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I SÉRIE — NÚMERO 83

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O Sr. Pedro Filipe Soares (BE): — Não! Para todas as carreiras da Administração Pública! Todas as

carreiras da Administração Pública!

A Unidade Técnica de Apoio Orçamental diz depois, a seguir, que o Governo fez uma conferência de

imprensa na sexta-feira passada com um calendário que previa aplicar tudo no máximo até 2023, coisa que não

foi aprovada na Assembleia da República nem nenhum grupo parlamentar tinha proposto. Já agora, o Bloco de

Esquerda propôs o mesmo que o PS: aplicação até 2025.

Aplausos do BE.

Só que me refiro ao PS nos Açores, porque o PS aqui, no continente, diz uma coisa diferente!

A Sr.ª Joana Mortágua (BE): — Deu jeito!

O Sr. Pedro Filipe Soares (BE): — A Unidade Técnica de Apoio Orçamental diz uma terceira coisa, que

retira a margem ao Governo para esta crise política: o impacto em 2019 será zero!

A segunda questão é a de que o impacto nos objetivos de médio prazo não retira o País do superavit

orçamental. Vou repetir, Sr. Deputado: o impacto nos objetivos de médio prazo não retira o País do superavit

orçamental!

Protestos do Deputado do PS Fernando Rocha Andrade.

Por isso, Sr. Deputado, percebo a irritação, percebo até o desespero,…

Risos do PS.

… porque, quando cai a máscara desta tática eleitoral, o que fica é o jogo político devido a uma ambição

desmedida por uma maioria absoluta. É o desespero, Sr. Deputado!

O Sr. Presidente: — Peço-lhe para concluir, Sr. Deputado.

O Sr. Pedro Filipe Soares (BE): — Mas os professores não servem para ser achincalhados, em nome dessa

tática eleitoral.

Aplausos do BE.

O Sr. Presidente: — Para pedir esclarecimentos, tem a palavra o Sr. Deputado Nuno Magalhães, do CDS-

PP.

O Sr. Nuno Magalhães (CDS-PP): — Sr. Presidente, Sr. Deputado Pedro Filipe Soares, o Sr. Deputado fez

aqui uma intervenção que eu dividiria em duas partes. Tem razão o Sr. Deputado na análise que faz do que se

passou na sexta-feira. O que se passou na sexta-feira foi uma farsa política baseada numa mentira política,

como ainda hoje a UTAO desmontou, e bem. Mais, o que se passou na sexta-feira foi vermos o Primeiro-Ministro

igual a si próprio: entre o interesse do País e o interesse partidário ou até familiar,…

O Sr. João Paulo Correia (PS): — Familiar?!

O Sr. Nuno Magalhães (CDS-PP): — … escolhe sempre o interesse partidário e familiar, em primeiro lugar.

Aplausos do CDS-PP.

Protestos do PS.

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