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12 DE SETEMBRO DE 2018 145

e politécnicos), estimulando a ciência empreendedora, as universidades empreendedoras e os cientistas

empreendedores, reforçando a contratação de investigadores e docentes (jovens doutorados), estimulando a

produção de conhecimento avançado e a qualificação do capital humano especializado nas temáticas com

forte apropriação territorial, assim como a valorização económica do conhecimento e dos processos de I&D

por via das ligações às empresas e a outros atores territoriais;

– capacitação dos Centros de Interface e dos Laboratórios Colaborativos nas áreas-chave de cada um

dos ecossistemas territoriais de inovação levando em conta os clusters existentes e as estratégias de

especialização inteligente, para facilitar as relações entre os diferentes atores do ecossistema, favorecendo

a capacidade de absorção de conhecimento pelas organizações empresariais e o spillover institucional e

social, e contribuindo para a atração de empresas intensivas em conhecimento, inovação e emprego

qualificado, nomeadamente o emprego científico;

– geração de processos de cocriação económica, com os utilizadores e cidadãos (open innovation e

espaços de open innovation), reforçando as atividades partilhadas, envolvendo todas as partes nos processos

de empreendedorismo em processos colaborativos de aprendizagem, experimentação e partilha dos riscos

associados a estes processos;

– atração e criação de financiamento (incluindo capital de risco) associado a estruturas de apoio

administrativo ao investimento e ao envolvimento de empreendedores experientes para o desempenho do

papel de mentores e financiadores de novas atividades de startups.

OBJETIVOS OPERACIONAIS

1. Identificar e caraterizar as componentes dos ecossistemas territoriais de inovação.

2. Identificar as áreas prioritárias do investimento público em I&D+i.

3. Aumentar a capacidade de absorção de conhecimento por parte das organizações empresariais, do

setor público e do terceiro setor.

4. Reforçar a rede de polos de empreendedorismo e inovação e a sua interligação baseada em

complementaridades e relacionamentos diversificados com outros setores.

5. Capacitar as infraestruturas tecnológicas para a transferência de tecnologia para o mercado, o setor

público e o terceiro setor.

6. Criar e capacitar centros de interface nas áreas-chave de cada um dos ecossistemas territoriais de

inovação.

7. Incentivar as empresas a apostar no desenvolvimento de produtos e serviços com incorporação de valor

local ou regional.

8. Gerar processos de cocriação económica, estimulando a criação de redes multiescalares de

conhecimento e inovação.

9. Dinamizar um crescimento económico inclusivo.

10. Atrair financiamento privado e reforçar o financiamento à inovação e ao empreendedorismo.

11. Reforçar a rede de municípios que apoiam o empreendedorismo responsável à escala local e regional.

12. Promover a integração vertical dos clusters (passando a integrar desde o setor primário até ao setor

terciário).

13. Aumentar a articulação entre os diferentes clusters (interclusterização), indo de encontro à Estratégia

de Especialização Inteligente.

14. Criação de incubadoras de inovação e empreendedorismo social de base local e regional e promoção

de programas de aceleração para projetos neste domínio.

2. RESPONSABILIDADES DE CONCRETIZAÇÃO ENTIDADES ENVOLVIDAS

Administrações Portuárias; Entidades Gestorasde

IEFP, CASES; AICEP; ANI; FCT; Clusters; Rede Nacional de FabLabs e Makers;

Entidades de IAPMEI; CCDR; DGPM; DGRM; Principais SPGM; Empresas; Setor Solidário e Social; ONG;

Coordenação IPMA; AD&C; Portugal Ventures; Parceiros Associações Empresariais; COTEC Portugal;

Regiões Autónomas Ensino Superior; Entidades do SCT; EMPIS; DGAE;

Centros de Competências; ADL; GAL