCA 1994-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 80 000 80 000 | 85 OOO 85 000 | 90 000 90 000 | 90 OOO 90 000 | 180 000 180 OOO | 525 COO 1 525 000 | ||
PRDStMOBERHTiACAO E I/rTERRACrOKUÍZACAO DA IlfflUSTRU OE CONSERVAS CF: 803? SEí oqp HPROJ. 1 | TOTAL CAP.50 O.t. | 150 000 150 000 | 150 000 150 000 | 150 000 150 000 | 150 OOO 150 000 | 300 000 300 000 | 900 000 909 000 | ||
PRQJ:HCOERHIZ4CAO E INTERNACIONALIZAÇÃO DA INDUSTRIA DE CONSERVAS 1994-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 150 000 150 000 | 150 OOO 150 000 | 150 OOO 150 000 | 150 000 150 000 | 300 000 300 000 | 900 000 900 000 | ||
PRQSiPROHOCAO DA PRODUÇÃO PESQUEIRA - CF: 8090 SE: IFADAP NPROJt 1 | TOTAL CAP.50 04. | 200 000 100 000 | 120 OOO 60 OOO | 320 000 160 000 | |||||
PROJ:PR0HCCAO DA PRODUÇÃO PESQUEIRA 1994-1995 COFÍN VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 200 000 100 000 | 120 000 60 000 | 320 000 160 000 | |||||
F*OS;tmC*W.IZACAO OA EtftORACAO PESQUEIRA CF» 602? Sí: PGP KPROJ: 2 ' | TOTAL CAP.50 O.E. | 100 000 too 000 | 105 000 105 000 | 110 000 110 000 | 115 000 115 000 | 246 000 246 000 | 676 000 676 000 | ||
PROJ:EMBARCAÇÕES COM CPP <• 9M 1S94-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 20 OOO 20 OOO | 21 000 21 000 | 22 000 22 OOO | 23 OOO 23 OOO | 50 000 59 000 | 136 000 136 000 | ||
PROJ.-EKBARCACOES COM CPI»- 9H 1994-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 80 000 84 000 80 000 64 000 | 68 000 92 000 196 OOO 66 000 92 000 196 000 | 540 000 540 000 | |||||
PPOS:paenvavike»T0 OA AQUACULTURA CP: 8022 Stt JKP HPRWt 2 | TOTAL -CAP.50 q£. | 30 OOO 20 OOO 30 OOO 20 000 | 50 000 50 080 | ||||||
PROJ: ELABORAÇÃO DE UM ESTUDO 1 SOBRE 0 DESENVOLVIMENTO DA AQUACULTURA EH PORTUGAL 1994-1995 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 20 000 10 OOO 20 000 10 000 | 30 000 30 000 |
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16 DE DEZEMBRO DE 1993
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MINISTÉRIO DO MAR
(VALORES EH CONTOS)
PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA 00 PIODAC | DESPESA TOTAL | |||||||||
DESIGNAÇÃO | ATE 31/12/92 | 1993 EX. PREVISTA | r 1994 'l- | 1995 | 199« | 1997 | ANOS SEGUINTES | |||
PROOilHCENTIVO A UTILIZAÇÃO OE ALEVINS NAO SELVAGENS 1994-1995 VREGI | TOTAL CAP.50 Q.E. | 10 008' 10 009* | 10 000 »000 | 20 000 20 090 | ||||||
PRCeiREAPETRECHAMEHTO OA FROTA DA MARINHA DE COMERCIO NACIONAL. CF; »W SE» «PNTJ* KPRWt 1 | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 529 542 2 529 542 | 578 100 578 100 | 709 000' 700 000' | 800 000 800 000 | 900 000 900 000 | 1 000 000 1 000 000 | 1 000 000 1 000 000 | 7 507 642 7 507 642 | |
PRQJ:REAPE1RECHAMENT0 DA FROTA DA MARINHA DE COMERCIO NACIONAL 1987-1999 VREGI | TOTAL CAP.50 O.E. | 2 529 542 2 529 542 | 578 100 578 100 | 700 009". 700 0001 | 800 000 600 000 | 900 000 «00 000 | 1 000 000 1 000 000 | l 000 000 1 000 000 | 7 507 642 7 507 642 |
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DIARIO
da Assembleia da República
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