O texto apresentado é obtido de forma automática, não levando em conta elementos gráficos e podendo conter erros. Se encontrar algum erro, por favor informe os serviços através da página de contactos.
Não foi possivel carregar a página pretendida. Reportar Erro

7 DE SETEMBRO DE 2018 231

MEDIDAS DE AÇÃO DO DOMÍNIO ECONÓMICO

3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 3.6 3.7 3.8 3.9 3.10 3.11 3.12

QualificDesenv Reforça

Afirmar ar o Dinamiz olver r a

Reforça os Valoriza Dinamiz empreg Organiz Promovar ecossist Reindus internac

r a ativos r os ar e Promov o e ar o er a DESAFIOS políticas emas trializar ionaliza

competi estratég ativos revitaliz er a contrari território competiTERRITORIAIS ativas de com ção e a

tividade icos territoria ar o econom ar a para a tividade para o inovaçã base na atração

da turístico is comérci ia do precarie econom da desenv o de Revoluç de

agricult s patrimo o e os mar dade no ia silvicultolvimen base ão 4.0 investim

ura naciona niais serviços mercad circular ura to rural territoria ento

is o de l externo

trabalho

Aumentar a

5.3 cultura

territorial

Medida 3.1

TÍTULO: Reforçar a competitividade da agricultura

ENQUADRAMENTO NOS DESAFIOS TERRITORIAIS: 1.1; 1.2; 2.1; 2.2; 3.2

1. DESCRIÇÃO DA MEDIDA

JUSTIFICAÇÃO DA MEDIDA

A competitividade do setor agrícola é fundamental para gerar valor para os territórios. A melhoria da

competitividade e da viabilidade da agricultura portuguesa depende da gestão eficiente dos fatores de

produção e da melhoria do desempenho ambiental, de todos os tipos de agricultura, nomeadamente através

da conversão para modelos de intensificação sustentável de forma a dar resposta aos vários desafios com

que o setor se defronta, nomeadamente os identificados em termos de Objetivos de Desenvolvimento

Sustentável da ONU. Tal justifica-se dado o contexto global em que nos inserimos, no qual o desafio de

alimentar e prover produtos e matérias-primas a uma população mundial em crescimento tem de ser

compatibilizado com os recursos disponíveis.

Salienta-se ainda o desafio que as alterações climáticas colocam à agricultura portuguesa, tendo em conta

que se prospetiva que a região mediterrânica seja das mais afetadas, pelo que a gestão eficiente e sustentável

dos recursos assume especial relevância. Torna-se, assim, necessária a adoção de processos e técnicas

inovadoras e eficientes nesta matéria, valorizando os subprodutos agrícolas e incentivando a utilização e

produção de fontes de energias renováveis.

Um modelo sustentável passa por uma intensificação que valoriza os processos ecológicos, com o recurso

a técnicas mais sustentáveis, fundadas numa melhor valorização dos serviços dos ecossistemas. Passa

também por uma inovação que mobiliza e aplica o conhecimento científico e os saberes locais, num quadro

de aprendizagem acrescida.

Neste contexto, assume também importância a promoção de modelos de agricultura mais sustentáveis,

como o modo de produção biológico, dado constituir um modo de produção com um importante contributo no

equilíbrio dos ecossistemas, da biodiversidade, do bem-estar dos animais, da preservação dos recursos

genéticos vegetais e animais.

Paralelamente, é necessário reduzir o desperdício dos produtos agrícolas alimentares, entre o local de

produção e de consumo, sendo este um dos desafios mais prementes da sociedade atual, no contexto da

transição de uma economia linear para uma economia circular.

DESCRIÇÃO SUMÁRIA

Uma agricultura mais competitiva e sustentável passará por uma intensificação sustentável dos processos

produtivos, atendendo a especificidades territoriais nomeadamente em função da qualificação e vocação do