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Na sequência das trágicas mortes ocorridas no decorrer do mês de Janeiro de 2007 no concelho de Odemira, e assumindo a necessidade de ler presente a realidade do Alentejo em geral e do concelho de Odemira em particular, assumiu o Governo compromissos públicos no sentido de assegurar a criação de vários Serviços de Urgência Básica (SUB) e a distribuição de Unidades Rápidas de Suporte Intermédio de Vida (URSIV).
Atendendo às especificidades do concelho de Odemira foi o mesmo assumido como prioritário pelo que iriam ser tomadas medidas imediatas garantindo o Governo que todos os restantes SUB e URSIV estariam a funcionar até Julho de 2007.
Ora acontece que, segundo informações disponibilizadas recentemente ao Grupo Parlamentar do PCP, as condições em que são prestados os cuidados de saúde no concelho de Odemira são cada vez mais precários questionando-se, legitimamente, a população sobre quantas tragédias mais terão que se verificar para que o Governo tome as medidas que a gravidade da situação reclama.
Hoje mais de 6000 utentes de várias freguesias do concelho não terão médico de família sendo obrigados a deslocar-se è sede do concelho para ter consulta' o que, num concelho disperso, com distâncias superiores a 40 Km nalguns casos, com uma população envelhecida e com fracos rendimentos e sem transportes, se torna em muitos casos num impedimento efectivo ao acesso dos cuidados de saúde a que todos têm direito. Freguesias há que vivem nesta situação II SÉRIE-B — NÚMERO 106
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