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I SÉRIE — NÚMERO 34

20

O PSD não estranha que a esquerda mais radical não tenha este tipo de preocupações. De acordo com a

vossa cartilha, quando existem problemas de necessidades de capital do sistema financeiro, os senhores têm

sempre um remédio, decretam a nacionalização dos bancos.

Protestos do Deputado do BE Jorge Costa e do Deputado do PCP Bruno Dias.

Com isso, no final da linha, colocam os contribuintes portugueses a arcar com a fatura da vossa

irresponsabilidade. Estranhamos, isso sim, a imprudência e a demagogia do Partido Socialista, mas esta é a

diferença que nos separa.

O Sr. Bruno Dias (PCP): — É, é!

O Sr. Carlos Silva (PSD): — Somos contra a criação de mais riscos para Portugal não para proteger a banca

mas, sim, para proteger os contribuintes, no futuro, dos problemas relacionados com a vossa imprudência.

Sim, queremos uma banca competitiva no mercado concorrencial.

Protestos do Deputado do BE Jorge Costa e do Deputado do PCP Bruno Dias.

Só assim será possível financiar as famílias e as empresas, contribuindo para o crescimento da economia

sem criar desequilíbrios face a concorrentes externos que coloquem em risco o País e os portugueses.

Aplausos do PSD.

A Sr.ª Presidente (Edite Estrela): — Há duas inscrições para pedir esclarecimentos ao Sr. Deputado Carlos

Silva.

Como deseja responder, Sr. Deputado?

O Sr. João Oliveira (PCP): — Pode responder um a um! Não paga comissão por isso!

O Sr. Carlos Silva (PSD): — Respondo em conjunto, Sr.ª Presidente.

A Sr.ª Presidente (Edite Estrela): — Muito bem, Sr. Deputado.

Para pedir esclarecimentos tem a palavra o Sr. Deputado Fernando Anastácio, do Grupo Parlamentar do PS.

O Sr. João Oliveira (PCP): — Vai perguntar qual é a banca portuguesa!

O Sr. Fernando Anastácio (PS): — Sr.ª Presidente, Sr.as e Srs. Deputados, não quero começar a minha

intervenção sem formular o mais veemente repúdio pelos termos do comunicado da Associação Portuguesa de

Bancos.

Vozes do PS: — Muito bem!

O Sr. Fernando Anastácio (PS): — Não é com comunicados a roçar a chantagem sobre o Parlamento e

sobre os portugueses que o sistema bancário se credibiliza.

O Sr. João Paulo Correia (PS): — Muito bem!

O Sr. Fernando Anastácio (PS): — No nosso entendimento, esta nota deve ser feita aqui e agora, no

decorrer deste debate.

Aplausos do PS.

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