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II SÉRIE-B — NÚMERO 14

6

Assembleia da República, 2 de janeiro de 2020.

Os Deputados do CDS-PP: Cecília Meireles — Telmo Correia — Ana Rita Bessa — Assunção Cristas —

João Pinho de Almeida.

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VOTO N.º 145/XIV/1.ª

DE SOLIDARIEDADE E PESAR PELOS GRAVÍSSIMOS INCÊNDIOS NA AUSTRÁLIA

Desde setembro do ano passado que a Austrália é assolada por uma vaga de incêndios de enorme

proporção. O Estado da Nova Gales do Sul, no qual se situa a cidade de Sydney, é o mais afetado, estando a

viver-se a pior estação de incêndios dos últimos vinte anos.

Desde o início desta vaga, foram registadas cerca de duas centenas de incêndios e mais de mil e

quinhentas casas foram destruídas à medida que os fogos queimaram mais de cinco milhões de hectares de

terra.

Estes incêndios já causaram a morte de, pelo menos, 23 pessoas. Há registo de vários feridos e inúmeros

deslocados, acrescendo à fatalidade a morte de milhares de animais.

Apesar de ainda não ser possível calcular o valor dos prejuízos, estima-se que cheguem a várias centenas

de milhões de euros.

Neste sentido, perante tão grave catástrofe humana e ambiental, entende o CDS que o Parlamento

português não deve ficar indiferente, tendo razões ponderosas para manifestar a sua solidariedade.

Pelo exposto, a Assembleia da República decide demonstrar o seu pesar pelas vítimas dos incêndios

ocorridos desde setembro na Austrália e solidarizar-se com a população australiana que os combate

resilientemente e sofre as suas consequências.

Assembleia da República, 6 de janeiro de 2020.

Os Deputados do CDS-PP: Cecília Meireles — Telmo Correia — Ana Rita Bessa — João Pinho de Almeida

— Assunção Cristas.

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VOTO N.º 146/XIV/1.ª

DE PESAR, CONDENAÇÃO E PREOCUPAÇÃO PELOS RECENTES ATOS DE VIOLÊNCIA CRIMINOSA

QUE CULMINARAM NA MORTE DE UM JOVEM EM LISBOA E DE OUTRO EM BRAGANÇA

Na última semana de 2019 o País teve conhecimento da morte de um jovem recém-licenciado e de um

jovem estudante universitário, ambos vítimas de atos de violência gratuita.

O primeiro dos atos tirou a vida a Pedro Ferreira, de 24 anos, e ocorreu junto à Faculdade de Ciências, na

zona do Campo Grande, em Lisboa, num assalto por parte de 3 indivíduos.

A segunda morte ocorreu no dia 31 de dezembro, na sequência de agressões a Luís Giovani Rodrigues, de

21 anos, na madrugada de 21 de dezembro em Bragança, que resultaram num traumatismo craniano.

Estes atos têm em comum o facto de serem de violência extrema e gratuita e reveladores de um total

desrespeito pelo valor da vida humana. Não podem deixar ninguém indiferente.

Pelo exposto, a Assembleia da República decide demonstrar o seu pesar pelo falecimento de Pedro

Fonseca e Luís Giovani Rodrigues, condenar os atos de violência criminosa que, tais como estes, terminam,

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